quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Exercício público de sensibilização para o risco sísmico - "A Terra Treme" - Alvaiázere


No próximo dia 15 de novembro, às 11:15 horas, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil promove um exercício público de âmbito nacional de sensibilização para o risco sísmico, denominado A TERRA TREME.

Este exercício tem como objetivo capacitar os cidadãos para saber como agir em caso de sismo, saber o que fazer ANTES, DURANTE e DEPOIS, nomeadamente que conheçam as medidas preventivas e os comportamentos de autoproteção a adotar para se protegem e sentirem mais seguros.

Não obstante o exercício ter expressão de âmbito nacional, o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Leiria, em articulação com o Município de Alvaiázere, promoverá a ação principal de âmbito distrital desta iniciativa na Associação Casa do Povo de Maçãs de Dona Maria, cujo evento principal se realiza no dia 15 de novembro, às 11h15, no lar Dr. Álvaro Pinto Simões.

O Exercício A TERRA TREME visa capacitar a população para saber como agir em caso de sismo.

PROGRAMA
10 h 45 m – Receção aos Convidados.
11 h 15 m – STARTEX do Exercício com toque de campainha a assinalar o “_início_” do sismo e a desencadear os 3 gestos BAIXAR – PROTEGER – AGUARDAR.
11 h 16 m – Toque de campainha a sinalizar o “_fim_” do sismo e a sinalizar o início da evacuação do edifício do Lar Dr. Álvaro Pinto Simões.

Na parte da tarde será efetuada uma ação de sensibilização/esclarecimento na Escola Básica de Maçãs Dona Maria.

Em anexo enviamos cartaz de divulgação e uma breve nota de apresentação do Exercício A TERRA TREME, podendo, para mais informação aceder a www.aterratreme.pt ou contactar o Gabinete de Apoio à Presidência (236650642).


Oeste | PEDRO TEIXEIRA DA MOTA TRAZ O SEU (BOM) HUMOR AO TEATRO-CINE DE TORRES VEDRAS


Pedro Teixeira da Mota traz Caramel Macchiato ao Teatro-Cine de Torres Vedras no próximo dia 22 de novembro, pelas 21h30.
Trata-se do segundo solo de stand up comedy deste humorista, que se constitui como “um relato real de novas experiências, viagens e das decisões” que marcam a vida do mesmo. Este espetáculo tem início quando “depois de desbloquear o impasse em que se encontrava, Pedro Teixeira da Mota está agora confortavelmente num café, com amigos, a contar-lhes o que se tem passado na sua vida”…

O preço dos bilhetes para se assistir a Caramel Macchiato no Teatro-Cine de Torres Vedras é de 12,5 euros.

Autoria e interpretação: Pedro Teixeira da Mota
Produção: Bridgetown Talent Agency
Parceiro: Megahits

Barcelos | Estudantes do IPCA destacados na área da Gestão e Tecnologia


Beatriz Abreu, aluna do terceiro ano da Licenciatura em Engenharia em Desenvolvimento de Jogos Digitais da Escola Superior de Tecnologia (EST) do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA) e membro do Conselho Geral desta Instituição.

É a única estudante do Ensino Superior Politécnico selecionada para ser bolseira do programa Novos Talentos em Inteligência Artificial da Fundação Calouste Gulbenkian (https://gulbenkian.pt/grant/novos-talentos-em-inteligencia-artificial/). 

A estudante ficou orgulhosa com esta distinção, no entanto ciente do que está para vir: "Foi muito gratificante saber que ganhei a bolsa; porém, sei que tenho um grande caminho a percorrer para atingir os desafios que forem surgindo", referiu Beatriz Abreu.

No período de 10 meses, a estudante vai desenvolver um trabalho na área da inteligência artificial aplicada aos jogos digitais, orientada pelo Professor Alberto Simões, membro integrado do Centro de Investigação 2AI da EST/IPCA. Em relação ao trabalho "o tema do projeto a desenvolver no âmbito da bolsa vai ser relacionado com a criação processual de níveis para um puzzle do género sokoban; todavia, o tema do projeto ainda não está confirmado", adiantou a estudante do IPCA que salientou ainda a importância do curso de Engenharia em Desenvolvimento de Jogos Digitais "estudar no IPCA permitiu-me desenvolver não só competências técnicas como pessoais, que por sua vez me permitiram participar em diversas atividades dentro e fora da comunidade académica e enriquecer os meus conhecimentos".

Estudantes do IPCA arrecadaram o 1º prémio no desafio “Tax Tank” da PwC

Pelo segundo ano consecutivo, uma equipa de estudantes do 3º. ano de licenciatura em Fiscalidade da Escola Superior de Gestão (ESG) do Instituto Politécnico do Cávado e Ave (IPCA) venceu a competição do “TAX TANK” promovida pela PWC.

Uma outra equipa, composta por estudantes de mestrado em Fiscalidade da ESG, no mesmo concurso, foram distinguidos com uma menção honrosa pela sua participação.

Estes resultados mostram bem o nível de empenho e dedicação que os estudantes colocaram na sua participação. O Tax Tank é um concurso “que tem como objetivo divulgar e dinamizar a área da fiscalidade, premiando para o efeito os alunos do primeiro e segundo ciclos do ensino superior das áreas de Economia e Gestão, ou similares que apresentem uma maior competência na otimização fiscal de uma estrutura empresarial”.

Os resultados obtidos nas duas edições do evento mostram que os nossos estudantes se encontram preparados para os desafios que se lhe apresentam.

O IPCA, continua a mostrar que é uma referência nacional nos domínios da Contabilidade e Fiscalidade, reflexo da qualidade do ensino promovido pela ESG.

Ana Teixeira

Oeste | 19 de Novembro na Biblioteca Municipal: Rede Social debate temática da população em situação de sem-abrigo


O Núcleo Executivo da Rede Social das Caldas da Rainha, em parceria com a EAPN, Rede Anti-Pobreza, Núcleo de Leiria, encontra-se a organizar uma sessão de trabalho dirigida a todos os parceiros do Conselho Local de Acção Social das Caldas da Rainha sobre o tema da população em situação de sem-abrigo.

A sessão decorrerá no próximo dia 19 de Novembro, pelas 14h30, na Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha, tendo como objectivo reflectir sobre as questões relacionadas com esta problemática assim como as respostas sociais que existem.

Dividida em três momentos, a sessão contará com a presença de Patrícia Grilo, em representação da EAPN Leiria; Maria José Domingos, Directora Geral da Associação para o Desenvolvimento local de Base Comunitária de Lisboa - que irá apresentar a Estratégia Nacional para a Integração das pessoas em situação de sem-abrigo; e Inês Alma, Coordenadora da Equipa do projecto " Casas primeiro", culminando com uma reflexão sobre a realidade concelhia.

A sessão será moderada pela vereadora da Acção Social e presidente do Conselho Local de Acção Social das Caldas da Rainha.

Livros | Águas Silenciosas

Portugal volta a encontrar-se com o
poeta e músico Timothy Hagelstein

Águas Silenciosas, uma obra plena de impressões torturadas, marca o ressurgimento do poeta e músico belga que apaixonou Portugal nas décadas de 1970 e 1980 com temas como «Mona Lisa» ou «Lady Love». Esta edição bilingue da Guerra e Paz conta com alguns dos melhores poemas do autor, traduzidos para português por Ana Paula Filipe, e um prefácio assinado pelo escritor José Jorge Letria. O livro chega às livrarias no próximo dia 19 de Novembro.

Em Águas Silenciosas, o leitor é convidado, sem pudor, a entregar-se à poesia de Timothy Hagelstein. Afinal, «a poesia não quer adeptos, quer amantes», tal como um dia defendeu o poeta e dramaturgo espanhol Federico García Lorca.

Aceite o convite, descobrirá uma escrita plena de impressões torturadas, na qual o poeta surge como um homem dilacerado que, paradoxalmente, conseguiu encontrar um equilíbrio entre o ser e o não-ser. Uma dualidade exaltante que permite todas as ousadias. Estas águas silenciosas confundem-se com as «promessas de lua» que atormentam e amedrontam as «almas dolorosas», sempre tão distantes e tão próximas.

A obra marca o ressurgimento do poeta e músico belga a Portugal, país que apaixonou nas décadas de 1970 e 1980 com belas canções e de grande impacto popular. Quem não guarda boas memórias de «Mona Lisa» ou «Lady Love»? Um livro para os verdadeiros amantes de poesia, que conta com prefácio de José Jorge Letria, escritor, poeta, jornalista e presidente da Sociedade Portuguesa de Autores.

A edição bilingue (português e francês) da Guerra e Paz contou com a tradução de Ana Paula Filipe e o apoio do G7 Music Group, sociedade belga de produções musicais à qual Timothy Hagelstein preside.

Águas Silenciosas chega às livrarias de todo o país na próxima terça-feira, dia 19 de Novembro. O livro pode ainda ser adquirido através da loja online da Guerra e Paz, Editores.

Águas Silenciosas
Timothy Hagelstein
Ficção / Poesia
208 páginas · 15x23 · 15,50 €
Nas livrarias a 19 de Novembro
Guerra e Paz, Editores

VISEU MARCA ASSUME ORGANIZAÇÃO E FINANCIAMENTO DE FESTIVAL LITERÁRIO E PASSAGEM DE ANO


Protocolo permite à Associação investir proveitos da Feira de São Mateus na promoção da marca Viseu e na atratividade cultural e turística.

A VISEU MARCA irá assumir, ainda este ano, a organização e financiamento de grandes eventos na cidade de Viseu: o festival literário Tinto no Branco e a Passagem de Ano.

Esta quinta-feira, 14 de dezembro, foi aprovado um protocolo entre o Município de Viseu e a Associação que define as responsabilidades que ambas as instituições assumem nos eventos que irão decorrer até ao final do ano de 2019.

O documento atribui à VISEU MARCA a organização executiva do Festival Literário “Tinto no Branco”, que integra o evento enoturístico “Vinhos de Inverno” (da responsabilidade do Município) e da Passagem de Ano, que terá lugar no Campo de Viriato, com cartaz a anunciar brevemente.

Para a Presidente da Direção, Cristina Paula Gomes, “este investimento reflete de forma muito positiva a sustentabilidade económica alcançada pela Associação e pela Feira de São Mateus.”

A VISEU MARCA é uma associação de marketing territorial que programa eventos com potencial turístico e de envolvimento comunitário, detida pelo município, pela Associação Empresarial da Região de Viseu (AIRV) e pela Confederação Empresarial da Região de Viseu (CERV).

FIGUEIRÓ DOS VINHOS TEM O MAIS BAIXO PODER DE COMPRA DO DISTRITO DE LEIRIA

A NOSSA CÂMARA | parece uma pescadinha de rabo na boca. Dá a volta e vai sempre parar ao mesmo.
O Instituto Nacional de Estatística (INE), disponibilizou esta quarta-feira, dia 13 de novembro de 2019, os mais recentes dados sobre o Poder de Compra de cada concelho relativo ao ano de 2017.

FIGUEIRÓ DOS VINHOS TEM O MAIS BAIXO PODER DE COMPRA DO DISTRITO DE LEIRIA
Vale a pena olhar e reparar nos dados que são apresentados.
Estamos, mesmo abaixo, dos concelhos vizinhos de Pedrogão Grande, Castanheira de Pêra, Ansião, Sertã ou Pombal e somos, o concelho da Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria, bem como dos 16 que constituem o distrito de Leiria com o pior Poder de Compra.

Analisado o IpC, Indicador per Capita do poder de compra (primeiro fator extraído da análise), que pretende traduzir o poder de compra manifestado quotidianamente, em termos per capita, nos diferentes municípios ou regiões, tendo por referência o valor nacional, constatamos que:
Em 2013, com um executivo PSD, o indicador per capita do poder de compra do concelho estava em 70,34 , em 2015, com a câmara PS, o poder de compra baixou para 67,24 e em 2017, dados disponibilizados hoje, o poder de compra do concelho de Figueiró dos Vinhos voltou a baixar e está agora nos 65,48.
Figueiró dos Vinhos estava num processo de recuperação que foi interrompido em 2013 como mostram os números de 2015 e 2017.
O PS trouxe empobrecimento ao Concelho e Figueiró dos Vinhos, que infelizmente, tem vindo a perder poder de compra quando comparado com o ano de 2013 de gestão PSD na Câmara Municipal.
Quem o diz é o INE. Preto no branco. Este é mais um indicador, apresentado por uma entidade independente, a juntar a outros como o último estudo que a Bloom Consulting que analisando as categorias Viver, Visitar e Negócios, Figueiró dos vinhos desceu 44 posições relativamente a 2014, o Índice de Transparência Municipal no qual a Câmara Municipal tem nota negativa e cai 59 posições, tendo mesmo obtido a pior posição de sempre ou ainda a IGF ou ao Conselho de Finanças Públicas que se referiram, ultimamente, a Figueiró dos Vinhos em termos nada abonatórios.
Tudo isto é um facto resultante de uma política de empobrecimento do concelho levada a cabo nos últimos anos pelo Partido Socialista e que não passa no teste da realidade. Não seriam precisos estudos para chegar a esta conclusão. Os Figueiroenses sentem isso todos os dias na carteira, na falta de emprego e na desertificação do concelho. Este resultado que coloca a nú, mais uma vez, a falência da gestão socialista no Município, é mau para Figueiró dos Vinhos, é mau para os Figueiroenses e vem dar razão àquilo que temos vindo a dizer ao longo dos últimos anos. Muita propaganda, muita festa, muita cosmética, muita desculpa, muita ilusão, mas maus resultados.
O Partido Social Democrata sempre afirmou que há alternativa a este estado de coisas e que é possível construir um presente e um futuro totalmente distinto daquele a que assistimos nos últimos anos. Para bem do nosso concelho. Para bem das Pessoas.
Um presente e um futuro construído com políticas credíveis direcionadas para a criação de emprego e de riqueza, capazes de estancar a desertificação humana, criar riqueza e promover a fixação dos mais jovens. Um presente e um futuro construído com ações concretas e que visem o desenvolvimento económico e o turismo, o apoio às famílias, às empresas e ao comércio local. Mas também outras que perspetivem uma intervenção mais marcante do Município na educação, na cultura, na ação social, na habitação e urbanismo, no saneamento e qualidade de Vida.
Em suma é preciso inverter esta política assente no entretenimento e nas festas que tem levado ao empobrecimento do concelho e dos Figueiroenses.
Ao mesmo tempo constata-se o aumento dos pagamentos em atraso que só no primeiro semestre deste ano passaram os 1.4 milhões de euros (Fonte Conselho de Finanças Públicas),  a despesa realizada e não paga  no valor de  3.711.353,00 €  e a despesa comprometida por realizar, e por consequência também não paga, de 4.089.310,00 €, o que totaliza 7.800.663,00 €. (fonte Relatório do 1º Semestre de 2019 - Revisor Oficial de Contas).
O que vemos hoje é a confirmação do que temos dito e mais uma confirmação de que o executivo socialista falhou. E falhou não só nas políticas de desenvolvimento económico e social, de captação de novas empresas, na criação de emprego e no apoio aos mais vulneráveis, como falhou na sua relação com os cidadãos.
Sabemos que há Figueiroenses conformados com este estado de coisas, mas nós não. Apesar destes dados factuais, que hoje conhecemos, haverá sempre alguém que procura desvalorizar, que diga que as coisas não estão assim tão más e se apresse a vir a terreiro legitimar a maioria no poder, mas a realidade está à vista e não é rosa, nem esverdeada, mas pintada em tons cinzentos e negros.

O Partido Social Democrata e os seus eleitos na Câmara, na Assembleia e nas Juntas de Freguesia, continuarão determinados em levar por diante o mandato que lhes foi confiado pelos cidadãos do concelho, honrando os seus compromissos e assumindo com frontalidade a diferença de ser a alternativa a um poder gasto, sem ideias e que tem levado ao empobrecimento do concelho e dos Figueiroenses.
Nos últimos 29 anos o PS está à frente da Câmara Municipal há 21 anos e isso tem um preço muito alto para os Figueiroenses.