quinta-feira, 1 de setembro de 2022

Creches do setor social e solidário passam a ser gratuitas a partir de hoje

Medida destina-se a crianças que nasceram depois de 1 de setembro de 2021.
Arranca hoje o programa de gratuitidade das creches, que começa por abranger as crianças nascidas depois de 1 de setembro do ano passado que estejam em estabelecimentos do setor social e cooperativo.
As crianças das creches privadas sem vaga no setor social serão abrangidas pelo programa de gratuitidade previsto pelo Governo, estando a ser desenhadas regras "para que seja simples para as famílias", revelou hoje a ministra da Solidariedade.
Em janeiro de 2023, a medida será alargada aos bebés da mesma idade que não conseguiram vagas no setor social e cooperativo e por isso estão a frequentar creches privadas, disse à Lusa a ministra da Solidariedade e Segurança Social.
Ana Mendes Godinho explicou que o Ministério está "a definir os requisitos para que seja simples para as famílias a operacionalização desta medida nas situações em que não haja capacidade de resposta do setor social".
A ideia é que as regras permitam verificar "de uma forma simples sem necessidade de as famílias andarem a percorrer várias entidades do setor social para comprovar que não há capacidade de resposta", acrescentou.
O Ministério continua a trabalhar com a associação representativa do setor privado para "preparar o alargamento da medida às creches do setor privado quando não existe a capacidade de resposta por parte do setor social", disse Ana Mendes Godinho, acrescentando que será preciso estabelecer "um acordo e suportar o custo integral".
O plano prevê o alargamento faseado do programa até 2024, quando todas as crianças dos três anos de creche estarão abrangidas pela gratuitidade, independentemente dos rendimentos das famílias.
"Hoje é um dia muito importante e transformador na vida das nossas crianças e na nossa vida coletiva", salientou a ministra.
Para Ana Mendes Godinho, o programa de gratuitidade é uma "medida essencial" no combate à pobreza, já que à gratuitidade da resposta social soma-se o alargamento da rede de creches, de modo a chegar a mais crianças.
Vinte milhões de euros para abrir 5 mil vagas em creches este ano letivo
O Governo tem um projeto para aumentar a capacidade de resposta das creches, estando previsto lançar durante este mês o aviso para a abertura de cinco mil novas vagas, revelou Ana Mendes Godinho.
"Vamos lançar este mês um aviso, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), para alargamento de vagas de lugares em creches", disse a ministra da Solidariedade e Segurança Social.
"O aviso vai ser lançado com 20 milhões de euros este mês para procurar aumentar cinco mil lugares em creches, priorizando a reconversão de espaços que já existam em creches, para ser mais simples, mas rápido e com um custo menor do que estar a fazer construção nova", revelou a ministra.
No entanto, também podem candidatar-se novas construções e até espaços "desenvolvidos por construções modelares", afirmou Ana Mendes Godinho.
"O nosso objetivo é, nos próximos dois anos, ter a capacidade de aumentar em dez mil lugares o total da rede de creches, complementando este aviso com aqueles que já lançámos", acrescentou a ministra.
As vagas podem abrir em todo o país, mas também aqui será dada prioridade aos projetos em zonas onde a taxa de cobertura é menor, ou seja, onde há mais procura e menos capacidade de resposta, como é o caso da área metropolitana de Lisboa.
"Vamos priorizar com critérios de discriminação positiva na identificação da seleção dos projetos a abranger", disse.
A gratuitidade da frequência das creches está dependente da capacidade dos estabelecimentos, sendo a única exceção os casos de crianças em risco que poderão obrigar a criar uma vaga extra.
Segundo o diploma publicado no final de julho, a exceção são as crianças com medidas de promoção e proteção "com indicação de frequência de creche, que têm acesso e admissão obrigatórios na resposta de creche, ainda que para o efeito tenha de ser criada vaga extra".
No caso de não haver vagas para todos, há uma lista de prioridades para admissão que tem em conta a situação económica familiar mas também outras "circunstâncias conducentes à desvantagem social da criança e da respetiva família".
A lista de prioridades para admissão nas vagas das respostas sociais é encimada pelas crianças que já frequentavam a creche no ano anterior, seguindo-se as crianças com deficiência ou incapacidades.
Gratuitidade das creches pode “ser transformadora de muitas crianças”
Para Ana Mendes Godinho, a gratuitidade das creches poderá ter um impacto significativo na vida das crianças e "ser transformadora de muitas crianças permitindo que desde o início façam parte de um sistema coletivo que as integra, nomeadamente combatendo a pobreza infantil e cortando ciclos intergeracionais".
A partir de hoje, o Estado deixa de apoiar exclusivamente as famílias de mais baixos rendimentos, já que até agora apenas as crianças de famílias do 1.º e 2.º escalão das comparticipações familiares tinham direito a creches gratuitas.
As crianças, que agora venham a ser abrangidas pela medida, vão mantê-la durante todos os anos que estiverem na creche.
Além dos bebés nascidos no último ano, as creches continuam a ser gratuitas também para todas as restantes crianças de famílias mais carenciadas (do 1.º ou 2.º escalões).
"Apenas as atividades extra projeto pedagógico, de caráter facultativo, que as instituições pretendam desenvolver e nas quais os pais ou representantes legais inscrevam as crianças bem como a aquisição de fardas e uniformes escolares estão excluídas da medida da gratuitidade", refere a portaria publicada no final de julho.
A ministra estará hoje a assinalar a entrada em vigor da medida da gratuitidade das creches com uma visita à Creche Albino Dias Fontes Garcia, em São João da Madeira.

SIC Notícias/Lusa

The Founders animam Praça da Juventude, em Anadia

A banda anadiense “The Founders” vai atuar, na Praça da Juventude, em Anadia, na sexta-feira, dia 2 de setembro, a partir das 22:00 horas, no âmbito do projeto de animação, promovido pelo Município de Anadia.
“The Founders” é uma banda de covers formada, em janeiro de 2018, por jovens com idades entre os 16 e os 19 anos.
Desde Deep Purple a Nirvana, de Red Hot Chili Peppers a Pink Floyd, de Xutos e Pontapés a José Cid, os “The Founders” têm um reportório para animar qualquer tipo de espetáculo. Um grupo de amigos que tem como base tocar boa música e, desta forma, cultivar esta sua paixão. Os jovens, com influências muitos distintas, desde Metal ao Folk, tentam unir o seu talento e diversidade musical para obterem uma boa performance em palco.
“Às Sextas na Praça” é um projeto de dinamização cultural ao ar livre, que preenche com música as noites de sexta-feira, contribuindo assim para a animação do centro da cidade de Anadia nas noites de verão, seguindo a fórmula de sucesso que alia a cultura e a confraternização, num espaço ao ar livre, grátis, que dá palco a artistas e a géneros musicais variados, capazes de agradar aos mais diversos públicos.

BOLETIM INFOADASCA, EDIÇÃO Nº. 25, SETEMBRO 2022

Mais uma edição do Boletim InfoADASCA, neste caso nª. 25 para o mês de Setembro. Procuramos levar aos nossos leitores (ainda são mais de 1000) os melhores artigos que nos é possível, além de tornarmos público as nossa actividades.

Para a primeira página trazemos com alguma antecedência a  Colheita de Sangue e Inscrição para Medula Óssea que vai decorrer no dia 30 de Outubro em Cacia, entre as 9  e as 13 horas no Salão daquela junta de Freguesia.

Desta vez o editorial está relacionado com “A Lógica da Biologia” e o significado da vida nas suas diversas vertentes. Ainda “Nós e Eles, os Estrangeiros” da autoria da Dra. Anna Kosmider Leal, também as “Transfusões Sanguíneas e a Lei” V parte, do falecido prof. Dr. Pinto da Costa, “O que é a ADASCA?” também a “A ADASCA foi a Eleições”, por fim “É verdade o que Lemos, Ouvimos e Vemos?” um artigo que dá que pensar sobre o comportamento humano, todo ele composto por versículos bíblicos.

Não é luxo manter este Projecto editorial, mas, sim uma necessidade de carácter informativa, porque os dadores nossos associados e outros que nos procuram mer5ecem o nosso melhor, além de constatarmos um défice de informação sobre certos assuntos relacionados com a dádiva de sangue.

Não desincentivamos ninguém para aderir à dádiva de sangue, bem pelo contrário.

Boa leitura, podem enviar-nos as vossas opiniões, sugestões na certeza que serão alvo da nossa melhor apreciação.

O Boletim pode pode ser lido através do site http://www.adasca.pt/node/1624  

Apoio: Litoral Centro  http://litoralcentro-comunicacaoeimagem.pt/

quarta-feira, 31 de agosto de 2022

TORRES VEDRAS RECEBEU SEMINÁRIO DEDICADO À AÇÃO CLIMÁTICA DA UNIÃO EUROPEIA

 

O seminário “Os Governos Locais na Ação Climática da União Europeia” realizou-se no dia 30 de agosto, no Centro de Artes e Criatividade de Torres Vedras. Este seminário foi organizado pela Associação ZERO, no âmbito do Pacto Europeu para o Clima e do projeto “LIFE Unify”, com o apoio da Câmara Municipal de Torres Vedras e da Oeste Sustentável - Agência Regional de Energia e Ambiente do Oeste.

A sessão de abertura ficou a cargo da presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, Laura Rodrigues, e da representante da Associação ZERO, Lília Alexandre.

Na ocasião, Laura Rodrigues destacou o compromisso do Município de Torres Vedras com a ação climática, o ambiente e a sustentabilidade, referindo que este é um “caminho que tem sido feito com muita entrega, não porque é preciso mas porque faz parte daquilo que é o nosso trabalho e da forma como nós olhamos para as nossas políticas públicas”. Este compromisso tem sido reconhecido a nível nacional e internacional, nomeadamente pelo “facto de termos sido cidade "Green Leaf" em 2015, uma distinção muito importante que deu visibilidade ao nosso trabalho”.

Lília Alexandre referiu que o projeto “LIFE Unify”, que decorreu entre setembro de 2019 e agosto de 2022, “teve como principal objetivo aumentar a ambição climática dos estados-membros da União Europeia, através da monitorização e avaliação dos progressos que já tinham sido realizados em dez estados-membros alvo”, entre os quais Portugal.O projeto têm ainda como objetivos orientar a aplicação nacional dos fundos europeus para a ação climática e promover a adoção de Planos de Ação Climática a nível municipal.

A presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras foi, ainda, a oradora do primeiro painel do seminário, com o tema “Porquê aderir ao novo compromisso de neutralidade para 2050?”. No segundo painel usou da palavra o presidente da Câmara Municipal de Loulé, Vitor Aleixo, que deu a conhecer o Conselho Local de Acompanhamento da Ação Climática de Loulé. A “Ação Climática e a Lei de Bases do Clima para os Municípios Portugueses” foi o tema do painel seguinte, que contou com a intervenção de Luís Costa, partner da Get2C.

O Plano de Ação Climática Lisboa 2030, que será liderado pela Lisboa E-Nov, foi o tema abordado por Eduardo Silva. A que se seguiu a intervenção da vice-presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Adelina Paula Pinto, sobre “Guimarães na Missão 100 Cidades da União Europeia”.

O “Pacto dos Autarcas na prática – Compromisso de Adaptação, Mitigação 2030, Neutralidade 2050; mecanismos de financiamento; e processo de adesão” foi o tema do sexto painel, liderado por Petya Pishmisheva, do Pacto dos Autarcas. A sessão de encerramento ficou a cargo do presidente do Conselho de Administração da Oeste Sustentável - Agência Regional de Energia e Ambiente do Oeste, Ricardo Fernandes.



SÓMENTE, uma peça de teatro sem diálogos 16/09 às 21h @ Jardim Municipal de Oleiros

 

O Jardim Municipal de Oleiros recebe a peça de teatro “Sómente” a 16 de setembro, às 21h00. Trazida pelo projeto Fôlego, “Sómente” é uma peça de teatro sem diálogos que propõe uma reflexão sobre a solidão do envelhecimento. Nesta peça, o carinho, a emoção e a poesia das imagens estão em primeiro plano.

O progresso e a evolução rápida da sociedade deixa, por vezes, os idosos esquecidos e abandonados. À medida que os seus sucessos se atenuam, as suas conquistas são vistas como pertencentes ao passado e os frutos da sua entrega pessoal amadurecem, havendo tendência para que fiquem simplesmente SÓS - à espera de uma mudança, à espera de que algo aconteça, à espera de que o tempo passe. Só. Num banco de jardim. No vazio de um dia…

O FÔLEGO convida todos a assistir a este espetáculo único e sensível, onde as imagens falam mais alto do que as palavras. Quem sabe se a força de um momento poderá inspirar a comunidade a dedicar mais atenção à preciosa sabedoria dos mais velhos?

MAIS SOBRE O FÔLEGO

O FÔLEGO - programa de intervenção artística movido pelo combate às alterações climáticas em Mação, Sertã, Oleiros, Proença-a-Nova e Vila de Rei – decorre no Centro de Portugal.

O nome FÔLEGO surge da associação do território ao fogo - mas também ao ar, necessário à combustão e à vida – e o programa convida à imersão no património natural por via das artes, apelando à mobilização local, nacional e internacional pela mitigação da crise climática. O FÔLEGO atuará no território entre 2021 e o verão de 2023.

Privilegiando o envolvimento da comunidade local em torno de um futuro saudável e consciente, o FÔLEGO terá uma programação cruzada entre áreas artísticas: artes plásticas, dança, fotografia, música, novo-circo, novos media e teatro. Terá como eixo principal a arte participativa e comunitária, em relação próxima com as populações, promovendo a mobilidade de públicos e artistas locais, nacionais e internacionais.

Selecionado para financiamento no quadro EEA Grants, Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu, o projeto é promovido pela Academia de Produtores Culturais, em parceria com Mapa das Ideias, H2Dance e Heidi Ruustgard (Noruega), Universidade da Islândia, Associação Pinhal Maior e os cinco municípios – Mação, Oleiros, Proença-a-Nova, Sertã, Vila-de-Rei - atuando num esforço coordenado entre dezenas de instituições locais, nacionais e internacionais, de caráter governamental e não-governamental.

O FÔLEGO aliará as artes, a ciência e o ambiente, trabalhando a problemática do clima em várias frentes - não apenas numa abordagem conceptual e artística, mas também pela sensibilização e envolvimento da comunidade em ações concretas no sentido da mitigação e adaptação aos efeitos da crise climática.

Programa e mais info: http://www.folego.pt/

Redes sociais: facebook.com/folegoaceso / @folegoaceso

FÔLEGO: T5 CONCERTOS NA VIZINHANÇA

 

Concerto de Paloma Del Pillar e Combo de Abril, 17 de setembro às 16H no Miradouro de Álvaro (Oleiros)

Paloma Del Pillar atua com o Combo de Abril e Pedro Bargão (cavaquinho) no Miradouro de Álvaro, em Oleiros, a 17 de setembro às 16H00, a convite do ciclo “T5 Concertos na Vizinhança”, do projeto FÔLEGO.

O “T5 - CONCERTOS NA VIZINHANÇA” do FÔLEGO desafia os artistas locais a atuar nos concelhos vizinhos.

Paloma del Pillar é cantora, compositora e atriz. É também dobradora profissional de animação e imagem, tendo já feito dobragens para a Disney e Canal Panda. Toca guitarra, cavaquinho, ukulele e piano.

Neste concerto único inserido no programa T5, do projeto FOLEGO, a cantora atuará com o Combo de Abril - conjunto de 7 amigos (voz, guitarra, cavaquinho, violino, baixo e percussão) que procura eternizar os cantores e canções de abril honrando um registo tradicional, com a participação de Pedro Bargão (cavaquinho).

Paloma Del Pillar fecha assim, em Oleiros, o ciclo “T5-CONCERTOS NA VIZINHANÇA” no território, depois de uma série de concertos que juntou centenas de espectadores em momentos especiais nos concelhos de Mação, Sertã, Proença-a-Nova e Vila de Rei.

MAIS SOBRE O FÔLEGO

O FÔLEGO - programa de intervenção artística movido pelo combate às alterações climáticas em Mação, Sertã, Oleiros, Proença-a-Nova e Vila de Rei – arranca no Centro de Portugal.

O nome FÔLEGO surge da associação do território ao fogo - mas também ao ar, necessário à combustão e à vida – e o programa convida à imersão no património natural por via das artes, apelando à mobilização local, nacional e internacional pela mitigação da crise climática. O FÔLEGO atuará no território entre 2021 e o verão de 2023.

Privilegiando o envolvimento da comunidade local em torno de um futuro saudável e consciente, o FÔLEGO terá uma programação cruzada entre áreas artísticas: artes plásticas, dança, fotografia, música, novo-circo, novos media e teatro. Terá como eixo principal a arte participativa e comunitária, em relação próxima com as populações, promovendo a mobilidade de públicos e artistas locais, nacionais e internacionais.

Selecionado para financiamento no quadro EEA Grants, Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu, o projeto é promovido pela Academia de Produtores Culturais, em parceria com Mapa das Ideias, H2Dance e Heidi Ruustgard (Noruega), Universidade da Islândia, Associação Pinhal Maior e os cinco municípios – Mação, Oleiros, Proença-a-Nova, Sertã, Vila-de-Rei - atuando num esforço coordenado entre dezenas de instituições locais, nacionais e internacionais, de caráter governamental e não-governamental.

O FÔLEGO aliará as artes, a ciência e o ambiente, trabalhando a problemática do clima em várias frentes - não apenas numa abordagem conceptual e artística, mas também pela sensibilização e envolvimento da comunidade em ações concretas no sentido da mitigação e adaptação aos efeitos da crise climática.

OUTROS HIGHLIGHTS DO PROGRAMA (2022)

“VILAS MUTANTES” (dança, música, comunidade)

Trabalho sobre memórias e reações ao fogo, saberes e inquietações da comunidade pela coreógrafa Alice Duarte e o músico Alexandre Moniz.

“PLANTA PARTY” (música, comunidade)

Série de festas nas praias fluviais que levarão à reflorestação de áreas ardidas.

Fernando Mota criará instrumentos musicais a partir de galhos de árvores

“MIGRANTES CLIMÁTICOS”

Projeto de criação sobre as memórias das populações migrantes no local pela companhia Teatro O Bando

WORKSHOPS, VIDEOMAPPING, etc etc.

Programa e mais info: http://www.folego.pt/

Redes sociais: facebook.com/folegoaceso / @folegoaceso

MOBI.E: Incentivos e benefícios de optar por um veículo elétrico

 MOBI.E: Incentivos e benefícios de optar por um veículo elétrico
A mobilidade elétrica está a mudar a forma como nos deslocamos, trazendo vantagens para o meio ambiente, mas também para a qualidade de vida da população e, em especial, para o nosso orçamento familiar.
A MOBI.E, enquanto instrumento público para a mobilidade sustentável, avança alguns dos benefícios e incentivos para que possamos tomar decisões mais conscientes no que à nossa mobilidade diz respeito.
A forma como nos deslocamos é muito importante e relevante, não apenas para o meio ambiente, como para a nossa qualidade de vida. Neste contexto, a empresa dá visibilidade sobre os benefícios e incentivos que devemos ter em conta na hora de tomar a decisão de adquirir um veículo.
Apoios
Os apoios1 à compra de veículos elétricos têm aumentado, como forma do Estado promover a mudança para uma mobilidade mais sustentável. Neste quadro, foi aprovado um conjunto de apoios e benefícios fiscais, desde a aquisição de viaturas, ciclomotores e bicicletas, à redução dos custos de carregamento na rede nacional de carregamento de veíulos elétricos, a rede Mobi.E, passando pela instalação de postos de carregamento. Abaixo, a MOBI.E indica os apoios para cada situação:

Ligeiro elétrico de passageiros – incentivo, para particulares, de 4.000 euros para veículos até 62 500 euros;
 
Ligeiro elétrico de mercadorias – incentivo de 6.000 euros;
 
Bicicleta de carga elétrica – incentivo de 50% do valor de uma compra até 1.500 euros;
 
Bicicleta de carga não elétrica – incentivo de 50% do valor de uma compra até 1.000 euros;
 
Bicicleta elétrica – incentivo de 50% do valor de uma compra até 500 euros;
 
Bicicleta convencional – incentivo de 20% do valor de uma compra até 100 euros;
 
Motociclos, ciclomotores, triciclos, quadriciclos e outros dispositivos de mobilidade pessoal, elétricos - incentivo de 50% do valor de uma compra até 500 euros;
 
Carregadores em condomínio com ligação à rede Mobi.E – incentivo de 80% do valor de uma compra, com IVA, até 800 euros + 80% do valor de instalação, com IVA, até 1.000 euros por lugar de estacionamento.3
 
Por outro lado, existem ainda uma série de benefícios que é também necessário ter em conta, como:
Incentivos fiscais
Na compra de um veículo elétrico, não se paga o ISV (Imposto sobre Veículos) e o IUC (Imposto Único de Circulação). No caso das empresas, estas beneficiam ainda da isenção do pagamento de tributação autónoma, o IVA da aquisição e utilização do veículo é dedutível e tem ainda vantagens em termos de IRC.
Insenção ou redução no pagamento de parquímetros
Muitos municípios concedem uma redução ou até mesmo isenção no pagamento do estacionamento.
Menor custo de manutenção do veículo
Este custo é menor, já que deixamos de ter de lidar com as tradicionais mudanças periódicas de óleo, filtros, correias de transmissão ou velas. Por outro lado, a travagem regenerativa permite poupar nas pastilhas e pneus do automóvel.
Possibilidade de carregamento rápido
Carregar o veículo elétrico pode ser demorado, mas a rede Mobi.E disponibiliza cada vez mais postos rápidos e ultrarrápidos que permitem reduzir substancialmente os tempos de carregamento. Em caso de necessidade, pode ter a bateria da sua viatura carregada a 80% em menos de 10 minutos (ultrarrápidos) ou em menos de 30 minutos (rápidos).
Alargamento de postos de carregamento
A rede pública de postos de carregamento tem apostado na sua expansão. A rede Mobi.E cobre todo o território português e continua a aumentar, com mais de 5.000 pontos de carregamento.
Aumento da autonomia dos carros elétricos
Os veículos mais recentes apresentam uma autonomia que ronda os 400km. No entanto, esta pode chegar aos 700km ou 800km, no caso de viagens mais longas.
A revisão só tem de ser realizada a cada 50.000km, comparativamente aos 20.000km ou 30.000km dos veículos a gasolina ou gasóleo.
Amigo do ambiente
Um veículo com motor elétrico faz parte do grupo dos veículos com zero emissões locais, porque se trata de um meio de locomoção não poluente, que não emite quaisquer gases nocivos para o ambiente, bem como ruído considerável.
 
Em 2021, a venda de carros elétricos aumentou 69% em Portugal face ao ano de 2020. Desde o início de 2022, que já foram vendidos mais de 6.000 carros elétricos em Portugal2 e a tendência tem vindo a aumentar ao longo dos meses.
Os estudos internacionais3 mais recentes têm vindo a colocar a rede Mobi.E, sobre diferentes indicadores, como a 4ª maior rede europeia de carregamento de veículos elétricos.
Segundo dados estatísticos da MOBI.Data, em 2022, mais de 16.000 toneladas de CO2 foram poupadas, mais de 2.700 postos utilizados, mais de 1.400.000 carregamentos realizados, onde se consumiram mais de 20 GWh de energia.
Estão validados para a rede mais de 40 fabricantes de postos, 22 comercializadores de energia e mais de 70 operadores de postos de carregamento.