sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Figueira da Foz quer que penalizar falta de pagamento de estacionamento

Um automobilista que não pague estacionamento em zonas tarifadas da Figueira da Foz não é penalizado por isso, uma situação que a Câmara Municipal quer ver alterada e regularizada em breve.
Resultado de imagem para Figueira da Foz quer que penalizar falta de pagamento de estacionamento
Na Figueira da Foz, a empresa municipal Figueira Parques - uma parceria público-privada, criada em 2005, detida a 70% pela autarquia e que vai ser privatizada - é a responsável pelas zonas de estacionamento tarifado e de duração limitada maioritariamente situadas no centro da cidade e zona ribeirinha.
Ao contrário do que sucede em outras zonas do país, em que a falta de título de estacionamento válido é penalizada, segundo o Código da Estrada, com uma coima entre 30 e 150 euros no âmbito de um processo de contraordenação, a Figueira Parques emite primeiro um aviso em que solicita o pagamento de uma taxa de cinco euros "equivalente ao estacionamento tarifado/dia" e dá 15 dias ao condutor do veículo para regularizar aquele valor, fazendo depender dessa regularização o levantamento do auto de contraordenação (a coima mínima de 30 euros).
"Caso esta importância não seja liquidada no prazo de 15 dias a contar da presente data, será utilizada uma cópia deste aviso para levantar o processo de contraordenação, de acordo com o Código da Estrada", lê-se num aviso a que a agência Lusa teve acesso.
A situação descrita no aviso, que ocorre há vários anos, não é cumprida, desde logo porque a Figueira Parques não tem como identificar o proprietário do veículo (o aviso é colocado dentro de um envelope no para-brisas do automóvel em transgressão e apenas faz referência à matrícula deste), não existindo uma notificação subsequente, como acontece, por exemplo, nas coimas por estacionamento proibido passadas pela PSP, GNR, polícias municipais ou outras entidades.
O que leva a que um condutor que não tire título de estacionamento (e não pague voluntariamente a taxa de cinco euros) não seja sujeito a um auto de contraordenação, ao contrário do que o próprio aviso menciona, precisamente porque a empresa municipal não tem como identificar o proprietário da viatura e não o pode notificar.
Recentemente, a autarquia da Figueira da Foz anunciou a intenção de a Figueira Parques aderir ao Sistema de Contraordenações de Trânsito (SCoT), precisamente para passar a ser possível identificar o proprietário do veículo em transgressão e proceder à respetiva notificação e eventual levantamento de auto de contraordenação.
A Lusa questionou o gabinete da Presidência do município sobre quando se prevê a entrada em funcionamento do SCoT e este respondeu que a formalização dessa adesão, "cumprindo as orientações e instruções dadas pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR)", foi feita a 12 de outubro "por carta registada com aviso de receção, não tendo até à presente data despacho final".
Segundo a autarquia, a única comunicação da ANSR foi feita há cerca de três semanas, a 14 de novembro, "a informar que o processo se encontra em análise".
Na mesma nota, questionada sobre se com a entrada em funcionamento do sistema SCoT deixarão de ser aplicados os avisos de cinco euros prévios ao levantamento do auto de contraordenação, a autarquia não respondeu, apenas adiantando que no Regulamento Geral das Zonas de Estacionamento Tarifado e de Duração Limitada (em vigor e cuja última versão data de 2013) "verifica-se a possibilidade de aplicação de avisos de pagamento de cinco euros", quando o veículo estacionado não cumpra o regulamento, por falta de título de estacionamento, titulo inválido ou caducado.
Ouvido pela Lusa, o vereador Nuno Gonçalves, presidente do Conselho de Administração da Figueira Parques - empresa municipal que a autarquia deliberou na segunda-feira alienar ao sócio privado por 840 mil euros - disse que aquela taxa aplicada aos transgressores se deverá manter e que a adesão ao sistema SCoT "destina-se a notificar o proprietário e levantar os autos de contraordenação", o que agora não é feito.
Na quarta-feira, em comunicado, o PSD da Figueira da Foz, oposição no executivo (que votou contra a alienação da empresa por 840 mil euros), fez uma ligação entre a privatização da Figueira Parques e a entrada em funcionamento do Sistema de Contraordenações de Trânsito, questionando se o valor daquela entidade "não será mais elevado".
Alega o PSD, numa nota assinada pelo vereador camarário e presidente da concelhia, Ricardo Silva, que a entrada em funcionamento do SCoT em 2019 vai levar ao aumento de "seis vezes, de cinco para 30 euros", do preço das coimas por falta de título de estacionamento, a que acrescem os "custos associados" a eventuais bloqueamentos e reboques de viaturas, que atualmente também não são realizados.
"Com o privado, o objetivo é o lucro. Vai ser intensificada a caça à multa", alerta o PSD.
A Câmara Municipal contesta a argumentação social-democrata, reafirmando que a alienação das ações do município "não altera as normas decorrentes do contrato de concessão e demais regulamentos municipais aprovados em Assembleia Municipal" e que o regulamento em vigor das zonas tarifadas de estacionamento já contém normas sobre a aplicação de coimas - "que dependendo da qualificação e do sujeito infrator variam entre 30 e 500 euros" - e outras de fiscalização, bloqueamento, remoção e recolha de viaturas.
"Verifica-se, portanto, ser falsa a premissa de que a possibilidade de aplicação de coimas seja instrumento novo a surgir após a alienação da participação do município [na Figueira Parques]", contrapõe a autarquia.
Na nota, o município enfatiza que as normas existem no regulamento desde 2013 - embora numa versão anterior, datada de 2010 e consultada pela Lusa, o articulado da aplicação de coimas já existisse e seja idêntico -, mas não explicita, porém, que a esmagadora maioria do normativo, na prática, não está a ser aplicado, com exceção da taxa de cinco euros.
A Câmara Municipal diz ainda que a aplicação das coimas por estacionamento indevido, "no seu preceito jurídico, não é de aplicação direta, mas iniciada em processo de contraordenação, notificando para o efeito o respetivo proprietário do veículo em transgressão".
"É por esta razão e para ter instrumento eficiente e eficaz de notificação, que a Figueira Parques formalizou a adesão ao SCoT", reafirma.
Lusa

Estudo pioneiro do Politécnico de Coimbra estabelece valores de referência para exames com radiação X

A Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Instituto Politécnico de Coimbra (ESTeSC-IPC) liderou um estudo pioneiro que estabeleceu valores de referência para exames com radiação X, nomeadamente radiografias e tomografia computorizada (TAC).

Resultado de imagem para Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Instituto Politécnico de Coimbra

Com base neste estudo, que permitiu caraterizar os valores dose de radiação ionizante utilizada nos exames de imagem médica mais frequentes em Portugal, foram estabelecidos Níveis de Referência de Diagnóstico (NRD), que deverão passar a ser considerados por todos os centros portugueses que realizam este tipo de procedimentos.

O estudo, que conta com o apoio Científico da Direção Geral de Saúde (DGS), será apresentado publicamente na sexta-feira na ESTeSC. Uma das suas principais conclusões é a de que alguns dos Níveis de Referência de Diagnóstico portugueses estão tendencialmente acima da média europeia, situação que poderá ser corrigida daqui para a frente.
"Pela primeira vez, existem valores de referência em Portugal que vão permitir melhorar práticas e diminuir os riscos de exposição à radiação ionizante", explica Joana Santos, docente do departamento de Imagem Médica e Radioterapia da ESTeSC-IPC e coordenadora do estudo NRD Portugal.
O desafio passa agora por sensibilizar os profissionais de imagem médica e radioterapia que estão no terreno, no sentido de diminuir os valores apresentados, avança a ESTeSC-IPC.
A investigação teve por base as recomendações internacionais da área, tendo ainda a validação externa de um elemento da Agência Internacional de Energia Atómica e Comissão Internacional de Proteção Radiológica.
No total, foram registados os valores de radiação ionizante utilizados em 1.563 exames realizados em Portugal continental neste período, para um perfil de doente com 60 a 80 kg e 160 e 180 cm de altura, explica a ESTeSC.
Além de indicar os valores de radiação utilizados em diferentes radiografias e TAC, consoante a região anatómica em análise, o estudo NRD Portugal apurou ainda o nível de exposição à radiação mediante a indicação clínica do procedimento.
Assim, explicam os autores do estudo, apresentam-se valores para exames de doentes com quadros de Acidente Vascular Cerebral (AVC), traumatismo, metástases hepáticas, estudos de patologias pulmonares e doentes oncológicos, entre outros.
"Os níveis de exposição à radiação devem sempre ser adequados a cada doente e à sua informação clínica", explica Joana Santos, lembrando que só desta forma podem ser diminuídos os riscos de exposição à radiação X.
O estudo NRD Portugal foi realizado por uma equipa da ESTeSC (composta pelos docentes Joana Santos e Graciano Paulo) na condição de Centro Colaborador da Organização Mundial de Saúde para a Proteção Contra as Radiações e Saúde, em parceria com o Centro de Ciências e Tecnologias Nucleares do Instituto Superior Técnico, a Divisão de Física Médica da Sociedade Portuguesa de Física e a Sociedade Portuguesa Radiologia e Medicina Nuclear e com o apoio científico da Direção-Geral da Saúde.
Lusa

DiDi presenta una obra de arte urbano en la Ciudad de México

por Yesica Flores

• A partir de hoy, los habitantes de la ciudad podrán apreciar un mural inspirado en la movilidad en la urbe y sus monumentos icónicos.
• Esta obra combina la creatividad de los usuarios de DiDi y el talento del artista plástico Cocolvú.

DiDi, la plataforma de transporte móvil líder en el mundo, creó en conjunto con el artista plástico mexicano Cocolvú un mural en la capital del país para invitar a los consumidores mexicanos a unirse a su lema de: Cambia tu viaje. Mereces más.
El mural es obra del artista plástico Cocolvú -pintor e ilustrador mexicano de renombre internacional- y se ubica en avenida Álvaro Obregón 151, en la emblemática colonia Roma de la Ciudad de México, una zona urbana que siempre se ha distinguido por su esencia vanguardista, cordial y divertida.
Además de recrear símbolos, personajes y monumentos de la Ciudad de México, el mural incluye dos frases que surgieron del talento de los usuarios de DiDi: “Porque moverme me inspira a seguir creando #MerezcoMás” y “#MerezcoMás porque soy mexicana”. Las frases fueron plasmadas el pasado sábado, día en que se concluyó el mural, después de 20 días de trabajo sobre un muro de 10 x 12 metros de altura.
Para determinar estas frases, DiDi organizó un concurso en sus redes sociales, entre el 16 y 27 de noviembre, en el que invitó a los usuarios de su app en la Ciudad de México a responder la pregunta “¿Por qué mereces más de un servicio de movilidad?”.
Por su parte, Cocolvú, además de agradecer la oportunidad de colaborar con DiDi, afirmó: “Los habitantes de la Ciudad de México radicamos en una de las urbes más grandes del planeta y esta es una ciudad viva. Yo veo las calles como un sistema circulatorio y a la movilidad como el elemento que permite que la sangre circule. Por eso necesitamos un buen sistema para que la ciudad se mueva y eso es lo que DiDi ofrece”.

Cómo ser un consumidor inteligente y no ser víctima de compras impulsivas en la temporada decembrina


por Yesica Flores
Es diciembre, para los retailers la última oportunidad del año de ofrecer promociones o descuentos en la compra de productos o servicios, ya sea en sus tiendas físicas o a través de sus plataformas en línea. Asimismo, para los consumidores, es una nueva oportunidad de encontrar o adquirir productos y servicios con atractivos descuentos, en ocasiones, sin salir de casa.
A medida que aumenta la popularidad de los días de grandes ofertas, también crece el interés de los actores del retail por implementar una estrategia omnicanal exitosa y no quedarse fuera de la competencia. Y si hablamos del catálogo, la cantidad de categorías para comprar también va en alza, intensificando ese impulso del “es ahora o nunca”.
¿Cómo dejarse seducir por lo que parece una buena rebaja sin caer en una compra impulsiva de la que me puedo arrepentir?, ¿puedo ser un consumidor inteligente o smart shopper? Napse, la empresa especializada en soluciones de automatización comercial más grande de América Latina, comparte algunos consejos para comprar bien y de forma inteligente durante la temporada decembrina.
¿Es realmente un buen descuento?
Comprar pensando que fue una súper oportunidad de oferta y después darse cuenta de que no lo fue, puede ser un momento muy ingrato. La promesa de cierto porcentaje de descuento no es necesariamente la garantía de una buena compra.
Carlos Anino, CEO de Napse, explica que “existen páginas y desarrollos que ayudan a verificar y comparar precios originales versus las ofertas. Un buen consejo es confirmar si se trata de un descuento poco real o inflado”.
¿Sólo en ese comercio electrónico encuentro ese producto?
Es probable que sí, pero muchas veces ese mismo producto puede estar en otra tienda, incluso con mayor descuento.
“Hay que olvidarse de la frase ‘es ahora o nunca’. Antes de comprar, un smart shopper sabe que es importante comprobar que ese producto sólo está disponible en un sitio en particular y que no está en otro con un precio más barato. Las negociaciones comerciales no aseguran que los valores sean siempre los mismos en los lugares en donde se pueden adquirir”, dice Anino.
Me gustaría recogerlo en tienda, ¿me da la opción de hacerlo para ahorrar en el envío?
Contar con la tienda física y la posibilidad de utilizarla como punto de retiro puede traer la ventaja de generar nuevo tráfico, cross selling y venta de servicios.
El CEO de Napse comenta que “los clientes cada vez caminan menos, pero compran más; entonces, ofrecer una relación omnicanal pronto será una necesidad. Existe una estrategia llamada BOPIS (por sus siglas en inglés) –compra en línea y recoge en tienda– que se está convirtiendo en tendencia en todos los mercados. Esta modalidad no sólo genera ahorro al no pagar el envío, sino también para los comercios
electrónicos reduce costos, beneficia la gestión de inventario e incrementa las ventas ya que los clientes podrían adquirir más productos al visitar la tienda”.
Si tengo algún problema con mi compra, ¿existe un número o correo de contacto con el área de Servicio al Cliente?
No es agradable cuando una compra no es lo que esperábamos: el producto llega con defectos o a los pocos días, falla. Sin embargo, la frustración es aún mayor cuando en la página de compra no hay ningún número de contacto para hablar con el área de Servicio al Cliente para saber qué hacer para cambiar o devolver el producto.
“Es importante que el vitrineo online también incluya verificar, por ejemplo, que en la página exista un número telefónico o un correo electrónico de servicio al cliente en caso de necesitar ayuda. Aunque suene un consejo básico, muy pocas personas verifican esa información y al momento de necesitarla, es cuando se dan cuenta de su importancia”, comenta Anino.
El artículo 76 BIS de la Ley Federal de Protección al Consumidor que aplica a las relaciones entre proveedores y consumidores en las transacciones efectuadas a través del uso de medios electrónicos, ópticos o de cualquier otra tecnología, menciona que “el proveedor deberá proporcionar al consumidor, antes de celebrar la transacción, su domicilio físico, números telefónicos y demás medios a los que pueda acudir el propio consumidor para presentarle sus reclamaciones o solicitarle aclaraciones”.
Se ve muy bonito en una foto, cuando esté mis manos, ¿se verá igual?
La diversidad de productos que alguien puede comprar en esta temporada es cada vez más amplia; hoy alguien puede comprar desde un artículo pequeño, hasta autos.
¿Has visto ese meme de expectativas versus realidad? Evita que eso te pase a ti.
El experto de Napse sostiene que “sin duda pagar una importante suma de dinero y no recibir lo que uno esperaba, puede ser más que frustrante. Sin embargo, independiente del costo, un comprador inteligente no se arriesgará a recibir un producto de mala calidad confiando sólo en la foto publicada. Muchas veces esos mismos productos que se ofrecen en las tiendas en línea también están disponibles en tiendas físicas, un buen consejo es hacer el ejercicio anticipado sobre qué podría comprar durante ese evento de súper ventas y buscar cómo verlo antes”.

Casal de São Tomé em Festa entre 20 e 25 de Dezembro


Brasil recibe a “Imprime en Grande” de Epson para promover la recreación de sus jóvenes


por Yesica Flores
La compañía decidió colaborar con Casa do Zezinho para apoyar a niños y adolescentes de escasos recursos
La ganadora del concurso es Bianca Klempe Corrêa, quien intervino con su arte el metro de São Paulo

Epson, líder mundial en impresión, junto con Avery Dennison, referente global en materiales para etiquetas y comunicación visual, y la ONG La Casa Zezinho, se aliaron para promover la importancia de desarrollar actividades educativas, artísticas, culturales y deportivas para niños y adolescentes de escasos recursos. Desde el 21 de noviembre y hasta el 20 de diciembre, en el metro de São Paulo, Línea 4, Estación Pinheiros y Estación Paulista, se podrá ver la obra creada por Bianca Klempe Corrêa, ganadora del concurso “Impressione Brasil”.
El lema elegido para la campaña de “Imprime en Grande” Brasil es “Mientras esperas sólo un poquito, ya hay gente esperando por mucho tiempo”, y acompañará el trabajo que viene realizando la Casa do Zezinho, una organización social sin fines de lucro, ubicada en el extremo de la zona sur de São Paulo, lugar también conocido como el “Triángulo de la Muerte”. La organización se fundó en 1994 por la pedagoga Dagmar Rivieri, más conocida como “Tia Dag”, para ser un espacio de desarrollo de las potencialidades humanas y de actuación para niños, jóvenes y ancianos originarios de familias con bajos ingresos. Atiende anualmente más de 900 chicos desde los seis años, ofreciendo educación complementaria, arte, cultura y talleres introductorios al mercado de trabajo.
"En la Casa do Zezinho, el niño, el joven y el adolescente son protagonistas de todo el proceso sociopedagógico. La Casa es un espacio de desarrollo humano, en donde buscamos formar ciudadanos autónomos que puedan desempeñarse plenamente en la sociedad. Somos educadores apasionados que creemos que la educación transforma no sólo a las personas sino a su entorno", comentó Tía Dag.
Inaugurada en mayo de 2010, la Estación Paulista es uno de los principales puntos del transporte público de São Paulo, conectando con la Línea 2-Verde del Metro. Diariamente, aproximadamente 197 mil personas transitan por el lugar. La Estación Pinheiros del Metro, por su parte, fue inaugurada un año después, en mayo de 2011, y conecta con la Línea 9-Esmeralda de la CPTM (Compañía Paulista de Trenes Metropolitanos). En promedio, 173 mil usuarios circulan por este lugar todos los días.
“Epson siempre está atenta a las necesidades de desarrollo en los países en los que está presente. En Brasil, creemos que la educación es un factor primordial para la transformación social. Por eso, optamos por realizar este trabajo con la Casa do Zezinho. Y el metro de São Paulo, por la democracia y el alcance que ofrece, posibilita generar impacto en grupos de diferentes géneros, raza, edad y clase social. Esta es una gran oportunidad de, una vez más, alertar sobre esta noble causa defendida por la Casa do Zezinho”, contó Evelin Wanke, Gerente de Ventas de Epson Brasil.
Bianca Klempe Corrêa, artista gráfica, es la creadora de la obra que se imprimió en gran formato para exterior y que se expone en la puerta de la plataforma de la Estación Pinheiros y el acceso a la Estación Paulista. La intención de la artista es “buscar la transformación del individuo a través de la educación”.
“La oportunidad de participar en un proyecto tan importante es totalmente gratificante. Saber que todo aquello que estudié y en lo que trabajé puede ser utilizado no sólo para agradar como arte, sino también para ayudar y cambiar la perspectiva de las personas hacia otra realidad que muchos no ven en el día a día. Saber que tengo la oportunidad de ayudar a realizar los sueños de esos niños con el resultado de mi sueño es increíble.”, dijo Bianca Klempe Corrêa.
El proyecto “Imprime en grande” de Epson junto a Avery Dennison busca mostrar cómo la tecnología puede ser útil para la difusión de temáticas de relevancia para la sociedad, y apoyar a ONGs y artistas que buscan crear un mundo mejor.

Para más información y participación en el concurso ingresar en:

Asociación de Emprendedores de Latinoamérica busca levantar USD 5 millones e incluir a Cuba y Venezuela a sus filas


por Yesica Flores
Con la idea de levantar USD 5 millones con el Banco Mundial, sumar a Venezuela y Cuba a su filas y alcanzar un millón de socios, se reunieron en Santiago de Chile, el directorio de la Asociación de Emprendedores de Latinoamérica (Asela), compuesta por las asociaciones de emprendedores de México, Colombia, Perú, Argentina, Guatemala y Chile.
“Es relevante el rol que está jugando Asela en Latinoamérica en materia de emprendimiento, pues entre otras cosas permite emparejar la cancha, homologar políticas públicas exitosas y abrir nuevos mercados para los emprendedores de Latinoamérica”, señaló el presidente de Asela, Juan Pablo Swett.
Swett agregó que “a pesar de las dificultades políticas y económicas que están enfrentando los emprendedores de Cuba y Venezuela, creemos que deben tener la oportunidad de formar parte de Asela y nosotros como bloque haremos todo lo posible para que eso pase en el menor plazo posible”.
Otra de las temáticas clave tratadas por el directorio en una de las actividades en Valparaíso es alcanzar el millón de socios en un plazo de cinco años, desafío importante considerando que en la actualidad Asela cuenta con poco más de 100 mil asociados.
Por otra parte, Swett anunció el ingreso oficial de Paraguay a la organización, y también aprovechó la oportunidad para señalar las grandes líneas estratégicas de la asociación para el 2019.
“Hemos crecido considerablemente en número de socios, alcanzando los 100 mil a la fecha, lo que nos ha permitido posicionarnos como un referente no sólo en Chile, sino también a nivel internacional”, dijo por su parte la presidenta de la Asociación de Emprendedores de Chile (Asech), Alejandra Mustakis.
Respecto a la homologación de políticas públicas a nivel internacional como último punto a fortalecer en la gestión del año entrante, Mustakis añadió que “ya hemos tenido importantes logros, como la Ley de Empresas en un día en México y la Ley de Empresas en Argentina, y ahora estamos enfocados en extender el pago de proveedores a 30 días en todos los países”.