quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Seis bombeiros de Leiria feridos, um deles com gravidade, no fogo em Oleiros


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Seis bombeiros de Leiria foram hoje apanhados pelas chamas a caminho do combate ao fogo que lavra no concelho de Oleiros, no distrito de Castelo Branco, tendo um deles ficado em estado grave, informou a Proteção Civil.

Segundo a adjunta de operações da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) Patrícia Gaspar, o incidente aconteceu com dois veículos de um grupo de bombeiros de Leiria que se deslocavam para o apoio ao combate ao incêndio em Oleiros.

O acidente provocou seis feridos, dos quais cinco feridos ligeiros e um ferido grave que deverá ser transportado para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa.

Fonte do Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Castelo Branco adiantou à Lusa que estes elementos dos Bombeiros Voluntários de Leiria "foram apanhados por uma frente de fogo" e "iam em dois veículos de abastecimento, com menos mobilidade, e não conseguiram fugir".

De acordo com a mesma fonte, o incidente aconteceu às 18h40 na localidade de Foz do Giraldo, no concelho de Oleiros.

No habitual briefing da ANPC, em Oeiras, distrito de Lisboa, Patrícia Gaspar atualizou o número de feridos no âmbito dos fogos, indicando que desde 10 de agosto e até hoje há registo de 99 pessoas assistidas, 160 feridos, dos quais 151 feridos ligeiros e nove feridos graves, e uma vítima mortal - o piloto do helicóptero que combatia os fogos em Castro Daire.

Esta morte soma-se às 64 registadas na sequência do incêndio que deflagrou em junho em Pedrógão Grande.
Três fogos lavram nos concelhos de Oleiros e da Guarda

A Proteção Civil destacou hoje, pelas 19h00, a ocorrência de três incêndios florestais que lavram no concelho de Oleiros, no distrito de Castelo Branco, e um no concelho da Guarda.

De acordo com a adjunta de operações da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) Patrícia Gaspar, desde as 00h00 de hoje registou-se um total de 100 ocorrências, das quais 11 estavam ainda em curso pelas 19h00.

Num briefing na sede da ANPC, em Oeiras, distrito de Lisboa, Patrícia Gaspar disse que das 11 ocorrências de incêndios florestais ativas pelas 19h00, são três os principais fogos, dois deles no concelho de Oleiros.

Aldeia de Dominga Feia evacuada devido a fogo 

A aldeia de Dominga Feia, na Guarda, foi evacuada hoje devido ao fogo rural que lavra naquela região, disse à agência Lusa fonte da GNR.

Segundo fonte do Comando Territorial da GNR da Guarda, pelas 18h45, aquela localidade que pertence à freguesia de Ramela, Guarda, foi evacuada, por segurança, e os habitantes foram conduzidos para um local não especificado.

O presidente da Junta de Freguesia de Ramela, António Neto, confirmou à Lusa que Dominga Feia foi evacuada e que, devido às chamas, que se dirigem para a aldeia vizinha de Serra da Borge, na mesma freguesia, aquela localidade também "poderá ser evacuada a qualquer momento".

A GNR adiantou ainda que devido ao fogo, estão cortadas a Estrada Nacional 18, entre a Guarda e a zona de Benespera (Guarda), e a estrada municipal que liga Barracão, Ramela e Benespera está condicionada à circulação rodoviária.

A fonte disse que a autoestrada A23, entre os nós de Guarda e Benespera, "ainda não foi cortada", mas que essa possibilidade "está a ser equacionada".

O incêndio que deflagrou às 13h44 de quarta-feira em Fernão Joanes, na Guarda, estava a ser combatido às 18h50 de hoje por 402 operacionais, cinco meios aéreos e 114 viaturas.

Dos meios aéreos, três são helicópteros médios / ligeiros e dois são aviões médios.
RTP C/ Lusa

Siemens crea primer centro de control de redes eléctricas inteligentes a nivel mundial


por Yesica Flores
Siemens ha creado en Europa el primer centro de control dinámico de redes eléctricas inteligentes del mundo (Smart Grids) denominado “DynaGridCenter”, que se utilizará como modelo para los centros de control del futuro y se prevé que México sea parte de este tipo de tecnología, aseguró Alejandro Preinfalk.
El vicepresidente de Energy Management, Building Technologies y Mobility de Siemens México y Centroamérica dijo que las redes smart grids son uno de los mayores avances tecnológico y el país estaría formando parte de estos adelantos gracias a la apertura de la Reforma Energética.
Las redes Smart Grids se refiere a las redes de distribución eléctricas inteligentes que equilibran la generación y el consumo de electricidad gracias a su flexibilidad y bidireccionalidad. Se trata de redes que, gracias a avanzadas tecnologías de sensorización y gestión de los datos, son capaces de estabilizar el suministro de la electricidad; realizar el suministro de forma eficiente y seguro así como reducir la vulnerabilidad de las redes eléctricas ante cortes
Preinfalk dijo que la principal labor del nuevo centro DynaGridCenter, es el estudio de las fluctuaciones que se producen en el transporte eléctrico. Una sola de estas fluctuaciones puede provocar el apagón de toda una manzana, de ahí la importancia de su vigilancia.
El directivo señaló que los centros de control actuales carecían de los medios para prever dichas fluctuaciones y se podía ver únicamente la cantidad de energía transportada y hacia dónde se dirigía.
Además, este nuevo centro dinámico, al tener una función de “versión 1.0”, también ayudará a determinar qué estructuras se necesitarán añadir a las actuales para que puedan adaptarse a los cambios del medio energético.
“Actualmente la tecnología Siemens está presente en el 23% de la generación de energía y en el 50% de la distribución en el país. En 2020, Siemens busca ser el principal desarrollador de las redes eléctricas inteligentes conocidas como “Smart Grid” en México” resaltó.
Preinfalk comentó que la Reforma Energética ha permitido la incorporación de nuevas tecnologías que están impulsando la competitividad de la infraestructura eléctrica de México.
“Siemens como aliado estratégico en la implementación de la reforma energética de México, busca contribuir con la CFE al incremento de la eficiencia y confiabilidad de la operación y reducción de gastos de la red eléctrica del país”, puntualizó Alejandro Preinfalk.

NEXON lanza hoy Battlejack RPG de fantasía basado en combates de cartas


por Yesica Flores
NEXON y Grand Cru debutan este verano con un innovador juego de cartas para móviles y tablets basado en el popular Blackjack
NEXON y Grand Cru anuncian que el juego de rol y combates de cartas Battlejack®, ya está disponible en la mayor parte del mundo para dispositivos con iOS y Android. Descárgalo gratis en Google Play y en la App Store.
Battlejack es un RPG completo y estratégico donde los jugadores tendrán que aventurarse a través de un mundo mítico y fantástico, y luchar contra las fuerzas malignas utilizando una experiencia de juego innovadora.
Los jugadores se embarcarán en una épica aventura para derrotar a las malvadas fuerzas del Caos a través de más de una historia con 100 niveles. Los jugadores recolectarán, fusionarán y evolucionarán cartas con héroes míticos y con poderes elementales únicos y diferentes sets de runas, para así crear el mejor mazo con el que derrotar a los enemigos más poderosos.
Con un innovador giro al blackjack, uno de los juegos de cartas más populares del mundo, Battlejack añade también a la fórmula un sistema de rol inmersivo que pone realmente el poder en manos de los jugadores.
Un modo Jugador contra Jugador (PvP) permite a los héroes enfrentarse en batallas no sincronizadas. Éstos podrán unirse también a clanes para luchar juntos contra poderosos enemigos y ganar así puntos de clan, que posteriormente se podrán usar para subir de nivel y ganar recompensas especiales.
“Battlejack toma la emoción del blackjack de siempre y la une con unas mecánicas de juegos de rol para ofrecer una verdadera experiencia de juego innovadora y llena de estrategia,” dijo Lawrence Koh, Director General de Nexon M. “No podemos esperar más a que los jugadores comiencen sus aventuras este verano y estamos encantados de colaborar con Grand Cru en llevar a la vida al hermoso mundo de Midgard.”
“Con impresionantes y altas notas en las tiendas de aplicaciones, los jugadores nos han enseñado que están muy enganchados a la experiencia de combates rápidos que tiene Battlejack,” dijo Markus Pasula, CEO, Grand Cru. “Ya seas un jugador hardcore o más casual, Battlejack tiene algo para todo el mundo, al mismo tiempo que recompensa gratamente la estrategia en las jugadas más simples.”
Para obtener más información sobre Battlejack, por favor visita:

Afrobasket feminino: Moçambique averba terceira derrota e não evita Angola nos “quartos”

Foto da FIBA
As “Samurais” foram incapazes de vencer a sua congénere do Egipto, nesta quarta-feira(23), na última jornada do Grupo B do Campeonato Africano de Basquetebol que decorre no Mali, e vão ter de enfrentar a selecção de Angola nos quartos-de-final.
Embora Nazir Salé tenha tentado afastar a ideia que não era imprescindível vencer as egípcias a verdade é que as suas pupilas sabiam dessa necessidade para garantirem o 3º lugar e evitarem Angola na fase seguinte. Por isso Leia Dongue e companhia cedo começaram a contrariar as adversárias que no entanto assumiram o controle do jogo e venceram o 1º período por 32 a 19.
As moçambicanas deram melhor réplica no 2º período, conseguiram reduzir a desvantagem para apenas 5 pontos, porém o Egipto jogava melhor e saiu para o intervalo com uma vantagem de 6 pontos.
Voltaram melhor as egípcias que dilataram a vantagem para 17 pontos antes de Moçambique marcar os primeiros pontos do 3º período, tinham passado mais de 4 minutos. O Egipto continuou a controlar o jogo alargou a vantagem para 19 pontos.
No tudo ou nada final as egípcias voltaram a impor-se e nem Leia Dongue nem Anabela Cossa conseguiram evitar a derrota, a terceira nas cinco partidas realizadas no Mali, que deixa a nossa selecção no 4º lugar do Grupo B.
Nos quartos-de-final, que se jogam na sexta-feira(25), as “Samurais” vão enfrentar Angola, invicta neste Campeonato e apostada em chegar ao título que lhes foge desde Maputo em 2013, quando venceram justamente a nossa selecção na final.

Fonte: Jornal A Verdade, Moçambique

Pai detido por violar a filha no Chimoio

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Um cidadão está a contas com a Polícia da República de Moçambique (PRM), em Manica, acusado de abusar sexualmente e ameaçar a própria de 13 anos de idade.
O caso foi denunciado pelos vizinhos do indiciado, na semana passada, no bairro Musingaze, na cidade de Chimoio.
António Armando, de 40 anos de idade, nega as acusações que pesam sobre si e desmentiu ainda a outra filha de 10 anos, que confirmou às autoridades policiais e aos vizinhos que o pai mantinha sempre cópula forçada com a irmã.
A dada altura, a menina mais nova contou que, por vezes, nas noites, ouvia a irmã mais velha a implorar para que o pai a deixasse em paz.
De pés juntos, o indiciado disse que nunca na vida estuprou a quem quer que seja e jamais faria isso com a sua filha, nem ameaçá-la.
Segundo a Polícia, António mandava a filha mais nova embora de casa para poder violar sexualmente a mais velha.
Otília Filipe, chefe do Gabinete de Atendimento à Mulher e Crianças Vítimas de Violência Doméstica, em Manica, disse que a miúda já foi submetida a exames e tratamento médico.
Um expediente sobre o caso será remetido ao tribunal para julgamento, enquanto o cidadão permanece encarcerado.
Pessoas mais próximas do acusado contaram que, por vezes, António recorria a uma lenha em brasa para ameaçar a vítima. “Ele dizia que iria queimar o sexo da miúda e lhe matar se negasse deitar com ele”.

Um malawiano e dois moçambicanos detidos pela Polícia em Tete

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Três cidadãos de nacionalidades malawiana e moçambicana encontram-se privados de liberdade, desde a semana finda, indiciados de roubo de viaturas e posse ilegal de duas armas fogo, das quais uma AKM e pistola.
O forasteiro, de 38 anos de idade, responde pelo nome de R. Agibu. Segundo a Polícia, a sua detenção aconteceu no posto de Mameme, distrito de Moatize, a caminho do Malawi.
Na altura, o visado conduzia um carro alegadamente roubado na África do Sul, com a chapa de matrícula FK 79FH GP. O cidadão era procurado pela Polícia, há bastante tempo, e a sua prisão contou com a colaboração do delegado da Car Track em Tete, disse Lurdes Ferreira, porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM), naquele ponto do país.
Sem avançar pormenores, Agibu disse que é apenas motorista da viatura em que se fazia transportar e o dono é um empresário malawiano.
“Ele entregou-me todos os documentos do carro e pediu para levá-lo da África do Sul para Malawi, mas fui preso” quando faltava pouco para chegar ao destino, contou o cidadão, sem no entanto revelar a identidade do suposto proprietário.
Ainda em Tete, a PRM deteve dois cidadãos identificados pelos nomes de L. Mofate, de 32 anos de idade, e J. Gabriel, de 41 anos de idade, por posse não autorizada de duas armas de fogo.
Os acusados, detidos na vila de Moatize, são os mesmos que em Julho deste ano invadiram uma casa na distrito de Macanga e apoderaram-se m de dinheiro disse Lurdes Ferreira.
Não se sabe onde os malfeitores adquirem as armas com as quais criar terror e até matam. Facto questionável, também, é que até as armas automáticas e de guerra do tipo AK-47, que são de posse exclusiva da PRM, abundam nas mãos de presumíveis criminosos.

Governo “enterrou” mais meio bilião de meticais nas Linhas Aéreas de Moçambique

A promessa do Presidente Filipe Nyusi de “quebrar o mito” que as Linhas Aéreas de Moçambique são a companhia de bandeira parece não passar de intenção. É que o seu Governo avalizou, mais um, empréstimo de mais de meio bilião de meticais para a empresa restaurar as suas operações e apoiar a tesouraria. Com mais este empréstimo ascende a 5,1 biliões as dívidas das LAM à banca nacional.
Quando em meados de Abril último o Chefe de Estado visitou as LAM e constatou os resultados de más decisões tomadas ao longo de várias décadas, cada vez mais visíveis no serviço prestado aos passageiros, assegurou que o seu Governo iria “intervir”.
“Vamos quebrar o mito de que somos bandeira. Podemos negociar para a bandeira ser de qualidade. Caso não vamos rebentar”, declarou Filipe Nyusi na ocasião sem precisar de que forma essa intervenção iria acontecer.
Importa recorda que quando Nyusi assumiu o poder já as Linhas Aéreas de Moçambique estavam numa situação de falência técnica, apresentando capital próprio negativo no montante de 1.321.839.818 meticais, resultante de perdas acumuladas no montante de 4.058.057.985 meticais, e as suas responsabilidades correntes excediam os activo correntes, no montante de 1.507.041.177 meticais.
Empréstimo de 553,8 milhões de meticais do Banco Nacional de Investimentos
Para continuar a voar as LAM, de certa forma, pararam de honrar os seus compromissos com fornecedores, como aliás o @Verdade revelou, aumentando a sua dívida,entre 2014 e 2015, em mais 745,384,392 meticais o que colocou a atraso com fornecedores em 1,696,669,414 meticais.
Outra solução foi renegociar os prazos de pagamentos vencidos das dívidas não correntes que tem no Banco Comercial e de Investimentos, Banco ABC, Moza Banco e no Millennium BIM.

Entretanto a Conta Geral do Estado de 2016 revela que durante esse exercício económico o Governo emitiu uma Garantia bancária de “553,8 milhões de meticais à favor das Linhas Aéreas de Moçambique, relativo ao empréstimo no BNI(Banco Nacional de Investimentos) destinado à restauração de operações e apoio à Tesouraria da Empresa”. Somados o @Verdade apurou que este as LAM devem, em empréstimos não correntes, 3,8 biliões de meticais.
A este montante, de acordo com o Relatório e Contas da empresa a que o @Verdade teve acesso, acrescem 1,3 biliões de meticais em empréstimos correntes que a ainda “companhia de bandeira” tem em dez instituições bancárias nacionais, entre eles o extinto Nosso Banco onde as LAM deviam mais de 61 milhões de meticais.
Mercado de aviação civil moçambicano não é atractivo às grandes companhias
Há muito tempo que a estatal da aviação civil excedeu a sua capacidade de endividamento, talvez por isso o novo financiamento tenha sido concedido pelo banco onde o Estado é accionista maioritário.
Aliás o @Verdade entende que o Estado moçambicano, como accionista maioritário, poderá ter efectuado outras entradas de capital nas LAM por forma a sanar a situação de falência técnica que a empresa se encontrava no início de 2016.
A Administração das Linhas Aéreas de Moçambique não esteve disponível para comentar as questões do @Verdade.
Membros do Governo de Nyusi têm afirmado que a solução passa por encontrar um parceiro estratégico que traga não só o conhecimento do mercado da aviação mas também pujança financeira que falta à empresa, e ao Estado moçambicano, que é o maior accionista da empresa com 96% do capital.
Especialistas do ramo de aviação civil ouvidos pelo @Verdade são unânimes em afirmar que as LAM não são atrativas para o investimento, algumas fontes sugeriram a companhia talvez pudesse ser vendida por uma valor simbólico tendo em conta o passivo, os poucos aviões que possui e o exíguo mercado moçambicano.
É que embora o espaço aéreo nacional esteja aberto há vários anos tem sido pouco atractivo à entrada de novos grandes operadores de aviação civil, o @Verdade sabe o concurso público para alocação de rotas aéreas domésticas ficou quase deserto, concorreram apenas as companhias que já operam no mercado nacional.

Fonte: Jornal A Verdade. Moçambique