sábado, 4 de novembro de 2023

𝐃𝐢𝐨𝐠𝐨 𝐏𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐚̃𝐨 𝐞𝐦 𝐫𝐞𝐬𝐢𝐝𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐚𝐫𝐭𝐢́𝐬𝐭𝐢𝐜𝐚 𝐞 𝐞𝐱𝐩𝐨𝐬𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨 | 𝐕𝐍𝐁𝐌

 O artista apresentará como resultado da sua residência, a exposição EM CONTACTO, a inaugurar no dia 11 de Novembro de 2023, pelas 17h30, nesta galeria – Rua Senhora da Boa Morte, 16-22 – Centro Histórico de Viseu. 

O artista está disponível (presencialmente, por zoom ou por telefone) para falar com a comunicação social sobre a sua residência e exposição.
 
Informamos, ainda, que no do dia 6 de novembro, o artista receberá no seu estúdio/ edifício | Casa da Imaginação, os alunos da Escola Superior de Educação de Viseu para Masterclass e oficina para que possam ter um contacto directo com as metodologias e processo de criação do artista convidado [Rua Augusto Hilário n.º 09-27 – centro histórico de Viseu].
EM CONTACTO | DIOGO PIMENTÃO | Exposição de desenho, escultura e instalação
Os trabalhos em grafite de Diogo Pimentão avançam no espaço intrigante entre o desenho e a escultura, revelando as tensões e complementaridades entre os meios: papel transformado em escultura que aparentemente é feita de aço, fixação da gestualidade do corpo no desenho e a incorporação de materiais brutos de construção para a criação de peças frágeis onde a destruição e a reconstrução são indissociáveis.
Sobre o artista | DIOGO PIMENTÃO
Lisboa, 1973
Vive e trabalha em Londres. Estudou no Ar.Co, Lisboa. Começou a expor nos anos 2000. Em Portugal, as suas últimas exposições individuais foram realizadas na Galeria Cristina Guerra, no Museu de Arte Contemporânea – Coleção António Cachola e na Galeria Múrias Centeno.
No estrangeiro, as suas duas últimas exposições foram Disjunctive na galeria Until Then, Paris, e Desiquilibrium Displacement, no IMMA – Irish Museum of Modern Art, Dublin.
Está representado em coleções como Centre Georges Pompidou, Paris; Coleção Pomeranz , Viena; Fundação Carmona e Costa, Lisboa; Fundação Portugal Telecom, Lisboa; Fundação PLMJ, Lisboa; Fundação de Serralves, Porto, Fundação EDP, Lisboa, Museu de Arte Contemporânea – Coleção António Cachola, Elvas; Fundação Leal Rios, Lisboa; Thaddaeus Ropac, Salzburgo, entre outras.
A prática do desenho, sobretudo a grafite sólido, é o eixo central do seu trabalho: concebe-a como forma de contacto entre uma matéria e um suporte através de um gesto repetitivo, por vezes cego ou protocolar. A sua pesquisa associa o aleatório a uma técnica dominada, através do rasto e das marcas, da linha ou do traço. A folha pode ser dobrada, enterrada em suportes, ou colocada no chão de modo a adquirir movimento.
 
Roupas e livros podem surgir pontualmente, com o estatuto de imagem e de escultura, entre o vazio de um corpo ou de uma voz ausente e a possibilidade de uma imagem ou de um conceito que os anima. A performance é uma forma de partilha da experiência alargada do desenho e da sua feitura, dando a ver como sons e gestos a integram.
 
VNBM integra a rede portuguesa de arte contemporânea – RPAC –; é uma cocriação da Pausa
Possível e Cul de Sac, com o cofinanciamento do Município de Viseu e da Direção-Geral das Artes.
 
VMBM – arte contemporânea |
RUA SENHORA DA BOA MORTE –16-22
3500-197 VISEU, PT
 
Serviço de Mediação | Marcações para o serviço educativo e visitas guiadas
Ana Sampaio | +351 963 188 030 | anasampaio.jardinsefemeros@gmail.com
Comunicação e Produção |
Ricardo Correia | +351 963 986 523 | ricardocorreia.jardinsefemeros@gmail.com
Direção |
Sandra Oliveira | +351 961 768 145 | sandra.silvaeoliveira@gmail.com
 
+INFO

Rua Senhora da Boa Morte, 18
3500-197 Viseu, PT

Concelhia de Coimbra promove sessão sobre o que está a acontecer na Palestina

 A sede do Bloco de Esquerda em Coimbra abre portas para mais uma sessão Lado B - Conversas à Esquerda.
A sessão dedicada ao que está a acontecer na Palestina, conta com José Manuel Pureza (dirigente do Bloco de Esquerda), Teresa Almeida Cravo (professora de Relações Internacionais na FEUC; investigadora do CES) e Alexandre de Sousa Carvalho (investigador; ativista; professor na UC).

A sessão está marcada para dia 10 de novembro (sexta-feira), pelas 21H30 na sede do Bloco de Esquerda em Coimbra (Rua da Sofia 135 2.º). A entrada é livre e não exclusiva a aderentes do Bloco de Esquerda.

Comissão Coordenadora Concelhia de Coimbra

Biblioteca Municipal recebe mostra sobre o jornal de inspiração cristã. Exposição do Boa Nova conta a história de Cantanhede nos últimos 90 anos

 
A Biblioteca Municipal de Cantanhede tem patente, durante o mês de novembro, uma exposição dedicada aos 90 anos do Jornal Boa Nova.
Nesta mostra sobre o único periódico de inspiração cristã do concelho de Cantanhede, são dados a conhecer alguns temas que marcaram Cantanhede e as respetivas freguesias ao longo destas nove décadas, como, por exemplo, a chegada da eletricidade às localidades, a Guerra do Ultramar ou posição assumida por este órgão de comunicação social no Estado Novo e após o 25 de Abril de 1974.
Os 17 painéis que integram a exposição apresentam conteúdos diversificados, retirados de várias edições, alguns exemplares antigos e objetos relacionados com a atividade tipográfica do Jornal.
Para o vice-presidente da Câmara Municipal, Pedro Cardoso, “esta exposição celebra não apenas a vasta e rica história do Boa Nova, como a importância da dimensão informativa, formativa e de construção da memória histórica deste território e das nossas gentes, mas também a sua dimensão evangelizadora e de promoção da dignidade humana”.
Ao intervir na inauguração da exposição, na qual marcaram presença colaboradores e leitores do jornal, o autarca classificou o Boa Nova como “um património histórico e cultural da maior relevância no concelho de Cantanhede. Não é possível fazer a história deste concelho e das freguesias sem o Boa Nova, já que os momentos mais marcantes estão registados nas várias edições deste importante jornal”.
Parabéns pela história rica e inspiradora, e por continuar a ser uma referência incontornável da comunicação social e da informação para Cantanhede. O trabalho incansável de todos quantos trabalharam e trabalham neste jornal - direção, jornalistas, editores e colaboradores - merece o nosso maior apreço, reconhecimento e elogio”, complementou.
A terminar, Pedro Cardoso manifestou o desejo de que o Jornal Boa Nova “fiel à sua identidade e missão, continue a dar-nos uma leitura a partir do olhar de quem mais precisa, a ser o amplificador da voz dos pobres e excluídos, que não têm agenda política nem económica, e apontar os caminhos da alegria e salvação, a apresentar-nos o horizonte de eternidade que a fé cristã nos revela”.
Já o diretor da publicação, o pároco de Cadima, Cantanhede, Outil, Portunhos, Sanguinheira e Tocha, João Pedro Lopes da Silva, referiu que “a estabilidade adquirida responsabiliza todos a ir mais além”, garantindo, todavia, que “o futuro implica rigor e coerência”, em linha com a sua matriz cristã.
Entre muitos outros aspetos, o pároco agradeceu ainda o apoio institucional da Câmara Municipal e o empenho de todos aqueles que fazem este jornal bimensal chegar não apenas à população de Cantanhede, mas também à diáspora.

*Paulo Cardantas
Divisão de Comunicação, Imagem, Protocolo e Turismo

AVISO À POPULAÇÃO: PRECIPITAÇÃO, VENTO E AGITAÇÃO MARÍTIMA - MEDIDAS PREVENTIVAS

1. SITUAÇÃO
De acordo com a informação do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), prevê-se, para as próximas 48 horas, precipitação, por vezes forte, vento, agitação marítima e queda de neve, salientando-se os seguintes aspetos:
– Precipitação que poderá ser por vezes forte e acompanhada de trovoada, nas regiões do Norte e Centro, em particular no Minho e Douro Litoral;
– Vento forte, com rajadas até 100 km/h, nas terras altas do Norte e Centro;
– Agitação marítima forte, com ondas de 6 a 9 metros;
– Possibilidade de queda de neve nos pontos mais altos da Serra da Estrela.
Informação meteorológica em www.ipma.pt

Informação Hidrológica
Informação disponibilizada pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA):
- Bacia Hidrográfica do rio Minho: aumento das afluências de Monção e Valença;
- Bacia hidrográfica do rio Lima: aumento das afluências de Ponte da Barca e de Ponte de Lima;
- Bacia hidrográfica do rio Cávado (situação mais crítica): aumento das afluências, com reduzida capacidade de encaixe das albufeiras, a traduzir-se no aumento de caudais a jusante da confluência;
- Bacia hidrográfica do Ave: aumento das afluências em Santo Tirso;
- Bacia hidrográfica do Douro: mantêm-se elevadas as afluências na sub-bacia do Tâmega (com impacto em Amarante) e no rio Douro;
- Bacia hidrográfica do Vouga: possível aumento das afluências na barragem de Ribeiradio;
- Bacia hidrográfica do Mondego: possível aumento das afluências d as albufeiras deAlto Ceira, Raiva e Fronhas e de Coimbra.
Nas bacias urbanas e, em particular, naquelas em que se faça sentir o efeito de maré, não é de excluir a possibilidade de inundações nas zonas historicamente vulneráveis.
Informação hidrológica em www.apambiente.pt

2. EFEITOS EXPECTÁVEIS
Os episódios de precipitação intensa, vento forte, agitação marítima e queda de neve, estão normalmente associados:
- À ocorrência de inundações em zonas urbanas, causadas por acumulação de águas pluviais por obstrução dos sistemas de escoamento ou por galgamento costeiro;
- A ocorrência de cheias, potenciadas pelo transbordo do leito de  alguns cursos de água, rios e ribeiras;
- À instabilidade de vertentes, conduzindo a movimentos de massa (deslizamentos, derrocadas e outros) motivados pela infiltração da água, fenómeno que pode ser potenciado pela remoção do coberto vegetal na sequência de incêndios rurais, ou por artificialização do solo;
- A piso rodoviário escorregadio devido à possível formação de lençóis de água ou à acumulação de gelo e/ou neve;
- Possíveis acidentes na orla costeira, devido à forte agitação marítima;
- Ao arrastamento para as vias rodoviárias de objetos soltos, ou ao desprendimento de estruturas móveis ou deficientemente fixadas, por efeito de episódios de vento forte, que podem causar acidentes com veículos em circulação ou transeuntes na via pública;
- Desconforto térmico na população pela conjugação da temperatura mínima baixa e do vento.

3. MEDIDAS PREVENTIVAS
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a adoção das principais medidas preventivas para estas situações, nomeadamente:
- Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
- Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
- Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;
- Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando a circulação e permanência nestes locais;
- Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima;
- Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tomando especial atenção à eventual acumulação de neve e/ou formação de lençóis de água nas vias rodoviárias;
- Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
- Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.

ANEPC | Divisão de Comunicação e Sensibilização