quinta-feira, 12 de abril de 2018

Raio atinge avião em que viajava a equipa do Caldas

O jogo Praiense-Caldas, em atraso da 27.ª jornada do Campeonato de Portugal agendado para esta tarde de quarta-feira, foi novamente adiado.
O avião da Azores Airlines em que viajava a equipa foi atingido por um raio 15 minutos depois de ter levantado voo do Aeroporto Humberto Delgado, acabando por regressar a Lisboa por decisão do comandante da aeronave que deveria aterrar na Ilha Terceira, nos Açores.
O jogo

Real Madrid nas meias-finais após penálti marcado por Ronaldo no último minuto

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Os merengues tinham vencido por 3-0 em Turim, mas esteve a perder no Santiago Bernabéu pelo mesmo resultado até ao último instante. Cristiano Ronaldo marcou o golo decisivo, de grande penalidade, após expulsão de Buffon

O Real Madrid alcançou esta quarta-feira a oitava presença consecutiva nas meias-finais da Liga dos Campeões, após um jogo sofrido no Santiago Bernabéu, em que perdeu por 1-3 mas fez valer os três golos sem resposta em Turim.
A Juventus conseguiu anular a desvantagem na 2.ª mão, conseguindo fazer o 3-0 aos 61 minutos, por Matuidi, depois de Mandzukic ter bisado durante a primeira parte (2' e 37').
DN

Macroscópio – Ora vamos lá ver se ficamos a perceber isto da prisão de Lula da Silva

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Macroscópio

Por José Manuel Fernandes, Publisher
Boa noite!
 
Não sei – não posso saber, não sou o Mark Zuckerberg... – quantos dos leitores desta newsletter costumam seguir o Netflix. Mas a todos que tiverem acesso a este serviço de televisão faço uma recomendação: vejam, na primeira oportunidade, uma série que acaba de estrear, O Mecanismo, dirigida pelo mesmo José Padilha que também realizou a famosa série Narcos. E preparem-se para alguma controvérsia, mesmo sendo ceto que, seja qual for o julgamento que fizermos do que se está a passar na terras de Vera Cruz, esta nova série de José Padilha acaba de vez com as ilusões sobre a política brasileira. Independentemente da informação básica que podem obter directamente no site do Netflixou do que possam descobrir vendo o trailer que está disponível no YouTube, fiquem desde já a saber que se trata de uma ficção mas que tem como ponto de partida uma grande investigação jornalística publicada em livro – Lava Jato: Os bastidores da operação que abalou o Brasil e o mundo, de Vladimir Netto que é, entre outras coisas, vice-presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. Mais: a trama já provocou polémica, com Lula da Silva a ameaçar com os tribunais e Dilma Roussef a falar em “fake news”. A história, contudo, está longe de se limitar aos dirigentes do PT, pois as investigações do juiz de Curitiba têm atingido gente de todos os grandes partidos, uns já presos, outros acusados, assim como líderes das maiores empresas brasileiras. 
 
Estou certo que, se assistirem a O Mecanismo, terão uma ideia mais aproximada do grau de corrupção que mina o sistema político brasileiro e está a abalarprofundamente as suas instituições. Mais: identifiquemos ou não directamente alguns dos seus personagens com Lula, Dilma ou Temer, o que ali se revela não é apenas uma invenção sem qualquer relação com a realidade, como acontece com uma série como House of Cards– o que ali se passa é mesmo o retrato do Brasil, tal como Narcos é um retrato do mundo do tráfico de droga e dos seus grandes barões. Isso ajudar-nos-á a por em perspectiva algumas das críticas que foram feitas em Portugal às decisões judiciais que levaram à prisão de Lula da Silva. 
 
Há, de facto, em Portugal um discurso político que considera que a prisão de Lula é "um golpe da direita reacionária, racista, fascista", e cito declarações de Catarina Martins. Mesmo não indo tão longe na condenação das decisões dos juízes brasileiros, dois dos comentadores residentes da Quadratura do Círculo, Pacheco Pereira e Jorge Coelho, também consideraram que estamos sobretudo perante uma forte politização da decisão, um decisão tomada para impedir que o antigo Presidente voltasse a concorrer e regressasse ao Palácio do Planalto. 
 
Nas colunas de opinião dois comentadores têm-se destacado pela defesa de Lula e da ideia de que estamos perante mais uma etapa de um golpe que tem como único objectivo afastar o Partido dos Trabalhadores do poder. Refiro-me a Daniel Oliveiro, no Expresso, e Boaventura Sousa Santos, no Público. Têm ambos escrito frequentemente sobre o tema, ficando aqui a referências aos seus textos mais recentes: Brasil: quem não tem votos caça com juízes e generais, de Daniel Oliveira, e Lula da Silva: os tribunais o condenam, a história o absolverá, deBoaventura Sousa Santos. 
 
Vale a pena discutir e, se possível, esclarecer alguns dos pontos que habitualmente são utilizados pelos que consideram que estamos a assistir a um golpe. A primeira dessas ideias é que tudo é mesmo uma maquinação da direita e das elites brasileiras para derrubarem Lula da Silva, ou seja que «este julgamento é político», como se disse na já referida Quadratura do Círculo. Uma boa contestação deste argumento é a desenvolvida pelo blogger Rui A. no Blasfémias, em inocentes ou culpados?, um texto onde recorda, por exemplo, que dificilmente se pode falar em golpe da direita quando “5 dos 6 juízes que votaram contra a concessão do habeas corpus a Lula foram nomeados por governos do PT, o partido de Lula da Silva”. Mas este é apenas um dos pontos de alguém que conhece bem o Brasil. 
 
No Observador Miguel Pinheiro recorreu a outro argumento para contrariar a ideia de que isto é tudo “um golpe da direita”. Em  A "direita" brasileira é a mais burra do mundorecordou os nomes, os casos e as prisões de figuras gradas da direita que este caso também apanhou. Por isso interroga-se: “Se a Lava Jato é uma invenção da "direita" para prender Lula, então porque é que encheu presídios com políticos, imagine-se, da "direita" e com os responsáveis das maiores construtoras?”

 
Outro ponto que tem sido muito debatido é se houve ou não uma grave violação dos direitos constitucionais de Lula quando o Supremo Tribunal rejeitou o habeas corpuse permitiu a prisão do ex-Presidente mesmo sem o caso ter transitado em julgado, uma vez que só houve as sentenças da 1ª e 2ª instâncias. Há uma discussão no Brasil sobre este tema, mas a prisão de Lula teria ocorrido noutros países com longas e sólidas tradições democráticas logo após a primeira sentença. Isso mesmo recordou, num especial do Observador, o jurista Nuno Gonçalo Poças em Preso antes do fim dos recursos? Em vários países, é normal. É um texto onde recorda, por exemplo, “Nos países anglo-saxónicos, um condenado em primeira instância começa a cumprir a sua pena de prisão efectiva independentemente do facto de tal decisão poder vir a ser alterada por um tribunal de segunda instância.” Mas não só nesses países, pois também na Alemanha ou em França a sua prisão seria teoricamente possível nesta fase do processo. 
 
Quanto ao que se está a passar no Brasil, Gilmar Mendes, um dos juízes do Supremo Tribunal que votou contra a prisão de Lula, aborda o tema ao explicar a forma como o seu voto tem mudado de caso para caso, o que pode ser lido na entrevista que deu a Cátia Bruno e João Almeida Dias do Observador: "Na Lava Jato, o triplex de Lula deve ser o menor". Nessa entrevista também recusa ser "comparsa" de Lula, como foi acusado, garantindo que ele e o PT são “água e óleo". Este juiz passa de resto muito tempo em Portugal, como contam a Rita Dinis e Manuel Pestana Machado noutro especial do Observador, A vida de "afetos" em Portugal do juiz pró-Lula. Tem mesmo casa e já foi insultado, tendo regresso ao nosso país a correr depois de ter votado em Brasília, e tudo para estar com Marcelo.
 
Passando a outro tema recorrente na argumentação de quem diz estarmos perante um golpe, importa perceber de que está Lula realmente acusado e quem é o juiz de Curitiba que não desistiu do Lava Jato. Para tal continuo no Observador, começando por As 15 provas que condenaram Lula, um especial de Cátia Bruno onde se recordam indícios como um número rasurado, mensagens de Whatsapps sobre o “chefe” e a “madame” ou o testemunho de um porteiro que diz que “todos sabiam” que o triplex era de Lula. Quanto ao juiz, Mariana Fernandes tratou de saber Quem é Sérgio Moro, o juiz que quer prender Lula . É um texto que não nos fala apenas dele como jurista, mas também nos conta que já fez 45 anos, é casado com uma advogada e tem dois filhos, que estudou num colégio de freiras, foi professor e citava "Breaking Bad" nas aulas. 
 
Ainda no domínio dos textos que ajudam a perceber o que se está a passar e a recordar os principais dados desta crise, deixo-vos ficar as referências de duas peças da edição em português (do Brasil) do diário espanhol El Pais: 
 
 
Mas se estes são trabalhos mais informativos, há também um conjunto de análises de leitura interessante sobre o momento que vive o Brasil. Eis algumas delas: 
  • Ninguém pode fazer tanto mal ao Brasil como Lula, de Rui Ramos no Observador, onde se discute a forma como o antigo sindicalista mobilizou o PT contra as decisões dos tribunais: “Por piores que sejam os actuais governantes, nenhum pode fazer tanto mal ao Brasil como Lula. Basta que consiga divorciar uma parte da população da legalidade e da democracia.”
  • Quantos vão virar Lula? , interroga-se no Expresso o seu editor de Internacional,Pedro Cordeiro. Eis uma passagem da sua análise: “24 horas depois do prazo dado pelo juiz Sérgio Moro, Lula entregou-se finalmente, Deixou pelo seu pé a sede do Sindicato dos Metalurgícos e entrou num carro da Polícia Federal. Horas antes, dirigiu-se aos apoiantes com um marcante discurso político, no qual disse "já não sou um ser humano: sou uma ideia”. Foi o discurso de um líder acossado, mas ainda líder. Tentou tirar o máximo proveito do seu carisma e popularidade. Resta saber se, ao fim de tanto tempo, de tanto mérito e tropeção, o apelo ainda cala fundo em gente que chegue”. 
  • A perigosa encruzilhada brasileira, de Manuel Villaverde Cabral no Observador, é o texto de um profundo conhecedor da realidade política do país irmão, um texto onde se passa em revista as diferentes opções políticas e o que podem fazer os protagonistas no terreno, isto sem deixar de sublinhar que “É muito difícil acreditar que Lula ignorasse a corrupção promovida pelo PT logo em 2005, pelo que, do ponto de vista da reconstrução de uma democracia viável no Brasil, o seu tempo e do PT já passou”.
  • Eu sou Lula?, do Professor da Faculdade de Direito da Universidade do Porto André Lamas Leite, no Público, é uma crítica ao estratégia de vitimização a que estamos a assistir: “A estratégia é velha de séculos, diria, e entre nós foi ensaiada, em tempos mais recentes, por José Sócrates, com os resultados conhecidos. Simplesmente, para nosso bem, as magistraturas souberam, em geral, afastar-se da arena política e limitar-se àquilo que efectivamente lhes compete.”
  • Lula: o passado do futuro, de Álvaro Vasconcelos também no Público, uma opinião onde se carrega muito na tecla daquilo que Lula fez de bom pelo Brasil e se manifestam alguns receios: “O paradoxo brasileiro é que, como em outros países, a nova classe média, empoderada pela educação e com voz nas redes sociais, não aceita a corrupção, mas pode eleger  candidatos populistas iliberais na sua revolta.”
  • E agora, Brasil?, de João Marques de Almeida de novo no Observador, uma análise onde se sublinham também alguns dos riscos da actual situação, mas num registo mais crítico para com a estratégia do PT, que pode conduzir à pior das reacções: “No meio desta radicalização, alguns generais do Exército brasileiro fizeram declarações preocupantes. O que fará o Exército se houver conflitos e violência nas ruas nos próximos dias?”
 
Fecho este Macroscópio com mais três referências, agora três textos mais políticos e que criticam a forma como uma parte da esquerda portuguesa defende Lula por Lula ser “um dos nossos”, fechando os olhos a todas as suspeitas e a todas as provas que já foram carreadas para os tribunais não apenas neste caso, mas noutros casos de corrupção que envolvem o seu PT desde os tempos do “Mensalão”:
  • A corrupção e a superioridade moral da esquerda, de Luís Rosa no Observador: “A corrupção não é de esquerda nem de direita, não é católica nem protestante, não é branca nem preta e não é do norte nem do sul. A corrupção atinge todos os países, partidos e grupos sociais.”
  • De Lula a Bruno de Carvalho: olhar e não querer ver, de João Miguel Tavares no Público: “Na medida em que admitir que eles falharam é admitir que nós falhámos, preferimos fechar os olhos à realidade e aderir acefalamente a quem está sempre disponível para pensar por nós.”
  • A coisa, de Helena Matos no Observador: “A coisa tornou-se óbvia em 2003 durante o processo Casa Pia. Depois veio José Sócrates e a coisa agigantou-se. A coisa primeiro estranha-se. Depois entranha-se”.
 
E por aqui me fico, já um pouco fora de horas e cheio de vontade de ver os episódios deO Mecanismoque ainda me faltam ver. Isto enquanto não consigo passar por uma livraria para apanhar um exemplar de Lava Jato: Os bastidores da operação que abalou o Brasil e o mundo. De resto, desejos bom descanso e boas leituras. 

 
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Benfica vai jogar na International Champions Cup no verão

A ICC, competição de pré-época, reúne algumas das melhores equipas da Europa
O Benfica foi anunciado esta quarta-feira como uma das 18 equipas que vão marcar presença na edição deste ano da International Champions Cup (ICC), em local ainda por anunciar.
A ICC é um dos mais conceituados torneios de pré-época, reunindo algumas das melhores equipas da Europa que jogam nos Estados Unidos, Austrália, China ou Singapura.
Para a edição deste ano estão já confirmadas 10 equipas. São elas: Benfica, Chelsea, Arsenal, Inter Milão, AC Milão, Atlético Madrid, Tottenham, Bayern Munique, Manchester United e Borussia Dortmund. Já se sabe que estas últimas quatro equipas da lista vão jogar nos Estados Unidos.
Bancada

ASSEMBLEIA GERAL 26 DE ABRIL | Núcleo do Sporting de Portalegre

ASSEMBLEIA GERAL 26 DE ABRIL

Chamamos a atenção dos sócios para Assembleia Geral, a realizar no dia 26 de abril, fundamental para o futuro do nosso Núcleo.
Compareça!!!!

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Núcleo do Sporting de Portalegre

Fundado em 01 de fevereiro de 1991

Morada: Rua Candido dos Reis, nº 57 e 61
7300-129 Portalegre
Telefone: 245032703


Haciendo realidad la promesa de seguridad con el nuevo Grupo de Seguridad y Garantía de Producto de Intel


por Yesica Flores
Trabajando desde Intel y más allá para ayudar a proteger a los clientes e impulsar la innovación en seguridad.
Por: Leslie Culberston
En Intel, la seguridad ha sido durante mucho tiempo una de nuestras más altas prioridades. Durante años, hemos incorporado la seguridad en cada producto que creamos y hemos trabajado para ofrecer tecnologías de seguridad avanzadas. Intel Authenticate, que ofrece protección de identidad mejorada por hardware, es tan solo un ejemplo de lo que hemos hecho para lograr avances en la seguridad dentro de la industria.
Recientemente renovamos nuestro compromiso con la primera promesa de seguridad – que pone de manifiesto que nuestra atención está centrada en que el cliente es lo primero, así como en las comunicaciones transparentes y oportunas. Esta promesa también pone de relieve nuestro compromiso con la garantía continua de la seguridad. Ustedes vieron en acción esos principios con el anuncio reciente de los cambios que estamos haciendo a nivel de hardware para fortalecer la seguridad de nuestros productos en el futuro.
Más: Vulnerabilidades de Seguridad y Productos Intel | Resultados de la investigación de seguridad (Intel.com)
Menos visible, pero no menos significativa, es la creación de un nuevo grupo en Intel llamado Garantía y Seguridad de los Productos Intel (IPAS, por sus siglas en inglés). Como nueva líder de IPAS – y como alguien que está profundamente comprometida en brindar tecnologías que protegen a los clientes y sus datos – quiero compartir más información sobre esta nueva organización y su visión.
Si bien IPAS se constituyó inicialmente como parte de la respuesta de Intel a los métodos de canal lateral que divulgó el Proyecto Cero de Google a principios de año, nuestro cometido es mucho mayor. Nuestra visión es ofrecer seguridad, privacidad y garantía sin igual en los productos Intel – productos en los que los clientes saben que pueden confiar. Y, reconocemos que la confianza es algo que debemos ganarnos a diario, a través de la receptividad, la responsabilidad y la transparencia.
Teniendo presente lo anterior, IPAS está diseñado para servir como centro de excelencia de seguridad – una especie de centro de control – que abarca todo en Intel. Más allá de abordar los asuntos de seguridad actuales, con una perspectiva de más largo plazo, estamos considerando el cambiante panorama de amenazas y la mejora continua de la seguridad de los productos en los próximos años. Adicional a la centralización de algunos de nuestros mejores talentos en seguridad bajo el nuevo grupo IPAS, también nos aseguramos de que haya expertos dedicados en seguridad de productos en todo Intel, de modo que esta especialización esté integrada en la compañía.
Más allá de las paredes de Intel, considero que también existe la oportunidad de que aceleremos la innovación de la seguridad en toda la industria. Lo anterior comprende alianzas más profundas con la academia, así como una participación más intensa con la comunidad de la seguridad – temas sobre los que nos escucharán hablar más en las próximas semanas.
Las vulnerabilidades del Proyecto Cero de Google ciertamente presentaron muchos desafíos. Sin embargo, un resultado positivo fue la colaboración sin precedentes entre tantos miembros del ecosistema. Los investigadores de seguridad, los vendedores de sistemas operativos y software, los fabricantes de sistemas, los proveedores de nube, incluso otros fabricantes de chips – todos nosotros nos juntamos para proteger los intereses de los usuarios finales. Espero que esta colaboración sea un proyecto para el futuro.
Esperamos que los personas malintencionadas continuarán realizando ataques cada vez más sofisticados, lo que obligará a que todos nosotros – trabajando de la mano – ofrezcamos soluciones. Con ese fin – y en el espíritu de nuestra promesa – también proporcionamos información más detallada sobre nuestro sitio de seguridad acerca de la manera en que abordamos el compromiso de la industria en temas de esta índole. Como lo señalamos antes, creemos firmemente en el valor de la divulgación coordinada y queremos ser tan transparentes como sea posible sobre la metodología que seguimos.
Al embarcarme en esta nueva función, mi compromiso es trabajar dentro de Intel y más allá, para ayudar a proteger a los clientes y garantizar que estemos a la altura de nuestra promesa de la seguridad primero. El desafío que planteo a la industria es mantener el mismo nivel de colaboración que demostramos que es posible lograr a principios de año. Si podemos continuar trabajando juntos a ese nivel, ¡imaginen las posibilidades que se abren!
Leslie Culbertson es vicepresidenta ejecutiva y gerente general de Garantía y Seguridad de los Productos en Intel Corporation.

Cuatro cosas que debes saber sobre tu tarjeta de crédito


por Yesica Flores
Las tarjetas de crédito son un arma de doble filo. Por un lado pueden ayudar a realizar compras necesarias, gastos de emergencia o sacar de un apuro, pero también pueden convertirse en el martirio de quienes no planean sus finanzas y de los adictos a las compras compulsivas.
Una tarjeta de crédito es un instrumento financiero que funciona como medio de pago y como un mecanismo para obtener crédito de los bancos. Los emisores de la tarjeta conceden al usuario, mediante un contrato, una línea de crédito revolvente, esto quiere decir que puedes volver a hacer uso del crédito conforme lo vayas pagando.
En México hay cerca de 25 millones de tarjetas de crédito. En promedio, la deuda de aquellos que perdieron el control de sus tarjetas alcanza los 140 mil pesos.
Para ayudarte a edificar finanzas personales más sanas y evitar que incurras en deudas, la plataforma de préstamos en línea Yapp comparte contigo estos cuatro consejos para evitar que los intereses y las deudas se coman tus quincenas:
1. Contempla tus costos
Antes de decidir adquirir una tarjeta de crédito es muy importante que tengas presentes todos los gastos que vienen con ella.
a) Anualidad, que puede ser gratis o hasta de 7 mil pesos, dependiendo del tipo de tarjeta que se haya adquirido.
b) Tasas de interés, que regularmente en México son del 30% pero existen hasta del 70%. Esto significa que, con la tasa más baja, por cada 100 pesos que el banco te presta, si no pagas a tiempo, te cobrarán 30.
c) Cargos y comisiones. Los primeros se suman cuando no pagas la tarjeta o no pagas a tiempo y los segundos son cargos adicionales que se cobran cuando usas el cajero o por programas de recompensas, entre otros.
2. Agenda tus fechas de pago y corte
La regla más básica al tener una tarjeta de crédito es no gastar más de lo que ganas. Cuando haces gastos que ni tu quincena puede cubrir, tus finanzas se descuadran y acabas el mes con números negativos.
Deberás ser muy cuidadoso con las fechas de pagos y cortes, y evitar usar tu tarjeta cuando éstas se acerquen, además de no exceder tu presupuesto.

3. Un gran poder financiero conlleva una gran responsabilidad
Evitar las compras innecesarias e impulsivas es muy importante para no endeudarse innecesariamente. Una pequeña deuda puede crecer y salirse de control si mes con mes haces compras que no pueden pagarse y no estás atento a tus fechas de pago.
De acuerdo con datos de la Condusef, los usuarios de tarjetas pagan aproximadamente 42.20% de intereses, mientras que los bancos ganan más de 143 mil millones de pesos por las comisiones en sus productos.
4. Hay formas más sencillas de obtener crédito
No es necesario que tramites una tarjeta de crédito o recurras a un préstamo del banco para obtener un crédito.
Actualmente existen plataformas de préstamos en línea como Yapp que te ofrecen créditos en línea de entre 500 y 3 mil pesos en menos de una hora. Lo único que necesitas es un comprobante de domicilio, una identificación oficial y poder comprobar ingresos mediante recibos de nómina, que por ley deben expedir las empresas cada mes.
Si necesitas dinero para completar alguna compra o te encuentras en una emergencia y necesitas dinero, plataformas de este tipo pueden ayudarte a salir de un apuro económico.