quinta-feira, 9 de julho de 2020

COMUNICADO: Pedro Cardoso reeleito presidente da Comissão Política da Concelhia de Cantanhede do Partido Social Democrata



Pedro Cardoso continua a presidir à Comissão Política da Concelhia de Cantanhede do PSD. O atual vice-presidente da autarquia cantanhedense foi reeleito no passado sábado, 3 de julho, encabeçando a única lista concorrente à eleição das novas estruturas dirigentes locais do partido.
“Partimos para este segundo mandato ainda mais motivados, para trilhar novos caminhos e definir novos rumos, para além de dar continuidade à agenda das causas que sempre defendemos e aos objectivos que enunciámos para este novo ciclo” refere o líder da concelhia social democrata de Cantanhede, sublinhando que está “especialmente empenhado em continuar a servir o concelho, no entendimento de que a vitalidade do PPD/PSD é essencial para levar mais longe o processo de desenvolvimento em curso”. Segundo Pedro Cardoso “neste momento, mais do que nunca, também com a consciência de que há desafios cada vez mais exigentes a que o partido tem que saber dar resposta, em benefício dos munícipes e das instituições que os representam em vários domínios”.
Eleita com 98% dos votos, a nova comissão política liderada por Pedro Cardoso terá como vice-presidente João Moura, atualmente presidente da Assembleia Municipal, e integra ainda a líder do executivo camarário cantanhedense, Helena Teodósio, e o vereador Adérito Machado, além de Nuno Gomes e Sara Brado, que assumem os cargos de tesoureiro e secretária, respetivamente. José Maria Maia Gomes mantém-se como presidente da Assembleia de Secção, tendo como secretários Levy Marques dos Santos e José Luís Malva. Integram ainda a Comissão Política de Secção, Joana Seabra, Miguel Almeida, Sérgio Maia, Lurdes Silva, Arnaldo Ribeiro, Carlos Ventura, José Soares, Ana Paula Ranhel e Pedro Veríssimo.


Pedro Cardoso adianta que a sua equipa “preconiza uma ação política centrada na mobilização dos militantes e simpatizantes para o exercício de uma cidadania ativa, estimulando o seu envolvimento efetivo na vida partidária, fomentando o debate de ideias e a participação nos processos de decisão, apoiando politica e tecnicamente os nossos autarcas, aproximando o partido das forças vivas locais, envolvendo a sociedade civil e acentuando o quadro de referências que estão na base da adesão dos cidadãos aos valores e às grandes causas do PPD/PSD”.
As linhas de força do programa que apresentou a sufrágio, a nova Comissão Política de Cantanhede do PSD propõe ações estruturadas em quatro eixos estratégicos, um dos tem como objetivo VENCER COM CREDIBILIDADE AS AUTÁRQUICAS 2021”. A este propósito Pedro Cardoso sublinha que “esta ambição decorre do sentido de responsabilidade e uma profunda determinação de querermos contribuir para um futuro melhor para o concelho, cujo plano estratégico tem como horizonte o ano 2030”.
Para o recém reeleito da comissão política concelhia de Cantanhede do PSD, “a política só faz sentido quando está ao serviço das pessoas e fazer política significa ser fiel a valores e princípios, desde logo um compromisso com a verdade, com a promoção da dignidade humana, tendo como horizonte o bem comum, a justiça social, solidariedade para com os mais desprotegidos e os mais vulneráveis, a defesa da vida em todas as suas fases, entre outros, e claro, um compromisso com o futuro.”
Outro dos objetivos passa “por criar condições para um debate permanente envolvendo os nossos concidadãos, e auscultar regularmente as instituições e os agentes económicos e sociais sobre o modo como o poder político deve responder às suas necessidades e anseios”. Assim como, “aproximar a política dos cidadãos e fomentar a participação cívica, incluindo a participação cívica e política dos jovens”.
Na mensagem que dirigiu aos militantes, na sequência da tomada de posse dos novos órgãos de secção, Pedro Cardoso expressa o seu “obrigado a todos, pela participação nas eleições, pela confiança, e pelas manifestações inequívocas de apoio que constitui um enorme estímulo para desenvolvermos o trabalho a que nos propusemos”. E a concluir reforça que “connosco o futuro do Concelho e os interesses dos munícipes estarão sempre na primeira linha da nossa acção política de matriz humanista, personalista, interclassista e reformista. Pensamos sempre em primeiro no interesse concelhio e dos munícipes e só depois no partido.”

Comissão Política da Secção de Cantanhede do PSD

Associação Académica de Coimbra promove ação solidário com os sem-abrigo

A Associação Académica de Coimbra (AAC) vai promover no sábado testes de rastreio HIV, sífilis e hepatite, e distribuir roupas, alimentos e material de proteção, durante a iniciativa solidária Street Store AAC, dirigida aos sem-abrigo.
Nos jardins da AAC, junto à Cantina dos Grelhados, os estudantes vão distribuir conjuntos gratuitos com produtos de higiene pessoal e de proteção, nomeadamente máscaras, gel desinfetante, luvas, entre outros.
"Com o intuito de sensibilizar para a questão da covid-19, assim como abordar a importância de adotar cuidados e medidas de segurança, a AAC vai ainda entregar 'flyers' informativos junto da população, assim como realizar testes de rastreio ao HIV, sífilis e hepatite B e C", anunciou hoje a entidade que representa os alunos da Universidade de Coimbra, num comunicado enviado à agência Lusa.
A Street Store AAC é um evento dirigido à população com mais necessidades e dificuldades financeiras.
A iniciativa foi premiada recentemente pelo Banco Santander, ao abrigo do Prémio Santander Uni.Covid-19, que tem como objetivo "apoiar projetos de instituições de ensino que dessem resposta à emergência da covid-19".
O projeto Street Store AAC recebeu um valor de 2.000 euros, "que será utilizado nos 'kits' de proteção que vão ser entregues".
Daniel Azenha, presidente da Associação Académica de Coimbra, revela que a AAC "tem vindo a desenvolver um conjunto de atividades com o intuito de dar resposta aos problemas que a covid-19 trouxe".
"Neste tempo de pandemia, é imperativo não nos esquecermos das pessoas com maiores dificuldades, uma vez que as classes mais desfavorecidas acabam muitas das vezes esquecidas".
Deixa ainda "uma mensagem clara de apoio, de incentivo à solidariedade e sobretudo de que os estudantes do ensino superior devem também ter a capacidade de se organizar e fazer parte das soluções para ultrapassar as adversidades".
A iniciativa conta com o apoio de instituições como a Associação Existências, a Integrar, a Cáritas, a equipa Reduz da Cáritas, Sem Abrigo Zero, a Cruz Vermelha, a Associação das Cozinhas Económicas Rainha Santa Isabel.
A instituição Farol irá ainda distribuir refeições pela população, estando agendada uma atuação da Secção de Fado da AAC.
Lusa

PJ faz busca na Câmara de Montalegre e constitui arguidos presidente e vice-presidente

A Polícia Judiciária fez na quarta-feira uma busca na Câmara de Montalegre e constituiu arguidos o presidente e vice-presidente, anunciou hoje a autarquia.
Em comunicado, a Câmara de Montalegre (PS), no distrito de Vila Real, revelou que a PJ se deslocou aos Paços do Concelho com “o objetivo de cumprir um mandado de busca e apreensão”.
Sem identificar o tipo de processo em investigação, a nota acrescenta que este foi “emitido no âmbito de um processo iniciado com uma denúncia”.
No comunicado, assinado pelo presidente da câmara, Orlando Alves, este confirma que foi constituído arguido, assim como o vice-presidente da autarquia, David Teixeira, estando ambos sujeitos à “medida de coação menos gravosa”, o termo de identidade e residência.
Os autarcas, assim como a câmara, “manifestaram total disponibilidade para colaborar com as autoridades”, acrescenta o comunicado.
Lusa

Estarreja | Delegação de competências: Assinatura de contratos com as Juntas de Freguesia

Amanhã, 10 de julho, pelas 18h30, nos Paços do Concelho

A Câmara Municipal de Estarreja promove a sessão de assinatura de Contratos Interadministrativos com as Juntas de Freguesia, que formalizam os termos da delegação de competências. A sessão está marcada para a amanhã, sexta-feira, dia 10 de julho, pelas 18h30, nos Paços do Concelho.

Os documentos serão assinados pelo Presidente do Município de Estarreja, Diamantino Sabina, e pelos Presidentes das Juntas de Freguesia de Avanca, José Borges, Beduído e Veiros, José António Marques, Canelas e Fermelã, Gabriel Tavares, e de Salreu, Manuel Almeida.

Defendendo os princípios gerais de descentralização de poderes e da cooperação com as Juntas de Freguesia, a Câmara Municipal de Estarreja reúne as condições necessárias para delegar um conjunto de competências nas Juntas, permitindo a realização de investimentos ou gestão de equipamentos e serviços.


Carla Miranda

Fake news por omissão, pandemia e direito de saber

Se fake news é mentira, convém lembrar que ela sempre existiu na História. A Igreja sempre a condenou. “Deus tem horror à boca mentirosa”.
Se a fake news prejudica a imagem do próximo, ela se chama difamação, podendo ser calúnia. E a Igreja sempre a condenou.
Se fake news é a divulgação distorcida ou falsa de um fato, deve-se dizer que sua grande promotora é a mídia, que vive divulgando e propagando o pânico.
A sarabanda midiática, o bombardeio do público, o alarmismo consciente e voluntário, a subtração de notícias verdadeiras e positivas a respeito do coronavírus já podem figurar no Guinness World Records como a maior Grande Peur (grande medo) da História.
A maior Fake News da História … até 2019
Comenta Plinio Corrêa de Oliveira: “Os que estudam a história da Revolução Francesa se deparam logo de início com um episódio incrível, desconcertante, mas profundamente significativo, que é conhecido pelo nome de La Grande Peur – o grande medo.
“Logo após o motim de 14 de Julho [de 1789] — que teve como consequência a queda da Bastilha, a célebre prisão onde jamais poderiam ser presas outras pessoas que não as da nobreza — espalhou-se por toda a França um pânico absurdo, que agitou loucamente todas as camadas da população. Foi assim que, simultaneamente, em todas as cidades, vilas, aldeias, e até no menor burgo do território francês, ganhou corpo o boato de que nas imediações se achavam grandes bandos de salteadores armados, que em breve iriam iniciar o saque e a destruição.
“O terror foi enorme, embora não pudesse ser mais tolo e irrefletido. Os habitantes dos campos buscavam refúgio nas cidades e, inversamente, os das cidades fugiam para os campos. Além disso, estas turbas, tangidas pelo medo, invadiam os quartéis e tomavam as armas que encontravam, a fim de se defenderem contra os bandidos.
“É fácil calcular as consequências desta tremenda comoção coletiva para o prosseguimento da Revolução. Em primeiro lugar, a desordem social e a perturbação dos espíritos, que forneciam campo fecundo à atividade dos demagogos e arruaceiros; depois, o desarmamento das guarnições e, pelo contrário, o armamento do povo amotinado. Não poderia haver início mais auspicioso para uma revolução.”1
Clara omissão e desinformação da mídia
A presente pandemia está sendo tratada pela mídia à maneira “do grande medo” de 1789. E o vem superando…
Está a seu alcance, leitor. Quantos sabem que no Brasil já se curaram um pouco mais de um milhão de pessoas? Quantos sabem que o serviço médico brasileiro é responsável por 15% das curas no mundo?
Quantos estão a par dos protocolos absolutamente originais, eficazes, implantados em algumas cidades?
Figure-se agora o leitor lendo as manchetes de nossos principais jornais, TVs e rádios. O Brasil ultrapassou a cifra de um milhão de recuperados!
O Brasil responde por 15% das curas em todo o orbe.
Não deveriam os senhores bispos agradecer a Divina Providência?
Não é bem verdade que o nosso público tem o direito de saber estas coisas?
A responsabilidade da imprensa
“Esta consciência clara deve ir de par com a compreensão exata da missão que é própria a cada um. Com efeito, a imprensa não restringe sua função à mera informação, mas ela quer formar, em outras palavras, ela se propõe a educar.
“A bem dizer, ninguém negará que os órgãos de imprensa não são apenas meios de expressão da opinião pública, mas também instrumentos de formação, e por conseguinte, às vezes, igualmente de deformação da opinião pública.
“Ora, a educação não é outra coisa senão o respeito aos valores do homem. Esta educação é lenta e as inclinações perversas podem ser mortais para ele, se não for suficientemente defendido. Esta educação, segundo a velha concepção socrática, sempre boa, consiste em fazer sair à luz, da intimidade do espírito humano, a vida, a perfeição. Em consequência, educar não poderá jamais ser injetar veneno, fomentar deliberadamente as más inclinações, contribuir para empanar e até oprimir e aviltar a dignidade humana!” (Palavras do Papa João XXIII aos jornalistas católicos, 1959).2
Concluindo
A opinião pública está sendo comprimida por duas tenazes: pelo bombardeio de notícias negativas que produzem pânico e pela escandalosa omissão de notícias positivas, reais, das vitórias do Brasil na luta contra o coronavírus.
Trata-se a nosso ver de fake news por ação e por omissão.
Lembramos as palavras severas do Papa João XXII: “Educar não poderá jamais ser injetar veneno”.
ABIM
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Mulher morta em Olhão em contexto de violência doméstica

Uma mulher foi encontrada hoje morta, em Olhão, em contexto de violência doméstica, disse à Lusa fonte da PSP.
De acordo com a mesma fonte, "um episódio de violência doméstica culminou com a morte de uma mulher", em Olhão, no distrito de Faro. O crime ocorreu na residência da vítima.
A PSP escusou-se a dar mais detalhes sobre o caso, cujo alerta foi dado pelas 19:00 e que está agora sob alçada da Polícia Judiciária.
Lusa

Morreu o ator Armando Venâncio, rosto da TV e pioneiro do teatro independente

Morreu o actor Armando Venâncio, rosto da TV e pioneiro do teatro ...
O ator Armando Venâncio, pioneiro do teatro independente em Portugal, conhecido sobretudo pelo trabalho em televisão, morreu na segunda-feira, em Lisboa, aos 94 anos, disse hoje à Lusa a Casa do Artista.
Armando Venâncio foi um dos nomes fundadores do Teatro Estúdio de Lisboa, da encenadora e dramaturga Luzia Maria Martins e da atriz Helena Félix, depois de ter iniciado a carreira na Companhia Rafael de Oliveira, em 1945.
Foi porém a televisão que tornou familiar o seu rosto, das noites de teatro da RTP, na década de 1960, à série "Médico de Família", da SIC, dos anos 1990, sem esquecer as primeiras telenovelas portuguesas, como "Origens" e "Chuva na Areia".
Nascido na Marinha Grande, em setembro de 1925, Armando Venâncio estreou-se nos palcos aos 19 anos, no "Amor de Perdição", de Camilo Castelo Branco, que a Companhia Rafael de Oliveira pôs em cena, em Évora, no verão de 1945.
O ator manteve-se próximo da companhia dos Artistas Associados e das suas digressões pelo país, nos anos que se sucederam. Trabalhou também em revista, no Teatro ABC, nas noites de teatro da recém-criada RTP e em produções da Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro.
Em 1964, Armando Venâncio foi um dos nomes fundadores do Teatro Estúdio de Lisboa, ao qual se manteve ligado desde a peça inaugural, "Joana de Lorena", de Maxwell Anderson.
Com esta companhia interpretou autores como Anton Tchekhov ("O pomar das cerejeiras"), Robert Bolt ("Thomas More"), Jean Anouilh ("Pobre Bitô"), Thornton Wilder ("A Nossa Cidade"), Jean Giraudoux ("A louca de Chaillot"), Arnold Wesker ("A cozinha").
Esteve também no fecho da companhia fundada por Amélia Rey Colaço e Robles Monteiro, fazendo parte do elenco de "O concerto de Santo Ovídio", de Antonio Buero-Vallejo, e do derradeiro espetáculo posto em cena, "Sábado, domingo e segunda", de Eduardo de Filippo, estreado em fevereiro de 1974, no Teatro da Trindade.
A base de dados do Centro de Estudos de Teatro, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, associa ainda o nome de Armando Venâncio à Casa da Comédia, onde fez "A caixa de Pandora", de Fernando Amado, e aos anos fundadores do Teatro Maria Matos, que incluem o seu desempenho em "Tombo no inferno", de Aquilino Ribeiro, que inaugurou a sala de espetáculos, e em "A relíquia", de Luís de Sttau Monteiro, com direção de Artur Ramos.
Em 1975, Venâncio fundou o Teatro do Povo, com o ator Pedro Pinheiro, pondo em cena criações como "Avenida da Liberdade" e "Uma canção no pão".
No Teatro Popular, que reuniu nomes Jorge Listopad e Norberto Barroca, fez, entre outras peças, "Jesus Cristo em Lisboa", de Alexandre O'Neil e Mendes de Carvalho, partir de Raul Brandão e Teixeira de Pascoaes.
O trabalho em televisão de Armando Venâncio remonta às dramatizações do início da década de 1960, como "A Pérola", sobre John Steinbeck, de Herlander Peyroteo, ou "A Vida é um Sonho", de Ricardo Alberty, por Jorge Listopad, e "Transmissão Interrompida", de Ruy Ferrão.
Nos anos de 1980 e 1990 tornou-se presença regular no 'pequeno écrã', primeiro em séries dramáticas como as adaptações de "Os Maias" e "A Tragédia da Rua das Flores", de Eça de Queirós, por Ferrão Katzenstein, depois nas telenovelas que afirmaram a produção portuguesa, como "Cinzas", "Origens", "Chuva na Areia" e "Verão Quente".
A série "Médico de Família", transmitida pela SIC entre 1998 e 2000, surge como o seu derradeiro trabalho em televisão.
No cinema, entrou em "O Judeu" (1996), de Jom Tob Azulay, e "Verde por Fora, Vermelho por Dentro" (1980), de Ricardo Costa.
Segundo a Casa do Artista, onde Armando Venâncio viveu os últimos anos, o ator encontrava-se internado no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde morreu.
Lusa
Imagem: Público