quarta-feira, 17 de julho de 2019

Moçambique | Crise das dívidas ilegais aumentou a pobreza em Moçambique, segundo estudo da UNU Wider



A crise económica e financeira que Moçambique enfrenta, precipitada pela descoberta das dívidas ilegais, aumentou a pobreza segundo um estudo do Instituto para Pesquisa sobre Desenvolvimento Económico da Universidade das Nações Unidas (UNU – WIDER). “Estimamos que o custo de compra da cesta básica refletidas nas linhas de pobreza pode ter aumentado entre 55 por cento e 70 por cento entre 2014/15 e Dezembro de 2016, superando a inflação registada no período. Esse aumento atingiu todas as áreas do país”.

Tendo como referência a 4ª Avaliação Nacional da Pobreza, baseada nos dados do Inquérito aos Agregados Familiares sobre Orçamento Familiar (IOF) 2014/15, que mostrou que a incidência da pobreza reduzira de 54,7 por cento em 2008 para 49,2 por cento da população moçambicana os académicos do UNU-WIDER analisaram que impacto a crise económica que Moçambique vive desde a desde a descoberta dos empréstimos ilegais das empresas Proindicus e MAM teve.

“A crise económica pode ter revertido essa tendência positiva e pode ter levado muitas famílias a um estado de pobreza. De facto, é mais provável que o maior efeito da crise económica em grande parte da população tenha sido o aumento dos preços dos bens importados, devido à rápida e significativa desvalorização da moeda nacional, que fez os preços internos subirem em 30 a 40 pontos percentuais entre Agosto de 2014 e Dezembro de 2016”, indica o documento tornado público na semana passada.

Os académicos do UNU-WIDER corroboraram as constatações que o @Verdade, analisando os Índices de Preços no Consumidor compilados pelo Instituto Nacional de Estatística, revelou. Em Outubro de 2016 o preço da comida, grande parte importada, tinha aumentado 46,56 por cento, comparando a Dezembro de 2015. “Os preços dos alimentos, especialmente os de alimentos básicos, aumentaram muito mais do que os preços não alimentares, o que pode ter afetado desproporcionalmente as famílias mais pobres e mais vulneráveis”, pode-se ler no estudo.

“Estimamos que o custo de compra da cesta básica refletidas nas linhas de pobreza pode ter aumentado entre 55 por cento e 70 por cento entre 2014/15 e Dezembro de 2016, superando a inflação registada no período. Esse aumento atingiu todas as áreas do país”, referem os académicos do Instituto para Pesquisa sobre Desenvolvimento Económico da Universidade das Nações Unidas que em Moçambique trabalham em estreita colaboração com o Governo.

UNU-WIDER Working Paper 2018/61
Aumento da pobreza foi maior nas províncias de Cabo Delgado, Tete e Manica

Ademais o estudo indica que “os nossos resultados derivados de três simulações alternativas mostram que um grande número de domicílios que, nos níveis de preços experimentados em 2014/15, conseguiram comprar ou produzir para consumo próprio uma cesta básica de cerca de 2.150 quilocalorias por pessoa por dia e adquirir um conjunto de 13 itens básicos não alimentares, pode não fazer o mesmo ao enfrentar os níveis de preços em vigor em 2016, particularmente nos últimos meses do ano. Estimamos que a taxa de pobreza ao nível nacional pode ter aumentado para 55 por cento a 60 por cento da população, de 46,1 por cento em 2014/15”.

“O aumento pode ser estimado em aproximadamente 8 pontos percentuais para áreas rurais e cerca de 10 pontos percentuais para áreas urbanas, com um aumento provincial entre 6 e 15 pontos percentuais, com Cabo Delgado, Tete e Manica sendo as províncias onde o aumento da pobreza foram maiores”, pode-se ler no estudo da UNU-WIDER que considerou ainda que “As estimativas do impacto do aumento dos preços nas taxas de pobreza são ligeiramente menores quando se considera que um aumento nos salários aumenta os salários mínimos - em média, 6 por cento ao ano -, mas não é qualitativamente diferente”.

Os académicos do Instituto para Pesquisa sobre Desenvolvimento Económico da Universidade das Nações Unidas concluiram desejando que: “Os resultados deste estudo podem informar os formuladores de políticas sobre possíveis medidas de mitigação para os efeitos de aumentos súbitos de preços, mas também sobre os impactos microeconómicos das decisões macroeconómicas que afetam a confiança de organizações internacionais e parceiros de desenvolvimento na economia e nas instituições do país”.

A julgar pelos discursos do Governo do partido Frelimo, que primeiro prometeu que os moçambicanos não seriam afectados pela crise das dívidas ilegais e que agora apregoa “não devemos esperar eternamente que os amigos nos ajudem, nas palavras do Presidente Filipe Nyusi no passado sábado (13) no Distrito de Chimbonila, é muito provável que o desejo dos académicos da UNU-WIDER seja ignorado.

Aliás é importante não esquecer que embora a incidência percentual da pobreza tenha diminuído até 2015, o número de pobres na verdade aumentou de 9,7 milhões em 2003 para 11,8 milhões de moçambicanos. Quer isto dizer que em termos absolutos existirão, por causa das dívidas ilegais, ainda mais cidadãos pobres em Moçambique.

Fonte: Jornal A Verdade, Moçambique

Moçambique | “Somos pobres mas não devemos ser manipulados em função a aquilo que vocês podem-nos ajudar”, Nyusi à Comunidade Internacional



Foto da Presidência da República
Em campanha eleitoral com fundos públicos o Presidente da República e candidato do partido Frelimo afirmou nesta segunda-feira (15), no Distrito de Gilé, na Província da Zambézia, que “nós não gostaríamos para que no nosso país as Organizações Não Governamentais fizessem política”. Filipe Nyusi deixou um outro recado dirigido a Comunidade Internacional “somos pobres mas não devemos ser manipulados em função a aquilo que vocês podem-nos ajudar”.

Após fazer campanha eleitoral na Província do Niassa o candidato presidencial do partido no poder escalou a Província da Zambézia onde aproveitou o comício popular que orientou no Distrito de Gilé para deixar recados primeiro para a Sociedade Civil, apelidada de “mão externa” pelos “camaradas”, de onde surgiram os mais recentes candidatos às eleições Gerais de Outubro.

“Nós não gostaríamos para que no nosso país as Organizações Não Governamentais (ONG´s) fizessem política. Atrapalham e a população confunde e não sabe bem, aliás umas são organizações deste país, feitas por moçambicanos, mas outras vem de fora. Nós também vamos viajar lá fora e sabemos que as ONG´s lá fora não fazem política, então não venha com a capa de uma ONG para vir fazer política, deixa a política para os moçambicanos, deixa a política para os políticos”, disse Nyusi acrescentando “se é nacional se quer fazer política faça política mas não se chame uma coisa para falar a população e depois a população fica sem saber quem é o quê o faz o quê”.

O Chefe de Estado e candidato a sua própria reeleição que parece cada vez mais irritado com o braço de ferro que a Comunidade Internacional está a fazer desde que Moçambique suspendeu as amortizações das dívidas ilegais pediu: “logo após que nos vierem dar, a nós moçambicanos, não condicionem a alguma tomada de decisão porque isso retira-nos a liberdade e nós ficamos sem liberdade de tomar as decisões porque você quer pôr furo de água e depois eu pus furo de água mas você tem que pensar assim, não é bom assim porque acaba nos tirando a liberdade de pensarmos normalmente por causa de sermos pobres”.

“Sim somos pobres mas não devemos ser manipulados em função a aquilo que vocês podem-nos ajudar”, concluiu Filipe Nyusi cujo Governo não está a conseguir obter o 1,2 bilião de Dólares prometidos em ajuda para a reconstrução pós-ciclones Idai e Kenneth e muito menos irá conseguir os 3,2 biliões de Dólares que quantificou para não só resolver alguns dos problemas sociais que surgiram nas províncias de Sofala e de Cabo Delgado mas aproveitar para realizar várias promessas suas e do seu partido para o quinquénio prestes a terminar nas províncias de Inhambane, Manica, Tete, Zambézia e Nampula.

Fonte: Jornal A Verdade, Moçambique


Moçambique | Presidente do Parlamento contradiz-se, “ninguém nos solicitou a retirada da imunidade do colega Chang”

A presidente da Assembleia da República (AR) que em Junho garantiu que “se o colega Chang se vier a Moçambique hoje vai ser preso”, nesta segunda-feira (15) Verónica Macamo voltou atrás e revelou que: “De facto, contra o que é dito, ninguém nos solicitou a retirada da imunidade do colega Chang, ninguém, porque nem é possível”.
Questionada por jornalistas, no passado dia 4 de Junho, sobre o levantamento da imunidade parlamentar do deputado Manuel Chang, detido na África do Sul mas que poderá ser extraditado para Moçambique ou para o Estados Unidos da América para responder por crimes de corrupção, Verónica Macamo esclareceu: “Há uma coisa que muita gente não sabe, nós relaxamos a imunidade do colega Chang. Portanto se o colega Chang se vier a Moçambique hoje vai ser preso porque já foi pedido isso. Há muitas pessoas que pensam que quando ele chegar vai a casa, não é o caso, não é efectivamente isso”.
A Presidente da AR acrescentou que: “A questão da imunidade é um processo que tem que ser feito e a pessoa tem que se defender, imaginem os constrangimentos que temos tido mas estamos a trabalhar nesse sentido, não há efectivamente a ideia que nada aconteceu. Se chegar hoje vai ser preso porque efectivamente relaxamos a imunidade”.
No entanto questionada pelo deputado António Muchanga, da bancada parlamentar da partido Renamo, sobre o que significa “relaxamento da imunidade” pois não existe essa situação na legislação em Moçambique a presidente da Assembleia da República revelou que: “De facto, contra o que é dito, ninguém nos solicitou a retirada da imunidade do colega Chang, ninguém, porque nem é possível, e vou dizer porquê. Estamos a falar de imunidade e como é que efectivamente se solicita a retirada da imunidade”.
Num tema que não estava agendado para a sessão plenária desta segunda-feira (15), Verónica Macamo primeiro socorreu-se da lei: “temos o artigo 13 que diz que nenhum deputado pode ser detido, preso, salvo em flagrante delito ou submetido a julgamento sem o consentimento da Assembleia (da República). Tratando-se de processo penal pendente em que tenham constituído arguido o deputado é ouvido por um juiz, mas voltemos ao artigo 16”.
Continuando leu que: “O artigo 16 diz que compete, no seu número 2, ao juiz da causa, para efeitos de julgamento, solicitar o levantamento das imunidades do deputado em documento dirigido ao presidente da Assembleia da República. A solicitação referida no número anterior é acompanhada de cópia do despacho de pronuncia ou equivalente. E diz mais, compete a Comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos e Legalidade emitir, no prazo de 10 dias, parecer sobre a constitucionalidade e legalidade do pedido de levantamento de imunidade e comunicar à Comissão Permanente”.
Relaxamento da imunidade porque “estava em causa um interesse que nos parecia que era um interesse maior”
“Portanto as condições, mesmo que nos tivesse sido solicitado, as condições não estavam criadas. Como V.Excia deve saber não existe da causa, o colega Chang se encontra na África do Sul, foi detido na África do Sul, há um processo de extradição, não existe portanto juiz da causa e muito menos vai existir despacho de pronuncia. Para dizer que não foi pedido sequer o levantamento da imunidade que só pode ser requerida por um juiz, porque é feito o levantamento de imunidade quando se trata de prisão ou julgamento de deputado”, admitiu a presidente da AR.
Verónica Macamo argumentou que “efectivamente nós fizemos, é matéria sensível esse das dívidas ocultas, as instituições tem o dever de colaboração. As instituições de Justiça solicitaram à Casa para ela permitir que efectivamente, se pudesse, impor ao colega Chang, como V.Excia sabe porque o documento foi distribuído, medidas de coação máxima que inclui a prisão. Nós nos sentamos e nos perguntamos, vamos dizer que não podemos fazer? Vamos dizer que efectivamente que não se pode relaxar, não se pode permitir que seja efectivamente uma situação como esta?”
“Recordar a V.Excias que quem mandou o processo para a PGR foi a Casa , e pedimos para que se investigasse e se tomasse medidas necessárias. Portanto nós tomamos essa medida, falhamos. Muito bem falhamos, mas não se pode dizer que é a presidente, eu chamo a isso redução de imunidade sim, se tem outro termo não sei. Chamo a isso relaxamento, outro pode chamar afrouxamento, mas nós tomamos essa decisão conscius que estávamos a tomar a melhor medida, e se há problemas de interpretação eu penso que não vamos fazer aqui. Há o Conselho Constitucional que toma conta destas matérias, quem não estiver sossegado então que agendemos”, explicou ainda Verónica Macamo.
A presidente do Parlamento concluiu que: “O problema seria até o colega Chang dizer mas porque é que me relaxaram a minha imunidade, porque é que afrouxaram? Nós iriamos dizer estava em causa um interesse que nos parecia que era um interesse maior”.
Detido a 29 de Dezembro de 2018 pelas autoridades sul-africana que cumpriam um mandato de captura internacional pedido pelas autoridades dos Estados Unidos da América Manuel Chang sofreu outro revés ao seu desejo de regressar à Moçambique.
É que a África do Sul tem um novo ministro da Justiça e Serviços Correcionais, Ronald Lamola, que entende que Chang só poderia ser extraditado para Moçambique ao abrigo do Protocolo da SADC se fosse acusado formalmente por crimes que tenha alegadamente cometidos na região, o que não é o caso do deputado e membro do partido Frelimo. “No caso do Sr. Chang não é o que se passa já que a sua imunidade não foi levantada”, afirmou Lamola em comunicado de imprensa.

Fonte: Jornal A Verdade, Moçambique


Ensino Superior: Concurso de acesso arranca hoje. E há um portal com informação para ajudar a escolher o curso

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SAPO 24
A primeira fase de candidatura ao ensino superior começa esta quarta-feira e termina no início de agosto, com 50.860 vagas no concurso nacional de acesso (51.568, contando com os concursos locais), um total praticamente inalterado face a 2018.
portal Infocursos, da responsabilidade da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, apresenta estatísticas que podem ajudar os estudantes a escolher um curso.
O portal apresenta informações que permitem saber quantos alunos tinham mudado de curso um ano depois de terem ingressado e quantos continuavam à procura de emprego um ano após terem terminado os estudos.
Através do endereço também se consegue saber quantos são os estudantes estrangeiros matriculados em licenciaturas e mestrados do sistema público e privado, conhecer a distribuição de alunos por idade, género e nacionalidade e sobre a distribuição das classificações finais dos diplomados.
Há também tabelas sobre o número de estudantes de licenciatura e mestrado que saíram do ensino superior público um ano após começarem o curso, que no geral tem vindo a descer desde 2015.
“Tal como nos anos anteriores, a candidatura é apresentada através do sistema ‘online’, no site da Direção-Geral do Ensino Superior (DGES). Para acesso ao sistema de candidatura, os candidatos podem utilizar a autenticação com o cartão de cidadão”, esclarece o MCTES.
A primeira fase de candidaturas ao ensino superior arranca hoje e decorre até 06 de Agosto.
Total de vagas quase igual ao ano passado
Segundo dados oficiais divulgados, o número de vagas no concurso nacional de acesso deste ano é praticamente igual ao de 2018, quando foram a concurso 50.852 vagas.
No total, contabilizando também os concursos locais de acesso, os lugares disponíveis são 51.568.
Em 2019, os candidatos têm 1.087 cursos à disposição nas universidades e politécnicos públicos e a expectativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) é que o número de candidatos seja semelhante ao de 2018.
“Face aos resultados dos exames nacionais já realizados é expectável que o número de candidatos às vagas colocadas a concurso seja também semelhante face ao ano anterior”, lê-se numa nota do MCTES.
Aumento de número de vagas para alguns cursos
Os cursos em que a procura em primeira opção por alunos com uma média de candidatura mais alta do que 17 valores em 2018 foi superior ao total de vagas que abriram estão obrigados a aumentar o número de vagas entre 5% a 15% para o ano letivo de 2019-2020, segundo uma decisão do MCTES, que deixou de fora os cursos de Medicina, que mantêm o ‘numerus clausus’ do ano passado.
A medida não significa mais vagas em todas as universidades e politécnicos, uma vez que as instituições têm de cortar 5% onde não houve nenhum candidato com média de 17 valores.
As instituições do litoral do país – exceto Lisboa e Porto – estão impedidas de aumentar o número total de vagas, o que poderá significar reajustes: ao aumentar num curso muito procurado, têm de cortar noutro com pouca procura.
Já nas instituições de menor pressão demográfica ou menor procura, situadas maioritariamente no interior do país, é dada a possibilidade de aumentar vagas em cursos considerados estratégicos para a especialização da instituição, num máximo de três cursos por instituição.
Em todas as regiões é recomendado o reforço da oferta em áreas que a tutela considera essenciais ao país na formação: competências digitais e ciências de dados.
No ano passado, em que Lisboa e Porto sofreram um corte de 1.100 vagas para privilegiar a escolha de cursos em universidades e politécnicos do interior do país, o concurso nacional de acesso atraiu menos de 50 mil candidatos para as mais de 50 mil vagas.

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México | SI NO TE ALCANZA, ¡EMPRENDE!


por Yesica Flores

• Es común justificar por qué seguimos postergando indefinidamente nuestros sueños y metas.
• Cómo iniciar un negocio estable, rentable y que te asegure que luego no te arrepientas de esa decisión.
• ¿Como manejar el emprendimiento y ser empleado a la vez?
Cuantas veces hemos pensado en ser nuestro propio jefe o en la posibilidad de emprender un negocio, pero no nos aventuramos a hacerlo realidad por miedo al fracaso, cuando realmente es miedo al cambio.

Carlos Fresán, CEO de la agencia #GoätTravel, nos compartió los pormenores para poder emprender un negocio redituable, sin tener que salir a trabajar a una oficina o realizar grandes inversiones. Se trata de poner un negocio propio, dejar el empleo y poder trabajar sin estrés, ya que eso es lo que sueña toda la gente y le genera alegría de sólo pensarlo.
Explica que es natural sentirnos atemorizados cuando pensamos en cambiar nuestro entorno laboral y más aún cuando surgen preguntas como:
¿Si luego me arrepiento de renunciar?
¿Estoy listo para emprender?
¿Podré vivir del negocio?

Además de tener la total disposición de salir de nuestra zona de confort, saber que sacrificaremos fines de semana, acontecimientos especiales y, sobre todo, nuestro tiempo, se convierten en los obstáculos que nos llevan a renunciar constantemente a este sueño, comenta.
Fresán también señala que los emprendedores generalmente tienen un empleo y que no es necesario dejarlo para operar un negocio, sobre todo si es online como el modelo de negocio que ofrece #GoätTravel. Además, no es necesario pensar en rentas, empleados o capital de trabajo para iniciar la operación de esta exitosa franquicia.
Los más de 50 franquiciatarios que tiene hoy #Goättravel son prueba de que se puede tener un empleo, un negocio y no es necesario abandonarlo para iniciar a operar una de las franquicias más exitosas de México.
Carlos Fresán da algunas ideas que nos ayudarán a tener información estratégica para contar con elementos que nos faciliten la decisión de convertirnos en emprendedores:
1. El capital suficiente para una franquicia.
Puede que esta sea una parte que le resulte preocupante, lo importante es comenzar y el capital requerido es de $43,500 MXN + IVA sin la necesidad de requerir recursos adicionales.

2. No es necesario arriesgar para ganar.
Comenzar un negocio puede ser un camino riesgoso, pero también puede ser aquel que mayores beneficios nos traiga, la franquicia de #GoätTravel brinda un plan de capacitación robusto y cuenta con uno de los mejores servicios de atención a clientes que lo llevan de la mano en su camino a la profesionalización.

3. Apuesta por los negocios On-Line.
Las ventas on-line son una excelente opción, ya que podemos atender nuestro negocio desde cualquier parte a través del teléfono celular o un dispositivo con conexión a internet, que nos permita contestar los mensajes casi de manera inmediata, además genera bajos gastos de infraestructura.

4. Si quieres un socio, tu familia o amigos puede ser la opción.
Tu familia o amigos pueden ser parte importante de tu negocio. El contar con procesos y lineamientos definidos, evita malentendidos, estableciendo claramente los pasos a seguir para una operación exitosa.

5. Sigue el camino a tu felicidad
Recuerda que si vas a dedicarte a algo por el resto de tu vida debe ser aquello que te apasione y que te motive a mejorar día a día, así obtendrás la mejor recompensa, la felicidad.

¡Conoce este Modelo de Negocio que, sin duda, te brindará la alternativa más atractiva y sólida del mercado, satisfaciendo tus expectativas de negocio!
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México | Emprendedoras Para Fomentar El Crecimiento De Sus Empresas

Dell Technologies encabezó la 10th Cumbre anual Dell Women Entrepreneur Network Summit, (DWEN) en Singapur que se llevó a cabo del 14 al 16 de julio de 2019. Más de 150 mujeres emprendedoras, fundadoras, dueñas de empresas y CEOs; así como líderes de Dell Technologies se reunieron para conectarse y discutir los temas de actualidad.
Mediante pláticas inspiradoras, paneles informativos y talleres innovadores, el DWEN Summit de este año fue la clave para apoyar y brindar soluciones que facilitan el emprendedurismo.
Es la misión de Dell Technologies traer el conocimiento vital y acercar la tecnología para las mujeres que lideran pequeñas o grandes empresas.
Año con año, durante este evento se presentan los resultados del estudio Women Entrepreneur Cities (WE Cities), en donde se analizan 50 ciudades en todo el mundo acerca de su habilidad para empoderar a la mujer para que sea emprendedora. Este estudio se realiza desde 2010 y Dell Technologies se basa en los impactos, políticas locales, programas y leyes locales para contribuir a mejorar el apoyo a mujeres y a la economía en general.
Con 10 años de investigacion acerca del emprendimiento de las mujeres, Dell Technologies se asoció con IHS Markit para revisar las características de 50 ciudades, incluyendo el acceso a capital, la tecnología, el talento, la cultura y los mercados. Estos pilares fueron organizados en dos grupos, ambiente operativo y ambiente habilitador. El rating global está basado en 71 indicadores, 45 de los cuales están basados en
en un componente de género. Los indicadores individuales se ponderaron según cuatro criterios: relevancia, calidad de los datos subyacentes, singularidad en el índice y componente de género.
Las 50 ciudades analizadas han progresado desde 2017; sin embargo algunas ciudades avanzaron más que otras y la carrera a la cima inevitablemente dejó atrás a algunas ciudades, destacando lo siguiente:
  • Los mejores lugares para que las mujeres ganen acceso a capital.
  • El número de modelos a seguir y diálogo público.
  • Mujeres en la educación.
  • Acceso para mujeres empresarias a través de campañas de crowdfunding.
  • Programas de contratación de proveedores corporativos.
“Cuando invertimos en mujeres, invertimos en el futuro; las comunidades prosperan, las economías prosperan y la próxima generación lidera con un propósito”, dijo Karen Quintos, vicepresidenta ejecutiva de Dell Technologies.
“Al darle herramientas a los líderes de la ciudad y a los responsables políticos con acciones prácticas, investigación basada en datos sobre el entorno para mujeres empresarias, podemos acelerar colectivamente el éxito de las empresas que son propiedad de mujeres, eliminando las barreras financieras, culturales y políticas”.
“El informe Dell WE Cities de 2019 es único ya que no solo clasifica a 50 ciudades del mundo por su capacidad para fomentar a las empresarias, sino que muestra cómo las ciudades han mejorado desde su punto de referencia en 2017”, dijo Karen Campbell, directora y asesora asociada de IHS Markit.
Abogando por las mujeres empresarias
Los resultados del Índice WE Cities de 2017 a 2019 resaltan los éxitos y desafíos que enfrenta cada ciudad, y donde las ciudades pueden aprender las mejores prácticas. Si estos aprendizajes clave son apoyados por los gobiernos locales, pueden agregar grandes cambios para las empresas propiedad de mujeres, a nivel mundial.
Sobre WE Cities
 Dell Technologies se asoció con IHS Markit, una de las principales fuentes de información y análisis que dan forma al panorama empresarial actual, para lanzar esta primera investigación mundial que medirá la capacidad de una ciudad para atraer y apoyar a mujeres empresarias de alto potencial.
La investigación para WE Cities comenzó durante 2016 DWEN Research Symposium, presidido por el Dr. David Ricketts del Centro de Tecnología y Emprendimiento de Harvard. El simposio de investigación reunió a 40 líderes de pensamiento global, empresarias, académicos y medios de comunicación para desarrollar ideas para el modelo. Los puntos clave de las conversaciones en el simposio incluyeron:
  • El acceso al capital sigue siendo el desafío número 1 que enfrentan las empresarias, aunque las cifras muestran una leve mejora.
  • Crear ecosistemas robustos con incubadoras, aceleradores y mentores hace una gran diferencia para los emprendedores: todo se trata de la red.
  • Las normas culturales y sus implicaciones políticas ponen graves vínculos con las empresarias.
  • El talento de los emprendedores, incluida la educación y la experiencia, como tener acceso a un personal calificado, es relevante.
Los resultados del estudio WE Cities de 2017 a 2019 resaltan los éxitos y desafíos que enfrenta cada ciudad, y donde pueden aprender o poner en marcha las mejores prácticas. Si estos aprendizajes clave, son apoyados por los gobiernos locales, pueden agregar grandes cambios para las empresas propiedad de mujeres, a nivel mundial.


México | Consejos De Tecnología Para Vacaciones


por Yesica Flores
Sabemos que tu smartphone es el elemento más importante cuando sales de viaje, pues hoy en día es una herramienta indispensable para realizar un sinfín de tareas. Sin embargo, en ocasiones suceden “imprevistos” tecnológicos durante las vacaciones que podrían hacerte pasar un mal rato, como quedarte sin batería, datos o memoria, por ejemplo.
Por ello, Alcatel, marca de dispositivos de TCL Communication, te recomienda implementar algunas acciones para activar el “modo vacaciones” en tu smartphone antes de salir de casa y anticiparte a cualquier inconveniente que pudiese surgir, para que puedas relajarte y disfrutar un merecido descanso.
  • Una vez definido tu lugar de destino, investiga si tendrás cobertura en esa área o necesitas contratar un plan adicional. Si requieres comprar una SIM extranjera, revisa opciones de precios online para que la tengas con anticipación.
  • Descarga previamente los materiales que te serán de utilidad, desde mapas de la zona y aplicaciones hasta contenidos de entretenimiento como libros, películas y música.
  • Haz un respaldo de tu información, contactos, fotografías y videos en la nube, para que puedas liberar espacio que no necesitas en el almacenamiento interno.
  • Actualiza las aplicaciones para evitar que consuman datos durante el viaje y configura un patrón de consumo de datos que te ayude a moderarlos, hasta que encuentres puntos de Wifi seguros.
  • No olvides equiparte con un cargador y/o batería de respaldo, así como adaptadores, carcasa, mica protectora, llave de tarjeta SIM, auriculares o cualquier otro accesorio para tu dispositivo.
También te aconsejamos explorar todas las funciones que te ofrece tu smartphone para que puedas utilizarlo al máximo y capturar los mejores momentos de tus vacaciones. Por ejemplo, en el apartado fotográfico de Alcatel 1S, además de la aplicación del efecto bokeh mediante el modo retrato y la detección de escenas por inteligencia artificial, también podrás activar el modo HDR para equilibrar la iluminación de tus fotografías a contraluz, captura continua, foto panorámica, usar los filtros del modo belleza para mejorar la composición de la imagen, e incluso, tomar fotos mientras grabas un video.
Estas vacaciones de verano, disfrútalas con un Alcatel 1S con memorias de 32GB ROM/3GM RAM, procesador de 8 núcleos, Android 9.0 Pie, cámaras de 8MP/16MP + 2MP, batería de 3,060 mAh, lector de huella y desbloqueo facial, que estará disponible a un precio de $2,699.00 pesos hasta el 03 de octubre. Para más información, consulta: https://laeshop.alcatelmobile.com/alcatel/mx/SMA-1S/single