segunda-feira, 11 de maio de 2026

Anúncio feito em conversa sobre doçaria tradicional no último dia da Feira do Livro de Évora.


IMAGEM DO “PÃO DE RALA – ÉVORA” FOI REGISTADA. SEGUE-SE O PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO
Foi com um sabor doce que chegou ao fim a Feira do Livro de Évora, naquele que foi o ano zero do futuro Festival Literário da cidade. A imagem já registada do ‘Pão de Rala – Évora’ foi apresentada, em primeira mão, na Biblioteca Pública durante a conversa Doçaria tradicional – memória, tradição e literatura. O processo foi liderado pelo Município eborense em conjunto com a Confraria Gastronómica do Alentejo, associação que vai prosseguir com a certificação deste doce conventual da região de Évora. O objetivo é proteger e valorizar o produto e a sua ligação ao território. 
O Pão de Rala, tal como a maior parte dos doces conventuais, leva doce de gila. Encontramos referências ao Pão de Rala num manuscrito do século XVIII, onde estão incluídas as receitas dos bolos confecionados pelas irmãs do Mosteiro de Santa Clara de Évora, fundado no século XIV. 
A conversa, que encerrou a Feira do Livro, foi moderada por José Casas-Novas, Provedor da Confraria Gastronómica do Alentejo, tendo como convidados Olga Cavaleiro, especialista em gastronomia nacional, Ercília Zambujo, da pastelaria Pão de Rala, e Jerónimo Heitor Coelho, fotógrafo. A importância das receitas populares, a sua preservação ao longo do tempo, e a articulação do saber-fazer tradicional com a evolução e adequação aos novos tempos, foram alguns dos temas em debate. 
O vice-presidente da Câmara, Jerónimo José, e a vereadora Carmen Carvalheira, assistiram a esta conversa sobre doçaria.

Águeda | Requalificação do Auditório de Fermentelos inaugurada em dia de festa para a freguesia

Equipamento renovado reforça oferta cultural e associativa, num investimento de cerca de 321 mil euros.

“Esta é uma obra impactante e multifuncional que apoia a vitalidade cultural da Freguesia de Fermentelos. É muito mais que um auditório, com a reabilitação de todo o edificado a resultar num belo equipamento”. Foi desta forma que Jorge Almeida, presidente da Câmara Municipal de Águeda, assinalou a inauguração das obras de requalificação do Auditório de Fermentelos, sexta-feira, numa cerimónia marcada pela forte participação da comunidade.
A inauguração integrou o programa das comemorações do 98.º aniversário da elevação de Fermentelos a vila, conferindo um simbolismo especial a um momento vivido em ambiente festivo.
Esta intervenção, realizada com o apoio do Município de Águeda, transformou profundamente o espaço, dotando-o de melhores condições para acolher atividades culturais, recreativas e associativas. Durante a cerimónia, foram ainda entregues cópias das chaves do auditório a associações locais, num gesto simbólico que reforça o caráter comunitário do equipamento.
Jorge Almeida destacou a evolução do projeto e o resultado final alcançado. “O espaço está completamente transformado, muito capaz. Este é um equipamento ao serviço da população de Fermentelos”, afirmou, sublinhando também os desafios enfrentados ao longo da obra. “Há projetos que demoram mais tempo, que dão muito trabalho, mas são também aqueles que no final nos dão mais satisfação”, declarou.
O Edil recordou ainda que o projeto inicial previa a demolição da pala do edifício, opção que acabou por ser revista. “A decisão de preservar revelou-se acertada. Encontrámos uma solução arrojada, mas também bonita e funcional, que valoriza todo este espaço emblemático do Largo de Nossa Senhora da Saúde e que é um verdadeiro cartão de visita de Fermentelos”, referiu.
Também o presidente da Junta de Freguesia de Fermentelos, Carlos Lemos, destacou o significado da obra. “É um momento de extrema importância e de orgulho para todos nós”, afirmou, agradecendo o contributo de todas as entidades, da Câmara Municipal e da população. “Foram vários momentos, alguns difíceis, mas nunca virámos as costas ao trabalho. Hoje colocamos este auditório ao dispor do povo”, declarou.
Carlos Lemos aproveitou ainda para salientar outros investimentos em curso na freguesia, nomeadamente ao nível da requalificação do centro urbano e de futuras pavimentações, agradecendo ao Município “por cumprir a sua palavra”.
Por sua vez, Filipe de Almeida, Presidente da Assembleia Municipal, considerou que o resultado final comprova que “muitas vezes a espera compensa”. “Temos hoje um espaço digno para receber e para os músicos atuarem, que vai servir o futuro de todos”, referiu, manifestando orgulho no equipamento agora disponível.
Com um investimento de cerca de 321 mil euros, a requalificação do Auditório de Fermentelos inclui não só um palco renovado e bem dimensionado, mas também áreas de apoio, como camarins e salas destinadas a associações e comissões de festas, reforçando a sua funcionalidade e versatilidade.
Localizado num dos pontos mais emblemáticos da freguesia e numa terra fortemente ligada à música e ao movimento filarmónico, o auditório surge agora como um espaço renovado, preparado para dinamizar a vida cultural de Fermentelos e servir a comunidade ao longo das próximas gerações.

*Ana Sofia Pinheiro
Técnica Superior
Gabinete de Comunicação e Imagem


 

UM TESTEMUNHO PARA A PRESERVAÇÃO DO PATRIMÓNIO. ALUNOS DO COUTO MINEIRO DEIXAM MENSAGEM GUARDADA ATÉ 2046 EM CASTELO DE PAIVA

Decorreu hoje em Castelo de Paiva, a cerimónia de entrega simbólica da "Caixa do Tempo" que teve lugar na sede do Agrupamento de Escolas do Couto Mineiro do Pejão e, depois, no Centro de Interpretação da Cultura Local, onde a "Caixa" foi guardada com uma mensagem criativa dos alunos daquela escola para as gerações vindouras, como um testemunho de cuidado, memória e compromisso com a preservação do património. 
Tratou-se do momento final do “Cuidadores do Património – Coragem de Cuidar”, um programa artístico e cultural que a Rota do Românico está a promover, no âmbito do Plano Nacional das Artes. 
A “Caixa do Tempo” representa uma iniciativa que assume um forte simbolismo intergeracional, sendo que a abertura da caixa está prevista apenas para daqui a 20 anos, em 2046 e visa desafiar os jovens a explorar emoções, a imaginação e a memória coletiva, promovendo uma aproximação ao património e a novas formas de relação com a cultura e o território, ao mesmo tempo que, desafia as novas gerações a comunicar com o futuro. 
O Marmoiral de Sobrado é o único monumento de Castelo de Paiva que integra Rota do Românico, cujo projeto turístico-cultural abrange actualmente 58 monumentos e três centros de interpretação em 12 municípios dos vales do Sousa, Douro e Tâmega. Além da educação patrimonial, esta Rota actua nas áreas da conservação, investigação científica e promoção turística de um dos legados históricos mais importantes de Portugal. 
A recepção foi feita por Emília Silva, directora do conselho directivo da escola, e nesta cerimónia, estiveram a Vice-Presidente da autarquia paivense Susana Sousa, o Vereador do Desporto, Rui Gomes, o presidente da Assembleia Municipal, Victor Moreira, e os autarcas das freguesias da Raiva, Rui Correia, e Sobrado, João Pedro Teixeira.
 A Vice-Presidente da CM de Castelo de Paiva destacou a importância desta iniciativa da Rota do Românico, e neste momento simbólico, fez questão de enaltecer o envolvimento da escola, nesta abordagem interessante de ligar o presente ao futuro, desafiando as próximas gerações a reencontrarem a mensagem deixada pelos alunos e a reflectirem sobre a importância da valorização do património histórico e cultural.
A Caixa do Tempo foi depois entregue e depositada num expositor do CICL- Centro de Interpretação da Cultura Local, na vila de Castelo de Paiva, onde ficará guardada por 20 anos, numa acção enaltecida Susana Sousa, vice-presidente da autarquia, que evidenciou este desafio feito aos jovens, no estímulo de explorar emoções e a memória colectiva, promovendo uma ligação mais próxima ao património cultural e ao território paivense.







*Carlos Oliveira
Gabinete de Comunicação Relações-Públicas e Protocolo
Assessor de Imprensa
                                   

PSD Viseu, Água: responsabilidade, futuro e interesse público

 A Comissão Política de Secção do PSD Viseu considera que o processo de adesão ao sistema das Águas do Douro e Paiva, representa uma decisão estratégica para o futuro da região e para a segurança no abastecimento de água às populações.
A seca severa de 2017 demonstrou, de forma inequívoca, as fragilidades do atual sistema de abastecimento. A incapacidade de resposta da barragem e da ETA de Fagilde evidenciou a necessidade urgente de encontrar soluções estruturais, resilientes e preparadas para enfrentar fenómenos climáticos extremos cada vez mais frequentes.
Desde então, tem sido procurada uma solução capaz de garantir segurança hídrica, redundância no sistema, capacidade de investimento e estabilidade no abastecimento para as próximas décadas.
As soluções autónomas defendidas por alguns municípios levantam reservas sérias por parte do Tribunal de Contas, quer ao nível da sustentabilidade financeira, quer da capacidade técnica e operacional exigida por investimentos desta dimensão.
Perante a proposta apresentada pelas Águas do Douro e Paiva, entendemos que esta é a solução que melhor salvaguarda o interesse público, assegura investimento imediato e futuro, protege a gestão pública da água e garante um serviço essencial às populações, com segurança e previsibilidade.
Lamentamos profundamente que, depois de as decisões de adesão terem sido aprovadas pela Câmara Municipal e pela Assembleia Municipal de Viseu, o atual presidente da Câmara tenha optado por alimentar dúvidas, criar incerteza política e contribuir para o arrastamento deste processo.
É igualmente incompreensível que continue por esclarecer publicamente quais os fundamentos da contestação apresentada na ação principal, impedindo que os cidadãos conheçam, com transparência, os argumentos utilizados num processo com enorme impacto para o futuro da região.
Num momento em que se exigia liderança, responsabilidade e sentido estratégico, temos assistido a sucessivos adiamentos e bloqueios políticos, que apenas prejudicam as populações e comprometem decisões urgentes para o território.
A água não pode continuar refém de tacticismos políticos.
A responsabilidade dos decisores públicos deve estar centrada na defesa das populações e na construção de soluções duradouras para a região.
O PSD Viseu reafirma, por isso, o seu compromisso com uma solução sustentável, responsável e orientada para o futuro, apelando a todos os autarcas e forças políticas para que coloquem o interesse das populações acima de qualquer cálculo partidário.
A água deve unir-nos na solução. Não dividir-nos na política.
 
A Comissão Política de Secção do PSD Viseu considera que o processo de adesão ao sistema das Águas do Douro e Paiva, representa uma decisão estratégica para o futuro da região e para a segurança no abastecimento de água às populações.
A seca severa de 2017 demonstrou, de forma inequívoca, as fragilidades do atual sistema de abastecimento. A incapacidade de resposta da barragem e da ETA de Fagilde evidenciou a necessidade urgente de encontrar soluções estruturais, resilientes e preparadas para enfrentar fenómenos climáticos extremos cada vez mais frequentes.
Desde então, tem sido procurada uma solução capaz de garantir segurança hídrica, redundância no sistema, capacidade de investimento e estabilidade no abastecimento para as próximas décadas.
As soluções autónomas defendidas por alguns municípios levantam reservas sérias por parte do Tribunal de Contas, quer ao nível da sustentabilidade financeira, quer da capacidade técnica e operacional exigida por investimentos desta dimensão.
Perante a proposta apresentada pelas Águas do Douro e Paiva, entendemos que esta é a solução que melhor salvaguarda o interesse público, assegura investimento imediato e futuro, protege a gestão pública da água e garante um serviço essencial às populações, com segurança e previsibilidade.
Lamentamos profundamente que, depois de as decisões de adesão terem sido aprovadas pela Câmara Municipal e pela Assembleia Municipal de Viseu, o atual presidente da Câmara tenha optado por alimentar dúvidas, criar incerteza política e contribuir para o arrastamento deste processo.
É igualmente incompreensível que continue por esclarecer publicamente quais os fundamentos da contestação apresentada na ação principal, impedindo que os cidadãos conheçam, com transparência, os argumentos utilizados num processo com enorme impacto para o futuro da região.
Num momento em que se exigia liderança, responsabilidade e sentido estratégico, temos assistido a sucessivos adiamentos e bloqueios políticos, que apenas prejudicam as populações e comprometem decisões urgentes para o território.
A água não pode continuar refém de tacticismos políticos.
A responsabilidade dos decisores públicos deve estar centrada na defesa das populações e na construção de soluções duradouras para a região.
O PSD Viseu reafirma, por isso, o seu compromisso com uma solução sustentável, responsável e orientada para o futuro, apelando a todos os autarcas e forças políticas para que coloquem o interesse das populações acima de qualquer cálculo partidário.
A água deve unir-nos na solução. Não dividir-nos na política.
11 maio de 2026 

*A Comissão Política de Secção
PSD Viseu


Bairrada 150 volta a desafiar limites em Águeda. Mais de 600 atletas inscritos numa das principais ultramaratonas de BTT do país, com um percurso exigente

 Águeda recebeu, este sábado, a 11.ª edição do Bairrada 150 Ultra Marathon, uma prova que voltou a afirmar-se como uma das mais exigentes e emblemáticas do BTT nacional. Mais de 600 atletas inscritos numa competição que é, cada vez mais, descrita como uma experiência de superação pessoal, para além do desafio competitivo.
Organizada pelo Grupo Desportivo e Cultural de Recardães, com o apoio do Município de Águeda desde a primeira hora, a prova manteve o seu formato de resistência em BTT e E-Bikes, permitindo participação individual ou em estafeta. O percurso, com 153 quilómetros e 632 metros, atravessou cinco concelhos (Águeda, Anadia, Mealhada, Tondela e Mortágua), com partida e chegada em Águeda.
A dureza da prova foi agravada pelas condições meteorológicas adversas, que provocaram uma maior capacidade de resistência. Ainda assim, os participantes destacaram, no final, o caráter único da experiência e a qualidade da organização.
Na cerimónia de entrega de medalhas, Edson Santos, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Águeda, sublinhou a importância do evento para o concelho. “Mais do que competir, estes mais de 600 atletas e suas famílias vieram participar e viver o território”, afirmou, defendendo que o desporto “é sempre um investimento”, quer na saúde, quer na promoção local e dinamização da economia.
O também Vereador do Desporto destacou o crescimento sustentado da prova e o reconhecimento que tem conquistado junto de atletas de todo o país. “É um orgulho ver quem nos visita elogiar a organização e a cidade”, afirmou, associando ainda o espírito da prova à identidade aguedense, na sua “capacidade de ir mais além e procurar, todos os dias, fazer melhor”.
Henrique Resende, Vice-Presidente Grupo Desportivo e Cultural de Recardães e diretor desportivo da prova, salientou o trabalho contínuo por detrás do evento. “É um esforço de um ano inteiro, feito por uma equipa que funciona como uma família”, disse, revelando que o Bairrada 150 chegou a despertar interesse internacional para aquisição, hipótese que rejeitou.
O responsável reconheceu as dificuldades desta edição, marcada por um terreno pesado e condições exigentes, mas destacou o balanço positivo. “Foi muito duro, mas no fim os atletas dizem que vale a pena. Isso é o mais importante”, afirmou, acrescentando que a presença de atletas a preparar competições internacionais reforça o prestígio da prova.
A vitória voltou a sorrir a Guilherme Mota, que repetiu o triunfo do ano anterior. O atleta, que é um dos maiores competidores de BTT nacionais, considerou o Bairrada 150 “uma das melhores ultramaratonas do país” e destacou a exigência do percurso, especialmente nas zonas da Serra do Caramulo. “Foi um desafio diferente e muito duro”, referiu.
Com mais uma edição concluída, o Bairrada 150 reforça o seu estatuto no calendário nacional, combinando desporto, resistência e promoção do território numa prova que continua a crescer em dimensão e reconhecimento.
 
 
Classificação
 
Geral (Masculino)
1.º Guilherme Mota (Individual)
2.º Bruno Sancho (Individual)
3.º Hugo Sancho (Individual)
 
Geral (Feminino)
1.º Íris Eanes (Coxos & Lentos)
2.º Cátia Eanes (Coxos & Lentos)
3.º Elisa Bregieiro (BlackBulls/CNI/Pousadinha)
 
Elites Feminino
1.º Íris Eanes (Coxos & Lentos)
2.º Cátia Eanes (Coxos & Lentos)
 
Elites Masculino
1.º Guilherme Mota (Individual)
2.º Fábio Lopes (Indelague – NAC Bike Team)
3.º Guilherme Antunes (DAP BTT Team)
 
F30
1.º Elisa Bregieiro (BlackBulls/CNI/Pousadinha)
 
M30
1.º Joel Silva (Brinox Cycling Team)
2.º João Rodrigues (GrupoCCR-AP Motor – Lobos Averomar Cycling)
3.º Marcelo Ribafeita (Vasconha BTT Vouzela)
 
M40
1.º Bruno Sancho (Individual)
2.º Hugo Sancho (Individual)
3.º Francisco Fernandes (Saertex Portugal - Criazinvent)
 
M50
1.º Carlos Cunha (Individual)
2.º Paulo Mota (Olivtec/Golden Projetct/Vortex/Sodhisa Bikes)
3.º Ludgero Santos (BlackBulls/CNI/Pousadinha)
 
M60
1.º Manuel Bucete (Wokin-CCC)
2.º Carlos Lopes (100 Juízo BTT)
3.º Carlos Borges (#Puxarabos)
 
Ebikes
1.º Hugo Fortunato (EKMA/JPR Motors Bike)
2.º João Ferreira (Individual)
3.º João Alves (Individual)
 
Duplas
1.º Trepanelas/Prifer C.D.
2.º Cluve de Ciclismo Vila Flor
3.º Team Peçamodovar
 
Triplas
1.º BlackBulls/CNI/Pousadinha
2.º Trepanelas/Prifer ADA
3.º CDASJ/Cyclin’Team/Município Albufeira 3

*Ana Sofia Pinheiro
Técnica Superior
Gabinete de Comunicação e Imagem

ASSSCC promove Estágio de Patinagem Livre com Diogo Craveiro


A Secção de Patinagem Artística da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, promoveu nos dias 9 e 10 de maio, mais um Estágio de Patinagem Livre, contando desta vez com a presença do atleta e treinador Diogo Craveiro.

Numa fase importante da presente época desportiva, entre os Campeonatos Regionais e os Campeonatos Nacionais, o estágio surgiu com o objetivo de proporcionar aos atletas uma experiência enriquecedora de aprendizagem, aperfeiçoamento técnico e crescimento desportivo. Ao longo de dois dias de trabalho intenso, os participantes tiveram oportunidade de desenvolver vários aspetos fundamentais da modalidade, desde técnica de patins e sapatilhas até trabalho específico em pista, sempre com foco na evolução individual de cada atleta.
A ASSSCC deixa um agradecimento especial aos clubes convidados que marcaram presença neste evento, nomeadamente à Associação Roller Dance – Escola de Patinagem Artística, Associação Recreativa de São Miguel de Poiares e Academia de Patinagem da Covilhã, cuja participação contribuiu de forma muito positiva para o sucesso da iniciativa.

A secção deixa ainda um agradecimento muito especial ao Crédito Agrícola pelo apoio e confiança demonstrados, tornando possível a realização de momentos tão importantes para o crescimento dos nossos atletas, agradecimento igualmente extensivo à Câmara Municipal de Cantanhede e Associação de Patinagem de Coimbra.

A Secção de Patinagem da ASSSCC continuará focada em elevar cada vez mais a qualidade do trabalho desenvolvido ao longo desta época desportiva, procurando proporcionar aos seus atletas oportunidades constantes de evolução, aprendizagem e crescimento dentro da Patinagem Artística.

Tomás Rodrigues em 2º Lugar no Meeting XIRA2026


Gonçalo Lima, Tomás Rodrigues, Afonso Fonseca e Leonor Ferreira foram os nadadores da Secção de Natação da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, que participaram na edição de 2026 do Meeting Xira.

Esta competição foi organizada pela Associação de Natação de Lisboa e teve como palco as piscinas olímpicas de Vila Franca de Xira.
A edição do presente ano contou com a participação de 476 atletas em representação de 45 clubes e Seleções Distritais.

Este evento decorreu nos dias 09 e 10 de maio, com eliminatórias a realizarem-se no período da manhã e as finais a acontecer no período da tarde.

Para além das várias finais atingidas pelos atletas da SCC o maior destaque vai para Tomas Rodrigues que obteve o 2º lugar na Final de Infantil A nos 400 livres.

“Foi Évora que se abriu ao mundo”. Autarquia faz balanço positivo da Feira do Livro

 A Feira do Livro de Évora terminou este sábado com balanço “muito positivo” por parte da Câmara Municipal, com o presidente do município, Carlos Zorrinho, a considerar que a edição de 2026 foi “uma rampa de lançamento de grande sucesso para o Festival Literário que a partir de 2027 afirmará ainda mais a cidade”, enquanto a vereadora Carmen Carvalheira, destacou “o envolvimento de todas as gerações” e a capacidade do certame para levar “a cultura para a rua”. 
 Em jeito de balanço, Carlos Zorrinho considerou que a Feira do Livro “cruzou as letras com os sons e as tradições com a inovação, os territórios de proximidade com os espaços da imaginação, os viajantes com as gentes da terra, as diferentes gerações e os diferentes olhares”, acrescentando que o evento representou “Évora aberta ao mundo e o mundo a abraçar Évora, unidos por uma linguagem de cultura com valores fortes”. 
 O autarca agradeceu ainda “aos eborenses, a todos quantos visitaram a cidade e a todos quantos, com o seu trabalho, inspiração e empenho, contribuíram para o sucesso do certame”. Já Carmen Carvalheira sublinhou que foram “oito dias que marcaram uma nova edição da Feira do Livro”, numa programação que teve como mote “Évora” e que procurou juntar “entidades, saberes, conhecimento, animação, música, teatro e muita leitura”. 
 Segundo a vereadora, que acompanhou diariamente o certame, o objetivo passou por envolver diferentes públicos e gerações, promovendo uma feira participada e aberta à cidade. “Procurámos que todas as gerações se sentissem motivadas a serem parte ativa e todos juntos trouxemos a cultura para a rua ao encontro de quem por ali passou”, referiu.
Carmen Carvalheira destacou ainda o envolvimento de livreiros, editoras, autores, associações culturais e sociais, escolas, Universidade de Évora e convidados, deixando uma palavra especial aos trabalhadores da autarquia, que considerou terem sido “inexcedíveis na dedicação e competência com que se entregaram a esta causa de tornar esta Feira um sucesso”. 
 Ao longo de oito dias, a Feira do Livro de Évora levou ao centro histórico dezenas de apresentações, debates, concertos, sessões de teatro, atividades para crianças e encontros com autores, tendo como epicentro o espaço junto ao Templo Romano. 
 O último fim de semana ficou particularmente marcado pelo “Comboio Literário”, iniciativa promovida em parceria com o grupo editorial LeYa, que trouxe até à cidade alguns dos mais reconhecidos nomes da literatura portuguesa contemporânea, entre os quais Daniel Sampaio, Rodrigo Guedes de Carvalho, Francisco Moita Flores, Isabela Figueiredo e Luísa Sobral. 
 Apesar da chuva e do vento sentidos nos últimos dias do evento, as sessões literárias e encontros com leitores registaram elevada adesão, com a Biblioteca Pública de Évora a esgotar durante vários momentos da programação. 
 A autarquia considera que esta edição reforçou a afirmação cultural de Évora e lançou bases para o futuro Festival Literário previsto para 2027, enquadrado na estratégia da cidade enquanto Capital Europeia da Cultura e “Capital Europeia ao Sul”.

ALUNOS DE SILVES DESCOBREM AS ESTÓRIAS POR TRÁS DAS UVAS

 Vários alunos do 6.º ano da Escola E.B. 2,3, Dr. Garcia Domingues, foram conhecer “as estórias por trás das uvas,” na Quinta de Mata Mouros, em Silves, através de visita guiada proporcionada pelo Município de Silves, em parceria com o “Convento do Paraíso”, parceiro do Geoparque Algarvensis.
Para além da descoberta das lendas e estórias que aquele espaço encerra - desde o período de reconquista da cidade de Silves pelos cristãos aos mouros, até à presença da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, nas instalações do convento e jardim contemplativo da quinta -, os nossos jovens alunos visitaram a adega, onde aprenderam como se transforma a uva em vinho, qual o papel da cortiça nesta arte produtiva e o arrolhamento das garrafas. Realizaram ainda uma caminhada pela vinha, que permitiu revelar a influência dos solos calcários e argilosos no crescimento das uvas e consequente produção do vinho e experienciaram a arte da “desladroagem”.
São atividades como estas, fora da sala de aula, que unem geologia, produção local, história e cultura, que permitem formar jovens mais conscientes do território que os envolve, tornando-os, simultaneamente, parte ativa na promoção e divulgação do Geoparque Algarvensis.
Esta oferta educativa, dinamizada pelo Município de Silves, assume a geoeducação como um dos pilares fundamentais do desenvolvimento sustentável, dando a conhecer o território do Geoparque Algarvensis - Geoparque Mundial da UNESCO, e alinha-se com a Agenda 2030 das Nações Unidas, através da prossecução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) , designadamente o ODS 4 - Educação para promover o desenvolvimento sustentável e a cidadania global, o ODS 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis e o ODS – 12 Produção e garantir padrões de consumo e de produção sustentáveis.

 

 

Iniciativa solidária nas lojas até dia 1 de junho. Pingo Doce associa-se à Campanha Pirilampo Mágico 2026

 O Pingo Doce associa-se novamente à Campanha Pirilampo Mágico 2026, promovendo nas suas lojas de Portugal Continental e Ilhas uma das mais antigas e reconhecidas iniciativas de solidariedade social em Portugal, que apela ao contributo para a inclusão das pessoas com deficiência.
Organizada pela Federação Nacional das Cooperativas de Solidariedade Social (FENACERCI), e realizada anualmente desde 1987, a Campanha Pirilampo Mágico tem como objetivo informar e sensibilizar a opinião pública para a causa da deficiência e inclusão e angariar fundos a favor das CERCI e outras organizações congéneres.
Ao associar-se a esta campanha pelo quarto ano, o Pingo Doce contribui para alargar o alcance da iniciativa, facilitando a participação solidária de milhares de pessoas que visitam diariamente as suas lojas.
“O Pingo Doce assume um papel próximo das comunidades, colaborando diariamente com diversas instituições de solidariedade social em todo o país que apoiam pessoas em situação de maior fragilidade. Sendo esta uma iniciativa de grande relevância em Portugal, torna-se essencial ampliá-la e dar-lhe visibilidade, de forma a chegar a um público cada vez mais alargado”, sublinha Filipa Pimentel, Diretora de Desenvolvimento Sustentável e Impacto Local do Pingo Doce.
Através de diferentes iniciativas e apoios, o Pingo Doce procura contribuir ativamente para as comunidades onde está presente através da capacitação das instituições cujo objetivo é promover a igualdade de oportunidades.
 
Paralelamente, o Pingo Doce, através do Programa Incluir, promove a integração no mercado de trabalho de pessoas com deficiência ou incapacidade. Este programa de empregabilidade e desenvolvimento de competências tem contribuído para a criação de oportunidades de trabalho nas Companhias do Grupo Jerónimo Martins, em particular no Pingo Doce, promovendo a igualdade de oportunidades e a inclusão social.

*ATREVIA PORTUGAL
Ana Mendes 
Carina Monteiro 

Departamento de Arquitetura mantém atividade plena noutros espaços da Universidade de Coimbra

 A Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) informa que está concluído o processo de reorganização das atividades do Departamento de Arquitetura (DARQ), na sequência dos danos provocados pela tempestade Kristin e do início da empreitada de requalificação do Colégio das Artes, que até então era sede do Departamento. Está garantido o pleno funcionamento do DARQ noutros espaços da Universidade de Coimbra (UC), com todas as condições para os estudantes que frequentam o Departamento ou nele vão ingressar no próximo ano letivo.

Em resultado do esforço conjunto de toda a comunidade académica, para assegurar a continuidade das atividades com normalidade e o mínimo de perturbação possível, foi garantida a resposta coordenada e a mobilização de recursos que garantem o funcionamento pleno do DARQ, enquanto a utilização do Colégio das Artes estiver condicionada. As suas atividades estão neste momento distribuídas por diferentes espaços do Polo I da UC, como os Colégios de Jesus, de São Bento e das Artes [ala poente] e os Departamentos de Matemática, Física e Química.

Já as atividades do curso de Design e Multimédia da FCTUC, que também estava sedeado no Colégio das Artes, foram transferidas para o Departamento de Engenharia Informática, no Polo II da UC.

“Com o esforço conjunto de toda a comunidade, envolvendo a colaboração de muitas Unidades Orgânicas e Unidades de Extensão Cultural e Apoio à Formação, foi possível resolver o impacto significativo que a tempestade Kristin e as intempéries que se seguiram tiveram em vários edifícios da UC. No caso concreto do Colégio das Artes, não posso deixar de sublinhar a estreita colaboração entre a FCTUC e a Reitoria, sempre envolvendo o DARQ, e o contributo solidário das Unidades que agora acolhem as atividades relocalizadas”, afirma o Vice-Reitor para o Património, Edificado e Turismo da UC, Alfredo Dias.

O Diretor da FCTUC, Edmundo Monteiro, refere “o empenho e a resiliência de toda a comunidade DARQ e a colaboração de vários departamentos que, em articulação com o Gabinete Técnico da FCTUC e a Reitoria, tornaram possível restabelecer rapidamente as condições necessárias ao funcionamento das atividades”.

Luís Miguel Correia, Diretor do DARQ, sublinha que, “atendendo aos efeitos da depressão Kristin verificados em janeiro no Colégio das Artes, foram muitos os desafios colocados à Reitoria da UC, à Direção da FCTUC e à comunidade do DARQ”, exigindo a reorganização do Departamento e a garantia de instalações adequadas para acolher aulas teóricas, práticas e laboratoriais, bem como outras atividades académicas e científicas dos cursos de Arquitetura e de Design e Multimédia.

O Diretor reconhece que, “cerca de dois meses depois, a vida do DARQ se aproxima do seu funcionamento regular, apesar dos condicionalismos”, sublinhando a importância de “instalações que promovam a aprendizagem e o trabalho coletivo, sem dispersão”, e expressando confiança de que os esforços em curso permitirão melhorar as condições no próximo ano letivo. Enaltece ainda a “paciência e resiliência da comunidade do DARQ” ao longo deste período.

Ao mesmo tempo que foram asseguradas as condições necessárias ao normal desenvolvimento das atividades do DARQ, foi também iniciada a primeira fase das obras de requalificação do Colégio das Artes, incindindo na ala norte do edifício, com um investimento de cerca de quatro milhões de euros. “A Reitoria vai continuar a trabalhar até ao limite da sua capacidade de ação, como tem feito desde 2019, em estreita articulação com a FCTUC, para concretizar as soluções robustas e duradouras pelas quais todos ansiamos”, conclui o Vice-Reitor Alfredo Dias.

*Catarina Martinho Assessoria de Imprensa Universidade de Coimbra Faculdade de Ciências e Tecnologia

CRUZAMENTOS ARTÍSTICOS NA MARINHA GRANDE COM CICLO À MARGEM

 O Município da Marinha Grande promove, no próximo 23 de maio, mais uma edição do Ciclo à Margem, um programa multidisciplinar que entrecruza diferentes linguagens artísticas, em vários espaços da cidade.

Esta iniciativa, de participação gratuita, aposta na criação contemporânea e experimental, promovendo novas formas de diálogo entre a comunidade e a arte. Alia projetos nacionais e internacionais a artistas e áreas artísticas emergentes.

O programa desta edição é o seguinte:

Edifício da Resinagem (vários locais)

14h00 | INÊS APENAS + Coro Improvisado
Auditório da Resinagem

Neste projeto, a comunidade é convidada a aprender (em apenas 1h) uma canção, com arranjos e direção da artista leiriense, Inês Apenas. Uma hora apenas, para juntar muita gente a cantar uma música. É só uma, mas tem de ser em grande. A apresentação final é o ponto de partida para o Ciclo à Margem. 
Duração: 95 min
Público-alvo: M/10
Inscrição: Obrigatórias, até 100 participantes  (formulário disponível no site do município)

14h00 | SOMBRA DO FUMO . João Polido 
NAC

Fruto de uma Residência Artística no território, esta é uma apresentação pública sobre o resultado da pesquisa, em formato show-case do progresso atual. 

14h00 | APRESENTAÇÃO DE PROJETOS D’A FÁBRICA . Vânia Colaço
Sala das Murejonas

A artista plástica Vânia Colaço é desafiada a fazer uma curadoria onde são apresentados em formato audiovisual os trabalhos de membros do projeto A Fábrica da Marinha Grande. 

15h30 | JORGE CARDINALI
Jardim da Resinagem

Jorge Cardinali, artista de circo e recordista mundial a girar pratos, apresenta no Ciclo À Margem a sua arte circense, onde a experiência de vida e a superação se cruzam com a magia do espetáculo.

15h30 | ISTO É SURREAL . Alexandra Haran Nogueira 
Jardim da Resinagem

Neste atelier, os mais novos são convidados a mergulhar no universo do surrealismo, explorando a imaginação através da criação de instalações artísticas com objetos do quotidiano. 
Entre sonhos, absurdos e descobertas inesperadas, cada participante, individualmente ou em grupo, transforma o comum em extraordinário: um búzio pode tornar-se telefone, espelho ou até uma passagem secreta.  
Aqui, os objetos reinventam-se e dão origem a narrativas surpreendentes, onde o pensamento das crianças ganha forma, presença e significado.  

15h40 | SHOWCOOKING . Maria João Lagoa
Jardim da Resinagem

Maria João Lagoa, chef e professora na EHTO apresenta uma experiência gastronómica que desafia o paladar de modo surpreende, com a utilização pouco convencional de ingredientes simples. 
O menu inclui um prato vegetariano, um prato de carne e uma sobremesa. 

16h00 | KIT MEMÓRIA 2.0 - Mulheres na Indústria Vidreira . Vânia Colaço + João Beata (Sessão sonora)
NAC

Uma conversa com Vânia Colaço sobre o Kit Memória Empalhar, refletindo o papel das empalhadeiras na identidade da Marinha Grande. Um projeto vivo, aberto à partilha de memórias.
A sessão expande-se para o Kit Memória 2.0, destacando o papel das mulheres na indústria vidreira, e inclui um momento musical de João Beata, que revisita a canção tradicional das Empalhadeiras.

17h00 | WAYS TO SAY . André Barros e Joana Inês Santos
Sala das Murejonas

Uma peça audiovisual com composição original de André Barros, gravada no estúdio Sundlaugin, na Islândia. O filme conta com a participação da bailarina Joana Inês Santos, tendo sido produzido nas paisagens islandesas, em sequências oníricas onde sons neoclássicos dialogam com cenários naturais de grande impacto visual.

17h00 | "AS COISAS BOAS DEMORAM TEMPO" . Hélder Carreira

Hélder Carreira, enfermeiro gestor, docente no Instituto Politécnico de Leiria e autor, apresenta o romance “As coisas boas demoram tempo”, numa sessão marcada pela ligação à Marinha Grande. A obra narra o encontro de Afonso e Inês e reflete sobre valores duradouros como família, dedicação, paciência e o tempo necessário para dar sentido ao essencial.

18h00 | GISELA MABEL
Auditório da Resinagem

Gisela Mabel é uma pianista e compositora luso‑angolana, sediada em Lisboa, cuja música cruza clássico, jazz e criação contemporânea com ritmos africanos e brasileiros. Em 2024 lançou o EP Álbum de Retratos, apresentou‑o em vários festivais, participou em 2025 na instalação Earthworks de Mónica de Miranda e prepara o seu álbum de estreia para início de 2026.

21h30 | NUISIS ZOBOP . Quando Vem a Taciturna de Limiar em Limiar o Presente Frágil
Sport Operário Marinhense

Entre 03 e 07 de novembro de 2025, Nuisis Zobop realizou uma residência artística na Marinha Grande, envolvendo o Auditório da Resinagem, a Casa‑Museu Afonso Lopes Vieira e o Museu do Vidro. O espetáculo agora apresentado resulta desse processo de criação.
A obra propõe a dança como metamorfose e presença frágil, um gesto de resistência e vitalidade face a tempos de guerra, crise e violência, afirmando o corpo em movimento como espaço de esperança.

22h15 | PASSA A PERGUNTA . Irina Oliveira
Sport Operário Marinhense

Cineasta e artista visual e sonora marinhense, membro do projeto A Fábrica e docente nas áreas da fotografia, audiovisual e multimédia na ESAD. 

*Gabinete de Comunicação e Imagem

A Primitiva está ainda melhor

 Olá Litoral,

Depois de duas semanas em reportagem para o Alma de Viajante no outro lado do mundo, estou prestes a regressar a Portugal — a tempo de participar na apresentação do Volume 2 da revista Primitiva que terá lugar na quinta-feira, dia 14 de maio pelas 18:30, na Livraria Ler Devagar, em Lisboa. E esta é a sua maravilhosa capa, da autoria do viajante português António Avelar, que faço questão de partilhar.

Avelar fotografou e escreveu sobre o Kastom — o sistema de crenças e práticas que os Ni-Vanuatu tentam preservar face à pressão de um mundo que chega de fora, depressa e sem pedir licença. Na imagem, um homem de Uripiv usa uma máscara que, nas suas palavras, "oculta a sua identidade ao mesmo tempo que a estende." É a dualidade em forma de fotografia: tradição oral de fermentação lenta contra novas crenças impostas em velocidade galopante.
Na contracapa, Manuel Correia fecha um ciclo — ou percebe que devia estar a começar um. As suas imagens do universo Luvale mostram máscaras que não são adereços: representam espíritos ancestrais, ensinam regras, impõem disciplina, celebram a continuidade de uma comunidade. "Quanto mais avanço a caminho do final, mais percebo que deveria estar agora a começar", escreveu a 3 de agosto de 2025, ao fechar o texto do seu livro Luvale.
De Vanuatu a Angola. O segundo volume leva-nos a territórios onde a memória, a tradição e a resistência se cruzam — e onde a identidade não é um dado adquirido, mas algo que se defende, se encarna, se transmite.

Estou muito orgulhoso com esta edição da Primitiva — está ainda melhor do que a primeira! Se quiser saber mais sobre a revista, veja o link abaixo:

Revista Primitiva - Volume 2

Depois de Lisboa, estarei também no ABVP Travel Fest nos dias 16 e 17 de maio, em Matosinhos, acompanhado pelo Rui Barbosa Batista para uma conversa sobre histórias que deram reportagens na Primitiva. Será no sábado, dia 16 de maio pelas 17:00. Todas as informações sobre o festival — que conta com a participação da querida amiga brasileira Luisa Galiza (Leve na Viagem) — estão disponíveis no site da ABVP.

De resto, queria agradecer o extraordinário feedback que recebi pelo roteiro para visitar o Cairo, no Egito. Espero que seja útil para muitos leitores-viajantes. Em breve, haverá novos artigos sobre uma capital europeia muito especial!

A terminar, deixo o habitual pedido para utilizar estes links ao planear as próximas viagens. Para si não faz diferença mas para mim é uma grande ajuda. Muito obrigado.

Fazer seguro de viagens IATI (5% off)

Grande abraço e boas viagens,

*Filipe Morato Gomes