
Agora por isso (dos raios) veio à lembrança a senhora Maria Luísa Albuquerque. Uma que não foi nacionalizada (não é nossa... senhora) mas que nos nacionalizou estritamente para si e nos trata como seus. Sim, essa que foi ministra do esbulho a que chamam finanças.
Diz ela, senhora de quem nós fomos, a patroa, que “"Não me chocaria que a CGD fosse privatizada", disse na TSF em entrevista. Tem aqui o link, pode saber mais por essa via. Resta dizer que a muitos de nós também não choca nadinha que ela pense assim. Uma mercenária como ela está sempre de pernas abertas para vender o que pertence a todos os outros e não só a ela ou ao partido que diz representar enquanto vice-presidente. Aliás, ela e Passos são como os Dupont, se um diz mata o outro(a) diz esfola. É um dito vulgaríssimo, sabemos, mas que querem, aqui não há daqueles que compraram ou ofereceram-lhes canudos de dótores. São da mula ruça… mas dizem-se e chamam-lhes doutores. Por cá simplificamos: são dótores. Antes do 25 de Abril de 1974 era muito bom pertencer à Mocidade Portuguesa, à Legião, à PIDE, à União Nacional, etc. Era um passo para o canudo, do estilo dos prémios que saíam no OMO e no TIDE (detergentes), atualmente e já há uns anos atrás o que está a dar é fazer parte dos partidos políticos do “Arco da Governação”. E até parece que o PSD nisso é campeão. Pois, OMO lava mais laranja. Apesar do TIDE lavar mais rosa. O que vai dar no mesmo. Pois.
Região de Lisboa. Por aqui chove. Não vai dar para fim-de-semana de praia. Ora, mas vai dar para jogar ao pau com os ursos. Bom dia, fique com o Curto da ordem. Leia o que Martim Silva nos traz, com fato mas sem gravata (pelo menos na foto do Expresso) Do que trata o Curto? Ora, ora, isso é surpresa. Saberá se continuar a ler.
MM | PG
Bom dia, este é o seu Expresso Curto
Martim Silva | Expresso
Papa e Fátima, baleia azul, eleições em França (o melhor do Expresso)
Bom dia,
Este sábado faz três anos que o Expresso Diário nasceu (já vamos em mais de 860 edições). Falta um dia para percebermos se depois da Holanda também a França vai conseguir impedir a chegada da extrema-direita ao poder. E falta pouco menos de uma semana para a visita do Papa Francisco a Fátima, pelos 100 anos das aparições (ou visões).
Aqui lhe deixo um resumo do que melhor conseguimos produzir para si, caro leitor, esta semana.
Começo precisamente pelo conjunto extenso de trabalhos à volta de Fátima e do Papa. Na Revista do Expresso, com o chapéu "Fátima, religião e poder", temos dois textos que abordam a relação do poder político com o fenómeno de Fátima ao longo dos tempos. E a relação da própria Igreja Católica com Fátima e a forma como foi evoluindo.
O primeiro dos trabalhos é da autoria de Tolentino Mendonça e Alfredo Teixeira. O segundo é do jornalista António Marujo.
No primeiro caderno, temos também uma grande entrevista a um dos maiores teólogos da atualidade, o galego Torres Queiruga, em que este fala longamente da ressurreição, do mal e do papel do Papa Francisco, que na sua opinião se aproxima mais da linha do Concílio Vaticano II que os seus antecessores. Francisco é "um autêntico milagre do espírito".
Sobre o mesmo tema temos ainda textos, como dizê-lo, mais 'terrenos'. Apresentamos um guia infográfico o mais completo possível sobre como vão ser as cerca de 23 horas do Papa Francisco em Portugal (onde aterra, qual o percurso, quem o acompanha, onde dorme, o que faz, etc), qual a melhor forma de lá chegar ou, se viajar para sul ou para norte ou de norte para sul, de evitar os constrangimentos de trânsito. Ou ainda sobre o que pode ver na televisão entre sexta e sábado.
Falamos ainda de todos os preparativos de segurança para a visita papal e dos receios que a utilização indevida de drones ou de camiões tir (à semelhança de ataques terroristas recentes na Europa) representam.
E contamos como o governo quer fazer dos caminhos de Fátima mais um motivo para atrair turistas para o nosso país.
Finalmente, fomos ouvir os agentes policiais que em 1982 protegeram e ajudaram a salvar a vida do Papa João Paulo II, quando na visita a Fátima foi atacado pelo padre Krohn.
Assunto dos últimos dias tem sido o 'baleia azul', jogo na internet que leva os jovens a cumprir um conjunto perigoso de desafios. Fomos escavar o assunto e ficámos a perceber que apesar deste jogo, que pode levar os jovens a mutilarem-se ou bem pior, ter pouca implantação em Portugal, essa é apenas a ponta de um icebergue. Um icebergue que é o aumento preocupante nos últimos anos da praticação de automutilação entre os jovens portugueses. No maior departamento de pedopsiquiatria do país, no Hospital Dona Estefânia, fala-se mesmo em "epidemia". Falámos com especialistas, mostramos o que está a ser feito para combater o fenómeno e ainda damos dicas e conselhos aos pais para conseguirem detectar e combater estas situações.
Imperdível é o trabalho da Clara Ferreira Alves. Em "O'Neill e os atacadores da língua", ela escreve a propósito da edição da obra poética completa de Alexandre O'Neill. Para ler (e ver as fotos de Fernando Lemos) na Revista desta semana.
Também na Revista, e pela pena de José Pedro Castanheira, a evocação de Nuno Brederode Santos, antigo colunista do Expresso falecido na última semana. O texto chama-se "A inteligência na política".
A caminho das mais importantes eleições do ano na Europa - é já amanhã a segunda volta das eleições presidenciais em França - quero destacar o conjunto de artigos de opinião (além das reportagens no terreno do nosso correspondente Daniel Ribeiro) sobre o duelo Macron-Le Pen.
Imperdível é o trabalho da Clara Ferreira Alves. Em "O'Neill e os atacadores da língua", ela escreve a propósito da edição da obra poética completa de Alexandre O'Neill. Para ler (e ver as fotos de Fernando Lemos) na Revista desta semana.
Também na Revista, e pela pena de José Pedro Castanheira, a evocação de Nuno Brederode Santos, antigo colunista do Expresso falecido na última semana. O texto chama-se "A inteligência na política".
A caminho das mais importantes eleições do ano na Europa - é já amanhã a segunda volta das eleições presidenciais em França - quero destacar o conjunto de artigos de opinião (além das reportagens no terreno do nosso correspondente Daniel Ribeiro) sobre o duelo Macron-Le Pen.
Pedro Santos Guerreiro: Olha, votam no liberal
Ricardo Costa: A esquerda deve agradecer a Macron
Miguel Sousa Tavares: Onde é que eu já vi isto?
Henrique Monteiro: O que faz de Le Pen banal?
Daniel Oliveira: Da alternância à unificação
Pedro Adâo e Silva: Le Pen já ganhou
Miguel Monjardino: Pancrácio em Paris
Boas leituras e até para a semana
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