quarta-feira, 6 de março de 2024

Proença-a-Nova | X Reunião de Primavera dos "Amicos Silvestris - Movimento Amigo dos Tartulhos”, 16 de março


Caríssimos

Para os efeitos tidos por conveniente, dá-se conhecimento do Programa da Xª de Primavera dos "Amicos Silvestris - Movimento Amigo dos Tartulhos”, a realizar dia 16 de março em Proença-a-Nova, organizado pelo Centro Ciência Viva da Floresta, Município de Proença-a-Nova e com o apoio da ADCR Moitas - Associação Desportiva Recreativa e Cultural de Moitas.
Do programa consta: receção aos participantes; pequeno almoço micológico, visita ao Centro Ciência Viva da Floresta; inauguração da exposição de aguarelas de Sofia Arez; saída de campo para identificação e apanha de cogumelos; almoço micológico na ADCR - Moitas pelo restaurante da Catraia; exposição das espécies recolhidas; comunicação das iniciativas desenvolvidas ou programadas pelos Amicos Silvestris na área da Micologia; apresentação informal dos membros mais recentes; atribuição da menção de participante assíduo e imposição do símbolo e votação das propostas de realização da próxima reunião de outono.
Saudações micológicas
A Presidente da Comissão de Acompanhamento
Edite Fernandes

Centro Ciência Viva da Floresta
Moitas
6150-345 Proença-a-Nova
PORTUGAL

Tel. 274 670 220
Telem. 968 352 095


vCard

Marinha Grande | MUSEU JOAQUIM CORREIA APRESENTA PROJETO MOIRA

 O Museu Joaquim Correia, situado no Largo 5 de Outubro, na Marinha Grande, apresenta o “Projeto Moira”, interpretado por Margarida Cabral e Francisco Correia, no dia 23 de março, com sessões às 15h00 e às 18h00, cuja entrada é gratuita, sujeita a inscrição prévia.
O Projeto Moira é um projeto de investigação artística, inspirado nas Moiras da mitologia grega. Esta criação trabalha sobre o tempo, a vida, a morte e a manipulação. É um processo de recolha de memórias e de histórias aliado ao ato de costurar e à composição sonora. 

Traz para cena a prática de costura, um processo meditativo e solitário, transformando-o numa prática artística e performativa. Parte-se da utilização de objetos, normalmente presentes num atelier de costura, para a materialização e transformação do espaço de cena onde simultaneamente está a ser criada uma composição sonora em tempo real, a partir dos sons do próprio espaço, dos movimentos da performer e das máquinas.

FICHA ARTÍSTICA 
Direção artística, conceção e interpretação: Margarida Cabral
Composição e interpretação musical: Francisco Correia
Apoio à criação: Linha de Fuga Residenciais|contra|o|tempo; Circolando – Cooperativa Cultural CRL e O Lugar do Meio, Alfafar .
Apoios: Sonoscopia; Coletivo Espaço Invisível; Gil MAC e Zhang Qinzhe 
Classificação: Teatro, Performance e Música.
Duração: 45 min
Faixa etária: M/6
Participação: gratuita, sujeita a inscrição prévia através do email museu.jcorreia@cm-mgrande.pt , indicando nome, telemóvel e horário pretendido.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

A decorrer a 11 de março, 20 de março e 17 de abril, na Universidade Católica no Porto. “Tertúlias na Biotecnologia” regressam à Escola Superior de Biotecnologia


“Da ciência da felicidade pública à sua prática”, “Desafios do Sistema de Saúde” e “Inclusão social no mercado de trabalho” são os temas da 13ª edição das Tertúlias na Biotecnologia, uma iniciativa da Escola Superior de Biotecnologia com a ALUMNI - Associação dos Antigos Alunos da ESB. Este ano os convidados são Helena Marujo (professora da Universidade de Lisboa), Adalberto Campos Fernandes (ex-ministro e professor da Universidade Nova de Lisboa) e Bento Amaral (Wine inspiring executive da Humanwinety). As Tertúlias realizam-se nos dias 11 e 20 de março e 17 de abril, respetivamente, no Auditório Arménio Miranda, na Universidade Católica no Porto.
“Anualmente organizamos as Tertúlias na Biotecnologia onde procuramos trazer a debate temas da atualidade que intrinsecamente estão interligados com as áreas para as quais formamos os nossos estudantes,” refere Paula Castro, diretora da Escola Superior de Biotecnologia.

“Da ciência da felicidade pública à sua prática: propostas para o campo da educação, num mergulho pela poesia da vida”, será o tema de conversa de Helena Marujo, professora do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, que se realiza a 11 de março, às 13h. Helena Marujo, doutorada em Psicologia, coordena a cátedra Unesco em Educação para a Paz Global Sustentável, e está envolvida, desde 2011, num inquérito internacional que tem procurado medir as esperanças de pessoas e povos. Na sua palestra irá abordar como a ciência da felicidade tem tentado conhecer a fundo a possibilidade de vivermos vidas com qualidade e elevação, perante a imprevisibilidade de tudo, bem como, no espaço complexo da educação - em alunos, docentes, atores escolares em geral - é possível e desejável viver vidas que valham a pena ser vividas.

Já a 20 de março, às 16h, a Escola Superior de Biotecnologia receberá Adalberto Campos Fernandes, ex-ministro da Saúde e professor da Escola Nacional de Saúde Pública, da Universidade Nova de Lisboa, para falar dos “Desafios do Sistema de Saúde”, um tema necessário e de grande atualidade. Caberá a Bento Amaral, Wine inspiring executive da Humanwinety, a 17 de abril, às 16h, fechar o 13º Ciclo de Tertúlias na Biotecnologia, com o tema “Inclusão social no mercado de trabalho”. Uma temática que interessa a todos, trabalhadores ativos, estudantes e comunidade. Nesta sessão, o orador ira falar sobre a sua experiência pessoal na Humanwinety que promove a sustentabilidade social através da inclusão de pessoas pertencentes a grupos minoritários nos setores do vinho e da hotelaria.

*Fernanda Teixeira

Aula Aberta, a 7 de março, às 18h30, na Escola das Artes da Universidade Católica no Porto. Rotas afro-atlânticas e a educação pelo artista visual Dalton Paula no Porto


Artista procura reescrever a historiografia, incorporando toda uma cultura e herança afro-brasileira apagada dos registos oficiais
Uma casa-escola-ateliê dentro de um bosque na Goiânia, no Brasil. Dalton Paula, artista visual, criou o Sertão Negro Ateliê e Escola de Artes que remete para “um paraíso imaginário na terra”, um “refúgio de beleza idílica e tranquilidade” e que tem a sua origem no livro “O Horizonte” (1933), do escritor britânico James Hilton. Numa aula aberta, organizada pela Escola das Artes, que se realiza a 7 de março, às 18h30, no Auditório Ilídio Pinho da Universidade Católica Portuguesa no Porto, Dalton Paula vai falar sobre a sua prática artística: a construção da sua poética através da referenciação de pessoas e espacialidades negras.

Ao longo do seu trabalho, Dalton Paula investiga o corpo negro na diáspora, explorando as relações entre imagem e poder. O artista procura reescrever a historiografia, incorporando toda uma cultura e herança afro-brasileira apagada dos registos oficiais. As suas obras, como "Rota do Tabaco" [2016] "Bamburrô" [2019] e "Rota do Algodão" [2022], abordam o Atlântico Negro com elementos que emergem do contexto das comunidades visitadas durante a investigação. Dalton Paula aborda as rotas relacionadas com a exploração de trabalhadores escravizados no Brasil colonial. Como desdobramento de todo o seu percurso na arte, criou o Sertão Negro Ateliê e Escola de Arte que surge a partir do desejo de criar novas rotas para jovens artistas.

Esses territórios quotidianamente reescrevem a história do Sertão, desse Sertão Negro, que define e também expande as fronteiras e se posiciona como centralidade. Numa área de mais de 960 metros quadrados, o Sertão Negro é composto por um espaço central com pé direito duplo. O ateliê possui um forno industrial para queima de cerâmica, porcelana e vidro; uma prensa de gravura e uma biblioteca com cerca de três mil livros. Na choupana são realizadas as aulas de capoeira angola, gravura e cerâmica; e ainda sessões do cineclube Maria Grampinho, cuja proposta curatorial destaca os cinemas negros, o que reitera as nuances educativas e pedagógicas do projeto. O Sertão Negro é um espaço de arte, de cocriação, no meio da floresta da Goiânia, no Brasil.

Esta conferência faz parte do ciclo “Não foi Cabral: revendo silêncios e omissões”, um programa com co-curadoria de Lilia Schwarcz (antropóloga e historiadora brasileira) e Nuno Crespo, que contempla uma agenda de concertos, conferências, exposições e performances, que vão decorrer entre 16 de fevereiro e 24 de maio. O ciclo é organizado pela Escola das Artes, em parceria com a Universidade de São Paulo (Brasil) e a Universidade de Princeton (EUA).

*Fernanda Teixeira

Crónica Postal: 80 POR CENTO NÃO CONFIA


Analisar o estudo da PORDATA confirma-se o que sabemos: os portugueses não confiam nos partidos. A percentagem é muito preocupante: 80%. Nem conseguem militantes em número razoável: apenas 200 mil portugueses são filiados em partidos. (2%).

Naturalmente que esta preocupante realidade afeta a representatividade daqueles que conduzem os destinos do país. Cada vez são mais aqueles que decidem não votar. Cerca de metade dos eleitores não vota!

“O fim dos partidos políticos?”. O insuspeito e sempre irreverente histórico socialista António Barreto afirmou-o há poucos dias. “Esta eleição veio acelerar o desaparecimento dos partidos políticos. Pelo menos, tal como os conhecemos durante décadas”. É a sua conclusão. Que deve merecer reflexão. Mas, estará o insuspeito António Barreto a afirmar o que sente a grossa maioria dos portugueses? A elevada abstenção não deixa dúvidas. O afastamento e o desinteresse dos cidadãos da vida coletiva é uma (triste) realidade. Não votam porque acham que o seu voto de nada vai valer. Acreditam que vai continuar tudo igual, que só mudam os rostos. Não acreditam que a sua qualidade de vida vai melhorar. Cansados de promessas que não são cumpridas.

Os políticos do poder central que nos governa estão sempre muito distantes dos cidadãos que os elegem. Por vezes parece que não conhecem o país que governam. São raros os que sensíveis aos problemas dos cidadãos. Sejam empresários, trabalhadores ou jovens que anseiam concluir os estudos para emigrar.

A poucos meses da celebração dos 50 anos da Revolução de abril, devemos perguntar: onde está o país que nos foi prometido?!

EDUARDO COSTA, presidente da Associação Nacional da Imprensa Regional

Destaque

“A poucos meses da celebração dos 50 anos da Revolução de abril, devemos perguntar: onde está o país que nos foi prometido?!”

Marinha Grande | PIP PARA REVITALIZAÇÃO DAS PISCINAS DE SÃO PEDRO DE MOEL APROVADO

 A proposta de revitalização do Complexo Edificado das Piscinas de São Pedro de Moel foi aprovada, por unanimidade, pela Câmara Municipal da Marinha Grande, esta terça-feira, 5 de março de 2024, para ali acolher piscinas e um empreendimento turístico, após mais de 10 anos do seu encerramento ao público.
No âmbito da apreciação do respetivo Pedido de Informação Prévia (PIP), foram dadas a conhecer as intenções da empresa proprietária do espaço, para a construção do novo Complexo Turístico das Piscinas, durante a reunião descentralizada da Câmara Municipal, que aconteceu no Edifício Cosmos Azul e Mar, em São Pedro de Moel.
O presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande, Aurélio Ferreira, regozija-se com a aprovação deste PIP, lembrando “a grande importância que representa a requalificação das Piscinas de São Pedro de Moel, para devolver a dignidade de um local que faz parte da memória coletiva dos marinhenses e de todos aqueles que recordam este complexo pelas férias que ali viveram”.
Aurélio Ferreira salienta que, desde o encerramento das Piscinas, em 2013, “muitas foram as tentativas de concretizar a sua requalificação, infelizmente sem sucesso”. O presidente esclarece que, “nos últimos dois anos, intensificámos os esforços e a estreita colaboração do Município com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e a Gestoliva Imobiliária SA, para se encontrar uma solução viável, sustentável e que respeite os instrumentos de planeamento do território”.

A proposta do projeto que hoje foi conhecida, “é um complexo turístico moderno, com uma arquitetura leve e contemporânea, integrado na paisagem, que vai ao encontro das mais exigentes práticas de sustentabilidade ambiental. É um projeto que respeita a História, os valores e o carisma de São Pedro de Moel. É um projeto aberto a todos, que vai manter a piscina aberta ao público veraneante, como queria o seu primeiro fundador”, acrescenta o presidente Aurélio Ferreira.

“Reabilitar o Complexo de Piscinas de São Pedro de Moel será a concretização de um objetivo e de um sonho, não apenas para a empresa detentora do imóvel, mas também para o Município e para toda a comunidade, que vai requalificar e embelezar a praia de São Pedro de Moel, aumentar a oferta hoteleira, criar postos de trabalho e dinamizar a economia”, acrescenta o presidente.

O arquiteto Paulo Reis Silva, da empresa Saraiva + Associados, enumerou as principais ações de recuperação do edifício existente, para permitir um uso requalificado do espaço mantendo o atual uso de serviços e estabelecendo relação com o uso público de um equipamento que fez parte da memória coletiva da Marinha Grande.

Pretende-se manter os objetivos iniciais, fazendo a adaptação necessária, desagravando a ocupação humana neste troço de costa.

A proposta para a requalificação e adaptação do edifício existentes visa recuperar o conjunto antes construído, inserido na encosta, recuado em relação ao mar, mantendo o espaço exterior o mais livre possível.

Mantém-se o uso de serviços turísticos, com a instalação de um empreendimento de 15 apartamentos turísticos de tipologia T1 e T2, com classificação de 3 estrelas, um ginásio e um kids club. O novo edifício reduz a sua área de construção e redefine o seu volume, assegurando maior harmonia do conjunto com a envolvente. O empreendimento inclui, também, piscinas exteriores, um grande espaço de solário, área de animação infantil e espaços de lazer ao ar livre e um restaurante / lounge / cafetaria com esplanada.

A zona sul é reservada às piscinas, com um grande plano de água e com a piscina de saltos transformada em chapinheiro para crianças, mantendo as pranchas como memória. A piscina grande será redimensionada numa outra configuração.

Paralelamente, foi aprovado outro PIP relativo à construção de um conjunto habitacional, no terreno que confina a nascente com o Complexo das Piscinas, composto por 14 apartamentos, de tipologias T2 e T3, em dois pisos e um piso de cave de estacionamento para 33 lugares (3 dos quais para mobilidade reduzida).

*Gabinete de Comunicação e Imagem

FÁBIO OLIVEIRA E MARTA MARTINS DOMINARAM A PROVA. CAMPEONATO DISTRITAL DE CORTA MATO CURTO VOLTOU A DISPUTAR-SE EM CASTELO DE PAIVA

 

GDC de Guilhovai esteve em grande nível nesta jornada desportiva
Fábio Oliveira (GD Guilhovai) e Marta Martins (GD Guilhovai), foram os grandes vencedores do 25º Campeonato Distrital de Corta Mato, na vertente Curta, realizado no passado Domingo em Castelo de Paiva, numa organização da Associação de Atletismo de Aveiro,  contando com o apoio da Câmara Municipal de Castelo de Paiva e colaboração das colectividades locais, Grupo Desportivo e Cultural de Castelo de Paiva e Associação Desportiva C.C.J. Clark, traduzida numa jornada desportiva de sucesso, que juntou mais de 570 atletas aveirenses, na pista do amplo espaço da Quinta do Hotel Rural S. Pedro, em Sobrado. A atleta paivense Ana Pereira, da ADCCJ Clark também esteve em destaque nesta prova, que voltou a ser um sucesso desportivo.
Apesar das más condições climatéricas que se fez sentir, o Campeonato Distrital de Corta-Mato, vertente curta, teve uma excelente adesão de participantes e destinou-se a atletas masculinos e femininos dos escalões de Sénior e Veteranos, Juniores, Iniciados, Infantis e Benjamins inscritos em clubes filiados na Associação de Atletismo de Aveiro, registando-se a presença de mais de cinco centenas e meia de atletas pertencentes a cerca de 20 equipas de todo o distrito.
No escalão feminino, Marta Martins, da equipa do GD Guilhovai, com a marca 16,02m foi a vencedora da prova, batendo a atleta paivense Ana Pereira, da ADCC J Clark (16.30), que obteve também o 1º lugar na categoria de Sub23, e Ana Marta Pinto, do Recreio Desportivo de Águeda ( 16,43 ) na luta pelo lugar mais alto do pódio.
 Já no sector masculino, domínio completo do Grupo Desportivo Cultural Guilhovai, com Fábio Oliveira em destaque, a vencer a corrida de 4000m em Castelo de Paiva, conseguindo o registo de 12.51m, um pior tempo do que em 2023, mas superiorizando-se na chegada ao colega de equipa Victor Oliveira, com 13.11, e Luís Mendes, do GDC Guilhovai, com a marca de 13.12, e ainda Amado Martins, da mesma equipa e vencedor da edição transacto, com um registo de 13.19, sublinhando-se que, o melhor atleta paivense neste escalão, foi Pedro Moreira, da ADCJ Clark, com um tempo de 13.23, em 6º lugar, e Bruno Pinheiro, da ADCCJ Clark, no 14º lugar, com o registo de 14.12m.
Na classificação por equipas, o CDFE ganhou o título feminino, à frente do da ADCCJ Clark’s de Castelo de Paiva e do Jorba, enquanto pelo lado masculino, triunfou absoluto da equipa do GDC de Guilhovai, sagrando-se assim campeã distrital, seguida da ACR Vale de Cambra e SC de Espinho.
Nas restantes provas, Laura Bento, do Beira Mar triunfou no sector Infantis Femininos e David Cheropov, do Arada Atlético Clube, venceu o sector masculino, enquanto que, nos Iniciados /Prova aberta ( 2000m ) David Moura do CD Feirense ganhou a corrida masculina e Sofia Teixeira, do Atletas Fim de Semana venceu a prova feminina, sendo que, na classe Benjamins 500m a vitória foi para Maria Dias, do Caldas de S. Jorge, e Santiago Oliveira, do Grupo Grecas - Vagos, venceu o sector masculino, finalizando a classe de Benjamins A Sub 10 com a vitória feminina para Vitória Dias, do Caldas de S. Jorge, e Gonçalo Rocha, do Grecas - Vagos, com o triunfo no escalão masculino.
No escalão de veteranos (4000 m), Sandra Ferreira, do GDC Guilhovai dominou a corrida, com o registo de 16,39, enquanto nos masculinos a prova foi ganha por Fernando Lemos, do Grecas Vagos com o tempo de 13,37, sendo que Adélia Tavares, da ADCJClark, assegurou o 4º lugar e sagrou-se vencedora na categoria +50 com um tempo de 18.21.
José Rocha, presidente da edilidade paivense, juntamente com Liliana Vieira, Vereadora do Desporto e Cultura, marcaram presença na cerimónia de entrega de prémios aos atletas que mais se distinguiram nesta final do campeonato distrital de corta-mato, e o presidente evidenciou mesmo a satisfação do município participar nesta organização desportiva, endereçando felicitações aos restantes parceiros deste evento que, apesar do mau tempo, voltou a trazer centenas de atletas a Castelo de Paiva.
O autarca local congratulou-se com a excelente adesão de equipas e atletas, com o sucesso desta grande jornada de atletismo distrital e pelo facto do município voltar a ser um digno anfitrião de um grande evento desportivo, louvando a forma dinâmica como as corridas foram sendo realizadas, motivando sempre uma competição saudável entre valorosos atletas que
deixaram muita determinação na pista e deram espectáculo neste evento desportivo, enaltecendo a importância da prática desportiva, nos últimos tempos mais valorizada.
 A exemplo de anos anteriores, e beneficiando do prestígio alcançado e traduzido em diversos títulos, do trabalho desenvolvido pelas duas colectividades que nesta terra promovem a modalidade, o presidente José Rocha agradeceu a todos quantos contribuíram para esta jornada desportiva, evidenciando, além da vertente desportiva, esta forma de ajudar potenciar e a promover o território municipal, e a contribuir também para ajudar a alavancar da economia local. 
Feliz com este sucesso e com as provas desenroladas com uma expectativa sempre crescente, Manuel Vieira, presidente do Grupo Desportivo e Cultural de Castelo de Paiva, na hora dos agradecimentos, fez um balanço muito positivo da jornada destacando o trabalho da Associação de Atletismo de Aveiro e dos parceiros da organização.

*Carlos Oliveira
Gabinete de Imprensa e Relações Públicas