A Câmara Municipal de Cantanhede atribuiu à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede (AHBVC) um subsídio no valor de 90 mil euros, destinados a comparticipar nas despesas com as obras de beneficiação do edifício do quartel e demais instalações. O subsídio vai ser entregue nos anos de 2018 e 2019 em duas tranches de 45 mil euros cada.
O final da tarde do último sábado, dia de Noite Branca na Expofacic a favor dos bombeiros de Cantanhede, foi o momento escolhido para a assinatura do protocolo entre a Câmara Municipal de Cantanhede e a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede (AHBVC).
Perante uma assistência composta por diversos elementos do executivo camarário, dos órgãos sociais da AHBVC, do comando dos BVC e de diversos visitantes da Expofacic, João Moura, presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, explicou os termos do protocolo: a autarquia compromete-se a apoiar a AHBVC com um subsidio global de 90 mil euros, sendo 45 mil euros a afetar ao ano de 2018 e os restantes 45 mil euros a afetar ao ano de 2019. Em contrapartida, a AHBVC compromete-se em colaborar na vigilância e prevenção de incêndios florestais, em articulação com o Serviço de Proteção Civil do Município de Cantanhede, em efetuar a coordenação dos Nadadores Salvadores durante as épocas balneares de 2018 e 2019, em efetuar obras de beneficiação no quartel e demais instalações, em colaborar nas diferentes iniciativas organizadas e apoiadas pelo município no âmbito da Proteção Civil e em desenvolver todos os esforços para a organização e realização anualmente de um curso de nadadores salvadores.
“Gente de paz”
Depois de lembrar o desafio que foi lançado ao Município pelo comandante José Oliveira, aquando a sua tomada de posse, em maio último, João Moura afirmou que estão a ser desenvolvidos esforços no sentido de garantir benefícios fiscais aos bombeiros, nomeadamente através da auscultação de outros municípios.
Já Adérito Machado, presidente da Direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede, enalteceu o simbolismo da Noite Branca e a importância que esta tem para os Bombeiros, “gente de paz, sempre disponível para ajudar a todos”.
“É esta magia que faz com que os bombeiros tenham equipamento, tenham fardamento com dignidade, tenham capacidade e condições para socorrer rapidamente toda e qualquer pessoa que o necessite”, salientou.
Adérito Machado aproveitou ainda o momento para informar que as obras do quartel sede dos Bombeiros de Cantanhede já se encontram concluídas e que até ao final do ano de 2017 terminarão igualmente as obras de beneficiação do quartel da Tocha.
A terminar, o presidente da Direção da Associação Humanitária dos Bombeiros de Cantanhede leu em voz alta um texto que se encontra disponível na internet e que terá sido escrito por um bombeiro.
“O valor no mundo não será decidido pelas coisas materiais, mas pelo que conseguimos fazer sem nada, por amor à causa e por respeito à tristeza que se tornou a humanidade! Estas serão palavras e sentimentos que nem a morte destruirá. Somos alma e coração, o resto ao mundo pertence”, termina o texto, cuja mensagem sensibiliza particularmente Adérito Machado.
Sonia Racy, da coluna do Estadão, diz que os advogados mais atentos registraram recente sinalização de Gilmar Mendes em mudar seu voto a favor da prisão após condenação de segunda instância, decidida pelo STF em fevereiro do ano passado.
Com isso, o entendimento do STF seria alterado, já que a última votação foi de seis a cinco (pró-prisão).
Se alterada, a prisão poderá acontecer quando não houvesse mais possibilidade de recurso, ou seja, somente após a decisão do STF.
Se um meio termo for adotado, a prisão só ocorrerá depois da decisão do STJ – e, portanto, antes do STF. A execução passaria da segunda para a… terceira instância.
Nos dois casos, é um decreto de impunidade de Lula e companhia, pois abriria brecha para o petista disputar as eleições de 2018, decididas pelas urnas eletrônicas, que são de total controle de Gilmar Mendes.
Se o povo não reagir, seremos escravizados assim como fizeram com os venezuelanos.
A escritora Filomena Marona Beja afirma, em entrevista ao esquerda.net, que a atual solução governativa “dá esperança aos portugueses” e que é preciso combater a ideia que os partidos são todos iguais. Por Pedro Ferreira
Filomena Marona Beja - Foto de André Beja
No seu último livro a que deu o título Avenida do Príncipe Perfeito(Edições Parsifal) percorre os últimas décadas da História de Portugal e termina em 2008, ano em que rebentou a crise financeira mundial. Na sua opinião este colapso poderia ter sido evitado?
A crise era previsível até porque não era muito difícil ter a noção que a situação tal como estava não podia acabar bem.
E é por isso que o último capítulo deste romance nos fala de sonhos desfeitos, falências, desemprego, fome e miséria?
Em Portugal a situação foi sendo escondida, o país já tinha sofrido a intervenção do FMI por duas vezes [1977 e 1983] após o 25 de Abril e depois disso deu-se a adesão à então CEE, a situação melhorou um pouco e as pessoas iludiram-se julgando que tudo ia correr melhor. Afinal, vinha aí o dinheiro da Europa.
Filomena Marona Beja ganhou o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores (APE)/ Direção Geral do Livro e das Bibliotecas (DGLB) com o livro “A Cova do Lagarto” e o Grande Prémio de Literatura DST com o romance Betânia e a Sopa, em 2006
Mas foi o poder político que criou deliberadamente essa ilusão, ou estava ele próprio deslumbrado com a integração europeia?
Quando Cavaco Silva assumiu o poder, tentou iludir o país e com a teimosia que o caracteriza foi impondo as suas ideias e na minha opinião fez uma má gestão dos fundos provenientes da Europa.
Quais foram os principais erros que impediram um desenvolvimento mais equilibrado do país?
Havia prioridades imediatas como a saúde, a educação e também um investimento sério que tivesse permitido ao país produzir aquilo que consumia. Repare que a maioria dos produtos eram importados porque houve compensações financeiras para empobrecer a nossa agricultura e reduzir a frota de pesca através do abate de embarcações.
Mas isso não foi o resultado das contrapartidas negociadas entre Portugal e os restantes Estados-membros da comunidade?
As negociações não acautelaram os interesses do país tendo-se optado pela política do betão que dá mais votos que o investimento em áreas fundamentais como aquelas que já referi mas que no imediato são pouco visíveis aos olhos dos cidadãos.
Centra a narrativa deste romance num atelier de arquitetura que fervilha de atividade, de projetos, o que nos leva a entrar num universo onde tudo parece possível. Estamos perante um país inebriado por um consumismo sem limites e onde a ética se vai diluindo?
Nos anos 80 e 90, a situação mudou muito e de forma repentina e independentemente dos avanços trazidos pela democracia, houve uma euforia que algumas décadas depois acabaria por nos empurrar para um precipício.
Foi uma oportunidade perdida?
Às vezes penso se os portugueses em geral olham para determinados períodos como oportunidades que levem ao desenvolvimento do país ou, ao invés, em momentos que sirvam apenas para dar nas vistas. Por exemplo, a Expo 98, aquilo até correu bem e no fim...
Mas a Expo 98 foi necessária para a afirmação de Portugal?
Sim, talvez tenha sido.
Mas os Descobrimentos não são propriamente um momento muito feliz porque como afirmam hoje alguns historiadores foram o passo decisivo no caminho da colonização e da escravatura.
Mas o tema da exposição foram os mares e os oceanos e para mim esse momento significa o ir, o arriscar.
Filomena Marona Beja -Foto de André Beja
Acha que esse é o grande momento da História de Portugal?
De certa maneira sim, apesar de sempre ter havido uma certa tendência para se olhar para ele como uma gesta heróica sem aprofundar outros aspectos que estão na sua génese. Na minha opinião foi uma grande aventura feita com aquela 'inconsciênciazinha' que carateriza os portugueses que se atiram para a frente, para fazer coisas às vezes de uma forma pouco pensada.
Mas essa suposta glória, essa coragem e determinação foram usadas pela ideologia salazarista para justificar muitas das suas políticas, nomeadamente a existência do império colonial.
Houve esse aproveitamento político mas o que importa realçar são os avanços científicos e neste campo cabe referir o matemático Pedro Nunes (1502-1578) que em meados do século XVI obrigou os pilotos portugueses a usar numeração árabe quando eles ainda contavam pelos dedos. Imagine-se como é que se podiam calcular latitudes e longitudes apenas através de sombras. Tudo isto foi importante para a Matemática só que depois não se soube aproveitar o que não é uma situação virgem no nosso percurso enquanto povo, porque temos desperdiçado muitas oportunidades que têm contribuído para a persistência do nosso atraso
Já falou de algumas ilusões vividas pelos portugueses que acabam sempre por se esboroar ficando apenas o lamento, talvez mesmo a ressaca de algo que não se soube aproveitar. Quando o governo do PSD/CDS ascendeu ao poder em 2011, o primeiro-ministro, Passos Coelho, acusou os portugueses de viverem acima das suas possibilidades responsabilizando-os pelas dificuldades em que o país tinha mergulhado. Enquanto escritora e cidadã como é que analisa esse momento?
A grande responsabilidade das pessoas foi terem dado a vitória nas eleições a uma pessoa com aquelas características quando já tinham preparação para ver no que se estavam a meter. É certo que algumas foram atrás do marketing, da pressão dos bancos e até de alguns órgãos de comunicação social para contrair créditos de montantes que não conseguiram depois suportar. É no entanto preciso dizer que já havia quem vivesse muito mal, abaixo do patamar mínimo de sobrevivência. Essa observação do ex-primeiro-ministro foi um pretexto para impor a suas políticas e são também a prova de que as generalizações são perigosas porque distorcem a realidade.
Em 1998, publica “As Cidadãs”, um livro sobre a afirmação cívica e política das mulheres durante a I República.
Escrevi esse livro talvez influenciada pela figura da minha avó que era uma republicana dos quatro costados tendo-se envolvido no movimento das sufragistas. No entanto e com alguma ironia a primeira vez que teve possibilidades de votar foi já em abril 1975 para a Constituinte. E foi também a última porque entretanto morreu.
Foi uma verdadeira revolucionária. Na madrugada do dia 25 de Abril de 1974, ela vivia com a minha mãe nos Olivais, em Lisboa, e quando soube que estava a acontecer uma revolução disse para uns vizinhos e um primo que se tinham juntado lá em casa porque não podiam circular pela cidade:”Uma revolução e eles todos aqui em casa? Tudo para a rua!”.
Em 2007 escreveu “A Cova do Lagarto”1, que nos remete para a vida e obra de Duarte Pacheco (1900-1943), ministro das Obras Públicas de Salazar. Sente algum fascínio pela figura deste homem que morreu tragicamente num acidente de automóvel?
Ele morreu seis meses antes de eu nascer e posso afirmar que era um homem fascinante que tinha uma visão muito diferente de Salazar, algo que ficou expresso nas obras que nos legou.
Mas foi Duarte Pacheco que convenceu Salazar a regressar à vida política criando as condições para ele voltar ao poder.
Como engenheiro foi extraordinário e apesar de ser um exercício puramente especulativo não sabemos o que teria acontecido se não tivesse morrido tão cedo.
Poderia ter seguido o caminho de Humberto Delgado que acabou por romper de forma inequívoca com o regime?
Penso que sim. Afinal de contas, era Salazar que precisava de Duarte Pacheco e não o contrário.
O Zé da Messa foi sempre uma pessoa consciente do que estava mal na sociedade e acabou por ser vítima de um crime de natureza política num país democrático. É preciso que as pessoas nunca esqueçam isto porque afinal uma sociedade democrática também têm pessoas capazes de matar movidas pelo ódio
Na sua bibliografia há ainda lugar para o romance Bute Daí, Zé! editado em 2010 e que é uma homenagem a José Carvalho (conhecido como Zé da Messa), dirigente do PSR assassinado em 1989 por um grupo de skinheads, em Lisboa. Conheceu-o?
Cruzei-me com ele em comícios e manifestações, conversei como pessoas que privaram com ele e pensei que a história tinha de ser contada.
O Zé da Messa foi sempre uma pessoa consciente do que estava mal na sociedade e acabou por ser vítima de um crime de natureza política num país democrático. É preciso que as pessoas nunca esqueçam isto porque afinal uma sociedade democrática também têm pessoas capazes de matar movidas pelo ódio.
No final do livro escreve : “Nada daquilo ficou gravado. Nem VHS. Uma máquina de filmar, sequer. Das antigas: oito milímetros. Por isso, ao julgar, todos foram brandos. E deixaram as grades entreabertas”.Para si, a Justiça não esteve à altura para apurar todos os factos relacionados com o homicídio?
Tenho a convicção de que as coisas não se passaram da forma como o tribunal concluiu. Houve outros responsáveis que acabaram por ficar impunes.
Atualmente e na sequência das eleições legislativas de 2015 há um ciclo político com um governo do PS que tem o apoio parlamentar do Bloco de Esquerda, do PCP e do PEV. Como é que olha para esta realidade?
Desde logo, posso dizer que gosto muito do nome “geringonça”, que é da autoria do antigo dirigente do CDS-PP, Paulo Portas.
Há quem não goste...
Eu acho giríssimo, tanto mais que nos remete para algo que é frágil, que requer muita habilidade para se pôr a funcionar. Mas vai funcionando embora para se manter seja preciso de vez em quando colocar um pingo de óleo, apertar um parafuso e treinar a forma de tudo aquilo se encaixar.
Apesar desse retrato sobre os múltiplos cuidados que é preciso ter, a dita “geringonça” dá esperança às pessoas?
Acho que sim. Ainda há dias ouvi um velhote na televisão dizer que, apesar de tudo, a sua vida agora está melhor. E eu pensei que se calhar foi porque os filhos arranjaram emprego, ou quem sabe devido a algum aumento da sua pensão, mesmo que pequeno. Mas ele disse isso e talvez até nem fosse capaz de explicar, mas pelo menos não lhe estão sempre a tirar.
Sente que da parte das pessoas há um certo alívio?
Há uma descompressão política e social no país trazida por esta maioria e eu só espero que nas próximas eleições as pessoas vão votar e não tenham aquelas brancas que às vezes acontecem para não ficarem em casa a dizer que são todos iguais e assim justificar a sua atitude abstencionista.
Acha que esta maioria vai cumprir a legislatura?
Confesso que tenho algum receio do Presidente da República
Porquê?
Não é a pessoa que mostra ser e é perigosamente inteligente. Julgo que está à espera que o PSD arrume a casa após as eleições autárquicas.
À espera um PSD de “cara lavada”, sem Passos Coelho?
Isso é evidente para toda a gente. Este cenário implica que os partidos que apoiam no Parlamento o governo de António Costa (que também é uma pessoa muito inteligente) não percam a cabeça porque quanto a mim não é na aprovação dos Orçamentos do Estado que haverá desentendimentos. Há outros aspetos de natureza mais perversa a que é preciso estar muito atento.
1“A Cova do Lagarto” recebeu o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores (APE)/ Direção Geral do Livro e das Bibliotecas (DGLB).A escritora ganhou ainda o Grande Prémio de Literatura DST com o romance A Sopa, em 2006.
Artigo corrigido na nota em 8 de agosto de 2017 às 12.20h
Fonte: Esquerda.net
O ciclo Noites do Parque, que é anualmente levado a cabo no concelho de Torres Vedras para dinamizar espaços públicos recentemente intervencionados, chega em 2017 ao seu término com um concerto do grupo Chão da Feira no próximo dia 12 de agosto, pelas 22h.
O histórico Parque do Choupal, cujas obras de requalificação foram inauguradas há dois anos, o qual se integra numa zona de Torres Vedras cuja intervenção de regeneração urbana está agora a ser iniciada, foi, recorde-se, este ano, o local escolhido para os concertos daquele ciclo.
De referir a propósito do último concerto deste ano das Noites do Parque que o grupo Chão da Feira conta com dezenas de canções originais, onde coexistem a tradição e a modernidade, o orgânico e o mecânico, o sagrado e o profano. A banda mistura as raízes portuguesas com sonoridades de todo o mundo. Chão da Feira fala de flores, de armas, do amor, de mulheres e de homens, orgulha-se de espalhar mensagens envoltas pelas construções melódicas das suas vozes…
Os concertos do ciclo Noites do Parque são, recorde-se, gratuitos.
De Quinta-feira a Domingo (10 a 13 de Agosto) tem lugar o I Certame de Vinhos da Marina de Portimão, no decorrer do qual os visitantes poderão provar e adquirir alguns produtos que estão fora dos circuitos normais de distribuição e que pretende fortalecer a imagem dos vinhos portugueses junto dos turistas nacionais e internacionais que estão de férias na região. O copo para provar os vinhos participantes terá um custo de €3,00.
Está já confirmada a presença de oito produtores nacionais nesta 1ª edição, nomeadamente: Positive Wines (Bairrada); Marchalégua (Algarve/Faro); Quinta da Tôr (Algarve/Loulé); Herdade do Pico (Baixo Alentejo/Amareleja); Cultural vinhos (Alentejo/Estremoz); Herdade dos Outeiros Altos (Alentejo/Estremoz); Monte do João Martins (Alto Alentejo /Portalegre) e Quinta da Casa Boa (Lisboa/ Runa).
Este evento apresentará ainda sabores do Algarve confeccionados pelos restaurantes aderentes na zona envolvente à Marina de Portimão e um programa de actividades ligado aos desportos na praia com aulas de surf e padlle a cargo da Playsurf, um dos parceiros desta iniciativa.
A Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha atribuiu 296 500 euros em subsídios anuais a 61
coletividades e associações culturais, recreativas, sociais e desportivas do Concelho. Em 2017,
há mais oito entidades contempladas com os apoios da Autarquia, tendo o valor total atribuído
aumentado cerca de cinco por cento em relação ao ano anterior.
Os clubes e associações desportivas com atividade regular receberam a maior “fatia” dos
apoios, 174 700 euros, seguindo-se as bandas de música, com 45 000 euros. As coletividades
da área cultural, recreativa e social foram contemplados com 42 250 euros, os ranchos e
grupos folclóricos, com 25 750 euros, e os quatro Agrupamentos de Escuteiros receberam um
total de 7000 euros. Finalmente, aos grupos de columbofilia, caça e pesca foram atribuídos
1800 euros. Para além dos subsídios anuais, a Autarquia apoio atividades e eventos pontuais
desenvolvidos pelas associações e coletividades.
O Presidente da Câmara Municipal afirma que a atribuição de subsídios às coletividades,
associações e clubes é um contributo importante para o dinamismo do Concelho, não só em
termos de organização de eventos, mas também no que diz respeito à ocupação dos tempos
livres das diferentes faixas etárias, com destaque para os mais jovens, bem como a
preservação da cultura e tradições locais. O autarca salienta, ainda, o papel na promoção do
Concelho pelo País e além-fronteiras, levando um maior número de pessoas a reconhecer a
vitalidade e qualidade da sua comunidade. A atribuição do prémio Cultura da Gala Litoral
Awards e do galardão “Município Amigo do Desporto” são dois exemplos do reconhecimento
que Albergaria-a-Velha tem granjeado nos últimos tempos.
Subsídios anuais 2017
Associações/ Coletividades
Valor em euros
Associação Cultural e Recreativa Sobreirense 1000,00
Associação, Os Amigos de Vale Maior 1500,00, Grupo de Teatro "A Bateira" 2500,00, Grupo Recreativo e Cultural de Telhadela 2000,00, União Desportiva e Cultural de Mouquim 3000,00, Associação dos Amigos das Escolas Cultura e Recreio de Loure 1000,00, Associação Sócio-Cultural Recreativa e Desportiva “A Espiga” 2000,00, Associação dos Amigos dos Animais de Albergaria-a-Velha 3000,00, AlbergAR-TE - Associação Cultural 2750,00, Culturalb - Associação de Artes, Recreio e Cultura de Albergaria-a-Velha 2250,00, Grupo de Cantares de Santa Eulália 1750,00, Associação Motociclista de Angeja "Terrríveis do Paralelo" 500,00, Arcádia - Associação de Arte e Cultura em Diálogo 500,00, Avilar - Associação para a Promoção da Aldeia de Vilarinho de S. Roque 1000,00, Associação Cultural Os Judas do Fial 1000,00, Donaldeia - Associação de Promoção e Desenvolvimento Rural 1000,00, Associação Cultural Recreativa Escola de Samba Unidos de Vila Régia 1250,00, Associação Social Idosos Com Vida 3500,00, Educalba – Associação de Cultura e Educação de Albergaria-a-Velha 3500,00, Casa do Povo de Alquerubim 750,00, Associação de Jovens Empreendedores de Albergaria-a-Velha 500,00, Associação Juventude Branquense 1250,00
Associação BioLiving 1000,00, Associação Quinta das Relvas 500,00, Associação Cultural Recreativa Carnaval Albergaria-a-Velha 1000,00, Clássicos de Soutelo 500,00, Amar Sem Diferenças 1000,00, Clube de Nobrijo 750,00, TOTAL 42 250,00
Agrupamentos de Escuteiros Valor em euros
CNE - Albergaria-a-Velha - Agrupamento nº 838 1750,00
CNE - Angeja - Agrupamento nº 1145 1750,00
CNE - Branca - Agrupamento nº 1116 1750,00
CNE - Valmaior - Agrupamento nº 1178 1750,00
TOTAL 7000,00
Bandas/ Associações Musicais Valor em euros
Associação de Instrução e Recreio Angejense 9000,00
Associação Recreativa e Musical "Amigos da Branca" 12 500,00
Banda Recreativa União Pinheirense 9000,00
Banda Velha União Sanjoanense 9000,00
Grupo Desportivo e Cultural de Ribeira de Fráguas 5500,00
TOTAL 45 000,00
Columbofilia, Caça e Pesca Valor em euros
Grupo Columbófilo de Albergaria 600,00
Grupo Columbófilo de Valmaior 600,00
Associação de Caçadores da Branca – 600,00 600,00
TOTAL 1800,00
Ranchos/ Grupos Folclóricos Valor em euros
Grupo Folclórico Cultural e Recreativo de Albergaria-a-Velha 3750,00
Grupo Folclórico e Etnográfico de Albergaria-a-Velha 3750,00
Centro Cultural Recreativo e Desportivo do Fial 3750,00
Rancho Folclórico da Casa do Povo de Angeja 3750,00
Rancho Folclórico de Ribeira de Fráguas 3750,00
Grupo Folclórico As Lavadeiras do Vouga 3000,00
Rancho Folclórico "Ecos da Memória" 2000,00
Rancho Folclórico Malmequeres de Campinho 2000,00
TOTAL 25 750,00
Clubes/ Associações Desportivas Valor em euros
Associação Juvenil de Angeja 6900,00
Associação de Karaté Shotokan Albergaria 3100,00
Branca Activa Sport Clube 3000,00
Centro de Actividades Populares de Alquerubim 5000,00
Clube de Albergaria 30 000,00
Clube Desportivo de Campinho 10 500,00
Clube Recreativo e Cultural Sanjoanense 17 500,00
Grupo Desportivo Beira Vouga 10 200,00
Grupo Desportivo e Recreativo de Soutelo 19 000,00
Grupo Recreativo e Cultural de Telhadela 11 750,00
Jobra – Associação de Jovens da Branca 6100,00
Sport Clube Alba 49 900,00
União Desportiva de Vale Maior 1750,00
TOTAL 174 700,00
A Câmara Municipal da Marinha Grande aconselha a população e turistas a utilizar as praias balneares da Vieira, Pedras Negras, Praia Velha e São Pedro de Moel, que usufruem de vigilância, acessibilidades e controlo da qualidade da água.
De entre as praias balneares do concelho, a Praia da Vieira e São Pedro de Moel foram uma vez mais distinguidas como praias acessíveis pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), por estarem dotadas das condições necessárias para que os cidadãos com mobilidade condicionada possam aceder aos areais e, sempre que possível, também à água.
O projeto “Praia Acessível” visa tornar acessíveis as praias portuguesas às pessoas com mobilidade condicionada e sensibilizar todas as pessoas para a problemática das pessoas com mobilidade condicionada.
A vice-presidente da Câmara, Cidália Ferreira, e o representante da APA, Edgar Mesquita, acompanhados de um dos nadadores-salvadores de São Pedro de Moel, hastearam a bandeira que confirma a acessibilidade daquela praia, na passada sexta-feira, 4 de agosto.
Pedras Negras e Praia Velha foram, mais uma vez, classificadas como “Praia com Qualidade de Ouro 2017, pela Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza, que anualmente distingue as praias costeiras e fluviais com melhor qualidade da água.
Este galardão é atribuído anualmente por aquela organização às praias portuguesas com melhor qualidade da água, tendo como critérios: ter qualidade da água “Excelente” nas cinco últimas épocas balneares e todas as análises realizadas, sem exceção, na última época balnear deverão ter apresentado resultados melhores que os valores definidos para o percentil 95 do anexo I da Diretiva relativa às águas balneares.
A identificação, gestão, monitorização e classificação da qualidade das águas balneares é da responsabilidade da Agência Portuguesa do Ambiente que, anualmente, publica em portaria as praias consideradas balneares.
Para a sua classificação, é necessário que assegurem assistência a banhistas, acessibilidades, infraestruturas e controlo da qualidade da água.