sábado, 19 de janeiro de 2019

Bicicletas, fogaças e sabores do Japão

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Fugas
 
 
  Sandra Silva Costa  

Não será o destino mais óbvio, muito menos em pleno Inverno, mas é também por isso que tem muito mais graça. A Mara Gonçalves e o Rui Gaudêncio montaram-se nas bicicletas da Varina e pedalaram pela Costa da Caparica e Trafaria, num percurso por arribas, vilas piscatórias e muitas histórias que se contam à boleia do mar. A via ciclável segue por aqui e por aqui.


Quem está mais a Norte provavelmente já sabe que amanhã a tradição se cumpre mais uma vez em Santa Maria da Feira: centenas de meninas vestidas de branco desfilarão com fogaças à cabeça, na procissão que paga a promessa feita a São Sebastião há mais de 500 anos para livrar o povo da peste negra. Mas provavelmente não sabe que por trás do cortejo alvo há um monte de trabalho invisível feito por Paula Magalhães. Ela é a protagonista da semana e contou tudo à Alexandra Couto.


No capítulo da mesa, a Alexandra Prado Coelho apresenta-nos uma outra perspectiva para olharmos para ela: através da forma como se veste. A investigadora Ana Marques Pereira escreveu um livro onde aborda a história dos tecidos que colocamos entre a mesa e os pratos e explica que ela se cruza com a história da economia e da sociedade. Ora espreite.


Agora à mesa, mas para comer. O José Augusto Moreira andou pela ilha do Pico, nos Açores, e voltou com quatro moradas que vale a pena conhecer. E o Luís Octávio Costa foi provar os sabores japoneses do Namban. Bom apetite!


Antes das despedidas, uma viagem um pouco mais distante. O Sousa Ribeiro guia-nos pela Cantuária, em Inglaterra, durante séculos o maior centro de peregrinação do Norte da Europa. Situada a menos de uma hora de Londres, tem na catedral o maior ponto de atracção mas, perdendo-se nas suas ruas, o viajante rapidamente encontrará outros pontos de interesse e recantos menos turísticos. Boa viagem!


Estamos conversados por hoje. Marcamos encontro para o próximo sábado, à hora do costume? Até lá, boas viagens.

Roubo de combustíveis no México termina com mais de 60 mortos e 70 feridos

Durante o roubo um oleoduto explodiu junto a centenas de pessoas. Já foi aberta uma investigação.
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66 pessoas morreram e 71 ficaram feridas depois de uma explosão de um oleoduto no estado mexicano de Hidalgo, anunciou este sábado o governo mexicano.
As vitimas integravam um grupo de centenas de pessoas que estavam a roubar combustível com baldes e jerricãs, depois de uma conduta ter sido perfurada num campo pertencente à petrolífera estatal.
O oleoduto acabou por explodir e incendiar-se causando o pânico. As imagens da televisão mexicana mostram pessoas a fugir algumas delas em chamas.
No final do ano, o presidente do México, Andres Manuel Lopez Obrador, lançou uma ofensiva contra o roubo de combustíveis, obrigando a petrolífera estatal a fechar temporariamente alguns oleodutos.
Este acidente vem levantar questões sobre a estratégia que está a ser seguida mas o presidente mexicano garante que nada vai mudar na política do Governo.
"Isto, infelizmente mostra que é preciso acabar com esta prática que levou à tragédia. Infelizmente é uma prática que se foi permitindo porque as pessoas ficaram sem alternativa e acabam por levar a cabo estas atividades, com todos os riscos que isso implica", disse Andres Manuel Lopez Obrador.
"Vamos continuar até erradicar estas práticas, dando opções e alternativas a estas pessoas para que não se vejam obrigados a tomar este caminho perigoso que leva a tragédias. E também resolvendo o problema com mais vigilância e mais atenção por parte da autoridades", adiantou o governante.
Entretanto já foi aberta uma investigação judicial à explosão no oleoduto. O presidente do México promete apurar a verdade e garante total apoio às vítimas.
Rui Silva e Teresa Alves / TSF
Foto. EPA

Município de Anadia não assume transferência de competências

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Bairrada Informação
O executivo da Câmara Municipal de Anadia aprovou, por maioria, com a abstenção dos vereadores do PSD, na reunião do passado dia 16 de Janeiro, não assumir a transferência de competências para o ano de 2019. Em causa estão os diplomas referentes a Instalação e Gestão de Lojas de Cidadão e Espaços de Cidadão, Justiça, Exploração de jogos de fortuna ou azar, Vias de Comunicação, Estacionamento Público, apoio às Equipas de Intervenção Permanente dos Bombeiros, Habitação e Gestão do Património Imobiliário Público.
A presidente da Câmara Municipal de Anadia, Maria Teresa Cardoso, considerou que “depois de uma análise ponderada dos diplomas setoriais, subsistem as dúvidas suscitadas relativamente às competências a transferir, uma vez que os mesmos refletem ainda uma ausência de clareza quanto à sua operacionalização, necessária para que os municípios possam avaliar as implicações financeiras, humanas e organizacionais”, sublinhando que “não se encontram, atualmente, reunidas as condições para que o Município de Anadia possa assumir as competências que se pretendem transferir com os mencionados diplomas legais”.
A autarca sublinhou ainda que existe “uma ausência de conhecimento cabal sobre as matérias a transferir, as implicações financeiras, humanas e organizacionais”, daí, que, no seu entender, “não estejam reunidas as condições para que, responsavelmente e na defesa dos interesses da autarquia e das populações, o Município assuma, no ano de 2019, as novas competências”.
Dos diplomas aprovados pelo Governo, pelo menos um deles não terá aplicabilidade no Município de Anadia, na medida em que o concelho não se encontra dotado de praias marítimas, fluviais e lacustres.
TRANSFERÊNCIA DE COMPETÊNCIAS PARA A CIRA
O executivo camarário aprovou ainda, por maioria, com a abstenção dos vereadores do PSD, um parecer favorável à decisão do Conselho Intermunicipal da CIRA - Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro, tomada no passado dia 4 de janeiro, relativamente à assunção da transferência das competências em 2019, no domínio do Turismo e dos Fundos Comunitários e Captação de Investimento, e à não aceitação das competências na área da Justiça e das Associações de Bombeiros este ano.
As duas propostas aprovadas vão agora ser enviadas à Assembleia Municipal de Anadia, cuja reunião extraordinária está agendada para o dia 30 de janeiro, onde serão analisadas e votadas. As decisões serão, posteriormente comunicadas à Direção Geral das Autarquias Locais e à CIRA.

Manhã de sábado: Maria matou a mãe por um namorado que ninguém viu /premium

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Manhã de sábado

As principais notícias do dia
Bom dia!
Em 1848, Maria José matou a mãe, despedaçou o seu corpo e espalhou-o pela zona da Graça a mando de José Maria. A polícia nunca encontrou provas da existência do namorado e Maria foi condenada à forca.
A eurodeputada Maria João Rodrigues desvaloriza a investigação de que está a ser alvo no Parlamento Europeu. Em causa estão queixas de assédio laboral.
A eurodeputada e cabeça de lista do partido às eleições europeias fala em "facilitismos" no debate eleitoral e rejeita a etiqueta de populista. Para maio, prevê a "implosão do bloco central".
Em ano de eleições na Madeira, arranca este sábado o XVII Congresso Regional do PSD/Madeira que vai aclamar Miguel Albuquerque como Presidente do partido. Rio encerra os trabalhos
Governo britânico publicou documento oficial em que previa pelo menos um ano para ser preparado um novo referendo. Mas o académico Robert Hazell garante que seriam apenas cerca de seis meses.
Tenista português perdeu na terceira ronda contra o japonês Kei Nishikori. Apesar da derrota, João Sousa continua em competição no torneio de pares
A vitamina C pode não ajudar a prevenir constipações. Essa foi uma hipótese nunca provada de um Nobel nos anos 70. Mas pode continuar a comer laranjas: a vitamina C pode diminuir a duração da doença.
Primeira de três Super Luas deste ano ocorre na madrugada de domingo para segunda e coincide com um eclipse lunar total — algo que só volta a acontecer em 2021.
Fotógrafo oficial de Obama vem a Portugal em Setembro. Pete Souza lidera um grupo de 28 fotógrafos que vai percorrer as principais cidades turísticas do país 

Opinião

Helena Garrido
Vivemos tempos de enorme instabilidade. Cresce a percepção de existirem dois universos. O dos políticos, onde estão também as elites urbanas. E os outros. Os jornalistas estão dentro. Os jovens fora.
Paulo Tunhas
Ninguém percebe qual é a partitura do PSD e qual a sinfonia que Rio ou Montenegro vão tocar, algo imprescindível para uma pessoa decidir se vai ou não ao concerto. Pode ser tudo e mais alguma coisa.
Maria João Avillez
Eis Montenegro, com uma velocidade igual á infelicidade: que o faz correr agora? Mas o que ele disse foi inversamente proporcional ao estrépito com que galopou para a sela do PSD (que não a do país).
Nuno Crato
A extensão da escolaridade obrigatória ao 12.º ano foi feita sem que a “massificação” acarretasse degradação do ensino. Atrair mais jovens para o superior pode e deve ser feito sem reduzir a exigência
Tiago Dores
Eu acho estupendo. Propinas gratuitas, livros gratuitos, transportes gratuitos, tudo gratuito para toda a gente. Por este caminho o mais provável é acabarmos a trabalhar gratuitamente para o Estado.
MAGG

Inês Ribeiro
Uns desvalorizam a situação, outros ficam afetados psicologicamente e têm dificuldade em seguir em frente. Contamos-lhe casos dramáticos. 

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Incêndio destrói antigos “Armazéns Amizade” em Coimbra

Incêndio em prédio devoluto junto à Loja do Cidadão agitou Baixa da Cidade de Coimbra durante a manhã deste sábado.
O incêndio ocorreu nos antigos Armazéns Amizade, que encerrou  há décadas, situado na Rua da Moeda, no inicio da futura Via Central, na zona Bota Abaixo, junto à Loja do Cidadão.
Foram retiradas 26 pessoas de prédios vizinhos. Não há feridos, nem desalojados. O incêndio está dominado, o prédio corre o risco de ruir na totalidade.
No local estiveram cerca de 60 bombeiros dos Voluntários de Coimbra, Voluntários de Brasfemes, Voluntários de Cndeixa e Sapadores de Coimbra, que responderam ao alerta que foi dado às 6 da manhã.
Pelas 13 horas, ainda decorriam trabalhos de rescaldo no local.
Texto: Notícias de Coimbra / JN
Foto: Facebook Pastelaria H2

Falhas informáticas consecutivas prejudicam a atividade clínica e o atendimento aos doentes

Inquérito da Ordem dos Médicos do Centro confirma
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Um estudo realizado pela Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos (SRCOM), na sequência das inúmeras queixas e reclamações sobre a funcionalidade e operacionalidade de muitas das aplicações informáticas utilizadas no Serviço Nacional de Saúde, designadamente sobre o Programa Sclínico, conclui que, dos médicos que responderam ao inquérito, 79,2% afirma que o programa SClínico não é rápido, 42,5% diz que não é fácil e 62,6% dos inquiridos conclui que não facilita o trabalho em ambiente de consulta. Pior: 82,1% dos médicos que responderam ao questionário dizem que o programa informático Sclínico provoca novos problemas que interferem na atividade clínica.
Números que concretizam as inúmeros denúncias da SRCOM: a fraca  e  péssima qualidade deste serviço prestado pelos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, EPE (SPMS) faz com que seja cada vez mais difícil, por exemplo, consultar o registo clínico, prescrever medicamentos e Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica.
O estudo mostra ainda que este programa apresenta erros e bloqueios frequentes, situação reportada por 84,9% dos inquiridos.  A percentagem de respondentes que afirma que o serviço de apoio informático – ServiceDesk é ineficaz atinge os 74,4%.
 “Os responsáveis dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde desconhecem a dimensão e a gravidade do problema porque não se deslocam às unidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS). A inércia da entidade responsável pela gestão do sistema informático do SNS está a causar graves problemas, com forte impacto na vida dos utentes”, afirma o presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos.
Afirma Carlos Cortes, “esta recolha de dados confirma os nossos alertas. A informatização clínica do SNS não é eficaz nem eficiente. Além das inúmeras dificuldades já existentes no SNS, a sistemática incompetência demonstrada na introdução de novas funcionalidades está a prejudicar o trabalho dos profissionais".
Segundo o presidente da SRCOM, este problema provoca um "impacto inaceitável sobre os doentes, obrigando ao cancelamento ou adiamento de consultas. Há doentes que voltam repetidamente ao seu Centro de Saúde, apenas e só, devido aos problemas dos constantes bloqueios do sistema informático". Carlos Cortes deixa o apelo aos SPMS: "Antes de se avançar com novos sistemas é necessário resolver estes bloqueios desesperantes".
Esta recolha de dados, com mais de 500 respostas, foi realizada através de questionário online anónimo voluntário, no mês de Dezembro de 2018. Todos os dias chegam à Ordem dos Médicos queixas, denúncias e alertas.

Governo identifica quase duas centenas de pedreiras em situação crítica

O Governo identificou em 13% das pedreiras que dependem do Estado central, ou seja, 191 casos, "situações críticas", de acordo com o primeiro levantamento exaustivo das maiores pedreiras existentes em Portugal continental, a que o Expresso teve acesso.
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Em causa, está o “Plano de Intervenção nas Pedreiras em Situação Crítica” decretado pelo Ministério do Ambiente, após o acidente que matou cinco pessoas em Borba, distrito de Évora. O conteúdo do estudo será a base de uma Resolução do Conselho de Ministros, a aprovar brevemente.
Do total das explorações em situação crítica para pessoas e bens externos à atividade, 77 situam-se no Norte, 32 no Centro, 24 em Lisboa e Vale do Tejo, 55 no Alentejo e três no Algarve.
De acordo com o semanário, nas “medidas preventivas”, 54 destinam-se a evitar o “colapso ou abatimento de caminhos públicos, estradas municipais ou estradas nacionais”.
No entanto, o número de pedreiras a que se aplicam as medidas em causa não é referido no documento.
Por região, o Alentejo é onde se regista uma maior prevalência de situações críticas (18%), seguido pela zona Norte (17%).
O Ministério do Ambiente indicou ainda diferentes graus de prioridade no que se refere à resposta à “criticidade” das pedreiras identificadas, sendo que o “elevado”, que prevê uma intervenção imediata, se aplica a 34 delas. Nos restantes casos, a prioridade é “moderada” ou “baixa”.
O estudo do Governo incide sobre 1.427 pedreiras das classes 1 e 2, que correspondem às de maior dimensão e complexidade, cujo licenciamento cabe à Direção-geral de Energia e Geologia.
Por sua vez, nas pedreiras das classes 3 e 4, de dimensão inferior, o licenciamento cabe aos Municípios.
Conforme revelou hoje o Expresso, para 178 (93%) das 191 pedreiras, o estudo determina a realização de algum tipo de obra, uma vez que “haverá necessidade de estudos prévios e/ou projetos de execução.
Tendo em conta que à mesma pedreira podem ser aplicadas várias medidas, em 142 é necessário colocar vedações e em 116 sinalização.
O Expresso apurou ainda que as entidades que exploram as pedreiras visadas vão começar a ser notificadas em fevereiro, sendo estipulado um prazo para garantir a aplicação das medidas de segurança.
Adicionalmente, caso a pedreira exija uma intervenção de caráter estrutural, implicará obrigatoriamente a realização de um estudo prévio.
Para as 34 pedreiras alvo de ação prioritária, o Governo estima um valor de 14 milhões de euros, que será suportado pelos privados, não incluindo obras que sejam necessárias.
Caso os responsáveis não cumpram o exigido, os organismos da Administração Central farão as obras coercivamente, solicitando, posteriormente, o ressarcimento dos valores aos empresários ou donos dos terrenos.
Para a identificação das pedreiras em causa foi aplicada uma grelha com vista à verificação de situações de potencial colapso ou abatimento de caminhos públicos, movimentos de massas de escombreiras (montes de inertes que resultam da exploração), existência de lagoas suscetíveis de causa afogamentos ou o colapso de prédios limítrofes, rústicos ou urbanos, entre outros cenários apontados, num total de 16 itens.
A Lusa contactou fonte do Ministério do Ambiente, que confirmou a existência do relatório, mas referiu que o documento não vai ser divulgado para já.
Lusa

EFSA e cientistas desenvolvem modelo para proteção das abelhas melíferas a nível europeu

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O projeto ApisRAM, que pretende validar um modelo de avaliação de risco para colónias de abelhas melíferas a nível europeu, vai reunir, em Coimbra, de22 a 24 de janeiro, especialistas da Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA, na sigla original em inglês) e investigadores do Brasil, Dinamarca, França, Irlanda, Itália e Portugal.
Este modelo «permitirá prever o estado de saúde das colónias de abelhas adotando uma abordagem holística ao problema, integrando não apenas informação sanitária sobre as colónias (por exemplo, incidência de varroa e outras doenças) e efeitos derivados da exposição a pesticidas, mas também a influência da composição e gestão da paisagem (essencialmente ao nível de práticas agrícolas e disponibilidade de recursos florais)», explica José Paulo Sousa, coordenador da equipa portuguesa que é composta por sete investigadores do Centro de Ecologia Funcional (Centre for Functional Ecology - Science for People & the Planet) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).
A solução desenvolvida no âmbito do ApisRAM será utilizada pela EFSA, que financia o projeto, e pelos diferentes países europeus, «não só na avaliação de risco de pesticidas para abelhas, mas também por outras agências (por exemplo, DG AGRI e DG ENV) como ferramenta de gestão do território, permitindo a tomada de decisões sobre as práticas de gestão ao nível da paisagem para minimizar o risco para estes polinizadores» refere o também docente do Departamento de Ciências da Vida da FCTUC.
A reunião, que servirá para definir as metodologias de monitorização em campo e em laboratório a executar durante os próximos dois anos, vai ter lugar noDepartamento de Química da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, com início às 8h30m, na Sala E6.2, e inclui visitas aos locais de estudo em Portugal (nos dias 23 e 24).

CIM Região de Coimbra promoveu debate sobre o futuro do ensino profissional

A Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra, na sequência da realização do estudo regional de Antecipação de Necessidades de Qualificações intermédias, promoveu, quarta feira, 17 de Janeiro, uma reunião de análise preliminar aos resultados, que se enquadra no desenvolvimento do Sistema de Antecipação de Necessidades de Qualificações (SANQ) da Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional (ANQEP).
Na presença da dirigente da ANQEP, Ana Cláudia Valente, o debate centrou-se na aplicação efetiva dos resultados preliminares do estudo, que vai permitir a definição de novos desafios da formação profissional no território da Região de Coimbra, por forma a elaborar um documento estratégico orientador do ensino profissional regional. O objetivo da sessão foi analisar os resultados preliminares do estudo sobre o ensino profissional na Região de Coimbra e recolher contributos para a construção do mapa de relevâncias das qualificações a devolver à ANQEP, segundo as orientações do estudo da CIM Região de Coimbra.
A “estruturação da oferta profissional é uma questão crítica e deverá ser efetuada em articulação com o tecido empresarial”, considerou na abertura da sessão o Secretário Executivo da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra. Jorge Brito recordou que a CIM RC é o interlocutor nas questões de financiamento e lançou o repto para que as entidades representadas enviem contributivos específicos para a construção do programa 2030. O responsável da CIM RC conclui que “temos de dar uma nova vida ao Catálogo Nacional de Qualificações” e adequá-lo à realidade estruturante na região, como é o caso da economia da floresta.
Nos trabalhos participaram, para além das escolas, os municípios que integram a CIM Região de Coimbra, Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, DGESTE, Associação Nacional de Escolas Profissionais, Instituto Politécnico de Coimbra e Universidade de Coimbra.

Benfica bate Vitória de Guimarães com golo de Seferovic

Suíço foi suplente de Castillo e marcou dez minutos depois de entrar

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Um golo de Seferovic, que começou a partida no banco, permitiu ao Benfica derrotar o Vitória em Guimarães, pela segunda vez nesta semana.
Três dias depois de se defrontarem para a Taça de Portugal, Benfica e Vitória de Guimarães voltaram a medir forças, agora para a Liga.
Luís Castro lançou André André e Tozé no onze, como era esperado, enquanto Bruno Lage surpreendeu ao trocar Seferovic por Castillo.
O Benfica procurou controlar as operações, mas o Vitória de Guimarães recusou jogar à defesa. Ganhou o público, que assistiu a bons momentos durante a primeira parte.
As primeiras ocasiões pertenceram aos encarnados, com João Félix e Pizzi a obrigarem Douglas a aplicar-se. Castillo também esteve perto de marcar, num lance aliviado por Pedro Henrique.
Na resposta, o Vitória reclamou uma falta à entrada da área, por alegada sanduiche de Jardel e Conti a Guedes, e André André assustou com um tiro que passou por cima do travessão de Odysseas.
Castillo voltou a ficar perto de festejar, desta feita travado por Osorio, e na outra área foi Odysseas a desviar uma bomba de Tozé.
A fechar a primeira parte, o guarda-redes do Benfica negou o golo a Guedes.
No regresso do intervalo, as duas equipas trouxeram uma dose maior de cautela, mais empenhadas em evitar surpresas do que em surpreender o oponente.
O equilíbrio imperava, pelo que ambos os técnicos refrescaram o ataque (Guedes por Welthon, Castillo por Seferovic) e depois o meio-campo (Pizzi por Rafa, Joseph por João Carlos Teixeira).
Rafa Soares assustou Odysseas, mas o golo surgiu na outra baliza, aos 81, com André Almeida a cruzar para Seferovic – tinha entrado dez minutos antes – aparecer ao segundo poste.
O golo do suíço confirmou o segundo triunfo do Benfica em Guimarães em apenas três dias, mantendo os encarnados no segundo lugar da Liga.
Bancada.pt

A Casa do Povo de Abrunheira venceu recentemente o prémio “AJUDAR” 2018 da Fundação Inatel

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Assente na arte como estimulo terapêutico, este projecto inovador recorre a representações efectuadas pelo artista António Conceição, em vários pontos interiores e exteriores da Instituição, estimulando algumas funções como a memória e a capacidade de localização espaço/temporal dos clientes.
Algumas pinturas são enriquecidas com videoprojeção, aludindo a diversos elementos que compuseram o dia-a-dia e a realidade dos mesmos, até ao aspeto mais inovador deste projecto – a substituição da sinalética tradicional por representações das atividades que se realizam dentro de cada espaço, desde quartos a casas de banho, facilitando a compreensão da função do espaço, diminuindo os estados de ansiedade e de confusão de quem sofre de vários tipos de demência com especial ênfase para a doença de Alzheimer.
A entrega do prémio está marcada para a próxima terça feira, 22 de Janeiro no Teatro da Trindade.
Entretanto a Fundação Inatel esteve recentemente na Casa do Povo de Abrunheira onde efetuou uma video reportagem sobre este projeto.

Colheitas de sangue a realizar em Janeiro no Posto Fixo da ADASCA em Aveiro



Dias 23 e 30 das 15 horas às 19:30 horas (4ª.s Feiras)
Dias 19 e 26 das 9 horas às 13 horas (Sábados)
Colheita de sangue dia 9 de Janeiro das 9 horas às 13:00 horas no Posto Fixo da ADASCA em Aveiro
Para ser dador de sangue, é preciso ter entre 18 e 65 anos (até aos 60 anos, se for uma primeira dádiva), hábitos de vida saudáveis e peso igual ou superior a 50 kg.
Pode ser dador de medula óssea se tiver entre 18 e 45 anos, peso igual ou superior a 50 kg, não for portador de doenças crónicas ou autoimunes e não tiver recebido uma transfusão de sangue desde 1980.
Com um pequeno gesto pode fazer a diferença. Dê sangue e registe-se como dador de medula óssea!
- Não se deve doar sangue em jejum
- Após terminar o almoço convém deixar decorrer 2:30 horas período necessário para a digestão
- Faça acompanhar do Cartão de Cidadão ou do Cartão Nacional de Dador de Sangue.

Mapa das Brigadas com datas e horários 2019

Não deixem de consultar o site www.adasca.pt


Tecnologías para la automatización en 2019: Rockwell Automation


por Yesica Flores

En la actualidad las organizaciones de todo el mundo se encuentran estudiando y aprendiendo a implementar su estrategia de transformación digital. Cuando se habla de este concepto, no se trata solo de traspasar los procesos tradicionales a un entorno digital, sino de ir más allá, de cambiar el modelo de negocio para aprovechar todo el potencial tecnológico.
Empresa Conectada, es un concepto de Rockwell Automation que consiste en vincular los sistemas OT (Operational Technology) con IT (Information Technology) de una empresa, para recopilar datos procedentes de la planta de fabricación y analizarlos con el objetivo de obtener mejoras en el negocio y tomar decisiones más acertadas.
La industria es el sector que más datos masivos genera. Su adecuada recolección, correlación, identificación de patrones y aprovechamiento permiten tomar decisiones automáticas o manuales que inciden en la mejora de los sistemas productivos.
Industria Automotriz
De acuerdo con el Instituto Nacional de Estadísticas y Geografía (INEGI) la industria automotriz representa el 20% del Producto Interno Bruto mexicano, 11% en vehículos, 9% en autopartes, por lo que su objetivo, en esencia, es operar de manera más eficiente y llevar los productos al mercado con más rapidez.
Datos de ProMexico indican que la industria de autopartes en México continua con un crecimiento sostenido. En los últimos años, el sector ha alcanzado cifras récord tanto en producción (82,000 millones de dólares anuales) como en exportaciones (65,000 millones de dólares anuales). Actualmente, México es el sexto productor más grande del mundo y la expectativa es que los próximos años el país subir varias posiciones.
La fusión de automatización e información ayuda a las compañías del sector a medir y gestionar la productividad de nuevas maneras. Los datos de Internet de las Cosas sobre fabricación mejoran la toma de decisiones y el funcionamiento de las máquinas. La integración entre la automatización y la información abre la puerta a innovaciones que mejoran la productividad, como equipos auto eficientes y robots colaborativos.
Minería
 Actualmente en la industria minera el desafío es ser lo más eficiente posible, independientemente de la volatilidad en los precios de los productos básicos, sin embargo, la tecnología aparece como aliada para reducir el tiempo de inactividad no programado, aumentar el rendimiento o minimizar la variabilidad del proceso. Según ProMexico, el sector minero metalúrgico contribuye con el 4% del PIB.
El futuro de la minería depende en gran medida de la información, para Rockwell Automation se trata de la capacidad de convertir a las minas actuales en minas conectadas, donde el acceso a los datos de producción genere información práctica para realizar decisiones más rápidas y eficaces, además de mantener las operaciones funcionando de manera ininterrumpida por más tiempo y ayudar a detectar con anticipación posibles problemas.
Oil and Gas

Es un hecho que la rápida evolución de la tecnología en los sistemas de automatización de los sectores industriales cada día exige una mayor integración entre la tecnología y la operación de las empresas. La combinación del control y la información a las industrias les permite optimizar sus operaciones mediante la conexión de la planta, la ubicación, las instalaciones y las personas. La combinación de las plataformas logra implementar un sistema de automatización industrial más eficaz para satisfacer sus necesidades.
Las tecnologías aplicadas al sector industrial tendrán que desarrollar de nuevas habilidades que serán necesarias para la fabricación inteligente. La colaboración entre personas y maquinas será primordial

Propósito de Año Nuevo: Tener juntas más productivas


por Yesica Flores
Las juntas de trabajo pueden ocupar hasta el 55% del día completo si no son planeadas de forma estratégica. WeWork comparte 5 tips para incrementar su productividad y propiciar un ambiente para ideas brillantes.
A unos días de haber regresado de las fiestas navideñas y de fin de año, nuevamente el calendario comienza a llenarse de las reuniones semanales diseñadas para resolver problemas, alinear al equipo y ejecutar grandes ideas. Sin embargo, cuando la agenda se satura y las juntas acaparan del 35% al 55% del tiempo total del día, dejan de ser productivas.
Para prevenir esta situación, Jesús Grovas, Gerente de Asuntos Públicos de WeWork, recomienda 5 tips para incrementar la productividad de las juntas mediante la optimización del tiempo y la inclusión de herramientas de tecnología.
1. Previo a la reunión, define una agenda, que incluya: objetivo de la junta, temas a discutir y duración. Se recomienda también solicitar que todos los asistentes lleguen preparados con investigaciones, reportes e ideas para aprovechar mejor el tiempo, e intentar que la convocatoria no sea demasiado grande para avanzar según lo planeado.
2. Revisar proyectores y audio antes de comenzar. Si bien algunas empresas ya cuentan con herramientas inteligentes para proyectar sin necesidad de cables o adaptadores, llegar con suficiente tiempo de anticipación para revisar que todo esté en orden antes de comenzar, es lo ideal.
3. Evitar las horas pico. “Desafortunadamente, la congestión por tráfico es una situación difícil de controlar en ciudades grandes. Por el bien de todos, es mejor agendar juntas lejos de las horas pico y considerar el tiempo que tomará a los asistentes llegar”, aconseja Jesús.
4. Utilizar herramientas de tecnología para juntas de menos de 30 minutos. Hoy en día, existe un sinfín de plataformas para comunicarse con otros compañeros de trabajo o con clientes. Si la junta está programada para durar menos de 30 minutos, se optimiza mejor el tiempo si se convierte en una llamada o videoconferencia. Además, vivir en una ciudad con tránsito complicado puede resultar en pasar más tiempo durante el traslado, que en la reunión.
5. Snacks para reuniones largas. Hay ciertos temas y estrategias que forzosamente deben discutirse por más tiempo, pero la junta se hace más amena si incluye botanas. “En WeWork, nos gusta hacer ‘working lunch’. Al mismo tiempo que planteamos ideas increíbles, comer juntos es una forma de construir relaciones sólidas con tus compañeros de trabajo y sembrar una base de confianza con los superiores”, comenta Grovas.
WeWork es una empresa cuyo objetivo es implementar una nueva forma de trabajar en el mundo y promover una cultura empresarial que impulse a sus miembros a convertirse en la mejor versión de sí mismos tanto dentro como fuera de un ámbito laboral. Por ello, su propuesta incluye un diseño de espacios dinámicos que permitan la colaboración, el uso de herramientas de tecnología para equipos remotos y la creación de una comunidad de personas y empresas.