segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Leiria | Raízes Comuns, Horizontes Conjuntos: Somos candidatos!

 Apresentação da Equipa Redatora e das Linhas Gerais da Proposta de Candidatura (Bid Book) da Candidatura de Leiria a Capital Europeia da Cultura, promovida pela Rede Cultura 2027


“Entre si somam a diferença de idades de uma geração bem vivida. Entre todas trazem olhares da arquitetura de dentro, de fora e da natureza; da engenharia da terra e da paisagem acima dela; da história da arte e do teatro com história, da gestão municipal que olha, e vê, a cultura das gentes, o património dos lugares”. Foi desta forma que Paulo Lameiro, maestro e coordenador do Conselho Estratégico da Rede Cultura 2027, apresentou os nomes mais esperados, as responsáveis pela redação da candidatura de Leiria e mais 25 municípios a Capital Europeia da Cultura: Ana Bonifácio, 45 anos, arquiteta; Ana Umbelino, 41 anos, autarca; Elisabete Paiva, 45 anos, diretora artística; Lígia Afonso, 40 anos, professora e curadora; Teresa Andresen, 64 anos, arquiteta paisagística e engenheira agrónoma. Estes nomes juntam-se ao de João Bonifácio Serra, presidente do Conselho Estratégico da Rede Cultura 2027 e José Mattoso, presidente honorário da Candidatura de Leiria a Capital Europeia da Cultura 2027, entre muitos outros que fazem parte deste movimento cultural que segue do micro para o macro, da pessoa comum para as massas. Em novembro do presente ano termina o prazo para entrega das candidaturas. 

As vozes, os rostos e os caminhos da candidatura protagonizada por Leiria, enquanto porta-estandarte de uma Rede Cultura ampla de 26 Municípios, dois Institutos Politécnicos, uma Diocese e uma Associação Empresarial, a Capital Europeia da Cultura em 2027, foram conhecidos no dia 30, no Castelo de Leiria, com a apresentação da Equipa Redatora e das Linhas Gerais da Proposta de Candidatura (Bid Book) da Candidatura de Leiria a Capital Europeia da Cultura, promovida pela Rede Cultura 2027. 

 

Para Gonçalo Lopes, Presidente do Conselho Geral da Rede Cultura 2027, é na união de todos que está a força desta candidatura até porque “da mesma forma que a Europa não é apenas um Estado Membro - é antes os 27 em conjunto - não somos apenas Leiria”. “Somos 30: 26 Municípios, 2 Politécnicos, 1 Diocese e 1 Associação Empresarial que, na sua diversidade, emulam bem a diversidade europeia; que, no seu altruísmo, honram a tradição das nações que constroem a União; que, na sua ambição, exigem de todos nós que a Europa seja fonte e desiderato; contexto e função; cidadãos e ideia; passado, presente e futuro. Nós, Europa, somo-lo porque temos, daqui até à Letónia, “Raízes Comuns, Horizontes Conjuntos.”, referiu na abertura da sessão que juntou, no Castelo de Leiria, os representantes da Rede Cultura. 

 


“Hoje reiteramos a ambição do projecto, afirmamos estar em condições de apresentar uma candidatura sólida, pertinente e ancorada no vasto território que soube congregar. E inspirou”, sublinhou João Serra. Para o presidente do Conselho Estratégico da Rede Cultura 2027, “a candidatura de Leiria é um tributo ao património comum”. “Esta candidatura é um processo. Trata-se agora de lhe dar expressão num programa artístico e cultural que desemboque em 2027. A equipa que o elabora – Teresa Andresen, Ana Umbelino, Ana Bonifácio, Elisabete Paiva, Lígia Afonso, na companhia de Paulo Lameiro – escutou os agentes desse processo, percorreu o território, percebeu e interpretou, tanto as suas ansiedades como a sua imensa generosidade”, disse na sua intervenção. 

O presidente honorário desta Candidatura comum, o Professor José Mattoso, deixou o alento à equipa e ao território: “Nós temos que concorrer com Leiria, com vida nova, intensidade do coração e do cérebro, só assim é que podemos criar beleza, cultivar beleza como as flores do jardim que se cultivam. É muito mais do que isso, é participar, é animar-se”. 

Da Europa para a Rede Cultura 2027 e para a Candidatura protagonizada por Leiria a Capital Europeia da Cultura também chegou a carta de François Matarasso, num evento transmitido em streaming devido às condicionantes impostas pela Direção Geral de Saúde.


A Rede Cultura 2027 tem Leiria como ponto de partida, mas agrega 25 outros concelhos que tecem uma malha diversificada e que totaliza quase 6.000 km2 de extensão e distância superior a 170 km entre os seus extremos. 









 

Gala de Magia na Casa da Cultura de Figueiró dos Vinhos

 

O Festival de Magia da Região de Leiria, que tem percorrido os 10 concelhos da região, está a chegar ao fim.

Em Figueiró dos Vinhos, o término desta iniciativa será marcado com a realização da “Gala de Magia”, no próximo dia 11 de agosto, pelas 21h30, na Casa da Cultura de Figueiró dos Vinhos.

A entrada  é gratuita, tendo delimitação e marcação de lugares sentados, com levantamento obrigatório de bilhete, no Posto de Turismo, de 7 a 11 de agosto.

A realização do evento obedecerá a todas as normas e recomendações emanadas pelo Governo Português e pela Direção-Geral de Saúde, podendo ser cancelado, se a evolução epidemiológica da Pandemia COVID-19 assim o exigir, no sentido de salvaguardar o bem-estar e saúde de todos.

O Festival de Magia da Região de Leiria integrou a candidatura “Região de Leiria – Rede Cultural”, promovida pela CIMRL - Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria, cofinanciado pela UE através do CENTRO 2020 no âmbito do Eixo 7 “Afirmar a Sustentabilidade dos Territórios” (CONSERVAR).

Em reunião pública de 28 Julho de 2021 Câmara Municipal de Évora aprovou Plano Municipal da Juventude


A Câmara Municipal de Évora aprovou por unanimidade o Plano Municipal da Juventude 2021/2025. Trata-se de um documento estratégico que permite planear o desenvolvimento e implementação das políticas de caracter global e transversal, que respondem aos desafios colocados, facilitam recursos e serviços que possibilitam aos jovens alcançar plena cidadania.

Este Plano teve por base a elaboração do Diagnóstico Juvenil do Concelho de Évora e consolidou-se com a abertura de diversos canais de participação juvenil, os quais tiveram ampla resposta por parte dos jovens do Concelho, num processo bastante rico, tanto na diversidade de entidades intervenientes como nos contributos recolhidos.
É um documento em permanente transformação, estando sempre aberto à introdução de novas medidas, programas ou projectos, podendo e devendo ser actualizado para acompanhar as mudanças da realidade e a existência de novos desafios, preocupações e constrangimentos.
O plano está assente em quatro eixos estratégicos: Évora Participativa (Comunicação & Novas Tecnologias/Participação & Associativismo/Equipamentos Municipais), Évora Criativa (Emprego & Inovação/Cultura & Criação), Évora Solidária (Educação & Formação/Habitação/Cidadania & Igualdade) e Évora Sustentável (Ambiente, Património/Território & espaço Público/Desporto, Lazer & Vida Sustentável). Eixos que contêm diversos objectivos operacionais alcançados através de um vasto conjunto de Medidas/Ações concretas, contendo referência a programas, projectos e iniciativas já implementadas ou a implementar pelo município.
Mereceu também aprovação por unanimidade a proposta “Concurso Público para Concessão de Serviço de Transportes Públicos de Passageiros/Relatório Final, Minuta de contrato e adjudicação de assunção de compromisso.
O apoio financeiro aos clubes e associações desportivas sem fins lucrativos do concelho, assim como o Documento Técnico de Ponderação para atribuição de apoio às associações desportivas obtiveram aprovação unânime.
A Vereadora Sara Dimas Fernandes felicitou a atleta eborense Adelaide Silva que conquistou a medalha de bronze na sétima edição do PT281 + Ultramaraton Portugal, que decorreu na Beira Baixa, de 21 a 25 de Julho de 2021. Assinalou também a passagem por Évora, no dia 28 de Julho, do ultramaratonista João Paulo Félix, que está a fazer uma Volta a Portugal pelos direitos das crianças. Em Évora, o atleta recebeu a companhia de diversos corredores e, nas Piscinas Municipais, foi recebido por várias dezenas de crianças (do programa municipal Ocupa-te), pela Vice-Presidente da Câmara Municipal de Évora, pela Presidente da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Évora e outras representantes desta Comissão, assim como da Santa Casa da Misericórdia de Évora.
O Vereador Eduardo Luciano leu um voto de pesar, proposto pela CDU, pelo falecimento do Capitão de Abril, Coronel Otelo Saraiva de Carvalho, Coordenador operacional do Movimento das Forças Armadas, que, no dia 25 de Abril de 1974, derrubou o regime do Estado Novo, pondo fim à mais longa ditadura do século XX na Europa. “Expressamos a nossa profunda gratidão a um dos Capitães de Abril que contribuiu de forma decisiva para o derrube da ditadura e instauração da democracia”, salientou este voto, que foi aprovado por maioria com a abstenção do Vereador do PSD.

Número de nascimentos no 1.º semestre foi o mais baixo de há mais de 30 anos

 Cerca de 37.700 bebés nasceram em Portugal no primeiro semestre, uma redução de mais de 4.400 relativamente ao período homólogo e que representa o valor mais baixo nos últimos 30 anos, segundo dados do Instituto Nacional Ricardo Jorge.

Os dados do Programa Nacional de Rastreio Neonatal (PNRN), conhecido como “teste do pezinho”, revelam que nos primeiros seis meses do ano foram estudados 37.675 recém-nascidos, menos 4.474 do que em igual período de 2021.

Segundo a rádio TSF, estes valores representam um mínimo histórico, pois trata-se do valor mais baixo desde 1989.

Segundo a TSF, nas últimas três décadas, só por duas vezes, nasceram menos de 40 mil bebés entre janeiro e junho. Aconteceu em 2013 e 2014, com cerca de 39 mil recém-nascidos.

Os dados do PNRN mostram também que o maior número de bebés rastreados se observou nos distritos de Lisboa e do Porto, com 11.208 e 7.008 testes efetuados, respetivamente, seguidos de Braga (2.765).

Bragança (253), Portalegre (269) e Guarda (282) foram os distritos com menos recém-nascidos estudados.

O PNRN realiza, desde 1979, testes de rastreio de algumas doenças graves em todos os recém-nascidos. O painel das doenças rastreadas é constituído por 26 patologias: hipotiroidismo congénito, fibrose quística e 24 doenças hereditárias do metabolismo.

O exame, efetuado através da recolha de umas gotículas de sangue no pé da criança, permite “diagnosticar algumas doenças graves que clinicamente são difíceis de identificar nas primeiras semanas de vida e que, mais tarde, podem provocar atraso mental, alterações neurológicas graves, alterações hepáticas ou até situações de coma”, explica o INSA.

O “teste do pezinho” deve ser realizado entre o terceiro e o sexto dia do bebé e consiste na recolha de gotículas de sangue através de uma picada no pé do bebé.

Apesar de não ser obrigatório, o Programa Nacional de Rastreio Neonatal tem atualmente uma taxa de cobertura de 99,5%.

Fonte: MadreMedia/Lusa

Fernando Pimenta e Teresa Portela apurados para as meias-finais na canoagem

 Teresa Portela qualificou-se diretamente para as meias-finais da prova de K1 200 metros, após ter sido segunda classificada na sua eliminatória. Na quarta de cinco séries no Sea Forst Waterways, Portela concluiu a prova em 42,050 segundos, a 362 milésimos da vencedora, a chinesa Mengdie Yin.

Já Fernando Pimenta, que liderou, tranquilamente, a prova de K1 1.000 metros do primeiro ao último metro, cumpriu a regata praticamente a ‘solo’, em 3.40,323 minutos, batendo o eslovaco Peter Gele, segundo classificado e também apurado diretamente para as meias-finais, por 1,808 segundos.

O atleta do Benfica, de 31 anos, foi vice-campeão olímpico em Londres2012, com Emanuel Silva, em K2 1.000 metros, e vice-campeão da Europa já este ano.

A primeira canoísta portuguesa a entrar em ação esta madrugada foi Joana Vasconcelos. Depois de não ter conseguido a qualificação direta nas eliminatórias, Vasconcelos terminou no quarto lugar dos quartos de final, em 43,379 segundos, a 1,651 segundos da canadiana Andreanne Langlois, vencedora da série, que avançou para as ‘meias’ com a chinesa Qing Ma, segunda, a 593 milésimos.

Nas eliminatórias no Sea Forest Waterways, Joana Vasconcelos tinha sido quinta classificada na sua série, com 43,059 segundos, a 1,961 segundos da vencedora, a húngara Dora Lucz.

Teresa Portela: “Gostava de ter ganho a eliminatória"

“Gostava de ter ganho a eliminatória. Tenho a noção de que não fiz a minha prova prefeita. Sou das que largo melhor e não consegui. Acontece muito na minha primeira regata, não sei porquê”, disse Teresa Portela à Lusa.

Apesar do descontentamento, a canoísta, de 33 anos, gostou particularmente do segmento da aceleração, onde habitualmente não é tão forte.

“É onde sou pior, mas foi o que gostei mais. Larguei mal, o que não estava previsto, pois costumo sair na frente, e desta vez tive de acelerar. Acabou por correr bem, mas não posso falhar pois é na largada onde costumo ter vantagem para as outras”, assumiu.

Portela preferia a “motivação acrescida” de ganhar a eliminatória, porém está “pronta” para as meias-finais de terça-feira (09:30, 01:30 em Lisboa), que se disputam exatamente duas horas antes da final.

A canoísta portuguesa diz sentir-se “bem” no Sea Forest Waterways, uma pista de água salgada e habitualmente sujeita a condições atmosféricas instáveis.

“Gosto desta pista. É diferente. Tem água salgada, mais quente do que estamos habituados. Também viemos mais cedo para o Japão para nos adaptarmos. Não percebi se é mais rápida ou lenta, mas nada a apontar”, observou.

Fernando Pimenta: "Não queria ser surpreendido"

“Entrámos a vencer e com boas sensações. A prova foi um pouco dura, com vento de frente. Tentei ser bastante regular e qualificar-me já, pois assim tenho tempo para pensar no próximo desafio”, disse à Lusa.

“Tentei fazer uma boa gestão, procurar boas sensações, que é o mais importante. Encontrei um bom ritmo e depois abrandei um pouco, pois dava para isso. Na parte final tive de estar vigilante, pois vinham rivais a disputar a segunda vaga para as meias-finais e não queria ser surpreendido”, contou.

Agora o objetivo é garantir um dos primeiros quatro lugares na sua semi-final “para estar na regata das regatas, a final das finais”, o K1 1.000 metros.

“O primeiro passo é conseguir um lugar na final e, posteriormente, é tentar descansar o melhor possível nas duas horas que distam para a final, para dar o meu máximo”, vincou.

Desvalorizou a singularidade da meia-final e final serem disputadas no mesmo dia, a primeira às 10:00 (02:00 em Lisboa) e a segunda duas horas mais tarde, às 12:20 (04:20).

“Acima de tudo, que seja um grande espetáculo desportivo. É igual para todos, pelo que acho que vai ser justo”, considerou, apesar de ser mais velho do que os seus principais rivais, com diferente capacidade de recuperação física.

Joana Vasconcelos: "É tempo de me focar no K1 500 e espero que corra melhor"

“Não fiquei muito feliz, pois queremos sempre mais. Fiz uma falsa largada e isso condicionou-me na segunda partida, onde não arrisquei tanto. Ficaria contente se fosse mais além, porém agora é tempo de me focar no K1 500 e espero que corra melhor”, disse Joana Vasconcelos, à Lusa.

Na prova de K1 500 metros, Joana Vasconcelos tem a ambição de atingir “uma das finais”, depois de ter sido a derradeira atleta no mundo a garantir a vaga, em maio, na Sibéria.

“Fui a última a agarrar um lugar em Tóquio2020, pelo que tudo o que conseguir melhorar vai ser bom. Estou muito feliz por fazer parte da nossa equipa de canoagem e vou dar o máximo no que me resta de competição”, acrescentou, assumindo que esta tem sido uma “época dura”.

A atleta deixou ainda elogios ao Sea Forest Waterways, “uma pista bonita”, para a qual a seleção de canoagem está “bem adaptada”, após o estágio de oito dias em Kyotango.

Fonte: Lusa

Imagem: Sapo24

Patrícia Mamona subiu ao pódio e já recebeu a medalha de prata

 

A portuguesa Patrícia Mamona recebeu hoje a medalha de prata do triplo salto dos Jogos Olímpicos Tóquio2020, após subir ao pódio no Estádio Olímpico, um dia depois de ter terminado a prova na segunda posição.



Patrícia Mamona subiu ao segundo lugar mais alto do pódio, abriu os braços, acenou para as bancadas e fez uma vénia.

Depois, recebeu a medalha das mãos do membro chileno do Comité Olímpico Internacional Neven Ilic, numa cerimónia em que este responsável esteve acompanhado pela colombiana Ximena Restrepo, medalha de bronze nos 400 metros em Barcelona1992 e atual vice-presidente da World Athletics.

A portuguesa, de 32 anos, conquistou a medalha de prata com a marca de 15,01 metros, uma melhoria de 35 centímetros face ao seu recorde nacional (14,66) com que chegou à capital nipónica.

Na final, a portuguesa só foi batida pela 'extraterrestre' venezuelana Yulimar Rojas, que começou por bater o recorde olímpico (15,41 metros) e fechou com o recorde do mundo (15,67).

Mamona estabeleceu em 15,01 o recorde nacional -- num concurso em que fez três saltos acima da sua anterior melhor marca (14,91, 15,01 e 14,97) -- e assegurou o estatuto de vice-campeã olímpica.

O hino venezuelano ecoou no recinto nipónico, numa cerimónia em que a espanhola Ana Peleteiro foi consagrada como medalha de bronze, graças aos 14,87 metros alcançados na final.

Mamona conquistou a 26.ª medalha de Portugal em Jogos Olímpicos, a segunda em Tóquio2020, depois de o judoca Jorge Fonseca ter arrecadado o bronze na categoria de --100 kg.

Lusa

Cristo vence, Cristo reina, Cristo impera

 Neste dia 2 de agosto celebramos a festa de São Pedro Julião Eymard (1811-1868), fundador do Instituto do Santíssimo Sacramento (Sacramentinos) para a adoração perpétua da Sagrada Eucaristia. Assim ele se dirigia a Nosso Senhor Jesus Cristo: “Eis-me aqui, Senhor, no Jardim das Oliveiras; humilhai-me, despojai-me; dai-me a cruz, contanto que me deis também o vosso amor e a vossa graça”.

Em memória desta efeméride, seguem alguns trechos de São Pedro Julião Eymard extraídos do livro A Santíssima Eucaristia, I — A Presença Real, Editora Vozes, Petrópolis, 1955, pp. 257-259.

“No obelisco da praça de São Pedro em Roma, Sixto V mandou gravar a inscrição: Christus vincit, Christus regnat, Christus imperat; ab omni malo plebem suam defendat – Cristo vence, Cristo reina, Cristo impera; que Ele defenda seu povo contra todo mal.

O famoso artista Rodin esculpindo o busto de São Pedro Julião Eymard

Essas palavras estão no presente e não no passado para indicar que o triunfo de Jesus Cristo é sempre atual. Ora, é pela Eucaristia e n’Ela que se cumprem tais palavras.

Um rei impera pela força das leis e pelo amor de seus súditos.

Jesus Cristo é a lei do cristão, e sua lei de amor foi publicada no Cenáculo, é revelada à alma pela Eucaristia. Ela o foi para os Apóstolos na última Ceia, e, para os discípulos de Emaús, no decurso do colóquio e da refeição com Jesus ressuscitado.

Ora, a lei de Jesus Cristo é una, santa e imutável. Nada será acrescentado nem tirado. O Catolicismo é sempre e por toda parte o mesmo.

É o amor que grava essa lei no coração dos cristãos. É o próprio legislador que neles realiza esse trabalho misterioso.

Sim, Jesus Cristo reina pelo amor. Não é assim que costumam reinar os reis da Terra.

Somente Jesus Cristo o consegue. Seu reinado é muito forte e muito suave. Por isso, os que O amam são-Lhe devotados na vida e na morte”.

ABIM