terça-feira, 23 de agosto de 2022

BUPi já referenciou 34% do território de Proença-a-Nova

 

Proença-a-Nova é o concelho com maior número de processos e matrizes georreferenciadas a nível nacional, tendo já registado 34% da área do concelho no âmbito do projeto BUPi – Balcão Único do Prédio, correspondente a 45 986 matrizes georreferenciadas desde a sua instalação.

Com atividade desde 2017, o BUPi é uma plataforma que permite mapear o território português de forma completamente gratuita, até agosto de 2023. Em Proença-a-Nova, o registo de terrenos teve em 2018 o ano com maior número de processos, tendo sido alcançada uma marca de 29 486 matrizes, número bem superior aos apresentados nos últimos quatro anos.

No ano de 2022 é expectável que o número de processos concluídos seja superior aos de 2019 e 2020, ainda que se encontre um nível abaixo do esperado, havendo ainda uma área considerável do território por referenciar. Caso pretenda fazer o seu registo, pode passar pela Conservatória do Registo Civil, Predial e Comercial para agendar a sua marcação. O Espaço BUPi está aberto e disponível de segunda a sexta-feira, das 09h00 às 16h00, com atendimento na Conservatória do Registo Civil, Predial e Comercial às quintas-feiras.

Proença-a-Nova foi um dos concelhos pioneiros que esteve presente nos dez municípios integrantes do projeto-piloto. Na base do projeto, juntamente com Proença-a-Nova, estiveram os municípios de Alfândega da Fé, Caminha, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Góis, Pampilhosa da Serra, Pedrógão Grande, Penela e Sertã, entretanto difundido a 141 concelhos em todo o país, com 621 966 matrizes georreferenciadas acumuladas. Na génese da criação do projeto estiveram alicerces como o ordenamento do território, valorização de recursos, identificação dos proprietários e prevenção de incêndios.


TEATRO AVEIRENSE TEM NOVA IMAGEM

 

Nova identidade segue estratégia de renovação, reforça o envolvimento humano com a comunidade aveirense e dá eco às diferentes culturas e formas artísticas de todo o mundo -

A Câmara Municipal de Aveiro acaba de lançar a nova identidade gráfica do Teatro Aveirense. A nova imagem representa uma mudança na forma de comunicar, estando presente em todos os suportes de divulgação da sua atividade.

Tendo como assinatura “Acontece Connosco”, o novo posicionamento gráfico do Teatro Aveirense procura sublinhar o seu caráter cada vez mais cosmopolita e transversal, assim como um envolvimento mais humano e mais próximo das pessoas. Pretende revelar um Teatro que é Aveirense de nome e espírito, profundamente comprometido com a sua região e sempre presente no quotidiano do seu público, seja pela programação presencial como online. Um teatro de todos e para o mundo inteiro.

A nova identidade do Teatro Aveirense chega às ruas esta semana e vai sendo implementada à medida que os diferentes canais de comunicação são ativados, numa campanha que irá incluir meios online e offline, entre os quais mupis, outdoors e telas. Uma novidade desta nova estratégia é o regresso da agenda em papel, um dos suportes mais procurados pelo público, cuja impressão tinha sido interrompida devido à pandemia e às respetivas restrições.

Agenda de setembro no TA

A programação do Teatro Aveirense (TA) regressa a 2 de setembro, data em que é apresentado um espetáculo de stand-up comedy de Gilmário Vemba. Segue-se um calendário diversificado, com destaque para a Bienal São Palco, que traz três espetáculos de companhias de teatro do Brasil, a peça Amore, do conceituado encenador italiano Pippo Delbono, uma revisão da obra Ensaio Sobre a Cegueira, de José Saramago, pelo encenador Nuno Cardoso numa parceria entre o Teatro Nacional de São João e o Teatro Nacional da Catalunha , assim como um concerto especial dos Ornatos Violeta e uma apresentação única de 10.000 Anos Depois Entre Vénus e Marte, o histórico disco de rock progressivo de José Cid, numa colaboração do músico com a Orquestra Filarmonia das Beiras e entre o TA e o Teatro Das Figuras de Faro.

“TÁ tudo ligado” a esta nova forma de viver a cultura? Todas as informações sobre a nova imagem, os espetáculos e outros eventos promovidos pelo Teatro Aveirense podem ser consultadas no seu website, em https://www.teatroaveirense.pt .

Covilhã | COVILHANENSE JOÃO GONÇALVES ENCERRA “VERÃO NO CENTRO HISTÓRICO”


O “Verão no Centro Histórico” da Covilhã continua na próxima sexta-feira, 26 de agosto, às 21h30, com nova visita guiada encenada pela atriz Joana Poejo, com partida em frente à Câmara Municipal. A divertida “viagem” pela história da cidade termina no local do concerto do covilhanense João Gonçalves, que acontece pelas 22h15 junto à Igreja da Misericórdia (Praça do Município).

João Gonçalves é um jovem compositor e intérprete “apaixonado por música”. Recentemente, foi finalista no programa da SIC “Ídolos”, numa participação que muito orgulhou os covilhanenses.

O músico, que promete apresentar um espetáculo centrado em temas originais compostos nos últimos anos, estará acompanhado em palco por Renato Gonçalves e Miguel Almeida, igualmente naturais e residentes na Covilhã. As suas letras concentram-se “nos tempos de hoje e na esperança de um amanhã mais rico em amor”. Sente que pode ser mais um “a lutar por aquilo que está menos bem no planeta” e acredita que “saber viver em comunidade pode ser um dos pontos fulcrais para um futuro melhor”. Não acredita em grandes feitos, mas em pequenas ações que possam levar à diferença. Os seus concertos são uma viagem estudada, para que a mensagem chegue a quem o ouve.

Tal como em todas as edições anteriores, o “Verão no Centro Histórico” dá a oportunidade de propostas musicais locais integrarem um cartaz com nomes firmados no panorama musical nacional. João Gonçalves vai assim demonstrar todo o seu talento à “sua” Covilhã, no concerto que encerra a 5ª edição do “Verão no Centro Histórico”, a 26 de agosto, junto à Igreja da Misericórdia, na Praça do Município.

Organizado pela Câmara Municipal da Covilhã, a 5ª edição do evento que une história, património e teatro ao melhor da nova música nacional e local termina na próxima sexta-feira, com a promessa de regressar para o ano.

Junte-se às mais divertidas noites de verão e venha viver o centro histórico da Covilhã!


Plástico PET transformado em sensores óticos para detetar contaminantes na água

 

Uma equipa de investigadores da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP) está a transformar o plástico PET recolhido nas zonas costeiras em novos materiais para aplicação em sensores óticos com propriedades fluorescentes. O objetivo é detetar contaminantes e poluentes ambientais na água.

“O nosso projeto centra-se no aproveitamento de garrafas PET recolhidas nas zonas costeiras que, por estarem mais degradadas, por norma vão para os aterros e não são recicláveis”, explica Ana Margarida Silva, investigadora do Laboratório Associado para a Química Verde (LAQV-REQUIMTE), na FCUP, que lidera esta investigação.

Para isso, os investigadores estão a trabalhar no desenvolvimento de um processo inovador de transformação, via hidrólise (usando a água como solvente) do plástico associado ao aquecimento óhmico, uma tecnologia muito usada para o processamento de alimentos, conservando as suas propriedades. “Queremos sempre usar métodos amigos do ambiente para a transformação do plástico, selecionando matérias-primas de fontes renováveis”, concretiza a investigadora que desenvolve a sua investigação no Departamento de Química e Bioquímica. Nesse sentido, a equipa pretende aproveitar o sal presente nesses resíduos que vai funcionar como um catalisador natural e potenciar a síntese, tornando o processo mais eficiente.

Nesta fase, o plástico PET já lavado, cortado e moído é transformado em ácido tereftálico. Para poderem ser integrados em sensores óticos e terem as características pretendidas, estes materiais são novamente modificados por aquecimento, sendo associados a estruturas tridimensionais de monómeros, denominadas redes metalo-orgânicas (MOF).  Daqui resulta um material de valor superior e de grande interesse: é mais poroso e por isso pode juntar-se a um pigmento fluorescente e resultar assim num efeito de fluorescência necessário para detetar contaminantes e poluentes ambientais. “É também mais estável a nível químico, o que nos ajuda a chegarmos a sensores robustos”, adiciona Ana Margarida Silva.


Sensores óticos que mudam de cor consoante o contaminante

Quanto aos sensores óticos, que se espera que estejam testados, a uma escala laboratorial, no final de um ano e meio de projeto, “o pretendido é que haja uma alteração quer ao nível da cor quer ao nível da fluorescência na presença de um determinado composto”.

Para além de detetar contaminantes e poluentes nas águas, estes sensores, que vão integrar estes nanomateriais resultantes da transformação do plástico PET, podem também vir a ser utilizados noutros contextos, como por exemplo, para encontrar substâncias nocivas nos alimentos.

No projeto Plas2Nano - “Plásticos para nanomateriais: das garrafas de lixo aos nanomateriais baseados em MOFs numa abordagem sustentável”, que tem financiamento da Fundação para a Ciência e Tecnologia, participam ainda a investigadora do LAQV-REQUIMTE Carla Queirós, como co-responsável pelo projeto, uma equipa de investigadores do LAQV-REQUIMTE e o docente e investigador do Departamento de Química e Bioquímica da FCUP e do Centro de Investigação em Química da U.Porto (CIQUP), Luís Belchior Santos.

Para a recolha de plástico nas praias e zonas costeiras, o projeto conta com a parceria com a Câmara Municipal de Ílhavo, através do Engenheiro de Ambiente, Luís Rabaça e com os Agrupamentos de Escolas do Município, que têm já implementada esta atividade entre os seus alunos.

A iniciativa ganhou recentemente um novo aliado e terá a colaboração de Francesca Giuntini, da Universidade de Liverpool no âmbito da conquista de uma bolsa bilateral atribuída pela Associação Portuguesa de Investigadores e Estudantes do Reino Unido (PARSUK, na sigla em inglês), um fundo que pretende reforçar vínculos entre Universidades e Institutos de Investigação no Reino Unido e em Portugal.

Faculdade de Ciências da Universidade do Porto

IPO de Coimbra lança Programa ReADAPTAR


O IPO de Coimbra lança hoje o Programa ReADAPTAR, um banco de próteses auditivas que pretende ser uma resposta social inovadora específica e facilitadora da vida diária do doente oncológico com perda auditiva, assim como das suas famílias ou cuidadores.

Reconhecendo que a perda auditiva é muitas vezes fator de isolamento social pela dificuldade de comunicação que acarreta, com potencial para induzir quadros de ansiedade e depressão, pretende-se contribuir para devolver a capacidade de audição aos doentes oncológicos, independentemente da fase da doença ou do tratamento.

Da iniciativa do Serviço de Otorrinolaringologia, o Programa ReADAPTAR está acessível a toda a comunidade que pretenda colaborar com o IPO de Coimbra.

O Programa ReADAPTAR funcionará numa perspetiva de complementaridade às respostas já existentes.


Marinha Grande | Corrida da Praia da Vieira juntou mais de 350 atletas

Na tarde do dia 20 de agosto, a Praia da Vieira recebeu a corrida organizada pelo Industrial Desportivo Vieirense, que contou para o Circuito de Meio Fundo da Associação Distrital de Atletismo de Leiria, com um total de 308 atletas a concluir os 8Km de prova e 50 participantes na caminhada.

A iniciativa foi disputada nas margens do rio Lis por 13 escalões, sendo o escalão com mais inscritos os séniores, com idade até aos 35.
A vereadora do desporto da Câmara Municipal da Marinha Grande, Ana Alves Monteiro, marcou presença na iniciativa, parabenizando a organização e enaltecendo o número de inscritos, que trouxe à Praia da Vieira um evento desportivo fortemente participado.
O evento contou com o apoio da Câmara Municipal da Marinha Grande, da Associação Distrital De Atletismo de Leiria, dos Bombeiros voluntários de Vieira de Leiria e também da economia local.

Porto de Mós | Receção ao Professor "Os desafios da avaliação pedagógica" | 6 setembro | 09h30 | Central das Artes