sexta-feira, 30 de agosto de 2019

INEM avança com compra de ambulâncias após libertação de verbas do Governo

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SAPO24
O INEM vai avançar com o plano de renovação da frota de ambulâncias depois de o Governo ter concluído “o processo de análise” de libertação de verbas, indicou ontem o Instituto Nacional de Emergência Médica.
“O Governo concluiu o processo de análise, estando assegurados os montantes necessários à renovação de 75 ambulâncias afetas aos Postos de Emergência Médica (PEM) pelo Instituto Nacional de Emergência Médica, através de um despacho”, refere o INEM em comunicado, acrescentando que, desta forma, “é possível continuar o plano de renovação” iniciado em 2017.
O INEM sublinha que, com esta libertação de verbas, o INEM irá ainda dar continuidade à renovação das suas próprias ambulâncias.
O Instituto Nacional de Emergência Médica refere ainda que, neste momento, estão a ser preparados os procedimentos necessários à assinatura dos protocolos com os corpos de bombeiros, prevendo que ocorram durante o mês de setembro.
Na semana passada foi noticiado que o INEM previa comprar este ano 75 novas ambulâncias para equipar os postos de emergência médica, mas o Ministério das Finanças não autorizava o uso do dinheiro necessário, apesar de a verba ser do próprio instituto.
Segundo documentos a que a agência Lusa teve acesso e de acordo com a Liga dos Bombeiros Portugueses, em causa estão 75 novas viaturas para a renovação da frota de ambulâncias afetas aos corpos de bombeiros e a delegações da Cruz Vermelha, que compõem os postos de emergência médica.
Para a renovação das viaturas, o INEM tinha apresentado em 2017 à tutela um plano plurianual - entre 2018 e 2021 - tendo invocado a "absoluta necessidade de renovação" das ambulâncias, devido à idade elevada das viaturas, muitas delas com mais de 12 anos, e a indisponibilidade em que ficam por motivos de avaria mecânica.
Documentos consultados pela Lusa mostram que o então secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, deu a concordância a este plano e em 2018 foram renovadas 75 ambulâncias dos postos de emergência, ainda entregues pelo anterior ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes.
Para 2019, o INEM previa adquirir mais 75 ambulâncias e teve de submeter ao Ministério das Finanças um pedido de autorização para recorrer aos saldos de gerência do instituto de anos anteriores, num montante a rondar os cinco milhões de euros.
Contudo, as Finanças apenas autorizaram um milhão de euros.
Após a divulgação desta notícia, o Ministério das Finanças indicou que estava a ser analisado um reforço orçamental extraordinário para a compra, este ano, de ambulâncias.
A Liga dos Bombeiros Portugueses realiza hoje à noite um conselho nacional extraordinário para tomar uma posição sobre as dificuldades colocadas em relação à aquisição das ambulâncias do INEM).
Lusa
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Religião | A Encíclica Humanæ Vitæ e a revolução sexual

Uma condenação atual e perene

Luiz Sérgio Solimeo

No dia 25 de julho de 2018, a Igreja celebrou o 50º aniversário da publicação da Encíclica Humanæ Vitæ, do Papa Paulo VI, lançada no contexto da revolução sexual de meados dos anos sessenta. A moda, a literatura e a indústria do entretenimento haviam contribuído para uma atmosfera em que a moral tradicional em matéria sexual foi subvertida. Isto se manifestou especialmente em filmes de Hollywood, na televisão, na descoberta e divulgação da pílula anticoncepcional e no advento da minissaia. 


(É proibido proibir)
Em maio de 1968, o surto de distúrbios estudantis na maioria das universidades do Ocidente deu à revolução sexual uma base ideológica, unificando e dando significado a toda uma gama de tendências desordenadas voltadas contra a moral tradicional. Essa base ideológica consistia numa mistura de anarquismo, marxismo e freudismo. Ela negava a ordem político-social, e qualquer forma de autoridade, civil, religiosa ou de lei moral. Um slogan pintado nas paredes do campus da Universidade de Paris-Sorbonne (É proibido proibir) condensava numa frase toda essa revolta. [foto ao lado]

Ao mesmo tempo, círculos católicos progressistas procuravam fazer com que a Igreja “se adaptasse” cada vez mais ao mundo. Inúmeros teólogos começaram a argumentar que a Igreja deveria mudar sua moral perene e abandonar a intransigência em questões sexuais, aceitando a “liberdade” sexual e o uso de contraceptivos artificiais. 

A IGREJA NÃO PODE MUDAR A LEI DE DEUS, EXPRESSA NA NATUREZA

Foi nesse clima de contestação que o Papa Paulo VI decidiu publicar uma encíclica sobre a contracepção — a Humanæ Vitæ.[1] A encíclica deu grande alívio aos fiéis católicos, ao mesmo tempo que provocava consternação nas hostes liberais, porque reafirmou, com toda clareza, a doutrina tradicional da Igreja sobre a natureza do casamento e a finalidade primária do ato sexual. Ao mesmo tempo condenou, de modo incisivo, o uso da pílula anticoncepcional ou de qualquer outro meio artificial de contracepção. 

A encíclica explica claramente que a Lei de Deus não pode ser mudada, uma vez que ela é expressa na própria natureza humana: “A Igreja não foi a autora dessa lei, e não pode portanto ser árbitra da mesma; ela é somente depositária e intérprete; nunca pode declarar lícito aquilo que não o é, pela sua íntima e imutável rejeição ao que se opõe ao verdadeiro bem comum do homem”.[2] 

A encíclica é baseada na lei natural e na Revelação, ambas manifestando a vontade de Deus. O Magistério da Igreja recebeu a missão não apenas de interpretar a Revelação, mas também a lei natural, portanto aborda a moral em todos os seus aspectos: “Jesus Cristo, ao comunicar a Pedro e aos Apóstolos a sua autoridade divina, e ao enviá-los a ensinar a todos os povos os seus mandamentos, constituiu-os guardas e intérpretes autênticos de toda a lei moral; ou seja, não só da lei evangélica, como também da natural, dado que ela é igualmente expressão da vontade divina, e que a sua observância é do mesmo modo necessária para a salvação”.[3]

Em conformidade com a lei natural e a Revelação, a Humanæ Vitæ enfatiza que a relação sexual, “é própria e exclusiva aos cônjuges”,[4] e, por sua própria natureza, é ordenada “para a procriação e educação dos filhos”.[5] Por isso, não hesita em afirmar: “Chamando a atenção dos homens para a observância das normas da lei natural, interpretada pela sua doutrina constante, a Igreja ensina que qualquer ato matrimonial deve permanecer aberto à transmissão da vida”.[6] 

Inúmeros teólogos começaram a argumentar que a Igreja deveria mudar sua moral perene e abandonar a intransigência em questões sexuais, aceitando a “liberdade” sexual e o uso de contraceptivos artificiais. 

CONDENANDO A LIMITAÇÃO ARTIFICIAL DA NATALIDADE 

Ao contrário da mentalidade antinatalista de hoje, que vê as crianças como obstáculos à felicidade conjugal, a encíclica recorda: “Sem dúvida, os filhos são o dom mais excelente do matrimônio e contribuem grandemente para o bem dos pais”.[7] E delineia a obrigação dos cônjuges de aderir às normas ditadas pela lei natural e divina: “Na missão de transmitir a vida, os pais não são, portanto, livres para procederem a seu próprio bel-prazer, […] mas devem conformar o seu agir com a intenção criadora de Deus”.[8] 

Quando o ato conjugal é praticado de tal maneira que “prejudique a disponibilidade para transmitir a vida que Deus, Criador de todas as coisas, nele inseriu segundo leis particulares, está em contradição com o desígnio constitutivo do casamento e com a vontade do Autor da vida humana”.[9] Em linguagem simples, está afirmado que pecam os que praticam o ato sexual impedindo artificialmente a procriação.

Assim, a Igreja não pode aceitar, mas deve condenar a contracepção: “Em conformidade com estes pontos essenciais da visão humana e cristã do matrimônio, devemos uma vez mais declarar que é absolutamente de excluir, como via legítima para a regulação dos nascimentos, a interrupção direta do processo gerador já iniciado; e sobretudo o aborto querido diretamente e procurado, mesmo por razões terapêuticas. É de excluir de igual modo, como o Magistério da Igreja repetidamente declarou, a esterilização direta, quer perpétua quer temporária, tanto do homem como da mulher. É ainda de excluir toda a ação que, em previsão do ato conjugal ou durante a sua realização, ou também durante o desenvolvimento das suas consequências naturais, se proponha, como fim ou como meio, tornar impossível a procriação”.[10]

Para se avaliar o alcance e a seriedade dessa condenação, o Papa deixou claro que estava falando como Doutor da Igreja Universal e sucessor dos Apóstolos. De fato, depois de expor os novos problemas do Magistério, ele afirma inequivocamente: “Por isso, depois de termos examinado atentamente a documentação que nos foi preparada, depois de aturada reflexão e de insistentes orações, é nossa intenção agora, em virtude do mandato que nos foi confiado por Cristo, dar a nossa resposta a estes graves problemas”.[11] 

Alguns teólogos liberais alegaram que o aspecto unitivo do ato conjugal, por si só, é suficiente para justificá-lo. E poderia ser dissociado do aspecto procreativo, justificando assim o uso da pílula anticoncepcional. A encíclica, ao contrário, reafirma que os aspectos unitivos e procreativos do ato conjugal são inseparáveis por sua própria natureza, como estabelecido pelo Criador. Portanto o homem não pode, por sua própria iniciativa, romper a conexão inseparável “entre o significado unitivo e o significado procreativo”, ambos inerentes ao ato conjugal.[12]

Tais teólogos invocam a teoria do “mal menor”, para justificar o uso da pílula anticoncepcional. No entanto, a encíclica explica que essa teoria não se aplica a este caso: “Nunca é lícito, nem sequer por razões gravíssimas, fazer o mal para que daí provenha o bem (Rom. 3, 8); isto é, ter como objeto de um ato positivo da vontade aquilo que é intrinsecamente desordenado, e portanto indigno da pessoa humana, mesmo se for praticado com intenção de salvaguardar ou promover bens individuais, familiares, ou sociais”.[13]

Em conformidade com a lei natural e a Revelação, a Humanæ Vitæ enfatiza que a relação sexual “é própria e exclusiva aos cônjuges”, e, por sua própria natureza, é ordenada “para a procriação e educação dos filhos”.

ADVERTINDO OS ESTADOS DE ÍNDOLE TOTALITÁRIA 

Quem analisa a Humanæ Vitæ não pode deixar de admirar a sabedoria da doutrina tradicional da Igreja, prevendo ao longo do tempo a situação a que chegaria o mundo moderno, com os Estados exibindo tendência sempre crescente de definir suas próprias normas para as famílias, resultando uma assustadora corrupção da moral. Por isso a encíclica enfatiza que o controle artificial da natalidade abre facilmente o caminho para a infidelidade conjugal e causa “um abaixamento geral dos padrões morais”, expondo particularmente os jovens à tentação. A advertência é clara: 

“Quem poderia reprovar um governo que aplicasse à solução dos problemas da coletividade aquilo que viesse a ser reconhecido como lícito aos cônjuges para a solução de um problema familiar? […] Portanto, não se querendo expor ao arbítrio dos homens a missão de gerar a vida, devem-se reconhecer necessariamente limites intransponíveis no domínio do homem sobre o próprio corpo e as suas funções; limites que a nenhum homem é lícito ultrapassar, seja ele simples cidadão privado ou investido de autoridade”.[14] 

Não há nada utópico na solução apresentada pela Humanæ Vitæ, e de fato é a única realmente coerente e eficaz. Por isso ela chama a atenção dos “educadores e de todos aqueles que desempenham tarefas de responsabilidade, em ordem ao bem comum da convivência humana, […] para a necessidade de criar um clima favorável à educação para a castidade, isto é, ao triunfo da liberdade sã sobre a licenciosidade, mediante o respeito da ordem moral”.[15] 

Observa ainda que a virtude da castidade, sem a qual a família está destinada a perecer, infelizmente é atacada de todas as formas: “Tudo aquilo que nos modernos meios de comunicação social leva à excitação dos sentidos, ao desregramento dos costumes, bem como todas as formas de pornografia ou de espetáculos licenciosos, devem suscitar a reação franca e unânime de todas as pessoas solícitas pelo progresso da civilização e pela defesa dos bens do espírito humano. Em vão se procurará justificar estas depravações com pretensas exigências artísticas ou científicas, ou tirar partido da liberdade deixada neste campo por parte das autoridades públicas”.[16] 

AGIR DE ACORDO COM ENSINAMENTOS PERENES 
Que São Joaquim e sua castíssima filha, a Virgem Maria,  iluminem a tantos que no meio da confusão dos dias atuais  correm o risco de encaminharem seus passos  pelos caminhos de perigosa e terrível perdição

Cinquenta anos após a publicação da Humanæ Vitæ, seus ensinamentos continuam válidos como sempre, e indiscutivelmente se aplicam ao debate sobre o “casamento” homossexual e inúmeras outras aberrações, que tanto ameaçam a família e a própria vida humana. Em meio a essa cacofonia, que obedece a comandos ocultos, deve ser sempre reafirmada a doutrina católica sobre o propósito do ato sexual, e, portanto, do casamento. 

Baseada na imutabilidade da natureza humana, na Sabedoria e Vontade divinas, a doutrina católica prega hoje aquilo que sempre pregou e sempre pregará até o fim dos tempos. Tal pregação nem sempre é popular. De fato, a Humanæ Vitæ foi recebida com desânimo e desprezo pelos promotores da revolução sexual. Mas desprezo à verdade não torna a verdade menos verdadeira. Ao condenar a revolução sexual, num chamado constante para retornar à verdadeira natureza do casamento, a voz sempre coerente e perene da Igreja se destaca ainda mais em meio ao caos moral. 

Estamos em tempos difíceis, ainda mais deteriorados após a Amoris Lætitia. Mas a encíclica de Paulo VI permanece um farol para os que são fiéis ao ensinamento perene da Igreja. Hoje, infelizmente, muitos teólogos, inclusive bispos e cardeais, querem mudar essa doutrina perene. Há até rumores de que o Papa Francisco teria convocado uma comissão para estudar a história da Humanæ Vitæ, presumivelmente com a intenção de modificá-la. 

De nossa parte, aconteça o que acontecer, teremos sempre como norma de vida e combate os princípios imutáveis da lei natural e da Revelação.

ABIM

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Notas 
1. CARTA ENCÍCLICA HUMANAE VITAE DE SUA SANTIDADE PAPA PAULO VI, 25 de julho do ano de 1968, http://w2.vatican.va/content/paul-vi/pt/encyclicals/documents/hf_p-vi_enc_25071968_humanae-vitae.html. Durante a comemoração do 40º aniversário, Bento XVI enfatizou: “Quarenta anos depois da sua publicação, aquele ensinamento não só manifesta a sua verdade inalterada, mas revela também a clarividência com a qual o problema é tratado”. (Discurso aos participantes do congresso internacional organizado pela Pontifícia Universidade Lateranense por ocasião do 40º aniversário da Encíclica Humanae Vitae, em 10 de maio de 2008: http://w2.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/speeches/2008/may/documents/hf_ben-xvi_spe_20080510_humanae-vitae.html. 
2. HV, nº 18. As citações da Humanae Vitae referem-se ao número do parágrafo da encíclica apresentado no site do Vaticano: http://w2.vatican.va/content/paul-vi/pt/encyclicals/documents/hf_p-vi_enc_25071968_humanae-vitae.html 
3. HV, nº 4. 
4. HV, nº 8. 
5. HV, nº 9.
6. HV, nº 11.
7. HV, nº 9.
8. HV, nº 10. 
9. HV, nº 13.
10. HV, nº 14. 
11. HV, nº 6. Inúmeros teólogos são da opinião de que a condenação da contracepção é uma doutrina infalível. Por exemplo: Pe. M.R. Gagnebet, O.P., “The Authority of the Encyclical Humanae Vitae” (“A Autoridade da Encíclica Humanae Vitae”), em www.ewtn.com/library/Theology/AUTHUMVT.HTM; Pe. John Hardon, S.J., “Contraception: Fatal to the Faith” (“Contracepção: Fatal à Fé”), em www.catholic-pages.com/morality/fatal.asp; Pe. Brian W. Harrison, O.S., revisão de Humanae Vitae e Infallibilità: il Concilio, Paolo VI e Giovanni Paolo II (“Humanae Vitae e Infalibilidade: o Concilio, Paulo VI e João Paulo II”), por Ermenegildo Lio, O.F.M. (Vaticano, Libreria Editrice Vaticana, 1986), em www.rtforum.org/lt/lt12.html; Pe. Joseph H. Ryder, S.J., “Pope Paul VI’s Encyclical Humanae Vitae as an Infallible Definition of Doctrine” (“A Encíclica Humanae Vitae do Papa Paulo VI como uma Definição Infalível de Doutrina”), Social Justice Review, em www.socialjusticereview.org/articles/humanae_vitae.php. 
12. HV, nº 12.
13. HV, nº 14. 
14. HV, nº 17. 
15. HV, nº 22.
16. Id. Ibid.

Freixianda recebe 1ª Feira de Velharias, Antiguidades, Artesanato e Coleccionismo


Por forma a promover o convívio, dar a conhecer o passado e dinamizar o centro da Vila da Freixianda e espaço envolvente ao novo Mercado do Peixe , a União de Freguesias de Freixianda, Ribeira do Fárrio e Formigais decidiu organizar esta Feira de Velharias, Antiguidades , Artesanato e Coleccionismo. A sua primeira edição será no dia 22 de Setembro no Largo Juvêncio Figueiredo entre as 9h00 e as 18h00 e terá uma periodicidade até 4 vezes por ano.

Nestes certames as pessoas podem ter contato com alguns produtos utilizados no passado e que as novas gerações nem sempre conhecem, comprar ou vende-los. Artigos raros , coleccionismo e artesanato.

Os interessados em participar devem consultar o regulamento e enviar a ficha de inscrição até ao dia 16 de setembro para os seguintes contatos:

Junta de Freguesia de Freixianda, Ribeira do Fárrio e Formigais
Rua Padre Feliciano Oliveira, 15 - 2435-284 Freixianda
ou uf.freixianda.farrio.formigais@gmail.com

Para mais informações os interessados poderão contatar a Junta de Freguesia através dos contatos: 249 550 222 * 913133281 * 914659102.

Fonte: Jornal Mira Online

Desporto | Van Dijk é o jogador do ano da UEFA

Cristiano Ronaldo no pódio

Virgel Van Dijk acaba de ser eleito o jogador do ano da UEFA na temporada 2018/19, superando Cristiano Ronaldo, que nunca falhou um pódio desde a primeira edição do troféu, e Lionel Messi.
Campeão europeu pelo Liverpool, o central holandês é o primeiro defesa a conquistar o prémio de jogador do ano.
Na época de 2018/19, Van Dijk impressionou ao ganhar 350 dos 475 duelos que disputou (taxa de sucesso de 73,7 por cento), entre jogos pelo Liverpool e pela Holanda.
Van Dijk era claramente o 'outsider' do grupo, mas as suas prestações na caminhada dos 'reds' para a conquista da sexta Liga dos Campeões e na campanha do clube na Liga inglesa, a qual terminou atrás do campeão Manchester City, foram determinantes nesta vitória individual.
Como jogadora do ano da UEFA foi eleita a defesa-direita inglesa Lucy Bronze, que alinha nas francesas do Lyon, tendo superado outras duas companheiras da equipa que conquistou a Liga dos Campeões feminina, a norueguesa Ada Hegerberg e a francesa Amandine Henry.

Virgel Van Dijk acaba de ser eleito o jogador do ano da UEFA na temporada 2018/19, superando Cristiano Ronaldo, que nunca falhou um pódio desde a primeira edição do troféu, e Lionel Messi.

Campeão europeu pelo Liverpool, o central holandês é o primeiro defesa a conquistar o prémio de jogador do ano.
Na época de 2018/19, Van Dijk impressionou ao ganhar 350 dos 475 duelos que disputou (taxa de sucesso de 73,7 por cento), entre jogos pelo Liverpool e pela Holanda.
Van Dijk era claramente o 'outsider' do grupo, mas as suas prestações na caminhada dos 'reds' para a conquista da sexta Liga dos Campeões e na campanha do clube na Liga inglesa, a qual terminou atrás do campeão Manchester City, foram determinantes nesta vitória individual.
Como jogadora do ano da UEFA foi eleita a defesa-direita inglesa Lucy Bronze, que alinha nas francesas do Lyon, tendo superado outras duas companheiras da equipa que conquistou a Liga dos Campeões feminina, a norueguesa Ada Hegerberg e a francesa Amandine Henry.
Bancada
Imagem: TSN

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Região Centro | The Founders dão concerto na Praça da Juventude em Anadia

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BLOG GRUPO M&A

A banda anadiense “The Founders” vai atuar, na Praça da Juventude, em Anadia, nesta sexta-feira, dia 30 de Agosto, a partir das 22h00, no âmbito do projeto de animação, promovido pelo Município de Anadia.

“The Founders” é uma banda de covers formada, em Janeiro de 2018, por quatro jovens com idades entre os 16 e os 19 anos, a que se juntou, recentemente, em Janeiro de 2019, um quinto elemento.

Desde Deep Purple a Nirvana, de Red Hot Chili Peppers a Pink Floyd, de Xutos e Pontapés a José Cid, os “The Founders” têm um reportório para animar qualquer tipo de espetáculo. Um grupo de amigos que tem como base tocar boa música e, desta forma, cultivar esta sua paixão. Os cinco jovens, com influências muitos distintas, desde Metal ao Folk, tentam unir o seu talento e diversidade musical para obterem uma boa performance em palco.

“Às Sextas na Praça” é um projeto de dinamização cultural ao ar livre, que preenche com música, e não só, as noites de sexta-feira, contribuindo assim para a animação do centro da cidade de Anadia nas noites de verão, seguindo a fórmula de sucesso que alia a cultura e a confraternização, num espaço ao ar livre, grátis, que dá palco a artistas e a géneros musicais variados, capazes de agradar aos mais diversos públicos.

Pelo palco da Praça da Juventude já passaram, nesta edição de 2019, os grupos “The Youngsters & an Old Guy”, “InCantus – Grupo de Tocares e Cantares”, “Jovens Talentos de Anadia”, o músico guineense Kimi Djabaté, a banda Magicar, a Orquestra Desigual da Bairrada, a Wfive, a Fanfarra Káustika, Manuel Flores, os “Four2One”, os “Tuqti Quartet”, Dina Pinto e “Síndrome B”.

Politica | Rui Rio classifica de “intolerável” pedido de dissolução de sindicato de motoristas

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CM

O presidente do PSD, Rui Rio, considerou "intolerável" a forma como o Ministério Público conduziu o pedido de dissolução do Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP).

"É intolerável em democracia e penso que é muito difícil as pessoas olharem para este procedimento e não acharem que há uma intenção política", afirmou Rui Rio, à margem de uma vista à feira agrícola AgroSemana, na Póvoa de Varzim, distrito do Porto.

O Ministério Público (MP) pediu a dissolução do SNMMP numa ação que deu entrada este mês junto do Tribunal do Trabalho de Lisboa, disseram na quarta-feira à agência Lusa fontes judiciais.

O MP sustenta haver “desconformidades” na constituição e nos estatutos do SNMMP, razão pela qual pediu a sua extinção.

O líder dos social-democratas não escondeu "preocupação" pelos pressupostos do processo.

"Se há alguma irregularidade nos estatutos do sindicato, já devia ter sido detetada na altura da sua fundação, mas se não o foi e existe deve ser notificado para eliminar a suposta irregularidade. O que aconteceu é que não detetaram, nem notificaram. Acho que nem antes do 25 de Abril era assim", apontou Rui Rio.

O presidente do PSD lembrou que "no decorrer da última greve [dos motoristas de matérias perigosas] o Ministério Público deixou cair que andava a investigar o assessor jurídico do sindicato, mas agora não fez por menos e pediu a dissolução".

"Admito que o Governo português fique contente com isto, porque temos visto que tem uma grande tendência para se colocar junto do setor patronal", afirmou Rui Rio.

O SNMMP, que cumpriu mais uma paralisação este mês, entregou um novo pré-aviso de greve para o período compreendido entre os dias 07 e 22 de setembro, desta vez ao trabalho extraordinário e aos fins de semana.

No âmbito da visita à AgroSemana, o dirigente do PSD mostrou, também, preocupação com a falta de rejuvenescimento do setor agrícola nacional, considerando que este é um tema que deve unir os partidos.

"A agricultura é fundamental na nossa economia, mas a maior crise que atravessa prende-se com o seu futuro, porque a composição dos empresários do setor tem uma média de idade de 65 anos e só 4% por cento tem menos de 40 anos", alertou.

Rui Rio disse ser "vital rejuvenescer o tecido empresarial na agricultura e evitar a ameaça deste definhar e não ter futuro dentro de 20 anos", apelando para criação de políticas para atrair jovens para o setor".

"Temos de reforçar o peso da agricultura no PIB [produto interno bruto] e nas exportações. Seja que governo for, e mais importante que fazer críticas a uns ou a outros, é perceber que este é um problema sério e que devemos todos estar unidos para entender e melhorar", vincou o presidente do PSD.

Lusa

Abertas as candidaturas para incubação e aceleração de iniciativas empresariais

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Candidaturas gratuitas aqui

O Gera Talentos é um programa estruturante de apoio ao empreendedorismo qualificado e criativo, promovido pela Fundação da Juventude, que tem ajudado a estimular e detetar jovens talentos - jovens a frequentar o Ensino Secundário, Ensino Superior ou Ensino Profissional e Jovens empreendedores e empresários – na área das indústrias culturais e criativas, através de um conjunto de iniciativas que abrangem Concursos, Mostras, Ações de Capacitação e Mentoring, Incubação física e virtual.

Após a concretização das referidas iniciativas, é altura do próximo passo do Programa Gera Talentos - a componente de incubação para o desenvolvimento e criação do projeto empresarial, e na componente de aceleração de negócios no estádio de maturação e de crescimento das start-ups / spin-offs.

As atividades de “Incubação e Aceleração de Iniciativas Empresariais” asseguram a prestação de serviços externos de consultoria e assessoria que integram dinâmicas específicas e instrumentais, mias concretamente na intermediação e garantia de serviços de incubação e aceleração de projetos empresariais em infraestruturas dedicadas; na promoção dos serviços de incubação e aceleração no âmbito da rede regional de suporte de apoio ao empreendedorismo; na assessoria em informação sobre legislação vigente

Estas atividades são asseguradas pelas infraestruturas e serviços de incubação, com recurso a instalações físicas da Rede Portus Park – Parques de Ciência e Tecnologia e Incubadoras da Região Norte, e com recurso a instalações físicas da RIERC – Rede de Incubadores e Empreendedorismo da Região Centro, credenciadas no âmbito da Rede Nacional de Incubadoras.

As candidaturas estão abertas aqui.

O Gera Talentos é um programa estruturante de apoio ao empreendedorismo qualificado e criativo, promovido pela Fundação da Juventude e é cofinanciado pelo FEDER – Fundo de Apoio ao Desenvolvimento Regional, através do COMPETE 2020 – Programa Operacional Competitividade e Internacionalização 2014-2020, do Acordo de Parceria PORTUGAL 2020.