quinta-feira, 1 de setembro de 2022
Cicloturismo Cultural - Bike Drive Through 11 Setembro, em Tábua
Manuel Cargaleiro apresenta “A Essência da Cor” na Biblioteca Municipal de Reguengos de Monsaraz
Projeto “Curriculum Development in Agroecology”. Professores da ESAC dão formação em universidades parceiras asiáticas
Numa área aproximada de 123,5 hectares, Município investe mais de 92 mil euros em faixas de gestão de combustível
Reduzir os fatores que favorecem a ocorrência e a propagação dos incêndios rurais, promovendo desta forma uma eficiente gestão florestal na área geográfica do concelho é o objetivo dos trabalhos de manutenção das faixas de gestão de combustível que estão a decorrer nos troços da rede viária florestal, conforme previsto no Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios.
Os trabalhos, que atualmente decorrem na via que liga a Pocariça à Venda Nova, obedecem a princípios de sustentabilidade e boas práticas florestais, orientadas consoante as características do terreno e têm com principal fundamento reduzir o perigo de incêndio rural, protegendo assim pessoas e bens.
Até final do ano, o Município de Cantanhede prevê que os trabalhos de manutenção das faixas de gestão de combustível totalizem uma área de 123,5 hectares. O valor do investimento será de 92.545 euros.
“Este é um trabalho que, apesar de desconhecido de muitas pessoas, é essencial para a proteção de pessoas e bens, em caso de incêndio florestal”, salienta o vereador que tutela a Proteção Civil, Adérito Machado.
Ainda de acordo com o autarca, “as faixas de gestão de combustível servem como linha de defesa, facilitando assim a movimentação das equipas de combate e protegendo também a aproximação dos incêndios aos espaços urbanos”.
Em breve serão também iniciados os trabalhos de instalação das faixas de gestão de combustível na rede viária florestal na União de Freguesias de Vilamar e Corticeiro de Cima e concluídos os trabalhos nas freguesias de Cadima, Cordinhã, Febres, Ourentã, União de Freguesias de Cantanhede e Pocariça e iniciar, estimando-se uma área total de aproximadamente 61,1 hectares.
Serviço de transporte a pedido “IR e VIR” já serviu perto de 2000 pessoas de Viseu Dão Lafões em mês e meio
11º Campo Arqueológico de Proença-a-Nova promove investigações e ciclos de conferências
Os últimos campos de trabalho e ciclos de conferências do 11º Campo Arqueológico de Proença-a-Nova (CAPN) realizam-se já este mês de setembro, com a conclusão de mais um verão dedicado à exploração arqueológica no concelho.
Os trabalhos do Campo Arqueológico foram divididos em três campos distintos: o primeiro campo voltará a incidir sobre a Bateria das Batarias em Catraia e irá ser concluído entre os dias 12 e 17 de setembro, depois da realização da segunda semana ter sido adiada devido à vaga de calor e consequentes proibições impostas pelo Governo, via despacho. O segundo campo, já realizado, 18 a 30 de julho, decorreu junto à Capela Velha do Peral. O terceiro campo, em funcionamento, irá decorrer até dia 10 de setembro, na Moita da Galinha, com base na exploração da Sepultura Pré-Histórica.
Além destes três campos, o CAPN tem também proposto outras atividades, tanto aos seus jovens arqueólogos, como à comunidade proencense, como por exemplo, os ciclos de conferências. Com sessões já realizadas em Chão do Galego, Montes da Senhora, Pedra do Altar e São Pedro do Esteval, falta ainda ocorrer sessão a 3 de setembro, nas Moitas, sobre Sepulturas Megalíticas, por João Caninas; a 10 de setembro, em S. Pedro do Esteval, sobre as investigações em Castelo do Chão do Trigo, pelo Arqueólogo Paulo Félix e a 17 de setembro, sobre o Forte e Bateria de Catraia Fundeira, em Sobreira Formosa, pelo Arqueólogo Mário Monteiro.
O Campo Arqueológico de Proença-a-Nova (CAPN) é um modelo misto de campo de trabalho, investigação e aprendizagem para alunos, preferencialmente dos ramos da arqueologia, da história e das arqueociências, que teve início em 2012 como Campo Arqueológico de Proença-a-Nova e que a partir de 2013 adquiriu um cariz internacional. O intuito destes campos é estudar, preservar e divulgar os sítios arqueológicos do concelho de Proença-a-Nova dando a conhecer um património que ainda é desconhecido de muitos. Aceitam-se participantes a partir dos 18 anos, sem limite superior de idade.
Para ficar a conhecer mais sobre o trabalho desenvolvido ao longo dos últimos 10 anos de Campo Arqueológico de Proença-a-Nova, pode visitar a exposição patente no Posto de Turismo do concelho até ao dia 15 de setembro, no qual, além de artefactos e peças encontradas, poderá encontrar as explicações de cada uma das explorações efetuadas nestes campos.












