quarta-feira, 24 de junho de 2026

MARINHA GRANDE: VALORLIS IMPLEMENTA NOVAS ECO-ILHAS EM PICASSINOS E COMEIRA

 No dia 16 de junho, delegaçãoo Município da Marinha Grande esteve representado por uma  encabeçada pelo vereador do Ambiente e Qualidade de Vida, Sérgio Silva, numa sessão pública de apresentação do projeto Eco-ilhas, presidida pela administradora-delegada da VALORLIS, Marta Guerreiro, que culminará na implementação de 79 Eco-ilhas, no âmbito da recolha seletiva de proximidade.

Numa primeira fase, na atual zona de recolha porta a porta existente em Picassinos e Comeira, no que concerne o concelho da Marinha Grande. Prevendo-se a colocação de 237 contentores de 1000 l, para separação dos resíduos recicláveis. Esta implementação será, na sua maioria, acompanhada pela alocação de contentores de Biorresíduos (contentor castanho).
Na sua intervenção, o Vereador Sérgio Silva realçou a importância do reforço do investimento e do lançamento de campanhas de sensibilização junto da população por parte do operador para se poder alcançar uma mudança de comportamento coletivo relativamente aos resíduos urbanos, sua rejeição e tratamento, afirmando que a melhoria da gestão de resíduos também depende do envolvimento ativo da comunidade. 
A sessão contou, também, com a presença das presidentes das Juntas de Freguesia da Marinha Grande, Isabel Freitas, e de Parceiros e Azoia, Elsa Mendes, bem como de um representante do Município de Leiria, representantes de associações locais e de entidades parceiras.
Esta iniciativa, que constitui uma das estratégias previstas no Plano de Investimentos 2025-2027 da VALORLIS, reflete a aposta da empresa na modernização dos sistemas de recolha, nomeadamente aproximando-os dos munícipes, contribuindo para incentivar a reciclagem e uma economia circular.
Ao utilizar os contentores de Biorresíduos (contentor castanho) deverá apenas colocar: restos de comida (crua ou cozinhada); cascas de ovos; carne; peixe; ossos; espinhas; saquetas de chá; borras de café; pão; bolos ou guardanapos de papel.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

Esperadas milhares de pessoas em dias de folia. Festas do S. João de Castelo de Paiva continuam de manhã com as Marchas Infantis


NÉMANUS ANIMAM A NOITADA 
As grandiosas Festas de S. João 2026 de Castelo de Paiva arrancaram no fim de semana, com bailaricos, muita animação e ontem com as Marchas Séniores das IPSS do concelho, mas hoje continuam com a apresentação no Largo do Conde das Marchas Infantis, totalizando a participação de cerca de 1000 crianças, pertencendo às escolas e jardins de infância dos Agrupamentos de Escolas de Castelo de Paiva e do Couto Mineiro do Pejão, registando -se a primeira enchente desta edição das festividades são joaninas em Terras de Paiva.
Espera-se um “mar de gente” conforme refere o presidente da Câmara Municipal, Ricardo Cardoso, que deixa um agradecimento a todas as entidades envolvidas neste grande evento de S. João, destacando o notável trabalho realizado ao nível escolar, com realce para o empenhamento dos professores, auxiliares e encarregados de educação, numa acção que, para além de prestigiar a comunidade escolar, continua a engrandecer e a valorizar esta iniciativa festiva em Castelo de Paiva. 
Mais logo, as festas continuam, com o momento mais esperado, a grande noitada de S João, realizando-se sempre com grande entusiasmo e muita adesão de visitantes, sendo que, a noite que orienta para uma grande folia e será preenchida com o desfile das Marchas Populares, que voltam a ser o ponto alto dos festejos de S. João em terras de Paiva, levando a população ao rubro com as representações de Gração, Fonte, Frutuária e Vale da Rua, as quatro marchas que vão desfilar na zona do Largo do Conde, a sala de visitas da urbe paivense, que as acolhe sempre com grande entusiasmo e carinho. 
Como sempre, a música, as letras, os arcos e os coloridos dos trajes são aspectos que não são deixados ao acaso e continuam envoltos em secretismo até ao momento do grandioso desfile pelas engalanadas ruas da Vila, um momento único destas festas que consagram o S. João no município paivense, o grande cartaz desta manifestação popular que as gentes de Castelo de Paiva acarinham há cinco décadas. 
Depois do desfile das Marchas Populares, a animação da noite mais importante do S. João vai contemplar uma vistosa sessão de fogo de artifício e um grande concerto da consagrada dupla NÉMANUS, seguindo-se a DJ’s Party noite fora, em véspera de Feriado Municipal.
Já amanhã, dia 24, Feriado Municipal, haverá Missa Solene de S. João na Igreja Paroquial e a tarde será preenchida com o sempre apreciado concerto musical com as três f ilarmónicas locais, Banda dos Mineiros do Pejão, Banda Marcial de Bairros e Banda Musical de Fornos que vão actuar até ao fim da tarde, seguindo-se às 17 horas, a habitual Festa da Sardinha Assada, este ano de volta ao espaço do Largo do Conde, distribuída gratuitamente a toda a população e visitantes que, neste dia festivo, rumam até terras de Paiva, com tempo para um momento de dança com bailarico popular com o Duo HD. 
Como sempre, em tempo de Santos Populares, quem manda em Castelo de Paiva é o S. João, num ritual festivo que continua a ser do povo e para o povo, sendo que a edilidade paivense continua a apostar forte nestas festas, daí o convite do presidente da Câmara Municipal, Ricardo Cardoso e sua equipa, a sugerir momentos de animação constante, aproveitando a oportunidade para dar a conhecer as suas festas, a sua beleza e potencialidades turísticas que o concelho apresenta.







*Carlos Oliveira
Gabinete de Comunicação Relações Públicas e Protocolo
Assessor de Imprensa


A iniciativa contou com o apoio do Município de Cantanhede. Oficina de escrita criativa juntou mais de uma dezena de pessoas em Febres


A Casa Carlos de Oliveira, em Febres, acolheu a primeira Oficina de Escrita Criativa, no sábado dia 20 de junho, numa organização da Associação Cândido Ferreira, contando com o apoio do Município de Cantanhede e a Junta de Freguesia de Febres.

Os trabalhos foram orientados por João de Mancelos, escritor e docente da Universidade da Beira Interior, reconhecido pelo seu contributo na área da escrita criativa

Autor de 31 obras publicadas nos domínios do ensaio, da poesia e do conto, destaca-se também pela criação de cursos de escrita criativa e pela publicação de títulos de referência como Manual de Escrita Criativa e Introdução à Escrita Criativa.
A iniciativa reuniu 14 participantes interessados em aprofundar técnicas de escrita, explorando estratégias para desbloquear a criatividade, descrever espaços de forma eficaz, criar suspense e construir personagens credíveis, entre outros aspetos fundamentais da narrativa.

Esta iniciativa, integrada no programa de atividades da Associação Cândido Ferreira para o corrente ano, pretende dar continuidade à tradição das tertúlias promovidas, em tempos, por Idalécio Cação e pelo próprio patrono da coletividade.

A ideia é reunir interessados para debater, conversar e trocar ideias sobre temas de interesse comum, com destaque para a literatura e o território.
João de Mancelos nasceu em Coimbra, em 1968. Publicou 31 livros nas áreas do ensaio, poesia e conto. O livro “A rapariga que adorava finais felizes” integra o Plano Nacional de Leitura. O conto “O que sentes quando a chuva cai?” foi adaptado a cinema por Alexandre Dantas e obteve o segundo lugar no prémio Fundação Nacional das Artes (Brasil). Dois livros seus, “O teu nome incendiado de azul” e “A sombra de um homem só: Poemas selecionados”, foram traduzidos por Pedro Sánchez Sanz e publicados em Espanha. Vários poemas seus foram musicados por Bernardo Barata, Erivelto Reis, e J. Juan López Raya. É mestre em Estudos Anglo-Americanos, doutorado em Literatura Norte-Americana e agregado em Estudos Culturais. Leciona no ensino superior desde 1992.

MARINHA GRANDE RECEBE JORNADAS PARLAMENTARES DO LIVRE

 O Presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande, Paulo Vicente, recebeu ontem, dia 22 de junho, a líder parlamentar do LIVRE, deputada Isabel Mendes Lopes, no Sport Operário Marinhense (SOM), no âmbito das Jornadas Parlamentares do partido.
No decorrer da visita, guiada pela presidente do SOM Cristina Carapinha, foram observados os danos provocados pela tempestade Kristin. A visita teve início no pavilhão, anteriormente utilizado para diversas atividades desportivas, e que atualmente se encontra sem telhado e repleto de entulho. Seguiu-se a visita às restantes instalações, onde foi também partilhada a preocupação de que associações como esta vivem num “limbo”, por não serem consideradas particulares nem empresas, permanecendo até ao momento sem apoio do Governo ou das seguradoras. “Toda a gente se lembra que a tempestade foi em janeiro, mas em setembro, será que se lembram?”, questionou Cristina Carapinha, sublinhando o papel essencial do SOM, nomeadamente da sua Escola de Artes e Movimento, enquanto única Escola do Ensino Artístico Especializado no concelho da Marinha Grande, com capacidade para assegurar o programa de Ensino Articulado.
Paulo Vicente apelou à sensibilidade e empatia de todos para que esta realidade não seja esquecida, sublinhando a necessidade de manter viva a atenção sobre uma comunidade que luta, mas que sozinha não dispõe dos meios necessários para se reerguer. Destacou ainda o papel fundamental do SOM a nível social, cultural e desportivo no concelho.

*Gabinete de Comunicação e Imagem