segunda-feira, 13 de fevereiro de 2023

Abusos sexuais na Igreja: “Castração química de pedófilos é uma medida eficaz”, defende André Ventura

O Chega reagiu ao relatório da Comissão Independente para os Estudos dos Abusos Sexuais de Crianças na Igreja Católica. André Ventura falou num tema que pode "unir a esquerda e a direita" e aproveitou para defender a castração química de pedófilos.
Numa primeira reação ao relatório da Comissão Independente que estuda abusos sexuais de menores na Igreja Católica, André Ventura reconhece que "deixa-nos a todos ensombrados e tristes". O líder do Chega falou ainda da prescrição destes crimes e da castração química.
O presidente do Chega apelou ao Ministério Público para que "atue rapidamente" relativamente aos abusos na Igreja Católica, pedindo uma "união na Assembleia da República" para que se aumente o prazo de prescrição, visto que há muitas vítimas que apenas têm condições de falar sobre os abusos anos depois de terem acontecido.
Há aqui dois reptos que eu, a par da minha tristeza pessoal, acho que ficam para o futuro. O repto ao Ministério Público para que atue rapidamente agora com os dados que temos, sobre os casos em que ainda é possível atuar dentro do prazo de prescrição", apelou. O segundo repto deixado pelo presidente do Chega foi para "uma união na Assembleia da República" de forma que se aprove um projeto que já tinha sido apresentado pelo partido para aumentar "o prazo de prescrição destes crimes e para começar a contar-se o prazo desses crimes aos 30 anos da vítima".
O líder do Chega volta a defender a "castração química de pedófilos", que André Ventura considera ser uma medida eficaz no combate ao abuso sexual de menores e à pedofilia.
A Comissão Independente para o Estudo dos Abusos Sexuais de Crianças na Igreja Católica recebeu 512 testemunhos validados relativos a 4.815 vítimas desde que iniciou funções em janeiro de 2022, anunciou esta segunda-feira o coordenador Pedro Strecht, que referiu ainda que esta comissão enviou para o Ministério Público 25 casos.
Os casos de abusos sexuais revelados ao longo de 2022 abalaram a Igreja e a própria sociedade portuguesa, à imagem do que tinha ocorrido com iniciativas similares em outros países, com alegados casos de encobrimento pela hierarquia religiosa a motivarem pedidos de desculpa, num ano em que a Igreja se vê agora envolvida também em controvérsia, com a organização da Jornada Mundial da Juventude, em Lisboa.

SIC Notícias

“SÃO 100 ANOS DE CARNAVAL” MARCA O RITMO DO CENTENÁRIO DO CARNAVAL DE TORRES VEDRAS

 São 100 anos de Carnaval é a música que celebra o Centenário do Carnaval de Torres Vedras. A música foi lançada nas plataformas digitais à meia-noite do passado sábado, 11 de fevereiro, tocando, em simultâneo, em vários bares da cidade de Torres Vedras.
A composição assume-se como um olhar sobre o significado de seis dias de folia pela voz de NBC e Susana Félix, com letra de Sérgio Lopes e música de Nelson Canoa.
São 100 anos de Carnaval fala de uma cidade que se transforma e do sorriso no rosto dos foliões, sem esquecer Reis, matrafonas, cabeçudos e zés-pereiras.
Este sábado, a faixa também se fez ouvir em Lisboa, naquela que foi a “primeira paragem” da Embaixada Real do Carnaval de Torres Vedras. Os foliões dançaram em plena Praça Dom Pedro IV depois de terem ouvido a presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, Laura Rodrigues, os Reis do Carnaval e o ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva.

“O meu cérebro é maior do que o teu! – Happychemistry e a paz dos sexos”


NOTA prévia: este texto deve ser lido sem preconceitos nem estereótipos. Algumas afirmações referem-se ao que pode ser considerado mais frequente, sem qualquer desprimor pelo mais raro ou pelas exceções. Este texto assenta num princípio fundamental para a felicidade: não atende ao princípio da igualdade, porque somos todos diferentes, mas fundamenta o direito e o respeito pela diferença! E é neste pressuposto que atingiremos a equidade, ainda tão necessária por faltar tanto, na sociedade atual. Quando conseguirmos alcançar essa meta, todos os dias serão dias de Humanidade, não do homem ou da mulher.
A ambição de ser feliz é inerente à sobrevivência do Ser Humano. Se pensarmos nos dois estímulos básicos fundamentais para perpetuar a espécie, entendemos melhor esta necessidade intrínseca: alimentação e reprodução. Se não desse prazer, extinguíamo-nos, certamente… E ao longo dos milhares de anos de existência fomos moldando esses estímulos, em formas de obter bem-estar à margem da simples necessidade de existir. E assim se compreende a felicidade aliada ao prazer de uma refeição ou do amor que se faz. Deste encontro, surge a possibilidade de perpetuar o material genético, pela reprodução.

As diferenças que determinam a nossa diversidade vêm da herança genética, influenciada pelo ambiente, que inclui a educação, a cultura e o conhecimento, sendo decisivas para as nossas características e capacidades, incluindo a personalidade, o sexo e o comportamento sexual. Nessa diversidade, inclui-se o funcionamento do cérebro.

Os cérebros não são todos iguais! Numa época em que tanto se fala de igualdade, surge a questão: será que existem diferenças no cérebro masculino vs. feminino?

Ao longo dos anos, em diversos contextos, fui ouvindo a mítica frase que pululava no universo feminino: “os homens não ouvem nada do que dizemos!”. Fui registando observações; destaco algumas, tipicamente na base da “guerra dos sexos”. Ao masculino, é atribuído o foco numa tarefa, correndo o risco de “não ouvir”; melhor sentido de orientação; menos tolerância à dor. Do feminino, destaca-se a capacidade “multitasking”; maior impulsividade; maior capacidade de memorizar datas e eventos.

Será que a ciência nos ajuda a entender as diferenças, para construir pontes de conhecimento que levem a maior compreensão e harmonia? Claro que sim!

Foi possível avaliar que o cérebro masculino é cerca de 4% maior. Mas… como em tudo, o tamanho não quer dizer nada.

No cérebro feminino, a região límbica (emoções) e a corpo caloso (maturidade) têm maior dimensão, com mais atividade; também é mais sensível à expressão facial e possui maior fluência e memória verbal. O cérebro masculino tem maior capacidade de aquisição de competências motoras, melhor orientação espacial e raciocínio matemático.

Há fatores socioculturais, biológicos (e.g. genéticos, hormonais) e ambientais, que contribuem para a diferença.

A sociedade está em mudança e é previsível que a ciência nos venha a mostrar novos dados no futuro. Mas é urgente e essencial respeitar a individualidade, no universo masculino-feminino, garantindo o direito à diferença, para viver na liberdade da escolha, no respeito mútuo, na igualdade de oportunidades e equivalência nos direitos e na diferença de ser e estar, pilares de criatividade e progresso.

Todos os dias devem ser de homens e mulheres, que na partilha possam igualar a contribuição para o bem-estar e para a felicidade comum!

Ninguém nasce a gostar de si mesmo. Vamos sabendo quem somos pelos afetos e pela humanidade com que somos educados, instruídos, tratados. Seremos melhores se nos fizerem sentir importantes, valorizados, sobretudo pelo que vamos fazendo, que determina quem vamos sendo, de preferência na paz dos sexos!

“Sejam felizes com o que tiverem à mão”©.

Manuela Grazina
Docente e Investigadora – Faculdade de Medicina & Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra.

Manuela Grazina é especializada em Genética Bioquímica, Genética Humana, Neurociências, Farmacogenómica e Bigenómica.
É Doutorada em Ciências Biomédicas, na área de Genética Bioquímica, com Pós-Graduação em Biomedicina, Mestre em Biologia Celular (especialização em Neurogenética) e Licenciada em Bioquímica (pré- Bolonha, 5 anos), pela Universidade de Coimbra.
É Professora Auxiliar com nomeação definitiva, na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC), com afiliação desde 1997 (Unidades Curriculares Bioquímica, Bioquímica da Imagem, Neurociências e Farmacogenómica). Foi docente em disciplinas de Genética Humana nas Universidades do Algarve (2008-2015) e de Évora (2010-2015), ao abrigo do regime de Cooperação entre Universidades, colaborando ainda com outras Universidades/ Faculdades (e.g. Faculdades de Farmácia de Coimbra e de Lisboa, Faculdade de Medicina e de Farmácia da Universidade de Lisboa, Universidade Nova de Lisboa – Medicina; Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar – Porto, ITQB, Universidade de Aveiro).
É investigadora do Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra (CNC), em ligação estreita com a Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, desde 1992, sendo líder do Grupo de Investigação, desde 2007 “Investigação Translacional Reversa em Doenças Bigenómicas e Medicina Personalizada”, no âmbito do Programa Inter-Institucional de Investigação Biomédica (http://www.cnbc.pt/outreach/outreach16.asp), com foco no estudo de um grupo de doenças raras, as citopatias mitocondriais (“avarias da fábrica da energia celular”) e em doenças neuropsiquiátricas, particularmente dor e toxicodependências.
É a Responsável do Laboratório de Biomedicina Mitocondrial e Teranóstica (no CNC / FMUC), que fundou, desde Março de 1995, onde estabeleceu uma equipa de trabalho e desenvolveu testes bioquímicos e genéticos como ferramentas para a investigação translacional e diagnóstico, com uma forte componente de Serviços à comunidade, tendo várias colaborações internacionais, em que se destaca o Baylor College of Medicine (Houston, USA), University of Newcastle upon Type (UK), Mitochondrial Biology Unit – Medical Research Council (Cambridge, UK) e CICAB Clinical Research Centre Extremadura University Hospital and Medical School, (Badajoz, Espanha).
A Orquestra Clássica do Centro, homenageando as “mulheres na Ciência”, dedicou-lhe o seu primeiro Concerto Prestígio de 2019, destacando o trabalho que tem desenvolvido no Laboratório de BioMedicina Mitocondrial e Teranóstica.


Desenvolvida metodologia mais rápida para o diagnóstico genético de doença rara que pode levar à cegueira


Uma equipa de investigação da Universidade de Coimbra (UC) desenvolveu uma metodologia rápida, económica e eficiente para o diagnóstico genético da Neuropatia Ótica Hereditária de Leber (LHON), uma doença rara que pode levar à cegueira. Este método pode contribuir para agilizar a intervenção clínica e terapêutica nesta patologia, que afeta sobretudo adultos jovens do sexo masculino (proporção 4-5 para 1 do sexo feminino) e que está associada ao défice de produção de energia nas células ganglionares da retina, que são essenciais para a visão.
O diagnóstico célere desta doença hereditária «pode criar a oportunidade de iniciar o tratamento com maior precisão e rapidez, de modo a permitir que o doente tenha maior benefício e oportunidade de recuperar a visão, se for o caso», explica a docente da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC), coordenadora do Laboratório de Biomedicina Mitocondrial e Teranóstica (LBioMiT) do Centro de Neurociências e Biologia Celular da UC (CNC-UC) e coordenadora do estudo científico, Manuela Grazina. «A rapidez é fundamental para o diagnóstico diferencial da doença e para prosseguir a investigação diagnóstica com maior precisão», sublinha a professora da UC.

Denominada “GenEye24”, esta nova metodologia «permite a identificação das três variantes patogénicas mais frequentes – Top3 (95% do total de alterações genéticas identificadas) na Neuropatia Ótica Hereditária de Leber, num período de 24 horas, com grande sensibilidade e especificidade», explica Manuela Grazina. «Com as tecnologias usadas habitualmente, o diagnóstico genético pode chegar a demorar mais de um mês», contextualiza a coordenadora da investigação.

Com este estudo científico, a equipa da Universidade de Coimbra propõe «uma nova abordagem metodológica económica, simples, robusta e rápida, recorrendo à PCR (reação da polimerase em cadeia) em tempo real, para identificação com alta especificidade de alterações no genoma mitocondrial», elucida a investigadora da UC. «Este teste é feito por amplificação do material genético do doente, extraído a partir do sangue, com “sondas” e “detetores” (primers) complementares da sequência onde podem encontrar-se as alterações genéticas deletérias», acrescenta Manuela Grazina.

Depois de revelados os impactos positivos que pode ter no diagnóstico precoce da Neuropatia Ótica Hereditária de Leber, a equipa de investigação espera que «a “GenEye24” possa vir a ser usada em grande escala no rastreio de doentes, pela rapidez de obter uma resposta de precisão, com grande utilidade clínica e já está disponível no LBioMiT, tendo sido já rastreados alguns doentes, de entre os quais dois eram portadores de uma das mutações Top3», remata a investigadora.

O estudo científico contou ainda com a participação de Sara Martins (Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra), Maria João Santos (Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra e Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra), Márcia Teixeira (Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra), Luísa Diogo (Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, Centro de Inovação em Biomedicina e Biotecnologia e Centro de Referência de Doenças Hereditárias do Metabolismo do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra), Maria do Carmo Macário (Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, Centro de Inovação em Biomedicina e Biotecnologia e Centro de Referência de Doenças Hereditárias do Metabolismo do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra), João Pedro Marques (Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra e Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra) e Pedro Fonseca (Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra e Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra).

De referir que o Laboratório de Biomedicina Mitocondrial e Teranóstica do Centro de Neurociências e Biologia Celular da UC é centro afiliado do Centro de Referência de Doenças Hereditárias do Metabolismo do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra desde 2021.

O artigo científico “GenEye24: Novel Rapid Screening Test for the Top-3 Leber’s Hereditary Optic Neuropathy Pathogenic Sequence Variants” encontra-se publicado na revista Mitochondrion, e disponível aqui.

Universidade de Coimbra

Estudo revela que adolescentes querem tecnologia interativa nos museus

Os museus têm hoje um envolvimento ativo com visitantes, considerando as suas necessidades e desejos. Porém, com públicos diversos, é difícil seguir uma única estratégia. Relativamente aos mais jovens, os museus querem fazer mais uso da tecnologia.
“Identificámos um vazio sobre conteúdos museológicos adaptados aos adolescentes no campo do Design Interativo”, diz Vanessa Cesário, investigadora de doutoramento em Medias Digitais, que se dedica ao estudo da interação do público nos museus. Vanessa desenvolve a sua investigação no Instituto de Tecnologias Interativas (ITI) e a leciona no Instituto Superior Técnico (IST). Numa parceria com o Museu de História Natural do Funchal, Vanessa estudou como o museu poderia envolver melhor os adolescentes
“Queríamos que os adolescentes nos ajudassem a compreender o que seria para eles uma experiência agradável, o que nos levou a realizar sessões de design participativo com 155 jovens”, acrescenta. O objetivo era desenvolver uma aplicação móvel para complementar a visita ao museu e fomentar o envolvimento dos jovens. “O Museu de História Natural do Funchal não pode ignorar as ferramentas tecnológicas que os adolescentes utilizam para aceder à informação”, declara Ricardo Araújo, Director do Museu. “Queremos ir ao encontro das expectativas das novas gerações, utilizando a tecnologia para transmitir conhecimentos, afastando-nos das exposições tradicionais de outros tempos”, acrescenta.

Os adolescentes estão pouco interessados em museus.
As primeiras sessões de design resultaram em conceitos para experiências interativas em dispositivos móveis. Tornou-se evidente nestas sessões que os adolescentes não eram fãs dos museus. “Por um lado, os nossos participantes caracterizavam os museus como lugares aborrecidos. Por outro lado, estavam bastante entusiasmados sobre a possibilidade de existir tecnologia interativa a guiá-los através das exposições”, diz a investigadora. Posteriormente, categorizou o contributo dos adolescentes em dois temas: mecânica dos jogos e narrativas. A maioria dos grupos propôs experiências de gamificação. Apenas uma pequena parte se concentrou na narrativa, focando-se mais na construção de um enredo de aventuras.

Jogos versus histórias
Com base no feedback de adolescentes, o Interactive Technologies Institute construiu duas experiências móveis interativas diferentes para serem utilizadas no Museu de História Natural do Funchal. “Criámos dois protótipos, um baseado no jogo e o outro baseado na narrativa”, revela Vanessa Cesário. As aplicações foram depois testadas no museu, e foram retiradas algumas conclusões sobre a utilização das mesmas.

Vanessa e a sua equipa estudaram a relação entre as personalidades dos adolescentes e os seus níveis de envolvimento quando utilizavam as duas aplicações. Descobriram que os adolescentes competitivos preferiam geralmente abordagens orientadas para o jogo. Por outro lado, os adolescentes que estão dispostos a ouvir e que ficam intrigados com o enredo preferem abordagens baseadas em histórias. No final, a maioria dos adolescentes prefere uma história, exceto os mais competitivos, que se envolvem mais com métodos baseados no jogo.
O projecto de investigação atingiu a sua última fase a partir dos conhecimentos recolhidos ao longo dos anos. “Os nossos estudos mostram que a gamificação e as narrativas estão intimamente relacionadas. Os adolescentes são particularmente atraídos por serem a personagem principal numa aventura emocionante, e uma viagem cativante e emocional pode aumentar o seu envolvimento com a experiência do museu”, explica Vanessa.

Daniel da Costa Ribeiro
Interactive Technologies Institute

MUNICÍPIO DA MARINHA GRANDE DINAMIZOU WORKSHOPS DE FORMAÇÃO PARA ASSOCIAÇÕES

 O Município da Marinha Grande realizou um Workshop de Formação, no passado dia 6 de fevereiro de 2023, no Edifício da Resinagem, tendo como base o Plano de Capacitação do Tecido Associativo, que contou com a participação de cerca de 50 associações do concelho.
Célia Caseiro, responsável da Delegação do Instituto Português da Juventude (IPDJ) – Leiria, apresentou os projetos do IPDJ, manifestando a importância destes para apoiar atividades desenvolvidas pelas entidades presentes.

João Teixeira, chefe da Divisão do Desporto, Juventude e Associativismo da autarquia, abordou novamente as funcionalidades da plataforma do associativismo (associativismo.cm-mgrande.pt) e da importância destes workshops para a partilha de boas práticas entre todos.

Raimundo Santos, técnico da DDJA na área do desporto, apresentou a reativação do projeto “Percursos Pedestres”, anunciando o percurso pedestre a realizar na  Moita, no próximo dia 26 de fevereiro, desafiando cada associação a organizar percursos pedestres para a comunidade.

O workshop contou ainda com a intervenção dos técnicos da Câmara Municipal Nuno Silva e Sofia Pereira, para apresentarem os relatórios dos Regulamentos Municipais de Apoio às Instituições de Cultura, Recreio e/ou Desporto (RMAA) e do Regulamento Municipal de Apoio às Instituições Sociais (RMAIS), relativos ao ano 2022.
 
João Teixeira informou ainda que a autarquia irá proceder à Revisão dos Regulamentos RMAA, RMAIS e Regulamento Municipal de Apoio ao Desporto Federado (RMDF), processo para o qual se solicita o contributo de todas as associações para efetuar um Regulamento que vá ao encontro dos objetivos de promoção das atividades do movimento associativo.


SOCIEDADE COLUMBÓFILA COMPETIU NO IV MEETING INTERNACIONAL CIDADE DE LEIRIA


A Secção de Natação da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, esteve presente na IV edição do Meeting Cidade de Leiria.

A competição destinada ao escalão de Infantis contou com a participação de 220 atletas em representação de 30 clubes nacionais e contou ainda com a presença de 15 atletas em representação da Federacion Extremena de Natation.

A competição decorreu no passado fim de semana no Complexo Municipal de piscinas de Leiria.

A prova com eliminatórias de manhã e finais no período da tarde, contou com uma comitiva de 7 atletas da SCC, Afonso Oliveira, Santiago Pereira, Francisco Sousa, Filipa Loisas, Leonor Silva, Maria Fernandes e Laura Monteiro.

Com a participação em várias finais por parte de alguns atletas, o maior destaque vai para a conquista do pódio de Filipa Loisas que obteve o bronze nos 100 Mariposa.