segunda-feira, 17 de abril de 2017

Portugal perde final da Taça das Nações de Hóquei em Patins

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A Argentina conquistou o Torneio das Nações de hóquei em patins, em Montreux, depois de vencer Portugal na final, por 6-5, com um golo apontado pelo portista Reinaldo Garcia, no último minuto.
A equipa lusa, tetracampeã da prova, tentava conquistar o quinto troféu consecutivo frente à Argentina, que não vencia o torneio desde 1993, sendo que esteve sem participar desde 2011.
O jogo acabou por ser bastante equilibrado, tendo sido resolvido apenas no último minuto com um golo do jogador do FC Porto Reinaldo Garcia.
Pela Argentina marcaram Matias Platero (7'), Matias Pascual (15' e 41'), Carlos Nicolía (29'), Lucas Ordoñez (47') e Reinaldo Garcia (50').
Falhado o objetivo de conquistar a Taça das Nações, o selecionador nacional de hóquei em patins vira atenções para o Campeonato do Mundo da modalidade. Portugal, diz Sénica, vai lutar para ser campeão.
A Espanha garantiu o terceiro lugar, após vencer a França por 5-3, com reviravolta nos últimos 15 minutos, depois de ter estado a perder por 3-2.
Angola surpreendeu e venceu a Itália por 9-4, conquistando a quinta posição da prova, enquanto o anfitrião Montreux ficou em último, ao perder por 5-4, após prolongamento, com o Chile.
TSF

Operação Páscoa da GNR registou 708 acidentes e quatro mortos

A "Operação Páscoa 2017" da Guarda Nacional Republicana (GNR) registou desde sexta-feira até às 24:00 de domingo, nas estradas de Portugal continental 708 acidentes, que provocaram quatro mortos, segundo dados provisórios.
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De acordo com fonte da GNR, a última atualização de dados, cerca das 05:00, indica que houve menos 150 acidentes do que na Operação Páscoa 2016 e mais um morto.
A mesma fonte indicou que foram ainda registados 27 feridos graves, mais seis do que na Operação Páscoa de 2016, e 234 feridos leves (menos 48).
A "Operação Páscoa 2017" decorreu entre as 00:00 de quinta-feira e a meia-noite de domingo.
Durante a "Operação Páscoa 2017", os militares da GNR estiveram particularmente atentos à condução sob a influência do álcool e de substâncias psicotrópicas, à falta de habilitação legal para conduzir e ao excesso de velocidade.
A GNR esteve igualmente atenta ao uso do telemóvel durante a condução, à não-utilização do cinto de segurança ou cadeiras para crianças e ao não cumprimento das regras de trânsito, como a não-circulação na via mais a direita, o respeito pela distância de segurança e da cedência de passagem, manobras de ultrapassagem, a mudança de direção e a inversão do sentido de marcha.
O objetivo desta operação é, segundo a GNR, "combater a sinistralidade rodoviária, regular o trânsito e garantir o apoio a todos os utentes das vias, proporcionando-lhes uma deslocação em segurança para os locais de origem".
Fonte: JN
Foto: Arquiv/Global Imagens

Erdogan fala em “decisão histórica” e pede “respeito pelo resultado”

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O Presidente turco Recep Tayyip Erdogan descreveu a vitória do “sim” no referendo de hoje como uma “decisão histórica” e pediu aos países estrangeiros para “respeitarem o resultado”.
Erdogan considerou que os resultados oficiais demonstram que o referendo destinado a reforçar os poderes presidenciais venceu com uma margem de 1,3 milhões de votos, com uma taxa de participação “de 86 por cento”.
O Presidente turco assumiu um tom conciliatório em declarações aos jornalistas em Istambul, numa referência aos resultados do referendo que hoje decorreu no país euroasiático.
No entanto, avisou os críticos que “menosprezam” o resultado da consulta “que não o devem fazer, porque será em vão”.
O Presidente turco agradeceu aos eleitores, independentemente da sua opção de voto.
As principais forças da oposição já denunciaram uma fraude eleitoral e prometeram contestar os resultados que apontavam para uma vitória do “sim” com 51,35%, quando estavam contados 99,17% dos votos.
Numa referência à reintrodução da pena de morte, um tema que regressou à atualidade política turca na sequência do sangrento e fracassado golpe de Estado de Julho de 2016, considerou que a questão “deverá ser discutida” com os líderes políticos do país, e eventualmente necessitar de um referendo.
Sapo

Comentário: o mundo ainda não aprendeu com as lições da sustentação dos ditadores sanguinários, teve de contribuir para mais um, é uma questão de tempo para criar as condições necessárias.
Vai impor a pena de morte, já o afirmou à boca cheia e a Europa a assistir como que num estado de sonambulismo.
Quantos adversários vão ser liquidados? Possivelmente, alguns do que votaram a favor. Ódio, vingança, perseguições, fome, morte, injustiças a todos os níveis, assim vai o mundo...

J. Carlos 

Turquia = Erdoland// Turmas vão encolher (algumas)// Salários desiguais dão multa

P
 
 
Enquanto Dormia
 
David Dinis, Director
 
Quem ganhou o referendo na Turquia? A televisão pública anunciou, com 97% dos votos contados, que foi o campo do “sim”. O Presidente, Recep Erdogan, telefonou aos partidos que fizeram campanha pelo “sim”, declarando a vitória. Mas a oposição, numa acção rara, impugnou os resultados e exigiu a recontagem de mais de metade dos votos. No centro da discórdia pode estar um selo, explica a Maria João Guimarães, neste caminho estreito rumo à Erdoland que o Jorge Almeida Fernandes e a Teresa de Sousa já aqui perspectivavam ontem.
O vice de Trump deixou mais um aviso à Coreia do Norte. Depois do teste falhado e uma exibição de mísseis em Pyongyang, a resposta de Mike Pence, ali ao lado na Coreia do Sul, veio rápida (e dura): "A era da paciência estratégica acabou". (Já perguntava aqui ontem o Vicente Jorge Silva: "E se a guerra começar hoje?")
A América procura o homicida do Facebook. Um homem norte-americano está desde domingo a ser procurado pelas autoridades depois de ter matado um idoso enquanto filmava em directo no Facebook. Pode  não ter sido crime único.
O ambiente continua feio, no desporto português. Agora foi uma claque do Benfica que entoou um cântico sobre o adepto do Sporting que morreu com um very-light no Jamor. Será que alguém consegue pôr fim a isto?

As notícias do dia  

A redução de alunos por turma vai começar pelas escolas mais pobres. É oficial, a redução do número de alunos por turma vai mesmo avançar no próximo ano lectivo. Mas a medida só abrangerá as escolas consideradas como sendo Territórios Educativos de Intervenção Prioritária e nestas começará apenas por ser aplicada nos anos iniciais de ciclo. A Clara Viana conta-nos o que conseguiu apurar. (Pelo caminho, sabemos isto via DN: Lisboa continua a deixar crianças de 4 anos fora do pré-escolar).
Na nossa manchete está esta outra novidade do Governo: o Estado vai penalizar quem pagar menos às mulheres. Conta a São José Almeida que vem aí um diploma para estimular a igualdade salarial entre homens e mulheres. A penalização para as empresas com mais evidência de disparidade de género poderá passar pelo não acesso a contratos com o Estado. Como pode verificar, os últimos anos não foram famosos neste indicador. 
O Programa de Estabilidade é como o quartel-general em Abrantes: Centeno tirou ilusões a Bloco e PCP: nem mais um cêntimo para as medidas de 2018 - nem no IRS, nem para a função pública. Os juros ainda dão uma ajuda para pagar uma delas. E para outras matérias sensíveis? É segredo. Hoje Marcelo recebe os partidos, para os ouvir sobre o Programa de Estabilidade. O ponto de situação está aqui, com o ano da libertação marcado para 2021 e um risco chamado juros (mais outros cinco vindos de fora) a assombrar o caminho até lá. 
No palco da política, eis a síntese possível: a esquerda diz-se contra, mas é direita que avança com alternativas.

Um pouco mais tenso está o ambiente na indústria mais sexy da Europa. Conta o Manuel Carvalho que após 40 anos de união, a associação do calçado é disputada por duas listas. Um dissídio feito nos bastidores políticos, nas divergências pessoais e, na penumbra, no conceito sobre o que é, afinal, sexy no calçado.
Mas ambiente realmente tenso é aqui: a PGR angolana exige desmentido a Joana Marques Vidal. Diz que as notícias sobre carta rogatória enviada a Luanda sobre Manuel Vicente são "pura falácia" e que Marques Vidal tem o dever moral de repor a verdade. O levantamento da imunidade do governante está agora nas mãos do Tribunal Constitucional daquele país.

Para nos pôr a pensar

1. A ciência e a fé encontram-se no infinito? Em dia de Páscoa, o P2 fez capa da época. O texto é do David Marçal, o tom é o dele mesmo, na primeira pessoa. E é assim que nos abre a cabeça para o cruzamento de dois mundos que não são incompatíveis: "Até hoje nunca precisei de compatibilizar a minha dimensão científica com a religiosidade, porque elas nunca coexistiram. Mas não é o caso de muitas outras pessoas. Há muitos cientistas que são crentes. E há alguns padres que têm uma sólida formação científica. Ciência e religião são duas visões do mundo muito diferentes, que coexistem. E coexistem, por vezes, na mesma pessoa. É dessa coexistência que se trata nestas páginas." Essas páginas continuam por aqui.
2. O novo contraceptivo masculino é seguro, eficaz e barato - e não tem uma empresa que o venda. Como assim? Precisamente assim, conta-nos este texto da Bloomberg e PÚBLICO, que nos conta como é o procedimento científico, qual é o problema das grandes farmacêuticas e nos deixa uma pergunta final: "Por que é que este fardo haverá de ser carregado só pela mulher?"
3. Esta mulher dirige, não um, mas seis hospitais dispersos. Chama-se Ana Escoval e a nossa Romana Borja-Santos passou 24 horas com ela, que pareciam nunca acabar - tal a dimensão das tarefas que tem sempre em mãos. Em seis anos, os hospitais do Centro Hospitalar de Lisboa Central vão integrar uma nova unidade. Mas como é gerir instituições, como a Maternidade Alfredo da Costa e a Estefânia, neste processo? Por aqui há algumas respostas, antevendo o futuro da zona hospitalar da capital. Mas fácil não é: “O que noutro hospital se resolve com o elevador aqui implica pedir ambulância”.

Hoje na agenda
  • Marcelo Rebelo de Sousa recebe PS, PSD e Bloco, avaliando como os partidos receberam o Programa de Estabilidade entregue pelo Governo. Amanhã irão a Belém os restantes partidos.
  • O Banco de Portugal divulga estatísticas relativas à concessão de crédito aos consumidores, relativas ao mês de fevereiro.
  • Num dia em que as principais bolsas europeias estão fechadas, a China mostra como andou a economia no primeiro trimestre.

Só mais um minuto  

Ontem passei pelo site e dei por mim a rever uma fotogaleria durante largos minutos. Gostava que a visse também: a Páscoa acabou, mas deixou-nos imagens poderosas.
(E agora, prepare-se para algo completamente diferente)
E se em Torremolinos tivessem estado dos chefes de Governo dos países do Sul da Europa? E se para lá fosse também Samaris, o jogador do Benfica que deu um murro num adversário? E se um podcast do PÚBLICO brincasse com o mundo das notícias? Sim, com o novo podcast do Inimigo Público, o humor já lhe chega aos ouvidos. A estreia foi esta sexta-feira - e o que lhe deixo hoje são esses sete minutos, para entrar no dia com aquele sorriso que merece.
E não deixe que o regresso da chuva (previsto para amanhã) lhe tire a boa disposição. O Verão segue dentro de momentos.
Dia bom, até já!

Concentração da professores é “a primeira de várias ações” – Fenprof

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A concentração de professores prevista para terça-feira em Lisboa pretende ser "a primeira de várias ações" para reivindicar a resolução de problemas dos docentes, disse à Lusa o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, que admite convocar uma greve.
Segundo o dirigente sindical da Federação Nacional dos Professores (Fenprof, será realizado no 3.º período do ano letivo um debate “de forma mais organizada” com os docentes, estando em cima da mesa a possibilidade do “recurso à greve e a uma grande manifestação”.
A Fenprof convocou uma concentração na terça-feira, às 15h00, junto ao Ministério da Educação, em Lisboa, seguindo depois para São Bento, com uma faixa de 550 metros que dá “rosto” às várias reivindicações dos docentes.
A faixa de 550 metros conta com mais de mil fotografias de professores a segurarem um papel, onde está inscrita uma reivindicação específica.
Nessas fotografias, pode ler-se “Gestão democrática para as escolas”, “Horários adequados e menos alunos por turma”, “Direito à progressão”, “Nem reuniões, nem papéis” ou “Contratados não são descartáveis”, entre outras reivindicações.
A Fenprof, recordou Mário Nogueira, exige ao Governo um compromisso em relação a matérias como a regularização dos horários de trabalho e das aposentações, a garantia do descongelamento das carreiras dos professores em 2018 e a criação de novos momentos de vinculação extraordinária de docentes nos próximos dois anos.
A federação sindical pretende ainda combater a municipalização do ensino e garantir uma gestão das escolas mais democrática, frisou.
“Propusemos que nos sentássemos e que o compromisso integrasse e considerasse o faseamento na resolução de alguns problemas, que são complexos e têm custos”, sublinhou Mário Nogueira, frisando que o que não pode acontecer “é não haver resposta e os problemas não terem uma solução à vista”.

O secretário-geral da Fenprof afirmou que o ministro da Educação, na reunião de 5 de abril, disse que as reivindicações dos professores “ultrapassavam a competência exclusiva do ministério” e que a solução “dependerá do Governo na sua globalidade”.
Face a essa resposta, a federação sindical decidiu fazer a concentração no Ministério da Educação, mas depois passar também pela residência oficial do primeiro-ministro, a quem já foi pedida uma reunião para o próprio dia.
Dessa forma, os professores vão envergar a faixa de 550 metros entre o Ministério da Educação e São Bento, passando também pela Assembleia da República durante o “desfile”.
De acordo com Mário Nogueira, o primeiro ano do executivo socialista, apoiado pela esquerda parlamentar, foi “um ano de sinais importantíssimos”, em que o Governo tomou medidas que acabaram com “algumas zonas de conflito”.
Essas primeiras medidas “eram de limpeza de conflito, mas sem grande custo. Quando começou a ser exigido outro tipo de investimento, as coisas aí começam a parar”, notou o dirigente sindical, considerando que a expectativa inicial “está a começar a ficar frustrada” e a “indignação começa a surgir nas pessoas”.
A Fenprof espera ter entre 1.500 a 2.000 professores na concentração e desfile marcados para terça-feira.
Lusa

A “mãe de todas as bombas” lançada por Trump


Posted: 16 Apr 2017 05:25 PM PDT
A super bomba, apesar de ser muito menor do que a menor das bombas nucleares, tem um espantoso raio de 1,6 km de destruição
 
Posted: 16 Apr 2017 04:00 AM PDT
Essa provavelmente não é a primeira vez que você se depara com uma história de horror envolvendo um smartphone carregando e uma experiência de quase-morte
 

360º - A Turquia a caminho do abismo e a Coreia do Norte numa crise em "slow motion"

360º

Por Miguel Pinheiro, Diretor Executivo
Bom dia!
Enquanto dormia...
Erdogan venceu o referendo para ampliar os seus poderes - só que por muito pouco: 51,41%. O Presidente turco pode agora ficar no cargo até  2029.

Primeiro "mas": mas a oposição acusa o regime de ter manipulado entre 3% a 4% dos votos.

Segundo "mas": mas as três maiores províncias da Turquia votaram contra Erdogan, o que mostra que não vai ser fácil exercer os seus novos (e muito vastos) poderes.

Terceiro "mas": mas Erdogan tinha posto a fasquia nos 60% dos votos. Com uma vitória curta, já prometeu, num discurso ontem à noite à chuva, restaurar a pena de morte.

A polícia de Cleveland montou uma grande operação nas últimas horas para tentar deter um homem que cometeu um homicídio em direto no Facebook. Steve Stephens assegurou em vários vídeos já ter matado 13 pessoas e está em fuga. Motivo dos crimes: problemas com a namorada.


Informação relevante
A China "está a trabalhar com os Estados Unidos para resolver o problema da Coreia do Norte". Como é que sabemos isto? Porque Trump escreveu ontem no Twitter. Ou seja: os Estados Unidos estão a apostar numa solução diplomática.

De qualquer forma, ficam os avisos: o vice-presidente dos EUA, Mike Pence está a fazer uma visita à região e, quando estava na fronteira entre a Coreia do Sul e a do Norte, disse que "a era da paciência estratégica acabou".

O The New York Times chama ao que se está a passar "uma crise dos mísseis de Cuba em slow motion", citando Robert Litwak, do Woodrow Wilson International Center for Scholars. Mas alerta que "a parte do slow motion está a acelerar".

De facto, parece estar. Este fim de semana, o regime de Pyongyang decidiu testar mais um míssil. Mas falhou - ele explodiu ao fim de poucos segundos. (E houve quem gozasse, e muito, com isso.)

Foi mais uma provocação depois de um sábado intenso, com as comemorações do 105.º aniversário do nascimento de Kim Il-sung, fundador da ditadura comunista - foi o "Dia do sol". No Observador, decidimos mostrar como é a vida no país mais fechado do mundo:

  • Aqui, mostramos as celebrações do "Dia do sol", uma enorme demonstração de propaganda;
  • Aqui, revelamos as imagens de um fotojornalista da France Press que teve autorização para entrar no país por estes dias;
  • Aqui, lembramos as fotos tiradas por "traidores" que mostram como é a verdadeira Coreia do Norte;
  • Aqui, entramos no metro de Pyongyang, o mais misterioso do mundo.
Na Síria, há mais de três mil pessoas à espera de serem evacuadas de quatro localidades. A operação foi suspensa por razões de segurança, depois do atentado deste sábado que atingiu vários autocarros de refugiados, provocando 126 mortos, entre eles 68 crianças.

Vamos agora a notícias sobre Portugal?

Há seis novos casos de sarampo no Hospital de Cascais - e um deles é uma adolescente de 17 anos que está em isolamento nos cuidados intensivos, com ventilação assistida. A notícia foi dada pelo Expresso. Tudo começou com uma criança de 13 meses não vacinada que deu entrada nas urgências. 

A Procuradoria-Geral da República de Angola acusa Joana Marques Vidal de “pura falácia” no caso Manuel Vicente. Segundo Luanda, nunca foi enviada qualquer carta rogatória deste processo, ao contrário do que é escrito no despacho de acusação ao vice-presidente angolano. A notícia é do Público.

Um estudo sobre os hábitos de consumo dos portugueses mostra que metade dos condutores abastece sempre em postos de marca e gasta menos de 40 euros.

Além do combustível, que outra coisa preocupa os condutores? O estacionamento, claro. Em Carnide, a guerra contra os parquímetros ainda não acabou. A Junta de Freguesia e os moradores reúnem-se hoje para decidir se avançam com uma providência cautelar contra a EMEL.

Marcelo Rebelo de Sousa recebe hoje PSD, PS e BE para os ouvir sobre o Programa de Estabilidade e o Programa Nacional de Reformas. Amanhã é a vez de PCP, PEV, PAN e CDS.

O Governo está a preparar um diploma que admite penalizar as empresas que paguem menos às mulheres, por exemplo com uma limitação de contratos com o Estado, escreve o Público.

Primeiro, imitaram o som de um very light a ser lançado; depois, cantaram "Foi no Jamor que o lagarto ardeu". Foi assim que a claque apoiou este fim de semana as equipas de andebol e de futsal do Benfica. A referência é a um adepto do Sporting que morreu em 1996 atingido por um very light.

Alexandre Homem Cristo escreve hoje de manhã no Observador sobre as claques e sobre o episódio do very light, no texto de opinião "Matar o futebol": "Anda tudo indignado com o culto de ódio das claques mas, no final de contas, quem emite os comunicados a censurar as suas manifestações de violência é, na prática, quem as financia e mais incentiva".

A nossa Opinião

José Manuel Fernandes escreve "Eu não dou para o peditório de São Dias Loureiro": "É preciso muita lata para Dias Loureiro se apresentar como um mártir da Justiça. E muito despudor e desconhecimento da lei para se condenar a PGR por causa do despacho de arquivamento do inquérito".

João Marques de Almeida escreve sobre a "revolução francesa em curso": "Se Le Pen passar à segunda volta e Fillon for derrotado, ainda o cenário mais provável, tal como a derrota dos socialistas, a chamada “maioria republicana” contra os extremos não vai sobreviver".

Manuel Villaverde Cabral escreve sobre a Turquia: "No caso da Turquia, só por ironia se pode perguntar se alguma vez, em lugar algum, o islamismo foi compatível com a democracia. Nem na Turquia nem, infelizmente, em nenhum outro país islâmico".

Lucy Pepper escreve "uma carta para o Guardian/Observer sobre Lisboa": "O Guardian atribui a corrente renovação de Lisboa a António Costa. Quem é que em Portugal fazia ideia de que o actual primeiro ministro era o único responsável por este milagre económico?".

Ruth Manus escreve sobre os taxistas de Lisboa: "Os portugueses costumam ser amáveis e receber bem as pessoas, mas não dentro dos táxis. É um mundo sem regras de boa educação, de segurança, de asseio e de boa prestação de serviços".


Os nossos Especiais
“Em 1974 havia o perigo de nos tornarmos um satélite da União Soviética”, lembra o general Loureiro dos Santos. Numa entrevista de vida ao Pedro Rainho, o militar lembra o pai, que comandava um posto na GNR, e fala de um grande amigo: "O Eanes telefona-me quase todos os dias. Conversamos muito. E agora, que estamos os dois velhos, falamos sobre estarmos à espera de, qualquer dia, desaparecer".

Foi um dos textos mais lidos no Observador durante o fim de semana: "Sei o que fizeste em Torremolinos em 1980". O artigo da Rita Ferreira e da Rita Porto junta vários depoimentos que mostram como foram as viagens de finalistas do secundário ao longo das décadas. E começa em 1980, quando uma ida a Torremolinos acabou a ser discutida no Parlamento.

O Herman Enciclopédia estreou há 20 anos e trouxe o Diácono Remédios, o Lauro Dérmio, o Melga e o Mike. A Catarina Homem Marques conta a história de como o programa nasceu.


Notícias surpreendentes

"Breve História da Angola Moderna [Séc. XIX-XXI]", de David Birmingham, condensa dois séculos em 200 páginas. Mas o livro consegue fazer isso com um "sentido interpretativo apurado", escreve Pedro Aires Oliveira, que lhe dá três estrelas.

Quando compra uma câmara fotográfica preocupa-se com os megapíxeis? Pois, saiba que eles "não contam para nada, zero mesmo”. Fomos ouvir quem sabe.

São 16 fotos alteradas que se tornaram famosas. Há paraísos em Bora Bora, atrizes de Hollywood e mísseis norte-coreanos - mas nada disto é o que realmente parece. O Photoshop é assim.

E resta dar-lhe as boas-vindas a mais uma semana de trabalho, depois de um fim de semana prolongado. Já sabe que nós estamos sempre aqui com as últimas notícias.
Até já!
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