A Guarda Nacional Republicana (GNR) deteve 48 pessoas em flagrante delito no âmbito de uma operação de prevenção e combate à criminalidade violenta e fiscalização rodoviária, foi hoje divulgado.
Em comunicado, a GNR diz que a operação ocorreu “em todo o território nacional” entre as 20:00 de sábado e as 08:00 de hoje.
Neste período, as autoridades registaram 26 acidentes rodoviários, entre os quais um despiste de um motociclo que resultou na morte do condutor, e oito feridos leves.
Entre as detenções, 28 pessoas foram detidas por condução sob o efeito do álcool, nove por condução sem habilitação legal, quatro por tráfico de estupefacientes, quatro por furto, dois por posse ilegal de armas e um por permanência irregular em território nacional.
No âmbito da operação, a GNR apreendeu 235 doses de haxixe, 20 doses de folhas de cannabis, cinco doses de heroína, três armas de fogo e uma arma branca.
Ao nível da fiscalização rodoviária, a GNR detetou 749 infrações, destacando-se 216 por excesso de velocidade, 84 por condução com Taxa de Álcool no Sangue superior ao permitido por lei, 59 por falta de inspeção periódica obrigatória e 39 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças.
Foram também detetadas 27 infrações por uso indevido do telemóvel no exercício da condução, 24 por anomalias nos sistemas de sinalização e iluminação e outras 24 infrações relacionadas com tacógrafos, assim como 15 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório.
A Associação Florestal do Baixo Vouga (AFBV), no âmbito do protocolo de cooperação celebrado com o Município de Anadia, está a desenvolver com uma turma do 3º ano, do Centro Escolar de Arcos, em Anadia, um projeto-piloto denominado “Floresta Viva – Educação Florestal pela Arte”.
Esta atividade tem como objetivos desenvolver um programa educativo que proporcione maior conhecimento e sensibilização florestal através da arte; a transmissão de mensagens positivas em relação à importância da floresta sob os pontos de vista humano, ambiental e económico, assim como a transmissão de mensagens através das emoções e do sentir, garantindo a sua permanência no íntimo de todos os participantes.
O projeto é desenvolvido em seis sessões formativas, com uma periodicidade mensal, que culminará com a realização de dois espetáculos, um primeiro, no certame da ExpoFlorestal, em Albergaria-a-Velha, a 17 de maio, e um segundo, em Anadia, no decorrer da Feira do Ambiente que terá lugar nos dias 7 e 8 de junho.
Os alunos trabalham diversas temáticas, nomeadamente “O clima e a floresta”, “Natureza e biodiversidade da floresta portuguesa”, “O homem e a floresta”, “A importância da água e o seu ciclo na floresta”, “Cuidar da floresta” e “Conceção de produtos e uso eficiente de recursos florestais”. O projeto está a ser desenvolvido em simultâneo nos concelhos de Águeda e Albergaria-a-Velha.
O vereador da Câmara Municipal de Anadia, Lino Pintado, regista com agrado que a Associação Florestal do Baixo Vouga “está a cumprir os pressupostos do protocolo” que celebrou com o Município. “Este projeto piloto que estão a desenvolver com uma turma do 3ª ano do Centro Escolar de Arcos e que, esperamos, possa vir a ser estendido a outras escolas, corporiza e complementa o nosso projeto educativo de educação ambiental”, adiantou.
O autarca sublinha ainda que “esta aposta na educação ambiental das nossas crianças é uma das traves mestras ou eixos estruturantes da política do Município para a prossecução de um concelho ambientalmente sustentável”.
A AFBV é uma instituição sem fins lucrativos e tem como objetivos a promoção do associativismo de produtores florestais, a melhoria do nível de informação e formação dos produtores florestais, o apoio técnico às áreas florestais dos associados, bem como a representação dos produtores florestais junto das entidades de tutela e fileira.
De referir ainda que a AFBV abrange, para além do concelho de Anadia, onde conta com mais de 100 associados, os municípios de Águeda, Albergaria-a-Velha, Aveiro, Estarreja, Ílhavo, Oliveira do Bairro, Aveiro, Ovar, Sever do Vouga e Vagos, com uma área total de 169.270 hectares, dos quais 44% dizem respeito a superfícies florestais.
A portuguesa Sílvia Alves foi galardoada com o prémio britânico Great British Care Awards, na categoria de melhor enfermeira pela inovação, criatividade e atenção no trabalho, anunciaram os organizadores.
"A Sílvia representa o melhor da enfermagem num ambiente de lar. Ela é inovadora, criativa, apaixonada e faz tudo pelos residentes, famílias e pela sua equipa. Ela dá às pessoas o valor e a dignidade que elas merecem. Ela esforça-se para promover a enfermagem de alta qualidade dentro da sua equipa e é um excelente exemplo", disse a organização Care England.
Os prémios nacionais foram atribuídos numa cerimónia na sexta-feira com mais de um milhar de profissionais de enfermagem e cuidados de saúde em Birmingham que tinham sido vencedores nas suas respetivas regiões.
"“Não queria acreditar quando ouvi o meu nome, mas senti um orgulho enorme. Este prémio vem reconhecer todo o trabalho que tenho vindo a desenvolver como enfermeira desde que cheguei a Inglaterra”, disse à Lusa Sílvia Nunes.
A enfermeira portuguesa, de 33 anos e natural de Vila do Conte, chegou ao Reino Unido em 2014 para procurar trabalho na sua área porque não conseguiu encontrar um trabalho como enfermeira em Portugal.
Apesar das dificuldades iniciais com a língua inglesa, ao fim de cerca de um ano foi promovida a diretora clínica e em setembro de 2016 a diretora adjunta do lar Ford Place, especializado em cuidados paliativos.
No ano passado foi finalista não vencedora pelo segundo ano consecutivo dos "National Care Awards", também do Reino Unido.
O Comando Territorial de Aveiro, através do Posto Territorial de Anadia, no dia 6 de Março, deteve dois homens de 20 e 24 anos, por furto nos concelhos da Mealhada e Anadia.
A GNR foi informada de uma ocorrência de furto na localidade de Antes, concelho da Mealhada, em que os militares se deslocaram de imediato ao local, confirmando que as instalações da junta de freguesia haviam sido alvo de um possível furto. Decorrido pouco tempo foram comunicadas, à GNR, várias ocorrências de furtos em diversos estabelecimentos comerciais, no concelho de Anadia, nomeadamente em cafés, num total de oito furtos e duas tentativas.
Perante estes factos foi efetuada uma operação policial para localizar os autores dos crimes, tendo os mesmos sido intercetados e detidos quando circulavam muito devagar e de luzes apagadas num veículo, no momento em que se preparavam para efetuar um novo assalto.
Desta ação resultou a apreensão do seguinte material:
· Um veículo;
· Duas carteiras;
· Uma máquina de brindes;
· Diversas ferramentas utilizadas na prática do furto;
· 80 euros em numerário.
Os detidos após terem sido presentes no dia 7 de Março, ao Tribunal Judicial da Comarca de Aveiro, ficaram sujeitos à medida de coação de apresentações bimensais no posto policial da sua área de residência.
A operação contou com o apoio do Núcleo de Investigação Criminal de Anadia.
O Comando Territorial de Aveiro, através do Destacamento Territorial de Águeda, no dia 2 de Março, realizou uma operação de fiscalização a estabelecimentos comerciais, onde apreendeu diversos artigos de jogo ilegal e de cariz sexual, na cidade de Águeda.
No decorrer de um conjunto de ações de fiscalização, os militares detetaram no interior de um café a existência de uma sala onde se realizavam, ilegalmente, jogos de fortuna e azar, nomeadamente o jogo de “POKER”, podendo ainda os clientes adquirir kits desse jogo.
Neste mesmo estabelecimento, os proprietários procediam ainda à venda ilegal de artigos de cariz sexual, sendo isto apenas permitido em lojas da especialidade, designadas por “Sex Shop”. A venda ilegal destes produtos corresponde a uma coima no valor máximo de 3 mil euros, para pessoas singulares, e até 48 mil euros, para pessoa coletivas.
Nesta ação resultou a apreensão do seguinte:
· 80 caixas com material e utensílios utilizado para o jogo “POKER”;
· 140 produtos de cariz sexual.
Os proprietários do estabelecimento foram identificados e levantados os respetivos autos de notícia por crime, devido à prática e exploração de jogo de fortuna e azar, e por contraordenação, em virtude de terem à venda artigos de cariz sexual.
Nesta ação estiveram ainda empenhados militares do Núcleo de Investigação Criminal de Águeda.
No passado dia 4 de Março 2019, com o tema didático “As Lendas”, as respostas sociais da infância da Progresso e Vida encheram de cor e alegria as ruas do centro da vila da Tocha, com o animado desfile Carnavalesco. Sempre dinâmica, esta equipa pedagógica, mesmo com as ameaças de chuva, não deixou de levar as suas crianças a viver mais um momento de folia e convívio com os familiares.
A festa é, antes de mais, para as crianças da resposta social da Infância, que, como é típico da idade, adoraram entrar num mundo de fantasia em que podem vestir as mais diferentes personagens… mas não são as únicas, também funcionárias e pais foram à rua de má posta, onde a diversão entre todos foi notória.
Este desfile procurou ser um momento de encontro e de ligação entre esta IPSS e a população em geral, bem como ser um momento dedicado às crianças, nesta época tão animada para a comunidade.
Na ocasião, a vice presidente da Progresso e Vida, Dra. Graça Santos Silva, acompanhada da vogal, Dra. Imeldina Guímaro, sublinhou: “Quero elogiar a toda a equipa desta casa, todas as crianças, pais e familiares participantes por manter viva esta tradição e aquilo que constatamos é que estamos com muito mais aderentes, com melhor qualidade e muita alegria. Graças a este conjunto de pessoas podemo-nos divertir neste momento de Carnaval”.
“Esta é uma parceria que é para continuar”, reforçou.
Desde as origens mais remotas da civilização, a justiça é um dos pilares sobre os quais repousa a ordem temporal. Sem ela não é possível viver em paz e harmonia, nem há condições para um verdadeiro progresso. Quando erradicada da ordem social, ausenta-se também um dos pressupostos fundamentais da paz, porque uma nação sem justiça caminha rumo ao caos social. E aqueles que buscam a verdadeira paz devem estabelecer em primeiro lugar um sistema justo que dê a cada qual aquilo que merece, e puna os que delinquem na mesma proporção do dano deliberado que fazem ao próximo.
Estas considerações um pouco filosóficas são de absoluta atualidade na Colômbia. Terminou um longo “processo de paz” promovido pelo governo anterior de Juan Manuel Santos, que longe de unir o país em torno do que supostamente se buscava — a paz —, fragmentou-o em mil pedaços. E a anunciada paz ainda não apareceu em nenhum lugar.
A Colômbia acabou aceitando muitos absurdos da negociação com as FARC (Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia). Por exemplo, os guerrilheiros não entregaram todas as armas, nem as rotas do narcotráfico, nem os cultivos ilícitos de cocaína, nem a grande fortuna ilegal que acumularam durante muitos anos. E menos ainda contaram a verdade sobre todos seus crimes. Eles zombaram do país e do mundo, pois apesar dos benefícios não merecidos que auferiram, continuam com a luta armada através de dissidências e organizações criminosas paralelas.
Quanto à justiça que deveria ser aplicada aos guerrilheiros que demoliram Colômbia durante décadas, tem havido uma razão de discórdia e de escândalo que aumenta a cada dia. No Acordo final estabeleceu-se a criação de um tribunal de justiça alternativa, chamado Jurisdição Especial para a Paz (JEP), dotado de amplos poderes para julgar todos os envolvidos nos crimes cometidos pela subversão até antes de 1º de dezembro de 2016, data em que o “Acordo” entrou em vigor, pois os crimes perpetrados posteriormente já não podem ser protegidos por qualquer anistia. Para esses criminosos, culpados de crimes de lesa-humanidade — como assassinato, sequestro, terrorismo, abuso sexual de menores etc. — aplicar-se-ão penas alternativas, algumas delas risíveis.
Bem, é isso que o “acordo” diz. No entanto, o que na realidade está acontecendo é algo completamente diferente. Em seus poucos meses de operação, a JEP se tornou uma roda solta que concede indultos de modo indiscriminado, liberta os piores criminosos e lhes permite deixar o país sob o pretexto de tirar férias. Até o momento não fez nenhum julgamento sério, nem condenou ninguém a um único dia de prisão. Com este procedimento, a JEP abriu as comportas da impunidade mais escandalosa, e aquilo que o “Acordo” com as FARC chama de “penas alternativas” se tornou um escárnio grotesco.
O presidente Duque não cumpre suas promessas eleitorais
Um dos temas mais candentes e polêmicos durante a última campanha presidencial foi o “Acordo” com as FARC. Enquanto candidato em busca devotos do eleitorado, o presidente Ivan Duque era um acérrimo crítico do “Acordo”: denunciou corajosamente os destemperos JEP e prometeu a seus eleitores que se eleito suprimiria esse monstro de mil cabeças. Seu partido, o Centro Democrático, fez uma ótima campanha anunciando o mesmo, tendo sido essa a plataforma com a qual as eleições foram ganhas. E o mentor de ambos e diretor do partido, o ex-presidente Álvaro Uribe, também foi apresentado na época como grande opositor do JEP e do “Acordo” com as FARC.
No entanto, uma vez ganhas as eleições, o presidente Duque, o Centro Democrático e o Dr. Uribe se esqueceram de seus compromissos e acabaram apoiando a integridade do “Acordo”. Agora eles não dizem uma única palavra contra a impunidade que tanto atacaram durante a campanha presidencial, nem contra as decisões antijurídicas do JEP, nem muito menos contra a demolição da ordem jurídica da Nação, contida no “Acordo” com as FARC.
A Colômbia exige uma explicação ante este procedimento!
Além disso, cumpre lembrar que em outubro de 2016 houve um plebiscito para referendar esse “Acordo”, cujo resultado foi a favor do NÃO. Os colombianos o rejeitaram porque já naquela data estava evidente a artimanha do governo de Santos e das FARC para destruir a ordem constitucional do país. Essa evidência não fez desde então se não crescer e se tornou agora um grande escândalo. A realidade é que o “Acordo” foi uma rendição do Estado às FARC, grupo terrorista que continua a cometer crimes protegido pela mais absoluta impunidade graças ao JEP, cuja atuação corre agora sob a responsabilidade do atual governo.
O pseudo acordo com as FARC foi uma das maiores fraudes da história colombiana
Tudo isso vem ao caso a propósito da polêmica suscitada nesses dias pela promulgação do Estatuto de Funções do JEP, aprovado pela própria instituição, endossado pelo Tribunal Constitucional, e que deverá agora ser também aprovado pelo Presidente da República. Este último tem o direito de se opor, no todo ou em parte, e deve fazê-lo, se for consistente com as declarações feitas durante a campanha eleitoral. Desta forma poderiam ser corrigidos os erros que deram origem a esse organismo perverso, estabelecendo limites a suas competências, embora o mais benéfico para a Colômbia fosse suprimi-lo. Mas, caso o presidente não faça qualquer objeção, ficará mais uma vez comprovado que os primeiros mandatários são eleitos graças a um programa e a umas promessas de governo, e acabam fazendo o oposto, traindo seus eleitores e escarnecendo deles.
Após a assinatura do “Acordo” com as FARC — fraudulentamente recompensado pela outorga do Prêmio Nobel da Paz ao então presidente Santos —, a anunciada pacificação do País foi o que os colombianos menos vimos. A cada dia que passa, torna-se mais evidente que estamos diante de uma das maiores fraudes da nossa história, que todo esse processo foi uma mentira projetada por Santos, as FARC e o governo de Cuba para destruir a Colômbia e entregá-la aos defensores do marxismo fracassado, miserável e faminto ainda existente no mundo.
Nessa fraude feita à Colômbia o JEP exerce o principal protagonismo. Ele representa tudo o que os colombianos não querem, contra o qual eles votaram no plebiscito, e que por isso mesmo os levaram a eleger o atual presidente. E se as rédeas não forem ajustadas, será mais um elemento de descrédito para o atual governo.
Post Scriptum: Este artigo já estava concluído quando explodiu a notícia de que um dos promotores do JEP foi preso no dia 1º de março em um luxuoso hotel de Bogotá enquanto recebiaum suborno de US $ 500.000 para torpedear a extradição de Jesus Santrich |foto| para os EUA. Este terrorista das FARC está preso há mais de um ano, por negócios milionários de venda de cocaína realizados após a data em que gozava de impunidade, e o JEP se recusa a autorizar sua extradição ante os insistentes pedidos do Departamento de Justiça dos EUA. Fato muito sério, que enlameia ainda mais o JEP.
ABIM
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(*) O autor é diretor da Sociedad Colombiana de Tradición y Acción.