sexta-feira, 4 de março de 2022
Proença-a-Nova | Município associa-se à campanha “Poupe água hoje para ter amanhã”
Caldas da Rainha cria gabinete de crise e programa de apoio a refugiados da guerra da Ucrânia
Hoje, sexta-feira, 4 de março, pelas 18H00, na Câmara Municipal, o Município vai informar sobre o programa de apoios que estão a ser preparados para apoiar os refugiados da guerra da Ucrânia.
Caldas da Rainha conta, desde há muitos anos, com uma forte comunidade ucraniana que poderá ser um ponto de contacto privilegiado para se prestar auxilio a todos os refugiados que o procuram.
Para tal, o Município vai ajudar a acolher e a integrar as pessoas em condições de refugiado, com diversos apoios e acompanhamento direto por parte de um gabinete de crise.
Nos últimos dias a Europa foi confrontada com um cenário de guerra a uma escala que se pensava irrepetível. O Povo Ucraniano está a ser obrigado a abandonar as suas casas e a procurar refugio nos países vizinhos e em toda a Europa.
É um infeliz regresso a um passado que faz parte da história desta cidade que, durante a segunda grande guerra, foi local de refúgio para muitos europeus.
Russos controlam central de Zaporizhzhia. Zelensky fala em “terror nuclear”
O primeiro-ministro britânico acusou o Presidente russo de "ameaçar diretamente a segurança de toda a Europa", na sequência do bombardeamento de uma central nuclear pelas forças russas na Ucrânia. Boris Johnson prometeu convocar uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU "nas próximas horas".
As tropas russas tomaram a central nuclear ucraniana de Zaporizhzhia, a maior da Europa, informou o regulador nuclear estatal da Ucrânia, acrescentando que a equipa da central controla o estado dos edifícios e garante seu correto funcionamento.
As forças russas bombardearam na noite de quinta-feira a maior central nuclear da Europa, no sul da Ucrânia, onde deflagrou um incêndio, que entretanto foi extinto pelos bombeiros.
O regulador nuclear estatal da Ucrânia garantiu que os seis reatores de Zaporizhzhia não foram afetados e que o incêndio atingiu apenas um edifício e um laboratório do local.
O regulador informou também que os reatores nucleares permanecem intactos e que não houve mudanças no 'status' de radiação, acrescentando que os seus especialistas estão em contacto com os engenheiros da central nuclear.
"Os reatores permanecem intactos, há danos na construção do compartimento do reator da unidade de energia nº 1, o que não afeta a segurança do reator. Os sistemas e elementos importantes para a segurança da central nuclear estão a funcionar. Nenhuma mudança no estado de radiação foi registada no momento", refere o relatório do regulador.
Esta manhã, os bombeiros conseguiram apagar um incêndio que tinha deflagrado na central depois de ter sido atacada pelas tropas russas.
O fogo, que abrangeu uma área de 2.000 metros quadrados, foi extinto às 06h20 locais (04h20 em Lisboa).
A propriedade danificada está localizada fora da central, na qual, segundo as autoridades ucranianas, os níveis de radioatividade estão dentro dos limites normais.
No entanto, o ministro da Energia da Ucrânia, Herman Galuschenko, alertou após o ataque russo que o mundo está à beira da maior catástrofe nuclear da história do uso pacífico da energia atómica.
Galuschenko denunciou que as tropas russas usaram tanques, artilharia e foguetes contra a central nuclear de Zaporizhzhia, "conhecendo as consequências catastróficas das suas ações".
A central nuclear de Zaporizhzhia é a maior da Europa em termos de capacidade instalada. Os seus seis reatores VVER-1000 têm capacidade de 1.000 MW. O primeiro entrou em operação em dezembro de 1984 e o sexto em outubro de 1995.
TSF/Lusa
Governo reconhece “situação de seca severa e extrema” em Portugal. Algarve é a região mais crítica
O Governo reconhece que a zona mais crítica é a do Algarve, mas "estão já a ser implementadas diversas medidas".
O Governo assinou um despacho na quarta-feira onde reconhece que Portugal está em seca severa e extrema, e promete medidas para mitigar a situação no país. No Parlamento, a oposição criticou a "demora" na assinatura do documento, "dois meses depois" da falta de chuva.
O Parlamento debate esta quinta-feira a seca no país, com o ministro do Ambiente e a ministra da Agricultura. No início do debate, Maria do Céu Antunes reconheceu que a zona mais crítica é a do Algarve, e o Governo já está a desenvolver medidas para acautelar a situação.
"Assinei ontem o despacho onde reconhecemos uma situação de seca severa e extrema, que vai permitir operacionalizar medidas mitigadoras do efeito da seca, e acionar um conjunto de regulações aos compromissos assumidos pelos agricultores", explicou.
Maria do Céu Antunes acrescentou ainda que "estão já a ser implementadas diversas medidas" para acautelar a situação, sem exemplificar.
Por outro lado, o plano de eficiência hídrica já está a ser implementado no Algarve, assim como outras medidas, com o auxílio do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
"No que toca a agricultura, estão a ser investidos cerca de 17 milhões de euros, no âmbito do PRR, ao que acresce um milhão de euros do programa de desenvolvimento rural, afirmou Maria do Céu Antunes, destacando a recuperação do furo de Tavira e a construção do adutor do Funcho.
Já o ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, admitiu que a seca veio para ficar, aconselhando a população a adaptar-se, "e a poupar água".
"Temos de nos adaptar às alterações climáticas. O que significa vivermos com menos chuva e menos água nas barragens. Temos de ser cada vez mais parcimoniosos no uso da água", alertou.
G7 procura forma de impedir uso de criptomoedas para Rússia não poder contornar sanções
Os países do G7 estão a procurar maneiras de impedir que pessoas ou empresas alvo das sanções contra a Rússia usem criptomoedas para contornar as medidas adotadas, afirmou hoje o ministro das Finanças alemão, Christian Lindner.
“Devemos também tomar medidas para impedir que indivíduos e instituições listadas mudem para criptomoedas não regulamentadas. Também trabalhamos nisso no quadro da presidência alemã do G7”, acrescentou Lindner, citado em comunicado.
Desde que os Estados Unidos e os seus aliados ocidentais implementaram uma série de sanções dirigidas ao setor bancário e à moeda russa, após a invasão da Ucrânia na semana passada, as compras de criptomoedas em rublos atingiram um nível recorde.
Os russos migraram para criptoativos na esperança de encontrar um porto seguro, como a ‘bitcoin’, que opera numa rede descentralizada.
Com efeito, nenhuma entidade central pode ser sancionada e impedir o acesso dos utilizadores aos critpoativos.
O ministro alemão não detalhou que medidas foram planeadas para limitar o recurso a estas moedas digitais.
Os governos poderiam, inicialmente, pedir às plataformas que limitassem o acesso a certos utilizadores, como a Ucrânia fez recentemente em contas russas.
Medidas Covid mantêm-se. Situação de alerta prorrogada até 22 de março
Nova resolução entra em vigor a 8 de março.
O Conselho de Ministros aprovou, esta quinta-feira, a prorrogação da situação de alerta em Portugal, no âmbito da pandemia de Covid-19.
Assim, esta situação especial do país está em vigor "até às 23:59 h do dia 22 de março de 2022", lê-se no comunicado da reunião realizada pelos governantes,
"A resolução, que entra em vigor no dia 8 de março, mantém inalteradas as medidas atualmente em vigor" no combate à Covid-19, lê-se também.
Desta reunião saiu também a aprovação do Acordo de Parceria Portugal 2030.
Gonçalo Teles / TSF
Rali da Bairrada em contagem decrescente
A cerca de três semanas do início da prova do Clube Automóvel do Centro, em parceria com o Município de Vagos e promovida pela Promolafões, promete emoções e captar muito público para as bermas da estrada de asfalto do concelho vaguense, à semelhança do que sucedeu nas duas edições anteriores.
O Rali da Bairrada, prova inaugural do Campeonato Start Centro de Ralis, pontuável ainda para o Desafio Kumho Portugal Asfalto, Kia Picanto e Prova Extra, vai para a estrada nos dias 19 e 20 de março e, como sempre, sob a organização do Clube Automóvel do Centro em parceria com a Câmara Municipal de Vagos.
Sob a promoção da Promolafões, a terceira edição da competição desenhada para o território de Vagos, procura acelerar para um fim-de-semana completamente diferente do habitual e bastante emotivo para aquele concelho do distrito de Aveiro, em que melhor que o encontro é o reencontro.
Como um lugar fantástico para a realização do Rali da Bairrada e que tem sido um sucesso nas duas primeiras edições, Vagos, em plena natureza, convida a uma visita ao seu território para os dias da competição, desvendando, ao mesmo tempo, os segredos da boa cozinha tradicional da região, num ambiente, alegre e descontraído.
O Rali da Bairrada está praticamente à porta e, com as mais recentes medidas sanitárias, a vila de Vagos tem em mãos uma legítima estratégia de retoma para a competição automóvel, não só por ser o palco da prova inaugural do Campeonato Start Centro de Ralis, pontuável ainda para o Desafio Kumho Portugal Asfalto, Kia Picanto e Prova Extra, como também disponibiliza a abertura da sua varanda com vista privilegiada para o Atlântico.
Como tem sido seu apanágio, o Município de Vagos preocupa-se com a redução da pegada ecológica que o Rali da Bairrada conduz para o meio ambiente, pelo que o projeto Race4Eco, ligado umbilicalmente ao evento, é um “veículo” de excelência no que nas boas práticas diz respeito e que incentivem a adoção de critérios ambientais.
Refira-se que o projeto Race4Eco, produzido pela Promolafões, em parceria com a Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK), pressagia a redução de impactos e promove o uso eficiente de recursos materiais e energéticos. Para os próximos dias 19 e 20 de Março todos os caminhos vão dar a Vagos para uma forte vaga de emoções, em que se espera, para as estradas de asfalto do concelho, uma agitação de adrenalina.