sexta-feira, 23 de junho de 2017

FPF E O CASO DOS SMS: COMBATE DE FERNANDO GOMES «FEITO DE FORMA DISCRETA, MAS COM PULSO FIRME»

Presidente da federação encaminha irregularidades ou crimes para instâncias competentes
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O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Fernando Gomes, encaminhou "sempre" as suspeitas de irregularidades ou de crimes para as instâncias competentes, disse esta quinta-feira à agência Lusa fonte oficial do organismo, recusando publicitar estas ações.
Questionada pela agência Lusa acerca das denúncias do FC Porto sobre a alegada influência do Benfica na arbitragem, fonte oficial da FPF assegurou que o líder federativo tem "pulso firme", mas não trata os assuntos na "praça pública":
"Desde o primeiro dia do seu mandato na FPF, Fernando Gomes tem feito um trabalho silencioso, mas eficaz, para defender a verdade desportiva. Sempre que tem conhecimento de qualquer informação ou facto que possa indiciar irregularidades ou práticas criminais, o presidente da FPF encaminhou esses dados para as entidades policiais, de investigação ou para os órgãos de justiça desportiva."
"Este combate, que tem sido feito de forma discreta, mas com pulso firme, não é feito na praça pública, mas nas instâncias adequadas, com competência para apurar a verdade dos factos", disse a fonte federativa, acrescentando que "Fernando Gomes contratou o sistema de prevenção e monitorização que permite detetar os jogos viciados em função das apostas desportivas".
Esta reação surge depois de o diretor de comunicação do FC Porto, Francisco J. Marques, ter revelado a alegada partilha de mensagens de telemóvel do atual presidente da FPF, na altura em que presidiu à Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), entre o diretor de conteúdos da BTV, Pedro Guerra, e o ex-presidente da Assembleia-Geral da LPFP Carlos Deus Pereira.
Carlos Deus Pereira reage
Em comunicado enviado à Lusa, Carlos Deus Pereira lamentou o recurso a "criativos e maliciosos", demarcando-se do "teor de pretensas comunicações", acrescentando que voltará a pronunciar-se "nos locais próprios e quando entender oportuno".
Antes, o responsável dos dragões já tinha revelado mensagens de correio eletrónico de responsáveis do Benfica, casos de Paulo Gonçalves e Luís Filipe Vieira, sobre árbitros e delegados da LPFP e também com o ex-presidente da LPFP Mário Figueiredo, invariavelmente acusando os 'encarnados' de influência sobre os árbitros.

Fonte: Lusa
Foto: Federação Portuguesa de Futebol

Valor-limite diário de partículas em suspensão no ar excedido na região Centro

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A informação foi divulgada pela associação ambientalista Zero, que registou que foi ultrapassada quantidade máxima admissível por dia de partículas suspensas no ar logo no dia seguinte à deflagração dos incêndios em Pedrógão Grande  - o que pode ter efeitos nocivos para a saúde.
O valor-limite diário de partículas suspensas na atmosfera, com efeitos na saúde, foi ultrapassado na região Centro entre domingo e terça-feira, coincidindo com os incêndios florestais que deflagraram em Pedrógão Grande e Góis, segundo informações divulgadas esta sexta-feira.
A informação consta num comunicado da associação ambientalista Zero, que explica que, no domingo, um dia depois do começo dos fogos florestais em Pedrógão Grande (Leiria) e Góis (Coimbra), a quantidade máxima admissível por dia de partículas suspensas no ar foi superada em cinco estações de monitorização do Centro Interior e Centro Litoral.
Na segunda-feira, o valor-limite foi excedido em dez locais do Centro Interior, Centro Litoral e Coimbra, enquanto na terça-feira foi ultrapassado em sete estações, mas apenas no Centro Litoral. A Zero - Associação Sistema Terrestre Sustentável refere que, no sábado, o número-limite de partículas suspensas foi superado em cinco estações do Centro Litoral e do Sul da Área Metropolitana de Lisboa. Na sexta-feira passada foi excedido num local na região do Norte Interior e na quarta-feira em seis sítios do Sul do Algarve.
O comunicado assinala que a elevada concentração de partículas suspensas no ar, potenciada pelos incêndios, tem "efeitos na saúde humana no curto e longo prazo", podendo causar ou aumentar "problemas cardio-respiratórios" ou "contribuir para o agravamento da mortalidade" devido à inalação dos seus compostos tóxicos.
A organização não-governamental adverte que, em caso de níveis elevados de partículas suspensas, "é fundamental o uso de máscara como protecção respiratória".
Na mesma nota, a Zero sustenta que "falhou a informação obrigatória às populações" sobre as concentrações excedidas de ozono, um poluente, esclarece, formado a partir de outros poluentes, como os óxidos de azoto, que são emitidos pela circulação automóvel e pela combustão, incluindo fogos.
Entre sexta-feira passada e esta terça-feira, o limiar horário de informação ao público sobre a concentração de ozono na atmosfera foi ultrapassado no Norte Interior, em Lisboa, no Centro Litoral e entre as regiões do Douro e Minho. O número de horas acima do limiar de informação sobre os níveis de ozono foi maior em Lisboa - 11 horas no total - no sábado, dia em que a temperatura máxima alcançou no distrito os 40ºC.
A Zero avisa que a exposição a níveis elevados de ozono pode agravar doenças respiratórias e reduzir a resistência a infecções respiratórias. Segundo a associação, "as populações não estão a ser avisadas nem da previsão, nem sobre o atingir dos elevados níveis de ozono, como seria de esperar".
Uma situação que "acontece frequentemente", alegou à Lusa a vice-presidente da Zero, Carla Graça, acrescentado que este tipo de informação seria expectável a partir do momento em que o Instituto Português do Mar e da Atmosfera emite avisos de tempo muito quente e de risco de exposição a radiação ultravioleta. Compete às Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional alertarem a população, através da comunicação social, para os limiares excedidos de concentração de ozono no ar.

Fonte: Lusa
Foto: Adriano Miranda

Quinta rodeada de árvores escapou ao fogo

Propriedade é de uma empresária holandesa que vive em Portugal há dez anos
A Quinta da Fonte, em Figueiró dos Vinhos, "sobreviveu" aos vários incêndios que deflagraram no centro do país desde o sábado passado. As chamas estiveram muito perto da quinta da holandesa Liedewij Schieving, que vive em Portugal há dez anos. Tudo ardeu à volta, menos as árvores plantadas há décadas.
"Aqui ardeu praticamente tudo. Havia muitos eucaliptos que não resistiram às chamas", refere a empresária holandesa. Uma mancha verde destaca-se da paisagem negra envolvente. "A única coisa que não ardeu foram os carvalhos, os castanheiros, oliveiras e sabugueiros", explicou ao JN.
No Facebook, a mulher, de 50 anos, publicou vídeos e fotografias da zona envolvente à propriedade.
Os bombeiros "não estiveram no local" e as árvores que lá estão "há muitas décadas protegeram a quinta e sobreviveram por si", disse Liedewij Schievin.
Inicialmente Schievin tinha publicado uma imagem que mostrava uma casa rodeada de árvores queimadas, mas emendou depois a publicação para deixar que aquele não é a sua casa, e apenas uma imagem ilustrativa.
Fonte: DN

360º - Depois do incêndio, os assaltos: o fogo levou a Maria Amélia até o vestido de noiva, os ladrões ficaram com o ouro; e a adeus a Miguel Beleza

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360º

Por Filomena Martins, Diretora Adjunta
Bom dia!
Enquanto dormia... 
... inicio ainda esta newsletter com a tragédia de Pedrógão Grande. A Proteção Civil entrou em modo rescaldo e avaliação de danos e os apoios deixam para já dois concelhos de fora (já abrimos o liveblog para seguir sexto dia dos incêndios), mas há outros problemas a resolver. Um deles é o dos assaltos e burlas. O João de Almeida Dias falou com Maria Amélia, a quem o fogo levou até o vestido de noiva e depois os ladrões ficaram com todo o ouro.

Na discussão das responsabilidades, é o sistema SIRESP que está sob maior escrutínio. O jornal i (sem link) escreve hoje que as comunicações falharam durante 14 horas e meia na noite trágica do último sábado. O Público e o Eco dão pormenores sobre os custos (e a sua renegociação) da única PPP na área da segurança. Nós aqui no Observador temos um explicador sobre o que é o SIRESP, que polémicas envolve, quanto custou e porque falha nas catástrofes. Falta acrescentar o dado mais grave: Fernando Curto, presidente da Associação de Bombeiros Profissionais, voltou a insistir que o sistema foi o culpado das mortes em Pedrógão e que continua sem funcionar.

GNR e Instituto de metereologia são igualmente acusados de ter falhado. Por isso fomos olhar para as explicações já dadas pelo IPMA sobre o fenómeno metereológico e pela GNR sobre os atrasos no fecho da estrada da morte e analisámo-las à lupa, fazendo os devidos enquadradamentos.

No campo político, Costa anunciou um inquérito final ao incêndio e o CDS colocou 25 perguntas ao governo. Mas o dia ficou marcado pela polémica do deputado do PSD que acusou a GNR de ter enviado a sua filha para a estrada da morte (embora ela não tenha ido).

O jornal El Español diz hoje que as principias empresas espanholas de combate aos incêndios manipularam os preços dos contratos com PortugalFala num cartel, já investigado Operación Concentración, que inflacionou os custos para três vezes mais.


E há ainda opiniões que merecem destaque:
  • Rui Ramos exige desculpas. "Sr. Presidente? Sr. Primeiro-Ministro? Vão ter coragem de pedir desculpa, em nome do Estado, pelas vidas perdidas enquanto os senhores ocupavam os primeiros lugares do regime?" (aqui na versão vídeo)
  • Helena Matos pede "A conta". "Quando Pedrogão começou a arder o espernético BE desapareceu e o PCP entrou em letargia. Desta vez não se gritará “Governo assassino”. Mas a conta do silêncio vai chegar".
  • Miguel Tamen critica "As vantagens dos incêndios". "A economia daquilo a que chamam tragédias é favorável à comunicação social".
  • Leal da Costa fala de uma "trapalhada à tragédia". "Fico com a ideia que tantas “altas individualidades”, suando de solidariedade, atrapalha quem trabalha e visa criar a ideia de que querem aparentar fazer tudo o que deviam ter feito antes".

 

Outra informação 
Morreu Miguel Beleza, ex-ministro das Finanças de Cavaco Silva e ex-Governador do Banco de Portugal. O economista, de 67 anos, teve morte repentina. A sua carreira dividiu-se entre a economia e as finanças, com várias experiências internacionais, entre elas uma passagem pelo FMI.

Cavaco Silva recorda o seu ministro neste artigo: "Custa-me a acreditar que tenha partido tão cedo"Moreira Rato também o evoca como "um dos mais brilhantes economista de uma geração pioneira".

A queda de uma grua na Avenida António Augusto de Aguiar em Lisboa vai manter a rua fechada ainda por tempo indeterminado. O acidente fez dois feridos.

Na operação Ajuste Secreto, Hermínio Loureiro continua detido e só hoje deve conhecer as medidas de coação.

No caso das offshores, Maria Luís Albuquerque diz que houve incumprimento deste governo ao excluir três países da lista negra.

A morte de um português em Londres após uma operação da polícia vai ser investigada por elegado uso de força excessiva.

Theresa May continua a ceder à União Europeia no Brexit. Agora propôs que os europeus que vivem no Reino Unido há pelo menos 5 anos tenham estatuto de residência, com acesso à saúde e educação e outros direitos. Mas exige o mesmo para os cidadãos britânicos na Europa.

Por falar em Brexit, a decisão sobre as novas sedes das agências europeias que estão no Reino Unido só será tomada em novembroEntre elas está a do medicamento, que Portugal quer albergar.

A Coreia do Norte fez um novo teste de míssil. Fará parte de programa de desenvolvimento de armas de alcance intercontinental.

Nos EUA, foi emitido um mandado de prisão internacional para ex-funcionários da Volkswagenligados ao caso Dieselgate, a fraude com os testes de emissões poluentes.

Mas da América vêm outras notícias: a primeira para aquele que deve ser o novo embaixador dos EUA em Lisboa: George Glass. Ex-banqueiro, já visitou a capital portuguesa, Fátima e o Douro, gosta de futebol (mas do americano) e de rock & roll.

E duas outras para Trump. O presidente americano 
nega agora ter gravado ou ter gravações das conversas com o ex-diretor do FBI James Comey que despediu; e revelou o seu projeto para o muro na fronteira com o México: um gigante painel solar.




Os nossos especiais


 


Notícias surpreendentes
Nada com um guia mesmo fresquinho para os tempos quentes e tristes que vivemos e à beira de um fim de semana que esperamos sem tragédias. Eis pois os melhores restaurantes para comer marisco de norte a sul do país, numa seleção do Tiago Pais.

A Câmara do Porto quer proteger pelo menos 37 lojas histórias. Entre elas estão o Café Guarany, a Favorita do Bolhão, a Livraria Académica e o Café Majestic.

Com os incêndios na ordem do dia e das preocupações dos portugueses, má notícia para os portuenses esta noite. Vai ser proibido lançar balões no São João.

De Londres vem uma boa notícia para os desalojados do grande incêndio da Grenfell Tower. O governo britânico vai dar a todos os afetados, entre eles 10 portugueses, apartamentos de luxo, que custam entre 1,3 e 9,6 milhões de euros, com porteiro 24 horas por dia e numa zona de eleição da cidade.

Termino com uma curiosidade: a foto do wallpaper mais famoso do mundo, o do Windows XP, faz 20 anos. E como está agora aquela paisagem da Califórnia só verde e céu? Com vinhas... e mais seca.


Quase uma semana depois da tragédia de Pedrógão Grande, o Observador vai continuar a analisar e escrutinar o que se passou no incêndio trágico. Passe por cá também para o resto da atualidade, boas histórias e grandes sugestões

Boa sexta, bom S. João e bom fim de semana
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Mais dúvidas sobre o SIRESP// O que já sabemos e o que falta saber sobre Pedrógão

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Enquanto Dormia
 
David Dinis, Director
 
A Arábia Saudita apresentou a sua lista de condições para pôr fim à crise com o Qatar. E elas passam por fechar a Al-Jazira e a base da Turquia.
A Coreia do Norte voltou aos testes com mísseis - e os norte-americanosdesconfiam que o novo ensaio pode fazer parte de programa para desenvolver um míssil balístico intercontinental.
Trump jurou que não gravou conversas com ex-director do FBINem cassetes, nem mp3.
E, falando em conspirações, voltamos às polémicas no nosso futebol.O Benfica monitorizou SMS de Fernando Gomes? 

A nossa maior tragédia

O SIRESP volta a estar na nossa manchete, desta vez com uma pergunta para Passos Coelho: por que é que deixou 6 meses na gaveta um corte de 25 milhões, fechado pelo seu antigo secretário de Estado? A pergunta vem do próprio Fernando Alexandre, numa história contada ao Paulo Pena, onde sugere também que se nacionalize este sistema de comunicações. O ex-governante dá outras pistas, ainda, num artigo publicado no Eco, precisamente no dia em que o jornal i põe um número em cima da realidade: o sistema de comunicações esteve 14 horas e meia sem funcionar na noite da tragédia do fim-de-semana passado. Se se recordar, já ontem o Paulo Pena tinha escrito um texto de leitura obrigatória sobre o SIRESP: a história de uma parceria público-privada que custou mais do que parece merecer. E dito isto, pergunta o Amílcar Correia no Editorial, para que nos serve o SIRESP?
Sobre o que se passou em Pedrógão, tenho mais textos para lhe recomendar: um que sintetiza o que já sabemos e o que ainda falta saber. Sendo que talvez falte saber muito mais do que gostaríamos: ontem, numa reunião interna, dois deputados do PSD mostraram-se revoltados com um "encobrimento" do caos que viram no terreno (o texto do Expresso conta detalhes); enquanto o CDS deixava 25 perguntas a Costa, muito minuciosas. Sejam quais forem as respostas, não ficará: os inquéritos abertos são muitos e variados.
Sobre o que não sabemos, este será o dado mais importante: quantas pessoas estão desaparecidas? O Governo ainda desconhece, mesmo acreditando que o número de vítimas não subirá. Já agora, falando das dúvidas... agora que o Governo antecipou por uns dias a fase Charlie, ainda faz sentido esta ideia de dividir o combate por épocas?
Se tiver tempo, ouça estes nossos podcast: o Reservado ao Público tem os nossos repórteres no terreno a contar como é escrever e fotografar o que nos dói; no Com Tempo e Alma, a nossa editora Ana Fernandes conversou com José Miguel Cardoso Pereira e Tiago Oliveira, coordenadores da proposta técnica do Plano Nacional de Defesa Contra Incêndios 2004/2005. E, claro, o minuto-a-minuto onde continuamos a contar o que se vai passando ao detalhe.

Outras notícias (em síntese)

Morreu o ex-ministro das Finanças Miguel Beleza, deixando o mundo político (ainda mais) em luto. As reacções de surpresa e tristeza foram muitas, de Marcelo a Cavaco, passando por todos os quadrantes partidários.
O Governo já admite rever o limite de três anos para entrada de precários no Estado...
... mas tem empresas e aliados a suspeitar das suas escolhas para a Anacom - sobretudo pelas ligações à PT (aqui e aqui).
Falando em Finanças, lá fora desconfiam que a hipótese Centeno para o Eurogrupo é uma especulação para consumo interno.
Mais desconfianças, agora na China: está em curso uma investigação do regulador que vai dar ao principal accionista do BCP - e ao que está a chegar à TAP.
Na política interna, também há quem esteja à espreitaneste caso, é Morais Sarmento - e uma série de apoiantes, rumo ainda não se sabe bem ao quê.
Por falar em espreitara Inspecção da Educação já está a investigar a alegada fuga de informação no exame do 12º ano. Já agora, deixo-lhe a correcção da prova final de Português do 9.º ano e a correcção do exame de História A do 12.º ano. Nestes casos não há perigo - as provas já aconteceram ontem.

Outras leituras

1. Sobre o Daesh: o fim do “califado” está à vista, mas não trará a paz, escreve a Sofia Lorena, que voltou à nossa companhia. Faz três anos que o Daesh entrou em Mossul, a grande metrópole do Norte do Iraque. Hoje, prestes a serem expulsos da maior cidade que já controlaram, os extremistas não abandonam a política de terra queimada. Mas a jihad internacional vai continuar. O texto está aqui, em boa hora (welcome back Sofia). E vem acompanhado pelo contexto do dia de ontem - e por uma fotogaleria dura: para lá das vidas, História e monumentos destruídos pelos conflitos.
2. De que falamos, quando falamos em liberdade no mundo? A Cátia Mendonça fez uma infografia que explica melhor do que mil palavras, contando como andou o mundo no ano passado, quando falamos de liberdades. Aviso: há muitas manchas vermelhas no mapa. 
3. E que tal falar com a robô? A Anna estreou-se na secção de apoio ao cliente do IKEA em 2005: apesar das dificuldades em perceber várias perguntas dos clientes, e de lhe chamarem 'burra', a paciência era o seu ponto forte. “Por favor, faça perguntas sobre a loja e não se zangue comigo”, repetia. Independentemente do que diziam, nunca perdeu a calma até ser dispensada em 2015. A tecnologia, diz a empresa, estava desactualizada. Hoje, muitas empresas põem os clientes a falar com máquinas na Internet: são mais baratas, rápidas e disponíveis. Mas continua a ser fácil a conversa resvalar para piadas, comentários impróprios e insultos, não é Kátia?
4. Do ípsilon não falamos, mostramos: hoje a capa fala-nos de David Machado, cujo novo romance promete ensinar-nos a lidar com o trauma (que semana para este Debaixo da Pele). Mas também nos traz "a devastação perante a morte de um filho", a Pietá de George Saunders (romance cinco estrelas, na opinião da Isabel Lucas) ou o último de José Eduardo Agualusa, mais um para comprar. E traz-nos até de volta Nick Cave, que se atira de braços abertos ao mundo. "Só isto?" - perguntará o leitor. Não. A isto chama-se um aperitivo. E dos bons.

A agenda de hoje
  • Termina o Conselho Europeu, pelos vistos em clima mais optimista;
  • O INE revela as Contas Nacionais relativas ao primeiro trimestre, mostrando como vai a saúde do Orçamento;
  • Dia de exame nacional de Matemática, um pesadelo para alguns (que haverá de ser superado); 
  • No futebol, a selecção de Sub21 joga contra a Macedónia (e precisa de ganhar por 4, para passar à fase seguinte do europeu);
  • No atletismo, começa o campeonato europeu de equipas, onde a selecção portuguesa tem também uma missão difícil.

Só mais um minuto...

Para lhe deixar os links para os dois dias de descanso, merecido, que se seguem. É só escolher entre o Guia do Lazer, o Cinecartaz, o ípsilon (que tem um mundo lá dentro). E a Fugas, que amanhã lhe aparecerá com outro ar (e a qualidade de sempre) nas bancas. 
E se estiver pelo Norte, lembre-se distoé proibido lançar balões de São João. Não é pela multa, é pela saúde de todos. Fora isso, divirta-se. Divirta-se muito. E que o fim-de-semana seja, desta vez, um fim-de-semana de paz e alguns sorrisos.
Conte connosco para se manter actualizado, passe por cá para nos fazer companhia.
Até já!

Última Hora Criança de quatro anos ferida com gravidade em acidente fatal para o pai


Uma criança, de quatro anos, ficou ferida com gravidade, esta sexta-feira de manhã, na sequência de um despiste de carro, em Braga. O condutor, pai da menina, morreu no local.

O acidente ocorreu cerca das 7.10 horas da manhã desta sexta-feira, na avenida João Paulo II, em Braga, por baixo da rotunda do hotel Meliá.

O carro, que seguia no sentido Póvoa do Lanhoso-Braga, despistou-se, destruiu o separador central e foi embater no muro do lado oposto.

O condutor, aparentando cerca de 35 anos, morreu no local. A filha, uma criança de quatro anos, ficou ferida com gravidade e foi transportada para o hospital de Braga em estado crítico.

Fonte: JN

Periodo Critico Antecipado Para Hoje

Foi hoje publicada em diário da republica, a portaria 195/2007 que define o período critico no âmbito do sistema de defesa da floresta contra incêndios, vigorando assim, desde hoje até 30 de setembro (habitualmente era de 01 de julho até 30 de setembro).
O período critico produz efeitos nas vertentes de prevenção e fiscalização, mantendo-se a Fase Charlie do DECIF (vertente do combate) a começar no dia 01 de julho, vigorando até 30 de setembro.
O BPS recorda-lhe que durante o período critico, independentemente do risco de incêndio, é expressamente proibido:
  • Fumar;
  • Fazer lume ou fogueira;
  • Fazer queimadas;
  • Fazer queimas;
  • Lançar foguetes;
  • Lançar balões de mecha acesa;
  • Fumar ou desinfestar apiários;
  • Entre outros.
Quadro ilustrativo das proibições impostas pela lei vigente no período critico