segunda-feira, 6 de fevereiro de 2023

Marinha Grande | EXPOSIÇÃO DE DESENHO DE JOÃO COUTINHO NO MUSEU JOAQUIM CORREIA

 Decorreu no passado sábado, 4 de fevereiro, a inauguração da exposição de desenho “São Pedro de Moel - Revisitando os (es) passos de Joaquim Correia”, do artista João Coutinho, no Museu Joaquim Correia, na Marinha Grande.
Na abertura da mostra esteve presente o vereador da Câmara Municipal, João Brito, que agradeceu o envolvimento de João Coutinho nesta organização e salientou a importância da exibição da mostra de um artista com fortes ligações à Marinha Grande e que retrata a visão do próprio acerca de São Pedro de Moel.

A inauguração contou também com palavras do artista João Coutinho, que apresentou as obras em exposição. Com a sala cheia, houve ainda espaço para a leitura de dois poemas, por parte de um elemento da Associação Cultural e Recreativa da Comeira e por Cátia Cavaco.
No evento estiveram ainda presentes a presidente da Junta de Freguesia da Marinha Grande, Cristina Sousa; técnicos do município; familiares e amigos do escultor João Correia; e convidados.

São Pedro de Moel sempre exerceu um fascínio sobre vários artistas das mais diversas áreas, que aí residiram ou passaram temporadas. Um dos mais ilustres desses artistas foi o escultor Joaquim Correia. Esta exposição, utilizando o registo gráfico do Urban Sketching, toma como ponto de partida a obra de Joaquim Correia em São Pedro de Moel, assim como os seus espaços de eleição e os locais e enquadramentos que também desenhou e pintou.

A exposição “São Pedro de Moel - Revisitando os (es) passos de Joaquim Correia” fica patente até 30 de junho, podendo ser visitada de quarta-feira a sábado, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (últimas entradas às 12h30 e 17h30).

Marinha Grande | REUNIÃO DE PREPARAÇÃO DE SIMULACRO NA FREGUESIA DA MOITA


O Serviço Municipal de Proteção Civil da Marinha Grande realizou na sexta-feira, 3 de fevereiro, na Junta de Freguesia da Moita, uma reunião operacional de apresentação e esclarecimento com vista à preparação de um Simulacro de Evacuação, que vai ocorrer num lugar da freguesia, no dia 4 de março, no âmbito da implementação do programa “𝗔𝗹𝗱𝗲𝗶𝗮 𝗦𝗲𝗴𝘂𝗿𝗮” e “𝗣𝗲𝘀𝘀𝗼𝗮𝘀 𝗦𝗲𝗴𝘂𝗿𝗮𝘀”.
A reunião destinou-se aos voluntários que constituem o Grupo de Segurança Local, constituídos exclusivamente por cidadãos habitantes da freguesia da Moita, e contou com a presença do executivo da Junta de Freguesia da Moita, Oficial de Segurança Local e elementos do Serviço Municipal de Proteção Civil da Marinha Grande.

No decorrer da reunião, foram elencados os objetivos do simulacro, reiterando um mútuo compromisso em construir uma comunidade mais informada, mais sensibilizada, mais resiliente e, acima de tudo, mais segura.

O programa “Aldeia Segura”, definido na Resolução do Conselho de Ministros nº 157-A/2017, de 27 de outubro, como um “Programa de Proteção de Aglomerados Populacionais e de Proteção Florestal”, é destinado a estabelecer “medidas estruturais para proteção de pessoas e bens e dos edificados na interface urbano-florestal, com a implementação e gestão de zonas de proteção aos aglomerados e de infraestruturas estratégicas, identificando pontos críticos e locais de refúgio”.

Por sua vez, o programa “Pessoas Seguras” destina-se a promover “ações de sensibilização para a prevenção de comportamentos de risco, medidas de autoproteção e realização de simulacros de planos de evacuação, em articulação com as autarquias locais”, e estipula a criação de “uma rede automática de avisos à população em dias de elevado risco de incêndio, com o objetivo da emissão de alertas para proibição do uso do fogo, bem como outras atividades de risco e ainda medidas de autoproteção, dirigidas para públicos específicos”.

ATLETAS DA SECÇÃO DE AR LIVRE E AVENTURA DA SOCIEDADE COLUMBÓFILA ESTIVERAM EM EVIDÊNCIA NO 8º CROSS MIRAVILLAS


Numa organização da Associação Sócio Cultural da Valeirinha e da Associação Distrital de Atletismo de Coimbra, que contaram com o apoio da Câmara Municipal de Mira e da Junta Freguesia da Praia de Mira, realizou-se na Pista Municipal de Cross de Mira, situada no Aldeamento MiraVillas, na Freguesia da Praia de Mira, 8º Cross Miravillas e o Campeonato Distrital de Corta Mato para os escalões de Benjamins A/B e de Infantis 2, competições abertas, apenas a atletas filiados na Federação Portuguesa de Atletismo.

Participaram 9 atletas da Secção de Ar Livre e Aventura, da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, tendo no sector masculino participado 5 atletas na distância de 7680m e 6 atletas no sector femininos, competindo na prova de 4160m.

Na prova feminina, Gabriela Oliveira, alcançou a 5ª posição na classificação geral feminina e a 2ª posição na classificação do escalão F40, Anabela Almeida, 8ª feminina, 3ª F40, Luísa Santos, 9ª feminina, 1ª F45 e Cláudia Ferreira, 10ª feminina, 2ª FSen.

No sector masculino, Luis Couto, alcançou o 2º lugar da classificação geral masculino, sendo o 1º classificado no escalão de M35, Nelson Almeida, 5º masculino, 2º MSen, Pedro Cardoso, 10º masculino, 2º M45, José Machado, 13º masculino, 3º M40 e José Mendes, 16º masculino, 6º M35.

Coletivamente a equipa da Secção de Ar Livre e Aventura da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, alcançou o 10°lugar, em 18 equipas finalistas.

Destaque para os 8 pódios individuais, alcançados pelos atletas da Secção de Ar Livre e Aventura, da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense.

Investigadoras do CIS-Iscte estudam a adaptação psicológica e sociocultural de pessoas refugiadas

 Os resultados de um estudo realizado no Centro de Investigação e Intervenção Social (CIS-Iscte) indicam que a perceção de pessoas refugiadas acerca do desejo de contacto por parte da sociedade de acolhimento está relacionada com a sua adaptação psicológica e sociocultural.

A História mostra-nos que as pessoas podem ser forçadas a abandonar as suas casas por conflitos, persecuções ou outras crises humanitárias, levando a fluxos avassaladores de migrações e refugiados. A Agência das Nações Unidas para os Refugiados identificou várias emergências de refugiados, tais como a da Síria ou a mais recente na Ucrânia. De acordo com a Agência das Nações Unidas para os Refugiados e o website ourworldindata.org, a Turquia acolhe o maior número de refugiados do mundo (quase 4 milhões) com um rácio dramaticamente elevado do número de refugiados em relação à população em geral, o que contrasta com as baixas taxas observadas em Portugal.
“O processo de mudança cultural e psicológica que ocorre como resultado do contacto entre diferentes grupos culturais e os seus membros chama-se aculturação”, explica Imge Terzi, primeira autora de um estudo realizado no CIS-Iscte que investigou a forma como as orientações de aculturação e discriminação percebidas estavam relacionadas com a adaptação psicológica e sociocultural de refugiados sírios.
Neste estudo, as investigadoras seguiram uma abordagem que salienta a importância de considerar as relações dinâmicas das orientações de aculturação percebidas do grupo minoritário e as da sociedade de acolhimento. Imge explica que as orientações de aculturação se orientam em dois eixos: “os refugiados podem ter ou não o desejo de contacto com a sociedade de acolhimento e podem querer ou não manter a sua própria cultura, o mesmo acontecendo com os membros da sociedade de acolhimento relativamente às suas preferências do processo de aculturação de minorias”. A investigadora também sublinha que mais importante do que a preferência ou orientação de cada grupo “é a concordância ou desencontro destas orientações, estando as relações intergrupais mais pobres associadas a um desajuste ou discordância entre o que cada grupo deseja e pensa ser desejado pelo outro”.
Recorrendo à participação de 109 refugiados sírios residentes na Turquia, as investigadoras avaliaram as suas orientações de aculturação, e as suas perceções acerca das orientações de aculturação da sociedade turca. Os participantes responderam também a questões sobre a perceção de discriminação, bem como a sua adaptação psicológica e sociocultural.
Os resultados mostraram que um desejo mais forte de manutenção cultural estava associado a uma menor adaptação psicológica, não havendo relação entre o desejo de contacto e a adaptação sociocultural. Para além disso, quando os refugiados consideraram a sociedade turca mais aberta ao contacto, relataram níveis mais elevados de adaptação psicológica e sociocultural. Finalmente, quando os refugiados relataram um desencontro entre as suas orientações de aculturação e as que consideravam ser as da sociedade turca, relataram níveis mais baixos de adaptação psicológica e sociocultural e níveis mais elevados de discriminação percebida.
De acordo com as autoras, estas conclusões realçam o papel crítico das orientações de aculturação percebidas, apoiando a importância de considerar uma abordagem mútua do processo de aculturação de pessoas refugiadas. Uma implicação importante é o papel positivo da perceção do desejo de contacto para a adaptação dos refugiados sírios, que salienta o possível impacto benéfico das atitudes dos membros da sociedade de acolhimento em relação ao grupo minoritário e ao seu processo de adaptação. Estes dados sublinham igualmente a importância das intervenções para fortalecer e reforçar a comunicação e o contacto entre os refugiados e os membros da sociedade de acolhimento.
Segundo Imge, esta abordagem dinâmica do processo de aculturação pode também ser relevante para outros grupos étnicos e minoritários para além dos refugiados. É essencial considerá-la quando migrantes e refugiados chegam a um novo ambiente cultural. No acolhimento de refugiados ucranianos em toda a Europa após a recente guerra, acrescenta que “seria benéfico considerar esta abordagem mútua e dinâmica da aculturação quando se pretende promover a sua adaptação psicológica e sociocultural”.
Imge Terzi é atualmente doutoranda no Iscte-Instituto Universitário de Lisboa e, no seu projecto de doutoramento, está a examinar a aculturação e adaptação de diferentes grupos de refugiados na Turquia e em Portugal. O estudo aqui apresentado é da autoria de Imge Terzi (CIS-Iscte), Rita Guerra (CIS-Iscte), e Kinga Bierwiaczonek (Universidade de Oslo), tendo sido recentemente publicado como um capítulo no livro académico Examining Complex Intergroup Relations: Through the Lens of Turkey.
 
Pedro Simão Mendes (CIS-Iscte)

ANIET promove Pedra Portuguesa nos Estados Unidos

 A Associação Nacional da Indústria Extrativa e Transformadora rumou aos Estados Unidos para mais uma ação de promoção no mercado americano, tendo aproveitado ainda para promover o setor da pedra natural portuguesa na Feira The International Surface Event, o maior evento da indústria de pavimentos e revestimentos da América do Norte.
No âmbito do projeto “Portuguese Stone – The Natural Path”, cofinanciado pelo Portugal2020, a ANIET esteve nos Estados Unidos, de 30 de janeiro a 2 fevereiro, para reunir com diversos stakeholders da indústria e divulgar o potencial da pedra natural portuguesa no mercado americano.
Resultando numa grande oportunidade de networking e de conquistar potenciais clientes deste mercado, Jorge Mira Amaral, Presidente da ANIET, acredita que “somos um país rico em quantidade e diversidade de minerais e que temos capacidade para colocar a nossa pedra em monumentos e obras por todo o mundo. É por isso que ANIET procura estar presente e estudar os potenciais mercados, como os Estados Unidos, um dos principais importadores de pedra.”
De ressaltar que, em 2021, os Estados Unidos importaram mais de 3 mil milhões de dólares em pedra natural e representam o quinto mercado para onde o setor extrativo português mais exporta. Segundo o Instituto Nacional de Estatística, nesse mesmo ano, Portugal exportou para o país 28 milhões de euros de rocha ornamental, principalmente Pedras de cantaria e de construção (83,8%), um crescimento de 24% comparativamente com 2020.

BÁRBARA GONÇALVES

Marinha Grande | CERCA DE 1700 CRIANÇAS VÃO DESFILAR NO PARQUE DA CERCA


No próximo dia 17 de fevereiro (sexta-feira), pelas 10h00, o Parque da Cerca, na Marinha Grande, volta a encher-se de cor e alegria com as cerca de 1700 crianças do ensino pré-escolar e do 1º ciclo do concelho, que participam no tradicional desfile de Carnaval.

O Desfile tem início às 10h00, junto ao Arquivo Municipal, para a passagem das crianças pelas imediações do Parque da Cerca e Praça Stephens. A iniciativa é organizada pela Câmara Municipal da Marinha Grande, com o apoio dos Agrupamentos de Escolas do concelho, da Polícia de Segurança Pública e Bombeiros Voluntários da Marinha Grande.

Em Vieira de Leiria, haverá igualmente um corso de Carnaval, organizado pelo Agrupamento de Escolas de Vieira de Leiria, com o apoio da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia, com música ambiente e muita diversão ao longo do corso.


MUNICÍPIO DA MARINHA GRANDE DINAMIZA CARNAVAL SÉNIOR

 Estão abertas as inscrições para o Carnaval Sénior, para a população com mais de 65 anos, que vai acontecer na Discoteca Império Romano, na Garcia, Marinha Grande,  no dia 17 de fevereiro (sexta-feira), das 14h00 às 18h00.
Trata-se de uma iniciativa promovida pelo Município da Marinha Grande, com o apoio das Juntas de Freguesia da Marinha Grande, Moita e Vieira de Leiria e da Discoteca Império Romano.

Com esta ação, pretende-se promover o envelhecimento saudável através do convívio e proporcionar um dia divertido e alegre aos idosos do concelho.

A inscrição gratuita (individuais e para grupos) deve ser feita através do link https://forms.office.com/e/t5DUrALsLy ou do telefone 244235669.