domingo, 9 de agosto de 2020

ARS Algarve | Mais 31 enfermeiros

Cuidados de saúde primários da região reforçam capacidade de resposta.
A Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve contratou 31 enfermeiros para reforçar as equipas das diversas unidades de saúde dos três agrupamentos de centros de saúde (ACES) da região:
  • ACES Barlavento – 12
  • ACES Central – 17 
  • ACES Sotavento – 2 
A integração destes novos enfermeiros, ao longo dos meses de julho e agosto, contratados ao abrigo das medidas excecionais relativas à pandemia da Covid-19, «vai permitir aumentar a capacidade de resposta dos serviços de saúde de proximidade e garantir uma prestação de cuidados de qualidade e adequada às necessidades da população», destaca a ARS Algarve, em comunicado. 

Covid-19 | Hospital de Braga

Hospital desenvolve estratégia para reforço das medidas preventivas no combate à doença.

Com o objetivo de reforçar a importância das medidas preventivas no combate à Covid-19, o Hospital de Braga desenvolveu uma estratégia de prevenção e promoção da saúde.
Através de mensagens positivas e com conteúdo que respeitem as orientações das autoridades de saúde, foram afixadas, em diversos pontos do hospital, «informação que pretende reforçar a importância do cumprimento escrupuloso das medidas definidas para o contínuo combate a esta pandemia», destaca o Hospital de Braga, em comunicado.
De acordo com o hospital, esta estratégia, dirigida a utentes e profissionais, é um processo dinâmico e, sempre que necessário, será monitorizado e atualizado.
O hospital observa ainda que «encontram-se implementadas diversas medidas para a salvaguarda e proteção, quer dos utentes, quer dos profissionais», nomeadamente:
  • O número de pessoas a circular foi limitado «ao essencial», para garantir a manutenção de distâncias de segurança entre as pessoas, quer em espaços de circulação, quer em espaços de espera.
  • Aconselha-se que os utentes não se façam acompanhar por outras pessoas (apenas em caso de menores ou na impossibilidade do utente se deslocar sozinho) e que devem comparecer no hospital com a antecedência estritamente necessária para efetivar os atos agendados (cerca de 15 minutos antes).
O Hospital de Braga informa ainda que, além das medidas acima destacadas, e «para continuar a garantir-se uma maior segurança aquando da vinda ao hospital, mantém-se a medição da temperatura corporal, desinfeção das mãos e a utilização generalizada de máscaras pelos utentes e profissionais».

HISTÓRIA, SONHO REAL

Para esses dias em que esquerdistas esquizofrénicos procuram reescrever a História — editando-a de acordo com seus interesses ideológicos partidários — seguem algumas frases para refletirmos neste fim de semana.

“A História é a testemunha dos tempos, a luz da verdade, a vida da memória, a mestra da vida, a mensageira da antiguidade”.
(Cícero)
“Cícero afirmou que a História é a mestra da vida; e eu digo que a vida é também a mestra da História, pois entendendo a vida se conhece melhor a História”.
(Plinio Corrêa de Oliveira)
“O historiador e o poeta se distinguem um do outro, não pelo fato de o primeiro escrever em prosa e o segundo em verso. Diferem entre si porque um escreve o que aconteceu, e o outro o que poderia ter acontecido”.
(Aristóteles)
“O romance é a história dos homens, e a História é o romance dos reis”.
(Alphonse Daudet)
“Afirma-se que a História é o breviário dos reis”.
(Henri de Saint-Simon)
 “A História, de qualquer modo que seja escrita, sempre encanta”.
(Plinio o Moço)
“A História não estuda só os fatos materiais e as instituições, seu verdadeiro objeto de estudo é a alma humana”.
(Fustel de Coulanges)
ABIM

Ator Alberto Villar morre aos 87 anos

O ator Alberto Villar, morreu hoje aos 87 anos, em Lisboa, onde estava hospitalizado, confirmou à Lusa fonte familiar.

Morreu o ator Alberto Villar | TVI24
Nascido em 1933, Villar estreou-se como amador no Grupo Miguel Joaquim Leitão, em Leiria, e, como profissional, em 1959, na companhia itinerante de Rafael de Oliveira, onde se manteve até 1961, e com a qual percorreu o país em sucessivas digressões.
Um convite para participar na peça "O Alfageme de Santarém", de Almeida Garrett, na RTP, levou-o a decidir encetar pela carreira de ator a tempo inteiro. Seguiu-se na RTP "Carmosina" (1963), ao lado de Alina Vaz, peça baseada na obra do escritor francês Alfred de Musset, numa adaptação televisiva de Ema Paul.
A sua carreira foi marcada por várias digressões, tanto em Portugal como no estrangeiro, nas distintas companhias a que pertenceu, nomeadamente na de Amélia Rey Colaço/Robles Monteiro, Metrul, onde foi também encenador, na de Francisco Ribeiro, ou no Teatro de Todos os Tempos e na Companhia Independente de Teatro e no Teatro Experimental de Cascais (TEC).
Uma das últimas vezes que surgiu em palco foi em 2015, no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, na peça "Cyrano de Bergerac", de Edmond de Rostand, que João Mota encenou.
Em 2016, participou, com Carlos Quintas, na peça "Faz-te ao Largo" , de Carlos Cabral, encenada por Ruy de Matos e levada à cena no Teatro Armando Cortez, em Lisboa.
Alberto Villar era o nome artístico de José Alberto do Espírito Santo, nascido em Leiria a 02 de novembro de 1933.
No Teatro Nacional D. Maria II, desde a sua reabertura, em 1978, participou em várias peças, designadamente, "Auto da Geração Humana", "O Judeu", "Pedro, o Cru", "Auto de Santo António", "As Fúrias", "Ricardo II", "Felizmente Há Luar", "As Alegres Comadres de Windsor" ou "Os Filhos do Sol". A sua carreira de mais de 50 anos está muito associada ao D. Maria II, onde esteve em cena quando se deu o incêndio no edifício, em 1968.
"Foi um dia muito triste", recordou, numa entrevista à agência Lusa, referindo "a força e o ânimo da Sra. D.ª Amélia [Rey-Colaço] para [continuar] como companhia, noutro teatro".
Estrearam em seguida, no então Teatro Avenida, em Lisboa, "A Invasão", de Miguel Franco, em que fez parte do elenco. A peça "saiu de cena pouco depois da estreia, proibida pela Censura, após uma ida ao teatro do almirante Américo Thomaz", então Presidente da República.
"Ficámos todos arrasados, mas seguimos em frente pois a companhia dependia da bilheteira, já que era muito curto o apoio do Estado", afirmou.
Não foi a primeira vez que Villar sentiu a repressão da Censura. Em 1973 fez parte do elenco da peça "Fonte de Ovejuna", de Lope de Vega, segundo versão de Natália Correia, pelo TEC, numa encenação de Carlos Avilez.
"A estratégia era apresentar a peça em Espanha e, confiando numa boa apresentação e recolher boas críticas, como aconteceu, e apresentá-la depois em Portugal, contornando a Censura Prévia".
A peça em que no final as atrizes despiam as blusas e de peito nu se dirigiam à plateia foi apresentada em Portugal, mas com advertência das autoridades de "apenas o ser no concelho de Cascais", contou numa entrevista à agência Lusa.
No Teatro Nacional D. Maria II exerceu ainda as funções de diretor de cena, tendo trabalhado com Filipe la Féria, nomeadamente em "A Casa do Lago", com Ruy de Carvalho, Eunice Muñoz, Maria de Lima, Luís Zagalo, Gustavo Gaspar e Pedro Lima.
Com La Féria participou nos musicais "Amália" e "Love Story", entre outros.
Como bolseiro do Ministério da Cultura efetuou, em 1985, um curso de encenação e 'régie' no Teatro Nacional de Chaillot, em Paris, sob a orientação de Antoine Vitez (1930-1990).
Alberto Villar contracenou, entre outros, com os atores Raul Solnado, Camilo de Oliveira, Eunice Muñoz, Catarina Avelar, Guida Maria, Rita Ribeiro e Alina Vaz, com quem codirigiu o projeto "Viagens ao Teatro", que esteve em cena, em Lisboa, durante 25 anos.
Imagem:TVI24

Nova prova desafia ciclistas amadores a “vencerem” a Torre da Serra da Estrela

Os praticantes e adeptos do ciclismo vão poder contar, a partir deste ano, com um novo desafio no Centro de Portugal: o Serra da Estrela Riders Challenge. O evento, com um concito inovador, foi apresentado no Centro de Interpretação da Torre do Estrela Geopark.
 A prova, de inscrição gratuita, vai decorrer de 15 de agosto a 18 de outubro. Nesse período, os ciclistas amadores podem enfrentar as encostas da Serra da Estrela. O conceito deste desafio de ciclismo de estrada passa por cumprir três etapas, correspondentes a três circuitos desenhados nas vertentes que rodeiam o maciço central, com inícios e finais em Manteigas e em Seia. Ao contrário dos eventos com data e hora específica, neste desafio os participantes têm cerca de dois meses para alcançarem o objetivo final – a conclusão das três etapas – podendo escolher dias e horários para cumprir os diversos trajetos.

A Etapa Este, com uma distância de 77 km, comporta um desnível acumulado de 2.550 metros e passa por Manteigas, Vale da Amoreira, Verdelhos, Teixoso, Covilhã, Piornos, Torre, com regresso a Manteigas. A Etapa Oeste, de 102 km e desnível acumulado de 2.450 m, tem início e final em Seia ou Manteigas, com passagem pela Torre, Sabugueiro, Seia, Gouveia, Penhas Douradas e Manteigas. A Etapa Sul, com 115 km e desnível acumulado de 3.100 m, passa por Seia, Valezim, Vide, Pedras Lavradas, Alvoco da Serra, Loriga, Adamastor, Torre, Sabugueiro e Seia.
A sinalização de percursos, registo de dados, validação dos objetivos e a performance dos atletas é feita através de dispositivos eletrónicos e plataformas digitais já desenvolvidas para este fim, recursos que a organização utiliza para gerir e verificar todos os dados.
A apresentação contou com as presenças de Emanuel de Castro, coordenador executivo da Associação Geopark Estrela, António Queiroz, diretor da Ultra Spirit Sports, Joaquim Gomes, diretor da Volta a Portugal em Bicicleta, e José Mendes, ciclista do FC Porto e campeão nacional de estrada, além de Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal e dos autarcas de Manteigas e Seia, Esmeraldo Carvalhinho e Filipe Camelo.
"É uma honra o Geopark Estrela poder acolher a apresentação deste projeto, tão importante para a divulgação do território”, começou por dizer Emanuel de Castro, lembrando que a Estrela integra, desde julho, os 161 Geoparks da UNESCO no mundo, num “reconhecimento internacional que veio dar uma nova responsabilidade e abrir novas possibilidades no desenvolvimento das comunidades deste território”.
António Queiroz apresentou sucintamente o Serra da Estrela Riders Challenge, sublinhando a “ligação natural que há muito existe entre a Serra da Estrela e o ciclismo”. “Queremos contribuir para o desenvolvimento do turismo sustentável nesta região”, disse, acrescentando que o desafio agora apresentado “é baseado em três circuitos, três etapas que passam pela Torre e pelos pontos mais icónicos da Serra, de forma a incutir nas pessoas a vontade de ficarem durante três dias”. “Um fim de semana não é suficiente, os participantes terão de ficar alojados três dias, ou voltarem cá três vezes”, frisou.
Joaquim Gomes salientou a importância histórica da região da Serra da Estrela para o ciclismo, que lhe deu “as maiores glórias, mas também os maiores desaires” enquanto ciclista profissional, tendo ambas as situações contribuído para a sua formação. “Quando vejo estes projetos numa região tão fantástica e quando vejo que a bicicleta tem uma importância cada vez maior na sociedade, fico muito orgulhoso. O futuro ligado à bicicleta está assegurado nesta região”, sustentou.
José Mendes partilhou da mesma opinião: “A Serra da Estrelas é das subidas mais desafiantes que um ciclista pode ter. Este circuito é um atrativo para as pessoas desafiarem os seus limites e verem até onde podem chegar. Estão reunidos todos os ingredientes para que este desafio seja um sucesso“.
Esmeraldo Carvalhinho, na qualidade de um dos anfitriões da prova, frisou que o ciclismo tem a capacidade “de aproveitar o potencial natural do nosso concelho de Manteigas”. “Estas atividades trazem à Serra milhares de pessoas e são importantíssimas para o nosso território”, disse.
Pedro Machado recordou que o ciclismo é um setor que, a nível europeu, representa 8 mil milhões de euros em viagens e 35 mil milhões em atividades, sendo “um setor poderoso na atratividade de receitas e de pessoas”. “O turismo deve representar valor acrescentado para as comunidades residentes, que devem sentir que ter turistas é uma vantagem. Eventos como este têm essa capacidade”, disse. “Acredito que a Serra da Estrela pode ter 365 dias de época alta, com neve no inverno e muitos meses de atividades, o que permite combater a sazonalidade e criar animação durante todo o ano. O pedestrianismo, o cicloturismo, a escalada, são atividades, entre outras, pelas quais a extraordinária Serra da Estrela tem grande apetência”, destacou.
A finalizar a apresentação, Filipe Camelo, manifestou visão idêntica, dizendo que “há condições pra aproveitarmos a Serra durante as quatro estações, trazendo valor acrescentado a todos. Acredito que esta prova, nestes moldes, trará valor acrescentado para a região”.

Município apoia Bombeiros de Anadia na aquisição de cisterna

A CM de Anadia vai apoiar os Bombeiros Voluntários na aquisição de um semirreboque cisterna de alumínio, com capacidade para cerca de 30 mil litros, representando um investimento superior a 30 mil euros. O apoio foi aprovado na última reunião de executivo, no passado dia 5 de agosto.

A necessidade de adquirir uma nova cisterna deve-se ao facto de a atual ter atingido o seu tempo útil de vida, não conseguindo, por isso, responder às diversas solicitações.

Para além de reabastecer os carros de bombeiros no que concerne ao combate aos incêndios, este meio tem colaborado com o Município de Anadia, designadamente no que respeita ao transporte de água para as povoações em que o abastecimento local à população tem registado algumas quebras.

Identificado homem de 23 anos suspeito da autoria do fogo em Sernancelhe

Um homem de 23 anos, suspeito de ser o responsável pelo incêndio florestal que deflagrou na quinta-feira no concelho de Sernancelhe, foi identificado pela GNR, indicou hoje aquela força de segurança.
"O Comando Territorial de Viseu, através do Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) de Moimenta da Beira, ontem [sexta-feira], dia 7 de agosto, identificou um homem de 23 anos de idade, pela prática do crime de incêndio florestal, na localidade de Lapa -- Sernancelhe", lê-se num comunicado da GNR.
No comunicado, a Guarda indicou que "o incêndio teve origem em trabalhos de reparação de um polidesportivo realizados com uma rebarbadora".
O fogo, que ainda está em fase de resolução, consumiu até ao momento "uma área aproximada de 2.200 hectares de pinheiro bravo e mato", acrescentou.
Os factos foram reportados ao Tribunal de Moimenta da Beira, no distrito de Viseu.
A GNR salientou ainda o facto de ter sido "prolongada a situação de alerta em todo o território do Continente", até às 23:59 de domingo, estando "proibido o acesso, circulação e permanência no interior dos espaços florestais, bem como nos caminhos florestais, caminhos rurais e outras vias que os atravessem".
Na nota, alertou também que estão proibidas "queimadas e queimas de sobrantes, a realização de trabalhos nos espaços florestais com recurso a qualquer tipo de maquinaria, proibição de trabalhos nos espaços rurais com motorroçadoras com discos metálicos, corta-matos, destroçadores e máquinas com lâminas ou pá frontal, proibição da utilização de fogo-de-artifício ou outros artigos pirotécnicos".
O incêndio no concelho de Sernancelhe teve início às 12:02 de quinta-feira, numa zona de mato e pinhal da localidade de Lapa, na freguesia de Quintela.
O combate às chamas foi dificultado pelo vento, que levou a uma progressão muito rápida do fogo em direção a algumas aldeias, tendo sido necessário cortar a Estrada Nacional (EN) 226 e retirar pessoas idosas de algumas aldeias para lugares mais seguros.
Lusa