segunda-feira, 18 de abril de 2022
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ATLETA DA MARINHA GRANDE PARTICIPA EM COMPETIÇÃO MUNDIAL DE PESCA
Exército russo retira 150 crianças à força de Mariupol
De acordo com o assessor do presidente da câmara de Mariupol, a maioria das crianças foi retirada dos hospitais, sem os pais, e os ocupantes levaram também 16 crianças de um centro de saúde.
O exército russo retirou 150 crianças à força da cidade ucraniana cercada de Mariupol, muitas das quais estavam feridas e doentes no hospital, noticiou no domingo a agência Ukrinform, citando o Grupo de Direitos Humanos da Crimeia.
"O exército russo retirou à força cerca de 150 crianças de Mariupol [e transportou-as] em direção a Donetsk ocupada e [à parte russa da cidade de] Taganrog", denunciou Olha Skrypnyk, diretora da organização não-governamental (ONG) Grupo de Direitos Humanos da Crimeia.
Segundo o assessor do presidente da câmara de Mariupol, Petro Andriushchenko, a maioria das crianças foi retirada dos hospitais, sem os pais, e os ocupantes levaram também 16 crianças de um centro de saúde.
Andriushchenko frisou que as crianças "foram sequestradas" e não são órfãs.
"Os órfãos, juntamente com os funcionários do orfanato, foram retirados de Mariupol a 24 e 25 de fevereiro", disse o assessor camarário, citado pela ONG.
A mesma fonte declarou ainda que algumas das "crianças sequestradas perderam os pais devido aos crimes de guerra da Rússia", mas "ou têm tutores nos territórios não-ocupados ou estão sob proteção do Estado" ucraniano.
A Ucrânia rejeitou hoje categoricamente o ultimato para a rendição dos militares ucranianos que ainda resistem na cidade portuária sitiada de Mariupol, cujas vidas o exército russo prometia poupar se depusessem as armas.
Sem comida, água potável ou aquecimento, Mariupol, onde continuam encurralados cerca de 120.000 civis, enfrenta uma das maiores catástrofes humanitárias do mundo, devido à agressão da Rússia, e as autoridades locais denunciaram que pelo menos 20.000 civis morreram desde o início da invasão.
A ofensiva militar lançada na madrugada de 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 12 milhões de pessoas, mais de 5 milhões das quais para os países vizinhos, de acordo com os mais recentes dados da ONU -- a pior crise de refugiados na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
Segundo as Nações Unidas, cerca de 13 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária na Ucrânia.
A invasão russa - justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de "desnazificar" e "desmilitarizar" a Ucrânia para segurança da Rússia - foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e a imposição à Rússia de sanções que atingem praticamente todos os setores, da banca ao desporto.
A guerra na Ucrânia, que entrou esta segunda-feira no 54.º dia, já matou quase dois mil civis, segundo dados da ONU, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito mais elevado.
TSF/Lusa
Imagem: Observador
Espanha | Bebé de 18 meses em estado grave depois de cair do segundo andar em Madrid
Menino ficou com um traumatismo craniano grave.
Um bebé de 18 meses ficou gravemente ferido no domingo, depois de cair do segundo andar de uma moradia em Fuenlabrada (Madrid), informou o porta-voz dos serviços de emergência.
O jornal El País indica que o acidente terá ocorrido às 23:00. O fator “descuido” tem sido apresentado, mas a investigação ainda está a decorrer.
O bebé estaria a brincar com os irmãos no quarto com terraço envidraçado, relatam fontes ao jornal El Mundo. O menino conseguiu subir para o sofá, que estava preso à janela, e ao olhar para a rua perdeu o equilíbrio e caiu no chão.
A sorte é que o bebé caiu numa área de jardim, que amorteceu o impacto“, detalhou o porta-voz dos serviços de emergência da capital espanhola.
O alerta foi dado ao SUMMA112, que se apressou a chegar ao local. O bebé apresentava um traumatismo craniano grave e otorragia (sangramento) em ambos os ouvidos. Depois de estabilizado, a equipa de emergência transportou-o para o hospital, tendo ficado em estado grave.
Na manhã desta segunda-feira, fontes do hospital indicaram ao El País, que o menino continua internado, com um prognóstico “muito grave”.
A Polícia Municipal de Fuenlabrada está a investigar os contornos da ocorrência. No entanto, os agentes da UFAM da Delegacia Nacional encarregaram-se das investigações para apurar se existe, de facto, negligência por parte dos pais da criança ferida.
El #SUMMA112 ha asistido y estabilizado a un menor de 18 meses de edad tras precipitarse desde la ventana de un 2.° piso en #Fuenlabrada.
Trasladado en estado grave con un traumatismo craneoencefálico severo al Doce de Octubre.@PoliciaFuenla se encarga de la investigación. pic.twitter.com/lgm686osXb
— 112 Comunidad de Madrid (@112cmadrid) April 17, 2022
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