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Posted: 01 Jul 2016 12:53 PM PDT
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Posted: 01 Jul 2016 06:17 AM PDT
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sábado, 2 de julho de 2016
10 visionários de negócios que criam valor para o mundo
Presidente da Rússia admite diálogo com NATO mas deixa aviso à Finlândia
O Presidente da Rússia mostrou-se aberto, esta sexta-feira, a adotar algumas medidas que permitam reduzir a tensão militar com a Aliança do Atlântico Norte (NATO) na região do mar Báltico. De visita à Finlândia, um parceiro da aliança, mas ainda não um Estado-membro,Vladimir Putin vincou ao presidente homólogo, Sauli Niinistö, a satisfação pela neutralidade militar finlandesa na região.
O líder russo, ainda assim, não deixou passar a oportunidade de deixar um aviso à Finlândia poucas semanas depois deste Estado-membro da União Europeia ter feito parte de exercícios militares da NATO na região do Báltico.
“O que pensa que faremos se aderirem à NATO? Nós recuámos as nossas tropas 1500 quilómetros. Acham que as vamos manter lá, tão longe da fronteira?”, atirou Putin, dirigindo-se a Niinistö, acrescentando: “Parafraseando a observação de um amigo meu finlandês, poderia dizer que a NATO teria prazer em entrar em guerra com a Rússia até ao último soldado finlandês. É isto que querem? Nós não. Vocês devem decidir por vocês mesmos.”
Procurando desdramatizar a singela ameaça deixada no ar, o Presidente russo disse ainda caber “aos finlandeses decidir como defendem a respetiva soberania e garantem a sua segurança”. “É claro que valorizamos e respeitamos o estatuto neutral da Finlândia”, concluiu.
A tensão na região do Báltico tem vindo a aumentar desde o estalar do conflito na Ucrânia em fevereiro de 2014. Os vizinhos Estados-membros da NATO (Estónia, Letónia e Lituânia) receiam uma expansão russa e a aliança tem mobilizado tropas para a região, para exercícios. Moscovo tem também realizado alguns exercícios no próprio território junto a esta região.
Vladimir Putin insiste que a Rússia nada tem a ver com o conflito separatista na Ucrânia apesar de, por exemplo, ter anexado em Março de 2014 unilateralmente a península da Crimeia. A União Europeia não concorda com a esta alegada inocência russa esta mesma sexta-feira o agora “clube dos 27” decidiu prolongar as sanções económicas à Rússia até final de Janeiro do próximo ano.
Fonte: euronews
Marcelo recusou Mercedes de 150 mil euros. Costa aceitou a viatura
O
programa ‘Sexta às Nove’ da RTP revelou, ontem à noite, que António Costa tem
ao seu dispor uma viatura cujo valor de mercado é, no mínimo, de 150 mil euros.
Segundo
a investigação dos jornalistas da RTP, a viatura foi adquirida por Aníbal Cavaco
Silva no final do seu mandato para ser oferecida a Marcelo Rebelo de Sousa. A
tradição manda que ao novo Presidente seja oferecida uma viatura nova pelo seu
antecessor. E como Cavaco havia decidido ficar com a viatura que esteve ao seu
serviço durante 10 anos, o ex-Chefe de Estado comprou um novo carro.
Contudo,
Marcelo Rebelo de Sousa mostrou, mais uma vez, que não liga a protocolos e
recusou fazer-se deslocar no Mercedes S500 por considerar que o mesmo é
excessivamente caro.
“O
novo Presidente, no entanto, não pretendeu usar esse carro e preferiu utilizar
um veículo de gama mais baixa, um Mercedes série E 220”, disse à RTP fonte da
Presidência da República.
A
secretaria-geral da Presidência da República viu-se então a braços com um carro
topo de gama novo fechado numa garagem. A primeira escolha foi oferecê-lo a
Jorge Sampaio, o Presidente que antecedeu Cavaco Silva, mas também este a
recusou “por entender que a gama e características do referido veículo eram
excessivas e, por isso, desadequadas para a sua qualidade de ex-Presidente”,
explicou a assessora do socialista.
Perante
este cenário sobrou uma opção: doar a viatura à Presidência do Conselho de
Ministros. O carro tem agora uso, depois de ter estado durante quase quatro
meses fechado numa garagem.
“O
carro foi doado a 27 de junho à Presidência do Conselho de Ministros sem
qualquer custo. Só pode ser usado pelo primeiro-ministro ou por altas entidades
que se desloquem ao país”, disse à RTP o assessor de António Costa.
Ainda
segundo a televisão pública, o primeiro-ministro já usou a viatura duas vezes
e, questionado sobre a mesma, recusou prestar declarações.
Fonte:
noticiasaominuto
Recolha de resíduos elétricos e eletrónicos superou as 53 mil toneladas em 2015
A
recolha de resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos em Portugal atingiu
no ano passado 53 mil toneladas, mais duas mil do que no ano anterior, segundo
dados das duas empresas do setor.
Amb3E
e ERP Portugal são as duas entidades gestoras de sistemas coletivos de recolha
de resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos. A primeira recolheu 36.845
toneladas e a segunda as restantes.
Segundo
números divulgados pelas duas entidades (no caso da Amb3E estão na página da
internet e aguardam validação da Agência Portuguesa do Ambiente - APA) no
segmento de pilhas e acumuladores a recolha atingiu as 351 toneladas, divididas
quase igualmente pelas duas.
Desde
2010 que a tendência tem sido de aumento de recolha de resíduos mas também de
aumento de produtores (especialmente importadores).
No
grupo de produtos reciclados a maior percentagem (em peso) é a dos grandes
eletrodomésticos, seguindo-se o grupo do equipamento informático e
telecomunicações e os pequenos eletrodomésticos.
No
caso da Amb3E os resíduos mais perigosos, como os equipamentos de frio,
lâmpadas, televisores e monitores, representaram no ano passado 22 por cento do
total de resíduos elétricos recolhidos e tratados.
No
balanço da Amb3E salienta-se ainda o aumento, no ano passado e em relação ao
ano anterior, do número de locais de recolha de resíduos, 1.300 locais em
dezembro, mais do dobro dos que existiam em 2014.
Também
aumentaram os locais de recolha de pilhas e acumuladores, de 10 em 2014 para
261 em dezembro.
Em
2015, quando a ERP Portugal completou dez anos de atividade, o número de postos
de recolha chegou a 1.971, mais 309 do que em 2014.
Também
no ano passado juntaram-se à plataforma mais 49 novos produtores, para fazerem
a gestão dos resíduos elétricos e eletrónicos, chegando-se aos 472.
Já
a Amb3E fechou o ano com 1.378 produtores associados, mais 64 do que no ano
anterior. Desde 2012 que tem vindo a aumentar o número de produtores e segundo
o balanço da gestora estes colocaram no mercado, em 2015, quase 90 mil
toneladas de equipamentos elétricos e eletrónicos, o que equivale a cerca de 25
milhões de unidades.
A
ERP é uma plataforma pan-europeia criada em 2002.
A
Amb3E - Associação Portuguesa de Gestão de Resíduos é, diz, "a entidade
gestora de maior relevância a atuar em Portugal" e foi constituída em 2005
por iniciativa de 60 produtores de equipamentos elétricos e eletrónicos.
Fonte:
Lusa
IPO de Coimbra investe 4,5M€ em tratamento inovador
O
IPO de Coimbra acaba de anunciar um investimento de 4,5 milhões de euros num
centro de referência nacional em Tomoterapia, sistema único no país para o
tratamento do cancro, nomeadamente tumores de difícil acesso, como é o caso dos
tumores cerebrais.
O
novo sistema Tomotherapy HD permite uma integração perfeita entre a
distribuição da dose de radiação altamente dirigida poupando significativamente
os órgãos vizinhos. Além disso, o tratamento garante a administração
consistente, eficiente e fiável dessa mesma distribuição de dose, explica o IPO
de Coimbra num comunicado de imprensa.
Outra
vantagem deste tratamento é que as durações das sessões são mais curtas com
ganhos não só em termos de eficiência, como de comodidade e bem-estar para o
doente, que deixa de necessitar de longos tempos de imobilização e rigidez
postural.
A
Tomotherapy HD System, da Accuray, representada em Portugal pela Bluestream, é
para o IPO de Coimbra e para o país, um elemento diferenciador no arsenal
tecnológico de tratamento de doenças oncológicas em Portugal.
“Trata-se
da incorporação de uma tecnologia inovadora na cadeia de valor, com um impacto
muito positivo na esperança de muitos doentes, que fica agora disponível para
todos em Portugal”, explicou o presidente do IPO Coimbra, Manuel António Silva,
em conferência de imprensa no local.
A
aquisição desta unidade de tratamento é uma das peças fundamentais do Plano de
Investimento em curso no IPO. “Estes investimentos, e os que se seguirão e que
estão neste momento em fase de apreciação, permitirão colocar o IPO de Coimbra
na lista do que de melhor se faz em termos internacionais, servindo bem toda a
região centro, com auto-suficiência, e sem dependência de recorrer ao exterior
do SNS”, realçou o ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, na
apresentação do novo equipamento.
Esta
nova unidade vem fortalecer a capacidade instalada em radioterapia no SNS, quer
pela inovação que comporta, quer pela possibilidade de se constituir como
referência sempre que se considere o tratamento por radiações ionizantes como
indicação.
IPO
de Coimbra foi um dos primeiros centros europeus a receber acreditação da OECI
Recorde-se
que o IPO de Coimbra integra a plataforma mais diferenciada da Rede de
Referenciação Hospitalar de Oncologia, o que lhe atribui a responsabilidade do
diagnóstico e tratamento de tumores, independentemente da sua incidência, em
particular dos que exigem técnicas e tecnologia mais complexas.
Na
apresentação, o presidente do IPO, Manuel António Silva, recordou que o
lançamento deste equipamento coincidiu com o final da sessão de abertura da
auditoria de reacreditação da OECI – Organização Europeia dos Institutos de
Cancro, que decorreu segunda-feira no auditório do IPO Coimbra.
“É
uma coincidência feliz estarem cá os auditores da OECI para uma auditoria de
qualidade de dois dias, pois estão a analisar as nossas estruturas, processos e
resultados do IPO Coimbra enquanto centro de referência em oncologia na região,
com vista à atribuição do selo de garantia de qualidade, como já ocorreu há 5
anos quando a instituição integrou o grupo dos primeiros cinco centros de
cancro que, em toda a Europa, foram acreditados pelo Norma da OECI”, concluiu.
Diogo Gaspar em liberdade condicionada e proibido de exercer funções
O
diretor do Museu da Presidência, Diogo Gaspar, ficou hoje em liberdade mediante
caução de 50 mil euros e suspenso das funções públicas que exercia atualmente,
por decisão da juíza de Instrução Criminal no processo da operação Cavaleiro.
Segundo
nota à comunicação social da Procuradoria-Geral da República, a juíza de
Instrução Criminal Maria Antónia Andrade decidiu também proibir Diogo Gaspar de
contactar com funcionários e entrar no Museu da Presidência, Secretaria-geral
da Presidência e Palácio da Cidadela, em Cascais.
A
PGR esclarece também, na nota à comunicação social, que no âmbito do inquérito
"foram intercetadas comunicações telefónicas nas quais intervém
acidentalmente o Presidente da República".
"O
Presidente do Supremo Tribunal de Justiça determinou a destruição imediata de
elementos relativos a essas mesmas interceções telefónicas, por as considerar
manifestamente estranhas ao processo, não tendo, por isso, qualquer relevância
para a investigação", acrescentou.
O
diretor do Museu da Presidência, Diogo Gaspar, foi detido na quinta-feira por
suspeita de crimes de tráfico de influência, falsificação de documento,
peculato, peculato de uso, participação económica em negócio e abuso de poder,
segundo a PGR.
A
PGR indiciou que a investigação teve início em abril de 2015 e foram realizadas
buscas domiciliárias e não domiciliárias na zona da Grande Lisboa e em
Portalegre.
O
inquérito investiga, segundo a PGR, "suspeitas de favorecimento de
interesses de particulares e de empresas com vista à obtenção de vantagens
económicas indevidas e suspeitas de solicitação de benefícios como
contrapartida da promessa de exercício de influência junto de decisores
públicos".
O
documento da PGR refere ainda que está igualmente a ser investigado "o uso
de recursos do Estado para fins particulares, a apropriação de bens móveis
públicos e a elaboração de documento, no contexto funcional, desconforme à
realidade e que prejudicou os interesses patrimoniais públicos".
Pelo menos seis mortos e 13 reféns libertados em operação no Bangladesh
As
forças de segurança do Bangladesh concluíram a ofensiva lançada hoje num
restaurante da capital, alvo de um ataque reivindicado pelo grupo extremista
Estado Islâmico, que resultou em pelo menos seis mortos e no resgate de 13
reféns.
"A
operação terminou", disse fonte da Divisão para a Segurança Diplomática da
Polícia em Daca, à agência Efe, indicando que foram retirados cinco corpos do
interior do restaurante, que ainda não foram identificados, pelo que se
desconhece se são de civis ou dos atacantes.
Tuhin
Mohammad Masud, um alto comando das forças especiais da Polícia do Bangladesh,
declarou ao diário The Daily Star que pelo menos 13 reféns que permaneciam no
interior do restaurante foram resgatados, número que o jornal Dhaka Tribune
elevou para 18, citado fonte policial.
Segundo
Tuhin Mohammad Masud, três dos reféns libertados são estrangeiros e dez são
locais.
De
acordo com as informações disponibilizadas, por diferentes meios de
comunicação, existiam reféns de nacionalidade italiana, indiana e japonesa.
O
número de vítimas mortais sobe assim para sete, depois de, no início da
operação, que contou com mais de uma centena de militares e forças de
segurança, iniciada na sexta-feira, ter sido reportada a morte de dois polícias
e de feridos.
Outros
meios de comunicação, como a agência chinesa Xinhua, que cita fonte policial,
indicaram cinco atacantes foram mortos na operação lançada para libertar as
cerca de duas dezenas de pessoas que foram feitas reféns no restaurante Holey
Artisan Bakery, localizado no bairro diplomático de Daca.
O
movimento extremista Estado Islâmico (EI) reivindicou a autoria do ataque e a
tomada de reféns, de acordo com a agência Amaq, ligada àquela organização
radical.
Fonte:
Lusa
Foto:
reuters
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