domingo, 29 de novembro de 2020

Porque hoje é… Domingo | O impensável aconteceu na Rua Homem Cristo (Filho) em Aveiro

É verdade, o impensável aconteceu na Rua Homem Cristo (Filho), como mostra a imagem, tratasse de uma rua saída, que termina no Largo S- Braz.
Até à pouco tempo só existia o sinal rua sem saída, o sobreposto foi colocado à pouco tempo.
A pedido de alguém, que nem sequer vive nesta rua, foram afixados estes pilaretes (?) estreitando ainda mais a dita como podemos ver pela imagem, nem sequer os vizinhos que vivem de frente podem estacionar ali as suas viaturas como sempre o fizeram.

Aqui temos a Travessa da Barca, paralela com Rua Homem Cristo (Filho) a começar pelo nº. 1, com uma casa em pela ruína em frente, que coloca as pessoas que ali passam em risco. A Câmara Municipal não actua? Está à espera do que?
Junto aos contentores do lixo foi afixado o sinal que vemos na imagem. Não deixa de ser curioso, é que neste local/quarteirão não existem crianças, nem se joga à bola, logo não faz sentido a existência do sinal em causa.

Na imagem vemos os estragos que as viaturas provocam na casa da D. Rosa, o que já tem motivado algumas discussões.



Para localizar e identificar melhor do espaço que estamos a falar, acima podemos ler as designações da Travessa da Barca e do Largo de S. Braz, ponto da polémica sinalética.



Os dois sinais acima indicam que no Largo de S. Braz só podem estacionar 4 viaturas, supostamente deviam ser dos residentes, contudo, não é isso que acontece, o acesso continua a ser livre, chegando ali a permanecer viaturas durante uma semana, desconhecendo-se os seus proprietários.
Os moradores são a favor que deve ser salvaguardado o corredor de para as pessoas que vemos nesta imagem.

Não deixa de ser curioso, até para quem pediu a afixação pilaretes. Como não tem espaço para estacionar as suas viaturas em frente do seu prédio, vai estacioná-las no espaço dos outros moradores.
É estranho, como apenas uma só pessoa vê satisfeita a sua pretensão, sem que os restantes residentes sejam tidos nem achados. Somos levados a pensar que o senhor vereador Jorge Ratola responsável pelos Serviços Urbanos e Mobilidade, conhece esta rua, se não conhece devia procurar saber do que se trata, e rectificar o que os residentes alegam estar errado.
Com uma placa igual a esta, afixada na rua junto aos contentores do lixo, o problema ficava resolvido e evitava o sentimento de aversão contra quem prejudicou os moradores desagradados com a situação.
Senhor Vereador Jorge Ratola, corrigir o que não está bem, não retira a autoridade a quem tem poderes para decidir, bem pelo contrário, dá sinal de que existe bom senso e capacidade de reconhecer o que não bem desenhado.

Joaquim Carlos






Se o Parlamento fosse um prédio...


Rir, faz bem!😊

"Se o Parlamento fosse um prédio...

O PS é o quarentão do segundo andar, cheio da guita, que se divorciou o mês passado.

O PSD é o vizinho velho, que foi administrador e tem a mania que ainda manda. Ainda por cima, lá em casa ninguém se entende e tem altas cenas de violência doméstica.

O BE é aquela vizinha trintona, enxuta, que nunca casou. Está disposta a namorar com o quarentão do segundo andar, mas nada de casamento. Cada qual tem a sua casa.

O PCP também anda enrolado com o quarentão, mas ninguém pode saber. É a típica gaja que só lá vai para coiso... e baza!

O CDS é o tio de bigode do Primeiro andar, que veste Pierre Cardin de 1997 e anda num Mercedes emprestado. A mulher bazou de casa para casar com outro, mas ele continua a dizer que ela foi de férias com uma prima... Há dois anos!

O PAN é aquele gajo que vive com sete cães, três gatos, duas galinhas, nove periquitos e uma tartaruga albina, só come nabiças... e faz sexo tântrico com a mulher durante o fim de semana todo!

O CHEGA é a porteira que diz mal de tudo e todas. Não gosta de nada nem de ninguém. A filha casou com um cigano e foi deserdada...

O INICIATIVA LIBERAL mudou-se esta semana para o terceiro andar, mas ainda ninguém o viu...

O LIVRE é aquele vizinho que bate à porta e passados dez minutos ainda não se percebeu uma palavra..."

Enviado por Alves Ribeiro


  

Papa alerta cardeais contra “dois sonos perigosos”: mediocridade e indiferença


Em tempo de Advento, Francisco apela à proximidade e à vigilância da oração, que “desperta da tibieza duma vida horizontal, levanta o olhar para o alto, sintoniza-nos com o Senhor”.

Na missa de encerramento do consistório, neste domingo, na basílica de São Pedro, o Papa Francisco pediu aos novos cardeais que não “tenham pretensões terrenas, não se percam “em mil coisas”, não se distraiam “por tantas vaidades” nem se gastem “por um pouco de dinheiro, fama ou sucesso”.

Em tempo de Advento, o Papa apela à proximidade e vigilância, sobretudo porque há dois “sonos perigosos”: o sono da mediocridade e o sono da indiferença.

Contra a mediocridade, Francisco propõe a vigilância da oração, que “desperta da tibieza duma vida horizontal, levanta o olhar para o alto, sintoniza-nos com o Senhor. A oração permite a Deus estar perto de nós; por isso, liberta da solidão e dá esperança. A oração oxigena a vida: tal como não se pode viver sem respirar, assim também não se pode ser cristão sem rezar.”

Contra “o sono da indiferença”, que leva a “reivindicar tudo para si e a desinteressar-se dos outros”, é fundamental “a vigilância da caridade”. E como “a caridade é o coração pulsante do cristão”, disse o Papa aos novos cardeais, “tal como não se pode viver sem pulsação, assim também não se pode ser cristão sem caridade."

Aura Miguel /  RR

Foto: Fabio Frustaci / EPA

Primeira-ministra da Escócia diz que país está preparado para ter lugar na família dos independentes


A primeira-ministra da Escócia e líder do Partido Nacionalista Escocês (SNP) afirmou hoje, durante a abertura do congresso anual do partido, que “a Escócia está preparada para tomar o seu lugar na família dos países independentes”.

Nicola Sturgeon abriu os trabalhos do congresso, este ano realizado virtualmente devido à covid-19 e dedicado à questão “quem deve ter a escolha do futuro da Escócia?”.

As afirmações de Nicola Sturgeon vão no mesmo sentido das que proferiu recentemente à BBC, nas quais não excluiu que a consulta sobre a independência fosse “no início da nova legislatura, em maio de 2021”.

O SNP realiza esta 86.ª conferência anual apoiado pelas sondagens para as próximas eleições regionais, que se realizam em 6 de maio do próximo ano e que Nicola Sturgeon considera que são “as eleições mais importantes na democracia escocesa”.

Desde maio, de acordo com várias sondagens, a opção “sim” domina a sociedade escocesa, atingindo um recorde histórico de 58% da população a favor, segundo o IPSO Mori em outubro.

No referendo sobre a independência, realizado em 2014, o “não” venceu, com 55,3% dos votos, contra 44,7% do “sim”.

Não existe, contudo, um “plano b” para evitar o veto que o Reino Unido submeteu à questão da independência.

“A conferência poderia ter sido mais interessante, mas as moções que foram apresentadas para discussão foram rejeitadas pela liderança do partido”, disse Angus MacNeil, deputado pelas Hébridas em Westminster, criticando a ausência de um debate interno sobre as políticas para a realização do novo referendo.

O Comité Executivo Nacional recusou-se a acolher neste congresso a discussão sobre como lidar com um possível “não” de Londres, alegando a logística virtual em que se realiza. Em vez disso, haverá uma Assembleia Nacional, convocada pelo vice-presidente do partido, Keith Brown, no próximo dia 21 de janeiro.

O executivo de Boris Johnson recusou duas vezes este ano a realização de um novo referendo, primeiro no início de 2020, quando Sturgeon solicitou a transferência de poderes da secção 30 do Tratado da Escócia de 1998, e depois quando o secretário de Estado para a Escócia, Alister Jack, disse numa entrevista à BBC que não aconteceria “durante os próximos 25 ou 40 anos”.

Lusa

Imagem: SAPO24

A vacina mais segura contra o coronavírus

 

  •  Roberto De Mattei

Nas últimas semanas, algumas das mais importantes empresas farmacêuticas mundiais anunciaram a iminente produção de vacinas contra o COVID. Comentando estas notícias, um apreciado virologista italiano, o Prof. Andrea Crisanti, emitiu uma declaração de absoluto bom senso. À questão se, hoje, faria a vacina, Crisanti respondeu: Normalmente, são necessários cinco a oito anos para produzir uma vacina. Por isso, sem dados disponíveis, não faria a primeira vacina, mesmo que devesse chegar em janeiro. Gostaria de ter a certeza de que esta vacina foi oportunamente testada e que satisfaz todos os critérios de segurança e eficácia. Tenho esse direito, como cidadão, e não estou disposto a aceitar atalhos”

É uma resposta de total bom senso, aliás, coerente com aquele princípio de precaução que, atualmente, é tão invocado para a proteção do meio ambiente e não se compreende por que não deva ser utilizado no campo da saúde. O Prof. Crisanti [foto ao lado] não é hostil às vacinas, mas acredita, corretamente, que os comunicados de imprensa das empresas farmacêuticas não são suficientes para garantir a segurança e aguarda os dados científicos que, depois, as agências de controle verificarão. Por causa destas palavras prudentes, foi demonizado pelos mass media e por alguns dos seus colegas.

Crisanti defendeu-se com uma carta, publicada no Corriere della Sera de 23 de Novembro, em que afirma entre outras coisas: “Os guardiões da ortodoxia científica não admitem hesitações ou perplexidades, reclamam um ato de fé àqueles que não têm acesso a informações privilegiadas. “A vacina funcionará, trovejam indignados. Sou o primeiro a desejá-lo, mas permito-me, todavia, objetar que a vacina não é um objeto sagrado. Deixemos a fé à religião e a dúvida e o confronto à ciência, que são o seu estímulo e garantia”.

Dei espaço a estas afirmações porque, ao que me parece, são a voz do bom senso numa época em que, muitas vezes, se perde o bom uso da razão. Quem, como nós, não é imunologista nem microbiologista e é, portanto, incapaz de fazer previsões científicas, mas só pode tentar não renunciar ao bom uso da lógica, só pode dar plena razão ao Prof. Crisanti. Mas, como além da razão é necessário viver esta pandemia à luz da fé, podemos relatar a existência de um remédio contra o coronavírus que é, de longe, o mais eficaz, pois previne não só os males do corpo, que todos temem, mas também aqueles, muito mais perigosos, da alma, de que ninguém fala.

Refiro-me à Medalha Milagrosa, cuja festa é celebrada a 27 de novembro. Foi a própria Nossa Senhora que, naquele dia, em 1830, apareceu a Catarina Labouré, uma noviça de 24 anos, na Rue du Bac, na casa mãe das Filhas da Caridade, em Paris [foto]. Catarina Labouré recorda que viu: “formar-se, em torno das SS. Virgem, um quadro, um tanto oval, sobre o qual se liam, no topo, em forma de semicírculo da mão direita à esquerda de Maria, estas palavras escritas em letras douradas: ‘Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós’. Então, fez-se ouvir uma voz que me disse: ‘Manda cunhar uma medalha a partir deste modelo; todas as pessoas que a usarem receberão grandes graças, especialmente se a usarem ao pescoço; as graças serão abundantes para as pessoas que a usarem com confiança… Imediatamente, pareceu-me que o quadro se virou e vi o reverso da medalha. Havia a letra M (inicial do nome Maria), encimada por uma cruz sem crucifixo, que tinha como base a letra I (inicial do nome Iesus, Jesus). Mais abaixo, havia dois corações, um rodeado de espinhos (o de Jesus), o outro trespassado por uma espada (o de Maria). Finalmente, doze estrelas cercavam o todo. Depois, tudo desapareceu, como algo que se apaga, e enchi-me não sei de quê, de bons sentimentos, de alegria, de consolação”.

Em 1832, foram realizados os primeiros 1.500 exemplares da medalha pedida por Nossa Senhora. Desde então, as graças e os milagres multiplicaram os pedidos: pecadores convertidos, moribundos curados, perigos evitados, obtidas graças de todos os gêneros. A paróquia de Notre-Dame des Victoires, em Paris, tornou-se um centro de extraordinária propagação. Catarina Labouré foi uma silenciosa apóstola da Medalha Milagrosa até à sua morte, ocorrida a 31 de dezembro de 1876. O total de medalhas já distribuídas naquela data ultrapassava um milhão. O fruto mais marcante da nova devoção foi a conversão do hebreu Alphonse Ratisbonne, a quem Nossa Senhora da Medalha Milagrosa apareceu, a 20 de janeiro de 1842, na igreja romana de Sant’Andrea delle Fratte.

Em 1894, Leão XIII, por ocasião do quinquagésimo aniversário das aparições da Rue du Bac, declarou autêntica a milagrosa conversão de Ratisbonne e concedeu a festa da Medalha a 27 de novembro de cada ano. A 27 de julho de 1947, Catarina foi proclamada santa por Pio XII e, hoje, o seu corpo é venerado na capela das aparições da Rue du Bac [foto], ao lado da de Santa Luísa de Marillac, fundadora, com São Vicente de Paulo, das Filhas da Caridade.

Por que Nossa Senhora escolheu uma simples medalha para distribuir as suas graças? Pelo mesmo motivo pelo qual escolheu uma humilde noviça como destinatária da sua mensagem: para demonstrar que a Providência se serve sempre de instrumentos aparentemente insignificantes para derrubar inimigos que se julgam invencíveis. E o que há de fraco no mundo — diz São Paulo — é que Deus escolheu para confundir o que é forte. O que o mundo considera vil e desprezível é que Deus escolheu; escolheu os que nada são para reduzir a nada aqueles que são alguma coisa” (1 Cor 1, 27-29).

Nossa Senhora, na aparição, de 27 de novembro, a Santa Catarina Labouré, põe vitoriosamente os pés sobre o globo, o Mundo, e tem entre as mãos um outro globo menor, que oferece a Deus. Se o oferece é porque Lhe pertence. Maria, Medianeira de todas as graças, co-redentora do gênero humano, também é Rainha do Céu e da Terra. O mundo pertence-Lhe e não aos líderes do globalismo. Existe uma ordem mundial que é santa e é a Sua.

Pio XI, a 19 de julho de 1931, por ocasião do processo de Beatificação de Catarina Labouré, referindo-se aos males que afligiam a Igreja, disse: “Nestes dias, brilha a Medalha Milagrosa, como que para nos lembrar, de forma visível e tangível, que à oração tudo é permitido, até os milagres, e, sobretudo, os milagres. É aí que reside a magnífica especialidade da Medalha Milagrosa e nós precisamos de milagres. Já é um grande milagre que os cegos vejam… mas há um outro milagre que devemos pedir a Maria, Rainha da Medalha, que é que vejam aqueles que não querem ver…”.

A Medalha Milagrosa é benta e, depois, usada, preferencialmente ao pescoço. Os seus devotos não só a usam ao pescoço ou nas roupas, mas também a semeiam, nas próprias casas, nos lugares de dor e de pecado, onde quer que se possa difundir.

A Medalha Milagrosa, usada, com confiança, por muitos católicos em todo o Mundo, continua, ainda hoje, a sua extraordinária missão e é uma prodigiosa vacina contra os males do nosso tempo. O último grande milagre que lhe pedimos é a dissipação das trevas do caos que envolvem o Mundo em que vivemos.

ABIM

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Tradução do Italiano por: Dies Irae




Aveiro | PAN elege nova Comissão Política Distrital


Aveiro, 28 de novembro de 2020 - Decorreram no passado dia 15 de Novembro as eleições para a nova Comissão Política Distrital do PAN em Aveiro. A lista vencedora - constituída por Ana Gonçalves, Carlos Ferreira, Ana Maia, Ernesto Morais, Andrea Domingos, Filipe Cayolla, Catarina Pinto, João Almeida, Isabel Raposo, Pedro Rodrigues e Marta Dutra - assumirá agora a responsabilidade política pelas acções e posições desta força partidária, entre 2020 e 2022, no distrito de Aveiro.

Conforme explícito na moção estratégica apresentada pelo novo órgão político, será desenvolvido um trabalho no sentido de cimentar a contribuição do PAN para a existência de políticas locais relativas à justiça social, à educação, à saúde, bem-estar e protecção animal, assim como a salvaguarda da natureza, tendo igualmente em vista as eleições Autárquicas de 2021 e o objectivo de consolidar a voz e as causas PAN em mais concelhos do distrito.

"Vivemos uma situação excepcional, que requer uma resposta política de maior proximidade às causas sociais, na defesa das pessoas, em particular aquelas que se encontram em situações de maior fragilidade. Pretendemos também dar continuidade ao trabalho político diário na defesa e implementação de verdadeiras políticas de protecção animal nos municípios e dar voz às questões mais prementes no nosso distrito", declara Ana Gonçalves, porta-voz da Comissão Política Distrital.

"Temos como objectivo ser cada vez mais relevantes na vida política quotidiana no distrito e representar todas e todos aqueles que se reveem no ideário PAN, defendendo uma visão mais próxima dos valores humanistas, ambientais e animalistas. Estamos motivados e com enorme sentido de responsabilidade para avançar com o nosso trabalho nos próximos dois anos em defesa dos valores que defendemos", refere ainda.

 

Figueiró dos Vinhos | Propaganda socialista não resiste ao choque com a realidade

Propaganda que anuncia obras como a Reabilitação do Mercado Municipal de Figueiró dos Vinhos e a reconversão do Posto Aquícola de Campelo, mas omite que são feitas um empréstimo a 12 anos, ou ainda a Beneficiação de Percurso – Rua Major Neutel de Abreu feita com um empréstimo desta vez a 15 anos.

𝗗𝗶𝘇𝗲𝗺 𝗾𝘂𝗲 𝗳𝗮𝘇𝗲𝗺 𝗼𝗯𝗿𝗮, 𝗺𝗮𝘀 𝗻𝗮̃𝗼 𝗮 𝗽𝗮𝗴𝗮𝗺 𝗲 𝗲́ 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝘂𝗺 𝗰𝗮𝗹𝗼𝘁𝗲 𝗾𝘂𝗲 𝗱𝗲𝗶𝘅𝗮𝗺 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗼𝘂𝘁𝗿𝗼𝘀 𝗽𝗮𝗴𝗮𝗿𝗲𝗺.

Falam em redução de taxas, mas omitem que no orçamento para 2021 𝗼𝘀 𝗜𝗺𝗽𝗼𝘀𝘁𝗼𝘀 𝗱𝗶𝗿𝗲𝘁𝗼𝘀 𝘀𝗼𝗯𝗲𝗺. Para 2021 a previsão é de 797.065,00€ face ao orçamentado para 2020 que era de 759.331,00€. As Taxas, multas e outras penalidades também sobem em 2021 para 146.922,00€ relativamente ao previsto para 2020 que era de 78.320,00€. Atenção Figueiroenses.

Falam em redução do IMI mas escondem que o aumentaram  em 15% para prédios urbanos degradados.

É esta a propaganda socialista que não resiste ao choque com a realidade.

O PSD votou contra o orçamento para 2021, o mais baixo dos últimos anos apesar das transferências do Estado aumentarem. Votou contra por este ser um mau orçamento e não ajudar as pessoas. Conheça a nossa posição em   https://2bcbdf7c-dfb1-4e1d-b258-acfdcd8e7ea0.filesusr.com/ugd/4da2d2_f2f654b2515345eaadd32ead12bf7fe1.pdf?fbclid=IwAR3wVvSZGUmNbiKr99bEuGwz7c1qy2yHBhS9lphnly1WJPASbzyjgjFZa3w

Nós, PSD;  somos a oposição e somos a alternativa. . Nós estamos aqui para substituir o Partido Socialista à frente dos destinos do concelho.  É isso que as pessoas esperam de nós.


PSD Figueiró dos Vinhos