terça-feira, 17 de setembro de 2019

Sul | Turismo algarvio regista 3 milhões de dormidas em julho


O Instituto Nacional de Estatística (INE) assinala um abrandamento no ritmo de crescimento da atividade de alojamento turístico em Portugal em julho.

Contudo, no Algarve os principais indicadores turísticos mensais foram positivos e o destino alcançou pela primeira vez a marca das três milhões de dormidas no mês de julho (+0,7% do que em igual período do ano anterior).

Em julho, os estrangeiros voltaram a alavancar a atividade turística regional, realizando 2,147 milhões de dormidas (+1,4% ou +28 850 dormidas de não residentes), a que se somam 856 mil dormidas de portugueses, totalizando 3,003 milhões de pernoitas.

Segundo o INE, o Algarve registou 1/3 das dormidas da hotelaria de Portugal nos primeiros sete meses do ano.

Ao nível da região, este indicador apresenta uma evolução de 2,7%, para 11,6 milhões de dormidas na hotelaria algarvia no período acumulado de janeiro a julho. Analisando as dormidas acumuladas desde o início do ano nos estabelecimentos de alojamento turístico por município, cinco concelhos algarvios – Albufeira, Loulé, Portimão, Lagoa e Tavira – destacam-se entre os dez maiores do país.

Quanto aos hóspedes e aos proveitos, os resultados mensais do destino são ainda mais expressivos, com crescimentos de 5,3% no número de hóspedes, para 662 mil, e de 6,5% nos proveitos totais, para 212,4 milhões de euros. Desde o início de 2019, a região algarvia acumula já 2,8 milhões de hóspedes (+8,5%) e 644,6 milhões de euros de proveitos totais (+7,6%).

No mês de julho, o aeroporto de Faro movimentou 1,173 milhões de passageiros, um aumento de 2,2% face ao ano anterior, com destaque para os passageiros com origem e destino no Reino Unido (+4,1%) e na Irlanda (+6,1%). Nos primeiros sete meses de 2019, o movimento de passageiros no aeroporto de Faro cresceu 5,7%, para 5,1 milhões.

Algarve é a segunda região do país com os preços de quartos para alugar mais caros

Um estudo do portal OLX indica que a procura de quartos para arrendar registou um aumento de 52% entre maio e agosto.
De acordo com dados disponíveis naquela plataforma, o preço médio regista igualmente uma subida em praticamente todos os distritos do país, no comparativo dos primeiros oito meses de 2018 e deste ano, destacando-se particularmente Bragança (28%) e Guarda (21%).
O distrito de Faro é dos poucos que está em contraciclo, uma vez que na região houve uma quebra de 1% nos preços.
Ainda assim, e de acordo com aquele documento, é a segunda região – logo atrás de Lisboa (345€) – em que o preço médio por quarto (291€) é mais alto.
Aquele estudo revela ainda, como se esperaria, que a maior parte das pessoas que procuram quartos para arrendar são estudantes universitários.

Oeste | RHI_Think: A cultura pensada a nível internacional em Leiria nos dias 17 e 18 de setembro


Arte & Business, Música, Cinema, Dança, Literatura, Dança e Educação são temas que vão fazer parte da programação do RHI_Think, que vai estar em Leiria nos dias 17 e 18 de Setembro.

Revolution, Hope, Imagination ou RHI_Think, é o evento cultural de dimensão internacional que está em Leiria nos dias 17 e 18 de Setembro e que visa capacitar os Agentes Culturais para a internacionalização dos seus projetos.

A vasta programação do RHI conta com convidados internacionais de música, dança, cinema, literatura, design e arquitectura. Até 21 de setembro, percorre 12 cidades de Portugal passando por Leiria, Lisboa, Torres Vedras, Óbidos, Caldas da Rainha, Guimarães, Alcobaça, Évora, Vidigueira, Loulé, Faro e Funchal.

Repensar o diálogo entre a arte, os negócios, a cultura e o turismo são os desafios lançados pela RHI_Think que em Leiria conta com a seguinte programação:
17 SET - CDIL & Praça Rodrigues Lobo

17h30 –CDIL
Música clássica : Comissariado e Exibições
Com Andreia Pinto Correia – Compositora – EUA; Lucio Gregoretti – Compositor e Presidente da Associazione Nuova Consonanza – Italy; Mi RYung Song – Diretora Executiva, Decoda – EUA e, Derek Bermel – Compositor - EUA 
19h00 - Praça Rodrigues Lobo

Show Fanfarra FARRATUGA

18 SET – Moinho do Papel e Museu de Leiria

Moinho do Papel
10h30 – Boas-vindas pelo representante da Câmara Municipal de Leiria
11h30 – Visita ao Serra – Espaço Cultural com showcase de músicos locais
13h30 – Almoço de networking – Cortes
15h30 - Mercado Americano com Programadores Americanos: Jill Sternheimer– Lincoln Center - New York; Paula Abreu - SummerStage - Central Park – New York;
M. A. Papper - The Town Hall - New York; Leigh Ann Hahn - Grand Performances - Los Angeles; Judy Tsang - Stern Grove Festival - São Francisco; Laura Quinlan - Rhythm Foundation – Miami; Mehmet Dede - Drom – New York e Ian Noble - Promotor, Metropolitan Entertainment – New York
17h30 - Redes Internacionais – Redes de Teatro e Cinema n América Latina, com Leticia Santinon (SESC – Brasil) e Teresa Ugarte (Rede de salas de Cinema – Chile)

Museu de Leiria & Atlas
19h30 - Apresentação do filme “Aires Mateus: Matéria em Avesso” com a presença do realizador Henrique Pina | Jantar
20h30 - Open Mic no Atlas

18 Setembro – Leiria | Workshops - literatura | dança |educação
10h00 – 11h00
Workshop de Dança RHI com a formadora Marta Coutinho (para crianças)
14h30 – 16h30
Projecto RHI_Educação: Leitura dos textos do Rinoceronte a alunos do Ensino Básico. Textos escritos por Afonso Cruz, José Luís Peixoto e Ondjaki.

19h00 – 20h00


Performance interactiva com o público com a Escritora Brasileira, Katia Gerlach & Allison Plamondon, Bailarina Canadiana - Literatura e Dança.

Este é um projeto inovador e audaz que abre novos horizontes à programação cultural, com a criação de redes nacionais, ao mesmo tempo que promove a internacionalização de artistas portugueses. Para assegurar a prossecução dos objetivos desta iniciativa, o projeto RHI_Think vai continuar ativo através de uma plataforma online que pode ser consultada em www.rhi-think.com





Festival Internacional de Cinema da Figueira da Foz chegou ao fim

Terminou ontem, Domingo, com a projeção dos melhores filmes de cada categoria, o Festival Internacional de Cinema da Figueira da Foz - Film Art 2019. Veja os finalistas...


México |Adiós Comisiones, Malos Tiempos Para Los Intermediarios, Buenos Tiempos Para Los Inversores


por Yesica Flores

Desde el origen de las bolsas de valores ha sido inevitable el pago de comisiones, el monopolio de unas pocas instituciones en los asuntos financieros hacia insoslayable para el pequeño inversor el pago de una tasa para poder meter la cuchara en la olla de los más grandes.
Es comprensible, ya que si tienes la sartén por el mango puedes acostumbrar a los usuarios a condiciones abusivas, pero la expansión de las nuevas tecnologías y el consiguiente nacimiento de nuevos actores, que ofrecen servicios antes reservados a los bancos, han hecho que en la competición por captar a los clientes las comisiones hayan sido una de las primeras bajas, para regocijo de todos nosotros. Eso está muy bien, pero ¿de dónde venimos? Y, ¿cómo era la situación hace no tanto tiempo?
Orígenes probables de la bolsa
El consenso nos dice que la bolsa en su forma más parecida a lo que conocemos hoy en día nació en la ciudad belga de Brujas, allá por el lejano siglo XIV (aunque hay nociones de algo que hoy en día podríamos llamar bolsa en el mundo mediterráneo ya por la época clásica). Aunque el concepto como tal nació unos pocos siglos después, y parece que tiene que ver con el escudo de armas de la casa noble Van der Buërse, propietaria de un edificio en el que se realizaban importantes transacciones económicas.
El blasón familiar consistía en tres monederos de piel en forma de bolsa, lo que unido a la similitud fonética del apellido con la palabra bolsa, bourse en francés (recuerden Buërse era el apellido de la noble familia) dio lugar al nombre de bolsa, o al menos es la teoría más comúnmente aceptada.
El siglo XX
Aunque hoy en día están alcanzando cada vez más popularidad las app de trading online, para operar en los mercados financieros a través del móvil, durante el pasado siglo lo normal era acudir a tu banco si querías realizar alguna inversión en bolsa.
Tras los traumáticos acontecimientos que nos reservaba el segundo tercio del siglo XX (la Gran Depresión, el colapso de las democracias y el ascenso del totalitarismo a derecha e izquierda, la Segunda Guerra Mundial y la posterior Guerra Fría, caracterizada por la amarga promesa de la aniquilación nuclear) las décadas de los 70 y los 80 fueron testigos de un resurgir de las bolsas de valores como eje del crecimiento económico. Si durante las décadas anteriores el Estado y los discípulos de Keynes dominaron la escena económica, los setenta vieron nacer a un nuevo tipo de inversor, joven, urbanita y caracterizado por un ego y una ambición sin límites. Pero incluso esta nueva fauna inmortalizada en películas como Wall Street tenían que pagar un peaje en forma de comisión, y la parte del león que se llevaban bancos y demás intermediarios no era pequeña.
El siglo XXI
La emergencia del llamado segundo mundo, con Asia a la cabeza, pero seguidos muy de cerca por las bolsas de valores de naciones de Hispanoamérica como Colombia o Chile, el nacimiento de internet a finales del pasado siglo y su propagación exponencial por todo el globo durante el comienzo del siglo, la expansión del bienestar de manera más equitativa y un largo etcétera de motivos han dado lugar a que más gente se interese por el mundo de las inversiones. Por si fuera poco, las fortunas nacidas de la mano de las criptomonedas (ojo, también hay quién ha quebrado estrepitosamente por este mismo motivo) han servido de catalizador para un proceso que de todas formas estaba creciendo con fuerza en los albores del presente siglo.
Ya sea el más tradicional Forex, acciones, índices o las más novedosas criptomonedas, cada vez más gente se embarca en operaciones de este tipo. Solo necesitamos un celular y una conexión a internet, además de tiempo para aprender y paciencia, puesto que si jugamos nuestro dinero sin una preparación adecuada ya sabemos que el resultado más probable será que lo perdamos sin remedio.
Por último, solo queda recordar, y espero sepan disculpar si les parece demasiado evidente la advertencia, que siempre operen con brókeres debidamente regulados y fiables, puesto que han sido muchos los incautos que han sido estafados por confiar su dinero a plataformas de dudosa reputación.

Freguesia de Cordinhã Assina Contrato de 25.000€ com Ministério Ambiente

O Projeto da Freguesia de Cordinhã ficou avaliado como o 5.º melhor a Nível Nacional,  programa JUNTAr+, promovido pelo FUNDO AMBIENTAL, pretende incentivar modelos de economia circular, a reutilização e extensão de vida útil de produtos e equipamentos, e a promoção e valorização de recursos, como uma oportunidade para usar de modo mais eficiente os equipamentos disponíveis e apreender as poupanças associadas à circularidade.
Pedro Carrana, Presidente da Junta de Cordinhã, assinou no Auditório Municipal de Gondomar o contrato de financiamento do Projeto Juntar+, no valor de 25.000€, na presença do Ministro do Ambiente e Transição Energética (João Pedro Matos Fernandes) e a Diretora do Fundo Ambiental (Alexandra Carvalho).
Pedro Carrana, referiu que “é um enorme orgulho e responsabilidade verificar que o nosso Projecto foi avaliado como o 5.º melhor projecto a nível Nacional – Projecto FLIP, dum total de 100 candidaturas de outras tantas freguesias. Temos connosco os melhores parceiros, para dar corpo e operacionalidade ao Projeto: - ISEC - Instituto Superior de Engenharia de Coimbra; THE LOOP COMPANY; ANGES - Associação Nacional de Gerontologia Social e a UNITATE – Associação de Desenvolvimento da Economia Social".
Mais disse que “a Freguesia da Cordinhã será apoiada, pelo FUNDO AMBIENTAL, com o valor de 25.000€, para promover a economia circular através da reutilização de equipamento de ortopedia pesada e material geriátrico”.
Pedro Carrana, finalizou referindo ainda que “com este projecto se pretende prestar um serviço de apoio e melhoria de condições de vida dos cidadãos, nomeadamente dos idosos, através do acesso a equipamentos usados, sujeitos a um sistema rigoroso de controlo de qualidade.”
Finalmente, pretende-se Contribuir para a concretização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e para as metas definidas no Plano de Ação para a Economia Circular.
 Fonte: Mira Online

Anadia | Taxa de IMI mantém-se no valor mínimo em 2020

TN
A Câmara Municipal de Anadia vai continuar a manter, nos valores mínimos, as taxas do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) para o próximo ano. O executivo aprovou, na sua reunião do passado dia 9 de Setembro, a fixação da taxa de 0,3 por cento para todos os prédios urbanos, e de 0,8 por cento para os prédios rústicos.Na proposta aprovada foi também deliberada a redução da taxa do IMI em função do número de dependentes que integram o agregado familiar do proprietário. No caso de um ou dois dependentes a cargo, a dedução é, respetivamente, de 20 e de 40 euros, passando para 70 euros nas situações em que haja três ou mais dependentes.
Ainda neste âmbito, o executivo deliberou fixar uma redução de 10% da taxa do IMI aos prédios urbanos com eficiência energética, enquanto que aos prédios urbanos degradados será aplicada uma majoração de 30%. No que concerne aos prédios ou frações autónomas em ruínas será aplicado o triplo da taxa fixada, ou seja, 0,9%.
No que respeita aos prédios classificados como de interesse público, de valor municipal ou património cultural (nos termos do nº 12 do artigo 112º do Código do Imposto Municipal sobre Imóveis), será fixada uma redução de 25% da taxa do IMI.
A deliberação vai agora ser remetida à Assembleia Municipal para discussão e aprovação, na sua sessão agendada para o dia 27 de setembro.