segunda-feira, 15 de outubro de 2018

SAÚDE | Vacina da gripe começa hoje a estar disponível. SNS tem 1,4 milhões de doses

A vacina da gripe começa hoje a estar disponível, sendo gratuita e sem necessidade de receita médica no Serviço Nacional de Saúde para pessoas a partir dos 65 anos, residente em lares e para alguns doentes crónicos.
O Serviço Nacional de Saúde (SNS) terá 1,4 milhões de doses da vacina para administrar, segundo a Direção-geral da Saúde, que determinou que a vacinação começa este ano duas semanas depois do que tem sido habitual para garantir uma “melhor e maior proteção durante o período da epidemia de gripe”, que em Portugal tem início habitualmente na segunda quinzena de dezembro.
A vacina vai ser este ano também gratuita para reclusos e guardas prisionais, bem como para pessoas com doença pulmonar obstrutiva crónica, que se juntam assim a outros grupos para quem a vacina era já gratuita.
Segundo uma norma da Direção-geral de Saúde (DGS), a vacinação contra a gripe mantém-se como gratuita no SNS e como “fortemente recomendada” para pessoas a partir dos 65 anos, para residentes em lares, doentes diabéticos, pessoas em diálise, pessoas com trissomia 21, em quimioterapia, com fibrose quística e ainda para bombeiros, entre outros grupos.
Nos casos em que é gratuita, a vacina não necessita de receita médica e dispensa também pagamento de taxa moderadora.
A vacinação contra a gripe está “fortemente recomendada” para pessoas com mais de 65 anos, para grávidas, para doentes crónicos e profissionais de saúde. É ainda aconselhada a vacinação de pessoas entre os 60 e os 64 anos.
Além de 1,4 milhões de doses adquiridas para o SNS, haverá também vacinas dispensadas nas farmácias através de prescrição médica, com uma comparticipação de 37%.
As receitas médicas específicas para a vacina da gripe passadas desde o dia 1 de julho terão validade até final do mês de dezembro.
A gripe é uma doença contagiosa e que geralmente se cura de forma espontânea. As complicações, quando surgem, ocorrem sobretudo em pessoas com doenças crónicas ou com mais de 65 anos.
A DGS considera a vacinação a melhor forma de prevenir as complicações graves e recomenda que as vacinas sejam administradas de preferência até final do ano.

Fonte: NDC
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Onze distritos sob aviso amarelo devido à chuva, vento e agitação do mar

Onze distritos de Portugal continental estão hoje sob aviso amarelo devido à previsão de chuva, vento e agitação marítima forte por causa da passagem de um sistema frontal, segundo a meteorologista Joana Sanches.
Onze distritos sob aviso amarelo devido à chuva, vento e agitação do mar
Por causa da precipitação, adiantou Joana Sanches, foi emitido pelo IPMA aviso amarelo para os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro e Viseu até às 10h00 de hoje.
“Também o vento pode soprar por vezes forte com rajadas até 70 quilómetros por hora no litoral até meio da tarde. Nesse sentido, foi emitido aviso amarelo para os distritos de Viana do Castelo, Braga e Porto até às 19:00”, indicou.
No que diz respeito à agitação marítima, Joana Sanches adiantou que foi também emitido aviso para todos os distritos da costa ocidental entre as 13h00 e as 16h00 de hoje e até às 19:00 de terça-feira, prevendo-se ondas de noroeste com 4 a 5 metros.
O aviso amarelo, o terceiro de uma escala de quatro, revela situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.
“Para terça-feira não se prevê ocorrência de precipitação. O dia começa com alguma nebulosidade, mas não se prevê precipitação e a tendência é para uma diminuição do vento, sendo apenas temporariamente moderado nas terras altas e durante a tarde nas regiões do litoral oeste”, disse.
De acordo com a meteorologista do IPMA, as temperaturas hoje não vão ter grandes alterações, mas na terça-feira está prevista uma subida da temperatura máxima e uma pequena subida da mínima na região Sul.
“A subida da máxima em todo o continente vai situar-se entre os 4 e os 6 graus na generalidade do território. É uma subida grande. Por exemplo, em Lisboa hoje a máxima é 19 graus e amanhã [terça-feira] será 24, em Bragança hoje vão estar 14 e amanhã 20 graus. No entanto, esta subida é temporária porque prevê-se que voltem a descer na quarta-feira”, disse.
Fonte: NAOM

COIMBRA · REGIÃO | Antigo responsável da proteção civil na Figueira da Foz pede demissão do sucessor

O antigo responsável da Proteção Civil da Figueira da Foz, Lídio Lopes, quer a “demissão imediata” do coordenador operacional municipal, Nuno Osório, acusando-o de abandonar o posto durante a tempestade Leslie.

Em declarações à agência Lusa, Lídio Lopes, que também é presidente dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz, pediu a saída de Nuno Osório, acusando-o de “abandonar a coordenação das operações de socorro em plena crise” da tempestade Leslie na madrugada de domingo “com a população a requisitar a maior ajuda” dos agentes de Proteção Civil e “sem comunicar esse abandono, sequer, a quem o iria substituir no comando operacional dos bombeiros”.
Por outro lado, Lídio Lopes, que antecedeu a Nuno Osório na coordenação da Proteção Civil municipal, apontou ao também comandante dos Bombeiros Municipais a “leviandade de não ter acionado os mecanismos, sob a sua competência e à sua disposição, de prevenção e intervenção em situações de crise e de planeamento, acautelando a intervenção coordenada de todas as entidades que integram o sistema de Proteção Civil” durante a passagem da tempestade Leslie.
Em causa, no pedido de demissão, está o facto de Nuno Osório ter deixado a coordenação operacional, segundo o próprio, para ir “descansar”, alegadamente sem comunicar a ausência, quer a quem o deveria substituir enquanto comandante das operações de socorro (COS), com tutela sobre todos os bombeiros presentes no teatro de operações, quer ao comandante operacional distrital [CODIS] de Coimbra da Autoridade Nacional de Proteção Civil.
Ouvido pela Lusa sobre o paradeiro do coordenador operacional municipal na madrugada de domingo, o presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, João Ataíde afirmou desconhecer e remeteu a resposta para o próprio Nuno Osório.
“Não sei, pergunte-lhe. Eu sei que saí daqui às duas da manhã e [a tempestade Leslie] já estava em situação de acalmia, todas as situações de emergência já estavam garantidas. Se o comandante se retirou é uma questão que lhe deve perguntar”, respondeu João Ataíde.
Já Carlos Luís Tavares, CODIS de Coimbra, que nessa noite enviou para a Figueira da Foz meios de reforço de Aveiro e da Força Especial de Bombeiros, disse desconhecer que Nuno Osório tenha abandonado as funções.
“Se o fez, devia ter dado conhecimento e não deu”, frisou Carlos Luís Tavares.
Aos jornalistas, Nuno Osório, admitiu que “não às três da manhã [de domingo] mas mais tarde, em pleno declínio das necessidades de resposta às ocorrências”, cerca das 05:00, entendeu “ir descansar” para estar de regresso à coordenação a partir das 08:30, o que aconteceu, disse.
O trabalho expectável ao longo do dia “exigia que estivesse minimamente em condições para dar resposta”, argumentou.
Nuno Osório diz ter passado o comando dos Bombeiros Municipais ao segundo comandante da corporação, Jorge Piedade, e a parte da coordenação da Proteção Civil municipal “aos técnicos superiores” daquela entidade.
Enquanto coordenador operacional municipal, Nuno Osório coordena todas as entidades de Proteção Civil concelhias – corporações de bombeiros, Cruz Vermelha Portuguesa, forças policiais ou funcionários de obras municipais e higiene e limpeza, entre outras.
Já enquanto comandante dos Bombeiros Municipais, numa situação de emergência, também assume as funções de COS, com o comando operacional dos bombeiros presentes – no caso da tempestade Leslie, na Figueira da Foz, a corporação de Voluntários, o reforço de Aveiro e os operacionais da Força Especial de Bombeiros.
Ao ausentar-se, essas funções deveriam passar para o bombeiro mais graduado no município, o que, na prática, é o outro comandante concelhio, o dos Bombeiros Voluntários (BVFF), João Moreira.
Este garantiu à Lusa que não teve “comunicação ou aviso prévio” da ausência de Nuno Osório e que não assumiu, por isso, as funções de COS, ficando a Figueira da Foz “oficialmente sem comandante de operações de socorro” durante várias horas, até ao início da manhã de domingo.
João Moreira adiantou, por outro lado, que só soube da ausência do comandante dos Bombeiros Municipais através de uma chamada “via rádio, porque não havia comunicações [telefónicas]” do segundo comandante Jorge Piedade, “por volta das 02:30”, duas horas e meia antes da hora a que Nuno Osório garante ter ido descansar.
“Perguntou-me onde é que punha os meios [do reforço de Aveiro e da Força Especial de Bombeiros] e eu questionei o porquê da pergunta”, frisou João Moreira, já que essa competência estava atribuída pelo CODIS a Nuno Osório, explicou.
“Perguntei e [Jorge Piedade] disse-me que ele [Nuno Osório] já não estava”, frisou João Moreira.
Instado a esclarecer o caso, Nuno Osório disse desconhecer o contacto entre o seu segundo comandante e João Moreira para que este último decidisse o posicionamento dos meios de reforço, numa altura em que o comandante dos Bombeiros Municipais ainda estaria em funções.
Já sobre quem assume as funções de comandante das operações de socorro na Figueira da Foz, no caso de um eventual impedimento seu, Nuno Osório não respondeu: “Isso está bem definido no sistema de gestão de operações, é só ler a legislação, isso é do âmbito operacional, está claramente definido entre nós”, alegou.
Fonte: NDC


Um Estado fundamentalmente católico

Catolicismo

A relação do católico com a ação política, da Igreja com o Estado e a necessária subordinação da política à moral

Paulo Corrêa de Brito Filho
“Queremos a civilização católica, inteira e exclusivamente católica, viva e pujante, imunizada contra todos os gérmens de paganismo e orientada pela Igreja que a fez surgir e lhe deu toda a sua grandeza.” Este anseio foi expresso por Plinio Corrêa de Oliveira em 10 de outubro de 1937 no Legionário, semanário que então dirigia, o qual foi transformado por ele de simples folha paroquial no mais influente órgão católico de imprensa no Brasil.
Foi sem dúvida na redação do Legionário que começou a história da revista Catolicismo. Os propugnadores do neomodernismo não concordavam com o “Grupo do Plinio” — como eram conhecidos os colaboradores do Legionário — devido ao seu rijo combate às ideias modernistas condenadas por São Pio X. Por esse motivo eles foram obrigados a deixar em 1947 a direção do jornal. Quatro anos depois, em 1951, esse grupo fundou e passou a dedicar-se a um novo órgão de publicação. Nascia assim o mensário Catolicismo, cujos princípios doutrinários são os mesmos que haviam norteado o Legionário.
O artigo principal da edição deste mês de nossa revista [capa acima] reproduz um verdadeiro manifesto publicado naquela edição de 1937, no qual o Prof. Plinio expõe os ideais do Legionáriosobre um Estado fundamentalmente católico. Tais ideais permanecem exatamente os nossos. Substituindo no título Legionário por Catolicismo, podemos hoje afirmar: Posição de Catolicismo em face da política brasileira. Nesse artigo, o leitor deve deter sua atenção especialmente na relação do católico com a ação política — ou seja, na relação da Igreja com o Estado e na necessária subordinação da política à moral. É matéria de caráter atemporal, plenamente aplicável à situação nacional às vésperas das eleições.
Duas outras matérias da referida edição relacionam-se também com as próximas eleições. A coluna de Mons. José Luiz Villac demonstra por que um católico não pode votar em candidatos que defendem práticas contrárias às Leis de Deus; e o artigo de José Carlos Sepúlveda da Fonseca aborda o choque entre o Brasil de superfície e o Brasil profundo, a propósito dos 30 anos da Constituinte.
Recomendo atenta leitura de tais matérias. Elas encontram-se disponíveis no site da revista: www.catolicismo.com.br


COIMBRA · REGIÃO | População de Montemor-o-Velho deve reportar danos às juntas de freguesias ou à Câmara

A população de Montemor-o-Velho deve reportar os danos registados na sequência da passagem do furacão Leslie nas juntas de freguesias da área de residência ou na Câmara Municipal.
“Pede-se à população que tenha sofrido danos com a passagem do furacão Leslie que comunique, com urgência, na Junta de Freguesia da área de residência ou na Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, uma relação dos danos sofridos em habitações (de 1.ª residência), indústrias, comércios, serviços e no setor agrícola”, refere a Câmara.
Esta “relação dos prejuízos deverá conter a identificação, localização e uma breve descrição dos danos causados pelo furacão, um registo fotográfico (em suporte digital) e uma estimativa de custos”, lê-se também.
Os elementos devem ser comunicados ainda hoje para a que o município os possa reportar à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro e ao Governo para avaliação.
A passagem do furacão Leslie por Portugal, no sábado e domingo, onde chegou como tempestade tropical, provocou 28 feridos ligeiros e 61 desalojados.
A Proteção Civil mobilizou 8.217 operacionais, que tiverem de responder a 2.495 ocorrências, sobretudo queda de árvores e de estruturas e deslizamento de terras.
O distrito mais afetado pelo Leslie foi o de Coimbra, onde a tempestade, com um “percurso muito errático”, se fez sentir com maior intensidade, segundo a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC).
Na Figueira da Foz, uma rajada de vento atingiu os cerca de 176 quilómetros por hora no sábado à noite, valor mais elevado registado em Portugal, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
No domingo à noite, a Altice Portugal revelou que cerca de 50 mil clientes da rede fixa estavam com serviços afetados, na sequência da tempestade.
Já a EDP Distribuição declarou no domingo o Estado de Emergência para o distrito de Coimbra, o mais grave previsto no seu plano de atuação, e admitiu recorrer a meios internacionais para reparar os danos causados pela tempestade tropical Leslie.
Mais de 100 mil consumidores estavam sem energia elétrica na tarde de domingo.

Fonte: noticiasdecoimbra

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Para ver em tamanho maior clique encima do cartaz.

Dia 18 de Outubro Colheita de Sangue das 9 horas às 12:30 horas no Auditório da AlticeLabs em Aveiro


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Esta iniciativa é aberta aos dadores do exterior, na condição de se identificarem junto dos elementos da segurança à entrada. 

Colheitas de Sangue para OUTUBRO 2018

Dias 17, 24 e 31 das 15 horas às 19:30 horas (4ª.s Feiras)
Dias 20 e 27 das 9 horas às 13 horas (Sábados)

Estão criadas as condições para os aveirenses aderirem à dádiva, como ainda os que vivem nos arredores de Aveiro. As oportunidades ajustam-se, assim haja vontade.

Local: Mercado Municipal de Santiago, loja G
Rua de Ovar, Aveiro, Coordenadas GPS: N 40.62659 | W -8.65133
https://aveiro123.blogspot.pt/ 
 www.adasca.pt 


360º - As 40 medidas do Orçamento que mexem com a sua vida. Como Costa fez a remodelação-relâmpago. Destruição do Leslie. Harry e Meghan vão ser pais

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360º

Por Miguel Pinheiro, Diretor Executivo
Bom dia!
Enquanto dormia...
Foi uma remodelação-relâmpago, com o objectivo de refrescar o governo a tempo das eleições. As alterações na Defesa (onde entra João Gomes Cravinho), na Economia (onde fica Pedro Siza Vieira), na Saúde (onde vai estar Marta Temido) e na Cultura (onde é escolhida Graça Fonseca) estão explicadas aqui pelo Pedro Benevides, pela Rita Tavares e pelo Nuno Vinha.

O Ministério da Economia fica agora finalmente nas mãos de um dos melhores amigos de António Costa, mas as incompatibilidades de Pedro Siza Vieira, que como advogado lidou com o tema, obrigaram a uma mudança: a pasta da Energia saiu de lá para o Ambiente.

As mudanças na Energia acontecem no meio de guerras e negociações com a EDP. Um deputado do BE fez uma ligação entre as duas coisas e há quem recorde um caso do passado.

As últimas horas estiveram cheias de reações à remodelação:
  • António Costa disse que  as mudanças pretendem assegurar uma "dinâmica renovada", com "reforço da política económica" e prioridade à "transição energética";
  • Rui Rio assegura que o primeiro-ministro “deu a mão à palmatória” e deu razão ao PSD;
  • Assunção Cristas defendeu que ainda falta remodelar António Costa;
  • Jerónimo de Sousa limitou-se a dizer que “quem sabe da vida do convento é quem lá vai dentro”;
  • Catarina Martins reconheceu que a remodelação "apanha o país um bocadinho desprevenido".

Os novos ministros tomam posse já hoje, ao meio-dia (e recebem de presente um Orçamento do Estado aprovado no sábado pelos seus antecessores, mas isso são detalhes).


Mais informação importante

É hoje que se vai saber ao detalhe tudo o que estará no último Orçamento da "geringonça". Mas já conhecemos muitas coisas: as 40 medidas que já são certas e que vão mexer com o seu bolso estão aqui, explicadas pelo Nuno André Martins e pela Rita Tavares, que passaram as últimas semanas totalmente mergulhados neste tema. As novidades dividem-se por estas áreas:
  1. Reformados. Aumento de pensões e fim de penalizações
  2. Prestações sociais. Uma nova prestação e alargamento do abono de família
  3. Impostos. Benefícios no IRS e mudanças no IMI
  4. Consumo. Luz, sacos, açúcar e espetáculos
  5. Educação. Dos manuais gratuitos à redução das propinas
  6. Função pública. Prémios e atenção à vida pessoal
  7. Empresas. PEC opcional e ajudas ao interior
  8. Estado. Centeno não abre mão das cativações
  9. Autarquias Garantir margem para custos com descentralização
  10. Outras medidas

Esta manhã, a Segunda Circular foi cortada nos dois sentidos por causa de um acidente com um camião. Há vários feridos.

Depois da passagem do furacão Leslie, sobrou muita destruição em várias zonas do país, como mostram estas fotos:

No meio de tudo isto, sobrou um episódio surreal. A EMEL enviou um SMS a alertar para o furacão mas ninguém percebe porque é que foi mandado, por ordem de quem ou com que critérios. E também não se sabe porque é que várias mensagens chegaram já depois da passagem do furacão. A Proteção Civil diz que "não teve a nada a ver" com o SMS e a EMEL não esclareceu todas as dúvidas.

Há um ano, tudo foi pior, com os fogos de Outubro. O livro "Ainda aqui estou" reconstitui a história com relatos de quem sobreviveu, incluindo Manuel Francisco Ribeiro, que olhou para todos nós da capa do Público. O Observador faz a pré-publicação.

Passados 12 meses, apenas 36 das 366 casas destruídasem outubro de 2017 estão concluídas. Os números são avançados pelo JN (sem link disponível).

Depois de a Moody's tirar Portugal do "lixo", na sexta-feira, o deputado João Galamba escreveu que o rating do país foi para “lixo” no tempo de Passos e não de Sócrates. Foi mesmo assim? Fizemos um Fact Check.

Os aliados de Angela Merkel perderam a maioria absoluta na Baviera. A CSU, "partido-irmão" da CDU da chanceler, obteve 35,5% dos votos na eleição regional deste domingo — o pior resultado desde 1950.

Trump diz que Putin está “provavelmente” envolvido em assassínios e envenenamentos. A afirmação, surpreendente, foi feita durante uma entrevista ontem à noite ao programa "60 Minutes".

Portugal venceu a Escócia por 1-3 sem grande esforço nem grande desgaste, num jogo particular. Na crónica do jogo, a Mariana Fernandes escreve que foi um encontro cheio de estreias e regressos.

Valeu a pena olhar para os golos: Éder voltou a festejar, Hélder Costa fez um golo logo na estreia e Bruma marcou pela primeira vez


Os nossos Especiais

Francis Fukuyama tem um novo livro, sobre as identidades e a política do ressentimento. O Observador pré-publica um capítulo imperdível.


A nossa Opinião

Alexandre Homem Cristo escreve "O orçamento das últimas oportunidades": "O OE2019 é a última oportunidade de BE e PCP mostrarem que têm algum peso de decisão dentro da geringonça. E também a última oportunidade para o PSD se assumir como alternativa e liderar a oposição".

Luís Rosa escreve "Remodelação. O habilidoso e a questão do segundo melhor amigo": "Siza Vieira era, até entrar para o Governo, um advogado de negócios muito relevante. Será que vai pedir mais escusas enquanto ministro da Economia por razões de conflitos de interesse? É provável".

João Carlos Espada escreve "O regresso do centro vital (II)": "Em Praga, na terça-feira passada, foi sublinhada a importância simbólica do próximo ano de 2019: o 70º aniversário da fundação da NATO e o 30º aniversário da queda do Muro de Berlim".

Diana Soller escreve "E agora, o que fazemos?": "Orbán fez o que se previa. Vitimizou-se. Como populista competente, disse que o Parlamento Europeu estava a atacar a Hungria (e não a ele) e que iria proteger a sua população nem que fosse contra a UE".


Notícias surpreendentes

O príncipe Harry e Meghan Markle vão ser pais. A informação foi avançada há minutos pela Casa Real, que anuncia que a criança nasce na primavera de 2019.

A Moda Lisboa deste ano fechou com Dino Alves. Em processo de mudança do seu atelier, o estilista produziu esta coleção em tempo recorde — uma semana e meia. Ontem também desfilaram os trabalhos dos jovens criadores.

Nos outros dias da Moda Lisboa houve cerejas, marcianos e #elenão; houve um museu; houve a beleza da decadência; houve sangue novo; e houve também, claro, o furacão Leslie.

“Falei com homens que violaram várias mulheres sem saber que estavam a fazer algo de errado”. Dearbhla Glynn, realizadora de “War Against Women in Eastern Congo", entrevistou vítimas de violação e agressores. Esteve em Portugal a contar a sua experiência e conversou com o Observador.

Os primeiros testes de carros autónomos na estrada arrancam hoje em Portugal. Tudo acontece durante quatro dias na A9/CREL, escreve o Dinheiro Vivo.

A sua PS4 desligou-se sozinha? Há jogadores de PlayStation 4 a receber uma mensagem que avaria a consola. Veja aqui como pode impedir que lhe aconteça.

Já sabe que foi lançado o Observador Premium, o novo programa de assinaturas do Observador. Pode saber aqui tudo sobre a forma de funcionamento das subscrições.
Até já!
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