quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024

Exposição “Terra e Céu” de Manuel José Marques na Biblioteca Municipal de Reguengos de Monsaraz

As cores reúnem-se nas telas pintadas por Manuel José Marques para celebrar a terra e o céu na plenitude do sol, que o autor vai apresentar na exposição que estará patente de 16 de fevereiro a 17 de março no Auditório António Marcelino da Biblioteca Municipal de Reguengos de Monsaraz. Intitulada “Terra e Céu”, esta mostra de pintura a acrílico sobre tela pode ser visitada de segunda-feira a sábado, entre as 10h e as 12h30 e das 14h e as 17h30.
Nesta exposição, o autor propõe 17 quadros que “respiram um Alentejo sem sombras, pleno de luz e de infinito, onde por vezes aparece Monsaraz como uma presença silenciosa e vigilante, a despertar novos sentimentos”. As obras foram pintadas entre 2017 e 2024 e a vila medieval de Monsaraz foi a inspiração para seis quadros, nomeadamente “Vigiando a Planície”, “Amendoeiras”, “Tardes de Oiro”, “Navegando em terra firme”, “Sentinela da Manhã” e “Sentinela da Tarde”.
Manuel José Marques é pintor, sacerdote, professor e jornalista, estudou no Instituto Superior de Teologia de Évora, onde é docente, e fez a licenciatura e o mestrado na Universidade Pontifícia de Salamanca (Espanha). Na pintura iniciou-se na técnica do desenho a lápis, interessou-se pelo desenho a pastel e recentemente entrou no campo da pintura a óleo e acrílico e na composição com diversos materiais, como tecidos, areias e colas.
O autor considera-se um autodidata que “procura o impossível. Cada tela é um lugar de desassossego e inquietação que abre espaço ao silêncio e à paz”. “Terra e Céu” é a sétima exposição de Manuel José Marques, que apresentou pela primeira vez os seus trabalhos em 1996 em Évora, seguindo-se mostras em Monsaraz (2017 e 2019), Montemor-o-Novo (2018), Reguengos de Monsaraz (2019) e Monforte (2021).





Carlos Manuel Barão / Comunicação e Imagem

Cantanhede | No próximo fim de semana. Teatro Amador em Covões e Zambujal


O Ciclo de Teatro Amador do Concelho de Cantanhede tem agendados para o próximo fim de semana mais dois espetáculos, desta vez em Covões e Zambujal.

No sábado, às 21h30, é a vez do Grupo de Teatro da Associação Cultural e Desportiva do Casal (ACDC) subir ao palco do salão da Casa do Povo de Covões, para interpretar o “Milagre no Convento de Santa Maria-Joana e Vamos Cortar na Casaca 2023”, de Jean Pierre Martinez.
No primeiro caso, a peça passa-se no contexto de uma loja conventual, cujas vendas financiam as boas obras das Irmãs Ervanárias. O famoso elixir de Santa Maria-Joana perdeu todo o esplendor de outrora, a ponto de pôr em risco a economia desta peculiar comunidade. Feliz ou infelizmente, a Irmã Ana, que estava encarregue da destilaria do Convento, morre, pelo que teve de ser substituída pela Irmã Inês, uma freira noviça revolucionária, que encarava aquela delicada e exigente função numa perspetiva um pouco mais heterodoxa. E foi assim que, ao tentar renovar a fórmula do elixir acrescentando uma erva misteriosa à preparação, fez dele um sucesso que viria a dar muito que falar.

A sessão encerra com Vamos Cortar na Casaca, com sketch de pendor musical em que o grupo de teatro, através da sátira e do bom humor, faz crítica social e as políticas locais e nacionais.

Também no mesmo dia, pelas 21h30, o Grupo de Teatro “As Fontes do Zambujal” vai interpretar “As sogras”, no Salão da Associação Cultural e Recreativa do Zambujal.

Trata-se de um enredo que se desenrola em torno de um filho que decide fazer o funeral a uma suposta defunta que era lésbica e acaba por descobrir que tem três sogras todas lésbicas.

“A meio do funeral, surge uma greve com os coveiros que faria e geraria o atrasar do funeral. Entretanto, fazem uma festa para passar o tempo”, lê-se na sinopse.

A edição de 2024 do Ciclo de Teatro Amador de Cantanhede decorre até abril com a participação de 17 grupos cénicos e mais de 300 atores e outros intervenientes.

De acordo com o modelo definido para esta ação de dinamização cultural, as associações que integram a iniciativa realizam dois espetáculos, um na sua comunidade, outro na “casa” de outra entidade envolvida.


Proença-a-Nova | CPCJ promove Programa de Prevenção da Violência Sexual contra Crianças e Jovens


Iniciou-se no dia 18 de janeiro e decorrerá até ao dia 9 de maio o Programa de Prevenção CARE, uma iniciativa dinamizada pela Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), e promovida na comunidade escolar pela CPCJ de Proença-a-Nova.
Com o objetivo de prevenir a violência sexual contra crianças e jovens, este programa abrangerá todos os alunos do 1º ao 4º ano de escolaridade do Agrupamento de Escolas de Proença-a-Nova.

O Programa de Prevenção CARE foi desenvolvido pela APAV no âmbito do Projeto CARE, que oferece apoio a crianças e jovens vítimas de violência sexual. Os principais objetivos deste programa incluem dotar as crianças de informação e competências que lhes permitam identificar, antecipar e agir perante situações de violência sexual, independentemente do contexto ou idade, capacitando-as e tornando-as mais atentas.

É crucial a prevenção desde tenra idade, visto que dados da APAV/Rede CARE revelam que cerca de 15 a 20% dos pedidos de apoio anuais dizem respeito a crianças com idades entre 0 e 7 anos. O Programa de Prevenção CARE visa ajudar as crianças a reconhecerem comportamentos abusivos e a procurarem ajuda atempadamente, especialmente considerando que muitas situações de vitimação ocorrem no contexto intrafamiliar.

O programa consistirá em quatro sessões com uma duração aproximada de 60 minutos cada, com atividades interativas e físicas para promover o envolvimento das crianças. As sessões abordarão temas como o estabelecimento de relações positivas, a identificação das partes do corpo consideradas "privadas", a distinção entre "bom toque" e "mau toque", a compreensão dos conceitos de "bom segredo" e "mau segredo", e a identificação de pessoas adultas de confiança na rede social informal das crianças.

A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) é uma instituição de solidariedade social, sem fins lucrativos, que apoia vítimas de crime e violência. Fundada em 1990, a APAV tem como missão apoiar as vítimas de crime, suas famílias e amigos, prestando-lhes serviços de qualidade, gratuitos e confidenciais. A APAV promove ainda a informação, sensibilização e formação sobre a temática da violência e do crime, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e solidária.

*Andreia Gonçalves
Comunicação, Turismo e Eventos

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2024

ÚLTIMO CORSO DE FOLIA DO CARNAVAL DE TORRES VEDRAS


Dia 13 de fevereiro, terça-feira, realizou-se o último corso da edição deste ano do evento.
Centenas de foliões foram para a rua, neste último dia, em que se comemora o dia do Entrudo.

Os seis carros alegóricos participaram no último corso como também o carro de Suas Altezas Reais, que iam cumprimentando e acenando a todos os foliões que os abordavam. Grupos de mascarados, zés-pereiras, cabeçudos, cavalinhos, matrafonas, carros espontâneos e associações carnavalescas também voltaram a alegrar as ruas da cidade.

Esta tarde, também foram conhecidos os vencedores do Concurso de Grupos de Mascarados. Os 34 grupos saíram para a rua pela primeira vez no sábado à noite, com as fantasias sob o tema “Carnaval do Futuro” e, com o mesmo entusiamo de sempre. Reuniram-se em frente ao edifício da Câmara Municipal de Torres Vedras para o anúncio dos premiados. O Prémio da Real Confraria de Torres foi atribuído ao grupo “CÚ-Lones do Futuro” e o grupo “As Robertas – COJOPE conquistaram o Prémio do Público e o Prémio de Grupo, votado pelos grupos a concurso. Além disto, houve uma visita especial da Sra. Embaixadora dos EUA, Randi Charno Levine, que veio conhecer o Carnaval “mais português de Portugal”.
Ao entardecer, o Tó’Candar Paladin voltou a andar pelas ruas da cidade, arrastando uma multidão de foliões que ao som dos ritmos da Banda Baco pulavam, dançavam e cantavam até aos últimos minutos de folia deste Carnaval. Ainda, os carros espontâneos participaram pela última vez no corso diurno.

Para terminar, Suas Altezas Reais deram a habitual volta a pé para terminar o último corso do Carnaval de Torres Vedras.

As festividades carnavalescas terminam hoje, com o enterro do entrudo que marca o fim do reinado da folia. Com início na Avenida Tenente Valadim, este acontecimento reúne vários foliões vestidos de preto que acompanham o Rei do Carnaval até ao local do julgamento, o Tribunal de Torres Vedras.

O Carnaval de Torres Vedras é uma organização da Câmara Municipal de Torres Vedras e da entidade municipal Promotorres. Conta com o patrocínio de Super Bock, Paladin e Arena Shopping. O vinho oficial é AdegaMãe. A água oficial é Vimeiro. Televisão oficial: TVI. Rádio oficial: RFM. Apoio: KP World. Certificação ambiental: EcoEvento Valorsul. Apoio: Oeste Portugal e Turismo de Portugal.

*Área de Comunicação da Câmara Municipal de Torres Vedras

MUNICÍPIO DA MARINHA GRANDE INSTALA PAINÉIS FOTOVOLTAICOS

 O Município da Marinha Grande instalou 34 painéis fotovoltaicos, no estaleiro municipal, para autoconsumo, como forma de contribuir para o ambiente através da produção de energia limpa e renovável e para reduzir a sua fatura energética, tendo investido cerca de 17 mil euros.
Com a instalação destes sistemas, com 19 kWp, dá-se apoio à alimentação dos consumos dos serviços no estaleiro municipal e ao carregamento dos veículos elétricos. Através das 34 unidades solares, prevê-se a produção de cerca de 30 000 kWh/Ano, um retorno do investimento inferior a 4 anos e evita-se a emissão de 13,73 t de CO2.
*Gabinete de Comunicação e Imagem

Cantanhede | No próximo fim de semana Teatro Amador em Febres, Covões e Cadima


O Ciclo de Teatro Amador do Concelho de Cantanhede tem agendados para o próximo fim de semana mais três espetáculos, desta vez em Febres, Covões e Cadima.
No sábado, dia 17 de fevereiro, o Clube União Vilanovense volta a representar “Sonho de uma Noite de Verão” de William Shakespeare, depois da estreia no último fim de semana, mas agora no Salão Paroquial da Sanguinheira, em Febres, a partir 21h30.

Esta adaptação de Alexandra Santos desenrola-se num cenário de encontros e desencontros, em que dois casais de namorados “passam por inúmeras peripécias, devido à falta de jeito de um ser mágico que troca todas as ordens que lhe são dadas. A par disso, um grupo de teatro prepara uma peça para o rei e rainha que também andam meio desencontrados”.
No sábado, igualmente às 21h30, é a vez do Grupo de Teatro da Associação Cultural e Desportiva do Casal (ACDC) subir ao palco do salão da Casa do Povo de Covões, para interpretar o “Milagre no Convento de Santa Maria-Joana e Vamos Cortar na Casaca 2023”, de Jean Pierre Martinez.

No primeiro caso, a peça passa-se no contexto de uma loja conventual, cujas vendas financiam as boas obras das Irmãs Ervanárias. O famoso elixir de Santa Maria-Joana perdeu todo o esplendor de outrora, a ponto de pôr em risco a economia desta peculiar comunidade. Feliz ou infelizmente, a Irmã Ana, que estava encarregue da destilaria do Convento, morre, pelo que teve de ser substituída pela Irmã Inês, uma freira noviça revolucionária, que encarava aquela delicada e exigente função numa perspetiva um pouco mais heterodoxa. E foi assim que, ao tentar renovar a fórmula do elixir acrescentando uma erva misteriosa à preparação, fez dele um sucesso que viria a dar muito que falar.

A sessão encerra com Vamos Cortar na Casaca, com sketch de pendor musical em que o grupo de teatro, através da sátira e do bom humor, faz crítica social e as políticas locais e nacionais.

Também no mesmo dia, pelas 21h30, o Grupo de Teatro “As Fontes do Zambujal” vai interpretar “As sogras”, no Salão da Associação Cultural e Recreativa do Zambujal.

Trata-se de um enredo que se desenrola em torno de um filho que decide fazer o funeral a uma suposta defunta que era lésbica e acaba por descobrir que tem três sogras todas lésbicas.

“A meio do funeral, surge uma greve com os coveiros que faria e geraria o atrasar do funeral. Entretanto, fazem uma festa para passar o tempo”, lê-se na sinopse.

A edição de 2024 do Ciclo de Teatro Amador de Cantanhede decorre até abril com a participação de 17 grupos cénicos e mais de 300 atores e outros intervenientes.

De acordo com o modelo definido para esta ação de dinamização cultural, as associações que integram a iniciativa realizam dois espetáculos, um na sua comunidade, outro na “casa” de outra entidade envolvida.


Início da obra de recuperação de moradias de Habitação Social em São Jacinto; Obra de ampliação do adro da igreja de Santo Amaro, em Vilar, já começou

 I – Início da obra de recuperação de moradias de Habitação Social em São Jacinto
Estão em curso as obras de recuperação de quatro moradias de habitação social, na urbanização de São Jacinto. Trata-se de um investimento da Câmara Municipal de Aveiro (CMA) no valor de 112.226,97€, com os trabalhos estão a cargo da empresa Lisourique – Serviços e Equipamentos Lda..
Com esta obra, a CMA vai proceder à qualificação geral dos edifícios, com o objetivo de resolver os problemas associados à conservação da estrutura, renovação do mobiliário de cozinha, loiça sanitária e infraestruturas de águas, gás e rede elétrica.

II – Obra de ampliação do adro da igreja de Santo Amaro, em Vilar, já começou
A obra de ampliação do adro da igreja de Santo Amaro em Vilar e sua ligação à ecovia da Ribeira de Vilar já começou. Com um valor de investimento Municipal de 235.917,01€, a qualificação deste espaço vai trazer mais e melhor conforto e segurança para os Cidadãos que utilizam a Capela e que circulam nesta zona de Vilar.
Os cidadãos poderão, deste modo, usufruir de um novo espaço de estar, ao mesmo tempo que se aumenta da dignidade urbana do edifício, um elemento identitário para a população local e de grande valor patrimonial.
A ligação à ecovia da Ribeira de Vilar permitirá um novo acesso pedonal até à cota baixa, aproximando o ecossistema da ribeira à zona mais urbana do lugar.
Recordamos que, para permitir a realização deste projeto de requalificação urbana, a CMA precisou de adquirir duas parcelas de terreno e dois prédios urbanos, com uma área total de 1775 m2, pelo valor global de 125.172€.

*Simão Santana
Adjunto do Presidente da Câmara Municipal de Aveiro