sexta-feira, 14 de junho de 2019

Pampilhosa da Serra | Pais da Casa da Criança da Santa da Misericórdia de Pampilhosa da Serra organizam Arraial Solidário.


 
Terá lugar no próximo dia 19 de junho, no Quartel das Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Pampilhosa da Serra, um Arraial Solidário. 

Numa organização conjunta entre os pais das crianças do pré-escolar da Casa da Criança da Santa Casa da Misericórdia de Pampilhosa da Serra e a própria Instituição, pretende-se angariar apoios que ajudem a manter ativa esta resposta social criada há cerca de 30 anos, acolhendo diferentes gerações. Gerações que hoje contam com esta resposta para acolher os seus próprios filhos reforçando os laços afetivos outrora criados, e perpetuados graças à dinâmica muito especial e própria que caracteriza esta resposta social dirigida à 1.ª Infância. Por isso, haverá também um espaço dedicado às crianças: o Cantinho das Brincadeiras, pois são elas o motivo pelo qual os pais e a Instituição se juntaram. 

O evento conta com um programa recheado de animação, graças à boa vontade de artistas locais que se quiseram associar ao mesmo de forma graciosa. São eles o teclista Samuel Carlota, a banda “Sons do Zêzere” e o Racho Folclórico de Pampilhosa da Serra. Tratando-se de um arraial a parte gastronómica, claro está, também não foi descurada. Nesse sentido, os visitantes poderão apreciar uma boa sardinhada e outros petiscos, tendo ainda ao seu dispor uma apetecível banca de produtos e iguarias, confecionada pelos pais, crianças, idosos e funcionários da Instituição, numa lógica de trabalho comunitário em prol de uma Instituição que merece todo o respeito dos Pampilhosenses. 

A totalidade dos valores angariados reverterão para a Casa da Criança da Santa Casa da Misericórdia de Pampilhosa da Serra.

Região de Leiria | 440 alunos apresentam projetos de empreendedorismo


Resultado de imagem para Teatro Miguel Franco
Cerca de 440 crianças do ensino pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico do concelho apresentam, nos próximos dias 18 e 19, no Teatro Miguel Franco, as propostas desenvolvidas no âmbito do projeto “Empreendedorismo nas Escolas CIMRL”.
No primeiro dia, às 10:00, os dez grupos do pré-escolar falam sobre as ideias apresentadas em sede do programa educativo “As Aventuras do Horácio”.
“A Aventura do Gaspar” foi o mote para os trabalhos criados pelas 13 turmas do 1.º ciclo do ensino básico, que, no dia 19, são mostrados às 09:30, 14:30 e 18:00.
Esta é uma iniciativa da Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria, que pretende desenvolver junto da comunidade educativa competências através da metodologia de projeto: trabalho em equipa, comunicação, resolução de problemas e promoção da criatividade..

Castelo de Paiva | Hoje no Agrupamento de Escolas de Castelo de Paiva -JOVENS ESTUDANTES DO TÂMEGA E SOUSA DISPUTAM FINAL DO CONCURSO INTERMUNICIPAL JOVEM EMPREENDEDOR


Castelo de Paiva acolheu hoje a final do Concurso Intermunicipal Tâmega Sousa Jovem Empreendedor, que se está a realizar no espaço da biblioteca da Escola Secundária até ao final da tarde, com a presença de dezenas de jovens estudantes do ensino secundário, pertencentes aos 11 municípios da região.

Recorde-se que, este concurso está a ser disputado pelos vencedores dos concursos municipais Tâmega Sousa Jovem Empreendedor, etapas que decorreram entre Maio e Junho nos diversos concelhos do Tâmega e Sousa, no âmbito do Programa de Sensibilização e Apoio ao Empreendedorismo Jovem, e foi implementado CIM do Tâmega e Sousa, em articulação com os municípios e escolas do território.

O programa, que decorreu entre Fevereiro e Junho, contou com 1000 alunos do12ºano do ensino profissional e teve a participação de 30 escolas da região, sendo que, formação em sala de aula e online, mentoria e acompanhamento do trabalho dos alunos foram algumas das ferramentas utilizadas pelo programa Tâmega Sousa,

Além da criatividade e da inovação, o espírito de equipa foi também considerado uma peça fundamental do programa, já que os alunos tiveram de trabalhar em grupo e apresentar uma ideia de negócio conjunta, que agora está a ser apresentada perante o jurí final do concurso.

O Tâmega Sousa Jovem Empreendedor surge no alinhamento de um conjunto de acções capacitação e de estímulo do empreendedorismo que tem vindo a ser desenvolvido no âmbito da Rede de Apoio à Actividade Económica do Tâmega e Sousa.

Na cerimónia de abertura, a Vereador Paula Melo, em representação da edilidade paivense, entidade que colaborou com esta acção, congratulou-se com o êxito e a oportunidade da iniciativa, destacando a adesão registada, sublinhando o empenhamento dos jovens que lograram chegar a esta final, movidos por sonhos e ambição, que podem ser traduzidas em oportunidade de negócio, manifestando satisfação por ver a motivação dos jovens estudantes que ousam fazer, apresentando diversos projectos interessantes e de relevante utilidade para a comunidade. 

Carlos Oliveira

Proença-a-Nova | Ribeiro Farinha recebe Medalha de Mérito Municipal


Ribeiro Farinha, artista plástico natural da aldeia do xisto da Figueira, onde nasceu em 1933, recebeu a Medalha de Mérito Municipal na Sessão Solene do Dia do Município neste 13 de junho de 2019. Sob proposta do presidente da autarquia, aprovada por unanimidade em reunião de Câmara, o objetivo foi reconhecer o seu percurso profissional e a ligação que sempre manteve a Proença-a-Nova e que, como recordado pelos diferentes intervenientes, resultou na abertura do Espaço Ribeiro Farinha na Sobreira Formosa. A funcionar na antiga escola primária, onde o artista plástico estudou, o Espaço tem mais de 70 pinturas e esculturas, todas doadas. 

“Não posso deixar de agradecer ao Município de Proença-a-Nova mais esta condecoração e fico muito comovido e a minha eterna gratidão para quem o dirige. Não esqueço a atenção que no Município sempre deram ao meu trabalho e o empenho que tanto o João Paulo Catarino como o João Lobo fizeram para criar o Espaço Ribeiro Farinha”, referiu o homenageado na sua intervenção. “Depois de uma caminhada dura e longo pelo país e pelo mundo, sempre para satisfazer a minha sede de mais saber e mais conhecimento, retornei ao ponto de partida. Saí daqui aos 21 anos para a tropa e depois começou a minha aventura que me levou, felizmente, a muitos lados e depois, simbolicamente, retornei ao ponto de partida. Quero dedicar esta medalha à minha família que sempre esteve comigo, nos bons e maus momentos, e sobretudo à minha querida filha que nos deixou cedo de mais”, concluiu, emocionado, Ribeiro Farinha. 

João Lobo, presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova, fez referência aos 86 anos de vida de Ribeiro Farinha e ao seu “traço único e inconfundível” com que traduziu os seus olhares, pensamentos e sentimentos. “Quisemos, portanto, reconhecer este caminho que permanecerá sempre nas mais de oitenta obras que nos doou e em todas as outras da sua autoria e nas que ainda irá realizar, atribuindo a medalha de mérito municipal pelo extraordinário percurso de vida”. Também João Paulo Catarino, presidente da Assembleia Municipal, recordou a conversa tida com Ribeiro Farinha no momento em que este doou o espólio atualmente exposto, bem como a importância da sua obra. “O concelho não esquece a sua gratidão e a forma como tem elevado o nome de Proença-a-Nova e, acima de tudo, o orgulho que tem em dizer que é proencense e isso, a nós, enche-nos também de orgulho”.

Proença-a-Nova | Inaugurações do Mercado Municipal e da Oficina da Tigelada marcam Dia do Município


As inaugurações do Mercado Municipal, em Proença-a-Nova, e da Oficina da Tigelada, no Pergulho, marcaram o Dia do Município de Proença-a-Nova, comemorado esta quinta-feira, 13 de junho, tendo a Sessão Solene, realizada nos Paços do Concelho, abordado o tema da economia circular e dos seus contributos para a sustentabilidade ambiental. “Nas duas obras que hoje teremos oportunidade de inaugurar também está subjacente a preocupação de regenerar: no mercado municipal utilizámos estruturalmente o edifício existente, readaptando-o e tornando-o mais eficiente, e na nova Oficina da Tigelada, a utilização da antiga escola primária voltará a dar um contributo para a sociedade, não na transmissão de conhecimento direto que foi o seu objetivo primeiro, mas hoje potenciando o conhecimento através de vários recursos endógenos que na tigelada incluem a caprinocultura, a apicultura, os ovos - e aqui com importante expressão industrial no concelho - e o limão, recurso já existente mas que hoje emerge com outro potencial de valor”, referiu João Lobo, presidente da Câmara Municipal. 

O presidente da autarquia salientou a necessidade de se adotar um novo modelo económico, assente no conceito circular que pressupõe a otimização dos recursos ao longo de toda a sua vida útil, em que os resíduos de uns se tornam matéria-prima de outros, promovendo a reutilização, a recuperação e a reciclagem. João Lobo recordou os apoios que o Município tem disponíveis para a regeneração urbana, com reduções ao nível do IMI para quem incluir “nas suas intervenções a correção térmica e, dessa forma, ganhos de energia, e o reaproveitamento das águas das coberturas para uma nova utilização”. Na perspetiva do autarca, a Escola Ciência Viva, o trabalho desenvolvido pelo Centro Ciência Viva da Floresta e os eventos promovidos pelo município, como o Biodiv Summit ou as Jornadas Internacionais dedicadas à resinagem, são um bom exemplo de como a educação pode contribuir para incorporar estes conceitos. 

Os restantes intervenientes na Sessão Solene focaram a urgência de se tomarem medidas agora para um futuro mais sustentável. João Paulo Catarino, presidente da Assembleia Municipal, referiu mesmo que a mudança está aí, “se calhar mais cedo do que aquilo que prevíamos”, referiu. “No contexto do nosso concelho o capital material de maior relevância é a biomassa florestal; no entanto, existem mais cadeias de valor que podem ser promovidas por via de estratégias de economia circular, ampliando e diversificando o seu perfil industrial, assente no uso produtivo e regenerativo do capital natural”. André Dias, representante da bancada do PS, chamou a atenção para números alarmantes, que apontam para o facto de estarmos a esgotar em alguns meses os recursos disponíveis para todo o ano. “Em Proença-a-Nova temos todas as capacidades de executar esta mudança para uma casa global mais sustentável. Para isso, temos de nos focar em três fases: aumentar o nosso conhecimento com formação, planearmos a longo prazo e conseguirmos executar esse planeamento”. Para Francisco Grácio, representante da bancada do PSD, as ações de um pequeno território como Proença-a-Nova podem fazer a diferença. “Se todos os pequenos territórios se preocuparem com o ambiente e o tratarem condignamente, sem com isso prejudicar o inerente desenvolvimento económico, sustentado e controlado, estou em crer que estaremos a contribuir para um mundo menos poluído e certamente mais saudável para todos os seres vivos da terra”. 

Durante a inauguração do Mercado Municipal, foram distribuídos sacos de pano que convidam à criação de novos hábitos pelos consumidores, através da sua reutilização e redução progressiva do uso de sacos de plásticos. Já na Oficina da Tigelada, o apoio da Associação do Pergulho e Murteira será fundamental para, a partir de agora, se potenciar o espaço para promover o doce que está na corrida às 7 Maravilhas Doces de Portugal.

Proença-a-Nova | Sala do Futuro estará à disposição dos alunos no próximo ano letivo



Os alunos e professores da Escola Básica e Secundária Pedro da Fonseca ficaram a conhecer, no dia do Agrupamento, comemorado a 5 de junho, a “Sala do Futuro”, um Laboratório de Aprendizagem Colaborativa que recorre a novos modelos e ferramentas didáticas de autoaprendizagem. 

No dia da apresentação oficial desta sala, foram realizadas visitas de demonstração das diversas valências para alunos do 9º ano, dos cursos profissionais e do secundário, bem como de alguns docentes que agora poderão incorporar estas novas ferramentas nas suas aulas como instrumento complementar de pedagogia. As visitas foram orientadas por professores de informática do Agrupamento e por Joana Ferreira, Mariana Silva e Rita Martins, alunas do curso profissional Técnico de Gestão e de Programação de Sistemas Informáticos, que se encontram a realizar estágio curricular na Câmara Municipal, e que testaram e montaram a área de 3D e robótica da sala. 

Dos equipamentos que compõem a Sala do Futuro, os que mais chamaram a atenção dos alunos foi a impressora 3D e a vertente multimédia da sala, em que os alunos podem tirar fotografias e filmar tendo como pano de fundo uma tela verde, ou chroma, que possibilita depois que se altere o cenário. O agrupamento de escolas realizará as ações de capacitação para os professores no início do próximo ano letivo. A iniciativa “Sala do Futuro - Laboratório de aprendizagem colaborativa” integra o projeto “Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar” e é cofinanciado pelo Centro2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FSE (Fundo Social Europeu).

Pampilhosa da Serra | Quatro Bandeiras Azul e duas de Ouro distinguem Praias Fluviais do Concelho


A Associação Bandeira Azul da Europa anunciou que todas as praias fluviais certificadas do concelho de Pampilhosa da Serra merecem a distinção “Bandeira Azul”, na época balnear que se avizinha. Assim, ao lote de 3 praias fluviais que já detinham a distinção na época balnear transata – Pessegueiro, Santa Luzia e Pampilhosa da Serra - junta-se também a praia fluvial de Janeiro de Baixo, perfazendo o pleno. 

Também no que diz respeito ao “Galardão Qualidade de Ouro” atribuído pela Quercus, cujos critérios de seleção foram ainda mais rigorosos este ano, houve uma alteração extremamente positiva no panorama concelhio, com a Praia Fluvial de Pessegueiro a merecer, pela primeira vez, a referida distinção, juntando-se assim à Praia Fluvial de Santa Luzia. O galardão é uma referência à qualidade da água que, para ser atribuído, é necessário que durante 5 anos consecutivos, todas as análises feitas à água pela Agência Portuguesa do Ambiente, obtenham a classificação “excelente”, fazendo com que ambas as praias sejam recomendáveis, a todos os níveis, para a prática balnear. 

Igualmente difícil de garantir é a atribuição “Bandeira Azul”. Para o efeito, são efetuados rigorosos testes à qualidade da água, por entidades independentes, sendo que em todos eles a classificação nunca poderá ser inferior a “Muito Boa” ou “Excelente”. 

O facto de no concelho de Pampilhosa da Serra existirem 4 praias fluviais de ótima qualidade, reflete o empenho e comprometimento do executivo no que diz respeito ao aproveitamento dos recursos do território, assegurando continuar a fazer tudo o que estiver ao seu alcance para que água, recurso cada vez mais escasso, permaneça com esta qualidade de excelência. 

Em 2019, o desafio do Programa Bandeira Azul é “continuar a sensibilizar para o facto do lixo marinho ter origem em atividades terrestres, para as consequências dos comportamentos humanos e para o papel dos rios enquanto ponte de ligação entre a terra e o mar”, tal como refere a ABAE em nota enviada. Por este motivo, numa época em que urgem as preocupações ambientais, os galardões atribuídos no concelho de Pampilhosa da Serra revestem-se de um sabor especial. 

Flávio Neves Salgado

Évora | Apresentado o livro “Confrarias”



Teve lugar hoje, 14 de junho, nos Paços do Concelho, a apresentação do livro “Confrarias” de Ana Catarina André e Marisa Cardoso, numa edição da responsabilidade da Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas. Segundo afirmou a respetiva Presidente da Direção, Olga Cavaleiro, na cerimónia de apresentação, este livro“…é uma conquista das confrarias portuguesas, pois tiveram a capacidade, não só de se agregaram em torno deste projeto, mas também a de mobilizar as entidades públicas para conseguir reunir os apoios necessários à sua concretização”.

O livro, editado em material de excelente qualidade, carateriza através de imagem e texto descritivo, mais de meia centena de confrarias, gastronómicas e não gastronómicas, divididas geograficamente pelas diversas regiões do País. Ainda segundo Olga Cavaleiro, o livro agora editado é um excelente contributo para evidenciar o papel das confrarias na preservação das tradições locais e regionais, e na consequente defesa das identidades culturais dos pequenos territórios e comunidades, com as suas paisagens, usos, costumes e tradições, que são uma das grandes riquezas de Portugal.

Eduardo Luciano, Vereador do Pelouro da Cultura, agradeceu aos promotores e congratulou-se pelo lançamento do livro “Confrarias”, tendo ainda salientado que a Câmara Municipal de Évora integrou o conjunto de entidades apoiantes.

Para além dos referidos, colaboraram na apresentação: José Casas Novas da Confraria Gastronómica do Alentejo, Cândida Vacas de Carvalho da Confraria dos Enófilos do Alentejo e António Carmelo Aires da Confraria da Moenga.

Opinião| Hoje comemorou-se o Dia Mundial do Dador de Sangue em Portugal?



Hoje, já não se comemora um pouco por todo o lado o Dia Mundial do Dador de Sangue à semelhança do que acontecia no passado recente. Nem sequer o Dia Nacional do Dador a 27 de Março.
O modelo que foi introduzido só contribuiu para a distanciação dos dadores, e por sua vez da maioria das associações. Os responsáveis pela situação que se chegou, andam por ai a dar palmadinhas nas costas dos dadores, apertos de mãos, fingindo que estão do seu lado, enganando-os e servindo-se deles para atingir objectivos pessoais.
O cinismo, as traições, as inimizades, as difamações, os ataques e ameaças entre dirigentes associativos passaram a ser o pão-nosso de cada dia. O Senhor Presidente do Conselho Directivo do IPST tem conhecimento do que se está a passar. De concreto o que tem feito para limpar o terreno?
Pronuncio-me na qualidade dador de sangue, e de fundador da Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro – ADASCA (ainda em funções, cuja opinião não veicula a dos meus colegas dos órgãos sociais que vai a votos amanhã junto da Sede da ADASCA), é meramente pessoal.
É normal que cada vez se verifique menos a presença de dadores nos locais de colheitas. A culpa não é dos próprios, nem de algumas associações, sim, pela forma como são tratados no Serviço Nacional de Saúde – SNS, sem que o IPST e seus Centros Regionais fiquem isentos de responsabilidades. Os dadores passaram a ser considerados como elementos de custo/beneficio, o que tem motivado o cancelamento de brigadas e não ao agendamento de outras, pelo menos é o que tem acontecido em relação à ADASCA.
Como se justifica a existência de duas federações de dadores, num País tão pequeno como o nosso, com a agravante de serem financiadas pelo ISPT? A sua existência, só alimenta ainda mais o divisionismo associativo, e a razão de ser dos ataques que acima me referi.

J. Carlos
Director

 Adenda:
Quanto à mensagem dirigida aos dadores
Estamos perante uma mensagem prudente, conscienciosa, dando a entender que está tudo bem, quando não está. O IPST optou por marginalizar a associação de Aveiro, quando nem sequer responde aos e-mails que lhe são enviados, contendo questões como estas que se seguem:

Exma. Sra. Dra. Isabel Lobo
Directora do CST de Coimbra

Considerando que, a ADASCA tem sido confrontada com algumas dificuldades em agendar mais brigadas, a pedido de algumas empresas, vimos procurar saber junto de V. Exa. o seguinte:
- Justifica-se ou não agendar mais brigadas, mesmo que estas possam reunir jovens candidatos à dádiva de sangue pela primeira vez, e que trabalham nas empresas que nos têm contactado?
- Confirma-se ou não a necessidade de aumentar as reservas de sangue, com a chegada do Verão vs. Férias grandes?
- Por fim, amanhã vamos reunir com uma direcção de recursos humanos de determinada empresa, que emprega umas dezenas de funcionários, que garantias podemos dar para realizar uma brigada?
Face ao exposto, estamos atentos ao que vai ser dito aos dadores de sangue no âmbito da comemoração do Dia Mundial do Dador de Sangue.

Esperamos que dê certo com o que acontece no terreno, mais não seja na área de Aveiro, por onde as coisas andam mal...
Em nome da Direcção da ADASCA aceite os meus cumprimentos,
Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA
TM: 964 470 432
___________________
O mote da campanha do Dia Mundial do Dador de Sangue, que se assinala na sexta-feira, é "Sangue seguro para todos" e visa agradecer aos dadores e reconhecer este "gesto ímpar de solidariedade".

O Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) apelou esta quarta-feira aos portugueses para assinalarem o Dia Mundial do Dador de Sangue, que se comemora na sexta-feira, com uma “dádiva de sangue”.

“A efeméride pode ser assinalada de forma singela mas com muito significado, com uma dádiva de sangue”, afirma o IPST em comunicado, lembrando que a autossuficiência em componentes sanguíneos é essencial para “uma boa prestação de cuidados de saúde”.

Lançado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o mote da campanha deste ano do Dia Mundial do Dador de Sangue, que se assinala na sexta-feira, é “Sangue seguro para todos” e visa agradecer aos dadores e reconhecer este “gesto ímpar de solidariedade”.

Nesse sentido, o Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) agradece “a todos aqueles que ao longo deste ano, através das suas dádivas voluntárias e altruístas de sangue ajudaram a salvar vidas”.

A data visa também “consciencializar toda a população saudável, entre os 18 e os 65 anos, para a necessidade de dádivas regulares, que permitam a todos receber os componentes sanguíneos de que necessitam, quando e onde precisam”, refere o instituto.

Na sexta-feira, os dadores podem dirigir-se aos Centros de Sangue e Transplantação de Lisboa, Porto e Coimbra, das 08h00 às 19h30, ou aos serviços hospitalares com serviço de colheita, bem como nas diversas sessões móveis de colheita que se realizam em todo o país.

Quem estiver interessado, pode obter mais informação no ‘site’ do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (www.ipst.pt).

Fonte: Observador

Ateliês infantis em São Pedro de Moel



A Câmara Municipal da Marinha Grande realiza ateliês infantis da natureza, de 8 a 12 de julho, no Posto de Turismo de São Pedro de Moel, com o objetivo de ocupar as crianças nas férias de verão e fomentar o contacto com as artes e a natureza.

A iniciativa decorre no âmbito na candidatura da CIMRL Leiria Rede Cultural e é de participação gratuita, apesar de sujeita a inscrição prévia através do número de telemóvel 916 211 448 ou email: inscricoes.abcnatur@gmail.com.


A programação dos ateliês é a seguinte:

8 de julho. 10h00 – 13h00 
Oficina “Conversando com as Sementes”
Um ateliê de descoberta do que é a semente,  de "diálogo" com vários tipos de sementes, e, de realização de  bombas  de  sementes  que  as crianças poderão levar para casa.
Formador: Jaime Páramo
Limite de 15 participantes 
Idade: 6 aos 12 anos

9 de julho . 10h00 – 13h00 
Oficina “A Natureza da Arte”
Um ateliê para saber olhar segredos da criatividade que a natureza nos revela. 
Formador: Hirondino Pedro
Limite  de  16  participantes  (2  grupos de  8  participantes,  duração  de  1h30 cada grupo) Idade: 8 aos 12 anos 

10 de julho . 10h00 – 13h00
Oficina “Pegadas Ecológicas”
Neste   ateliê   as   crianças   são convidadas  a  descobrir  mais  sobre as  interações  do  dia  a  dia  com  o meio ambiente, numa perspetiva de analisar os impactos das suas ações e a sua pegada ecológica.
Formadora: Márcia Vieira  
Limite  de  16  participantes  (2  grupos de  8  participantes,  duração  de  1h30 cada grupo) Idade: 6 aos 12 anos 

11 de julho . 10h00 – 13h00
Oficina “1/2 m2 de Natureza”
Neste  ateliê  marcamos  no  terreno parcelas quadrangulares com meio metro  de  lado  para  podermos:observar,   descrever,   selecionar, ampliar  e  depois  representar  com liberdade artística.
Formadora: Nídia Nair Marques
Limite de 15 participantes
Idade: 8 aos 12 anos 

12 de julho . 10h00 – 13h00
Oficina “Vamos desenhar o sol?”
Um  ateliê  para  descobrir  várias formas de desenhar o sol de acordo com o método de Bruno Munari!
Formadora: Diana Sá Rolo  
Limite de 15 participantes  
Idade: 6 aos 10 anos.


Castelo de Paiva | Projecto Micas promoveu actividade no Parque das Tílias - NOIVOS DE SANTO ANTÓNIO DESFILARAM ONTEM EM SOBRADO


No âmbito do projecto MICAS, dinamizado pelo Gabinete local da Rede Social,realizou ontem, no espaço do Parque das Tílias, em Castelo de Paiva, uma actividade denominada “ Noivos de Santo António “, contando com a participação das várias IPSSlocalizadas no concelho.

Em tempo de santos populares, o programa da actividade, que coordenado pelaRede Social, potenciou momentos agradáveis de convivialidade e confraternização entre os utentes das instituições e, da parte da tarde, em ambiente de festa, registou-se a oportunidade para presenciar os desfiles dos diversos pares de noivos representativos da Santa Casa da Misericórdia de Castelo de Paiva, Centro Social de SM de Sardoura, Centro Cívico Viver S. Martinho, ARPIP Pedorido e Centro Social do Couto Mineiro do Pejão.

A actividade, que contou com a presença do Vereador da Acção Social, José Manuel Carvalho, e de responsáveis das instituições, prosseguiu depois, com a entrega de certificados a todas as IPSS, um momento de animação musical com marchas populares e um lanche com todos os participantes. 

Evidenciado o trabalho desenvolvido pela Rede Social e deixando palavras elogiosas para enaltecer o esforço e forte empenhamento de todas as instituições nesta actividade popular, destacando todos os que se envolvem e continuam a dar o seu melhor para realizar este evento, José Manuel Carvalho sublinhou também o interesse e a tipicidade das Marchas Populares dos Séniores, iniciativa que desperta sempre natural expectativa e que está agendada para a próxima Quarta Feira, referindo ser um evento que já ganhou raízes em jeito de abertura das festas são joaninas em Castelo de Paiva.

Carlos Oliveira

COPIC - Conselho Português de Igrejas Cristãs | Escola Internacional de Direitos Humanos



A 6ª Escola Internacional de Direitos Humanos, começa na próxima semana, tendo no dia 17 de Junho, pelas 17h00, a abertura oficial com um Devocional na Igreja do Seminário da Torre d’Aguilha em Lisboa.

“Liberdade de Expressão, Teologia e Populismo” é o tema orientador da Escola, que conta com o número record de 60 inscritos, vindos de várias Igrejas e Organizações de muitos Países, principalmente da Europa.

A organização do evento, uma parceria entre o COPIC Conselho Português de Igrejas Cristãs, a CEC Conferência de Igrejas da Europa e as Nações Unidas, mobilizaram especialistas de alto nível, vindos de várias contextos académicos, políticos e eclesiais, assim como institutos internacionais e líderes eclesiais de Igrejas de Portugal.

Diariamente no Facebook do COPIC https://www.facebook.com/copicconselho.cristas/ e site www.copic.pt serão partilhadas informações.

Vídeo da 5º Escola realizada no ano 2018 em Málaga:

Programa do evento: Download PDF

Os objetivos da Escola:

• Sensibilizar os participantes para o direito fundamental à liberdade de expressão e as ameaças políticas a que está sujeito, em particular pelos movimentos políticos populistas.

• Capacitar para permitir a discussão e verbalização em face da perigosa polarização causada por estes movimentos e partidos dentro das sociedades e dentro da comunidade europeia em geral.

• Fazer crescer a destreza e os conhecimentos pessoais e profissionais em situações em que seja necessário defender os direitos humanos.

Contexto:

Vivemos tempos turbulentos. A liberdade de imprensa é reduzida, afetando também as edições religiosas. Alguns estados têm leis estritas sobre a importação de livros e materiais religiosos de outros países, a fim de controlar a missão das comunidades religiosas. Certos grupos até procuram destruir e vandalizar os monumentos religiosos e espalhar o ódio racial, étnico e religioso entre as pessoas. Se os cristãos, mesmo os líderes das Igrejas, ousam falar contra repressões, como é muitas vezes o caso em países onde os populistas detêm o poder, eles são muitas vezes facilmente silenciados.

Assim, os grupos religiosos não conseguem contribuir livremente para o desenvolvimento da sociedade, nem para a diversidade de opiniões, nem para fortalecimento da democracia nem para defender a função da lei e, por conseguinte, a proclamação das Boas Novas do amor de Deus para todos aqueles que se voltam para ele.

Igualmente, devemos todos estar conscientes de que os grupos políticos radicais procuram atrair as igrejas e as comunidades religiosas para o conflito, usando a religião como um fator de divisão. Portanto as igrejas e as comunidades religiosas devem educar seus crentes para reconhecer e afastar tais invasões. Os instrumentos internacionais dos Direitos Humanos oferecem ferramentas contra as opiniões racistas, xenófobas, e que espalham a guerra, que pode levar a crimes de ódio, até a genocídios.

O artigo 20º da Convenção Internacional dos Direitos Civis e Políticos impõe restrições a todas as atividades relacionadas com o ódio nacional, racial ou religioso que possa constituir um incitamento à discriminação, hostilidade ou violência'. Os Estados, por lei, são obrigados a proibir tais atividades.

P’lo COPIC

Pessoa de contacto | Contact person | Portugal

Revº Sérgio Alves

Tlm: 00351914687858

Conselho Português de Igrejas Cristãs



IV Concurso de Fotografia “Pampilhosa da Serra Centro da Natureza”


Já estão definidos os vencedores do IV Concurso de Fotografia de Pampilhosa da Serra Centro da Natureza. A deliberação foi feita na passada terça-feira, dia 11 de junho, após análise do júri previamente designado para o efeito.

De 3 de maio de 2018 a 3 de maio de 2019, período em que decorreu o concurso, foram entregues 49 fotografias, originais e inéditas, por parte de 7 concorrentes distintos, sendo que cada concorrente apenas poderia entregar 3 fotografias por cada um dos três temas estipulados: “Património Paisagístico e a sua importância”; “Xistosidade, influência marcante” e “Água, o elemento essencial”. 

O IV Concurso de Fotografia, promovido pela Câmara Municipal de Pampilhosa da Serra, teve por objetivo incentivar a captação de imagens fotográficas e a sua divulgação, enquanto expressão artística e criativa dos respetivos autores e enquanto elemento promotor do concelho de Pampilhosa da Serra, potenciando a divulgação dos seus recursos naturais. 

Foram atribuídos 2 prémios por cada tema, sendo que os primeiros classificados receberão 500€ cada, ao passo que cada um dos segundos classificados arrecadará 150€. 

Vencedores 
Categoria Património Paisagístico
1º lugar: Diamantino Bento Gonçalves, com “Selada do Vale Derradeiro”.
2º Lugar: António Costa Pinto, com “Sentir e sonhar e água”.

Categoria Xistosidade
1º lugar: J.B. César, com “Pequeno mas harmonioso, o conjunto”.
2º lugar: Hugo André Francisco Vidal, com “Xisto romântico”.

Categoria Água 
1º lugar: J.B. César, com “Apanhados na rede”.
2º lugar: Diamantino Bento Gonçalves, com “Barca serrana”.

Flávio Neves Salgado 

No âmbito do projeto WANTED – Escolas Empreendedoras, Projetos de empreendedorismo do 1º ciclo de Vouzela vão ser apresentados no dia 21 de junho


No âmbito do projeto WANTED – Escolas Empreendedoras da CIM (Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões), as mascotes Gaspar e Maria vão subir ao palco do cineteatro João Ribeiro no próximo dia 21 de junho, pelas 11h. 

Na iniciativa irão ser apresentados os trabalhos alusivos à temática de empreendedorismo desenvolvidos pelos alunos do 1º ciclo de Vouzela, durante o ano letivo 2018/2019, pelos dois agrupamentos de escolas do concelho. 

O projeto WANTED, que conta já com oito edições, tem como objetivo potenciar nos alunos deste nível de ensino, competências pessoais e sociais inerentes a um perfil empreendedor, bem como sensibilizar, formar e educar crianças e professores para o empreendedorismo, levando-os ao desenvolvimento de um papel dinâmico, com opiniões próprias e autónomas.

Opinião | Aquele meu Brasil

Profetas do Aleijadinho, em Congonhas do Campo [Foto: L.G. Arroyave]
Guilherme Félix de Sousa Martins
É possível sentir saudade de uma época na qual não se viveu?
Talvez os especialistas se aferrem à resposta negativa, mas certo mal-estar que por vezes tem me assaltado pode muito bem ser decorrente de saudade como essa. Devo esclarecer que não se trata de um mal-estar qualquer, é de fato um grande mal-estar. E não é só meu, como já tive oportunidade de comprovar fartamente, embora eu talvez possa considerar-me um dos poucos que ousa desabafar. Compartilho o problema com uma vasta multidão contaminada por verdadeira saudade epidêmica. Uma epidemia salutar — perdoe-me mais este paradoxo.
A grande mídia não pôde ignorar um brado constante nas manifestações multitudinárias de anos recentes: Quero o meu Brasil de volta! [foto abaixo] A voz altissonante de uma numerosa ala jovem se incorporava a esse coro efusivo, em protesto contra um estado de coisas esclerosado, indesejável, incômodo. No entanto, é bem verdade que a grande maioria desses jovens viveu boa parte da vida nesse estado de coisas. Põe-se então a pergunta: Querem a volta de qual Brasil, se não viveram em outro?
Que Brasil é esse que tanta falta lhes faz? Seria o Brasil dos governos imediatamente anteriores à vitória eleitoral da seita vermelha, cujos tentáculos o estrangularam até impor o desastre quase completo? Não, não pode ser aquele Brasil tão próximo do atual, pois durante esse período a hidra esquerdista parecia controlada, mas nas profundidades já caminhara e se estabelecera em grande medida.* Não apenas lhe haviam sido abertos os caminhos da política, mas em profundidade os valores tão caros aos brasileiros autênticos foram sendo persistentemente cerceados e vitimados por um constrangimento constante e avassalador.
Permita-me voltar ao meu desabafo. Por mais que me inspire grande esperança, o rumo novo que vem tomando o País (em boa medida, algo semelhante ocorre em todo o Ocidente) não tem o condão de me tranquilizar. Transformações políticas são um bom começo; mas o caminho é longo, e os males a debelar são de origem muito profunda.
Meu Brasil — o mesmo Brasil que a imensa maioria dos bons brasileiros deseja — não é o do tecnicismo sem barreiras, despreocupado da dignidade do próprio homem e destruidor de seus sentimentos. Também não é o império da extravagância, nem o da imitação de modas alienígenas. Não é de tais “libertações” que necessito. Meu Brasil não combina também com o gozo debochado, nem com orgias ostentadoras da luxúria, aliada agora ao satanismo.
De tanto desabafar, parece-me que vou conseguindo explicitar as causas da minha saudade nostálgica. Não sinto falta de planos econômicos bem-sucedidos, de sistemas de educação ou saúde eficientes. Necessito de segurança, é claro, mas não essa de cuja falta tanto se fala. Refiro-me à segurança trazida pela solidez das instituições, pelas relações humanas bem estabelecidas, pelo alto padrão da formação psicológica. O pressuposto óbvio, o elemento fundamental de tudo disso é a Fé — sim, com letra maiúscula, na sua integridade, sem respeito humano. Refiro-me a essa Fé que nos vem sendo roubada – por vezes até dentro do templo sagrado, dói dizê-lo – por aqueles que deveriam ser seus próprios guardiães. Única Fé capaz de moldar ou refundar toda uma civilização.
Civilização cristã! Palavras sonoras, fecundas, benditas. Só a conheço pelo estudo atento da História, mas inegavelmente é disso que sinto saudades… Um passado não vivido por mim, mas que renascerá ainda mais belo no Brasil do Imaculado Coraçãode Maria, depois do seu triunfo! O Brasil da Senhora Aparecida. O Brasil Terra de Santa Cruz!
ABIM
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* Cf. Manifesto O Brasil em Histórica Encruzilhada, de 29 de março de 2016. Disponível em: https://ipco.org.br/wp-content/uploads/2016/03/IPCO-O-Brasil-em-hist%C3%B3rica-encruzilhada.pdf

Marchas populares em Vouzela realizam-se a 22 de junho


No próximo dia 22 de junho, pelas 21h, a vila de Vouzela vai receber o desfile de marchas populares que acontecerá pelo segundo ano consecutivo no Centro Coordenador de Transportes. 

O programa tem início pelas 19h com a abertura das tasquinhas, seguindo-se às 21h a atuação das marchas populares das freguesias e às 22h30 um arraial popular , com o grupo musical Bora Lá. 

O evento é organizado pela Câmara Municipal de Vouzela, Juntas de Freguesia e associações do concelho.

Évora | Meio Milhar no Grande Prémio S. João


Cerca de meio milhar de atletas já garantiu a sua inscrição na edição deste ano do Grande Prémio S. João de Atletismo, agendado para o próximo sábado, dia 22 de junho, segundo dia da Feira de S. João, cuja grande novidade é decorrer à noite.

O 38º Grande Prémio de Atletismo de São João, uma organização da Câmara Municipal de Évora no âmbito da Feira de São João 2019, com o apoio técnico da Associação de Atletismo de Évora (Grande Prémio de São e Run Kids), inclui ainda uma caminhada cujo valor da inscrição reverte totalmente para a Associação Pão e Paz.

Assim, a partir das 19h30, terão início as diversas corridas do Run kids (Benjamins A e B, Infantis, Iniciados e Juvenis) e pelas 21h30 será dado o tiro de partida para os mais “emocionantes 10 quilómetros de Évora”, numa corrida com larga tradição na região e que com esta nova roupagem pretende cimentar a sua posição no panorama regional de provas de estrada noturnas.

Com partidas e chegadas no recinto da Feira de São João, mais concretamente na Rua do Rossio Ocidental (junto ao Espaço Jovem/Zona Desportiva da Feira), o Grande Prémio de S. João irá distribuir um total de 2490 euros em prémios monetários, com os vencedores absolutos a receber, cada um, 260 euros.

As inscrições, obrigatórias para todas as corridas e caminhada, são gratuitas para os participantes no Run Kids e neste momento quem se inscrever para a prova principal, com inscrições abertas até ao dia 17, terá de pagar 10 euros, e sete euros para participar na caminhada.

As inscrições devem ser efetuadas na seguinte plataforma: https://www.prozis.com/pt/pt/evento/38-grande-premio-sao-joao-de-atletismo

Barcelos | Conferência internacional em Ilustração e Animação (CONFIA) em Viana do Castelo


De 14 a 16 de junho, realiza-se a CONFIA (conferência internacional em Ilustração e Animação), organizada nesta edição pela ESD no âmbito do Mestrado em Ilustração e Animação e pelo IPVC (Instituto Politécnico de Viana do Castelo).

Esta é a sétima edição, após as conferências realizadas em Ofir, Porto, Braga, Barcelos, Guimarães e Esposende, e realiza-se em Viana do Castelo.

Pretende ser um momento charneira na discussão contemporânea sobre estas áreas, inscritas na tradição e pioneiras na inovação tecnológica. Pretendemos a exploração do espaço multidisciplinar que envolve o desenho e a imagem animada de forma ampla. Passando pela construção da narrativa ao desenvolvimento de personagens, da teoria da arte à reflexão crítica dos objetos que povoam o mercado e a indústria. A conferência procura submissões originais, de qualidade, encorajando a participação quer dos artistas, indústria e mercado, quer da comunidade académica.

Todos os trabalhos aceites estarão presentes no livro de resumos da conferência (com ISBN). As publicações referentes às edições anteriores poderão ser encontradas nesta página web.O livro dos proceedings da CONFIA 2016 já está indexado no Clarivate Analytics Conference Proceedings Citation Index (CPCI). As edições de 2013, 2015, 2017 e 2018 do livro de proceedings estão sob revisão e à espera de também serem incluídos no CPCI.

Nesta edição, marcam presença BIRGITTA HOSEA, da Universidade Criativa de Artes, UK; PAOLA VASSALLI, Ilustradora Curadora – BOLOGNA CHILDREN’S BOOK FAIR, Italy; CÉSAR COELHO, da ANIMA MUNDI, Brasil; e ALAN MALE, UK, autor do livro “A COMPANION TO ILLUSTRATION”.

Programa completo: https://confia.ipca.pt/

Ana Teixeira

2ª sessão de trabalho do sub-projeto Sensibilização e Capacitação dos Media – projeto Noite Saudável das Cidades do Centro de Portugal

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No próximo dia 3 de julho irá ter lugar uma nova sessão de trabalho com responsáveis de meios de comunicação – na sequência de uma primeira em que se debateu o papel dos "criadores" de notícias e a melhor maneira de transmitir a informação de forma adequada aos diferentes públicos, particularmente nos temas ligados às áreas-alvo do projeto: sinistralidade rodoviária, consumo imoderado de álcool e de substâncias ilícitas e violência interpessoal.

O objetivo final destas reuniões é produzir um documento com as ideias criadas pelos grupos de trabalho que possa ajudar na boa divulgação destes temas.

A participação de todos/as nestas sessões é fundamental pela troca se saberes e experiências que permitem sem dúvida enriquecer este projeto.

Conhecedores que somos do importante papel desempenhado pelo seu meio de comunicação na divulgação destas temas junto dos públicos que abrangem, toma a maior importância a sua participação, pelo que o convidamos a estar presente nesta sessão e dar o seu contributo para melhorar a comunicação destes temas sensíveis e de grande impacto.

Évora | de valorização do património cultural e natural: Limpeza do percurso pedestre do aqueduto da Água de Prata

Depois de concluídos os trabalhos no Alto de São Bento, decorre a bom ritmo a limpeza e desmatação da envolvente ao Aqueduto da Água de Prata.

Estes trabalhos, que se revestem de alguma complexidade, incluem a limpeza de uma faixa de vegetação de 2 metros de largura ao longo dos cerca de 9 Km do percurso pedestre que acompanha o aqueduto e de uma extensão adicional de 11 Km até à zona das “nascentes do Divor”, onde este se abastece. Os trabalhos tiveram início em meados de maio, estando a limpeza da secção que acompanha o percurso pedestre quase concluída.

Pretende-se com esta ação não só preservar e potenciar a fruição, por parte da população, deste importante património cultural, mas também de todo o ecossistema envolvente, constituído por diversas ribeiras com vegetação ripícola de amiais e salgueirais, montados, matos e bosques termófilos e ecossistemas rupículas de elevado valor natural.

Torres Vedras | FEIRA DE SÃO PEDRO ESTÁ DE VOLTA COM PREOCUPAÇÕES AMBIENTAIS


A Feira de São Pedro está de volta à cidade de Torres Vedras, com a edição deste ano - que decorre entre 27 de junho e 7 de julho no Parque Regional de Exposições – a apresentar preocupações em torno do ambiente. A Feira de São Pedro vai ser um Eco Evento, com o certame a voltar a associar-se à iniciativa da Valorsul que desafia os organizadores de eventos a comprometerem-se com a redução do seu impacto ambiental.

Para isso, o Município irá receber apoio para fazer uma gestão adequada de resíduos, assim como para proceder à sensibilização dos produtores de resíduos.

A contrapartida financeira originada através do desempenho ambiental do evento será entregue ao Centro de Acolhimento Temporário para Crianças em Risco (CAT) Renascer, o que significa que quanto mais resíduos tiverem sido encaminhados para reciclagem, maior será o donativo a entregar à instituição.

A Feira de São Pedro 2019 conta com a colaboração de todos para proceder à separação dos resíduos, que deverão ser colocados em sacos e contentores devidamente sinalizados. Esta assume-se como tarefa a executar ainda antes do arranque do certame, durante a sua fase de montagem.

De forma a promover e facilitar o processo, vários colaboradores irão sensibilizar para a importância da separação de resíduos e distribuir sacos para o efeito, ao longo dos vários dias do evento.

Em casos em que se preveja a produção de grandes quantidades de resíduos, solicita-se que a organização seja atempadamente avisada, de forma a que se possa agendar a recolha de resíduos.

Recorde-se que este ano o Município de Torres Vedras já encaminhou mais de 15 toneladas de resíduos no âmbito da iniciativa da Valorsul, fruto de eventos como o Carnaval de Torres Vedras e a Oeste Infantil.

De 27 de junho a 7 de julho, Torres Vedras irá mostrar ao país os agentes económicos da região, naquela que é uma das maiores feiras generalistas do país. Com uma área de exposição com cerca de quatro hectares, há muito por descobrir: dos espaços de comércio e artesanato, às tasquinhas e restauração, passando pela zona de animação noturna e outros divertimentos.

A Feira de São Pedro é uma organização da Câmara Municipal de Torres Vedras e produção da Promotorres EM. Patrocínio: Sagres. Café Oficial: Novo Dia Cafés. Certificação Ambiental: Ecoeventos.

Câmara de Cantanhede reforça segurança dos peões na EN 234, em Ourentã

Obra ascende a 84.221 euros
Está a decorrer nesta altura a requalificação urbanística do troço da EN 234 entre a capela de Ourentã e o cemitério da freguesia. Adjudicada pela Câmara Municipal de Cantanhede por 84.221 euros, a empreitada visa valorizar o enquadramento urbano da via e reforçar as condições de segurança dos peões, para os proteger do acentuado movimento de trânsito automóvel que se regista diariamente, muito do qual de veículos pesados, em virtude de se tratar do principal acesso do concelho à A1, assegurando a ligação entre Cantanhede e Mealhada.
De acordo com o diagnóstico das insuficiências, a obra tem diferentes níveis de intervenção, dando resposta às exigências de uma estrada com características eminentemente urbanas, mas que tem também uma acentuada circulação rodoviária, pelo que compatibilizar essas duas dimensões é o grande objetivo do projeto elaborado pelos serviços técnicos camarários. Nesse sentido, contempla a redefinição do perfil transversal da estrada criando espaços para circulação pedonal de modo a possibilitar a movimentação de transeuntes entre o centro de Ourentã e o cemitério, bem como a renovação das infraestruturas existentes, nomeadamente ao nível da rede de drenagem de águas pluviais.
A cota dos passeios foi concebida para impedir os veículos de entrarem nessa área e dar condições de segurança aos peões, garantindo-se o acesso às propriedades que já gozavam deste direito. Em toda a extensão do troço viário sujeito a intervenção foi implementada um sistema de drenagem de águas pluviais dimensionado para dar vazão aos caudais previstos em situações de intensidade pluviométrica.
O acabamento do passeio é uniformizado, utilizando como único material o pavê retangular cinzento e, nas zonas onde a largura é reduzida devido às construções existentes, está prevista a aplicação de balizadores de proteção aos peões. No troço final, do lado oposto ao cemitério, a necessidade de fazer o suporte de terras para execução do passeio obrigou à construção de um muro em betão armado.

Saúde | Aprovado fim das taxas moderadoras em centros de saúde e consultas e exames prescritos por SNS

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Jornal de Negócios
O parlamento aprovou hoje um projeto de lei do Bloco de Esquerda que acaba com as taxas moderadoras nos centros de saúde e em consultas ou exames prescritos por profissionais do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
O projeto-lei foi aprovado com votos contra do CDS-PP e votos favoráveis das restantes bancadas, tendo o grupo parlamentar anunciado que iria apresentar uma declaração de voto.
O objetivo do diploma é que “deixem de existir taxas moderadoras nos cuidados de saúde primários e em todas as consultas e prestações de saúde que sejam prescritas por profissional de saúde e cuja origem de referenciação seja o SNS”.
No texto que foi hoje discutido e votado, o Bloco propõe a “dispensa de cobrança de taxas moderadoras” no atendimento, consultas e outras prestações de saúde no âmbito dos cuidados de saúde primários, bem como em “consultas, atos complementares prescritos e outras prestações de saúde, se a origem de referenciação para estas for o Serviço Nacional de Saúde”.
O texto do projeto do Bloco refere que a iniciativa legislativa "serve para concretizar a intenção maioritária demonstrada no debate da especialidade da nova Lei de Bases da Saúde, passando a dispensar a cobrança de taxa moderadora nos cuidados de saúde primários e em todas as prestações de saúde sempre que a origem for o SNS".
A medida só começará a ser aplicada em Janeiro de 2020, detalha a RTP.

"Arrufo de namorados" entre BE e PS sobre Lei de Bases dominou debate das taxas moderadoras

A discussão entre PS e Bloco de Esquerda sobre a Lei de Bases da Saúde dominou hoje parte do debate sobre taxas moderadoras, com a direita a acusar os partidos de fazerem um "golpe teatral" e uma encenação.
Contudo, Bloco de Esquerda e PS foram trocando apelos para a aprovação de uma nova Lei de Bases da Saúde. PSD e CDS acusaram o PS e o BE de lançarem cortinas de fumo e encernarem o debate sobre taxas moderadoras para "tentarem resolver um problema" sobre a Lei de Bases da Saúde.
O deputado do PSD Luís Vales começou por notar que PS e Bloco “converteram esta discussão numa discussão sobre a Lei de Bases”. “Dava um conselho ao BE e ao PS: podiam tê-lo feito em privado”, disse.
Em sentido semelhante foi a deputada do CDS Ana Rita Bessa, que afirmou sentir-se “dentro de um debate sobre a Lei de Bases”.
Também da parte do CDS, Isabel Galriça Neto lamentou ter-se assistido a "um jogo de sombras e um golpe teatral" sobre um assunto que "é um arrufo de namorados".
"Estamos a discutir minudências quando temos um elefante na sala, que é um SNS moribundo", afirmou Galriça Neto, lamentando que "não se discutam os verdadeiros problemas" dos serviços de saúde, aludindo a casos como a oncologia em Viseu ou atrasos nos exames no Algarve.
Logo na sua intervenção inicial, o deputado do Bloco Moisés Ferreira referiu-se ao “impasse no que toca à Lei de Bases” e “à inflexibilidade do PS, teimando em manter a gestão privada do SNS”, que está “a dificultar um acordo mais amplo”.
“De forma a tentar desbloquear a situação, o Bloco de Esquerda propôs que a discussão sobre [parcerias público-privadas] PPP ficasse para uma próxima legislatura para que se pudesse aprovar agora uma Lei de Bases da Saúde, mas o Partido Socialista parece estar mais interessado em atirar a Lei de Bases para uma outra altura, para poder manter as Parcerias Público Privadas”, afirmou.
Moisés Ferreira garantiu ainda que o BE “não desistirá, até ao último minuto, do objetivo” de ter “uma Lei de Bases progressista, que reforce o Serviço Nacional de Saúde e que o proteja da rapina”.
Também a bloquista Joana Mortágua apelou a um “consenso sobre uma Lei de Bases que defenda o SNS”.
Em resposta, a socialista Jamila Madeira questionou o Bloco sobre se “quer ou não preservar o denominador comum, que é a salvaguarda de uma nova Lei de Bases da Saúde”.
“Isso está nas vossas mãos”, frisou.
Lusa / Madremedia