quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Câmara de Águeda reúne com especialista e prepara intervenção na margem esquerda do Rio Águeda


Primeiro passo para intervir na margem esquerda em reunião técnica, após o que será elaborado plano de ação

A Câmara Municipal de Águeda realizou hoje uma reunião de trabalho com o Prof. Saldanha Matos, especialista em hidráulica e recursos hídricos, com o objetivo de dar início a uma primeira abordagem técnica sobre as soluções a adotar na margem esquerda do Rio Águeda, onde continuam a verificar-se situações de inundação, nomeadamente em campos agrícolas, na zona do Sardão e em algumas áreas habitacionais.

Esta reunião enquadra-se na estratégia municipal de mitigação do risco de cheias e surge na sequência dos resultados alcançados com o Plano Geral de Drenagem implementado na margem direita da cidade e que também foi “desenhado” pelo especialista responsável pela Hidra, Hidráulica e Ambiente Lda.
As recentes cheias que afetaram várias regiões do país constituíram um teste exigente às infraestruturas existentes em Águeda (compostas por duas estações elevatórias, centrais de bombagem, muros e válvulas). O sistema de drenagem e proteção instalado na margem direita revelou-se plenamente operacional, garantindo a proteção do centro urbano, assegurando a continuidade da atividade comercial e proporcionando maior tranquilidade à população.

“O que aconteceu nas últimas cheias demonstrou, de forma clara, que o investimento realizado na margem direita foi decisivo. O sistema funcionou, protegeu o centro da cidade e permitiu que o comércio mantivesse a sua atividade sem interrupções”, afirmou Jorge Almeida, Presidente da Câmara Municipal de Águeda.
O Edil sublinhou ainda que o desafio agora é completar esta estratégia. “Temos hoje a prova de que o caminho seguido foi o correto. Mas o problema das cheias é sistémico e exige uma resposta integrada para que Águeda fique resolvida no que diz respeito ao risco de cheias”, declarou.

A intervenção na margem esquerda deverá seguir uma lógica semelhante à adotada na margem direita, adaptando as soluções técnicas às especificidades do território, de forma a mitigar o impacto das inundações nas zonas agrícolas, na zona do Sardão e nas áreas habitacionais mais vulneráveis.

“Não podemos ficar satisfeitos enquanto houver zonas expostas a este risco. Tal como fizemos na margem direita, queremos estudar, planear e executar soluções estruturais que garantam segurança às pessoas, às atividades económicas e ao território como um todo”, acrescentou Jorge Almeida.

A reunião de hoje marca o início de um novo ciclo de trabalho técnico e estratégico, com vista à definição das melhores soluções para assegurar uma resposta estrutural e ampla ao problema das cheias em Águeda.

*Ana Sofia Pinheiro
Técnica Superior
Gabinete de Comunicação e Imagem

PONTO DE SITUAÇÃO DOS ESTRAGOS PROVOCADOS PELA TEMPESTADE KRISTIN

Quase quatro semanas depois da tempestade Kristin, o Município da Marinha Grande apresenta o balanço das operações de emergência, apoio à população e avaliação de danos, na sequência de um dos eventos meteorológicos mais destrutivos de que há registo no concelho.

A dimensão dos impactos deixou o território sem energia elétrica, abastecimento de água e comunicações, obrigando à ativação imediata do Plano Municipal de Emergência e à mobilização intensiva de todos os serviços municipais e agentes de proteção civil.

A 28 de janeiro, o concelho ficou totalmente isolado, levando à ativação das operações de avaliação e reabertura de acessos prioritários. No dia seguinte foi instalada a Sala de Crise, assegurando coordenação operacional permanente entre serviços municipais, proteção civil, forças de segurança, forças armadas e outras entidades envolvidas.
No total, 32 entidades colaboraram diretamente nas operações de socorro, limpeza, estabilização, apoio social e logística.

A tempestade provocou danos extensivos em infraestruturas públicas e privadas, equipamentos educativos, desportivos e culturais, bem como no tecido empresarial, estimando-se que 90% das empresas tenham sido afetadas. Cerca de 2.000 pedidos foram registados no balcão de apoio criado para avaliação de estragos.

A falta de energia foi um dos problemas mais graves: localidades como Pilado, Escoura, Garcia, Praia da Vieira e Vieira de Leiria permaneceram vários dias sem abastecimento. No pico da crise, mais de 5.964 clientes estavam afetados. Para reforçar a estabilidade da rede, foi executada uma nova linha subterrânea de 1,6 km.

Foram ativadas duas Zonas de Concentração e Apoio à População, ambas já desativadas, e distribuídas refeições e bens essenciais a famílias e operacionais.

Entre as ações destacam‑se:
• 18183 cabazes de bens essenciais distribuídos;
• 7680 senhas para levantamento de materiais de construção;
• Cerca de 150 almoços + 200 jantares diários para famílias afetadas;
• 300 almoços + 130 jantares para operacionais, voluntários e forças de apoio.

Impacto no sistema educativo e equipamentos municipais

A rede escolar sofreu danos significativos, obrigando ao encerramento de dezenas de estabelecimentos. A reabertura foi feita por fases, com 29 escolas intervencionadas.

Equipamentos culturais como o Museu do Vidro, Casa-Museu Afonso Lopes Vieira e Museu Joaquim Correia permanecem encerrados.

Meios mobilizados

A resposta no terreno envolveu:
• 52 militares do Exército;
• 60 fuzileiros da Armada;
• 190 agentes da PSP destacados para reforço regional;
• 22 elementos da GNR;
• Equipas municipais e voluntários de todo o país;
• Apoio de vários municípios e juntas de freguesia.

Estimativa de danos: 118 milhões de euros

O levantamento preliminar realizado pelos serviços municipais aponta para danos superiores a 118 milhões de euros, distribuídos da seguinte forma:
• Edifícios municipais: +20 M€
• Estabelecimentos escolares: 28 M€
• Equipamentos culturais: +3 M€
• Habitação social: 30,45 M€
• Instalações desportivas: +10 M€
• Parques urbanos: +6 M€
• Sinalização vertical: 500 mil €
• Pavimentos em calçada: 350 mil €
• Semáforos: 200 mil €
• Passadiços e ciclovias: 3 M€
• Drenagem pluvial e residual: 10 M€
• Tecido associativo: 8 M€

Vários dos danos mais graves permanecem ainda em avaliação técnica, nomeadamente os registados na Casa-Museu Afonso Lopes Vieira e no património da antiga FEIS.

Medidas excecionais

O Município decidiu cancelar as Festas da Cidade 2026, garantindo que recursos humanos e financeiros permanecem integralmente dedicados à recuperação. Foram também criados novos modelos de atendimento para entrega de materiais de construção e para gestão de donativos.

Concluída a fase crítica, a autarquia está agora focada na recuperação estrutural, no apoio à retoma económica e na reabilitação integral dos serviços e equipamentos afetados, preparando o enquadramento dos prejuízos em mecanismos de apoio do Estado.

*Gabinete de Comunicação e Imagem

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Ownever lança Atelier de Restauro com artesãos formados nas grandes maisons do luxo


Num momento em que o luxo começa finalmente a falar mais de longevidade do que de novidade, a marca portuguesa Ownever dá um passo pouco comum no sector: um Atelier de Restauro dedicado à reparação e manutenção de malas de luxo, independentemente da marca ou do país de origem – Ownever Repair.
Mais do que um serviço técnico, o Atelier de Restauro da Ownever nasceu como uma resposta crescente e direta a uma pergunta cada vez mais frequente recebida de consumidores de malas de luxo: conseguem reparar com verdadeiro cuidado e saber-fazer da minha mala que tanto gosto?

A resposta a esta questão passa por pessoas e por um saber-fazer raro.
A Ownever Repair trabalha com artesãos especializados em vários países, incluindo em França, alguns com formação em casas históricas como a Hermès e experiência acumulada ao longo de décadas na criação e reparação de marroquinaria de alta qualidade. São profissionais habituados a lidar com peles delicadas, construções complexas e peças onde o erro não é uma opção.
A Ownever recebe e repara malas de todo o mundo, assegurando um serviço profissional de manutenção, reparação e restauro que respeita a identidade original de cada peça. Costuras, desgaste da pele, cantos danificados, manchas, alças, ferragens ou mesmo mudanças de cor cuidadosamente executadas onde cada intervenção é pensada para devolver funcionalidade e beleza sem apagar a história da mala.

“Se é importante para o cliente, também o é para nós” não é apenas uma frase orientadora, mas o princípio de trabalho como explica Eliana Barros: “Aqui, tanto uma mala de grande valor comercial como uma peça com forte carga sentimental recebem exactamente o mesmo nível de atenção, tempo e rigor técnico e resultado esperado final, porque uma mala de alta-qualidade só pode ser restaurada por quem compreende profundamente como foi construída”.

Num sector frequentemente associado à obsolescência, onde reparar é mais difícil do que substituir, a Ownever Repair propõe um caminho diferente: prolongar a vida das suas malas como um acto de luxo consciente. Não se trata apenas de sustentabilidade, mas de respeito pelo objecto e pelo trabalho artesanal que lhe deu origem.

Ao ter criado e aperfeiçoado este serviço, a Ownever afirma-se não apenas como criadora de peças de luxo sustentável, mas como guardiã activa do património contemporâneo da marroquinaria, num gesto que reposiciona o restauro como parte integrante da experiência do luxo, emocional, técnica e profundamente humana.

Sobre a Ownever
A Ownever é uma marca portuguesa de marroquinaria de luxo que alia design intemporal a um compromisso profundo com a sustentabilidade e a preservação do saber-fazer artesanal. Para além das suas criações próprias, a marca desenvolveu o Ownever Repair, um serviço internacional de manutenção, reparação e restauro de malas de luxo, independentemente da marca ou do designer. Trabalhando com artesãos altamente especializados em vários países - incluindo artistas com formação em ateliers de referência em França - a Ownever recebe peças de todo o mundo e assegura intervenções técnicas rigorosas, devolvendo funcionalidade, beleza e longevidade a cada mala.


EIXORIENTADOR É O NOVO PARCEIRO DA SOCIEDADE COLUMBÓFILA


Na presença do Coordenador da Secção de Basquetebol, João André Costa, Sérgio Santos Ceo da Eixorientador, Lda e Lurdes Silva rubricaram recentemente, na sede social da empresa, sedeada na Rua Bairro Nascente, Armazém 1, na Póvoa da Lomba, o contrato programa de patrocínio desportivo, que irá vigorar nesta época desportiva.

Com a concretização desta parceria, a Secção de Basquetebol, recebeu o apoio daquela empresa, que nesta época desportiva vai apoiar a equipa sub 16 feminina associando igualmente a marca ao naming desta equipa feminina, que se denominará COLUMBÓFILA/EIXORIENTADOR e que está a disputar nesta época desportiva, a 1ª Fase do Grupo 4, do Torneio Inter – Associações de Sub 16 Femininos.
No momento da assinatura deste documento que irá orientar esta parceria, Sérgio Santos, congratulou-se com o trabalho desenvolvido pela Sociedade Columbófila e em particular pela Secção de Basquetebol, expressando os seus votos para que a Secção de Basquetebol, continue a proporcionar às crianças e jovens a prática da modalidade.
Lurdes Silva, aproveitou o momento, para expressar o seu grato reconhecimento pelo apoio da Eixorientador e sobretudo pela confiança depositada no projecto apresentado pela Secção de Basquetebol.

Este acordo contemplará ainda, a associação da imagem da empresa às plataformas digitais e redes sociais utilizadas pela Secção de Basquetebol e a colocação de suporte de comunicação estático no recinto desportivo, onde se disputam os jogos em que participam a equipa, na qualidade de visitada, entre outros.

A empresa Eixorientador é especializada na distribuição e comercialização de produtos e equipamentos de higiene e limpeza, com atuação transversal em todas as áreas de negócio desde 2009, comprometida em ser o parceiro de referência no setor de higiene e limpeza, oferecendo produtos de alta qualidade, serviços integrados de consultoria e assistência técnica, e um forte compromisso com a sustentabilidade..

No final, Sérgio Santos manifestou a Lurdes Silva e a João Costa a disponibilidade da empresa, para tornar mais duradoura esta parceria, com a realização de outras ações que venham a possibilitar o incremento da prática desportiva, de forma sustentada e saudável.


Rota do Românico presente na maior feira de turismo de Portugal


A Rota do Românico participa, entre 25 de fevereiro e 1 de março, na 36.ª edição da BTL — Better Tourism Lisbon Travel Market.
Promovida pela Fundação AIP na Feira Internacional de Lisboa (FIL), a maior feira de turismo de Portugal cruza negócio, conhecimento, inovação e experiência, reforçando o contributo do turismo para a economia nacional.
Presente pela 16.ª vez neste certame, a Rota do Românico integra a área expositiva do Douro, Tâmega e Sousa, no stand do Porto e Norte de Portugal, no Pavilhão 2 da FIL.
No dia 25, quarta-feira, às 12h30, no Pavilhão 3, a diretora da Rota do Românico, Rosário Correia Machado, é uma das oradoras na mesa-redonda “Os Itinerários Culturais do Conselho da Europa e o património nacional”, promovida pelo instituto público do Património Cultural.
Durante o fim de semana, a Rota do Românico é uma das entidades participantes no Kids Route, através da dinamização de atividades e animações dirigidas às famílias.
Na edição de 2025, a BTL contou com a participação de 1500 expositores e mais de 82 mil visitantes

A Rota do Românico reúne, atualmente, 58 monumentos e três centros de interpretação, distribuídos por 12 municípios dos vales do Sousa, Douro e Tâmega (Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel e Resende), no Norte de Portugal.

As principais áreas de intervenção da Rota do Românico abrangem a investigação científica, a conservação do património, a dinamização cultural, a educação patrimonial e a promoção turística.

*António Coelho
Planeamento e Comunicação
Rota do Românico | Itinerários Culturais

Silves | PROGRAMA "FÉRIAS SUPER FIXE PÁSCOA 2026" COM PRÉ-REGISTO OBRIGATÓRIO A PARTIR DE 02 DE MARÇO


A Câmara Municipal de Silves promove, entre 30 de março e 10 de abril, mais uma edição do programa de ocupação de tempos livres “FÉRIAS SUPER FIXE - Páscoa 2026” com diversas atividades lúdicas, desportivas e educativas, destinado a crianças e jovens do concelho, com idades compreendidas entre os 6 e os 12 anos.

Os interessados deverão realizar o pré-registo obrigatório, a partir do dia 02 de março, em https://desporto.cm-silves.pt/portal/login.php. Posteriormente, as inscrições, no programa, deverão ser efetuadas a partir de 09 de março, na mesma plataforma em que o encarregado de educação fez o registo (tutorial de preenchimento para consulta nesta página).
As inscrições para as "FÉRIAS SUPER FIXE - Páscoa 2026" dividem-se em duas semanas, sendo a primeira de 30 de março a 02 de abril, com o valor de inscrição associado de 30 euros, e a segunda semana entre 06 e 10 de abril, com o custo de 35 euros. Os encarregados de educação deverão escolher uma das semanas para efetuar a inscrição da criança.

À semelhança de anos anteriores, a autarquia assegura o transporte (pontos de encontro: E.B. 2,3 de Armação de Pêra, E.B 2.3 de S.B. de Messines, Junta de Freguesia do Algoz e Piscinas Municipais de Silves), almoço, seguro, t-shirt e o acompanhamento das crianças e jovens por técnicos e monitores qualificados para as diversas atividades. O kit “FÉRIAS SUPER FIXE – Páscoa 2026”, composto por t-shirt e o programa de atividades semanal, poderá ser recolhido no local indicado na inscrição online, nas seguintes datas: 1.ª semana a partir de 25 de março; 2ª semana a partir de 01 de abril.

Os participantes deverão utilizar equipamento adequado para as atividades (que decorrerão das 9h00 às 17h00), nomeadamente a t-shirt das “FÉRIAS SUPER FIXE”, fato de treino ou calções, sweatshirt e ténis. Nos dias de atividades aquáticas é necessário fato de banho, touca, toalha e chinelos. As crianças deverão, ainda, fazer-se acompanhar de um lanche para meio da manhã e da tarde e água.

Para mais informações, os interessados podem contactar o Setor de Desporto da Divisão de Educação, Desporto, Juventude e Ação Social, no Complexo das Piscinas Municipais de Silves, através do email desporto@cm-silves.pt ou pelo telefone 282 440 270.

 

MARINHA GRANDE INVESTE MAIS DE MEIO MILHÃO DE EUROS PARA REABERTURA DAS ESCOLAS APÓS A TEMPESTADE


O Município da Marinha Grande investiu mais de meio milhão de euros para assegurar, em tempo recorde, as condições necessárias à reabertura das escolas afetadas pela tempestade Kristin.
Dos valores já apurados, foram investidos mais de 500 mil euros na aquisição de monoblocos para salas de aula e na realização de intervenções urgentes para reposição funcional de edifícios e vedação de recintos.
Segundo o presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande, Paulo Vicente, “este esforço financeiro e logístico foi absolutamente necessário para garantir que as nossas crianças e jovens regressassem às salas de aula o mais rapidamente possível. Fizemos tudo o que estava ao nosso alcance para repor condições mínimas de funcionamento, num contexto de enorme adversidade.”
Para responder ao impacto imediato, a Câmara Municipal adquiriu e instalou monoblocos com condições adequadas para funcionar como salas de aula temporárias, no recinto da Escola José Loureiro Botas. Nestes espaços estão já instaladas cinco turmas, e mais quatro serão transferidas no decorrer desta semana, atualmente a ter aulas em espaços improvisados como bibliotecas, a Junta de Freguesia e a Igreja Matriz da Vieira de Leiria.
Durante a visita realizada ontem, 23 de fevereiro, a escolas de Vieira de Leiria, o ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, anunciou que o Ministério irá rever a rede escolar das zonas mais atingidas pela tempestade, articulando com as autarquias novas soluções estruturais.
“Não queremos apenas voltar a colocar as coberturas que são, obviamente, uma urgência para preservar os equipamentos e os edifícios”, referiu o ministro. Fernando Alexandre destacou ainda que "o financiamento já previsto para obras em várias escolas será reavaliado para acelerar intervenções estruturais e adaptar a rede escolar às alterações demográficas e a novos critérios de resiliência”.

*Gabinete de Comunicação e Imagem