sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Rui Rio: “Já é claro que o PS pode perder as próximas eleições, o que ainda não é claro é que o PSD as possa ganhar. Essa é a tarefa que temos pela frente”

O presidente social-democrata, Rui Rio, disse hoje esperar que a partir de agora “remem todos no mesmo sentido”, para ver se o PSD recupera e ganha as eleições, e desejou que possa haver paz no partido.
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"Neste momento, já é claro que o PS pode perder as próximas eleições, o que ainda não é claro é que o PSD as possa ganhar. Isso é o que nós temos que fazer, é essa a tarefa que temos pela frente. Metade está feita, o PS pode perder, agora nós temos que construir a possibilidade de a ganhar. E espero que a partir de agora remem todos no mesmo sentido para ver se o PSD recupera", afirmou.
À saída do Conselho Nacional do partido, que decorreu num hotel do Porto e aprovou por larga maioria a moção de confiança à sua direção, Rui Rio disse que, com este resultado, sai mais legitimado para prosseguir "o caminho de construir uma alternativa ao governo PS".
"Eu legitimidade para liderar o partido tive sempre porque ganhei as diretas, agora naturalmente face a este tumulto que houve recentemente, este resultado é um resultado importante, porque é um resultado um pouco superior, apesar de tudo, àquele que tive nas diretas. Eu tive cerca de 55% e agora cerca de 60%, portanto, é naturalmente uma ajuda", sublinhou.
"Mas, acima de tudo o que era preciso é que agora houvesse uma paz no partido para que nós pudéssemos fazer o papel que nos compete de construir uma alternativa ao governo do PS", acrescentou.
O presidente do PSD revelou ainda que decidiu manter a estratégia, lembrando que fazer oposição em cima de eleições é "um pouco diferente".
"Decidi manter a estratégia porque a estratégia tem etapas. A dois anos de eleições é uma coisa, a um ano de eleições é outra, o que se faz em cima de eleições é outra ainda diferente. Nós vamos ter eleições para o Parlamento Europeu já agora em maio, naturalmente a forma de fazer oposição é um pouco diferente em cima de eleições. Tudo isto tem uma lógica. Isto não pode ser a política do bota abaixo permanentemente, nem as pessoas aceitam isso", sublinhou.
Questionado sobre se espera que o antigo líder parlamentar do PSD Luís Montenegro, que o desafiou a convocar diretas, esteja ao seu lado nas eleições que se avizinham, Rui Rio defendeu que "não pode pedir isso", pede apenas que o deixem trabalhar.
"Quem não quiser, quem não se sentir completamente à vontade, tem essa liberdade. Eu não posso pedir. Agora o que eu posso pedir é que as pessoas deixem fazer o trabalho com alguma tranquilidade e não haja permanente ruído como tem havido porque, assim, naturalmente não é possível. Eu penso que este Conselho Nacional e esta moção de confiança para esse feito é clarificadora e, portanto, é isso que agora eu espero que aconteça", declarou.
O Conselho Nacional do PSD aprovou hoje a moção de confiança à Comissão Política Nacional liderada por Rui Rio, com 75 votos a favor, 50 contra e um nulo.
Votaram 126 conselheiros nacionais, o que totaliza uma aprovação da moção da confiança por cerca de 60% dos votos.
A moção de confiança tinha sido apresentada pelo presidente do partido, depois de o antigo líder parlamentar Luís Montenegro ter desafiado Rui Rio a convocar diretas.
Rio rejeitou o repto de antecipar as eleições - completou no domingo metade do seu mandato, um ano -, mas pediu ao órgão máximo do partido entre Congressos que renovasse a confiança na sua Comissão Política Nacional.
Lusa

Fadista Nisa Conde | Nesta sexta-feira vamos ao Fado


O Litoral Centro Apoia



PT e mídia de esquerda querem desconstruir o Brasil

O grupo de Lima, que inclui o Brasil e outros 12 países, reunido no início deste ano na capital peruana
O grupo de Lima, que inclui o Brasil e outros 12 países, reunido no início deste ano na capital peruana
♦  Marcos Machado
Não é preciso ter bola de cristal, ser analista experimentado ou pertencer aos altos círculos da política para afirmar que o PT e a mídia de esquerda têm um plano definido: a desconstrução do Brasil.

Um princípio de governo: a procura do “bem comum”

Segundo o Papa São Pio X (1835–1914), deve o governante, “assumindo e exercendo os cargos públicos com a firme e constante resolução de tanto quanto possa fazê-lo, promover o bem social e econômico da pátria e particularmente do povo, seguindo os princípios da civilização nitidamente cristã, e há de defender ao mesmo tempo os interesses da religião e os da justiça.” (Pio X, Il fermo proposito, II, 99).
Escreve, por sua vez, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira: “De fato, todo entendimento recíproco entre os homens é determinado pela procura de um bem comum; nisto se baseia a vida social. Quanto mais geral for o bem comum procurado, mais largo será o círculo social.” E prossegue:
“Na ordem temporal, o Estado é quem procura o bem comum mais geral e elevado, qual seja a suficiente perfeição da vida humana neste mundo. Embora este bem comum temporal não seja exclusivamente material, antes compreenda muitos bens espirituais, contudo está intimamente condicionado a múltiplas contingências materiais. Mesmo aqueles bens espirituais que se referem imediatamente à vida humana como, por exemplo, as virtudes cívicas.”1
Acima estão indicados princípios que devem nortear tanto a situação quanto a oposição. Ambas devem lembrar-se de que o bem comum temporal não é exclusivamente material, antes compreende muitos bens espirituais.
Recentes declarações do presidente Jair Bolsonaro e do chanceler Ernesto Araújo apontam para valores, princípios, direitos fundamentais que serão pilares do novo governo.
Nesta ordem de ideias, andou bem o nosso governo ao se associar ao Grupo de Lima para exercer pressões diplomáticas e comerciais sobre a tirania de Maduro na Venezuela. O bem comum das nações ibero-americanas assim o exigia.
A reação petista e bolivariana foi o oposto: “A decisão do novo governo brasileiro de apoiar a recente declaração do Grupo de Lima, que não reconhece o mandato do presidente Maduro e incita (sic) a realização de um golpe de Estado na Venezuela, contraria as mais altas tradições da diplomacia do Brasil…”2

Brasil sai do pacto migratório da ONU

Como se sabe, o novo governo retirou o Brasil do pacto migratório da ONU. E agiu muito bem.
Sobre a admissão de estrangeiros, declarou o chanceler Ernesto Araújo: “O Brasil buscará um marco regulatório compatível com a realidade nacional e com o bem-estar de brasileiros e estrangeiros. No caso dos venezuelanos que fogem do regime Maduro, continuaremos a acolhê-los.”3
Aqui se aplica o princípio do bem comum brasileiro,que não pode ser sufocado por um bem transnacional.
Comenta Plinio Corrêa de Oliveira: “Disto [contingências materiais, bens espirituais] é que provém a diversificação dos Estados, de modo que há vários Estados nacionais e não um só Estado Universal [como pretende o pacto migratório da ONU]: é que as contingências materiais afetam o bem comum do Estado, fazendo com que não haja um bem comum transnacional absolutamente o mesmo para toda a Humanidade”.4
A mídia de esquerda encheu páginas de protestos e lamentações. Cito apenas este link 

PT e mídia de esquerda: “viés ideológico” destrutivo e antibrasileiro

Como vimos acima, é a procura do bem comum que proporciona o entendimento recíproco.
Em consequência, o PT e a mídia de esquerda deveriam preocupar-se com o bem comum, ou seja, analisar os projetos, planos, realizações do atual governo em função deste ponto central: o bem do Brasil.
Entretanto, seu viés ideológico de esquerda os leva a “torcidas”, más interpretações e futricas para que o novo governo fracasse. O bem comum que se arranje, o que lhes interessa é desconstruir o atual governo.

O Brasil com o qual sonhamos

O grupo de Lima, que inclui o Brasil e outros 12 países, reunido no início deste ano na capital peruana
Queremos um Brasil que trilhe as vias da Civilização Cristã: “uma convicção que eu tenho há muito tempo é que a respeito do Brasil os comunistas [e os petistas] se enganam. Eles têm talvez a impressão de que poderão tomar conta facilmente do Brasil, e não é verdade. Há no Brasil pujanças anticomunistas muito maiores do que eles supõem […] quando esse povo se sente de fato ameaçado, ele sabe levantar-se como um só homem e sabe dar o revide à agressão comunista”.

Recordemos as portentosas marchas nas principais cidades brasileiras a partir de 2015, que culminaram no impeachmentde Dilma.
“Esta é a fé com que nós caminhamos para o futuro, quaisquer que sejam as circunstâncias. Poderá ser que provações muito difíceis toldem dos nossos olhos as perspectivas da vitória, pode ser que circunstâncias imprevistas coloquem para nós problemas que hoje não são os nossos. Mas, para além das névoas, para além de tudo aquilo que pode tapar a verdade, no horizonte visual do brasileiro há algo que nada tira: é a imagem do Cristo Redentor, a fé em Nosso Senhor Jesus Cristo. Esta fé há de nos salvar!”5
ABIM

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1.https://www.pliniocorreadeoliveira.info/LEG_460804_grande_ausente_onu.htm
2.http://www.pt.org.br/nota-do-pt-repudio-a-posicao-de-bolsonaro-em-relacao-a-venezuela/
3.https://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,brasil-deixa-pacto-global-pela-imigracao-da-onu,70002671958
4.https://www.pliniocorreadeoliveira.info/LEG_460804_grande_ausente_onu.htm
5.https://www.pliniocorreadeoliveira.info/DIS%20-%201978-10-17_HiltonRevolucaoRussa.htm


Indígenas paraguaios no Brasil

Indigenismo
As delegacias da Polícia Federal de Guaíra, Cascavel e Foz do Iguaçu, no Paraná, instauraram inquéritos para investigar possíveis irregularidades na emissão dos chamados Registros Administrativos de Nascimento Indígena (Ranis) em cartórios de todos os municípios cobertos por essas delegacias. A Polícia Federal já identificou mais de uma centena de irregularidades e fraudes para a emissão e obtenção de documentos, além de revelar possível envolvimento de servidores da FUNAI para facilitar aos paraguaios o acesso a documentos de nacionalidade brasileira.
A investigação questiona o modo de invasão indígena dessas áreas demarcadas pelo governo federal no Paraná, e registra inúmeros casos de invasores pretensamente nascidos no Brasil, mas cujos documentos e respectivos portadores são todos paraguaios.  Estes apresentavam as identidades do país de origem, mas possuíam também certidões brasileiras emitidas pela FUNAI, que confirmava assim a falsificação dos documentos para justificar a presença de indígenas paraguaios no Brasil.
Tais documentos lhes possibilitaria a permanência nessa região, sobretudo nos municípios de Guaíra e Terra Roxa, em áreas demarcadas como território indígena. Uma das alegações dos próprios indígenas para a demarcação é a de que esse lugar foi habitado por seus ancestrais, pertencendo-lhes, por isso, na chamada ocupação pretérita. Contudo, se os registros de nascimento tiverem sido de fato falsificados, esse argumento cai por terra.
O delegado da Polícia Federal em Cascavel, Marco Smith, revela que os inquéritos devem seguir pelo menos até o fim do ano, já que quase diariamente surgem novos elementos nas investigações que apuram a fraude. “Pelo que temos apurado, essas situações têm ocorrido em toda a região da fronteira com o Paraguai, aqui no Paraná e no Mato Grosso do Sul. Temos mais de uma centena de casos e estamos caminhando para quase duas centenas”.
O relatório da PF registra um fato, ocorrido no dia 17 de dezembro de 2017, quando uma van e um táxi, ambos com placas paraguaias, foram interceptados no posto de fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF), na cabeceira da Ponte Ayrton Senna, em Guaíra. Seus ocupantes disseram que estavam indo ao Paraguai para exercer o direito de voto. A mesma situação se repete nas fronteiras de Mato Grosso do Sul com as cidades paraguaias, mas são ignoradas pelas autoridades, inclusive pelo Ministério Público Federal (MPF).

ABIM

Possibilidade de patrocínio de grande eventos | ADMINISTRADORES DO BANCO BPI VISITARAM ACADEMIA DE MÚSICA DE CASTELO DE PAIVA

Artur Santos Silva impressionado com dinâmica da instituição

O presidente honorário do Conselho de Administração do Banco BPI, Artur Santos Silva, que esteve acompanhado do administrador José Pena do Amaral, de Rafael Chueca, director territorial da Fundação “ La Caixa “, de Barcelona, e Ana Feijó, também do BPI, estiveram ontem de visita à Academia de Musica de Castelo de Paiva, ocasião única para conhecer a dinâmica e grandeza desta instituição paivense, dedicado ao ensino especializado, e discutir as formas e a possibilidade de patrocínio de grandes iniciativas como a Academia Ibero-americana de Clarinete e a Bienal de Cultura, agendadas para este ano.
    
O edil paivense Gonçalo Rocha, na qualidade de presidente da direcção da Academia de Musica de Castelo de Paiva, tal como o director pedagógico Agostinho Vieira, e outros dirigentes da instituição, agradeceu e deu as boas vindas aos ilustres visitantes, e em jeito de retrospectiva, recuou no tempo, lembrando o trabalho notável e dedicado que foi desenvolvido nestas três décadas de actividade, destacando o sucesso da Academia de Musica, traduzida num projecto de ensino perfeitamente consolidado e que, em trinta anos de existência, ultrapassou todas as expectativas subjacentes à sua géneses, sendo um êxito por todos reconhecido, recordando também o alfobre de grandes músicos que aqui se tem formado e a projecção internacional alcançada, com jovens de grande nível profissional a integrarem projectos de nível mundial.

O presidente da direcção lembrou que o ensino da música assume um papel fundamental na dinâmica escolar que o concelho hoje apresenta, realçando depois, o compromisso assumido para a valorização constante da Academia de Musica, como instituição de ensino de conceituado e reconhecido mérito nacional, destacando eventos artisticos de grandeza internacional que a academia paivense continua a promover com redobrado entusiasmo e rotundo êxito, que merecem ser apoiados ao mais alto nível, sustentado numa visão estratégica que priviligia o ensino da música, num trabalho que é reconhecido pela sua classe e qualidade, traduzindo-se num valor acrescentado para o concelho e para a região, daí o interesse em pugnar por maiores apoios para que a instituição possa continuar a trilhar o caminho do sucesso.
Como paradigma do sucesso que a todos enche de orgulho, na sua abordagem perante os administradores do Banco BPI, o director pedagógico Agostinho Vieira enalteceu a qualidade do ensino que tem sido ministrado e o notável trabalho desenvolvido pela Academia de Musica de Castelo de Paiva, hoje com mais de 500  alunos, evidenciado na relevante acção formativa de crianças e jovens, abrindo novas perspectivas a todos aqueles que sentiram a música como vocação, numa terra que, desde sempre, teve uma profunda ligação com a actividade musical, constatada na intensa acção de três bandas musicais e cinco ranchos folclóricos, para além de diversos grupos corais, sendo por isso esta instituição, merecedora de reconhecimento público.
O director pedagógico propôs aos administradores da Fundação La Caixa/BPI que a parceria estabelecida para apoio ao 1º Concurso Ibero-americano do Clarinete que irá realizar-se de 11 a 14 de Abril, possa ter um âmbito mais alargado, através de um protocolo a celebrar entre as instituições, sendo que a proposta foi bem recebida pelo presidente honorário da Fundação, Artur Santos Silva e deverá ser aprofundada. 
Por outro lado, a colaboração da Academia de Musica nos eventos promovidos e patrocinados pela Fundação La Caixa/BPI foi também um dos assuntos abordados e que deverá ter desenvolvimentos futuros, tendo o Presidente Honorário considerando a relevância desta academia para o concelho e a região, desafiando a Câmara Municipal de Castelo de Paiva,  através do presidente Gonçalo Rocha, a integrar o grupo fundador da Casa da Música, desafio presenciado pelo presidente do Conselho de Administração da Casa da Música, José Pena do Amaral que também marcou presença nesta visita.

Câmara apoiou instituições em 1,6 milhões de euros


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O Município da Marinha Grande apoiou instituições de solidariedade social, clubes desportivos e associações culturais do concelho em cerca de 1,6 milhões de euros, no ano 2018.

Em 2018, a Câmara Municipal atribuiu cerca de 1,6 milhões de euros, o que representou um acréscimo de cerca de 400 mil euros relativamente aos anos 2017 e 2016. Aquele valor corresponde a iniciativas realizadas em 2018 ou que tem continuidade em 2019.

Este investimento teve como finalidade atribuir apoios financeiros para o desenvolvimento de atividades com carácter pontual e permanente. Estes benefícios possibilitam a dezenas de entidades do concelho intensificar a sua atividade e contribuir para o desenvolvimento social, desportivo, recreativo e cultural do território, aumentando a qualidade de vida da população e valorizando todo o movimento associativo do concelho.

A presidente da Câmara Municipal, Cidália Ferreira, enaltece “a importância das instituições do concelho, por contribuírem para o desenvolvimento local”. Nesse sentido, “encaramos as associações como parceiros do Município e os apoios que recebem, obedecendo aos critérios de gestão rigorosa e transparente dos dinheiros públicos, destinam-se a valorizar infraestruturas, equipamentos e projetos de índole social, cultural e desportivo”.

Cidália Ferreira declara ainda que “O voluntariado faz parte do ADN dos Marinhenses e é também por isso que esta é uma das nossas prioridades."

Respirar incorretamente piora a sua saúde

Redução de estresse, prevenção de insônia, melhora da atenção... tudo isso com a simples mudança da respiração
 
No início, tudo era quente e denso e estava em perfeito equilíbrio no universo. Como essa estabilidade monótona foi quebrada, organizando-se em galáxias e eventualmente criando tudo o que conhecemos hoje? Como? O que aconteceu para tirar o universo desse estado sem forma?
 
Pesquisadores criaram um adesivo contraceptivo de baixo custo que precisa ser aplicado por apenas alguns segundos, permitindo que as mulheres obtenham uma dose que dura por um mês
 
Físicos do CERN apresentaram um plano para aumentar seu poder científico de descoberta: o Colisor Circular do Futuro, de 100 km de diâmetro
 
As outras emoções como raiva e nojo têm muito menos expressões faciais