terça-feira, 8 de março de 2022

GALERIA ANTÓNIO LOPES NA ROTA DA MODA “MADE IN COVILHÔ

Durante os meses de março e abril, a Galeria António Lopes estará na Rota da Moda “Made in Covilhã” com a exposição “Design Moda UBI 2022”.

Trata-se de uma mostra artística na área do design de moda, que será inaugurada no dia 16 de março, pelas 17h00, e na qual estará patente o trabalho criativo desenvolvido, ao longo do percurso académico, pelos alunos do curso de Design de Moda na UBI.

“A exposição permite aos alunos um novo olhar sobre si mesmos, sobre a profissão e as muitas tramas que formam um designer na atualidade, com arte, comunicação, conhecimento, reflexão e responsabilidade” refere a coordenadora da licenciatura em Design de Moda na UBI, Rafaela Norogrando.

A exposição estará patente de 16 de março a 17 de abril de 2022, na Galeria António Lopes, no centro da cidade, podendo ser visitada de terça a domingo, entre as 10h00-13h00 e as 14h00-18h00, na Galeria António Lopes, no centro da cidade, com entrada gratuita.

Em simultâneo irão decorrer outras iniciativas na Universidade da Beira Interior como workshops, aula aberta e visitas guiadas no Museu de Lanifícios – Núcleo da Real Fábrica Veiga.


APCOI LANÇA APP HERÓIS DA FRUTA NA COVILHÃ PARA DESAFIAR FAMÍLIAS A SAIR DO SOFÁ


A Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) em parceria com a Câmara Municipal da Covilhã, no âmbito do Dia Mundial da Obesidade, que se assinalou no passado dia 4 de março, lança a app Heróis da Fruta, um jogo gratuito de realidade aumentada para telemóveis, inspirado na série de animação que estreou recentemente na televisão com as vozes de Jéssica Athayde e Diogo Amaral e no projeto educativo com o mesmo nome que a associação promove nas escolas há 10 anos.

O aplicativo, desenvolvido em Portugal pelos estúdios ONTOP, com financiamento da Novo Nordisk e com o apoio internacional da Associação Europeia para o Estudo da Obesidade (EASO) e da Coligação Europeia de Pacientes com Obesidade (ECPO), surge para dar continuidade ao propósito da APCOI de contribuir para a prevenção da obesidade infantil.

O jogo Heróis da Fruta é uma “caça ao tesouro” dos tempos modernos, ao estilo Pokémon Go, que incentiva as famílias portuguesas a sair do sofá e caminhar ao ar livre, de telemóvel na mão, à procura dos 500 baús à solta pelas ruas do país.

Cada baú contém uma saqueta de cartas escondida, que é revelada quando lhe é apontada a câmara do smartphone. Há centenas de cartas para colecionar e segredos para descobrir sobre alimentação saudável, mas também há missões para completar ou até pontos que valem prémios.

Para facilitar a vida a miúdos e graúdos, há um mapa digital com a localização dos diferentes baús que podem ser encontrados de Norte a Sul e nas ilhas, disponível em: https://www.heroisdafruta.com/p/mapa-do-tesouro.html

No supramencionado link constam, igualmente, os cartazes com os 5 baús dispersos pela cidade da Covilhã.

Todos os jogadores que ficarem entre os 100 primeiros lugares no ranking nacional de pontuação ganham bilhetes para o cinema. Existem também outros prémios exclusivos para as crianças participantes no projeto escolar como vouchers para parques temáticos, zoológicos ou aquários. Mas para o jogador que ficar em primeiro lugar na app está reservado o prémio mais desejado por todos: a visita dos personagens Heróis da Fruta à sua escola.

A app Heróis da Fruta encontra-se já disponível nas app stores de dispositivos móveis iOS e Android:

GooglePlay

Apple Store

As escolas também poderão inscrever-se para participar no projeto “Heróis da Fruta”, cujo regulamento e ficha de inscrição online podem ser acedidos no portal https://www.heroisdafruta.com/

RÚSSIA x UCRÂNIA — Movimentações nos ventos da guerra

 Coluna de tanques russos



“A Rússia espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja”

Fonte: Editorial da Revista Catolicismo, Nº 855, Março/2022

Tendo como fundo de quadro o grave conflito que vem se acentuando ao longo das fronteiras entre Rússia e Ucrânia — sobretudo depois da assinatura do pacto entre Rússia e China de “aliança sem limites”, acordado em Pequim no dia 4 de fevereiro último —, muitos analistas internacionais passaram a sentir “cheiro de pólvora” se espalhando pelos ares de várias nações.

Alguns deles vislumbraram a possibilidade da realização de velho sonho do autocrata Vladimir Putin de restabelecer a antiga URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas), para o que a invasão da Ucrânia seria apenas o primeiro passo. Outros levantam inclusive a hipótese de que tal conflito possa se degenerar numa III Guerra Mundial, até mesmo com o emprego de arsenal atômico.

Temendo o perigo de que esse sonho de Putin se transforme em realidade, alguns países outrora subjugados pela falida União Soviética — como Polônia, Hungria, Romênia, Bulgária, Lituânia, Letônia e Estônia — mobilizaram tropas para defender suas fronteiras.

No quadro [aqui o reproduziremos amanhã] elencamos algumas informações que mostram como os ventos da guerra avançaram rapidamente até chegar ao decreto do dia 21 de fevereiro, com o qual Putin deixou cair a máscara, mostrando sua sinistra face stalinista. Com efeito, com esse decreto ele violou a integridade e a soberania territorial da Ucrânia ao declarar a independência de duas regiões claramente ucranianas (Donetsk e Luhansk), conforme os acordos de Minsk (2014 e 2015); tendo ordenado logo em seguida o envio de tropas para essas regiões — o que o governante absoluto da Rússia, hipocritamente, chamou de “missão de paz”…

Análise sob o ponto de vista católico

Nós, enquanto católicos que procuram analisar meticulosamente o panorama político internacional, não podemos deixar de relacionar esse conflito com as proféticas palavras de Nossa Senhora de Fátima. Com efeito, no dia 13 de julho de 1917, na terceira aparição aos três pastorinhos, Lúcia, Jacinta e Francisco, Ela profetizou:

“Quando virdes uma noite alumiada por uma luz desconhecida, sabei que é o grande sinal que Deus vos dá de que vai punir o mundo de seus crimes, por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre. Para a impedir, virei pedir a consagração da Rússia ao meu Imaculado Coração e a comunhão reparadora dos primeiros sábados. Se atenderem aos meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz; se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja; os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas; por fim, o meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-Me-á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo algum tempo de paz”. 1

Em carta do dia 12 de maio de 1982, dirigida ao Papa João Paulo II, a Irmã Lúcia escreveu : “Porque não temos atendido a este apelo da Mensagem, verificamos que ela se tem cumprido, a Rússia foi invadindo o mundo com seus erros. E se não vemos ainda, como fato consumado, o final desta profecia, vemos que para aí caminhamos a passos largos”. 2

Guerra de civilizações, de culturas, de ideologias

Enquanto católicos não podemos deixar de apontar os efeitos que uma nova guerra poderá causar à Igreja e influenciar todos os aspectos da sociedade temporal. É o que o nosso principal colaborador, o muito saudoso Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, comenta em seu prenunciativo texto publicado em nossa edição de abril de 1951 [aqui o reproduziremos no dia 9 próximo].

Com a invasão da Ucrânia pela Rússia, a situação de guerra poderá levar o mundo a um novo e brutal “choque de civilizações” e a uma “guerra cultural”, gerando revoluções sociais e/ou guerras civis, provocando destruições incalculáveis, não apenas materiais, mas culturais, no sentido da expansão da IV Revolução. 3 Ou seja, será uma guerra ideológica entre “duas civilizações, duas culturas, dois mundos ideológicos inteiramente distintos e antagônicos, em presença um do outro. E a sobrevivência da hegemonia mundial da cultura ocidental será impossível se a vitória couber ao bloco liderado pelos bolchevistas”, escreveu o Prof. Plinio no referido artigo.

Uma vez iniciada a invasão da Ucrânia pela Rússia, a situação de guerra poderá levar o mundo a um novo e brutal “choque de civilizações” e a uma “guerra cultural”. 

“Morto o comunismo? E o anticomunismo também?”

Uma objeção poderia ser levantada: a URSS não existe mais; a União Soviética era uma coisa e a Rússia de hoje, outra. Sem dúvida, o objetor fictício tem razão. Mas também tem razão quem vê o perigo do retorno do regime próprio da “União Soviética” — que subjugou povos por sete longas e negras décadas —, prenunciado na pretensão de dominar a vizinha Ucrânia. Tudo isso se agrava exponencialmente com o recente pacto sino-russo.

Ademais, constitui grave equívoco julgar que o “comunismo morreu” e que a Rússia pós URSS já não é mais dominada pela antiga nomenklatura do regime comunista. A respeito, aconselhamos a leitura do manifesto “Morto o comunismo? E o anticomunismo também?”, de autoria de Plinio Corrêa de Oliveira, publicado em nossa revista (edição de outubro de 1989 — link indicado no final desta matéria).4

Nesse documento, o autor demonstra que no desmoronamento da União Soviética o comunismo não morreu, mas apenas se metamorfoseou por meio de duas políticas cosméticas denominadas Glasnost (transparência), em 1985, e depois Perestroika (reestruturação), em 1986, ambas levadas a cabo pelo velhaco político Michail Gorbachev.

Como a carranca marxista-leninista do comunismo assustava a opinião pública ocidental, os dirigentes russos resolveram dar a impressão de que “o velho comunismo morreu”, desmobilizando desse modo as reações anticomunistas, ao mesmo tempo que conservavam os países satélites da Rússia. Tudo não passou de mera cirurgia cosmética — como agora estamos vendo com o projeto de Putin, antigo coronel da KGB da ex-URSS.

Ele próprio já afirmou que a maior tragédia geopolítica do século XX foi o fim da União Soviética, tendo aliás renovado essa afirmação no dia 21 de fevereiro último, ao lamentar as perdas causadas à Rússia pelo desfazimento da União Soviética em 1991. Não é, pois, de estranhar que Putin queira restabelecer o antigo sistema de domínio soviético ao subjugar o próprio país e os vizinhos, entre os quais a Ucrânia, a fim de restabelecer aquela espúria união de países comunistas para fazer face ao mundo ocidental.

“Espada de Dâmocles” pairando sobre o Ocidente

Nestes dias em que redigimos esta matéria, a tensão nos ventos da guerra é altíssima — sobretudo porque poderá ocorrer uma conflagração armada envolvendo Rússia, China, Estados Unidos, Ucrânia e nações vizinhas. Bem vislumbramos que esses ventos poderão mudar de direção de um dia para outro, e quando esta edição estiver em mãos de nossos leitores, a tensão poderá ter aumentado, diminuído ou mesmo cessado. Quem viver, verá!

         Mesmo que o clima de guerra venha aparentemente arrefecer, enquanto Vladimir Putin e Xi Jinping — o qual pretende fazer com Taiwan o mesmo que o mandatário russo quer fazer com a Ucrânia — estiverem aboletados no poder de suas imensas nações, tal clima persistirá ainda que seja como “espada de Dâmocles” pairando sobre a civilização ocidental e cristã.

Chamberlain, no retorno a Londres, exibe o “acordo de Munique” após encontro com Hitler

“Escolhestes a vergonha, agora tereis a guerra”

         Não somos partidários do “ceder para não perder”, mas sim de lutar para vencer! Imaginamos que também nossos leitores sejam admiradores desse princípio católico, em oposição a certos líderes mundiais entreguistas, partidários do princípio “ceder para não perder”. Conforme se desenrolarem os acontecimentos, a eles poderemos aplicar a histórica censura proferida por Churchill ao entreguista Chamberlain (Primeiro-Ministro do Reino Unido entre 1937 e 1940) quando este retornou a Londres celebrando o “acordo de Munique” após um encontro com Hitler — às vésperas da eclosão da Segunda Guerra Mundial —, na vã tentativa de apaziguar a agressividade nazista: “Tínheis a escolher entre a vergonha e a guerra. Escolhestes a vergonha, agora tereis a guerra”.

Assim sendo, não “baixemos a guarda”, estejamos com os olhos bem abertos, pois não podemos ver de modo otimista o perigo que nos ameaça, nem com olhos “chamberlainescos”… Pelas mesmas razões, consideramos que o artigo a seguir seja mais atual do que no próprio ano em que foi redigido, décadas atrás, por Plinio Corrêa de Oliveira. Dele eliminamos apenas algumas frases concernentes especificamente à geopolítica naquele remoto ano.

ABIM

Da Redação de Catolicismo

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Notas:

  1. 1. Um caminho sob o olhar de Maria – Biografia da Irmã Lúcia Maria de Jesus e do Coração Imaculado, Carmelo de Coimbra, Edições Carmelo, Coimbra, 2013, pp. 63-64.
  2. 2. Antonio Augusto Borelli Machado, Catolicismo, Nº 597, Setembro/2000.
  3. 3. Plinio Corrêa de Oliveira, Revolução e Contra-Revolução, Artpress, S. Paulo, 4a. edição em português, 1998, Parte III. (na qual o autor descreve o nascimento da IV Revolução – a Revolução Cultural, que procura implantar uma sociedade tribal e anárquica).

4. http://catolicismo.com.br/Acervo/Num/0466/P04-05.html

Descoberta de 300 armas medievais evoca era de paz na Espanha

No Castillo de la Estrella, na Espanha, descobriram mais de 300 armas medievais dos cavaleiros da Ordem de Santiago: adagas, espadas, lanças, pontas de flechas, fragmentos de armadura, cota de malha e uma armadura completa do século XIV, além de material obtido dos mouros na conquista de Granada.

O achado teve repercussão internacional, pois ajudou a reconstruir mentalmente uma ordem religiosa, social e política equilibrada e adaptada às necessidades psicológicas e morais da alma humana.

Pensar nessa ordem traz uma paz e uma satisfação perdidas na cacofônica desordem universal na qual vamos afundando.

ABIM

Mãe e filho morrem em veículo que progenitora terá incendiado em Sines

“A mulher terá regado o carro com combustível, com os dois filhos lá dentro. A mãe e a criança mais nova morreram carbonizadas, [enquanto] a filha mais velha conseguiu sair”, acrescentou o CDOS.

Uma mulher e uma criança morreram carbonizadas no interior de um veículo em Porto Covo, Sines, na segunda-feira à noite, suspeitando as autoridades que a mãe tenha incendiado a viatura, da qual outra criança conseguiu fugir.

“A mulher terá regado o carro com combustível, com os dois filhos lá dentro. A mãe e a criança mais nova morreram carbonizadas, [enquanto] a filha mais velha conseguiu sair”, acrescentou o CDOS.

Contactado pela Lusa, o comandante dos Bombeiros de Sines, Hugo Cruz, explicou que a mulher, de 29 anos, “terá ateado o fogo com um isqueiro”.

“A criança mais nova, de 04 anos, morreu carbonizada”, não sabendo ainda os bombeiros precisar o sexo, referiu o comandante.

A filha mais velha, uma menina de 10 anos, terá conseguido abrir uma das portas da viatura e sair, com “ferimentos ligeiros”, pelo que foi transportada para o Hospital do Litoral Alentejano, em Santiago do Cacém, disse.

Segundo o comandante do destacamento territorial de Santiago do Cacém da GNR, Luís Molano, igualmente em declarações à Lusa, o caso está a ser investigado pela Polícia Judiciária de Setúbal.

Para o local do sinistro, foram mobilizados 30 operacionais, apoiados por 13 veículos, dos bombeiros, GNR, PJ e Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), com uma ambulância de suporte imediato de vida e a viatura médica de emergência e reanimação.


Deco denuncia cobrança de 80 cêntimos pelo pagamento presencial de faturas da NOS

A Deco - Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor informou hoje que denunciou à ANACOM que tem sido cobrado aos consumidores nas lojas da NOS Comunicações um valor de 80 cêntimos pelo pagamento presencial de faturas.

Em comunicado, a associação diz ter recebido reclamações de consumidores a quem tem sido cobrado nas lojas da empresa de telecomunicações NOS um valor extra de 80 cêntimos pelo pagamento presencial das suas faturas, uma prática que a associação considera “ilegítima”.

Os consumidores, além de terem de pagar mais 80 cêntimos pelo seu serviço de telecomunicações, veem também limitado o direito de livre escolha quanto à forma de pagamento, segundo a associação.

“Esta cobrança lesa gravemente os direitos dos consumidores seus clientes e é uma violação dos princípios da universalidade e igualdade que resultam da natureza pública do serviço de telecomunicações”, refere a DECO.

A associação considera igualmente que é “uma prática abusiva”, ao forçar os consumidores a “optar contra a sua livre vontade, por outra forma de pagamento”.

“À semelhança do que já acontece neste e noutros setores, os consumidores podem ser incentivados, inclusivamente através da oferta de benefícios ou descontos, a utilizar determinados meios de pagamento (como o débito bancário), mas o direito de liberdade de escolha deve pertencer sempre ao consumidor, que não deve ser penalizado por optar por determinada forma de pagamento”, sublinha a Deco.

A associação chama a atenção para o facto de ser “particularmente gravosa para os consumidores mais vulneráveis, nomeadamente idosos com menores rendimentos ou com baixa literacia digital que preferem pagar as suas faturas de telecomunicações em loja”.

Igualmente preocupante, segundo a Deco, foi a forma como a NOS introduziu este custo extra, "sem a devida informação aos consumidores desta alteração contratual".

Madremedia/Lusa

SERÁ QUE ELES DORMEM EM PAZ?


Não sei se Fidel Castro dorme em paz.
Não sei se De Gaulle dormia em Paz.
Não sei se Ho-Chi-Min dormia em paz.
Não sei se Kennedy dormia em paz.
Não sei se Mao-Tse-Tung dormia em paz.
Não sei se Chang Kai-Chek dormia em paz.
Não sei se Lyndon Johnson dormia em paz.
Não sei se Jimmy Carter dorme em paz.
Não sei se Truman dormia em paz.
Não sei se Churchill dormia em paz.
Não sei se Hitler dormia em paz.
Não sei se Brejnev dormia em paz.
Não sei se quem está no poder 15 ou 20 anos intocável no poder,
Se quem ficou todo esse tempo no poder,
se quem apertou ou mandou apertar botões e gatilhos dormia ou dorme em paz.
O que sei é que os líderes pacifistas comem pouco, dormem pouco, e, por serem desprotegidos, correm maior risco de vida do que os que fizeram ou fazem as guerras. E ainda por cima, são perseguidos e odiados como se fossem eles os causadores de todas as desgraças da Humanidade!!!

Pe. ZEZINHO,scj

MAS, A PAZ É POSSÍVEL!
Quando lutamos e trabalhamos pela implantação da justiça, quando perdoamos e amamos, quando repartimos o pão e os bens entre todos, quando combatemos a miséria e favorecemos o progresso humano, quando somos germes de união no nosso ambiente familiar, estudantil, de trabalho, de diversão... na nossa vida de cada dia, a paz é possível!
Enquanto não se respeitarem todos o direitos do homem, e este for vítima de opressões e de injustiças, não pode haver paz.
Enquanto os políticos julgarem e tratarem os que estão legitimamente no poder como rivais e inimigos que é preciso abater e derrubar por qualquer forma , como pode haver paz?
Enquanto a autoridade for uma luta à procura de poder, glória e dinheiro, como pode haver paz?
Enquanto a verba do mundo maior for para armamentos e para os homens das armas, como pode haver paz?
Enquanto houver milhões de crianças que morrem à fome, como há-de haver paz?

Em “Osservatore Romano”
Edição portuguesa de 12.1.1986.p.(23)11

Vamos reflectir nisto

LIBERDADE E PAZ PARA A UCRÂNIA = SOLIDARIEDADE PARA COM O POVO UCRANIANO

O LITORAL CENTRO (Diário Online) solidariza-se com a luta do Povo Ucraniano!
Não sei Vladimir Putin dorme em Paz com a dimensão de mortes e sofrimento que deliberadamente está a provocar contra um Povo indefeso que tem o direito a viver livre no seu País.

Joaquim Carlos
(Director)