sábado, 2 de julho de 2016

Tempo apetitoso para a Praia …

Céu geralmente limpo, apresentando períodos de maior nebulosidade no litoral oeste até meio da manhã com possibilidade de formação de neblina ou nevoeiro matinal.
Vento fraco a moderado (10 a 25 km/h) do quadrante norte, soprando moderado a forte (25 a 45 km/h) no litoral oeste com rajadas até 70 km/h, em especial durante a tarde, e nas terras altas para o final do dia.
Pequena subida da temperatura máxima.

GRANDE LISBOA:
Céu geralmente limpo, apresentando períodos de maior nebulosidade até ao início da manhã.
Vento moderado (20 a 35 km/h) norte, soprando por vezes forte (até 45 km/h) com rajadas até 70 km/h, em especial durante a tarde e junto ao Cabo Raso.
Pequena subida da temperatura máxima.

GRANDE PORTO:
Céu geralmente limpo, apresentando períodos de maior nebulosidade até ao início da manhã.
Vento em geral fraco (inferior a 20 km/h) de noroeste, soprando moderado (20 a 35 km/h) durante a tarde.
Pequena subida da temperatura máxima.

ESTADO DO MAR
Costa Ocidental: Ondas de noroeste com 1,5 a 2,5 metros.
Temperatura da água do mar: 15/17ºC
Costa Sul: Ondas de sudoeste inferiores a 1 metro.
Temperatura da água do mar: 21ºC

TEMPERATURAS MÍNIMAS E MÁXIMAS PREVISTAS:
COIMBRA - 15/27ºC
MIRA - 13/22ºC
CANTANHEDE - 15/26ºC
PRAIA DE MIRA - 13/22ºC
PRAIA DA TOCHA - 13/22ºC
PORTO - 14/24ºC
LISBOA - 16/26ºC
FARO - 19/30ºC
Fonte: IPMA

Colheita de sangue dia 2 de Julho na Sede da ADASCA, entre as 9 horas e as 13 horas em Aveiro

Com a chegada do Verão, não falta vontade de ir para a praia, ou viajar para umas merecidas férias. Se assim é, desfrutem o melhor que vos for possível…

Devemos lembrar que os doentes dependentes de transfusão de componentes sanguíneos, continuam a depender do nosso gesto solidário.

Quem tiver a possibilidade de comparecer sinta-se bem-vindo até ao Posto Fixo, localizado no Mercado Municipal de Santiago, 1º. Piso, Rua de Ovar, relativamente próximo da rotunda do Jumbo vs Glicínias.

Para quem pretende doar sangue pela primeira vez, deve ter idade compreendida entre os 18 e os 60 anos, podendo ir até aos 65 anos no caso de se tratar de dador regular.

Convém que os interessados em aderir se façam acompanhar do Cartão de Cidadão ou do Cartão Nacional de Dador de Sangue, por forma facilitar a inscrição junto do administrativo do IPST.

Lembramos que a isenção das taxas moderadoras além dos centros de saúde, já foi reposta nos hospitais públicos, tendo entrado em vigor no dia 30 de Março, sendo necessário ter efectuar duas dádivas durante o espaço de 365 dias e, de seguida validar as mesmas junto do centro de saúde da área de residência, caso este procedimento não seja feito, a dádiva fica sem efeito para poder beneficiar das respectivas isenções, na medida em que a verificação é feita através do número do Utentes | SNS.

Após a dádiva, os dadores devem ter o cuidado de solicitar a declaração junto do administrativo, caso não o façam vão sentir a necessidade de a requer posteriormente, o que leva algum tempo, podendo criar alguns incómodos.

As datas para o mês de Julho podem ser consultadas através do link indicado abaixo, no espaço agenda.
 
J. Carlos
 

NB: As datas das sessões de colheitas para Julho podem ser consultadas no espaço agenda através deste site www.adasca.pt

Mobilidade académica do ensino superior timorense na CPLP: Por onde começar?


No âmbito do XXVI Encontro da Associação das Universidades de Língua Portuguesa que começou ontem em Díli, vários dirigentes políticos e académicos do País têm-se referido à mobilidade académica do ensino superior no quadro da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) com grande optimismo, a meu ver muito exagerado, transmitindo a ideia de que há imensa vontade política assumida, e passando a mensagem de que as Instituições de Ensino Superior timorenses têm planos de desenvolvimento estratégicos capazes de responder com essa aparente facilidade aos desafios que estão a ser propostos com a apregoada e desejada mobilidade académica no espaço da CPLP.

O processo de mudança socioeconómico, cultural e ao nível da tecnologia, com o andar dos anos, em todo o mundo, desenvolveu novas necessidades formativas para todos os cidadãos que pretendem viver numa sociedade do conhecimento, mais justa e solidária, em contexto de globalização.

Nesta linha de raciocínio, parece de toda a conveniência analisar-se o processo de internacionalização da educação superior em Timor-Leste evidenciando-se as vantagens da cooperação internacional como mecanismo fundamental para o avanço da ciência e da tecnologia, destacando-se o papel das instituições internacionais em todo o processo, logo, não com o optimismo proclamado, entendo que a mobilidade académica, nomeadamente, a estudantil, é uma das formas de materialização da internacionalização da educação superior.

Esta tese de que não devemos esperar sucessos imediatos resulta da problematização em torno desta questão (mobilidade académica) no contexto nacional, porquanto, basta pensarmos que as nossas Instituições de Ensino Superior (IES), na sua maioria, não devem ter um Plano de Desenvolvimento Institucional que inclua um diagnóstico de mobilidade académica, nem um plano estratégico de mobilidade académica. Por outras palavras, Porquê a mobilidade académica? Para quê? Como fazer? Quem são os protagonistas? São perguntas simples que requerem respostas complexas.

As IES deviam ser elas a tomar a iniciativa de conceber a mobilidade académica como parte integrante das suas missões institucionais e deviam ter estruturas para promover e organizar, fazendo levantamentos de mobilidade e de dificuldades, com a identificação de fontes de financiamento. 

Quando tudo parte de cima, algo não está bem, suscita a ideia de que pode haver interesses hegemónicos, inconfessos, de cima para baixo, em que a internacionalização da educação, ao invés de salientar a vertente de justiça e equidade, promove a mercadorização da educação, nomeadamente porque não haverá uma reciprocidade nas trocas.

Por outro lado, a mobilidade académica no espaço da CPLP, mesmo que por hipótese académica seja apenas para estudantes timorenses de graduação se deslocarem por períodos de dois semestres, para estágios no exterior ou para outros programas de formação que não impliquem a concessão de grau académico por parte da universidade acolhedora, exigirão ao estudante timorense conhecimentos razoáveis de língua portuguesa. Este é um outro problema (muito) sério para resolver, a adicionar a tantos outros relacionados com a nossa incapacidade de proceder a inovações e mudanças no currículo universitário, e por termos (ainda) uma visão muito redutora do ensino superior, e resistência à mudança.

A maior parte dos professores que temos no País não dominam a língua portuguesa porque foram formados no período da ocupação indonésia, principalmente nos anos 80, altura em que a Indonésia teve uma política mais agressiva no processo de aniquilamento do português, e da imposição da língua utilizada pelo país invasor.  

A verdade é que os nossos docentes, mesmo na Universidade Nacional de Timor Loro´sae (UNTL) e na Universidade de Díli (UNDIL), muitos deles, leccionam em tétum e em língua indonésia, e não há cumprimento cabal das orientações superiores, por razões de ordem objectiva e subjectiva.

A mobilidade académica não envolve apenas a deslocação física, inclui outras dimensões e significados. A Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP), o Fórum da Gestão do Ensino Superior nos Países e Regiões de Língua Portuguesa (FORGES) e outras organizações da CPLP, sem dúvida, poderão ser uma mais-valia. 

Contudo, o nosso governo terá que ter a capacidade de compreender o processo de mobilidade académica do ensino superior na sua plenitude, em relação à avaliação, qualidade e pertinência da mobilidade académica, e as nossas instituições de ensino superior terão que voluntariamente proceder à elaboração de diagnósticos, e à definição de objectivos e planos de acção para a concretização do processo de mobilidade no quadro do plano de desenvolvimento institucional.

*Secretário-Geral do Partido Socialista de Timor (PST)

LIVREIRO DE HONG KONG DESISTE DE LIDERAR MARCHA POR MOTIVOS DE SEGURANÇA

Hong Kong, China, 01 jul (Lusa) -- O livreiro de Hong Kong Lam Wing-kee, que esteve detido durante meses na China, desistiu de liderar hoje a marcha do aniversário da transição de soberania para a China por sentir que enfrenta uma "grave ameaça".

A mensagem de Lam foi transmitida pela Frente Civil dos Direitos Humanos, organizadora da marcha, sem mais explicações, segundo o jornal South China Morning Post.

Lam regressou recentemente a Hong Kong após mais de oito meses detido na China. Dos cinco livreiros de Hong Kong desaparecidos que reapareceram meses depois sob tutela das autoridades chinesas, Lam foi o único a relatar ao público o que lhe aconteceu.

"Acredito que a ameaça grave é do [Governo] central", disse Jimmy Sham Tsz-kit, da Civil Human Rights Front, que lembrou que a marcha ganhou mais notoriedade desde que Lam anunciou que a iria liderar este ano.

"Porquê o súbito e elevado interesse? Acreditamos que o Governo central se importava verdadeiramente que Lam liderasse a marcha", afirmou, citado pelo jornal de Hong Kong.
Sham sublinhou que a segurança do livreiro é a grande prioridade e que a organização não perguntou por mais motivos para a sua mudança de opinião.

Durante o terceiro encontro de Lam com a polícia, na quinta-feira, foi revelado que as autoridades estavam a considerar oferecer-lhe proteção.

Lam, que era gerente da Causeway Bay Books, é um dos cinco residentes de Hong Kong ligados à livraria e à casa editora Mighty Current, que publicavam e vendiam livros críticos do regime comunista de Pequim e proibidos na China, que desapareceu. Quatro deles já voltaram a Hong Kong.

Ao regressar, Lam revelou que foi vendado e algemado depois de ser travado e detido na fronteira, foi levado para Ningbo, na província de Zhejiang, onde foi mantido num pequeno quarto e interrogado.

Segundo o livreiro, a sua libertação no mês passado só aconteceu porque os interrogadores queriam que trouxesse o disco rígido onde estava informação sobre os clientes da Causeway Bay Books.

A Frente Civil dos Direitos Humanos estima a participação de 100.000 pessoas na marcha deste ano, no dia em que passam 19 anos da transferência de soberania de Hong Kong do Reino Unido para a China.

Por outro lado, mais de 2.000 polícias estão destacados para a zona do Gabinete de Ligação do Governo Central da China em Hong Kong, onde três grupos vão promover um outro protesto, promovido pelo Hong Kong National Party, Hong Kong Indigenous e Youngspiration, grupos 'localists' que se distanciaram da tradicional marcha da Frente Civil dos Direitos Humanos.

Segundo a imprensa local, os três grupos não pediram autorização à polícia para o protesto.

O protesto é referido como 'black mask rally' [concentração de máscaras pretas], em alusão ao pedido dos organizadores para os participantes levarem máscaras e roupas pretas para dificultar a identificação pela polícia.

O movimento 'localism' cresceu após as manifestações pró-democracia em 2014 e o fracasso em conseguir concessões de Pequim sobre a reforma política.

Estes novos grupos 'localists' pedem uma maior autonomia em relação à China -- alguns falam mesmo em independência --, e defendem o recurso a táticas mais radicais para forçar a mudança.

ISG (FV) // MP

Timor-Leste melhora classificação em relatório norte-americano de tráfico humano

Díli, 01 jul (Lusa) - Os esforços do Governo timorense para combater e controlar o tráfico humano levaram Timor-Leste a melhorar a sua classificação no relatório anual do Departamento de Estado norte-americano sobre tráfico de pessoas.
O Departamento de Estado saúda os "esforços concertados de Timor-Leste combater o tráfico de pessoas" no último ano, notando que tem vindo a "construir as parcerias e redes necessárias para combater o tráfico humano, proteger as vítimas e julgar os autores".

Apesar das melhorias, o relatório de 2016 sublinha que Timor-Leste continua a ser "fonte e destino para homens, mulheres e crianças submetidas a trabalho forçado e tráfico sexual", com o país a ser fonte de mulheres e meninas enviadas para a Indonésia para trabalho doméstico.

"Ocasionalmente, jovens do sexo masculino de áreas rurais são atraídos para a capital com a promessa de melhores perspetivas de emprego ou de educação e são, em alguns casos, vítimas de tráfico sexual ou servidão doméstica", refere o relatório.

Há pelo menos um caso de um chefe de aldeia envolvido neste tipo de tráfico.

O relatório aponta o dedo a crime organizado da Indonésia e da China para tráfico sexual para Timor-Leste.

O Governo, nota o relatório, "não satisfaz plenamente os padrões mínimos para a eliminação do tráfico, no entanto, está a fazer esforços significativos para o conseguir", relatando casos de condenação de dois traficantes.

Neste âmbito, destaca a criação de um grupo de trabalho interministerial sobre o tráfico humano faltando procedimentos formais para a identificação das vítimas, o que deixa "algumas vítimas vulneráveis à punição por crimes cometidos como resultado direto do tráfico".

O Departamento de Estado considera que Timor-Leste deve "estabelecer, implementar e treinar os funcionários sobre os procedimentos formais para a identificação de vítimas entre as populações vulneráveis, como os indivíduos na prostituição e trabalho doméstico e os trabalhadores migrantes a bordo dos navios de pesca".

Por outo lado, considera que deve ainda financiar adequadamente as estruturas policiais de investigação de crimes de tráfico, ser proactivo na concretização de processos judiciais para condenar traficantes, incluindo "funcionários que com eles colaborem", e adotar procedimentos que protejam as vítimas.

ASP // MP

Na província moçambicana de Inhambane muitas crianças passam fome e abandonam as escolas

Mais de 45 mil alunos estão afetados pela fome e centenas já abandonaram o ensino escolar na província moçambicana de Inhambane. Muitas dessas crianças estão também a ser submetidas à exploração infantil.

As autoridades governamentais falam de 153 escolas em crise. Muitos dos alunos passam fome e algumas organizações não governamentais já reagiram, distribuindo papas como lanche escolar.

Os distritos mais atingidos são os de Panda, Funhalouro, Mabote e Govuro, onde a fome afeta mais de 45 mil alunos. Estas crianças necessitam urgentemente de apoio alimentar, segundo os observadores no terreno. Alguns alunos, nas regiões mais afetadas pelo flagelo, já abandonaram o ensino escolar.

Alterações no clima na base do problema

A crise deve-se sobretudo a fatores climáticos, nomeadamente à queda irregular de chuvas na última campanha agrícola, o que resultou numa fraca colheita e, consequentemente, numa deficiente produção de produtos básicos, como o amendoim, o milho e outros ceriais.

Josefina Come, Diretora Provincial da Educação e Desenvolvimento Humano, em Inhambane, não confirma os casos de abandono escolar apurados pela DW África, mas destaca que milhares de alunos estão a enfrentar sérios problemas alimentares. A Diretora Provincial confirma ainda que as autoridades provinciais e também várias organizações não governamentais já começaram a distribuir papas nutridas como lanche escolar:

“153 escolas de quatro distritos, que são os distritos de Govuro, Mabote, Funhalouro e Panda, estão abrangidas pelo nosso esforço, no sentido de distribuir lanches a essas mesmas escolas, com o apoio de parceiros", diz Josefina Come e adianta: "Não temos registo de casos de abandono escolar”.

Crianças trabalham nas cidades para sobreviver

Mas a crise alimentar que - segundo outros relatos - estaria de facto a provocar o abandono dos alunos em várias escolas. Esta situação também tem por consequência outros problemas, nomeadamente sociais. Muitas das crianças foram para a cidade capital da província de Inhambane e tornam-se vítimas de exploração infantil, sendo utilizadas, por exemplo, na descarga de camiões nos armazéns. Muitas crianças também se dedicam à venda de variadíssimos produtos nas ruas das cidades, atividade considerada como única forma de sobreviver às dificuldades económicas.

A DW África conversou com muitas crianças nos distritos afetados pela crise alimentar. Quase todas afirmaram que foram obrigadas pelos seus próprios pais a abandonar o ensino e procurar um meio de subsistência. Alexandre Macuacua é uma dessas crianças: ele diz que abandonou os estudos da quinta classe, passando a vender pipocas por conta de outras pessoas com mais posses. “O meu pai é que me disse para deixar a escola e começar a vender pipocas”, conta-nos Alexandre de 12 anos de idade.

A Plan Internacional, uma organização não governamental sedeada em Londres, na Inglaterra, tem fornecido papas nutridas às crianças. Só no distrito de Panda, a Plan Internacional gastou cerca de 78 mil dólares, em 4 meses, para a ajuda alimentar às crianças mais carenciadas, revela Paulo Dava, coordenador da ONG britânica: “Panda está a enfrentar a seca, a Plan está neste momento ajudar cerca de 1753 crianças nas escolas, incluindo os professores, em 11 escolas."

Luciano da Conceição (Inhambane) – Deutsche Welle

Dádiva de sangue na Associação de Reformados Pensionistas e Idosos de Fernão Ferro


É já no domingo dia 3 de julho mais uma sessão de colheita de sangue, a todos os que poderem estar presentes nós e os doentes muito agradecemos.
Das 9 às 13 horas
Local: Associação de Reformados Pensionistas e Idosos de Fernão Ferro
Rua da República nº 267 – Fernão Ferro

Associação de Dadores de Sangue do Concelho do Seixal
Praceta Custódio Cardoso Barbosa, 1 - C
2840-087 Aldeia de Paio Pires
Telf./ Fax: +351 212 277 590

E-mail: adscseixal@sapo.pt