quarta-feira, 11 de julho de 2018

António Costa avisa que portugueses não perdoariam se maioria de esquerda caísse já

O secretário-geral do PS advertiu ontem que os portugueses não compreenderiam nem perdoariam se a atual maioria de esquerda "deitasse tudo a perder" no último ano da legislatura por pressa de se chegar às eleições legislativas.
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António Costa assumiu estas posições numa conferência promovida pela Federação da Área Urbana de Lisboa (FAUL) do PS destinada à preparação do debate parlamentar sobre o Estado da Nação, que se realiza na sexta-feira, na Assembleia da República.
"O PS não é propriamente uma carochinha que anda à procura de um João Ratão. Somos um partido que tem uma identidade própria, tem uma história própria, que tem muito orgulho na sua história, possui um programa muito claro para executar e que irá continuar a cumpri-lo passo a passo, como tem feito desde o início desta legislatura e continuará a fazê-lo seguramente na próxima legislatura", disse António Costa, recebendo uma longa salva de palmas por parte de centenas de militantes e simpatizantes socialistas que o escutavam.
Para não deixar dúvidas de que estava mesmo a referir-se à questão da identidade do seu partido, que esteve em debate no último congresso do PS, António Costa acentuou logo a seguir: "É assim que é o PS - e é assim quer continuar".
Na sua intervenção perante os militantes socialistas, o secretário-geral do PS considerou que o seu Governo já teve de enfrentar "e vencer duas ficções criadas pela direita" desde o início da presente legislatura.
De acordo com António Costa, a primeira ficção "era sobre a necessidade de o Governo adotar um ?Plano B' em relação ao Orçamento do Estado para 2016"; e a segunda referente "à vinda do diabo no outono desse ano, porque os juros da dívida de Portugal iam disparar, porque o país seria alvo de sanções e não sairia do procedimento por défice excessivo" em Bruxelas.
"A direita já se cansou do 'plano B' e o diabo não veio, mas agora tem uma nova ficção, segundo a qual esta solução de Governo não funciona e é preciso um 'Bloco Central'. Só que esta premissa está errada, porque se demonstrou que também à esquerda, com respeito pela diferença de cada um, é possível encontrar soluções governativas que sejam estáveis, duradoras e que proporcionem bons resultados na economia e na sociedade", sustentou, recebendo palmas dos militantes.

Morreu piloto da aeronave que se despenhou em Ponte de Sor

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O piloto da aeronave que caiu, na noite de terça-feira, perto do aeródromo municipal de Ponte de Sor, em Portalegre, não resistiu aos ferimentos "muito graves" e morreu no local, disse hoje a GNR.
O corpo do jovem de 20 anos, de nacionalidade paquistanesa, único tripulante da aeronave, foi transportado para o Instituto de Medicina Legal de Portalegre, acrescentou a mesma fonte, contactada pelas 04:00.
A aeronave despenhou-se e foi encontrada já esta madrugada a sul do aeródromo.
De acordo com o CDOS de Portalegre, à 01:30, as equipas de socorro estavam a tentar desencarcerar o piloto por entre os destroços do aparelho, que foi encontrado a cerca de um quilómetro e meio do aeródromo.
O alerta para o CDOS de Portalegre foi dado às 22:42, referindo-se a uma eventual queda de uma aeronave, o que levou as autoridades de socorro a enviarem para o local vários meios humanos e materiais para localizar o aparelho.
Segundo a página da Internet da Autoridade Nacional de Proteção Civil, estiveram envolvidos nas operações 52 operacionais, apoiados por 19 viaturas, entre GNR, INEM, Bombeiros e Proteção Civil Municipal.
Fonte: Lusa

Operação da PJ contra grupo Hells Angels. Há 90 mandados de busca

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Estão a ser investigados crimes de tentativa de homicídio, roubo e associação criminosa.
A Policia Judiciária está esta manhã a realizar uma operação de norte a sul do país contra o grupo internacional de motards Hells Angels, que envolve cerca de 90 mandados de busca, disse à agência Lusa fonte ligada à investigação.
De acordo com a mesma fonte, a investigação envolve suspeitas de associação criminosa, roubo e tentativa de homicídio.
Em março, uma rixa envolvendo elementos do Hells Angels de outro grupo motard (Red & Gold) dentro de um restaurante no Prior Velho, em Loures, fez seis feridos. 
Fonte: Lusa
Foto: DR

Ronaldo despede-se de época dourada com o estatuto de inigualável na imprensa espanhola

O futebolista português Cristiano Ronaldo marcou uma “era dourada” no Real Madrid e ruma aos italianos da Juventus com o estatuto de “inigualável”, como destacam hoje os jornais espanhóis.
“Não haverá outro igual. Vai-se Cristiano, a lenda dos 451 golos”, destaca o jornal Marca, numa única manchete, ilustrada com tantas bolas quantos tentos marcou o avançado pelos ‘merengues’ e com a fotografia do golo marcado à Juventus, em Turim, em abril último, com um pontapé ‘de bicicleta’.
No interior, o Marca fala do “7Fim de uma era” e conta os passos para a transferência consumada na terça-feira, enaltecendo ainda a “carta de amor” do português e do “ouro puro” que este representou para o clube.
O também desportivo AS recorre ao italiano para se despedir do capitão da seleção portuguesa ‘Ciao, Cristiano’, foi bonito enquanto durou, numa capa em que surge Ronaldo em gozo de férias e com uma parte da sua carta de despedida.
Igualmente em italiano, o catalão oferece o protagonismo ao português, com a expressão ‘CR Sette’, enquanto o Sport promove Ronaldo à capa, mas por a transferência ocorrer a pedido do jogador e por o Real Madrid ficar sem referências, depois da sua saída e da de Zinedine Zidane. No interior, o Sport dá conta da transferência com o título ‘CR7 dinamita Madrid’.
“Cristiano vai para a Juventus depois de marcar uma época dourada em Madrid”, foi o destaque oferecido pelo generalista El País à mudança do português, após nove temporadas no clube madridista, enquanto o El Mundo destaca a saída por vontade de Ronaldo, numa chamada de capa ilustrada por uma caricatura.
Na terça-feira, a Juventus confirmou a contratação de Cristiano Ronaldo, de 33 anos, por quatro temporadas, até junho de 2022, mediante o pagamento de 100 milhões de euros ao Real Madrid.
Aos 33 anos, o capitão da seleção portuguesa vai defender o quarto clube na carreira sénior, depois de Sporting (2002/03), Manchester United (2003/04 a 2008/09) e Real Madrid (2009/10 a 2017/18).
Cinco vezes vencedor da Bola de Ouro, em 2008, 2013, 2014, 2016 e 2017, Cristiano Ronaldo estava ligado contratualmente até 30 de junho de 2021 ao emblema ‘merengue’, ao serviço do qual conquistou quatro Ligas dos Campeões, dois Mundiais de Clubes, duas Supertaças Europeias, dois campeonatos, duas Taças do Rei e duas Supertaças de Espanha.
A Juventus domina o historial do campeonato italiano, com 34 títulos de campeão, sete dos quais conquistados ininterruptamente desde 2011/12 – os quatro últimos sob o comando do atual treinador, Massimiliano Allegri.
Ronaldo vai ser o sétimo português a juntar-se ao clube de Turim, depois de Rui Barros, Paulo Sousa, Dimas, Jorge Andrade, Tiago e João Cancelo, contratado neste defeso ao Valência.
Fonte: Lusa

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CRÍTICA LOCAL | Pode tudo, menos ocupar

Foi verificada, na cobertura jornalística das emissoras locais, uma seletividade na hora de aceitar as reivindicações de minorias. Foto: Luis Sabanay
Carolina Maingue e Fernanda Felizari
Estudantes de jornalismo na UFSC, especial para o objETHOS

A cobertura da NSC TV e da RIC/Record na última semana deu alguma esperança para quem acredita que o jornalismo deve proporcionar, sempre que possível, os substratos para a vontade coletiva de um mundo mais igualitário e livre de preconceitos. A NSC, mesma empresa que cede vasto espaço para a veiculação decolunas com teor machista, não ficou em cima do muro na hora de se posicionar, durante o Jornal do Almoço (edição de 19/6), contra asatitudes misóginas dos brasileiros que constrangeram uma jovem na Rússia. Da mesma maneira, a RIC/Record produziu uma matéria a respeito de mais uma tentativa de anulação de casamento homoafetivo por parte do promotor de Justiça Henrique Limongi (MP/SC). A reportagem deu voz às envolvidas, ouviu militantes LGBT e contextualizou a situação singular com o histórico de ataques desse promotor à comunidade gay.
No entanto, a mesma representação conferida a pautas feministas e à luta LGBT não existiu quando o assunto foi ocupação habitacional e direito à moradia. Essa diferença é decorrente de uma cobertura que aceita englobar algumas reivindicações de grupos oprimidos, mas que não entende a consubstancialidade e a interseccionalidade dessas opressões como pilares estruturais da sociedade. A consubstancialidade é um termo cunhado pela francesa Daniele Kergoat, e a interseccionalidade foi introduzida pela jurista estadunidense Kimberle Crenshaw com forte influência dos movimentos estadunidenses do feminismo negro. Apesar de algumas diferenças teóricas, o essencial para ambas, na origem dos conceitos, foi a percepção de que os problemas identificados em grupos sociais não podem ser extraídos do contexto sistêmico no qual eles foram criados. Esse contexto abrange uma formação histórica racista, machista e classista, essa última responsável por fazer com que se torne quase impossível, para algumas pessoas, conseguir uma moradia por caminhos convencionais.
O que as nossas emissoras locais demonstraram essa semana foi a incorporação de pautas originadas das lutas feminista e LGBT. Mas quando se trata de ocupação do espaço urbano por pessoas menos privilegiadas – uma prática que tensiona os limites do sistema que é capitalista, racista e sexista -, a NSC e a RIC não apontam para a profundidade dessa relação. Ainda que tenha havido sensibilidade para relatar como a opressão machista ressoa na identidade e na vida das pessoas, o que é essencial para um jornalismo humanizado, a linha editorial das empresas continua em sintonia com a Prefeitura, a Polícia Militar e o mercado imobiliário, demonstrando a cumplicidade dessas emissoras em relação aos grupos dominantes. Há quem acredite que pode haver progresso nos direitos das mulheres e dos LGBTs sem que seja necessário atingir uma sociedade mais igualitária economicamente: e tudo bem. Este é um preceito, de certa forma, ideológico, mas falta à mídia daqui assumi-lo explicitamente.
Nossa análise observou a produção jornalística televisiva da NSC e da RIC na semana entre os dias 18 e 22 de junho, mas por conta do foco que resolvemos dar à cobertura de ocupação urbana e os desmontes de casas no Alto da Caieira, no Maciço do Morro da Cruz, não pudemos deixar de fora uma matéria veiculada já na 2ª feira, 25, pelo Balanço Geral da RIC. Na reportagem, é comentado brevemente sobre os conflitos que têm acontecido na região, quando os moradores reagiram contra as ações que derrubaram casas que estavam em áreas irregulares. Houve alguns protestos, e uma ocasião de confusão com dois feridos por bala de borracha. Mas o veículo explicou muito sinteticamente essa situação e em seguida fez uma entrada ao vivo com Lucas Arruda, representante da Superintendência de Habitação e Saneamento da Prefeitura.
O entrevistado afirma que as casas notificadas estão em terreno da Prefeitura, no qual está prevista a construção de 192 apartamentos para atender a população de baixa renda. Ele conta que a prefeitura estava disposta a fazer uma reunião ampliada e realizar um cadastro dos ocupantes, mas a partir de orientação do advogado os moradores recusaram esta proposta. No entanto, fica o vácuo de não entender o porquê desta recusa. A matéria também não explora em quais condições viviam os moradores antes da ocupação, nem o que farão após a derrubada das casas. Resumindo: falta a voz da própria comunidade.
Por sua vez, o fato de o “Ao Vivo” ter acontecido no Aterro da Baía Sul, distante do local da ocupação, não foi exatamente uma escolha. Conversamos com a repórter responsável pela pauta, Karina Keppe, e ela afirmou que o jornal já ouvira as famílias em outra situação, mas que em outra tentativa eles não quiseram falar mais com a equipe. “Tentamos fazer entradas ao vivo direto da comunidade e fomos barrados pelos moradores. Por isso até a opção de fazer o ao vivo em outro ponto que não a comunidade”, explica.
Em outro momento da cobertura, a RIC realmente deu voz aos moradores. Mas houve toda uma suíte (como nesta, nesta, nesta e nesta e nesta matéria) que ignorou as principais fontes para a pauta: os sujeitos e sujeitas da ocupação. As outras reportagens trazem a informação de que parte dos terrenos ocupados fora vendida por grileiros, que se apropriaram de uma área da prefeitura, e que certo lote custou R$ 50 mil ao comprador. Por que comprar do grileiro e não de imobiliárias? Quais foram as condições para este financiamento? Há uma quantidade significativa de pessoas que apenas ocuparam, por conta própria, a região? Todos esses questionamentos não são respondidos pela cobertura, que prioriza a justificativa da prefeitura de que as áreas são de preservação permanente ou são destinadas ao programa habitacional.
Do jeito que está colocado parece que a questão se resume a entraves burocráticos e projetos que não saem do papel, mas é da vida dessas pessoas que o jornalismo deveria estar falando. Sob que teto poderão ficar essas famílias quando suas casas forem derrubadas? De que forma continuariam a sobreviver? Entendemos que é complicado muitas vezes o acesso da grande mídia a esse tipo de comunidades, principalmente quando se traz ao lado uma enorme câmera de vídeo, mas justamente por raramente representar essas pessoas com justiça que foi aberta tamanha distância entre o povo e as telas da redação.
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Este artigo foi produzido na disciplina Crítica do Jornalismo, que motiva os estudantes a desenvolverem capacidades de leitura crítica sobre os veículos jornalísticos locais. O texto traz uma análise dos telejornais da NSC/TV e RIC/Record, observados no período de 18 a 22 de junho de 2018.

RENUNCIE À NECESSIDADE DE APROVAÇÃO EXTERNA

REFLEXÃO... Viva no presente, pois é o único momento que você tem. Preste atenção à sua vida interior para que possa ser guiado pela intuição, e não por interpretações impostas externamente do que é bom ou não para você.

Ouça a sabedoria do seu corpo, que se expressa através de conforto e desconforto. Ao escolher um determinado comportamento, pergunte ao corpo: "Como se sente a respeito?" Se o seu corpo enviar um sinal de sofrimento físico ou emocional, cuidado! Se o sinal for de conforto e animação, siga em frente.

Viva no presente, pois é o único momento que você tem.
Fique atento ao aqui e agora; procure a plenitude de cada momento. Aceite o que chega até você total e completamente de modo que possa apreciar, aprender e deixar passar - seja o que for. O presente é como deveria ser. Reflete leis infinitas da natureza que trouxeram a você este exato pensamento, esta reação física. Este momento é o que é porque o universo é o que é. Não lute contra o infinito esquema das coisas, em vez disso, una-se a ele.
Aproveite algum tempo para ficar em silêncio, para meditar, acalmar o diálogo interior. Nos momentos de silêncio, perceba que está entrando em contato com sua fonte de pura consciência.

Preste atenção à sua vida interior para que possa ser guiado pela intuição, e não por interpretações impostas externamente do que é bom ou não para você.
Renuncie à necessidade de aprovação externa. Você é o juiz do seu valor, e o seu objetivo é descobrir um valor infinito em si próprio, não importa o que os outros pensem. Esta percepção traz grande liberdade.

Quando você se descobrir reagindo com raiva ou antagonismo a qualquer pessoa ou circunstância, acredite que só está lutando consigo mesmo. Resistir é a resposta de defesas criadas por velhas mágoas. Ao renunciar à raiva, você estará se curando e cooperando com o fluxo do universo. Saiba que o mundo "lá fora" reflete a sua realidade "aqui dentro". As pessoas contra as quais você reage mais fortemente, seja com amor ou ódio, são projeções do seu mundo interior. O que mais você odeia é o que mais nega em si mesmo. Use o espelho dos seus relacionamentos para guiar sua evolução. A meta é o auto conhecimento total. Quando consegui-lo, o que mais você deseja estará automaticamente lá, e o que mais despreza desaparecerá.

Livre-se do fardo do julgamento - você se sentirá muito mais leve. Julgar impõe rótulos de certo ou errado em situações que simplesmente são. Tudo pode ser compreendido e perdoado, mas quando você julga, fecha as portas à compreensão e abandona o processo de aprender a amar. Ao julgar os outros, você reflete sua carência de auto - aceitação. Lembre-se de que toda pessoa que você perdoa é mais uma parcela somada à sua auto - estima.

Não contamine seu corpo com toxinas, seja através de alimentos, bebidas ou emoções venenosas. Seu corpo é mais do que um sistema de suporte à vida. É o veículo que o transportará em sua jornada rumo à evolução. A saúde de cada célula contribui diretamente para seu estado de bem-estar, porque cada célula é um minúsculo ponto de consciência dentro do campo de consciência que é você.

Substitua comportamento motivado pelo medo, por comportamento motivado por amor. Medo é o produto da memória, que reside no passado. Ao relembrarmos o que nos magoou antes, dirigimos nossas energias para nos assegurarmos de que uma antiga mágoa não se repetirá. Mas tentar impor o passado ao presente jamais afastará a ameaça de ser magoado outra vez. Isto só acontece quando você encontra a segurança de seu próprio ser, que é o amor. Motivado pela verdade dentro de você, será possível enfrentar qualquer ameaça porque sua força interior é invulnerável ao medo.

Compreenda que o mundo físico é apenas um espelho de uma inteligência mais profunda. A inteligência é o organismo invisível de toda matéria e energia, e, uma vez que uma porção desta inteligência reside em você, você compartilha o poder organizador do cosmos. Por ser inseparavelmente ligado à tudo, você não pode se permitir prejudicar o ar e a água do planeta. Mas, a um nível mais profundo, você também não pode se permitir viver com uma mente venenosa, porque todo o pensamento deixa uma impressão registrada no campo da inteligência. Viver em equilíbrio e pureza é o bem mais elevado para você e para a Terra.

Trecho do livro: Corpo sem Idade, Mente sem Fronteiras - Deepak Chopra




Ainda existem algumas vagas para preencher, os interessados em participar podem contactar-nos