quarta-feira, 15 de junho de 2022

Confraria da Cereja realizou cerimónia capitular em Proença-a-Nova

O VII Capítulo da Confraria da Cereja de Portugal realizou-se em Proença-a-Nova no dia 12 de junho, numa cerimónia que incluiu a entronização de quatro novos confrades: João Lobo, presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova, Nuno Fernandes, presidente da Junta de Freguesia de Montes da Senhora, José Aníbal Mendonça, do Centro Social, Cultural e Recreativo da Freguesia de Montes da Senhora, e João Rosa, cerisicultor na Região da Cova da Beira. Manuel Raposo, juiz presidente da Confraria, destacou desde logo uma das primeiras funções desta organização: “defender e valorizar as regiões onde se produz este magnífico fruto”, numa área geográfica diversa. Realizando-se na altura de maior aperto para os produtores de cereja, já que coincide com a época da apanha e comercialização do fruto, o Capítulo é ainda uma forma de “juntar os confrades, homenagear quem produz e os concelhos que produzem”.

Nas boas vindas, o presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova destacou o papel das confrarias na promoção dos respetivos produtos, mas igualmente dos territórios. João Lobo salientou ainda o papel desempenhado pelo atual vereador Carlos Gonçalves, igualmente confrade na Confraria da Cereja, de incentivo para acolher o presente capítulo e a entronização de novos confrades do concelho. “Proença-a-Nova é de facto produtor de cereja, essencialmente numa área que começa em Sobreira Formosa até aos Montes da Senhora, num corredor junto a duas linhas de água que tem condições diferenciadas para a produção de cereja”, referiu João Lobo.

Não sendo tão conhecida como a cereja do Fundão, “que tem grande capacidade de produzir em quantidade e fez promoção muito bem feita e hoje colhe esses frutos”, este tem sido um produto que está a conquistar cada vez mais espaço, até em produtos associados, como o licor ou as compotas. Adiantou ainda que o território tem outros produtos que podem dar origem a uma nova confraria, por exemplo o plangaio. “A nossa gastronomia resulta desta ligação entre a fragilidade do território e a resiliência da nossa gente que do pouco sempre consegue gerar valor”, afirmou.

Para além de elementos da Confraria da Cereja, agora com quatro novos confrades, estiverem presentes no VII Capítulo representantes das confrarias da Cherovia e Panela no Forno, da Pastinaca e do Pastel de Molho da Covilhã, do Cabrito Estonado, do Chícharo, das Tripas à Moda do Porto, da Marmelada de Odivelas, dos Carolos e Papas de Milho e Caldeirada do Peixe e do Camarão de Espinho, para além da Federação Portuguesas das Confrarias Gastronómicas.

Proença-a-Nova | Joana Guedes e Luís Aguiar vencem Prémio Literário Pedro da Fonseca

 

Os vencedores do Prémio Literário Pedro da Fonseca foram conhecidos durante a Sessão Solene do Dia do Município, realizada a 13 de junho: Joana Guedes, com o texto “À Vida e À Morte”, venceu na categoria de conto; e Luís Aguiar, com o texto “O Sabor do Sol e da Resina”, venceu na categoria de poesia. O júri, composto por António Borges, do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas; Elsa Ligeiro, editora da Alma Azul; Inês Cardoso, diretora do Jornal de Notícias; Isabel Bessa Garcia, em representação do Agrupamento de Escolas de Proença-a-Nova; e também o presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova, João Lobo, decidiu ainda entregar duas menções honrosas: a Nuno de Sousa, com o texto “O Ciclo” (categoria de conto) – também presente na Sessão Solene; e a João Rasteiro, com o texto “Resina” (categoria de poesia).

Confessando ter sido muito difícil escrever sobre os resineiros, o seu trabalho e a sua dor, Luís Aguiar elucidou que “o trabalho poético intitulado «O Sabor do Sol e da Resina», verso retirado de um poema de Sophia de Mello Breyner Andresen, é um testemunho sobre a vida e labuta dos resineiros que dignificam o denominado ouro verde que é, indubitavelmente, o pinhal em toda a sua extensão. De verso em verso, o poeta, de forma subentendida, mas conivente com a memória, faz uma descrição do trabalho árduo que é o ser resineiro”, referiu. “Foi-me perfeitamente possível compreender, após a conclusão deste trabalho, que o caminho do resineiro tem semelhanças ao percurso, curiosamente, de um peregrino: em todas as viagens que fazemos compreendemos em certo momento que estamos completamente sozinhos. Em todas as vicissitudes do quotidiano há um espelho que nos obriga a contemplar o passado e a infância, recuperamo-la sempre, essa infância tão antiga, a mesma que se vai intrometendo no sangue e que percorre artérias sem pedir licença”.

Joana Guedes, por sua vez, agradeceu ao Município por promover um concurso literário, e por esta via a leitura e a escrita: “é muito importante num país em que a cultura é muitas vezes esquecida”. Na sua perspetiva, “o tema foi fantástico”, destacando a mistura entre sectores diferentes, o escrever o conto literário e fazer a investigação sobre o processo de resinagem. “Estou muito contente por vencer um Prémio que se chama Pedro da Fonseca, um grande intelectual, um grande filósofo. Espero que continuem a apoiar a cultura”, adiantou.

Cada um dos vencedores recebe 1.500,00 euros e os quatro textos premiados serão editados em livro, à semelhança do sucedido nas anteriores edições. Em novembro de 2023 será divulgado novo tema para o concurso que decorrerá nos primeiros meses de 2024.

Proença-a-Nova | Discursos da Sessão Solene apresentam reflexão sobre o papel da cultura

 

O papel da cultura como motor de transformação das sociedades e das mentalidades e o trabalho do Município como promotor cultural foram dois temas abordados nos discursos da Sessão Solene do Dia do Município, assinalado esta segunda-feira, 13 de junho, nos Paços do Concelho. Projetos como o Roteiro das Artes, os espaços museológicos e culturais e iniciativas de valorização do património imaterial foram destacados como exemplos da política cultural implementada no Município ao longo das últimas décadas, valorizando as diferentes formas que a cultura pode adotar. “Para repositório dos vários achados das diversas campanhas arqueológicas, mas também para transmitir os Ecos de Proença para os Proencenses e a quem nos visita, com espaço de preservação do saber artesanal, áreas de exposição e manifestações artísticas várias, vamos concretizar a Casa de Memória e das Artes de Proença-a-Nova no antigo quartel da GNR no Largo da Devesa. Este projeto, que define cultura, já tem adjudicatário encontrado para a sua construção, num investimento próximo de um milhão de euros”, revelou o presidente da Câmara Municipal, João Lobo.

O autarca destacou ainda os diferentes projetos que se encontram a ser desenvolvidos no território, nomeadamente o RESINA.PT, Fôlego, Esporo, Beira Baixa Cultural 2.0 e Experimenta Paisagem. “São iniciativas que, realizadas em rede, traduzem a aposta na promoção da cultura através de diferentes artes performativas, ações de sensibilização e, em simultâneo, a promoção económica e patrimonial do território”. O presidente da Assembleia Municipal, João Paulo Catarino, referiu a disponibilidade da área cultural em apresentar projetos diferentes na sequência da implementação do “Programa de Apoio em Parceria - Revitalização do Pinhal Interior - Programa de Desenvolvimento Cultural do Território”, criado na sequência dos grandes incêndios de 2017. O Cortiçada Art Fest, desenvolvido nos Municípios de Proença-a-Nova, Sertã e Oleiros, foi apoiado nesse âmbito, envolvendo as comunidades locais. “O que faz a diferença nestes territórios são as pessoas que estão lá, aquelas que construíram um património que é fantástico, que vale a pena ser visitado e não há ninguém melhor para o mostrar do que as pessoas que vivem no território e que falam dele com paixão”, salientou.

A deputada do PS na Assembleia Municipal, Cristina Catarino, desafiou a que haja transferência de competências na área da cultura para o poder local. “A visão estratégica do Governo para este sector tem sido de colocar a cultura no centro de uma verdadeira política de Estado, atribuindo-lhe um papel central enquanto motor de atividade económica. Investindo na cultura, o garante da democracia, fomenta-se uma maior coesão territorial através de uma lógica descentralizadora e de maior proximidade do Estado com o Poder Local e com os agentes culturais do país, considerando que a gradual correção de assimetrias regionais constitui um imperativo de justiça e igualdade”, referiu.

A deputada do PSD, Daniela Dias José, destacou alguns projetos do Município como a Bibliomóvel ou o Roteiro das Artes. “Proença-a-Nova, sabendo posicionar-se dentro desse contexto emergente, poderá assumir-se como pioneira na visão da cultura enquanto vetor de desenvolvimento estratégico baseado na diversidade cultural e na sua capacidade de saber explorar tradições, apreendidas durante os seus oito séculos de história. Aliado a isso, uma ligação estreita com as novas tecnologias, criatividade e vocação para inovação, procurando atrair profissionais de alto nível na área da produção cultural, potenciando o património paisagístico bem visível na Torre de Vigia da Serra das Talhadas, inaugurada faz hoje precisamente um ano, uma demonstração clara da forma como a natureza e a arte se podem conjugar em perfeita harmonia a 600 metros de altura”.

Representando os dois deputados independentes da Assembleia Municipal, António Paulo dos Santos alertou para a necessidade de haver uma política de discriminação positiva para o Interior. “Temos que ser mais exigentes nas infraestruturas de comunicação, energia, saúde e educação pois estes são os pilares do desenvolvimento sustentado”, referiu, defendendo, por exemplo, preços diferenciados nos combustíveis e uma política de apoio sustentado aos munícipes.

Para além do anúncio dos vencedores do Prémio Literário Pedro da Fonseca e da apresentação dos projetos intermunicipais em curso no território, Ana Sofia Ventura (voz) e Alexander Stetile (piano) protagonizaram o momento musical e foi ainda distribuído o folheto identificativo de todas as obras de arte que estão expostas nos Paços do Concelho, valorizando artistas locais e outros que têm colaborado com o Município na dinamização de exposições.



Portugal entre os melhores no Índice Global de Paz apesar de descida ligeira

 Portugal desceu 1 posição no Índice Global de Paz de 2022, para 6º lugar entre 163 países, devido ao aumento da criminalidade e instabilidade política, segundo o relatório do Instituto de Economia e Paz (IEP).

Islândia e Nova Zelândia mantêm os dois primeiros lugares, seguidos pela Irlanda, que subiu três posições, ultrapassando a Dinamarca e Portugal. A Áustria também melhorou, para a 5.º posição.
O fundador e diretor do IEP, Steve Killelea, desvalorizou a descida de Portugal, a qual atribuiu a “uma maior taxa de detenções, ligeiro aumento nas taxas de homicídio, um ligeiro aumento na instabilidade política e um ligeiro aumento nas perceções de criminalidade”.
O Afeganistão é o país menos pacífico do mundo pelo quinto ano consecutivo, seguido pelo Iémen, Síria, Rússia e Sudão do Sul, países que estão entre os dez piores nos últimos três anos.
Devido à guerra em curso, entre os cinco países com as maiores deteriorações na paz estão a Rússia e a Ucrânia, juntamente com a República da Guiné, Burkina Faso e Haiti, também palco de conflitos.
O relatório indica que o mundo já começou a recuperar da pandemia de covid-19, mas que os efeitos ainda estão a ser sentidos, nomeadamente nos atrasos e problemas das cadeias de abastecimento, falta de produtos, preços mais elevados da energia e dos produtos alimentares.
O aumento da inflação, sobretudo na alimentação e combustíveis, “aumentou a insegurança alimentar e a instabilidade política globalmente, mas especialmente em regiões de baixa resiliência, como África Subsaariana, Sul da Ásia e Médio Oriente e Norte de África”, escreveram os autores.
É nessas condições já instáveis que a Rússia lançou um ataque à Ucrânia em fevereiro de 2022. O conflito só vai agravar ainda mais esses problemas. O conflito vai acelerar a inflação global, com as sanções ocidentais contribuindo ainda mais para a escassez e aumentos de preços”, preveem.
Segundo o IEP, a paz piorou nos últimos catorze anos e, dos 163 países analisados no Índice, 84 registaram deterioração, enquanto 77 registaram melhorias e dois não registaram alteração.
O Índice Global de Paz, atualmente 16ª edição, faz uma análise sobre as tendências da paz, o valor económico e como desenvolver sociedades pacíficas, usando 23 indicadores qualitativos e quantitativos em três domínios: o nível de segurança e proteção social, a dimensão do Conflito Doméstico e Internacional em Curso, e o grau de militarização.

Nove distritos sob aviso amarelo devido ao calor. Máximas chegam aos 39ºC

Nove distritos de Portugal continental estão hoje sob aviso amarelo devido à previsão de tempo quente, com temperaturas que podem chegar aos 39ºC em Évora, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Sob aviso amarelo estão os distritos de Vila Real, Bragança, Viseu, Guarda, Castelo Branco, Santarém, Portalegre, Évora e Beja.
O IPMA prevê para hoje no continente tempo quente com períodos de céu muito nublado, subida da temperatura máxima no litoral, neblina ou nevoeiro matinal na faixa costeira a norte do Cabo raso.
A previsão aponta também para aguaceiros, que localmente serão acompanhados de trovoada, granizo e rajadas de vento, em especial nas regiões Norte e Centro.
Está ainda previsto vento fraco a moderado do quadrante sul, soprando por vezes forte nas terras altas.
As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 15ºC em Viana do Castelo, Braga e Leiria e os 23ºC em Portalegre e as máximas entre os 30ºC em Aveiro e os 39ºC em Évora.
Cerca de 60 concelhos de oito distritos em perigo máximo
Cerca de 60 concelhos de oito distritos de Portugal continental apresentam hoje um perigo máximo de incêndio devido à previsão de tempo quente, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Em perigo máximo de incêndio estão concelhos dos distritos de Faro, Portalegre, Castelo Branco, Santarém, Guarda, Viseu, Vila Real e Bragança.
O IPMA colocou também mais de 60 concelhos dos distritos de Braga, Coimbra, Leiria, Beja, Faro, Portalegre, Castelo Branco, Santarém, Guarda, Viseu, Vila Real e Bragança em perigo muito elevado de incêndio.
O perigo de incêndio vai manter-se elevado em algumas regiões do continente pelo menos até domingo devido à previsão de tempo quente.

Madremedia/Lusa

 

Espaço aéreo da Suíça fechado devido a avaria informática

O espaço aéreo suíço está "fechado até novo aviso" devido a uma avaria informática, informou hoje o serviço de controlo de tráfego aéreo Skyguide.

"O prestador de serviços de navegação aérea suíço Skyguide sofreu uma avaria técnica nas primeiras horas da manhã de hoje, razão pela qual o espaço aéreo suíço foi fechado ao tráfego por razões de segurança", pode ler-se no comunicado.
"Este encerramento do espaço aéreo está em vigor até novo aviso", indicou a Skyguide, que "lamenta este incidente e as suas consequências para os clientes, parceiros e passageiros nos aeroportos de Genebra e Zurique" e garante estar a "trabalhar para encontrar uma solução".
De acordo com a agência de notícias suiça ATS-Keystone, os voos internacionais para a Suíça foram desviados para o aeroporto de Milão no norte de Itália.

0Madremedia/Lusa

Dia 26/6 vai decorrer em Lousada o Festival Ver do Bago

 No próximo dia 26 de junho, domingo, o Parque da Torre de Vilar, em Lousada, acolhe o Festival Ver do Bago.

Um evento, de entrada livre, para despertar todos os sentidos, com uma vasta programação cultural, da música à dança, passando pelo teatro e pela poesia. Animação permanente com um DJ, gastronomia, oficinas para os mais novos e uma ampla área verde de lazer completam o programa para uma tarde de verão perfeita.
Artistas já confirmados:
- Academia de Dança Liliana Castro;
- Açanar e Abantar;
- Aromas do Verde;
- Contilheiras | Pimenta na Boca;
- DJ Giorgio;
- Hugo Show;
- Merenguita - Escola de Dança de Salão;
- Pedaços de Nós - Grupo de Jovens - Teatro | Freamunde;
- Propagode;
- PT Dance Academy;
- School Dance Lousada;
- Zé Faria.
Este evento assinala a reta final do projeto Ver do Bago, um Brinde entre Deus e os Homens, iniciado em maio de 2021, e que propôs um ciclo de três exposições em torno da relação material e simbólica entre a vinha e a paisagem cultural e humana dos vales do Sousa, Douro e Tâmega.
O ciclo iniciou-se com o Ver do Bago nos Mosteiros, em Ancede, Baião, e seguiu depois, em setembro, para o Ver do Bago nos Santos, na Igreja dos Capuchos, em Penafiel. O Centro de Interpretação do Românico, em Lousada, tem patente, até 26 de junho, a última exposição do ciclo: Ver do Bago no Sangue.
Para além das exposições, o projeto Ver do Bago incluiu ainda outras atividades culturais complementares, de carácter original, como a performance Di’Vine e o espetáculo musical itinerante Inventar-se de Gente. No dia 7 de agosto, domingo, pelas 21h30, o coletivo Sopa de Pedra atua na Torre dos Alcoforados, em Lordelo, Paredes.
O Festival Ver do Bago, promovido pela Rota do Românico com o apoio da Junta de Freguesia de Vilar do Torno e Alentém, está enquadrado na operação O Vinho, a Arte e os Homens, cofinanciada pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).
Um evento, de entrada livre, para despertar todos os sentidos, com uma vasta programação cultural, da música à dança, passando pelo teatro e pela poesia. Animação permanente com um DJ, gastronomia, oficinas para os mais novos e uma ampla área verde de lazer completam o programa para uma tarde de verão perfeita.
Artistas já confirmados:
- Academia de Dança Liliana Castro;
- Açanar e Abantar;
- Aromas do Verde;
- Contilheiras | Pimenta na Boca;
- DJ Giorgio;
- Hugo Show;
- Merenguita - Escola de Dança de Salão;
- Pedaços de Nós - Grupo de Jovens - Teatro | Freamunde;
- Propagode;
- PT Dance Academy;
- School Dance Lousada;
- Zé Faria.
Este evento assinala a reta final do projeto Ver do Bago, um Brinde entre Deus e os Homens, iniciado em maio de 2021, e que propôs um ciclo de três exposições em torno da relação material e simbólica entre a vinha e a paisagem cultural e humana dos vales do Sousa, Douro e Tâmega.
O ciclo iniciou-se com o Ver do Bago nos Mosteiros, em Ancede, Baião, e seguiu depois, em setembro, para o Ver do Bago nos Santos, na Igreja dos Capuchos, em Penafiel. O Centro de Interpretação do Românico, em Lousada, tem patente, até 26 de junho, a última exposição do ciclo: Ver do Bago no Sangue.
Para além das exposições, o projeto Ver do Bago incluiu ainda outras atividades culturais complementares, de carácter original, como a performance Di’Vine e o espetáculo musical itinerante Inventar-se de Gente. No dia 7 de agosto, domingo, pelas 21h30, o coletivo Sopa de Pedra atua na Torre dos Alcoforados, em Lordelo, Paredes.
O Festival Ver do Bago, promovido pela Rota do Românico com o apoio da Junta de Freguesia de Vilar do Torno e Alentém, está enquadrado na operação O Vinho, a Arte e os Homens, cofinanciada pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).
Um evento, de entrada livre, para despertar todos os sentidos, com uma vasta programação cultural, da música à dança, passando pelo teatro e pela poesia. Animação permanente com um DJ, gastronomia, oficinas para os mais novos e uma ampla área verde de lazer completam o programa para uma tarde de verão perfeita.
Artistas já confirmados:
- Academia de Dança Liliana Castro;
- Açanar e Abantar;
- Aromas do Verde;
- Contilheiras | Pimenta na Boca;
- DJ Giorgio;
- Hugo Show;
- Merenguita - Escola de Dança de Salão;
- Pedaços de Nós - Grupo de Jovens - Teatro | Freamunde;
- Propagode;
- PT Dance Academy;
- School Dance Lousada;
- Zé Faria.
Este evento assinala a reta final do projeto Ver do Bago, um Brinde entre Deus e os Homens, iniciado em maio de 2021, e que propôs um ciclo de três exposições em torno da relação material e simbólica entre a vinha e a paisagem cultural e humana dos vales do Sousa, Douro e Tâmega.
O ciclo iniciou-se com o Ver do Bago nos Mosteiros, em Ancede, Baião, e seguiu depois, em setembro, para o Ver do Bago nos Santos, na Igreja dos Capuchos, em Penafiel. O Centro de Interpretação do Românico, em Lousada, tem patente, até 26 de junho, a última exposição do ciclo: Ver do Bago no Sangue.
Para além das exposições, o projeto Ver do Bago incluiu ainda outras atividades culturais complementares, de carácter original, como a performance Di’Vine e o espetáculo musical itinerante Inventar-se de Gente. No dia 7 de agosto, domingo, pelas 21h30, o coletivo Sopa de Pedra atua na Torre dos Alcoforados, em Lordelo, Paredes.
O Festival Ver do Bago, promovido pela Rota do Românico com o apoio da Junta de Freguesia de Vilar do Torno e Alentém, está enquadrado na operação O Vinho, a Arte e os Homens, cofinanciada pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).