Situação chocante denunciada no Hospital da Universidade de Coimbra está a gerar indignação nas redes sociais. Uma mulher de 59 anos, em fase terminal foi obrigada a deslocar-se de carro particular até às urgências por alegada falta de ambulâncias disponíveis. Já no hospital, apesar do seu estado clínico grave, não lhe foi atribuída prioridade no atendimento, tendo ficado à espera juntamente com dezenas de outras pessoas.
Segundo o relato, foi também recusada a disponibilização de uma cama para que a doente pudesse deitar-se, levando a família a colocá-la no chão, sobre um cobertor, enquanto aguardava ser chamada. O caso levanta sérias questões sobre a falta de meios, a resposta do Serviço Nacional de Saúde e o tratamento dado a doentes em situação crítica.
A família questiona para que servem anos de trabalho e descontos quando, no momento de maior fragilidade, os cidadãos se sentem abandonados pelo sistema. O episódio está a ser partilhado como exemplo de uma realidade que muitos consideram indigna de um país desenvolvido, deixando um apelo à reflexão sobre o estado atual da saúde pública em Portugal.
Nestas eleições presidenciais, quem votar nos candidatos apoiados por os partidos do sistema que são os responsáveis por estas e outras situações, também são culpados por colaborarem com a ruína do país!
Comentário: Se uma imagem vale mais do que mil palavras, o que devemos dizer sobre que nos aparece? Que País é este e para onde caminhamos? Não à ninguém do Governo que se desloque ao local para se inteirar da situação? Onde estão nesta hora os políticos que são pagos com os nossos impostos? É simulação como por vezes se insinua? Acorda Povo contribuinte, não fiquem alheios nem indiferentes. Hoje é quem não conhecemos, mas, não deixa de lhe assistir dignidade humana, amanhã pode ser um de nós. Sinto vergonha alheia.!!! Eu que sou um doente cardíaco de risco... o que me espera se tenho que ser levado a um hospital?????
*Joaquim Carlos

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