segunda-feira, 4 de junho de 2018

Hora de Fecho: A teia de poder da EDP /premium

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Hora de fecho

As principais notícias do dia
Boa tarde!
O que parecia ser um caso de alegados benefícios concedidos à EDP pelo ex-ministro Manuel Pinho, transformou-se numa espécie de mini Operação Marquês. Pinho pode ser apenas a ponta do icebergue.
Embaixador durante o período do pós-25 de Abril, Frank Carlucci esteve em Portugal durante os tempos decisivos do Verão Quente, tendo dado o apoio a Mário Soares. Tinha 87 anos.
PSD formalizou novo pedido no Parlamento para ouvir Manuel Pinho, tal como Rui Rio tinha anunciado no Conselho Nacional da última quarta-feira. Neste modelo, Manuel Pinho só irá à AR se quiser.
O debate sobre ativismo organizado pela Tinta-da-China na Feira do Livro de Lisboa teve de acabar mais cedo devido aos comentários de uma voluntária. Editora fala em racismo. APEL lamenta o sucedido.
A reunião com o ministro, disse Nogueira, serviu para receber uma ameaça: ou os professores aceitam a proposta do governo, ou nenhum tempo de serviço congelado será contado. O contra-ataque é a greve.
Uma campanha que, com base em evidências, pode levar a ganhos de saúde das mulheres e, sobretudo, das jovens mulheres, não pode ser qualificada de misógina. Pelo contrário, deve ser aplaudida.
Elsa Judas diz que Direção cumpre estatutos, Marta Soares reforça "golpe de Estado", Dias Ferreira recorda D. Luísa de Gusmão, Poiares Maduro fala em sobrevivência: assim vai a Mesa do Sporting.
Marta Soares assina a convocatória da AG para destituir Direção, com aviso prévio a Bruno de Carvalho por email. Direção diz que AG é ilegal e não existe. Alvalade vai ser palco de duplo protesto.
Os jogadores de hóquei do Sporting reagiram de forma irónica a um alegado SMS enviado por Bruno de Carvalho e que foi revelado pela CMTV .
Um grupo de 70 crianças palestinianas escreveu ao futebolista argentino Lionel Messi pedindo-lhe que não jogue o encontro particular entre a sua seleção e Israel, agendado para o próximo sábado.
Torre do castelo medieval do Alandroal estava em ruínas e a precisar de obras. Segundo a RTP, ruiu por falta de conservação. 
Opinião

Alexandre Homem Cristo
Uma campanha que, com base em evidências, pode levar a ganhos de saúde das mulheres e, sobretudo, das jovens mulheres, não pode ser qualificada de misógina. Pelo contrário, deve ser aplaudida.

Luís Rosa
A construção europeia assenta num ponto que não admite debate: soberania por dinheiro. No fundo, a Europa é como aquela metáfora do futebol: são 11 contra 11 e no final ganha (sempre) a Alemanha.

João Carlos Espada
Apesar das efectivas ameaças contidas na nova coligação radical em Itália, o normal funcionamento do sistema parlamentar constitui o melhor remédio para tentar domesticar essas ameaças.

Helena Matos
Todos os dias há uma causa. Todos os dias uma certeza. Todos os dias um absurdo. No fim estamos prontos a aceitar tudo na esperança de que assim nos deixem paz. Não deixam.

João Marques de Almeida
Depois da sua posição, se quiser ser coerente (não é evidente que queira), Rio terá que defender um referendo à eutanásia. Os temas de consciência individual não podem ser decididos só pelos deputados
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Economia | Ex-tesoureiro de Centro Social em Famalicão julgado por alegado desvio de 1,7 ME

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O juiz de instrução criminal no Tribunal de Guimarães pronunciou o ex-tesoureiro de uma IPSS de Bairro, Famalicão, pelos crimes de peculato, branqueamento, falsificação e participação económica em negócio, pela alegada apropriação de 1,7 milhões de euros da instituição.

Em nota hoje publicada no seu site, a Procuradoria-Geral Distrital do Porto acrescenta que foram pronunciados, por falsificação, mais três arguidos, na altura membros da Assembleia-Geral da Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) em causa, o Centro Social e Cultural de S. Pedro de Bairro.

Confirmando a acusação do Ministério Público (MP), o juiz de instrução considerou "suficientemente indiciado" que, entre 2008 e 2011, o tesoureiro se apropriou de 1,7 milhões de euros pertença da IPSS, sobretudo através de transferências de contas da instituição para contas de empresas que geria.

Segundo a acusação, o tesoureiro, fazia passar os valores pelas contas das referidas empresas e depois encaminhava-os para contas pessoais, suas e da mulher, "assim pretendendo aparentar a licitude da sua origem".

Dos montantes de que se apropriou, o arguido, entretanto, já devolveu voluntariamente 398 mil euros.

Por força desta apropriação, a IPSS deixou de efetuar os pagamentos devidos à Segurança Social e viu-se impossibilitada de apresentar candidaturas a fundos comunitários.

"Para resolver este impedimento, o tesoureiro forjou um documento, atestando que a IPSS tinha a situação contributiva regularizada, assim como forjou atas de Assembleia-Geral, com a colaboração dos arguidos membros da referida mesa, para obter empréstimo junto de entidade bancária", acrescenta a nota da Procuradoria-Geral Distrital do Porto.

O MP tinha também acusado a presidente da direção da IPSS, imputando-lhe um crime de peculato e um crime de participação económica em negócio, por alegadamente ter determinado que a IPSS lhe abonasse mensalmente, para além do que lhe era devido, a quantia de 620 euros, que ia contabilisticamente classificada como "horas", durante quase três anos.

Defendia ainda o MP que a arguida teria, juntamente com o tesoureiro, contraído empréstimo bancário em nome da IPSS, "hipotecando o património imobiliário da instituição".

No entanto, o juiz de instrução decidiu não a levar a julgamento.

Fonte: DN


Habitação social que dá lucro ao Estado

Portugal descobriu a fórmula mágica para garantir habitação social sem gastar um cêntimo de dinheiro público -- aliás, poupando-o, e ainda cobrando impostos por inteiro. Já merecíamos o Nobel da economia.
Fernanda Câncio

"Todos têm direito, para si e para a sua família, a uma habitação de dimensão adequada, condições de higiene e conforto e que preserve a intimidade pessoal e a privacidade familiar." Este é o primeiro número do artigo 65º da Constituição portuguesa, "Habitação e Urbanismo". Que prossegue: "Para assegurar o direito à habitação, incumbe ao Estado (...) promover, em colaboração com as regiões autónomas e com as autarquias locais, a construção de habitações económicas e sociais; estimular a construção privada, com subordinação ao interesse geral, e o acesso à habitação própria ou arrendada." Diz também: "O Estado adotará uma política tendente a estabelecer um sistema de renda compatível com o rendimento familiar e de acesso à habitação própria."

Ao contrário do que sucedeu com outros direitos reconhecidos - e portanto garantidos -- pela lei fundamental, como o direito à saúde, à educação e à segurança social, o direito à habitação foi quase completamente ignorado nos 42 anos que se seguiram à respetiva aprovação. As políticas de habitação no pós 25 de abril - quer pela administração central quer pelas autarquias -- resumiram-se a três: congelamento das rendas e caráter vinculístico dos contratos de arrendamento, determinando a quase inexistência desse mercado e contribuindo, pela incapacidade financeira dos proprietários devido a rendas baixíssimas, para a degradação do património edificado; habitação social para os muito pobres, destinada a realojar pessoas que viviam em barracas (através do Programa Especial de Realojamento, anunciado em 1993, quase 20 anos após a mudança de regime); entrega à banca, e portanto à especulação, da gestão do setor, com forte subsidiação estatal através de bonificações várias do crédito à habitação.

Quer isto dizer que, ao contrário do que ocorreu e ocorre em países com um nível de vida muito mais elevado que o nosso, como os nórdicos e a Holanda, onde existe uma forte componente de habitação social destinada a vários setores sociais (e não apenas aos desmunidos) - uma boa parte dela, chegando a 20% na Holanda, assegurada por privados, através de programas de subsidiação pública -- o Estado português demitiu-se do seu papel de regulador do setor da habitação. Com uma única exceção, a do mercado de arrendamento privado, que tratou com mão de ferro, imputando a privados a totalidade do ónus de oferecer a habitação social que o Estado não providenciou.

Este facto é sempre obliterado de todas as discussões e reflexões sobre o direito à habitação em Portugal e dos próprios dados. Nas estatísticas nacionais e internacionais sobre habitação social - por exemplo numa publicação recente da OCDE - toda a habitação social portuguesa, que é calculada em 2% do total de habitação, é atribuída ao setor público; nem 1% é alocado a privados. No entanto, no trabalho de um grupo de investigação europeu sobre direito à habitação, certifica-se que em Portugal 4% dos arrendamentos habitacionais são garantidos por habitação social, enquanto 11,5% estão no regime de renda condicionada vitalícia, ou seja, o setor privado garante quase o triplo da habitação social do setor público. Com a particularidade de o fazer por imposição estatal e sem qualquer custo público - aliás, sem, qualquer benefício fiscal sequer. Por incrível que pareça, nem sequer na recente discussão sobre benefícios fiscais para senhorios alguém se lembrou de propor que os que estão há décadas a receber valores muito abaixo dos de mercado - em muitos casos equivalentes aos da habitação social pública - tenham algum tipo de compensação por esse facto. Nada: os proprietários obrigados a receber rendas dependentes do rendimento dos inquilinos pagam o mesmo de IRS e de IMI que todos os outros.

Portugal descobriu assim a fórmula mágica para garantir habitação social sem não só gastar um cêntimo de dinheiro público como até cobrando a totalidade dos impostos por ela. O que é verdadeiramente estranho, e que foi aliás frisado pelo PSD e CDS quando há um ano se debateu no parlamento a prorrogação dos prazos do congelamento das rendas pré-1990, é ver partidos de esquerda a aceitar esta privatização imposta da segurança social. Uma segurança social que de resto se regula por regras totalmente diferentes das da habitação social pública, já que o conceito de carência económica para quem beneficia daquelas rendas condicionadas vai até 2900 euros de rendimento bruto corrigido mensal. Com esse tipo de rendimento, escusado dizer, ninguém conseguirá candidatar-se a uma casa "da câmara".

Acresce que, ao prorrogar o prazo do congelamento das rendas anteriores a 1990, a esquerda limitou-se a assegurar que o subsídio que estava previsto na lei para auxiliar esses inquilinosserá pago pelos proprietários por mais uma série de anos, poupando uns milhões ao Estado e furtando-os à economia. Um bocadinho ao contrário da política de "devolução dos rendimentos" propalada pela maioria. E, sobretudo, sem que se perceba a que visão do direito à habitação e do papel do Estado no assegurar desse direito corresponde a manutenção de dois mercados de arrendamento separados, em que um tem preços condicionados para alguns, assegurando o prejuízo de proprietários aos quais não é assegurado qualquer benefício, e o outro é livre, com anunciados incentivos para os senhorios. Parece tudo ao contrário, não é?

Fonte: DN
04 DE JUNHO DE 201800:40


Algarve paga quase o dobro acima da lei para garantir médicos

Anestesiologia, obstetrícia e cirurgia geral são especialidades em que se pagam 50 euros/hora a prestadores de serviços
O Centro Hospitalar Universitário do Algarve está a pagar quase o dobro do que prevê a lei em prestações de serviços para garantir médicos, em especial no verão. Ortopedia, Anestesiologia, Ginecologia/Obstetrícia, Cirurgia Geral, estas são algumas das especialidades mais carenciadas nos hospitais da zona sul e onde os valores pagos aos tarefeiros batem nos 50 euros por hora, bem acima do que está tabelado e do que ganha, por exemplo, um médico do quadro no topo da carreira.
A Ordem relata mesmo casos de profissionais do resto do país que põem férias nesta altura do ano para trabalhar no Algarve, onde ganham mais.
As leis que regulam esta área sucedem-se e são muito claras, sempre com o objetivo assumido pelo governo de reduzir a fatura com as prestações de serviços na saúde, que em 2016 chegou aos 100 milhões de euros. Desde logo, o decreto de execução orçamental, publicado há menos de um mês, determina no artigo 58º que "durante o ano de 2018, o valor máximo por hora de trabalho a pagar pela aquisição de serviços médicos não pode, em caso algum, ser superior ao valor hora mais elevado previsto na tabela remuneratória aplicável aos trabalhadores integrados na carreira médica ou especial médica".
E também já este ano, em Março, um outro despacho (3027/2018) definiu as orientações gerais para a celebração ou renovação de contratos em regime de prestação de serviços de pessoal médico, em que estabeleceu os valores/hora de referência: 22 euros para os médicos não especialistas; 26 euros para os médicos especialistas, que podem ir até aos 29,21 em zonas carenciadas, como é o caso do Algarve - que repetidamente tem falta de candidatos para as vagas que abre nos seus serviços de saúde e que vê a sua população duplicar nesta altura do ano.
Mas o que teria por lei de ser excecional e transitório transformou-se em regra e anual. No caso do Algarve, estes valores "são justificados e autorizados tendo em conta a reconhecida carência de profissionais de saúde para áreas vitais e cruciais para continuar a assegurar a prestação de cuidados de saúde", responde ao DN o Centro Hospitalar Universitário do Algarve (CHUA, onde se incluem os hospitais de Faro e Portimão), que reconhece não ter "o número desejado de profissionais de saúde no quadro, tendo por isso, como muitos hospitais nacionais, que recorrer à contratação externa de serviços médicos".
Explicações reforçadas pelo presidente da Administração Regional de Saúde do Algarve, que em entrevista ao DN admite um problema em algumas especialidades nas urgências, que no sul resulta do facto de muitos médicos, "quando acabam a especialidade, ao perceberem que há mercado nesta zona, nem sequer quererem entrar na função pública, porque é mais rentável ficarem como freelancers".
Argumentos rebatidos por médicos da casa, que contra-atacam com um estudo apresentado pelos profissionais que concluiu que o centro hospitalar poupava 500 mil euros por ano em contratos se pagasse mais aos médicos do quadro. "Mas andam a pagar 50 euros em várias especialidades, contratados que ganham duas ou três vezes mais do que os médicos do quadro que fazem a mesma coisa. Andamos a fazer figura de parvos, e os que decidem deixar de ser parvos saem para o privado ou passam a fazer o mesmo que os prestadores de serviços fazem, a ganhar 50 euros por hora", critica um especialista do CHUA.
Pôr férias para trabalhar 24 horas
"Com ordenados miseráveis, é normal que muitos médicos aproveitem estas alturas para ganhar um pouco melhor". Guida da Ponte, dirigente do Sindicato dos Médicos da Zona Sul (FNAM), reconhece que as situações em que se paga muito acima do que está previsto na lei passaram de "exceção a norma", resultado de "condições miseráveis de trabalho" que não conseguem seduzir profissionais para zonas como o Algarve. E se a sindicalista se mostra compreensiva com os médicos que aproveitam as prestações de serviços, lembra também que "os contratos são feitos com empresas, portanto dos 50 euros pagos por hora, só uma parte vai para os profissionais". No entanto, se isso acontece em muitos casos, outros há em que o valor total vai para uma única pessoa.
Ao analisar os contratos para este ano no CHUA publicados no portal Base, há mais do que um caso de prestações assinadas com empresas unipessoais. Um desses exemplos diz respeito à contratação de uma anestesista, que tem uma empresa com o seu nome sedeada em Faro, que até final do ano vai ganhar um valor total de 62 400 euros - 50 euros à hora. Quanto aos horários, os documentos impõem cláusulas específicas para os períodos entre 1 de julho e 15 de setembro e para a altura do Natal e Ano Novo. No caso da anestesiologia, determina um mínimo de 24 horas semanais. Mas fontes ouvidas pelo DN relatam situações de outros prestadores de serviços que trabalham 24 horas... de uma só vez.
"Há médicos de Lisboa e Porto que metem férias e folgas no verão para trabalhar uma semana no Algarve, onde ganham mais. Pagam viagem de avião, estadia, além do normal valor/hora, por trabalhos contínuos. Há turnos de 24 horas, com 12 de descanso, mais 24 horas, e outras 12 de descanso", conta o presidente da secção Sul da Ordem dos Médicos. Alexandre Valentim Lourenço elenca algumas da razões para os problemas crónicos na saúde da região: Todos os anos, a população no Algarve duplica no verão, a que se junta o facto de terem "partido as urgências em dois", com maior necessidade de profissionais.
"Mas não há elasticidade nas contratações. A solução passa por um quadro de pessoal maior, que seja ajustável, para que nas alturas de menos procura fora do verão os profissionais não estejam parados", defende o dirigente da Ordem. E passa também, acrescenta o presidente da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares, Alexandre Lourenço, por incentivos financeiros e sociais - "por exemplo, pela garantia de trabalho para as famílias" - para levar os médicos para estas zonas carenciadas.
DN

Linha | Cruz Vermelha lança número de apoio às populações em caso de catástrofe


A Cruz Vermelha disponibiliza, a partir desta segunda-feira, uma linha telefónica de alerta para ajudar a proteger as populações perante catástrofes, que vai funcionar 24 horas por dia, durante todo o ano.

O número 1415 pretende "complementar as operações que visam assegurar a proteção das populações perante a iminência de catástrofes, nomeadamente incêndios florestais", mas não substituindo o 112, pretendendo antes ser um contacto complementar e de proximidade, segundo a Cruz Vermelha Portuguesa.

O presidente da instituição, Francisco George, disse à agência Lusa que o objetivo é acelerar respostas e estar mais próximo das pessoas, tendo sido criada uma linha telefónica com quatro dígitos para fácil memorização.

Segundo a Cruz Vermelha, qualquer cidadão pode ligar para a linha ao identificar um eventual processo de ignição de um incêndio, uma emergência ou uma situação de risco social.

As chamadas são atendias 24 horas por dia e 365 dias por ano, na sala de operações nacional da Cruz Vermelha, em Coimbra.

A informação recebida na linha será transmitida aos serviços competentes de Proteção Civil, forças de segurança, emergência médica e emergência social, para, em articulação com a Cruz Vermelha, ser possível intervir atempadamente e maximizar as capacidades de resposta.

Fonte: JN


Saiba onde estarão os radares da PSP. Depois não diga que não foi avisado

Saiba onde estarão os radares da PSP. Depois não diga que não foi avisado

Como já é hábito no início de cada mês, a PSP publicou a lista de locais onde vai colocar os seus radares de fiscalização rodoviária.

AÇORES
19-jun-18 06H45/13H00 Av. Alberto I Príncipe de Mónaco - Ponta Delgada
21-jun-18 06H45/13H00 Av. Alberto I Príncipe de Mónaco - Ponta Delgada
22-jun-18 06H45/13H00 Av. Alberto I Príncipe de Mónaco - Ponta Delgada 
AVEIRO
07-jun-18 15H00/19H00 EN 109 - Paramos - Espinho
07-jun-18 15H00/19H00 Av. 5 de Outubro - Santa Maria da Feira
08-jun-18 15H00/19H00 EN 109 (Km 35.5) - Ovar
08-jun-18 15H00/19H00 Rua António José de Oliveira Junior - São João da Madeira
12-jun-18 14H00/20H00 EN 109 - Km 5.1 - Aveiro
18-jun-18 08H00/14H00 EN 16 - Km 0,7 - Aveiro
20-jun-18 14H00/20H00 Rua Cega - São Bernardo - Aveiro
21-jun-18 15H00/19H00 Av. 32 - Anta - Espinho
21-jun-18 09H00/13H00 Rua Dr. Eduardo Vaz - Santa Maria da Feira
22-jun-18 15H00/19H00 Av. Dr. Francisco Sá Carneiro - Ovar
22-jun-18 15H00/19H00 Av. do Casadelo - Santa Maria da Feira
27-jun-18 08H00/14H00 Av. da Universidade - Aveiro
BEJA
05-jun-18 09H00 Av. Salgueiro Maia - Beja
07-jun-18 09H00 Rua Zeca Afonso - Beja
13-jun-18 09H00 Rua Francisco Miguel Duarte - Beja
15-jun-18 09H00 Av. Salgueiro Maia - Beja
20-jun-18 09H00 Rua Francisco Miguel Duarte - Beja
26-jun-18 09H00 Rua Zeca Afonso - Beja
28-jun-18 09H00 EN 255 - Moura
BRAGA
05-jun-18 08H00 Circular de Barcelos, Viaduto do Queimado - Barcelos
08-jun-18 21H00 Av. António Macedo - Braga
08-jun-18 14H00 Circular Urbana de Guimarães
12-jun-18 10H00 Av. João Paulo II - Braga
12-jun-18 14H00 Circular de Barcelos - Barcelos
14-jun-18 09H00 Circular Urbana de Guimarães
19-jun-18 08H00 Rua da Esparrinha, Arcozelo - Barcelos
25-jun-18 14H00 Circular Urbana de Guimarães
28-jun-18 15H00 Variante do Cavado - Braga
BRAGANÇA
07-jun-18 08H00/14H00 Rua Engenheiro Machado Vaz (EN 15) - Mirandela
15-jun-18 08H00/14H00 Av. das Cantarias - Bragança
CASTELO BRANCO
05-jun-18 07H00/09H00 Av. Infante D. Henrique - Covilhã
15-jun-18 10H00/12H00 Buenos Aires - Castelo Branco
26-jun-18 07H00/09H00 Alameda Pêro da Covilhã - Covilhã
27-jun-18 10H00/12H00 EN 3, Campo de Obstáculos - Castelo Branco
COIMBRA
05-jun-18 16H00 Av. Inês de Castro
12-jun-18 09H00 Via Augusto Vaz Serra
19-jun-18 08H00 Av. D. João Alves
21-jun-18 10H00 Av. da Lousã
ÉVORA
08-jun-18 09H00 EN 18 ao Gil - Estremoz
12-jun-18 09H00 EN 254 - Bº da Comenda - sentido Redondo/Évora - Évora
18-jun-18 09H00 Av. Lino de Carvalho - Évora
20-jun-18 09H00 EN 18 ao Gil - Estremoz
FARO
12-jun-18 09H00/12H00 Av. de castro Marim - Vila Real de Santo António
13-jun-18 15H00/19H00 Av. Dom João VI - Olhão
14-jun-18 09H00/12H00 Av. São Lourenço da Barrosa - V6 - Portimão
19-jun-18 09H00/12H00 Rua da Cruz Vermelha - Tavira
20-jun-18 10H00 Estrada Moinho da Palmeira
21-jun-18 09H00/12H00 Av. São Lourenço da Barrosa - V6 - Portimão
21-jun-18 09H30/11H00 EN 125 - Sítio do Moilão - Lagos
GUARDA
07-jun-18 08H00 Via de Cintura Externa da Guarda - VICEG
12-jun-18 10H00 Av. Serra da Estrela - Gouveia
LEIRIA
14-jun-18 09H00/12H00 Av. Monsenhor Bastos - Peniche
15-jun-18 14H30/17H30 Av. Comunidade Europeia - Leiria
LISBOA
12-jun-18 14H00/18H00 Av. Padre Cruz - Lisboa
12-jun-18 09H00/17H00 Estrada dos Salgados - Falagueira - Venda Nova
13-jun-18 09H00/11H00 Mem Martins, Avenida Capitães de Abri
13-jun-18 14H30/16H00 Av. de Lisboa . Casal de Cambra
19-jun-18 09H00/12H30 EN 6 (Av. Marginal) - Km 11.4 (Sentido Cascais/Lisboa)
19-jun-18 14H00/17H00 EN 6 (Av. Marginal) - Km 15.3 - S. João do Estoril (Sentido Cascais/Lisboa)
20-jun-18 07H00/13H00 Av. Ivens - Dafundo - Sentido Lisboa/Cascais
20-jun-18 13H00/19H00 EN 249-3 (variante Porto Salvo) - (sentido Norte/Sul)
26-jun-18 14H00/17H00 Rua da Liberdade, (dois sentidos) - Pontinha
27-jun-18 21H00/23H30 Av. dos Combatentes - Lisboa
MADEIRA
07-jun-18 07H00 VE 3 Km 1 sentido Sul - Norte - Ribeira Brava
07-jun-18 17H00 VE 1 - Moinhos - Faial / VE1 - Túnel do Cortado - Santana
11-jun-18 14H00 Estrada Monumental e Rua Dr. Pestana Júnior
17-jun-18 07H00 VE 3 Km 6.9 Túnel Ponta do Sol / Madalena do Mar e VE-3 Km 3.8 Lugar de Baixo
20-jun-18 14H00 VR 1 - Gaula - Santa Cruz
22-jun-18 08H00 Estrada da Fundoa e Rua João Paulo II
27-jun-18 08H00 Av. Mário Soares e Estrada da Vitória
PORTALEGRE
08-jun-18 08H00 EN 372 - Elvas
27-jun-18 08H30 EN 246 - Portalegre
PORTO
05-jun-18 20H00/24H00 Rua Ribeiro Cambado - Valongo
12-jun-18 20H00/24H00 Estrada da Circunvalação - 11089 - Porto
14-jun-18 08H00/12H00 EN 105 - Santo Tirso
19-jun-18 14H00/18H00 Av. Dr. Antunes Guimarães - Leça da Palmeira
21-jun-18 08H00/12H00 Estrada D. Miguel - Gondomar
26-jun-18 14H00/18H00 Estrada da Circunvalação - 14022 - Matosinhos
SANTARÉM
06-jun-18 08H00/12H00 Circular Urbana D. luís I - Santarém
07-jun-18 08H00/12H00 Av. Bombeiros Voluntários - Ourém
08-jun-18 08H00/12H00 Av. do Bom Amor - Torres Novas
15-jun-18 14H00/18H00 EN 3 - Calçadinha - Santarém
19-jun-18 08H30/12H30 Rua Eng. Ferreira Mesquita - Entroncamento
21-jun-18 08H00/12H00 EN 110 - Carvalhos de Figueiredo - Tomar
29-jun-18 08H00/12H00 Barreira Alva - Torres Novas
SETÚBAL
05-jun-18 08H00 Rua Industrial Alfredo da Silva - Barreiro
05-jun-18 14H30 EN 10.4 - Setúbal
08-jun-18 09H00 Av. do Mar - Amora
18-jun-18 09H00 Circular Externa - Montijo
VIANA DO CASTELO
09-jun-18 09H30 Via Foral D. Teresa - Ponte de Lima
14-jun-18 16H30 Av. Carteado Mena - Viana do Castelo
VILA REAL
05-jun-18 14H00 Rua da Paz - Chaves
06-jun-18 09H00 Av. Carvalho Araújo - Vila Real
14-jun-18 14H00 Av. da Unesco (Variante de Vila Nova) - Vila Real
28-jun-18 14H00 Av. Rainha Dona Mafalda - Chaves
VISEU
06-jun-18 08h30 Av. do Reg. Infantaria 14 - Viseu

07-jun-18 14H00 Av. D. Egas Moniz - Lamego

14-jun-18 10H00 Av. D. Egas Moniz - Lamego

18-jun-18 16H00 Av. Prof. Reinaldo Cardoso- Viseu

26-jun-18 16H00 Av. da Europa - Viseu

Fonte:noticiasaominuto

Portugal retoma treinos com possibilidade de contar já com Ronaldo

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A possível presença de Cristiano Ronaldo no treino de hoje da seleção portuguesa de futebol constitui a principal dúvida, depois de o jogador luso ter descansado após a vitória na Liga dos Campeões ao serviço do Real Madrid.
Ronaldo é mesmo o último dos 23 convocados por Fernando Santos a integrar o estágio, numa altura em que a equipa lusa já cumpriu dois dos três jogos de preparação antes da partida para a Rússia.
O selecionado português empatou o primeiro jogo 2-2 com a Tunísia, em Braga, seguindo-se nova igualdade, desta feita a 0-0 com a Bélgica, no sábado, em Bruxelas, fechando a preparação no dia 07 de junho, no estádio da Luz, frente à Argélia.
Portugal integra o grupo B do Campeonato do Mundo da Rússia, juntamente com Espanha, Marrocos e Irão.
Lusa