terça-feira, 20 de novembro de 2018

OPINIÃO Periculum in Moro! É a lei ou não é? Eis a questão!

Aprendi com o velho Elias Díaz, jurista espanhol: quem colocaria em dúvida que, no Estado Democrático, a legalidade só poderia ser uma legalidade constitucional? Mas, como tudo por aqui no Brasil, há controvérsias. Muitas.
Pedro Serrano e eu escrevemos um texto (ver aqui) denunciando que o juiz Sergio Moro, ao fazer a transição de governo junto com Bolsonaro, aceitar o cargo e montar seu gabinete, infringiu a Constituição, a Loman e o Código de Ética dos juízes. Dias depois, o CNJ abriu procedimento contra Moro, face à representação (ou mais de uma) que lá ingressou. Ou seja, nossa denuncia tinha fumus boni juris.
Para lembrar: em entrevista, Moro já havia dito por que optara por não se exonerar antes de assumir o Ministério da Justiça (razões de salário, segurança e proteção da família). Porém, face ao procedimento aberto pelo CNJ, Moro teve que mudar os planos. No dia 15, Moro pediu exoneração, contada a partir de 19 de novembro. Três deputados ingressaram com pedido de cautelar (aqui), para impedi-lo de se exonerar antes de resolver esta e outras pendências administrativas que contra ele tramitam.
A cautelar procede. Se Moro pode se exonerar depois do cometimento da própria infração que causou o último procedimento, abrirá um perigoso precedente, além de tornar inócua a proibição de os juízes exercerem atividade política. Qual é o busílis? Simples: Um funcionário público comete uma infração (grave) e, como a lei somente impede a aposentadoria ou exoneração se estiver respondendo a processo (PAD), bastará que, aberto o procedimento que poderá levar à posterior abertura do PAD, peça exoneração (ou aposentadoria) para que tudo se extinga. É a lei levando o drible da vaca. Nítido desvio de finalidade da lei.
Claro que não pode ser assim. Uma república na qual todos devem ser tratados igualmente não pode admitir esse discrimen. Um membro do MP ou do Judiciário que entre em férias durante o período eleitoral não pode fazer o que quiser. Nem no período eleitoral e nem nunca. Em férias, o máximo que pode fazer é descansar e viajar. O certo é que não pode fazer atividade política. É o que aconteceu. Observe-se que Moro aceitou o convite para ser ministro mesmo sem estar em férias. Quando viajou ao Rio ainda não estava de férias. Aceitou o convite e depois entrou em férias. Começou a montar o ministério. É juiz e, ao mesmo tempo, presta serviço ao Executivo, violando a separação de Poderes e a CF.
Registre-se: as férias, para o deslinde da controvérsia, são absolutamente irrelevantes. Tanto é verdade que nem Moro acreditou na “tese das férias”, pois dela desistiu ao pedir exoneração no dia 15 último. Se estar de férias legitimava o ato de fazer política, por qual razão então se exonerou antes do tempo? A resposta é óbvia, pois.
Sigo. O certo é que, aberto um procedimento para apurar esse imbróglio – há outros, como sabemos –, Moro pediu exoneração. Não teria o pedido o objetivo de tornar prejudicado um eventual PAD (que, por consequência, impediria a exoneração)? Por isso, não há outro caminho a não ser o CNJ conceder a cautelar para sustar a exoneração. Há evidente periculum in mora, porque, exonerado, não há como o Estado buscar apurar uma infração cometida por um servidor. Não há solução diferente ou intermediária.
De observar que os fatos são ainda mais graves se levarmos em conta que o convite para ser ministro da Justiça foi gestado quando o magistrado ainda exercia sua função, conforme declarado pelo general Hamilton Mourão (e não desmentido). Também reuniu-se, durante a campanha eleitoral, com o anunciado futuro ministro da pasta a ser denominada Ministério da Economia, Paulo Guedes. Esse encontro foi confirmado pelo próprio juiz, tudo conforme demonstrado no pedido de cautelar feito pelos deputados.
Se for negada a cautelar, estará aberto um grave precedente: todo funcionário, sob ameaça de um PAD, pede exoneração e zera tudo. E o Estado nada poderá apurar. Estará criada nova forma de exclusão de responsabilidade de funcionário público: o pedido de exoneração antes do PAD. Lembro ainda das repercussões do precedente no caso de Marcelo Miller. Também estava de licença prêmio ou férias, estão lembrados?
Simples assim. "It is the law", como disse o médico para o staff do presidente norte-americano na série House of Cards. Explico: necessitando de um transplante de fígado, seu médico particular queria furar a fila dos transplantes. A resposta foi negativa. O diretor do hospital agiu por princípio e não por política. Pela lei, a fila de transplantes não pode ser quebrada. Nem se pelo presidente da República. Bingo. Qual é princípio – que sustenta a regra – que seria violado? Simples: uma vida é igual a uma vida. E a do presidente não vale mais. Tudo para dizer que aqui, no caso, Moro não está acima da lei. Juiz não pode exercer atividade política. Nem por um dia. Nem por vários dias. Aliás, ele mesmo sempre disse que ninguém está acima da lei. Pois é. Nem ele.
Vamos ver como o CNJ sai dessa sinuca de bico. Numa palavra final, não se diga que há má vontade na discussão dos assuntos que envolvem Sérgio Moro. Usa-se simplesmente Moro contra Moro. Sua rigidez no uso da lei deve também valer para si.
Daí a questão da licença vernacular e semântica que, com todo o respeito, permiti-me fazer no título deste articulum, usando a expressão latina que trata do perigo da demora em Direito. Trata-se de uma licença poético-republicana.

Fonte:https://www.conjur.com.br/2018-nov-19/lenio-streck-periculum-in-moro-lei-ou-nao-eis-questao 

COIMBRA · REGIÃO · UNIVERSIDADE José Reis é o novo coordenador do Observatório sobre Crises e Alternativas

José Reis, investigador do Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra e professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, é o novo coordenador do Observatório sobre Crises e Alternativas (Observatório) do CES.
Substitui, assim, Manuel Carvalho da Silva que desempenhava essa função desde a sua criação, e que assume a partir de agora a coordenação do novo Laboratório Colaborativo para o Trabalho, Emprego e Proteção Social (CoLABOR), recentemente aprovado pela Fundação para a Ciência a Tecnologia (FCT).
Criado em abril de 2012, em colaboração Instituto para os Estudos Laborais da Organização Internacional do Trabalho, assumiu o objetivo de acompanhar o desenvolvimento da(s) crise(s) nas suas várias dimensões e manifestações em Portugal. O Observatório tem desenvolvido a sua atividade de investigação em torno de três eixos temáticos: a governação e a democracia; o estudo das dinâmicas no mundo do trabalho; as relações entre finanças e economia e o modo como afetam a vida das famílias, a atividade das empresas e a provisão pública de serviços essenciais. Tem, neste contexto, sugerido uma interpretação das crises como momentos de grande fragilização das formas de organização das sociedades em múltiplos planos e fundamentou esta perspetiva com estudos e análise sobre o contexto europeu e nacional, as políticas, as ideias e as relações socais, com destaque para as laborais, as da proteção social ou as da habitação, e para a ação pública.
Promove igualmente a realização regular de seminários, conferências e ações de formação, a edição de estudos temáticos, em resultado da investigação desenvolvida, e a produção de relatórios de maior amplitude sobre questões relevantes. 
O Observatório propõe-se, nesta nova fase, aprofundar as mesmas temáticas, mas alargando os contributos interdisciplinares e de outros especialistas, de modo a cruzar experiências, impactos e colaborações na procura de soluções abrangentes para os problemas diagnosticados. Conhecidos os termos em que se impôs uma economia política da austeridade, e em que se tomaram deliberações para uma recuperação, interessa continuar a ver como esses objetivos se estão a realizar e que aspetos estão fora destas ações constituindo vulnerabilidades que diminuem a nossa capacidade coletiva.
Relativamente ao CoLABOR, este Laboratório Colaborativo, aprovado pela FCT, com uma duração de pelo menos 5 anos, tem por objetivo a produção de conhecimento que suporte a elaboração de políticas sociais, em especial nos domínios do trabalho, do emprego, da proteção e segurança social e da economia social e solidária, resultando da iniciativa partilhada de nove entidades: o CES; o Instituto de Direito Económico, Financeiro e Fiscal da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa; o ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa; a Confederação Nacional de Instituições de Solidariedade; a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa; a Delta Cafés Sociedade Gestora de Participações Sociais, SA; a Mota-Engil, SGPS, S.A.; a SONAE CENTER SERVIÇOS II, S.A; e o Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

Fonte: NDC
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Detido por tráfico em Águeda

O Comando Territorial de Aveiro, através do Posto Territorial de Águeda, no dia 17 de novembro, deteve um homem de 18 anos, por tráfico de estupefacientes, na localidade de Castanheira do Vouga – Águeda.
No âmbito de uma ação de fiscalização rodoviária, os militares abordaram um motociclo que circulava sem chapa de matrícula. O condutor, para além de não possuir habilitação legal para conduzir o veículo, tinha na sua posse 14 doses de haxixe.
O detido foi constituído arguido e sujeito à medida de coação de termo de identidade e residência.

Greve de juízes não é reação adequada a quem é titular de órgão de soberania

O primeiro-ministro considera que a greve dos juízes não é a reação adequada a quem é titular de órgão de soberania e lamenta que ocorra quando o estatuto dos magistrados está em apreciação no parlamento.
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Esta posição foi assumida por António Costa em entrevista à agência Lusa, que será publicada na íntegra na quinta-feira, depois de interrogado sobre a greve geral convocada para terça-feira, envolvendo todos os juízes em funções em todos os tribunais judiciais, tribunais administrativos e fiscais, Tribunal Constitucional e Tribunal de Contas - uma paralisação que será depois, de forma parcial, de 21 dias durante um ano.
"Não vou comentar decisões que são necessariamente legítimas de qualquer classe profissional, mas não creio que essa seja a reação adequada a quem é titular de órgão de soberania", respondeu o primeiro-ministro.
António Costa referiu depois que a greve ocorre "num contexto em que o estatuto dos magistrados está neste momento em debate na Assembleia da República e em que várias das questões que tinham sido colocadas foram todas ultrapassadas, inclusive uma muito simbólica que tinha a ver com a limitação do vencimento dos magistrados ao teto do vencimento do primeiro-ministro".
"Está já anunciado que pode ser ultrapassada a questão da limitação do vencimento dos magistrados - e essa é uma questão metódica que desbloquearia toda a questão da carreira, que, efetivamente, está há muitos anos comprimida por via desse teto", apontou o primeiro-ministro.
O presidente da Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP), Manuel Soares, previu hoje que a greve geral, na terça-feira, terá uma "adesão muito forte", e considerou que a última proposta do Governo sobre a revisão do Estatuto é "insuficiente".
O dirigente da ASJP afirmou que os juízes estão "determinados" a fazer greve, mas permanecem "disponíveis para falar" com o Ministério da Justiça (MJ), que tem ainda algumas horas para apresentar uma contraproposta que vá ao encontro das pretensões desta classe profissional.
Lusa

Juiz proíbe Administração Trump de recusar asilo a imigrantes

Um juiz federal proibiu temporariamente a Administração norte-americana liderada por Donald Trump de recusar asilo a imigrantes que cruzem ilegalmente a fronteira no sul dos Estados Unidos.
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O juiz, Jon S. Tigar, emitiu uma providência cautelar na segunda-feira, em São Francisco.
O Presidente Donald Trump emitiu um decreto a 09 de novembro, no qual negava asilo à maioria das pessoas que cruza a fronteira, numa resposta às caravanas de migrantes que condenara antes das eleições de novembro.
A Administração Trump ordenou que os requerentes de asilo entrassem numa das 26 entradas oficiais da fronteira com o México.
Horas depois, grupos de ativistas colocaram uma ação em tribunal, argumentando que a lei dos Estados Unidos claramente permite que alguém peça asilo, independentemente da sua entrada no país.
Nos últimos anos, dezenas de milhares de imigrantes apareceram no deserto do Arizona ou na margem norte do Rio Grande, no Texas, rendendo-se a agentes de imigração, pedindo asilo. O Departamento de Segurança Interna estima que cerca de 70 mil pessoas por ano solicitem asilo entre as portas oficiais de entrada.
Trump argumentou que as atuais caravanas que reúnem milhares de pessoas e que se deslocam em direção à fronteira entre o México e os Estados Unidos constituem uma ameaça à segurança nacional.
Cerca de três mil pessoas que integram a primeira das caravanas em direção aos Estados Unidos chegaram a Tijuana, México, do outro lado da fronteira de San Diego, Califórnia.
Lusa

Editorial do Correio do Vouga 1 de Novembro de 2017


360º - Como foi a noite em Borba, depois do desabamento de uma estrada numa pedreira. 'Saco azul' do GES paga a ex-nº 2 do Banco do Brasil

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360º

Por Miguel Pinheiro, Diretor Executivo
Bom dia!
Enquanto dormia...
O Observador passou a noite em Borba, onde o silêncio só é interrompido por dois sons: o das pedras que continuam a cair na pedreira e o do choro dos familiares das vítimas que lá ficaram soterradas. A Carolina Branco e o João Porfírio contam o que sobrou depois do desabamento da estrada que passava entre pedreiras.

Há dois mortos confirmados pela Proteção Civil e o presidente da Câmara de Borba diz que o troço entre Vila Viçosa e Borba era seguro. Mas há vários relatos a assegurar que o mau estado da estrada já era conhecido. Há quatro anos, chegou a admitir-se a extinção do troço.

Em 2006, um estudo feito por investigadores do Instituto Superior Técnico indicava já que a zona era “muito fraturada” e de “alto risco”.

Há vídeos que permitem perceber o antes e depois da estrada que desabou. Neles, vê-se claramente que o troço passava pelo meio de buracos gigantescos.

As fotografias também tornam tudo mais claro. O João Porfírio conseguiu imagens da operação de resgate e do fundo da pedreira.


Mais informação importante

O ex-vice-presidente do Banco do Brasil está a ser investigado por receber 1,5 milhões do ‘saco azul’ do GES. Allan Simões Toledo terá recebido fundos como alegada contrapartida por um crédito de 200 milhões aberto pelo Banco do Brasil quando o BES já estava em dificuldades financeiras.

A ministra da Justiça tentou travar a greve dos juízes, que começa hoje, mas não conseguiu. Francisca Van Dunem chamou ontem à tarde a Associação Sindical de Juízes e pediu-lhes tempo para arranjar uma solução, só que os magistrados não aceitaram.

A ministra da Cultura, Graça Fonseca, diz que olha "com pouca angústia" para a polémica sobre o IVA da tauromaquia. Apesar dessa falta de "angústia", sentiu necessidade de falar à agência Lusa para garantir que não sente "fragilidade" em relação a este tema.

A Infraestruturas de Portugal suspendeu o pagamento a três subconcessões rodoviárias. Em causa estão dúvidas sobre as consequências jurídicas da recusa de visto do Tribunal de Contas à PPP do Algarve Litoral.

O número de crianças acolhidas pelo Estado caiu 8% e a maioria tem mais de 12 anos, o que obriga a repensar as respostas sociais. É uma das conclusões do relatório CASA, que faz o retrato anual do acolhimento de crianças e jovens em Portugal. 

Fernando Haddad, candidato derrotado por Jair Bolsonaro nas presidenciais, foi acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O político do PT terá recebido cerca de 3 milhões de reais de uma empresa de engenharia para pagar despesas relativas à campanha de 2012.

Na Catalunha, um desabamento de terras provocou esta manhã o descarrilamento de um comboio nos arredores de Barcelona. Pelo menos uma pessoa morreu e 44 ficaram feridas. A notícia está em atualização aqui.

Em Chicago, um tiroteio num hospital fez quatro mortos: um polícia, uma médica, uma farmacêutica e o próprio atacante, um homem de 32 anos que teria tido uma relação amorosa com a médica alvejada.

O Partido Trabalhista vai chumbar o acordo sobre o Brexit negociado por Theresa May. Mais: Jeremy Corbyn pede a realização de eleições antecipadas no Reino Unido.

O presidente do grupo Nissan Renault, Carlos Ghosn, foi detido por suspeita de fraude fiscal e uso de dinheiro e recursos da empresa para fins pessoais. A investigação, que surgiu após uma denúncia, durava há vários meses.

Ivanka Trump usou o seu email pessoal para tratar de questões oficiais da Casa Branca. Problema: um dos principais temas de campanha de Donald Trump foi um comportamento semelhante por parte de Hillary Clinton.

Este domingo, Alexander Zverev bateu Djokovic na final do ATP Finals. O alemão de 21 anos é filho de dois tenistas russos, conhece Nadal desde os quatro anos e é a grande promessa do ténis mundial. A Mariana Fernandes conta os detalhes da vida dele.

Um golo depois dos 90 minutos pôs a Holanda na "final four" e deixou a França fora da Liga das Nações. Os jogos entre Portugal, Holanda, Inglaterra e Suíça serão em junho no Porto e em Guimarães.


Os nossos Especiais

"Medir a felicidade é como usar a Lei da Gravidade para medir a temperatura." Afonso Cruz fez cinema de animação, música, ilustração e cerveja por passatempo. Trocou Lisboa pelo Alentejo e começou a publicar romances há dez anos. Agora que publica o seu novo livro, "O Princípio de Karenina", sentou-se a conversar com o Gonçalo Correia.


A nossa Opinião

Rui Ramos escreve "Pode António Costa salvar o PSD?":"Se o PSD e o CDS representam alguma coisa, é o repúdio do domínio socialista do Estado. Por isso, a oportunidade da direita democrática em Portugal se afirmar e crescer não é com o PS, mas contra o PS".

Laurinda Alves escreve "Questões afetivas, sexuais e outras": "Ler o que escreve Halík dá que pensar e ajuda a pôr muita coisa em perspetiva. Amanhã estará em Lisboa e vai, também ele, encher auditórios e anfiteatros. Vem para colocar o dedo em muitas feridas".

José Milhazes escreve "Angola: Será que vamos saber a verdade sobre 27 de Maio de 1977?": "Resta saber até onde as autoridades angolanas estão prontas a ir na revelação de documentos e factos que esclareçam o que realmente aconteceu aquando do 'golpe de Nito Alves' e da sua brutal repressão".

Paulo de Almeida Sande escreve "To brexit or not to Brexit, that is the question": "Não sei se vai ou não haver referendo, nem se vai ou não haver Brexit, sei que ainda há tempo para evitar o resultado de uma decisão baseada em promessas impossíveis. Assim haja vontade".


Notícias surpreendentes

A Black Friday está mesmo aí a chegar e nós temos uma lista enorme de descontos para si. É só escolher: moda, miúdos, beleza, decoração, tecnologia e outros. Este artigo vai estar em permanente atualização, para ter sempre as últimas novidades.

A telenovela portuguesa “Ouro Verde”, da TVI, venceu um Emmy Internacional. A série espanhola “A Casa de Papel” venceu na categoria “melhor série dramática”.

Rod Stewart dá um concerto em Lisboa em julho. O cantor britânico apresentará o seu novo álbum na Altice Arena.

“O Fado da Severa”, de Maria João Lopo de Carvalho, "dá-nos um belo retrato do tempo e do modo da sociedade lisboeta dos finais da primeira metade do século XIX e do Portugal do liberalismo". Jaime Nogueira Pinto leu este romance histórico e dá-lhe quatro estrelas.

A Costa Nova acaba de abrir a primeira loja de loiças em Lisboa. A marca tem dez anos, exporta 98% da produção e quer agora dar-se a conhecer em Portugal, escreve o Mauro Gonçalves.


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E há outra novidade: a nova revista de Lifestyle do Observadorjá está nas bancas. 
Até já!
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