sexta-feira, 12 de julho de 2019

Vouzela | Iniciativa promovida pela Junta de Freguesia de Alcofra, Mostra Gastronómica da Sopa Seca de Alcofra é no dia 20 de julho


Está a chegar a sexta edição da Mostra Gastronómica da Sopa Seca de Alcofra, um certame que pretende promover e valorizar aquele que é um dos principais ex-libris gastronómicos daquela freguesia e do concelho. 

Promovida pela Junta de Freguesia de Alcofra, a iniciativa vai realizar-se no dia 20 de julho, junto à Torre Medieval de Alcofra, e conta com o apoio da Câmara Municipal de Vouzela. 

O evento terá início pelas 9h, com o passeio pedestre “Por Terras de Alcofra”, às 11h animação com figurantes medievais e às 12h a abertura da mostra gastronómica. Pelas 14h45 tem lugar o programa cultural e musical com a atuação do Grupo de Cavaquinhos de Alcofra e dinamização histórica medieval pela Associação Portucale Fidelis. 

Às 19h a atuação do Grupo de Trajes e Cantares de Cambra fecha o programa que conta ainda com artesanato, produtos endógenos e uma exposição sobre Egas Moniz - Cidadão Honorário de Alcofra. 

Servem a tradicional sopa seca os restaurantes Casa Arêde e Quinta D'Avó.

Caldas da Rainha | Oito mil metros quadrados de peças lego atraem às Caldas mais de trinta mil visitantes

II edição da maior exposição Lego da Península Ibérica acontece em Setembro
Oito mil metros quadrados de peças lego atraem às Caldas mais de trinta mil visitantes
O salão de exposições Expoeste irá acolher, de 21 a 29 de Setembro, a maior exposição de construções LEGO da Península Ibérica. Ao todo, cerca de 8 mil metros quadrados com displays diversos irão preencher o imaginário dos visitantes.

O evento, intitulado “Caldas Fan Event – For LEGO Lovers”, irá apresentar mega cidades, fantásticos cenários, vários milhões de peças distribuídas por variadas mesas temáticas, dioramas, esculturas, comboios, monumentos, entre outras novidades.

Há já vários meses que os cerca de 40 construtores, nacionais e estrangeiros, trabalham nas criações que estarão patentes na Expoeste e que seguramente irão fascinar os visitantes com muitas novidades.

Para os mais novos haverá a playzone (piscina de peças) com mais de 130 mil peças, concursos e outras atracções dedicadas ao público infantil.

Neste tipo de eventos a intenção é potenciar a aprendizagem através da brincadeira. O Lego, com a sua versatilidade, permite brincar em família e ao mesmo tempo compreender novos conceitos, como contagens, medidas e até programação.

Complementarmente à exposição estão previstos vários espaços de venda de um vasto conjunto de peças e "sets" Lego, bem como outros artigos relacionados, e ainda espaços de brincadeira como insufláveis, pistas, entre outras animações.

“Além da exposição e da possibilidade de brincar e fazer as suas construções, este será um espaço onde as famílias poderão passar o dia”, afirmou Dina Santos, da Alfalug, “uma associação que promove a troca saudável de conhecimentos entre pessoas de todas as idades que têm em comum a paixão pelo Lego”, refere.

A organização espera que esta segunda edição seja novamente um grande êxito, com um envolvimento especial de todos os residentes, populações de concelhos vizinhos e amantes de Lego dos quatro cantos do mundo. À semelhança da edição anterior, em 2015, a organização espera cerca de 30 mil visitantes.

Depois da primeira edição, em 2015, ter sido “uma experiência muito positiva”, começou por dizer o presidente do Município caldense, Tinta Ferreira, não houve hesitação em voltar a acolher e apoiar este evento.

“Este evento integra-se perfeitamente na nossa estratégia municipal de promover iniciativas que tragam pessoas à cidade, que visitam o evento mas também vivenciam e aproveitam para conhecer as Caldas”, sublinhou, acrescentando que “desde da sua origem, Caldas da Rainha tem vocação para receber pessoas”, sem esquecer o impacto que estas iniciativas, devido à sua enorme atractividade, têm na economia do concelho.

O evento é organizado em parceria com a Câmara Municipal das Caldas da Rainha, Expoeste, ADN – Agência de Comunicação Global e Alfalug.

O evento decorrerá entre as 10h00 e as 22h00 e no último dia, domingo, encerrará às 18h00.

Durante a semana, todos os alunos das escolas e utentes das mais diversas instituições locais e não só, são convidados a participar do evento, através da visita à exposição, workshops e atividades infantis dinamizadas no recinto. Para as visitas escolares e institucionais, previamente agendadas, o custo de entrada será de 1 euro, com acesso a todos os equipamentos (insufláveis, videojogos, entre outros).

As crianças até aos 4 anos não pagam bilhete, dos 5 aos 11 anos pagam 2 euros e os maiores de 12 anos terão que adquirir bilhete por 3 euros. Existe ainda a opção do bilhete família, com um custo de 8 euros, válido para pais e filhos até aos 18 anos.

Célia Marques
 

Evento decorre nos Açores, BombomZela vence concurso internacional de empreendedorismo


O BombomZela vence o concurso internacional "Entrepreneurship Education: A Road of Sucess", que decorre na ilha Terceira, Açores. 

Depois de vencer a fase municipal e a fase intermunicipal (CIM Viseu Dão Lafões) e de ter ficado no 2º lugar na edição da Região Centro, em Leiria, a Escola Profissional de Vouzela vê agora reconhecido internacionalmente o seu trabalho e a sua ideia empreendedora. 

O concurso "Entrepreneurship Education: A Road of Sucess" é uma iniciativa promovida pelo Governo dos Açores, através da Direção Regional da Juventude, com o apoio do programa europeu Erasmus+ Juventude em Ação. 

Participam jovens alunos da Bulgária, Roménia, Espanha e Portugal.

Região de Aveiro | Autarcas de Oliveira do Bairro mantêm-se em funções apesar de acusação do Ministério Público

Os presidentes da Câmara e da Assembleia Municipal de Oliveira do Bairro garantiram hoje que não vão suspender os respetivos mandatos, apesar de terem sido formalmente acusados de violação da lei do Orçamento de 2017.

No início da semana, o Ministério Público deduziu acusação contra o presidente da Câmara, o centrista Duarte Novo, o presidente da Assembleia Municipal, Francisco de Oliveira Martins, e mais 15 autarcas de Oliveira do Bairro, por alegadamente terem empolado receitas em quase 1,5 milhões de euros, contrariando assim a lei do Orçamento de 2017.
Na quinta-feira, o PSD de Oliveira do Bairro pediu a suspensão imediata de Duarte Novo e Oliveira Martins até ao final do processo judicial em curso, que envolve mais 15 autarcas do concelho que aprovaram o orçamento do concelho para 2018, entre os quais um social-democrata.
“Os factos que levaram à acusação deduzida contra 17 arguidos, autarcas do município de Oliveira do Bairro, deve, num Estado de direito democrático que valoriza a transparência, ter como consequência que o senhor Presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro e o senhor Presidente da Assembleia Municipal de Oliveira do Bairro suspendam o seu mandato de imediato e até ao final do processo judicial em curso”, referem os sociais-democratas.
A resposta dos autarcas chegou hoje, através de uma nota enviada à Lusa: “O presidente da Câmara Municipal, assim como o presidente da Assembleia Municipal, mantêm a firme vontade de continuar a trabalhar, de forma incansável e honesta, em prol do município e dos munícipes de Oliveira do Bairro, como sempre fizeram, promovendo a melhoria da qualidade de vida de cada pessoa e de cada família do concelho”.
Duarte Novo e Oliveira Martins garantem que a responsabilidade que lhes foi confiada pelos votos dos oliveirenses será respeitada até ao fim do mandato, no estrito respeito pela lei e na defesa intransigente do interesse do município”.
Acrescentam ainda que aguardam com toda a tranquilidade o desenrolar do processo, “defendendo que é à Justiça, e não aos partidos políticos, que compete decidir sobre os factos em causa”.
NDC

Évora | A partir de 13 de julho Évora é a cidade de todas as artes


A partir deste sábado, Évora é invadida pelas artes, com o início do “Artes à Rua - Festival de Artes Públicas”, este ano a decorrer de 13 de Julho a 5 de Setembro.

Animação de rua cinema, circo, dança, escultura, fotografia, instalação, literatura, música - nas suas vertentes de clássica, jazz, hip hop, rock, etc. -, teatro, ópera, entre outros domínios artísticos, fazem parte da programação. Com as atuações de artistas de Portugal, Argélia, Espanha, Brasil, Índia, Itália, Israel, Marrocos, Roménia, Suíça e de muitos outros países.

A Praça do Giraldo, a Praça do Sertório, a Praça 1.º de Maio, o Largo da Sé, o Largo Chão das Covas ou a Igreja de São Vicente são alguns dos locais do Centro Histórico da cidade que acolhem os espetáculos, produções e encontros do festival.

A Câmara Municipal de Évora é a promotora do “Artes à Rua - Festival de Artes Públicas” e com a edição de 2019, a terceira, pretende enfatizar a candidatura de Évora a Capital Europeia da Cultura em 2027.

Porém, o festival é pensado e realizado contando com uma multiplicidade de contributos, de artistas, criadores, agentes, programadores e públicos; e tendo por base um conjunto de princípios sólidos, não sendo apenas um mero somatório de eventos. O “Artes à Rua” nasce da premissa de que a liberdade de pensamento só existe numa cultura de paz e de partilha, e que muda o mundo, materializando-se nas artes.

Em 2019, o festival volta a destacar novas produções artísticas, de nomes já firmados no mundo das artes, mas também de jovens que dão os primeiros passos e pretendem formar uma carreira artística.

A estreia do trabalho de Omiri “Alentejo Volume 1 Évora”, que se desdobra num concerto, num livro e num cd, abre a primeira noite do “Artes à Rua”.

Dias depois, o espetáculo das “Mulheres de Palavra”, um projeto criado de raiz, e propositadamente para o festival, mostra o resultado da residência artística que juntou as cantoras Uxia, Mynda Guevara, Mara e Emmy Curl ao grupo eborense Vozes do Imaginário.

Também a programação para o público infantil e familiar é uma das fortes apostas do Artes à Rua. O espetáculo Canções de Roda, com Ana Bacalhau, Jorge Benvinda, Sérgio Godinho e Vitorino, no dia 14, é o primeiro de uma série de ofertas culturais programadas neste, e que passam pelo teatro e pela música ou pelas artes circenses.

Organizado por ciclos, o “Artes à Rua” tem como parceiros o Festival de Músicas do Mundo de Sines, o Inatel, o Palácio Cadaval, a Direção Regional de Cultura do Alentejo, a Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, a Biblioteca Pública de Évora, a Universidade de Évora e a CEMART - Junta de Extremadura.

Mundo | 14 de julho de 1789 / 14 de julho de 2019 — 230 anos da Revolução Francesa

  • Revista Catolicismo, Nº 822, Junho/2019
         Não conheceu a doçura de viver, quem não viveu antes de 1789 — portanto, antes da Revolução Francesa. A afirmação é do célebre diplomata francês Charles-Maurice de Talleyrand-Périgord (1754-1838). A douceur de vivre (doçura de viver) à qual Talleyrand se refere, e que procurou descrever nas suas Memórias, não era apenas a felicidade terrena de que a população francesa desfrutava no Ancien Régime, mas também uma alegria de viver e bênção espiritual, remanescentes da Cristandade medieval, sacral e hierárquica, toda voltada para Deus e para tudo o que havia de mais elevado.
         A Revolução Francesa destruiu essa alegria de viver que impregnava todas as classes sociais. Ela, desde o início, espalhou promessas de Liberté, Egalité, Fraternité (liberdade anárquica, igualitarismo injusto, fraternidade hipócrita). Enquanto isso guilhotinava cabeças, sobretudo da nobreza e aristocracia, massacrava o clero e o povo que regiam contra a Revolução (como ocorreu na região da Vendeia), atacava virulentamente a Igreja Católica, e assim conturbou completamente a ordem social, sem conceder nunca as benesses que prometia. E como seria possível consegui-lo, sem respeitar as desigualdades sacrais estabelecidas por Deus na sociedade, sem as bênçãos que só se obtêm pela fidelidade à Fé católica?
Neste ano, os atuais agentes da Revolução festejam os 230 anos desse sinistro acontecimento, cujo marco foi a queda da Bastilha em 14 de julho de 1789. Mas nada temos a comemorar, os que conhecemos em detalhes os distúrbios e deturpações impostos à França e ao mundo inteiro a partir dessa Revolução. Igualmente não nos satisfazem as interpretações “politicamente corretas” que nos impõem, sobre aquele que foi um dos mais sanguinários e injustos acontecimentos da História. No artigo de capa da edição de junho da revista Catolicismo, [foto acima] fica ainda mais desmascarada a Revolução Francesa, enquanto parte de um processo revolucionário para destruir o que subsistia de uma civilização autenticamente católica. Renato William Murta de Vasconcelos, com seu estudo lastreado em historiadores sérios — entre os quais não se contam esses manuaizinhos de história difundidos em colégios de norte a sul do País —, ajuda-nos a entender e a combater mais eficazmente esse processo revolucionário, como também as suas consequências em nossos dias.


Nacional | Portugal em risco muito elevado de exposição à radiação ultravioleta

Portugal continental e os arquipélagos da Madeira e Açores apresentam hoje risco muito elevado de exposição à radiação ultravioleta (UV), segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

No continente, todos os distritos com exceção de Viseu e Guarda (que estão com níveis elevados) apresentam risco muito elevado de exposição à radiação UV.
Os arquipélagos da Madeira e dos Açores também estão hoje com níveis muito elevados de exposição à radiação UV.
O IPMA recomenda em caso de risco extremo que a população evite a exposição ao sol o mais possível.
Para as regiões com risco muito elevado e elevado, o IPMA recomenda a utilização de óculos de sol com filtro UV, chapéu, ‘t-shirt’, guarda-sol, protetor solar e evitar a exposição das crianças ao Sol.
O índice ultravioleta varia entre 1 e 2, em que o risco de exposição à radiação UV é baixo, 3 a 5 (moderado), 6 a 7 (elevado), 8 a 10 (muito elevado) e superior a 11 (extremo).
O cálculo é feito com base nos valores observados às 13:00 em cada dia relativamente à temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.