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A Direcção Geral da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, aproveitando a época de entrega das declarações de IRS que se iniciou-se no passado dia 1 de março e que vai terminar no dia 31 de Maio, relançou recentemente a campanha denominada por – “TRANSFORME UM GESTO NUM APOIO E AJUDE A CONTINUAR A CRESCER”, e que pretende sensibilizar os contribuintes aquando o preenchimento da DECLARAÇÃO ANUAL DE IRS, para atribuírem do seu IRS, 0,5%, sem qualquer encargo para o doador.
Em vez de o seu IRS ficar todo nas mãos do Estado, uma parte é encaminhada para a nossa Associação, sem que isso tenha influência na sua fatura do IRS.
Isto quer dizer, que se tiver direito a reembolso, não vai receber menos por este gesto e se tiver que pagar, a conta não será mais elevada.
Esta campanha tem como objectivo reunir alguns recursos para que no futuro a Sociedade Columbófila venha a reunir condições para conseguir continuar a desenvolver as actividades desportivas, culturais e sociais no concelho de Cantanhede, nomeadamente projectos para a comunidade e realização de trabalhos de inserção social de crianças e jovens e suas famílias.
Recorde-se que, para o efeito basta ao preencher a sua declaração de IRS, indicar no quadro 11 do modelo 3, campo 1101, colocar o número de identificação fiscal 500815780 da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense e assinalar com “X” o campo das Instituições Particulares de Solidariedade Social, declarando assim a sua vontade de doar os seus 0,5% a favor daquela Instituição.
Motards Montargil a 07 de maio
Temos já encontro marcado para 07 de maio, nas instalações do centro de saúde de Montargil (Ponte de Sor). Uma colheita inserida nas comemorações de mais um aniversário do grupo “Motards Montargil”. As nossas colheitas têm lugar em sábados de manhã.
A mensagem de sempre: concretize uma dádiva de sangue e espreite: https://www.facebook.com/AssociacaoDadoresBenevolosSanguePortalegre/
Autocarros provenientes de Mariupol, chegaram a Zaporizhia. Mas não se trata da grande caravana que deveria ter chegado na sexta-feira. Estes refugiados tiveram a sorte de encontrar transporte, fretado por voluntários, e assumiram os riscos de sair da cidade à margem do corredor humanitário. E há muitas pessoas a chegar de carro, com fitas branca para frisar que são civis.
Tatiana acaba de chegar. É médica. Explica que caminhou quase 15 quilómetros com uma criança de seis anos e um adolescente. Foram a pé apesar das minas ou de possíveis ataques russos.
Noventa por cento das casas da cidade que deixaram para trás, Mariupol, estão destruídas devido aos constantes bombardeamentos. "É terrível, terrível...", desabafava enquanto lembrava que a localidade onde vivia quase "já não existe".
A guerra está a levar as pessoas a fugirem da parte oriental da Ucrânia. Metade da população já saiu de Lysychansk. A situação na cidade é tensa, os bombardeamentos continuam quase ininterruptamente, na sexta-feira foram mortas cinco pessoas.
Mais de 100.000 pessoas viviam ali antes da guerra, agora restam apenas 50.000. Lysychansk é agora um ponto de passagem de quem vem de locais onde a situação é ainda pior.
Cerca de 120 pessoas chegaram à Alemanha, na sexta-feira, no segundo voo de transporte aéreo humanitário promovido pelo governo alemão para refugiados ucranianos na Moldávia. Uma iniciativa germânica para apoiar um dos países da região, economicamente mais frágil, na gestão do afluxo de refugiados ucranianos. O país deverá receber até 2.500 refugiados.
Euronews
Imagens: Alexei Alexandrov/Copyright 2022 The Associated Press. All rights reserved.
De acordo com a organização não governamental OVD-Info, 178 pessoas foram detidas em 15 cidades russas.
Mais de 170 pessoas foram presas na Rússia este sábado por protestarem contra a ofensiva russa na Ucrânia, disse a organização não governamental OVD-Info, especializada na monitorização de detenções no país.
Às 13h00 locais (14h00 em Lisboa), "mais de 178 pessoas tinham sido presas em 15 cidades russas", disse a ONG através de um comunicado.
Em Moscovo, foi marcada uma concentração contra a intervenção militar russa na Ucrânia para as 11h00 (12h00 em Lisboa) no Parque Zariadie, ao pé do Kremlin. Pouco depois, a polícia começou a prender pessoas sentadas nos bancos do parque, em plena tempestade de neve.
"Não à guerra na Ucrânia!" gritou uma jovem mulher que foi detida pela polícia.
Mais de 30 camionetas da polícia foram colocadas à volta do parque e perto das paredes vermelhas do Kremlin, e mais de 20 pessoas foram presas, de acordo com o repórter da agência AFP.
Foram também efetuadas detenções num comício semelhante na cidade de São Petersburgo, no noroeste do país, como parte de uma ação anunciada a nível nacional sobre redes sociais.
A concentração contra a operação militar russa na Ucrânia foi anunciada em redes sociais para hoje por ativistas que se opõem à ofensiva russa em cerca de 30 cidades por toda a Rússia, de Vladivostok (Extremo Oriente) a Sochi (Sul).
Os organizadores disseram também, numa declaração, que queriam protestar contra "o colapso da economia russa, contra (o Presidente russo, Vladimir) Putin," e pela libertação do oponente preso Alexei Navalny.
"A Rússia merece paz, democracia e prosperidade", escreveram.
Em São Petersburgo, cerca de 40 pessoas estiveram presentes no local designado para a concentração no centro da cidade, embora não fosse claro se eram manifestantes, disse um repórter da AFP.
No entanto, até 25 pessoas foram presas, disse ela.
"Vim apenas para ficar de pé. Para expressar de alguma forma o meu protesto contra o que está a acontecer", disse Galina Sedova, 50 anos, à AFP, acrescentando que tinha "medo de protestar ativamente".
Violando uma proibição de manifestações imposta pelas autoridades russas, os ativistas da paz reúnem-se de tempos a tempos na Rússia para denunciar a intervenção militar na Ucrânia.
TSF/Lusa
Presidente da Câmara do Porto acusa a transportadora de “abandonar mais uma vez” o aeroporto Francisco Sá Carneiro.
A TAP vai cortar sete rotas aéreas e 705 mil lugares a partir do Porto.
Segundo o Jornal de Notícias, desaparecem as rotas para Amesterdão, Bruxelas, Barcelona, Madrid, para o aeroporto London City, Milão e Munique. Haverá também menos lugares nas ligações a Genebra, Londres Gatwick, Luxemburgo, Nova Iorque e Zurique.
A companhia aérea só vai disponibilizar mais lugares em viagens para Lisboa, Funchal e Paris.
O presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, acusou o Governo de querer transformar a TAP numa “companhia regional” para servir o ‘hub’ de Lisboa e a transportadora de “abandonar mais uma vez” o aeroporto Francisco Sá Carneiro.
Em declarações à Lusa, Rui Moreira considerou “péssimo para a região” a diminuição de rotas da TAP a partir do Porto, considerando que é “tempo de juntar esforços” e lançou o repto ao PS/Porto para que “puxe dos galões” e diga se é ou não cúmplice da opção da TAP de diminuir a presença no Norte do país.
O autarca salientou que “agora é tempo de juntar esforços” e, referindo que o “interesse público não se esgota em Lisboa”.
Rui Moreira considerou ainda que ao financiar a TAP com quatro mil milhões de euros se está a “criar aqui uma distorção no mercado” porque se está a “subsidiar uma companhia que tenta atrair para Lisboa” rotas que de outra maneira viriam para o Porto.
Há aqui um efeito de dupla indução, por um lado TAP não vem ao Porto, por outro lado está a subsidiar o transporte ao aeroporto de Lisboa, como é evidente, e estamos, portanto, a reduzir a competitividade do nosso aeroporto e a limitar também as companhias aéreas que gostariam de vir ao Porto e que poderiam vir, não fosse essa concorrência desleal”, alertou.
Moreira, além do alerta e do repto para que o Parlamento discuta a questão da TAP, deixou um desejo.
Eu espero também que as pessoas do Norte que percebam que o ‘hub’ Lisboa, da forma que está a ser feito, é altamente prejudicial à nossa economia e que também procurem através disso escolher alternativas e também que façam as suas escolhas”, disse.
SIC Notícias/Lusa
Nos últimos dias, foi de 800 a média diária.
A ilha de São Jorge, nos Açores, registou perto de 26 mil sismos desde 19 de março, dos quais 224 foram sentidos pela população, revelou hoje o presidente do Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA).
Não há um decréscimo de sismicidade ou um atenuar da crise no sistema fissural de Manadas”, no concelho de Velas, disse Rui Marques aos jornalistas, no ‘briefing’ diário para atualização da crise sísmica naquela ilha do arquipélago dos Açores.
Rui Marques observou que “a sismicidade continua muito acima do normal” na ilha de São Jorge e que, “desde há três dias”, houve uma “menor libertação de energia e uma menor frequência de sismos diários”.
Desde o início da crise, a 19 de março, até às 10:00 de hoje, a rede do CIVISA registou “25.992 sismos”.
Entre as 00:00 e as 10:00 de hoje foram identificados 451, disse o responsável, perspetivando que durante este dia se ultrapassem os mil sismos.
Na sexta-feira, Rui Marques indicou que, nos últimos dias, foi de 800 a média diária.
As antenas do CIVISA colocadas na ilha para captar, em sítios pontuais, “imagens com maior resolução” do que a captadas por satélite “corroboram a deformação na parte central da ilha”, indicou o responsável.
Já as imagens de satélite, vão ser ainda hoje objeto de uma análise mais detalhada.
Quanto à “monitorização de gaze vulcânicos nos solos”, permitiu verificar que “não há alteração do fluxo e concentração de dióxido de carbono”.
Três sismos foram sentidos pela população nas últimas 24 horas na ilha de São Jorge, Açores, elevando para 224 o número total de abalos percecionados pelos habitantes desde o início da crise sísmica, indicou hoje o CIVISA num ponto de situação feito pelas 10:00.
As atualizações comunicadas pelo CIVISA indicam que, entre as 10:00 e as 22:00 de sexta-feira foram sentidos, na freguesia de Velas, dois sismos de magnitude 2 e 1,9, sentidos pela população com intensidade III na Escala de Mercali Modificada.
Entre as 22:00 de sexta-feira e as 10:00 de hoje, foi sentido um sismo de magnitude 1,7, na Ribeira Seca (Calheta), com epicentro a 3 quilómetros a Nor-Noroeste da Urzelina.
Até ao momento foram identificados cerca de 224 sismos sentidos pela população”, indica o CIVISA.
O sismo mais energético ocorreu no dia 29 de março, às 21:56 (22:56 em Lisboa), com magnitude 3,8 na escala de Richter.
De acordo com a escala de Richter, os sismos são classificados segundo a sua magnitude como micro (menos de 2,0), muito pequenos (2,0-2,9), pequenos (3,0-3,9), ligeiros (4,0-4,9), moderados (5,0-5,9), forte (6,0-6,9), grandes (7,0-7,9), importantes (8,0-8,9), excecionais (9,0-9,9) e extremos (quando superior a 10).
A ilha está com o nível de alerta vulcânico V4 (ameaça de erupção) de um total de sete, em que V0 significa “estado de repouso” e V6 “erupção em curso”.
Madremedia/Lusa