sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

GNR deteve cinco pessoas e apreendeu quase 30 mil euros bem como droga

A GNR deteve ontem cinco pessoas (quatro homens e uma mulher) por tráfico de estupefacientes nos concelhos de Aveiro, Vagos e Mira, apreendendo grande quantidade de dinheiro e droga.
Segundo um comunicado, os suspeitos têm com idades compreendidas entre os 32 e os 49 anos.
No âmbito de uma investigação que durou cerca de um ano e meio, e da qual já havia resultado a apreensão de uma estufa de cannabis, a Guarda realizou sete buscas domiciliárias durante esta quinta-feira.
Os militares do Núcleo de Investigação Criminal de Aveiro apreenderam 29.573 euros em numerário provenientes da venda de produto estupefaciente, assim como 2.336 doses de haxixe e 134 doses de liamba, bem como dois veículos automóveis.
Os factos foram remetidos para ao Tribunal Judicial de Aveiro.
Aquando do desmantelamento da estufa de cannabis foi detido um homem de 38 anos e feita a apreensão de diverso material necessário ao seu cultivo, cerca de 900 doses de estupefacientes, 620 euros em numerário.
A operação de ontem contou com o reforço do Destacamento de Intervenção de Aveiro, da estrutura de investigação criminal, bem como dos Postos Territoriais da Gafanha da Nazaré, Ílhavo e Vagos.

Noticias de Aveiro

Ponte-açude e Defesa do Baixo Vouga Lagunar são prioridades da CIRA para 2020

As Grandes Opções do Plano (GOP) da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA) para 2020 apontam para a execução de projetos assumidos no Pacto para o Desenvolvimento e a Coesão Territorial da Região de Aveiro (PDCT-RA).

Entre as ações em curso ocupam “posição de destaque, pela sua relevância para o desenvolvimento e pela sua dimensão financeira” no próximo ano a ponte-açude do Rio Novo do Príncipe, o projeto do Sistema de Defesa Primária do Baixo Vouga Lagunar ou o projeto Educ@RA de combate ao abandono escolar e promoção do sucesso educativo”, entre outros.

Em nota de imprensa, a CIRA, que é formada por 11 municípios, assume o empenho em dar continuidade à Polis Litoral Ria de Aveiro, apesar de estar em fase liquidação, “para que prossigam as operações que tem em curso e que são de relevante importância para a Ria e a Região de Aveiro, destacando-se a obra de desassoreamento da Ria de Aveiro (em plena execução)”.

As autarquias defendem uma operação “Polis 2”, tendo como base a proposta já apresentada ao Governo, “a par com o processo de descentralização da competência de gestão da Ria de Aveiro”.

O orçamento da CIRA para 2020 ronda 19,5 milhões de euros.

Noticias de Aveiro

PORTUGAL| Vulcanólogo diz que uma nova ilha poderá surgir nos Açores

O vulcanólogo Victor Hugo Forjaz disse hoje que uma nova ilha poderá surgir nos Açores entre as ilhas do Faial e São Jorge, na sequência de “movimentos ascendentes” que se têm vindo a registar no mar.
“Pelo tipo de sismo, pela cadência, pela periodicidade, pela energia Richter e repercussões nas ilhas vizinhas, que são Faial e São Jorge e, por vezes, Pico, suspeita-se que há movimentos ascendentes no fundo do mar, sendo a evolução natural o aparecimento de uma ilha”, declara o presidente do Observatório Vulcanológico e Geotérmico dos Açores.
O vulcanólogo refere que se têm vindo a registar “crises sucessivas”, ao longo dos anos, no arquipélago, com “intervalos de dois anos”, e o surgimento de uma nova ilha “não é nada de extraordinário porque as ilhas são ativas e condensam movimentos tectónicos, seguidos de vulcânicos”.
Para o antigo docente da Universidade dos Açores, o fenómeno seria “melhor seguido” com um levantamento batimétrico e com recurso a um ROV, um veículo submarino operado de forma remota, visando apurar se há fissuras, deslocamentos e alterações topográficas.
Segundo Victor Hugo Forjaz, a Marinha portuguesa “já deveria ter feito um levantamento no sentido de se perceber melhor os movimentos do fundo do mar naquela zona”, sublinhando que “não há perigo de maior” para a ilha do Faial, uma vez que a zona fica “bastante afastada, cerca de 25 a 30 quilómetros”.
O especialista recorda que nos Açores já emergiram ilhas que depois voltaram a desaparecer, exemplificando com o banco D. João de Castro, ao largo da ilha Terceira, que “esteve fora do mar durante um certo tempo”, tendo “falhas geológicas provocado o seu abatimento”, sendo previsível que volte a emergir.
O vulcanólogo defende a instalação nos Açores de OBS, que são sismógrafos submarinos, que o Instituto Português do Mar e da Atmosfera possui, ressalvando que houve uma equipa estrangeira que já operou na região com este equipamento, tendo recolhido dados “muito interessantes” a que a Governo Regional e a Universidade dos Açores não têm acesso.
Para Victor Hugo Forjaz, a existência dos OBS seria o “tira-teimas entre os que acreditam que há movimentos verticais importantes e os que os negam”.
A Rede Sísmica do Arquipélago dos Açores tem vindo a registar desde novembro centenas de sismos, alguns dos quais sentidos pela população, numa zona localizada aproximadamente entre os 25 e os 30 quilómetros a oeste da freguesia de Capelo, na ilha do Faial.
NDC

Infarmed retira do mercado cremes para crianças da Wells, Barral e Dermosense

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O Infarmed detetou irregularidades em sete produtos cosméticos hidratantes para crianças, ordenando a retirada do mercado de dois cremes de rosto para bebé, da Barral e da Wells, e a retirada voluntária de dois outros cremes da marca Dermosense.
Segundo o relatório a que a Lusa teve hoje acesso, o creme Barral BabyProtect Creme de Rosto usava conservantes não autorizados e em laboratório foi identificado um ingrediente (Phenoxyethanol) não identificados no rótulo, pelo que foi ordenada a suspensão imediata da comercialização e a retirada de todas as unidades existentes no mercado.
O produto Wells Creme Rosto Bebé continha os conservantes Phenoxyethanol e Benzoic acid, que não estavam declarados na lista de ingredientes da rotulagem, além de se ter constatado que “os ingredientes listados não correspondem à verdadeira composição do produto”. O produto continha ainda uma alegação falsa: «0% Fenoxietanol».
“Atendendo a que a pessoa responsável não demonstrou que este cosmético é seguro para a saúde humana, o Infarmed ordena a suspensão imediata da comercialização e a retirada de todas as unidades existentes no mercado”, escreve o Infarmed (Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde) na circular que determinou a retirada do mercado.
O Infarmed informa ainda que em dois outros produtos - Dermosense creme gordo 100 ml e Dermosense creme de mãos 50 ml – a distribuidora estava a proceder à retirada voluntária do lote em que foram detetadas irregularidades na rotulagem e a Autoridade do Medicamento ordenou “a suspensão imediata da comercialização e a retirada do mercado nacional de todas as embalagens do referido lote”.
A ação de supervisão do Infarmed incidiu sobre 87 produtos de diversas marcas, desde cremes para fralda a loções hidratantes, passando por leites emolientes, cremes protetores e águas de limpeza. No total, foram analisados mais de 1.300 parâmetros (químicos e microbiológicos).
“A maioria dos Produtos Cosméticos analisados (87%) estavam em conformidade com a legislação em vigor à data de análise, relativamente ao tipo e teor de conservantes presentes na sua composição. No entanto, constatou-se que sete dos produtos cosméticos analisados (13%) apresentaram algum tipo de irregularidade”, refere a conclusão do relatório, a que a Lusa teve acesso.
O Infarmed desaconselha o uso em crianças de produtos cosméticos destinados a adultos, de modo a evitar a ocorrência de reações adversas como alergias, dermatites de contacto, reações inflamatórias, entre outras.
Em caso de reações deste tipo, aconselha o consumidor a procurar um médico dermatologista ou um pediatra, suspendendo de imediato a utilização do produto.
“Um produto cosmético nunca deve ser utilizado para outro fim que não o indicado na rotulagem”, sublinha o regulador.
As Pessoas Responsáveis dos produtos cosméticos analisados são provenientes de sete países distintos, sendo a grande maioria oriunda da Europa (97,7%), com especial destaque para França (42,5%), Portugal (21,8%), Espanha (14,9%) e Alemanha (11,5%). Apenas 2,3% dos produtos são originários de países terceiros, nomeadamente do Brasil.
Quanto às formas de apresentação, os produtos cosméticos hidratantes para crianças analisados compreendem sete formas de apresentação distintas, sendo os cremes os mais representativos (56,3%). Os leites e loções, no seu conjunto, correspondem a 34,5% dos produtos.
As restantes formas de apresentação compreendem emulsões, bálsamos, pomadas e óleos.
Entre as marcas analisadas estavam a Mustela, Johnson´s, Corine de Farme, Barral, A-Derma, Uriage, Baby Smile, Avéne, Chicco, Halibut, Aveno, ISDIN, Klorane, La Roche-Posay, Oleoban, Garnier, Aloé Via, Bioderma, Garnier, O Boticário, Auchan, Pingo Doce, Wells, entre outras.
O Infarmed analisou ainda 98 produtos cosméticos de banho para criança (champô, gel de banho e sabonete líquido), representando 39 marcas disponíveis em diversos pontos da cadeia de distribuição, tais como farmácias, supermercados e hipermercados.
Do ponto de vista químico, concluiu que todos estavam de acordo com a legislação em vigor relativamente ao tipo e teor de conservantes presentes. No entanto, para três dos produtos cosméticos analisados, os resultados obtidos “não são consistentes com a rotulagem”, uma vez que figuram conservantes na listagem de ingredientes que não foram detetados em laboratório, pelo que os produtos foram considerados “não conforme”.
Dois outros produtos cosméticos analisados “apresentaram um resultado de teor nalguns conservantes em conformidade, porém, próximo do limite legal”.
Para estes cinco produtos “foi desencadeada a recolha de novos lotes e reanálise para averiguação da conformidade no parâmetro em questão”, refere o relatório.
O Infarmed garante que “continuará a desenvolver campanhas de monitorização e supervisão do mercado português, de forma a garantir a segurança e qualidade dos produtos cosméticos comercializados, dando o seu contributo para que os consumidores portugueses tenham ao seu dispor produtos cosméticos seguros para todas as faixas etárias”.

Fonte: MadreMedia/Lusa

Ciclaveiro NEWS, Nº 20

Ciclaveiro


Apresentação da Cicloficina Móvel
Em Novembro estivemos empenhados na construção de uma oficina móvel para o transporte das ferramentas e materiais necessários ao funcionamento das nossas cicloficinas mensais. No próximo sábado, dia 14 de Dezembro, é dia de o apresentar ao público e de o testar na nossa habitual cicloficina. Este projeto contou com ajuda de várias pessoas de áreas diversas, que durante 3 dias e mais umas noites o pensaram, desenharam e construíram e também com o apoio de instituições e parceiros sem os quais não teria sido possível.
+info

Obrigado.

  • PCI-Design Factory Aveiro
  • CASA MARTELO
  • EXTRUSAL
  • MADEIVOUGA
  • CICLODIMAR
  • OUTILS Ferramentas
  • FUNDO AMBIENTAL
Desafio Mobilidade See Sense
A ciclaveiro é parceira nesta iniciativa do Aveiro TechCity que contempla a distribuição pelos utilizadores de bicicleta, de uma luz traseira de alto brilho com vários sensores que recolhem dados anonimizados que são transferidos para uma plataforma de análise. Essa informação permitirá à autarquia analisar os trajetos usados pelos utilizadores de bicicletas, receber informação sobre as condições do piso, da infraestrutura urbana e dos potenciais perigos para os ciclistas, ajudando a tomar medidas e a planear o futuro.

PedalAdar e MiniPedalAdar
Neste Natal, relançamos a campanha de recolha de bicicletas de adulto e de criança para oferecer a instituições e escolas de Aveiro. Se thá por ai uma bicicleta que já não é usada e está parada na garagem, contribuam para ajudar alguém a começar a andar de bicicleta! Vejam os nossos pontos de recolha parceiros pela cidade.


Colaboradores para escrita de artigos
Estamos a convidar colaboradores para a escrita de artigos regulares relacionados com a utilização da bicicleta. Pretendemos que sejam artigos curtos, para serem divulgados nos meios de comunicação impressos e plataformas digitais, cujo conteúdo deverá estar alinhado com os objetivos da Ciclaveiro. Estes artigos pretendem manter o tema vivo e estimular a criação de mais massa crítica relacionada com o tema. Procuramos contributos de diversas áreas de conhecimento. (ambiente,  urbanismo, experiência pessoal, educação, infraestruturas, etc…).
Novo ano, novos projetos e mais participação dos associados
No ano intenso que chega ao fim, é hora de avaliar, repensar e preparar o novo ano com novo plano de atividades. Aproveitemos este momento para convidar os nossos associados e todos os amigos da Ciclaveiro a partilharem opiniões, sugestões ou recomendações. O vosso contributo é importante para que a nossa cidade possa ter mais e melhores condições para utilização da bicicleta e que a bicicleta seja cada vez mais a eleita para deslocações em meio urbano no dia a dia

Passeio de PAIS NATAL de Bicicleta em Aveiro
A Ciclaveiro associou-se à organização do Passeio de Pais Natal em Bicicleta, programado para o dia 21 de Dezembro, sábado. Peguem nas bicicletas, com um dresscode de Pai Natal e vamos encher a cidade de Aveiro de Pais Natal a andar de bicicleta. Aberto a todas as idades. O ponto de encontro será na árvore de natal do Cais da Fonte Nova às 10h.



Inscrições aqui



Até 25 de dezembro "Dê troco a quem precisa" nas farmácias do distrito de Aveiro

17 de dezembro de 2019, Aveiro – Inicia-se no dia 16 de dezembro, nas farmácias aderentes de todo o país, a campanha solidária “Dê Troco a Quem Precisa”. A iniciativa, que termina no dia 25 de dezembro, é promovida pelo Programa abem: Rede Solidária do Medicamento, e convida os portugueses a doar o troco das compras efetuadas na Farmácia ao Fundo Solidário abem:. O montante angariado será integralmente aplicado na aquisição de medicamentos dos beneficiários abrangidos. Nesta campanha 40 Farmácias de Aveiro vão participar (listagem em anexo).

Em Portugal, uma em cada dez pessoas não tem acesso aos medicamentos por falta de dinheiro*, sendo muitas as famílias de baixos rendimentos que não conseguem fazer face à despesa com a medicação prescrita. O Programa abem: apoia, atualmente, um total de 11.809 beneficiários em todo o país.

Atualmente, a Rede abem: conta com três entidades referenciadoras no distrito de Aveiro: Delegação de Águeda da Cruz Vermelha Portuguesa, Cáritas Diocesana de Aveiro e Fundação Padre Félix. Existe ainda uma rede de 18 Farmácias abem: onde os 36 beneficiários no distrito podem aceder, sem custos, aos medicamentos prescritos pelos seus médicos. Desde o início do abem:, a 25 de maio de 2016, já foram dispensadas 1.141 embalagens de medicamentos no distrito de Aveiro no âmbito do Programa.

O montante angariado durante o curso da campanha “Dê Troco a Quem Precisa” será cem por cento aplicado na aquisição de medicamentos para os beneficiários abem:.

O abem: está presente em todos os distritos do país e regiões autónomas e assenta numa rede de parcerias com entidades locais que referenciam ao programa as famílias em risco. Estas pessoas, quando se tornam beneficiárias do abem:, recebem um cartão que passam a usar na farmácia para levantar os medicamentos de que necessitam, sem qualquer custo.



Sobre a Associação Dignitude:

A Associação Dignitude nasceu no dia 4 de novembro de 2015, em Coimbra, onde está sedeada. É uma instituição particular de solidariedade social que tem por missão o desenvolvimento de programas solidários de grande impacto social, que promovam a qualidade de vida e o bem-estar dos portugueses. O abem: Rede Solidária do Medicamento é o primeiro Programa promovido pela Associação Dignitude.
São Associados Promotores a Cáritas Portuguesa, a Plataforma Saúde em Diálogo, a Associação Portuguesa de Indústria Farmacêutica e a Associação Nacional das Farmácias. Através de protocolos institucionais, juntaram-se ao projeto a Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade, a União das Misericórdias Portuguesas, a Associação de Farmácias de Portugal e a Associação Nacional de Municípios Portugueses.
São Embaixadores Dignitude: António Ramalho Eanes; Francisco Carvalho Guerra; João Gonçalves da Silveira; João Cordeiro; Maria de Belém Roseira.

Sobre o Programa abem:

O Programa abem: Rede Solidária do Medicamento é um projeto inovador, lançado pela Associação Dignitude. Tem como objetivo permitir o acesso, de forma digna, aos medicamentos prescritos a quem não tem capacidade financeira para os adquirir, cobrindo, no receituário, o valor não comparticipado pelo Estado.
O abem: assenta numa rede de parcerias que assegura o circuito solidário do medicamento. Qualquer pessoa em situação de carência pode ser referenciada ao programa pelas entidades locais, que vão desde juntas de freguesia e câmaras municipais, a IPSS e outras instituições da área social. Depois de referenciado, o beneficiário tem acesso ao Cartão abem:, bastando apresentá-lo numa farmácia abem: para poder adquirir os medicamentos comparticipados que lhe forem receitados. A despesa realizada é coberta pelo Fundo Solidário, 100% dedicado à co-comparticipação de medicamentos dentro do Programa, alimentado por uma campanha permanente de fundraising.




Norte | Vários estabelecimentos assaltados no centro de Valongo desde o início de Dezembro

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Vários estabelecimentos do centro de Valongo foram assaltados nos últimos dias, relataram a Lusa os donos, enumerando roubos de tabaco, bebidas alcoólicas, dinheiro, café e computadores, bem como houve danos materiais.
A “Confeitaria Lolitana”, segundo a proprietária, Maria Costa, foi assaltada por duas vezes esta semana, “de domingo para segunda-feira e de terça para quarta-feira”, tendo sido furtado “café, tabaco e uma máquina de bolas de brinde” além de terem “cortado os fios da internet”.
“Partiram o vidro da montra de domingo para segunda-feira, coloquei o vidro, e voltaram a parti-lo de terça para quarta para fazer novo assalto”, acrescentou à Lusa a dona do estabelecimento no centro de Valongo.
No 'snack bar' “O Gaveto”, também de terça para quarta-feira, o assalto resultou no “furto de tabaco, bebidas alcoólicas e de um computador”, disse a proprietária, Manuela Pereira.
Na última madrugada, o “Café Vale” foi também assaltado, tendo sido roubado “tabaco”, testemunhou a dona, Gracinda Moreira.
O restaurante “O Pereira das Francesinhas”, segundo um funcionário foi “também alvo de várias tentativas de assalto nos últimos dias”.
A PSP do Porto tem registo de dois dos assaltos ocorridos desde o início de Dezembro no centro de Valongo, admitindo que os outros possam ainda estar em processo de participação, disse hoje à Lusa fonte policial.
“Sabemos que foram assaltados dois cafés, um na noite de 3 para 4 de Dezembro e outro no dia 8 de Dezembro, e que em ambos foram roubados centenas de maços de tabaco”, afirmou a fonte da PSP.
Admitindo a existência dos demais roubos denunciados, a PSP admite a hipótese “de os mesmos ainda não terem sido participados”, anunciando que os casos reportados “já se encontram a ser investigados”.
A propósito da “onda de assaltos” que a população “possa sentir estar a ocorrer na cidade”, a fonte policial indicou ter sido registada pela PSP “uma diminuição da criminalidade participada de 16%”, relativamente aos dados apurados em 2018 na cidade.

Câmara de Valongo considera “inadmissível aumento da criminalidade” registado

A Câmara de Valongo considerou hoje “inadmissível o aumento da criminalidade que se tem registado nas cidades de Valongo e de Ermesinde” numa reação à série de assaltos que atingiram vários estabelecimentos desde o início de Dezembro.
Em resposta ao pedido de reação da Lusa, o presidente da autarquia, o socialista José Manuel Ribeiro argumentou que a “segurança pública não é da competência das câmaras municipais”, mas que, mesmo assim, foram feitas diligências junto da tutela e das forças policiais.
“É inadmissível o aumento da criminalidade que se tem registado nas cidades de Valongo e de Ermesinde. Já manifestámos por diversas vezes a nossa preocupação e temos vindo a exigir junto das autoridades competentes (PSP, Polícia Judiciária e Ministério da Administração Interna) esclarecimentos e reforços de meios, para garantir a segurança das nossas populações”, lê-se na reação do autarca.
Vários estabelecimentos do centro de Valongo foram assaltados nos últimos dias, relataram à Lusa os donos, enumerando roubos de tabaco, bebidas alcoólicas, dinheiro, café e computadores, bem como houve danos materiais.
Em declarações à Lusa PSP/Porto informou ter registo de dois dos assaltos ocorridos desde o início de Dezembro, admitindo que os outros possam ainda estar em processo de participação.
“Sabemos que foram assaltados dois cafés, um na noite de 3 para 4 de Dezembro e outro no dia 8 de Dezembro, e que em ambos foram roubados centenas de maços de tabaco”, afirmou a fonte da PSP.
Admitindo a existência dos demais roubos denunciados, a PSP admite a hipótese “de os mesmos ainda não terem sido participados”, anunciando que os casos reportados “já se encontram a ser investigados”.
A propósito da “onda de assaltos” que a população “possa sentir estar a ocorrer na cidade”, a fonte policial indicou ter sido registada pela PSP “uma diminuição da criminalidade participada de 16%”, relativamente aos dados apurados em 2018 na cidade.
Lusa