sábado, 4 de julho de 2020

Vagos: Rua da Fonte será alvo de requalificação

Foi publicado em Diário da República, no dia 22 de junho de 2020, o anúncio do procedimento para a contratação da empreitada de “Requalificação da Rua da Fonte – Vagos / Pista Ciclável Vagos – Zona Industrial de Vagos.
Esta obra conjunta surge da junção de dois projetos “Pista Ciclável Vagos – Zona Industrial de Vagos” e do projeto “Requalificação da Rua da Fonte, Vagos”, numa parceria entre o Município de Vagos e a empresa Águas da Região de Aveiro (AdRA). A execução desta empreitada tem como objetivo racionalizar e otimizar os recursos, meios e objetivos de eficácia, numa perspetiva de redução de preços e de custos-benefícios globais a obter.
O projeto de requalificação da Rua da Fonte contempla a pavimentação da totalidade da faixa de rodagem em todos os arruamentos em que serão executadas as renovações da rede de abastecimento de água, numa extensão aproximada de 1620m, incluindo 163 ramais domiciliários e a renovação da rede de águas residuais numa extensão aproximada de 1290 m de coletor gravítico, incluindo 154 ramais domiciliários.
O projeto da Pista Ciclável Vagos – Zona Industrial de Vagos prevê a ligação da futura rotunda da Rua de Cantanhede/Rua da Fonte com a Zona Industrial de Vagos. Esta ciclovia está incluída num projeto mais abrangente que fará as ligações entre a Sra. Vagos, Vagos, Zona Industrial, Vagueira, Centro Escolar da Gafanha da Boa-Hora e que se prolongará até ao concelho de Ílhavo pela Estrada Florestal.
Nesta empreitada, o Município suportará 70% do investimento, sendo o restante da responsabilidade da AdRA.

OVAR: Detido, em flagrante, por fogo posto em ecoponto

O Comando Distrital de Aveiro, da PSP, através da Esquadra Complexa de Ovar (Divisão Policial de Espinho), no dia 3 de Julho, pelas 04:20 horas, deteve, em flagrante delito, um homem, de 32 anos, desempregado, por ter posto fogo a um ecoponto, situado na Rua Engenheiro Adelino Amaro da Costa, em Ovar.

Os Bombeiros Voluntários de Ovar compareceram prontamente no local do incêndio, tendo ficado o fogo extinto. Contudo, três ecopontos, pertença da Câmara Municipal de Ovar, ficaram danificados, desconhecendo-se, até ao momento, o valor patrimonial dos danos.

De salientar que, aquando da deflagração do incêndio, estavam diversos veículos automóveis estacionados junto do referido ecoponto, e, atendendo à intensidade das chamas, vários moradores, dando conta do sucedido, conseguiram, a tempo, retirar os seus veículos, evitando assim um prejuízo patrimonial maior, mas pondo em perigo a sua integridade física.

O indivíduo já se encontrava a ser investigado por aquela Polícia, por suspeita da prática de diversos crimes de furto e dano, nomeadamente pelo furto de uma bicicleta, furtos em estabelecimentos comerciais e danos em montras e por suspeita de ter cometido pelo menos cinco dos crimes de incêndio (fogo posto) em caixotes do lixo e ecopontos, que nos últimos dois meses se verificaram na cidade de Ovar e que estavam a causar algum receio e insegurança na comunidade.

Foram-lhe apreendidos uma bolsa de tiracolo e um telemóvel, como medida cautelar, foi dado conhecimento dos factos à Polícia Judiciária de Aveiro, e o detido foi ontem mesmo presente ao Tribunal de Ovar tendo, posteriormente, sido conduzido ao Tribunal de Aveiro, cuja medida de coação adotada foi a de apresentações diárias ao Órgão de Polícia Criminal da área da sua residência.

PSP da Figueira da Foz recuperou viatura furtada


A Esquadra de Investigação Criminal da PSP da Figueira da Foz recuperou um carro que havia sido furtado de um parque de estacionamento daquela cidade no dia 28 de Junho.

Cerca das 18:10 do dia 1 de Julho, ao cruzarem-se com a viatura, os Agentes reconheceram-na pelo que abordaram os dois ocupantes.

Feita uma revista de segurança foi encontrado e apreendido diverso material possivelmente furtado de cemitérios, desconhecendo-se a origem, que se preparavam para vender.

Com um dos suspeitos foi encontrada as chaves de uma viatura furtada e já recuperada pela PSP da Figueira da Foz.

Os dois homens, de 42 e 54 anos, são suspeitos da prática de outros crimes de furto e foram constituídos Arguidos e sujeitos a Termo de Identidade e Residência.

Austrália limita chegadas internacionais de Sydney a 50 passageiros por avião

Voos do estrangeiro e com destino ao aeroporto internacional de Sydney, na Austrália, não podem viajar com mais de 50 passageiros, segundo novas medidas que entraram hoje em vigor no país por causa da pandemia de covid-19.
As autoridades regionais do estado Nova Gales do Sul, cuja capital é Sydney, impuseram um limite de chegada de 450 passageiros por dia, obrigando muitas companhias aéreas a manter a suspensão de rotas.
O limite de chegadas foi decidido depois do cancelamento de todos os voos até 15 de julho com destino ao aeroporto de Melbourne, no estado Victoria onde se regista um aumento de casos de covid-19.
As autoridades sanitárias de Victoria confirmaram hoje mais 100 novos infetados pelo novo coronavirus, o pior número no país desde as últimas semanas.
Apesar de as fronteiras da Austrália permanecerem encerradas a voos comerciais, continuam a operar um conjunto de voos especiais de repatriamento de australianos ou estrangeiros com autorização de residência, a maioria oriundos do Reino Unido.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 522 mil mortos e infetou mais de 10,92 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Lusa

GNR reforça ações de fiscalização ao cumprimento das medidas COVID-19

A Guarda Nacional Republica irá, já a partir deste fim-de-semana, reforçar o patrulhamento e a fiscalização ao cumprimento das normas e medidas associadas à declaração das situações de calamidade, contingência e alerta.
Com a subida das temperaturas, prevista para este fim-de-semana, a GNR irá orientar o patrulhamento para os locais propícios ao ajuntamento de pessoas, como as zonas balneares e outras afetas a atividades de lazer, relembrando ainda que o consumo de bebidas alcoólicas em espaços ao ar livre de acesso ao público e vias públicas é proibido e constitui contraordenação, exceto nos espaços exteriores dos estabelecimentos de restauração e bebidas devidamente licenciados para o efeito. A violação destas regras está sujeita a uma coima que varia entre os 100 e os 500 euros, no caso de pessoas singulares, e entre os 1.000 e os 5.000 euros, no caso de pessoas coletivas.
Apesar de, nestes primeiros dias, não descurando as suas competências de fiscalização, a Guarda ter adotado uma postura essencialmente informativa, desencadeando cerca de 600 ações neste âmbito, foram, ainda assim, detetadas 14 situações de infração que, nos termos da legislação em vigor, constituem contraordenação, designadamente:
  • Quatro por inobservância das regras de ocupação, permanência e distanciamento físico nos locais abertos ao público;
  • Três por inobservância do uso da máscara ou viseira para acesso ou permanência nos espaços e estabelecimentos comerciais;
  • Três pelo não cumprimento das regras de consumo de bebidas alcoólicas;
  • Duas pelo não cumprimento das regras relativas aos limites de lotação máxima da capacidade para transporte terrestre, fluvial e marítimo;
  • Um por inobservância do uso da máscara ou viseira para acesso ou permanência nos transportes coletivos de passageiros;
  • Um por não suspensão de acesso ao público de estabelecimento que disponha de espaço destinado a dança.

#StopHateForProfit. Da Coca-Cola à Adidas, são mais de 400 as empresas que vão retirar os anúncios do Facebook durante o mês de julho

Numa ação de protesto contra o discurso de ódio nas redes sociais, várias marcas de grande dimensão vão retirar os anúncios da rede social Facebook, tantas vezes criticada pela abordagem a este tipo de conteúdos. As perdas, porém, não deverão ser grandes para a empresa de Mark Zuckerberg, cuja maioria da receita de publicidade provém de pequenas e médias empresas.
Adidas, Puma, Coca-Cola, Starbucks, Unilever, Ford. Parece que já não há um dia em que uma grande marca não retire os seus anúncios do Facebook, uma campanha que atinge o cerne do modelo económico da rede social, embora o impacto a longo prazo deste movimento permaneça incerto.
Mais de 400 empresas aderiram à campanha #StopHateForProfit, um protesto contra o discurso de ódio na Internet e suspenderam a sua publicidade no Facebook e Instagram durante o mês de julho. Outras foram mais além e pararam de anunciar em todas as redes sociais.
Além do dano incontestável causado à sua imagem, há dúvidas sobre quais as consequências que a campanha terá nestas plataformas, que dependem quase completamente da publicidade. Até agora, nenhum governo ou órgão regulador foi capaz de medir a ascensão destas grandes empresas de media.
O Facebook, muitas vezes criticado pela abordagem tímida no controlo de conteúdo, fez uma série de anúncios nos últimos dias, pouco característicos da sua política. Proibiu o movimento da extrema direita "Boogaloo", prometeu destacar as informações com fontes seguras e reforçou a sua política de moderação de conteúdos.
"Até agora, as redes sociais conseguiram esquivar -se com discursos das pressões sobre a moderação dos conteúdos mais perigosos, mas o golpe é para as suas carteiras", explica Laurent Benzoni, professor da Universidade de Paris Panthéon-Assas.
"Não sei como vão encontrar um equilíbrio no qual demonstrem que não são editores" da imprensa, um papel que não querem desempenhar, "e como poderão tranquilizar os anunciantes" sobre os conteúdos, acrescenta.
Daniel Salmon, analista da BMO Capital Markets, acredita que não haverá "impacto financeiro tangível" por enquanto.

Como as pequenas e médias empresas vão evitar um golpe nas contas do Facebook

O Facebook, por exemplo, conta com uma base sólida de pequenas e médias empresas que colocam anúncios na sua plataforma, cerca de oito milhões no total. De acordo com cálculos da empresa Pathmatics, citada pela CNN, as cem marcas que mais gastam no Facebook foram responsáveis por apenas 6% dos 70 mil milhões de dólares em receita de publicidade no ano passado.
"É difícil para as pequenas empresas abandonarem o Facebook", disse Nina Goetzen, analista especializada no setor de publicidade, num podcast recente.
Debra Aho Williamson, analista da eMarketer, acredita que essa mobilização é "diferente" daquela que se seguiu ao escândalo após as revelações de que o Facebook permitiu à Cambridge Analytica o acesso a informações pessoais dos seus utilizadores.
Os anunciantes que aderiram ao boicote, "são aqueles que têm o histórico de se posicionar em questões de justiça social", acrescenta. O ponto de viragem, estima, chegaria se gigantes como Procter & Gamble ou Amazon se juntassem ao movimento. Mas isso levaria a que as empresas abdicassem da possibilidade de adaptar diretamente a publicidade aos seus clientes, o que o Facebook e outras plataformas oferecem graças à quantidade de dados pessoais que recolhem sobre seus utilizadores.
As redes sociais "construíram os seus modelos de negócio com base em publicidade direcionada" usando informações pessoais obtidas dos utilizadores, lembra o professor Olivier Bomsel, da Mines Paris Tech University.
As plataformas "têm um incentivo para maximizar a sua audiência desenvolvendo histórias sensacionalistas, exacerbando as diferenças de opinião, os conflitos de valores", acrescenta.
O chefe de assuntos públicos da rede, Nick Clegg, negou numa entrevista recente na Bloomberg TV que a plataforma recorra a esse tipo de estratégia. "Não nos alimentamos do ódio, não temos nenhum incentivo para ter ódio na nossa plataforma, não gostamos, os nossos utilizadores não gostam, os anunciantes também não gostam", garantiu.
"O nosso trabalho é minimizá-lo o máximo que pudermos, mas não quero fingir que podemos eliminá-lo", acrescentou.
Mesmo que a campanha contra o Facebook obtenha resultados, o controlo a longo prazo das grandes plataformas e o seu crescente poder tornar-se-á uma questão política.
"Como os anunciantes financiaram estas plataformas, temos o dever moral de criar soluções alternativas", diz Joy Howard, diretora de marketing da Dashlane, gerente de passwords e informações pessoais.
"Mas apenas as instituições eleitas democraticamente podem efetuar mudanças duradouras", sublinha.
Madremedia / AFP

Festivais de música lançam campanha de angariação de fundos para apoiar eventos

A Associação Portuguesa de Festivais de Música (APORFEST) lançou uma campanha de angariação de fundos para aquisição de materiais de proteção e desinfeção necessários para a realização de festivais e concertos.
Sob o lema “Apoia e Protege a Cultura”, a campanha de angariação de fundos – que tem como meta 7.500 euros - vai decorrer em paralelo com as candidaturas dos interessados em ser beneficiados por estes apoios, anunciou hoje a APORFEST.
Na base está a “situação excecional” vivida pela área dos festivais, da música e de todos os seus profissionais, “sem receitas desde março”, devido à pandemia de covid-19, que embora comece agora a abrandar com o desconfinamento, jamais “recuperará o que estava projetado para este ano”, com “graves consequências” para um setor que “noutras situações esteve sempre na ‘linha da frente’ para ajudar”.
“As verbas angariadas por esta campanha serão disponibilizadas aos promotores/artistas em festivais e concertos que sejam realizados nos próximos meses de julho, agosto e setembro de 2020, procurando compensar o esforço e a vontade de criar cultura para o público, eliminando o custo extraordinário na aquisição materiais de proteção e desinfeção necessários para a realização desses mesmos eventos”, explica a APORFEST, em comunicado.
Para se candidatarem a este apoio, os interessados terão de submeter uma candidatura que decorrerá em simultâneo com a campanha de angariação e que servirá para validar a entrega destes materiais até um limite máximo de 500 euros por evento/entidade.
Em causa estão os itens de proteção e segurança obrigatórios para a realização dos eventos, de acordo com as normas impostas pela Direção-Geral da Saúde, como álcool gel e seus dispensadores, pulverizador para limpeza de superfícies, acrílicos nos pontos de atendimentos ou interação com o público, material informativo de prevenção e controlo da covid-19, máscaras descartáveis para o público e máscaras descartáveis ou reutilizáveis para ‘staff’ e artistas.
A APORFEST explica a opção por apoiar a compra destes materiais com o facto de constituírem um “custo extraordinário ao promotor e artistas num cenário em que a sua rentabilidade será também menor pela impossibilidade de utilização de muitos espaços ou o condicionamento da sua lotação”.
Os valores angariados servirão para aquisição do material junto de parceiros na área da saúde a preço de custo, entregando a APORFEST os itens validados de cada candidatura ao seu responsável.
Cada beneficiário assinará um contrato e aceitará que seja noticiado o valor e itens que teve de apoio ao público e à imprensa.
A APORFEST adianta ainda que no caso de sobrarem verbas, estas serão entregues, no final do mês de setembro, a entidades sociais que tenham essas necessidades no momento, como lares de idosos ou centros paroquiais.
Esta ação é válida para qualquer entidade com CAE (código de atividade económica) cultural válido à data da sua candidatura e que tenha realizado eventos culturais (com enfoque na música) de forma continuada, pelo menos, nos últimos três anos, esclarece.
Os apoiantes da campanha receberão como contrapartida acesso gratuito para a próxima edição do Talkfest - International Music Festival Forum, evento organizado pela APORFEST.
Lusa / Madremedia