Sim,
finalmente, foi encontrada uma solução para o armazenamento da
logística (esqueleto)
da ADASCA. Obrigado à Câmara Municipal de Aveiro, na pessoa do seu
Presidente Dr. Luís
Manuel Souto de Miranda como a todas as outras pessoas envolvidas na
procura da solução. Não esquecendo a senhora Marina Vieira,
proprietária da loja que foi ocupada pela ADASCA durante uns 18 anos
em regime de pro
bono.
Não
somos tão ingratos quanto fazem querer.
Os
comunicados emitidos para a imprensa, bem podiam ter sido evitados.
Devemos
destacar que nunca colocámos em causa a realização das obras (nem
sequer nos assistia
poderes para tal), mas, sim a forma como o processo de desocupação
foi conduzido. Oficialmente, nunca fomos notificados através de
carta regista c/aviso de recepção como determinam as boas práticas
na administração pública (?), nem sequer o direito de resposta
funcionou, tudo por via de telefone. Afinal,
para
que serve o Código de Procedimento Administrativo (CPA)? Apenas
para ser visto na secretária ou na estante?
Não
se aplica aos eleitos em pleno exercício de funções, por
via do voto de confiança pedida aos eleitores?
Tenho
três edições lidas e sublinhadas/anotadas.
Vamos
deixar que o tempo fale mais alto do que nós. Em abono da verdade,
não estávamos preparados para aquela confusão. A ADASCA completa
no ano em curso, o seu 20º. aniversário com uma actividade
ininterrupta e histórica, de interesse público na área da saúde,
com relevantes serviços prestados ao Serviço Nacional de Saúde
(SNS). Não são 20 meses e umas quantas semanas...
Nunca
nos esquivamos ao diálogo, à palavra dada, compromissos de honra.
Todos os elementos dos órgãos sociais (11
no total)
são pessoas idóneas, de bem. Como presidente da Direcção estarei
sempre na sua defesa. Afinal,
para que serve a eleição de um presidente?
Segundo o proverbio latino Post
nubila phoebus,
depois da tempestade vem a bonança. Assim seja, porque necessitamos
de bom senso e de quem nos queira ajudar. Quem está interessado na
desestabilização? Nós não. Em
conformidade com os seus estatutos, a ADASCA é apartidária, sem
preconceitos.
Tivemos
de nos desfazer de material que posteriormente nos vai ser
necessário. Objectivamente, não estamos contra a ninguém, nem
colocamos nas suas bocas o que não disseram. Apenas não concordámos
como o processo foi conduzido, ponto. A nossa missão é em prol da
dádiva de sangue, a favor da comunidade aveirense e daqueles que
necessitam de componentes sanguíneos todos os dias.
Recordo
uma frase que se aplica neste caso:
" Se nada de errado houvesse no mundo nada teríamos para
fazer."
George Bernard Shaw - 1856-1950, Dramaturgo Irlandês.
Finalmente,
chegou a bonança. Acreditamos que sim. Os relevantes serviços que
prestamos todos os dias ao SNS deviam calar os maldizentes, os mal
intencionados. Vivemos numa sociedade democrática, de respeito pelos
que pensam diferente, ou, onde reina o medo? Os mais de 3800 dadores
associados estão atentos. Sobre os que estão contra nós (?),
oxalá, que nunca venham a necessitar de quem estende os braços. Os
dadores de sangue. Deus a seu tempo cumpre com a Justiça Divina.
Quem
não nos apoia, não lhe assiste autoridade moral para se pronunciar
sobre a ADASCA. “Numa
democracia, é essencial a consciência da responsabilidade, a
responsabilização daqueles que detêm
o poder e o exercem.” Karl
Popper (1902-1994).
Quanto
ao apoio financeiro, a ADASCA foi ou não excluída? Em que situação
se encontra a sua candidatura, entregue dentro prazo, com toda
documentação solicitada? Não existem dívidas públicas nem
privadas. Quantos podem fazer esta afirmação? Os apoios
distribuídos são com dinheiro dos contribuintes. Separar
os factos das fantasias. É importante distinguir aquilo que
realmente está a acontecer daquilo que apenas imaginamos.
Joaquim
Carlos
Fundador/Presidente
da Direcção da ADASCA
NB:
Disponível no site http://www.adasca.pt/node/2184
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