domingo, 17 de novembro de 2019

Porque hoje é... Domingo | Moradores da Rua Homem Cristo (Filho) e Largo de S. Braz com dificuldades de estacionamento da suas viaturas

Porque hoje é... Domingo, vamos abordar um assunto que diz respeito aos moradores que vivem na Rua Homem Cristo (Filho), anexa à Travessa das Barcas com ligação para o Largo de S. Braz, localizado nas traseiras da antiga Caixa Geral de Depósitos, com a Escola Homem Cristo.
Desde o nº. 135 da dita Rua Homem Cristo (Filho) em toda sua extensão não encontramos uma placa com a sua identificação, a não ser a que vemos na imagem acima, colocada numa casa particular com o nº. 1, anexa à Travessa das Barcas. A quem se deve esta falha de Toponímia?
A Travessa com esta designação é composta apenas pelos nº. s 2, 4, 6, 8 e 10 é relativamente pequena, mas, com bastante movimento e acesso para o Largo do Rabumba, onde habitam alguns moradores.
Seguidamente temos o Largo S. Braz, um espaço muito procurado por pessoas não residentes para estacionar, tendo em conta que é gratuito, o que dificulta por sua vez o estacionamento das viaturas de quem ali tem habitação, quer seja durante o dia ou durante a noite, muitas das vezes de forma desordenada, revelando notória falta de civismo.
Chegados aqui, os moradores da Rua Homem Cristo (Filho) a partir do nº. 33 até ao nº. 3, Travessa das Barcas e respectivo Largo S. Braz pedem a quem de direito que seja colocada uma placa de sinalização com indicação "EXCEPTO A MORADORES". Para tanto basta colocar uma pequena placa no posto existente à entrada.
Este é um dos problemas que mais preocupa os moradores, para não falarmos dos assaltos que se têm verificado, não só às habitações mediante o arrombamento de janelas e portas, como às viaturas.
Não nos parece que Aveiro seja uma cidade assim tão segura como alguém crer.

Joaquim Carlos
Director








Religião | Santa Isabel da Hungria

Imagem de Sta. Isabel na catedral de Fulda [Foto: Frederico Viotti]
Em apenas 24 anos de vida, atingiu um auge de santidade, tanto no trono quanto ao ser despojada dele. Um portento de caridade em meio a contínuo sofrimento.Sua festa liturgia é celebrada no dia 17 de novembro.

Plinio Maria Solimeo

“Parece que Deus deu ao mundo esta gloriosa princesa para fazer ver até onde podem ir a força da humildade cristã e o amor à cruz, o desapego das coisas da Terra, o espírito de pobreza na felicidade de um ilustre nascimento, e o desejo de se despojar para revestir os pobres de Jesus Cristo”, escreve um dos biógrafos da Santa.[1]

Santa Isabel nasceu em Presburgo (hoje Bratislava), no dia 7 de julho de 1207, numa família de santos. Era filha de André II, rei da Hungria, ilustre por sua piedade e justiça, e de Gertrudes, filha do Duque da Caríntia, da família dos Condes Andechs-Meran. Por sua mãe, Isabel era sobrinha de Santa Edviges, duquesa da Silésia e da Polônia. Por seu irmão Bela IV, grande e santo rei que sucedeu a seu pai no trono, foi tia de Santa Cunegundes, que conservou a virgindade no casamento com Ladislau, rei da Polônia, e de Santa Margarida da Hungria, que se santificou no claustro.

O segundo irmão de Isabel, Colomã, foi rei da Galícia e príncipe da Rússia, e guardou continência perpétua com a bem-aventurada Salomé da Polônia, sua esposa.[2] Por fim, Santa Isabel da Hungria foi tia-avó de outra grande Santa, sua homônima, rainha de Portugal e prima segunda de Santa Inês de Praga.

Sem dúvida, uma glória para a Idade Média a de possuir tantos santos nos mais altos escalões da sociedade. Diz um de seus biógrafos que Isabel “ainda não tinha três anos, e já dava sinais inequívocos de santidade precoce. Seu coração e seu espírito se abriram para as verdades da fé, ao mesmo tempo que aos sentimentos de caridade”.[3]

Na corte da Turíngia
Santa Isabel menina fiando para os pobres – Marianne Stokes, 1895. Coleção privada.

Em 1211, o landgrave Herman I,[4] duque da Turíngia, príncipe de Hesse e da Saxônia e conde palatino, pediu ao rei da Hungria a pequena Isabel em casamento para seu filho Luís. Em consequência, seguindo os costumes da época, a menina foi enviada à Alemanha aos quatro anos de idade, para ser educada com o futuro esposo, que tinha na ocasião 11 anos.

“A corte da Turíngia era, nesse período, famosa por sua magnificência. Seu centro era o imponente castelo de Wartburg, esplendidamente localizado num monte na floresta turíngia próximo de Eisenach, onde o landgrave Herman vivia cercado de poetas e menestréis, de quem era generoso patrono. Não obstante a turbulência, a vida puramente secular da corte e a pompa dos que a cercavam, a pequena cresceu como criança muito religiosa, com evidente inclinação para a prece e a piedosa observância de pequenos atos de mortificação”.[5]

À medida que crescia, iam se acentuando em Isabel inclinações piedosas. Não era raro ela parar durante os brinquedos em que se entretinha com outras meninas nobres, para com elas irem visitar a capela ou rezar alguma oração. Também gostava de as levar ao cemitério, onde lhes dizia: “Lembrai-vos de que um dia nos veremos reduzidas a pó e a nada. Estas pessoas que jazem aqui tiveram vida como nós, e agora estão mortas, como nós estaremos também. Ajoelhai-vos, e dizei comigo: ‘Por vossa Paixão e Morte, e pelas dores de vossa queridíssima Mãe Maria, livrai das penas essas pobres almas, Senhor; e por vossas chagas sacratíssimas, salvai-nos’”.[6]

Isabel dava aos pobres tudo o que tinha, e ia à cozinha do castelo à procura de alimentos que pudesse levar-lhes. Às vezes, para desgosto dos que tinham sua tutela, dava mesmo parte de sua veste ou seu calçado.

“Por acaso te pesa demais a coroa?”
Castelo de Wartburg

A menina tinha somente nove anos, em 1216, quando morreu o landgrave Herman, que tinha sido para ela um verdadeiro pai. Seu futuro esposo era ainda muito jovem para governar, por isso a regência passou para a mãe deste, a duquesa Sofia. Esta via com desprazer os crescentes atos de piedade da sua futura nora.

Um dia, tendo ela levado sua filha Inês e Isabel à igreja, na festa da Assunção, Isabel ajoelhou-se diante de um grande crucifixo, tirou da cabeça a pequena coroa e prosternou-se profundamente. A duquesa reagiu: “Que fazes? Uma jovem de tua estirpe deve manter-se erguida, e não se lançar ao solo como as beatas. Por acaso te pesa demais a coroa?”. Desfeita em prantos, a menina respondeu: “Não vos enfadeis, Senhora. Está aqui meu Deus e meu rei, este doce e misericordioso Jesus, coroado de espinhos. E posso estar diante dele coroada de pérolas?”.[7]

Todos, na corte, julgavam excessiva a piedade da jovem princesa, menos o seu futuro esposo. Tudo faziam para desviar o amor que o príncipe Luís lhe professava. Um dia, mostrando uma montanha aos seus cortesãos, ele lhes disse: “Vedes essa montanha? Pois ainda que me désseis uma quantidade de ouro maior, eu não consentiria jamais em apartar-me do carinho de Isabel”.

Perfeito casal cristão
Igreja Santa Maria Madalena, Vendôme, França [Foto: Frederico Viotti]

Ao ser celebrada a boda dos dois príncipes no castelo de Wartburg, no ano de 1220, Luís tinha então 20 anos, e Isabel quase 14. Havia uma afinidade de alma muito grande entre esposo e esposa. Luís apreciava a virtude de Isabel, e Isabel a retidão e piedade do marido. “A um valor legendário nos torneios e nos combates, Luís unia uma inocência inverossímil em um cavaleiro rodeado de todos os prestígios do poder, do luxo e dos perigosos azares de uma vida agitada”.[8] Por isso o casamento foi muito feliz.

Muito conhecido é o milagre das rosas, pois todas as biografias de Santa Isabel a narram, e o mesmo também ocorreu com Santa Isabel de Portugal. Apesar de o marido ser muito compreensivo para com suas caridades, uma vez Santa Isabel se viu em apuros. Tinha acabado de pegar em seu manto uma boa quantidade de carne, ovos e outros alimentos, e dirigia-se à cidade para dar aos pobres.

Nesse instante encontrou-se com o marido, que vinha da caça. Este, vendo-a vergada sob o peso que carregava, perguntou-lhe o que trazia em seu manto. Ela, olhando para o céu, abriu o manto, e nele estavam belíssimas rosas encarnadas e brancas, sendo que estavam em pleno inverno. Diante do milagre, o marido a tranquilizou e guardou consigo uma das rosas milagrosas.

A “paixão” de Santa Isabel

De sua união com Luís, Santa Isabel teve três filhos: Hermano, nascido em 1222; Sofia, em 1224; e Gertrudes, em 1227. Entretanto, esse feliz matrimônio durou pouco. Em 1227, acolhendo à voz do Sumo Pontífice que convocava uma quinta cruzada para reconquistar o Santo Sepulcro, Luís, como verdadeiro príncipe cristão, alistou-se para acompanhar o imperador Frederico II. Apesar de sua aflição, disse-lhe Isabel: “Não permita Deus que tu fiques a meu lado contra sua adorável vontade, mas antes bem que Ele te conceda a graça de fazer sempre e em tudo seu adorável beneplácito”.[9]

O valoroso príncipe morreu da peste em Otranto, antes de chegar a Jerusalém. Apesar de não ter sido canonizado pela Igreja, a voz do povo alemão o chama de santo, bem como à sua filha Gertrudes. Após um sentimento de violenta dor, Isabel dominou-se e aceitou submissa a vontade de Deus. Começou então para ela o que poderíamos chamar de “sua paixão”. Conforme narram quase todas as suas biografias correntes, seu cunhado, que deveria ser o regente em razão da minoridade de seu filho de cinco anos, deu-lhe ordem de sair do castelo, nada levando, a não ser os filhos. Isabel apenas murmurou: “Levaram-me tudo, mas ainda tenho Deus”.

Todos os filhos eram ainda muito pequenos, tendo a última filha apenas dois meses de idade. Eles acompanharam a mãe em sua desgraça. Na cidade de Eisenach, palco constante de suas incontáveis caridades, as pessoas não a quiseram receber, por receio de descontentar o regente. Finalmente, ela encontrou acolhida num estábulo.

Os primeiros biógrafos de Santa Isabel narram mais um fato que veio somar-se a tantas humilhações. Um dia ela atravessava um riacho muito barrento, no qual haviam lançado algumas pedras para facilitar a passagem. Do outro lado vinha uma velha megera, outrora muito ajudada pela santa. Em ‘retribuição’ aos antigos benefícios, a megera deu-lhe um empurrão, caindo Isabel na lama. A agressora ainda acrescentou: “Não quiseste viver como duquesa enquanto o eras. Agora que te vejo pobre e caída no barro, não serei eu quem te levantará”.[10]

Foi nessas circunstâncias que uma tia de Isabel, Matilde, abadessa de um mosteiro beneditino em Wurzburg, veio em seu socorro e a encaminhou depois ao tio, Eckbert, bispo de Bamberg. Algum tempo depois, os cavaleiros que tinham acompanhado o Duque da Turíngia à Cruzada voltaram, trazendo o seu corpo. Corajosamente enfrentaram os príncipes, irmãos do duque falecido, e exprobaram-lhes a crueldade praticada contra a viúva de seu próprio irmão e contra seus sobrinhos. Os príncipes não resistiram às palavras dos cavaleiros. Pediram perdão a Santa Isabel e a restauraram em seus bens e propriedades. Graças a isso, seu filho foi declarado herdeiro, sob a tutela do tio.

Na Ordem Terceira de São Francisco
Crânio de Santa Isabel

Santa Isabel foi fortemente influenciada pela espiritualidade franciscana, cuja Ordem surgiu naquela época. Por isso, na Sexta-feira Santa de 1228, foi recebida na Ordem Terceira de São Francisco, no convento de Eisenach, juntamente com duas de suas damas que dela não haviam querido se separar. Foram das primeiras terciárias franciscanas na Alemanha.

A santa renunciou então ao mundo, e instalou-se numa humilde casa em Marburg, que seria doravante o teatro de suas virtudes. Suas duas filhas foram encaminhadas para serem educadas num convento, conforme costume do tempo, onde depois uma delas professou. A outra casou-se com o duque de Brabante.

Santa Isabel tinha por confessor o Pe. Conrado de Marburg, que foi depois inquisidor papal, muito austero para consigo e para com os outros. Ele exigia de Isabel uma virtude perfeita. Retirou-lhe até mesmo as damas que a vinham acompanhando, e pôs em seu lugar mulheres rudes e severas às quais a santa deveria obedecer.

“Nesta época de sua vida, a santidade de Isabel manifestou-se de forma extraordinária, e seu nome tornou-se famoso em todas as montanhas da Alemanha. Dizia-se que São João Batista vinha lhe trazer pessoalmente a Comunhão, e que inúmeras vezes ela foi visitada pelo próprio Jesus Cristo e pela Virgem Maria, que a consolavam em seus sofrimentos. No processo de canonização, uma de suas amigas declarou que a surpreendeu várias vezes elevada no ar, a mais de um metro do chão, enquanto contemplava o Santíssimo Sacramento, absorta em êxtase contemplativo”.[11]

Santa Isabel faleceu na noite de 19 de novembro de 1231, com apenas 24 anos de idade, sendo canonizada em 1235, tal a sua fama de santidade. Nesse ano foi exumado o seu corpo, perfeitamente incorrupto e exalando delicioso perfume, trasladado depois para a magnífica igreja gótica que os habitantes de Marburgo construíram em sua honra. Seu túmulo atraía tantos peregrinos, que chegou a rivalizar com Santiago de Compostela.

A paixão post-mortem de Santa Isabel

Séculos mais tarde, no dia 18 de maio de 1539, o landgrave Felipe de Hesse, descendente em linha direta de Santa Isabel, fez celebrar pela primeira vez o culto protestante na própria igreja onde estavam seus restos mortais. Depois desapareceu com a urna que continha os seus ossos. Em 1548, tendo sido feito prisioneiro pelo imperador Carlos V, Felipe foi obrigado a restituir à igreja de Santa Isabel suas relíquias, parte das quais já se haviam difundido pela Europa.

Depois do protestantismo, no fim da II Guerra Mundial a Turíngia caiu no comunismo. Finalmente, em 1990, com a reunificação da Alemanha, tornou-se mais uma vez livre, mas grande parte de sua população tinha se tornado ateia, como os dirigentes sem-Deus que a escravizaram durante perto de 50 anos.

ABIM

[1] Msr. Paul Guérin, Les Petits Bollandistes, Sainte Elisabeth de Hongrie, Vies des Saintes, Bloud et Barral, Paris, 1882, tomo XIII, p. 500.
[2] Cfr. Les Petits Bollandistes, id. Ib.
[3] Edelvives, Santa Isabel de Hungria, El Santo de Cada Dia, Editorial Luis Vives, S.A., Saragoça, 1949, p. 191.
[4] Landgrave – Título ou dignidade de alguns príncipes ou nobres alemães, que julgavam pleitos em nome do Imperador. (Dicionário Houaiss)
[5] Michael Bihl, St. Elizabeth of Hungary, The Catholic Encyclopedia, CD Rom edition.
[6] Edelvives, op. cit. p. 192
[7] Frei Justo Perez de Urbel, Santa Isabel de Hungria, Año Cristiano, Ediciones Fax, Madri, 1945, tomo IV, p. 374.
[8] Id. Ib. 375.
[9] Edelvives, op. cit. p. 197.
[10] Id., p. 198.
[11] http://pt.wikipedia.org/wiki/Santa_Isabel_da_Hungria.

Mundo | 7 de cada 10 mexicanos gastarán dinero en El Buen Fin 2019


por Yesica Flores


El 76% de los mexicanos realizará compras en el Buen Fin, que este año tendrá lugar del 15 al 18 de noviembre, mientras el 21% dijo que comprará sólo si encuentra una promoción atractiva y solo el 3% señaló que no comprará nada en esta campaña de ventas prenavideñas, según un sondeo realizado por la comparadora de servicios financieros Coru.com y la empresa de estudios de mercado Brad.Feebbo en noviembre de 2019.
El dinero que esperan gastar los mexicanos en las ofertas de la novena edición de esta iniciativa es de 2 hasta 5 mil pesos (39%), de mil a 2 mil pesos (30%), de 5 a 10 mil pesos (15%), menos de mil pesos (12%) y sólo el 4% planea gastar más de 10 mil pesos en esta temporada de promociones.
“Las ofertas, tanto en tiendas físicas como en línea, tienden a ser muy tentadoras durante las ventas prenavideñas, pero es importante mantener un criterio de ahorro y no comprar artículos porque supuestamente tengan algún descuento o promoción, sino limitarse a adquirir aquellos que son realmente necesarios para nuestro uso diario” comenta Sebastián Medrano, director de Coru.com
¿Cómo gastarán los mexicanos en el Buen Fin 2019?
En el Buen Fin 2019, el 46% de los mexicanos espera comprar electrodomésticos y electrónicos, el 42% planea comprar ropa, calzado y accesorios, el 10% amba opciones o más y un 2% está esperando comprar un viaje, según datos del mismo sondeo.
Las formas de pago más comunes durante el Buen Fin 2019 se espera que sean efectivo (57%), tarjeta de crédito (26%) y tarjeta de débito (17%).
Entre las ofertas que esperan aprovechar los mexicanos son descuentos directos (50%), pago a meses sin intereses (29%), 2x1 y sus variantes (15%) y bonificación de puntos (6%).
El dinero que usarán será ahorros (47%), aguinaldo (19%), dinero del momento (17%), la quincena (16%) y con dinero prestado (1%).
Respecto a los lugares donde las personas planean comprar sus productos son: tiendas departamentales (64%), tiendas en línea (22%), supermercados (11%), tiendas de marca (3%).
Hábitos de endeudamiento
Respecto a la forma de comprar en el Buen Fin, el 58% de los mexicanos dijo ahorrar con anticipación, el 31% no se preparan y compran el día del evento, el 7% compra a meses o cuotas y el 4% pide algún tipo de crédito.
El 61% planea comprar en otras ventas prenavideñas, 26% prevé comprar en el Cyber Monday y/o Black Friday y 13% dice que no comprará nada más. Por otro lado, el 82% de las personas dicen no deber ningún crédito del Buen Fin 2018, mientras que el 17% todavía está pagando sus compras de esa emisión y el 1% no recuerda si aún tiene adeudos.
En el sondeo realizado en octubre de 2019 participaron 301 personas mayores de 18 años, de todos los niveles socioeconómicos y residentes en todo el país. El error muestral es de 5.6% y el nivel de confianza es de 95%.

sábado, 16 de novembro de 2019

Pingo Doce alerta clientes para campanha fraudulenta através de SMS


O Pingo Doce alertou os utilizadores do cartão Poupa Mais para uma SMS fraudulenta em nome da cadeia de supermercados. Se recebeu uma mensagem destas, não abra o link.
"Foi identificado o envio de mensagens falsas em nome do Pingo Doce com a informação de que foi um dos vencedores de um sorteio. Caso tenha recebido esta mensagem no seu telemóvel, ou alguma semelhante, pedimos que ignore.
Alertamos os nossos clientes que todas as campanhas e promoções são divulgadas através dos canais oficiais da marca, nomeadamente, no nosso site (www.pingodoce.pt), página de Facebook e/ou Instagram.
Em caso de dúvida, não forneça os seus dados e contacte o nosso Serviço de Apoio ao Cliente".
A mensagem falsa em questão menciona a existência de um sorteio ou concurso e tem associada um link a solicitar dados pessoais.
O alerta foi dado pela empresa do Grupo Jerónimo Martins nas suas redes sociais e, de acordo com o Expresso, através de e-mail e via SMS.
Escreve ainda o Expresso, citando o Pingo Doce, que “este tipo de SMS pretende aliciar o utilizador a clicar no link da mensagem, para fornecer dados pessoais (nome, morada, número de identificação fiscal, entre outros) e dados bancários numa página de internet falsa em nome do Pingo Doce".
Mais, garantem que “estas SMS são enviadas para números de telemóvel aleatórios que podem ou não pertencer a clientes Poupa Mais registados". O Pingo Doce garante "que não foi alvo de acesso indevido à sua base de dados de clientes”.
"Alertamos os nossos clientes que todas as campanhas e promoções são divulgadas através dos canais oficiais da marca, nomeadamente, no nosso site, página de Facebook e/ou Instagram", diz ainda a nota do supermercado.
Em caso de dúvida, pede o Pingo Doce, "não forneça os seus dados e contacte o nosso Serviço de Apoio ao Cliente".
Este não é o primeiro alerta emitido pelo Pingo Doce este ano. Em setembro, no seu site, lançou uma nota sobre uma outra campanha de promoções que era falsa e visava o mesmo objetivo, o de obter dados pessoais dos clientes.

Madremedia

Família da mãe que abandonou filho em ecoponto quer ficar com a criança

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A família da mãe que abandonou na madrugada de 5 de Novembro o filho num ecoponto junto à discoteca Lux-Frágil, em Lisboa, quer ficar com a criança, notícia o semanário Expresso este sábado, citando fontes oficiais.
Segundo o jornal, a família da jovem cabo-verdiana tem condições financeiras para tomar conta do bebé.
A jovem de 22 anos veio de Cabo Verde para Portugal há dois anos para estudar. Viveu com a mãe, que regressou depois para o seu país, depois com a irmã, com quem se desentendeu e acabou por ir viver para a rua.
Os familiares da mãe da criança têm estado em contacto com as entidades consulares em Portugal e com instituições governamentais cabo-verdianas.
Apesar da vontade da família biológica, nada garante que a guarda lhes seja entregue. A decisão caberá ao tribunal após uma avaliação de vários fatores, entre os quais as condições psicológicas, habitacionais e de segurança infantil.
Adianta ainda o semanário que até à decisão final, a criança deverá ser entregue a uma família de acolhimento, tendo três já manifestado a sua disponibilidade.
A mãe do bebé abandonado teve a criança pelas 2h00 de dia 5 de novembro e ele só foi encontrado às 17h00 desse dia.
Esta sabia dos rumores sobre um bebé abandonado, chegou mesmo a participar das buscas, mas remeteu-se ao silêncio.
O pedido de libertação imediata desta jovem sem-abrigo de 22 anos foi recusado pelo Supremo Tribunal de Justiça e nos documentos do tribunal é revelado em detalhe o relato sobre o que aconteceu naquele dia.
A jovem de 22 anos justificou a sua atuação com o facto de estar desesperada, sem saber o que fazer ao bebé, pois não tinha condições porque estava na rua. Disse ainda não saber quem é o pai da criança.
Segundo a Polícia Judiciária, a mãe do recém-nascido agiu sozinha e nunca revelou a gravidez a ninguém, vivendo numa situação “muito precária na via pública”.
Em declarações ao Expresso, a advogada da jovem disse que esta caiu na prostituição e terá engravidado de um cliente “porque os homens pagavam mais quando o sexo era sem proteção”.
Além do futuro da criança e da mãe, este caso teve outros desenvolvimentos, nomeadamente em relação aos heróis — afinal não foi apenas um, como inicialmente se pensou — que salvaram esta criança.
Manuel Xavier foi o primeiro a surgir como herói desta história de sobrevivência. O ato de coragem valeu-lhe um encontro com Marcelo, foi às televisões, falou com os jornais. Agora sabe-se que não foi ele quem descobriu a criança, nem tampouco a tirou do ecoponto.
João Paulo ouviu um choro e mesmo quando não acreditaram nele não desistiu. Rui Machado tirou-o do contentor, uma funcionária do Lux acolheu-o e um outro homem ligou para o INEM. Os heróis "fomos todos, toda a gente que aqui esteve. Foi Deus que nos pôs aqui", disse Rui. E Marcelo terá "muito gosto" em recebê-los a todos em Belém.
Madremedia

Aveiro vai receber em 2020 o maior congresso de turismo do país

APAVT - Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo escolheu a cidade do Centro de Portugal para realizar o seu 46.º Congresso.
A cidade de Aveiro, no Centro de Portugal, vai receber em 2020 o 46.º Congresso da APAVT - Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo. A novidade foi anunciada durante o 45.º Congresso, que decorre no Funchal.
O Congresso da APAVT é o mais importante encontro do setor turístico que se realiza em Portugal. Este ano, mais de 700 congressistas estão presentes na Madeira, para um evento que tem como tema “Turismo: Opções Estratégicas”.
De notar que esta será a quarta vez, em dez anos, que o Centro de Portugal acolhe o Congresso da APAVT, depois de tal ter já acontecido em 2011 (Viseu), 2012 (Coimbra) e 2016 (Aveiro). Antes, esta região já tinha sido palco dos congressos de 1981 (Figueira da Foz), 1984 (Fátima) e 1986 (Aveiro). 2020 será assim a terceira vez em que a associação escolhe Aveiro como palco do encontro.
O anúncio da escolha do destino foi feito por Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT. "A APAVT faz 70 anos em 2020. Vamos celebrar esta data no Congresso de Aveiro. Foi com muito carinho que escolhemos Aveiro e o Centro de Portugal, por ser um destino onde sei que os agentes de viagens são reconhecidos, apoiados e sempre muito bem acolhidos em todas as suas iniciativas", sublinhou.
Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal, e José Ribau Esteves, presidente da Câmara Municipal de Aveiro e vogal da Comissão Executiva do Turismo Centro de Portugal, agradeceram a escolha.
“Convidamos todos os congressistas aqui presentes a estarem também presentes em Aveiro, para debatermos os desafios do turismo. Portugal é um destino que se afirma cada vez mais internacionalmente e o maior desafio que temos é a consolidação deste crescimento. Para ajudar à consolidação, faz todo o sentido que as organizações façam esta descentralização", disse Pedro Machado. "A APAVT sabe do carinho que temos pelas agências de viagem, que são um pilar fundamental para a nossa coesão territorial. Seguramente, em Aveiro vai ser o maior e melhor congresso de sempre da APAVT. Será para nós um privilégio receber-vos no Centro de Portugal”, acrescentou.
"É um gosto enorme podermos receber o congresso de 2020 da APAVT em Aveiro. A presença deste mesmo congresso, em 2016, foi muito importante: Aveiro vivia um momento dramático e o congresso representou uma nota de esperança para os investidores. Em 2019, já colhemos muitos frutos da vossa presença de há quatro anos, tanto em Aveiro como no Centro de Portugal", declarou, por sua vez, José Ribau Esteves. "Agora, queremos mais e melhor: queremos prosseguir este caminho do crescimento verdadeiro. Venham todos a Aveiro, ao Centro de Portugal, porque é no centro que está a virtude”, disse ainda.
Considerado pela comunicação social e pelo setor como o principal fórum de debate turístico nacional, os congressos da APAVT realizam-se anualmente e congregam habitualmente centenas de profissionais da atividade turística. O principal objetivo dos congressos é dar aos seus participantes a oportunidade de se encontrarem e discutirem assuntos de elevado interesse para o Turismo português, convidando a APAVT especialistas na matéria que possam contribuir para partilhar experiências e desenvolver novas estratégias para a atividade. Este objetivo é complementado com uma mostra de turismo, promovido conjuntamente com a organização local, onde diversas entidades locais e portuguesas expõem e promovem os seus produtos, gerando negócio e parcerias.

“Vão-se passar muitas coisas em Paris”. Um ano depois os coletes amarelos voltam à rua

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SAPO24
O lusodescendente Jerome Rodrigues, uma das principais figuras do movimento dos "coletes amarelos", garante à Lusa que hoje, dia de mobilização nacional, "se vão passar muitas coisas em Paris".
Na véspera de se completar um ano de intensas e, na maior parte das vezes, violentas ações de protesto paralelamente às marchas dos “coletes amarelos” quer em Paris quer noutras cidades francesas, não é ainda público que locais serão abrangidos este fim de semana pelos ativistas.
De concreto sabe-se apenas que milhares de “coletes amarelos” confirmaram a sua presença em Paris, através dos canais criados nas redes sociais.
“Não posso falar do que se vai passar, mas vão-se passar muitas coisas”, disse à Lusa Jerome Rodrigues, que perdeu um olho numa anterior manifestação dos “coletes amarelos”.
Apesar de terem mantido uma presença contínua todos os sábados na capital francesa, o movimento perdeu força e reúne apenas poucas dezenas de pessoas, mas este fim de semana, quando se completa um ano desde a primeira manifestação, as redes sociais foram o canal usado por mais de 6 mil pessoas, que confirmaram presença em diferentes manifestações, no sábado e no domingo.
Desde logo, há um novo apelo a um protesto nos Campos Elísios – um trajeto fora de causa já que as manifestações continuam a ser proibidas em diferentes áreas, incluindo este ponto emblemático para o movimento -, mas também um protesto autorizado na margem esquerda do Sena e até um apelo ao bloqueio da estrada periférica à volta da capital francesa.
No entanto, como Jerome Rodrigues explicou à Lusa, estas podem não ser as únicas movimentações.
O “colete amarelo” lusodescendente, que participa em vários grupos em diversas redes sociais onde estão a ser combinados os protestos, diz que a “estratégia” para este fim de semana é não dar muitos detalhes sobre o que vai acontecer.
A opinião pública, segundo uma sondagem divulgada pelo canal de televisão BFMTV, ainda apoia maioritariamente o movimento, com 55% dos inquiridos a darem esta opinião, mas 63% considera que os “coletes amarelos” não devem voltar às ruas.
Tal como os manifestantes, também as autoridades ainda não desvendaram todas as medidas de segurança na cidade, publicando apenas que para além da interdição dos Campos Elísios, também na Assembleia Nacional, no Hotel Matignon (residência do primeiro-ministro), na zona à volta da Torre Eiffel ou na Notre Dame as manifestações estão proibidas.
Várias estações de metro e de comboio estarão fechadas.
Lusa / Madre Media