terça-feira, 11 de novembro de 2025

Apresentação de candidatura ao SIQRH – Projeto Formação Empresarial Conjunta - Comércio e Serviços

 A APCMC pretende apresentar uma candidatura ao SIQRH – Projeto Formação Empresarial Conjunta - Comércio e Serviços.
Este projeto visa apoiar ações de formação empresarial conjunta dirigidas a empresários, gestores e trabalhadores de PME dos setores do comércio e dos serviços, com o intuito de reforçar competências e promover a competitividade, inovação e transição digital.

Em “MAIS INFORMAÇÕES” pode consultar a apresentação do projeto de Formação Empresarial (comércio e serviços) da APCMC e Link para registo.
 
MAIS INFORMAÇÕES.

Crónica - O maior artista de arte sacra em Portugal no séc. XX, censurado pela esquerda após 1974

António Lino, nascido em Guimarães, a cinquenta metros do castelo onde nasceu Portugal, foi o maior artista de arte sacra portuguesa do século XX. A sua vida e obra traduzem o que de mais profundo existe na alma nacional: a fusão entre fé, beleza e identidade. Pintor, desenhador, escultor, autor de mosaicos e vitrais, António Lino foi um artista total, herdeiro da grande tradição espiritual da arte europeia. Em cada uma dessas expressões revelou um domínio técnico e uma elevação interior raros. Nas suas esculturas o gesto humano é orante, nas suas pinturas o olhar é contemplativo, nos mosaicos e vitrais a luz torna-se teologia.
A sua obra espalhou-se por Portugal e pelo mundo, marcando lugares de espiritualidade e de vida pública. Na Terra Santa, uma Nossa Senhora da Oliveira perpetua o elo entre a devoção portuguesa e as raízes do cristianismo. Em Lisboa, na Cidade Universitária, as suas gravuras monumentais acolhem diariamente professores e alunos, símbolo silencioso da aliança entre saber e fé. Nos tribunais portugueses, as suas representações das Sete Obras de Misericórdia, como no Tribunal de Aveiro, recordam a todos os que julgam e decidem que a justiça humana deve inspirar-se na divina.
No coração do Estado português, os painéis sobre a Providência à entrada do Ministério da Segurança Social e da Solidariedade recebem há meio século ministros e funcionários, oferecendo uma catequese visual sobre o cuidado e a compaixão. São testemunhos de um tempo em que a arte pública ainda tinha alma e se punha ao serviço da virtude, não da propaganda. E nas igrejas de Braga, Coimbra, Viseu e Lisboa, os seus vitrais e mosaicos continuam a filtrar a luz com uma beleza que nenhum discurso ideológico consegue apagar.
O seu talento não se limitou às fronteiras nacionais. António Lino deixou também marcas no Vaticano, onde o seu nome foi respeitado e elogiado como exemplo da arte sacra moderna. O Estado Novo reconheceu-o como representante máximo da arte sacra portuguesa, título que o colocava entre os grandes criadores cristãos da Europa. Mas essa distinção, que deveria tê-lo eternizado, transformou-se na sua sentença cultural. Com o 25 de Abril de 1974, a nova elite artística e intelectual, dominada pela esquerda, não lhe perdoou o prestígio adquirido sob um regime que ainda via na fé uma forma de ordem e de identidade. António Lino foi apagado da memória oficial.
A censura que o silenciou foi tanto mais eficaz quanto mais discreta. Não houve proibição declarada, apenas o esquecimento. Os seus quadros deixaram de figurar nas exposições, os seus vitrais foram omitidos das histórias da arte, e o seu nome apagado dos programas académicos. A geração revolucionária quis fundar uma cultura sem raízes, onde o sagrado era suspeito e o belo era burguês. António Lino tornou-se incómodo por continuar a representar o invisível num tempo que só acreditava no imediato.
E, contudo, a sua presença sobreviveu. As suas obras continuam em espaços onde ninguém ousou removê-las — universidades, tribunais, ministérios, igrejas. Todos os dias, políticos, professores, alunos, advogados e juízes cruzam-se com o seu legado, sem saberem que estão perante um dos maiores artistas portugueses do século XX. Mas a história guardou ainda um episódio que parece escrito com a tinta trágica do destino. Nos finais da década de 1990, já depois da sua morte, a sua casa em Odivelas ardeu misteriosamente. Com ela desapareceram esboços, maquetas, estudos e talvez obras inéditas que nunca chegaram a ser mostradas. O fogo consumiu parte de um legado que o tempo ainda não tinha reconhecido. Terá sido um acidente? Um ato fortuito? Ou o último sinal de uma censura que, mesmo sem rosto, continua a queimar a memória dos que ousaram glorificar o divino? A dúvida permanece — e é talvez o mais cruel dos epitáfios.
A história de António Lino é, no fundo, a história de um país dividido entre a herança espiritual e a ânsia ideológica. Em nome da modernidade, apagou-se o sagrado; em nome da liberdade, cultivou-se o esquecimento. Mas o tempo corrige as injustiças. As suas obras continuam a falar, e nelas brilha a verdade de que a arte, quando é sincera, sobrevive a todos os regimes.
*Paulo Freitas do Amaral
Professor, Historiador e Autor

Torres Vedras | O avô tem Parkinson


O CNS - Campus Neurológico apresenta juntamente com a Leonor Rebordão, neurologista de doenças neurodegenerativas no CNS, e Diana Reis, ilustradora, o lançamento do livro infantil “O avô tem Parkinson”, no dia 22 de novembro, às 16h, no CNS Lisboa, com apresentação do Professor Joaquim Ferreira, neurologista e diretor clínico do CNS.

Este livro infantil tem como pressuposto de que a doença é, infelizmente, uma realidade nas vidas de muitos de nós, e que a empatia é fundamental para que as pessoas com doença se sintam compreendidas e apoiadas. A literacia na saúde, a começar nos mais novos, é basilar neste caminho.
Este livro conta a história da Flor, uma menina que acha que o seu avô Augusto é diferente mas não percebe porquê! Inicia, então, uma investigação secreta que a leva a conhecer melhor o avô e a descobrir que o seu amor e interesse o podem ajudar.

Este livro não é só sobre doença de Parkinson!
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/ CNS – Campus Neurológico /
É hoje uma referência nacional e internacional na área da saúde, distinguindo-se pelo seu modelo inovador e integrado de tratamento especializado em doenças do movimento, demências, acidentes vasculares cerebrais (AVC) e outras patologias neurológicas.

/ Leonor Rebordão /
Curso de Medicina na Faculdade de Ciências Médicas, universidade Nova de Lisboa; internato específico de Neurologia no Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca, Amadora Sintra; formação em doenças do movimento no Hospital de Sant Pau i Santa Creu, Barcelona, e doenças vasculares cerebrais no CHUV, Lausanne. Neurologista no CNS Lisboa e Torres Vedras desde 2022. Subinvestigadora de múltiplos ensaios clínicos em doença de Parkinson, doença de Alzheimer, doença de Huntington e parkinsonismos atípicos.

/ Diana Reis /
Licenciada em Design de Comunicação, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, com especialização em ilustração e animação, pela Faculdade de belas Artes da Universidade de Granada. Trabalhou como bailarina e argumentista na área da produção de espectáculos, durante mais de uma década. É co-fundadora do projeto de consciencialização para causas “Uma Causa Por Dia”, onde desenvolve campanhas de comunicação e angariação de fundos para ONG, desde 2020. Atualmente divide o seu trabalho entre a ilustração e a autoria de livros, e a comunicação na área do empreendedorismo de impacto._

Para mais informações contacte-nos através do e-mail comunicacao@cnscampus.com ou do telefone +351 261 330 700.

ATLETAS DA SOCIEDADE COLUMBÓFILA COMPETIRAM NO FK TRAIL


Organizado pela equipa do Figueira Kayak Clube, com o apoio do Município da Figueira da Foz, Junta de Freguesia de Buarcos, entre outros realizou-se no passado dia 7 de novembro o FK Trail, prova disputada na Serra da Boa Viagem, entre Quiaios e Buarcos, em 2 distâncias competitivas de 23km, 13km e ainda uma caminhada.
Participaram nesta competição 5 atletas da Secção de Ar Livre e Aventura da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, na prova de 13km, tendo Catarina Marques, alcançado no final da prova a 12ª posição na classificação geral feminina e o 4º lugar no escalão F45.

No sector masculino, Nelson Almeida, alcançou o 33º lugar masculino e o 8º no escalão M35, Gonçalo Gonçalves, 41º masculino, 8º M40, André Santos, 61º masculino, 13ºMSen e Brian Ferreira, 140º masculino, 27º MSen

Coletivamente no sector masculino a equipa classificou-se no 10° lugar em 21 equipas que completaram a prova de 13km.

Com o apoio:
Streetsport Animação Turística
NH Fitness Athletes - Preparação Física e Alta - Performance (Nelson Heleno)



Campeonato Nacional da 2.ª Divisão Masculina


1.ª Fase – Norte F
Dia 7 de novembro de 2025 – 21h00
Pavilhão Marialvas - Cantanhede

COLUMBÓFILA/FLATLANTIC – 60 X FEBRES - 68
Constituição da equipa da ASSSCC:
00 – Jonathan Pina
01 – Miguel João Gomes
07 – Guilherme Cabaço
08 – Leonardo Souto
11 – Alexandre Santos
13 – Vasco Rodrigues
15 – Luís Amoroso Lopes
17 – Juliano Moreira
18 – Guilherme Martins
27 – João Ricardo Marques
37 – Mateus Francisco

Treinador Principal: Luís Amoroso Lopes
Treinador-Adjunto: João André Costa


Oliveira de Frades | Seminário: “Conhecer para atuar”

No dia 6 de novembro decorreu o Seminário “Conhecer para Atuar”, onde estiveram em destaque vários temas como a Saúde, a Segurança e a Proteção Civil. 
Promovido pelo Município, a Autoridade para as Condições do Trabalho e o Agrupamento de Escolas de Oliveira de Frades, este encontro foi assim um momento de partilha de conhecimento e ideias, reflexão, promoção e debate sobre o bem-estar no trabalho, a prevenção de riscos e doenças psicossociais, entre outros.

Barcelos | Alexandra Malheiro eleita Presidente do IPCA

 A Professora Alexandra Malheiro foi eleita hoje, 10 de novembro de 2025, Presidente do Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA), sucedendo a Maria José Fernandes, a atual Presidente.
Sob o lema “Identidade e Compromisso”, a candidatura foi eleita com 19 votos favoráveis, pelos membros do Conselho Geral do IPCA.
Atualmente, Alexandra Malheiro é Professora Coordenadora e Diretora da Escola Superior de Hotelaria e Turismo do IPCA. É titular do grau de doutor em Marketing e Estratégia e é licenciada e mestre em Gestão de Empresas.
Com ligação ao IPCA desde o ano de 1998, Alexandra Malheiro tem um percurso académico consolidado e com reconhecimento institucional, destacando-se a sua experiência em cargos de gestão, na docência e na investigação nas áreas de marketing e turismo.
A nova Presidente deverá tomar posse para um mandato de quatro anos, no próximo dia 19 de dezembro, no Campus do IPCA, em Barcelos, durante a Sessão Solene do Dia do IPCA.
 
*Ana Reis
Gabinete de Comunicação e Imagem (GCI