segunda-feira, 24 de agosto de 2020

24 - 8 - 1950 / 24 - 8 - 2020 COLUMBÓFILA COMPLETOU 70 ANOS


Embora sem festejar a data da sua fundação a Direção Geral da Associação Social de Solidariedade Sociedade Columbófila Cantanhedense, dá um enorme significado a esta data, aproveitando a mesma, para internamente, proceder a reflexões mais aprofundadas, mas também para aflorar recordações, mas sobretudo vivências, que todos, os que tiveram a felicidade e o privilégio de integrar a família columbófila, tem vivido e partilhado ao longo destes 70 anos de atividade ininterrupta, que a Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense já leva. 

Data também, para recordarmos aquele “punhado” de cantanhedenses que em 24 de agosto de 1950, meteram as “mãos” na massa e “construíram” a nossa Associação, estando certamente longe de poder pensar que o seu trabalho seria continuado e que a referida coletividade viesse e granjear a simpatia e o respeito de tantas entidades e pessoas. 

Data igualmente para recordarmos todos aqueles, que por força do “destino” já não se encontram entre “nós” e que com o seu trabalho, esforço e dedicação, muito contribuíram para o rico historial da nossa Associação. 

Num ano difícil que continua marcado pela pandemia Covid - 19, a Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, fruto da dedicação dos seus atletas, do trabalho dos seus técnicos, dos seccionistas mas sobretudo do apoio dos seus familiares e dos seus patrocinadores e entidades apoiantes, dentro daquilo que lhe foi possível, nesta época desportiva que há pouco findou, conseguiu continuar com a sua missão, destacando-se neste fase tão difícil o projecto “Encerrada, mas de Porta Aberta!”, que permitiu para além de incrementar o apoio ás famílias que acompanha ao longo do ano, estender a “mão” ás crianças e jovens da Obra do Frei Gil. 

A todos fico reconhecidamente grata. 
Lurdes Silva – Presidente da Direção Geral 

“estamos crentes que a juventude vindoura irá colher aquilo que agora a custo semeamos; é isto que pretendemos” 

“Alberto Abrantes” - junho de 1986

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