terça-feira, 12 de março de 2019

Torneio Nacional de Ténis de Mesa foi um sucesso








O IV Torneio Nacional de Ténis de Mesa decorreu nos dias 9 e 10 de março, no Pavilhão Gimnodesportivo de Vieira de Leiria, tendo contado com a participação de cerca de 200 atletas.

A iniciativa foi organizada pela Sociedade de Beneficência e Recreio 1º de Janeiro (SBR 1º de Janeiro), com o apoio da Câmara Municipal da Marinha Grande, Juntas de Freguesia de Marinha Grande e de Vieira de Leiria, Federação Portuguesa de Ténis de Mesa e empresas da região.

A vereadora do Desporto, Célia Guerra, faz “um balanço muito positivo da iniciativa, quer pelo número de atletas que participaram na competição, quer pela forma como decorreu o Torneio, que denotou uma excelente organização, a cargo dos elementos dos órgãos sociais da SBR 1º de Janeiro e de vários voluntários, a quem presto o meu reconhecimento e agradecimento”.

Célia Guerra acrescenta que “é um motivo de orgulho para o Município apoiar  eventos promovidos pelas associações do concelho, bem organizados e que atraem centenas de pessoas de todo o País”. Além disso, a vereadora destaca que “a SBR 1º de Janeiro está sediada no lugar da Ordem, na freguesia da Marinha Grande, e levar o Torneio à freguesia da Vieira, revela o seu interesse em difundir a prática do ténis de mesa, ao mesmo tempo que contribui para a divulgação do concelho aps atletas e seus acompanhantes que nos visitam neste âmbito”.

O presidente da direção da SBR 1º de Janeiro, Carlos Rosa, mostra-se “satisfeito pela forma como decorreu o Torneio” e salienta que “um evento destes só é feito porque temos o apoio da Câmara da Marinha Grande e das Juntas de Freguesia, que sempre colaboraram, estiveram disponíveis e a quem agradeço”.

O responsável por esta associação que tem reconhecida tradição na dinamização do ténis de mesa, esclareceu que “o nosso objetivo principal é colaborar com todas as freguesias do concelho e, uma vez que não temos condições para realizar o evento nas instalações da coletividade, procurámos fazer o melhor, este ano em Vieira de Leiria”.
Estiveram inscritos 200 atletas, dos 6 aos 15 anos, em representação de 35 clubes de Portugal continental, Açores e Madeira. 

Os resultados do IV Torneio Nacional de Ténis de Mesa são os seguintes:

Vencedor Absoluto: Montamora SC

Iniciados femininos:
1º Beatriz Pinto (Boa Hora FC)
2º Eva Vieira (Canidelense)
3º Mariana Teixeira (Canidelense)

Iniciados masculinos:
1º Rafael Silva (Montamora SC)
2º Guilherme Cardoso (Boa Hora FC)
3º Joel Reis (AV Lamego)
3º Gabriel Rodrigues (AV Lamego)

Coletivo Iniciados:
1º Montamora SC
2º AV Lamego
3º Boa Hora FC

Cadetes femininos:
1º Inês Fernandes (ADC Ponta do Pargo
2º Juliana Silva (Sporting CP)
3º Mariana Rodrigues (Boa Hora FC)
3º Rita Costa (Ginásio Figueirense)

Cadetes Masculinos:
1º Bruno Reis (Montamora SC)
2º Tiago Reis (Montamora SC)
3º Daniel Berbigão (Vagos SC)
3º Gustavo Gomes (SBR 1º Janeiro)

Coletivo Cadetes:
1º Montamora SC
2º Ugas
3º Boa Hora FC

Infantis femininos:
1º Beatriz Pinto (Boa Hora FC)
2º Catarina Santos (Torrense)
3º Camila Silva (Montamora SC)
3º Marta Julião (Vagos SC)

Infantis Masculinos:
1º João Mendes (Montamora SC)
2º Gil Ribeiro (AR Novelense)
3º João Ferreira (Boa Hora FC)
3º Gonçalo Sá (Lourosa)

Coletivo Infantis:
1º Montamora SC
2º Boa Hora SC
3º Torrense 

Juniores Femininos:
1º Juliana Silva (Sporting CP)
2º Inês Fernandes (ADC Ponta do Pargo)
3º Leonor Ferreira (Ugas)
3º Mariana Rodrigues (Boa Hora FC)

Coletivo Juniores Femininos:
1º Torrense

Juniores Masculinos:
1º Tomás Costa (ADC Ponta do Pargo)
2º Tiago Duarte (Boa Hora FC)
3º Alexandre Balbino (Pirescoxe)
3º João Lourenço (Torrense)

Coletivo Juniores Masculinos:
1º Boa Hora FC
2º Montamora SC
3º Torrense.

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Lisboa: Assembleia Municipal discute o fim das touradas na cidade com a reconversão do Campo Pequeno

A Assembleia Municipal de Lisboa vai esta terça-feira discutir o futuro da praça de touros do Campo Pequeno, no centro da cidade. O debate foi pedido pelos deputados municipais do partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN), que querem ver esclarecidas as posições da Câmara (dona do terreno), da Casa Pia (dona do edifício) e do BCP (dono da entidade que explora a praça). 
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Sapo24
"É um debate incontornável aos dias de hoje", diz a deputada municipal do PAN Inês de Sousa Real. A assembleia municipal de Lisboa vai olhar para o futuro da praça de touros do Campo Pequeno, num debate promovido pelo PAN, que apela ao fim das touradas na cidade.
Inês de Sousa Real explica ao SAPO24 que nesta fase o partido quer ouvir "os diferentes grupos municipais, mas também o senhor presidente da Câmara Municipal de Lisboa" sobre o futuro da emblemática praça no centro da capital.
"Tendo em conta que a praça pertence à Casa Pia, através de um direito de cedência de superfície, feito pela Câmara Municipal sob a condição de não o transmitirem a terceiros e de ali realizarem corridas de touros e outras atividades, entendemos que estas duas entidades, sendo públicas e com missões muito específicas, devem promover esforços no sentido de reconverter a atividade que ali é prosseguida", explica a deputada municipal pelo telefone. "E, obviamente, através de iniciativas que não promovam o sofrimento animal", sublinha.
Inês de Sousa Real aponta para o facto de a Casa Pia ter por missão proteger crianças e jovens — "não tem por missão realizar touradas, nem corridas de touros", afirma. "Não faz sentido, à luz da ética atual, ter a chancela destas duas entidades [Câmara e Casa Pia] na atividade que ali é prosseguida".
A deputada recorda também que o edifício, por pertencer a uma entidade pública, está isento do pagamento do imposto municipal sobre imóveis (IMI) "no valor de nove milhões de euros ano"; cujo beneficiário é a entidade que explora a praça, a Sociedade de Renovação Urbana do Campo Pequeno. Esta isenção, explica a deputada, é vista pelo grupo municipal do PAN como uma "injustiça face a outros operadores económicos que trabalham quer na cidade, quer noutros municípios".
Para além disso, lembra Inês de Sousa Real, importa também debater o facto de a sociedade que explora a praça estar em processo de liquidação, após insolvência. A entidade, detida pelo BCP, deve vários milhões de euros — e cerca de 400 mil euros ao Estado.
"Há neste processo questões opacas que têm de ser esclarecidas", diz a deputada municipal. Questões como a "prossecução da exploração do espaço através de uma entidade que está em processo de dissolução e liquidação", ou o facto de o banco, sendo o titular das quotas da sociedade, diz a deputada, "não promove a realização de outro tipo de atividades que não passe pelo sofrimento animal".
"Não estamos a dizer que queremos que a praça volte à Câmara Municipal", afirma Inês de Sousa Real. "Queremos que estas entidades promovam outros espetáculos que não corridas de touros".
"Tendo uma dívida de 90 milhões de euros, certamente seria muito mais lucrativo prosseguir outras atividades do que as corridas de touros, que é uma atividade em declínio, com a qual os lisboetas não concordam", diz a deputada municipal, citando uma sondagem da Universidade Católica que mostra que 89% dos lisboetas nunca assistiu a uma tourada no Campo Pequeno desde que a praça foi reinaugurada em 2006.
O mesmo estudo, de maio do ano passado, revela que 75% dos lisboetas é contra a utilização de dinheiros públicos para financiar ou apoiar touradas — e apenas 2% estão contra o uso do espaço para outros eventos que não touradas.
A esperança agora é de que "os valores humanistas se sobreponham aos valores económicos ao interesse da atividade tauromáquica e que Fernando Medina nos acompanhe, acompanhe o repto do PAN, no sentido de se comprometer a que Lisboa venha a tornar-se numa cidade livre de touradas."
"Temos noção da esfera de influência que Lisboa tem sobre o restante país", afirma Inês, o que a leva a acreditar no peso que o fim da tourada na capital pode ter na mesma luta no resto do território. "Acreditamos que nalgumas regiões do país em que possa estar mais enraizada a cultura tauromáquica possa ser um processo mais difícil, mais lento, mais moroso; mas não nos podemos esquecer de que por algum lado temos de começar a dar este exemplo. Viana do Castelo já se assumiu livre de touradas, Póvoa de Varzim também."
"Não faz qualquer sentido que Lisboa, que é uma cidade que se tem declarado amiga dos animais, que deu passos importantes, como ao criar a figura do provedor dos animais, que não existiam em mais lado nenhum do país; proibindo o abate de animais de companhia já em 2013, quando ainda não era uma obrigação ao nível de todo o país — acreditamos que também Lisboa tem de dar este passo em relação a outras atividades", prossegue a deputada, lembrando ainda a proibição de circos com animais em espaços públicos.
"Queremos que efetivamente acabem as touradas em pleno coração de Lisboa.”
O debate começa às 15:30 desta terça-feira, na Assembleia Municipal de Lisboa, na Avenida de Roma.
Lusa
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EUA anunciam retirada de todos os funcionários da embaixada na Venezuela

Os Estados Unidos anunciaram na noite de segunda-feira que estão a retirar todos os funcionários da sua embaixada na Venezuela, alegando a deterioração da situação naquele país sul-americano.
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TVI24
O secretário de Estado norte-americano anunciou a decisão enquanto a Venezuela tenta restaurar a eletricidade após quatro dias de apagões em todo o país e sobreviver a uma profunda crise política.
Mike Pompeo acusou ainda os governos de Cuba e da Rússia de intervencionismo, pelo apoio ao Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.
“As nações que apoiam Maduro, pela natureza do seu regime ilegítimo, estão a levar a cabo o mesmo intervencionismo de que nos acusam de fazer”, afirmou em conferência de imprensa o chefe da diplomacia dos Estados Unidos, país que reconhece Juan Guaidó como Presidente interino, juntamente com mais de 50 nações, incluindo Portugal.
O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, prolongou por mais 48 horas a suspensão de atividades laborais e escolares devido ao apagão que afeta o país desde quinta-feira e que o Governo venezuelano diz ter origem numa "guerra elétrica".
O 'apagão' teve origem numa avaria na central hidroelétrica de El Guri, a principal do país, que afetou ainda dois sistemas secundários e a linha central de transmissão.
Em Caracas, a eletricidade está a chegar a vários bairros, mas de forma intermitente.
O apagão afetou as comunicações fixas e móveis, os terminais de pagamentos e o acesso à Internet.
Lusa
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Ana Catarina Pereira eleita a melhor guarda-redes do mundo

A guarda-redes do Benfica e da seleção nacional feminina foi assim eleita aos 26 anos.

Ana Catarina Pereira foi este domingo eleita a melhor guarda-redes do mundo de futsal pela Umbro Futsal Awards by Futsal Planet.
A guarda-redes do Benfica, desde 2007/2008 e da seleção nacional feminina foi assim eleita a melhor do mundo aos 26 anos.
O jogo
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Mulheres empreendedoras assinalaram Dia Internacional da Mulher com Conferência

Marinha Grande, um concelho fortemente industrializado com uma mulher na liderança da Câmara Municipal, recebeu, no Dia Internacional da Mulher,  mais de uma centena de mulheres que “dão cartas” na área empresarial, no Concelho e na Região, para debaterem questões tão importantes como o papel das mulheres na economia e na sociedade em 2019.
  

Organizada pelo semanário Região de Leiria com o apoio da Câmara Municipal da Marinha Grande, a conferência-debate "O Papel das Mulheres na Economia e na Sociedade em 2019" teve lugar sexta-feira, dia 08 de março, no edifício da Resinagem, onde os participantes foram recebidos por Guilherme e Philadélphia Stephens, numa pequena encenação teatral de alunos do Agrupamento Poente, no âmbito das comemorações dos 250 anos da chegada dos Stephens à Marinha Grande.

 A conferência foi aberta por Francisco Rebelo dos Santos, diretor do Região de Leiria, e nela debateram-se ideias como “Os negócios têm género, ou não”, “Porque razão as empresas continuam a ser, sobretudo, lideradas por homens?”, “onde estão as mulheres empresárias e empreendedoras?", entre outras questões, que trouxeram até ao auditório da Resinagem muitas mulheres empreendedoras que, no seu dia a dia, conseguem conciliar a sua carreira e vida pessoal, sem abdicar de conquistar espaço no mundo dos negócios.

Na sessão de abertura, a vereadora Célia Guerra, deu as boas vindas a todos os presentes. “Para mim como autarca e, especialmente, como mulher, esta é uma iniciativa que muito me diz”, e salientou ainda que “Na sociedade moderna, a mulher, cada vez mais conquista o seu espaço no ambiente profissional. As capacidades, habilidades e características femininas começam a ser valorizadas, deixando a mulher, de ser uma mera coadjuvante em determinados segmentos sociais e profissionais”.
  
Linda Pereira, presidente da Spring Up Europe e porta-voz da CIP (Confederação Empresarial Portuguesa) para as questões da paridade, foi a oradora principal do debate de abertura que, contou ainda, com a presença de Catarina Castro – diretora da Tribe Agency, Cristina Barros – CEO da Sinmetro e coordenadora da Iniciativa Nacional Competências Digitais e.2030, e Isabel Neves – Business Angels Lisboa.

Após um Networking Coffee Break, teve lugar o debate “De onde viemos, para onde vamos” com moderação de Patrícia Duarte – diretora-adjunta do semanário Região de Leiria e que contou com as intervenções de Carla Carreira – administradora da Macolis, Carla Ferreira – diretora geral da Factor H, Paulo Pinto – CEO La Redoute Portugal,  Sónia Calado – administradora do Grupo DRT e Teresa Mesquita – Diretora Geral do Grupo Remax Inn.

Com a apresentação de “Networking estratégico para mulheres profissionais – introdução ao tema e melhores práticas” por Linda Pereira, viveu-se no auditório da Resinagem, um dos momentos altos do dia, com a interação e boa disposição proporcionadas por esta grande empresária e oradora internacionalmente reconhecida.


A conferência terminou com a intervenção da Presidente da Câmara, Cidália Ferreira, para quem “Este nosso dia não é só nosso. Este nosso dia é de todos aqueles que lutam pela igualdade de direitos, sejam mulheres ou homens. Este dia fará sempre sentido pela luta constante pela igualdade. É isto que está hoje em causa.”

"As mulheres não pedem para ser beneficiadas, pedem apenas para que haja justiça social e equidade. Todos os dias há mulheres com capacidades válidas a serem preteridas só por serem mulheres e é para que isso não aconteça que temos todos que nos unir e definir regras.” afirmou ainda a autarca que agradeceu a todos (as) os(as) presentes a sua participação neste evento.

Como balanço desta iniciativa, Patrícia Duarte, vice-diretora do Região de Leiria, afirmou que a mesma correu ainda melhor do que o previsto, e que este sucesso se deve essencialmente a “não se ter caído no lado errado da questão” ou seja “Nós preferimos encarar os aspetos positivos, aquilo que pode ser feito e a forma como nós mulheres devemos encarar os desafios, além do que nós próprias temos que corrigir na nossa atuação para que consigamos ser vistas e aceites nos cargos como os homens”. “Eu acho que todas as mulheres que saem hoje desta sala se sentem mais valorizadas e, só por isso, já ganhámos o Dia” concluiu.

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João Carvalho homenageado no II Congresso Internacional de Contabilidade Pública


O Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA) e o Centro de Investigação em Contabilidade e Fiscalidade (CICF) organizam, em parceria com a Ordem dos Contabilistas Certificados (OCC), o II Congresso Internacional de Contabilidade Pública (CICP) nos dias 14 e 15 de março de 2019, em Lisboa.

Este congresso pretende promover uma reflexão e debate aberto sobre as mudanças e os desafios que se colocam à contabilidade pública no âmbito da reforma da gestão financeira pública, numa interligação entre académicos e profissionais da área, estando envolvidos os principais atores com influência na reforma.

Subordinado ao tema «Reforma da Gestão Financeira Pública – desafios para a investigação e a prática», o evento divide-se em sessões plenárias e paralelas, estando prevista a apresentação de mais de cinquenta trabalhos científicos organizados em três sessões paralelas, relativos a 14 temas diferentes. Será um momento privilegiado para discutir o estado da arte, os resultados científicos obtidos e discutir pistas de investigação futura na área da contabilidade pública e do seu impacto na reforma da gestão pública.

A sessão de abertura do Congresso fica a cargo da Bastonária da OCC, Paula Franco, da Presidente do IPCA, Maria José Fernandes, do Presidente da CILEA, Philippe Arraou, e conta ainda com a presença do Vice-Presidente do Tribunal de Contas, Ernesto Cunha e com o Secretário de Estado e Orçamento, João Leão.

A abertura é marcada pela conferência magna a cargo de Teodora Cardoso sobre a “Transparência e Accountability na gestão financeira pública.

O primeiro dia dos trabalhos tem como ponto alto a homenagem ao professor João Carvalho, reconhecido como pai da contabilidade em Portugal e o Homem das boas contas públicas. A homenagem decorre na presença do Secretário de Estado do Ensino Superior, João Sobrinho Teixeira. O professor João Carvalho, ex-presidente do IPCA, desempenhou também o cargo de presidente da Assembleia Representativa da Ordem dos Contabilistas Certificados e era membro do Centro de Investigação em Contabilidade e Fiscalidade, tendo coordenado o Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses durante 14 anos.

A manhã termina com um painel dedicado aos "Desafios de mudança para as instituições e profissionais”, tendo como oradores a Juíza conselheira do Tribunal de Contas, Maria da Luz Faria, o Assessor da Presidência da Republica, Hélder Reis e o Partner da EY/IDEFF, Carlos Lobo.

Da parte da tarde, o tema em destaque na mesa redonda é “A contabilidade pública: a experiência internacional”, onde estarão em palco representantes dos vários países da América Latina e membros do CILEA.

O segundo dia fica marcado por um painel de oradores que se vão debruçar sobre o tema “A Contabilidade Pública em Portugal: da teoria à prática”, onde estarão em destaque os principais desafios que se colocam à contabilidade pública no contexto nacional. A conferência magna de encerramento é marcada pela intervenção do Administrador da Fundação Gulbenkian, Guilherme d´Oliveira Martins, seguindo-se a entrega do prémio “Melhor Artigo II CICP”.

Este evento é uma organização conjunta entre a Escola Superior de Gestão do IPCA, o Centro de Investigação em Contabilidade e Fiscalidade do IPCA e a Ordem dos Contabilistas Certificados, com o apoio do CILEA (Comité de Integração Latino Europa-América).

Vários docentes da Escola Superior de Gestão e da Escola Superior de Hotelaria e Turismo integram a Organização e a Comissão Científica do evento. Os estudantes do IPCA marcam também presença no evento, quer como participantes, quer como colaborares na organização.

O programa completo do congresso, incluindo das sessões paralelas, pode ser consultado no microssítio do congresso em:http://iicicp.occ.pt/pt/

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Um incêndio na Igreja iniciado há meio-século

Nefasto complô contra a Religião Católica, com o objetivo de comunistizar a igreja, foi denunciado pela revista Catolicismo
Fonte: Catolicismo, Nº 819, Março/2019
Não sem razão, membros do governo brasileiro vêm manifestando preocupação a respeito do Sínodo dos Bispos sobre a Amazônia, a ser realizado em Roma em outubro próximo. O chefe do Gabinete de Segurança Institucional, General Augusto Heleno, afirmou: “A preocupação com o Sínodo é real, porque algumas pautas são de interesse da segurança nacional. […] Quem cuida da Amazônia brasileira é o Brasil, não tem que ter palpite de ONG estrangeira, de chefe de Estado estrangeiro”. Noticiou “O Estado de S. Paulo” (10-2-19) que o Palácio do Planalto deseja conter o avanço de “setores da Igreja aliados a movimentos sociais e a partidos de esquerda, o chamado ‘clero progressista’. […] Na avaliação da equipe do Presidente, a Igreja é uma tradicional aliada do PT”.
Tal preocupação com a “esquerda católica” não é recente. Há 50 anos, o fundador da TFP brasileira, Plinio Corrêa de Oliveira, denunciou os erros comunistas infiltrados sorrateiramente na Igreja: um gigantesco complô articulado por organizações ocultas (IDO-C e “grupos proféticos”) no interior de associações católicas, a fim de manipulá-las em favor do avanço comunista. Sua atuação visava conquistar adeptos, tomar os postos de mando, provocar subversão na Igreja e eliminar seus aspectos sobrenaturais e esplendorosos, implantando uma igreja-nova progressista, profana, miserabilista. Ou seja, uma anti-Igreja aggiornata, desprovida das desigualdades sacrais estabelecidas por Deus.
         A revista Catolicismo foi o órgão escolhido para desmascarar aquele complô comuno-progressista dentro da Igreja. Em edição dupla de abril-maio de 1969 (nºs 220-221), largamente divulgada em todo o território nacional, a revista analisou documentos dos próprios grupos ocultos e denunciou essa trama.
A matéria principal da revista Catolicismo deste mês [capa acima] rememora aquela corajosa denúncia. Se ela tivesse sido levada a sério pela Hierarquia eclesiástica, a Igreja certamente teria se livrado de muitos aspectos da atual crise, e de não poucos escândalos envolvendo eclesiásticos.
No entanto, pode-se facilmente constatar que a sinistra conspiração continua a espalhar seus erros contrários à Religião Católica, desfigurando-a cada dia com sua ação deletéria, dessacralizando-a pela pregação de uma moral nova adaptada ao “modernismo” condenado pelo Papa São Pio X, e deixando-a bem ao gosto da mentalidade ateísta e comunista. Em suma, procura erguer em seu lugar uma Igreja que não é Mestra da verdade, não é guia do homem, mas guiada por ele — uma espécie de república espiritual populista e ecumenista
         No mesmo sentido da crise nas fileiras católicas, o leitor encontra duas outras matérias na mesma edição: o “Destaque” (com um artigo de Dom Athanasius Schneider) e “Reparação” (com um artigo de Luis Sérgio Solimeo).
Esperamos que todos possam adquirir tal edição — caso não sejam assinantes de Catolicismo — e que tenham uma proveitosa leitura. Pedimos orações para que Deus ponha termo a essa situação tão dolorosa que, se não tivéssemos a infalível promessa de que as portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja, muitos a julgariam agonizante.
ABIM
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