sexta-feira, 19 de março de 2021

Investigador da Universidade de Coimbra ganha bolsa americana para estudar o período helenístico no nordeste da Síria

André Tomé, investigador do Centro de Estudos em Arqueologia, Artes e Ciências do Património (CEAACP), da Universidade de Coimbra, acaba de ganhar uma bolsa do Harvard Museum of the Ancient Near East, nos Estados Unidos da América, com o projeto de trabalho “Tell Beydar (1992-2010) – A Seleucid-Parthian Settlement in Northeastern Syria”, coordenado pela professora Maria da Conceição Lopes.

Com a duração de dois anos, a bolsa foi obtida num concurso internacional no âmbito de um programa que financia estudos e publicações arqueológicas – White Levy Program for Archaeological Publications –, gerido pela Universidade de Harvard.

O trabalho distinguindo retoma um importante projeto da Universidade de Coimbra que decorreu na Síria entre 2008 e 2010. Na altura, a equipa de Maria da Conceição Lopes participou ativamente nos trabalhos de investigação no terreno, criando importantes sinergias e a possibilidade de, a longo prazo, estudar um importante acervo de um período compreendido entre o século III a.C. e o século I d.C., ainda pouco conhecido, contrastando com o que se conhece da cidade do III milénio.

«Com o apoio do CEAACP, decidimos candidatar o estudo e a publicação de um conjunto de dados novos referentes à época helenística de Tell Beydar, um sítio arqueológico com mais de cinco mil anos que é essencialmente conhecido por ser das primeiras grandes cidades da Alta Mesopotâmia, onde surgiram, por exemplo, algumas das primeiras tabuinhas com escrita cuneiforme encontradas na Síria», descreve André Tomé.

Mais especificamente, «pretendemos finalizar os trabalhos iniciados e trazer a discussão aquele que é um dos acervos mais importantes para o conhecimento desta época. Perceber os processos de hibridização entre comunidades indígenas e as novas influências gregas, ou qual a forma de organização destes territórios e da sua exploração nos séculos após as conquistas de Alexandre o Grande, são algumas questões a que procuraremos responder», clarifica o investigador do CEAACP.

Aos trabalhos de investigação foi atribuída uma bolsa no valor de 30 mil dólares. A publicação que daí resultará será assegurada pelo Centro Europeu para os Estudos da Alta Mesopotâmia (ECUMS).

Cristina Pinto

Câmara de Águeda promove quatro estágios PEPAL

 Processo de candidatura, que pode ser consultado na página do Município na Internet, está a decorrer até ao próximo dia 30 de março.

A Câmara Municipal de Águeda tem em curso um processo de candidaturas para recrutamento e seleção de quatro estagiários/as, no âmbito da 6.ª edição do PEPAL - Programa de Estágios Profissionais na Administração Local – 2.ª Fase.

Os estágios têm a duração de 12 meses e destinam-se a jovens que tenham até 30 anos e possuam uma qualificação correspondente, pelo menos, ao nível 6 (Licenciatura).

Os interessados podem candidatar-se a estágios nas áreas seguintes áreas: Arquitetura (mais em específico na arquitetura paisagista para o embelezamento do espaço público); Direito (elaboração de minutas de contratos, acordos e protocolos, bem como elaboração de informações e pareceres jurídicos e demais apoio jurídico às unidades orgânicas e serviços do Município), Proteção Civil (para apoio às atividades decorrentes do Serviço Municipal de Proteção Civil); e Proteção e Saúde Animal (participando na organização dos processo de esterilização de animais, entre outros).

As candidaturas decorrem até ao próximo dia 30 de março de 2021, através da plataforma disponibilizada na página eletrónica do Município de Águeda, podendo ser acedida em https://www.cm-agueda.pt/pages/48?news_id=2270.

Refira-se que o Programa de estágios PEPAL tem o objetivo de proporcionar o desenvolvimento de uma experiência prática em contexto de trabalho a um leque mais abrangente de destinatários, potenciando a respetiva empregabilidade.

Plataforma Empresarial Alvaiázere+ recebe Programa de Aceleração focado na sustentabilidade


A iniciativa, promovida pela Plataforma Empresarial Alvaiázere+ e dinamizada pelos Territórios Criativos, pretende apoiar empreendedores com projetos na área do turismo ou produtos endógenos.

O Programa de Aceleração Alvaiázere+ aposta na promoção de produtos endógenos e projetos de turismo no centro do país. O objectivo do programa é encontrar ideias inovadoras que tenham como base a sustentabilidade e apoiar na estruturação da ideia de negócio dos mesmos.

As 10 ideias seleccionadas receberão, ao longo de dois bootcamps, acesso a formação, mentorias e acesso a uma vasta rede de contactos, desde especialistas em turismo sustentável a potenciais investidores.

A equipa dos Territórios Criativos irá dinamizar ainda sessões de divulgação ao longo do mês de Março e um Mentorship Day - gratuito mas com inscrição prévia e vagas limitadas - para apresentar o programa e desafiar empreendedores a partilharem as suas ideias para um Turismo, e país, mais sustentável.

'Queremos transformar os territórios do interior em espaços cada vez mais empreendedores, criativos e inovadores. E isto faz-se qualificando a oferta turística, adaptando-a à realidade do território, e preparando empreendedores para que saibam aproveitar o aumento de procura turística no interior de Portugal na sequência da pandemia', afirma Luís Matos Martins, CEO dos Territórios Criativos.

As candidaturas estão abertas até 9 de abril e podem ser feitas através na seguinte página: http://bit.ly/bootcampalvaiazere

Agenda do programa
Candidaturas: até 9 Abril 2021

Sessão de Divulgação: 'Introdução ao Good Business Model': 29 de Março 2021
1º Mentorship Day (aberto ao público): 5 Abril 2021
1º Bootcamp Online: 16 e 17 Abril 2021
2º MentorshipDay: 7 Maio 2021
2º Bootcamp e Apresentação Final dos Projectos (@Alvaiázere): 14 e 15 Maio 2021


PSP e GNR detiveram 911 pessoas durante um ano de pandemia

A PSP e a GNR detiveram 911 pessoas, 303 das quais por desobediência ao confinamento obrigatório, e encerraram 3.882 estabelecimentos desde o início da pandemia, em março de 2020, segundo dados do Ministério da Administração Interna (MAI).

Há ainda registo de 56 multas por recusa em realizar o teste SARS-CoV-2.

Além de terem encerrado 3.882 estabelecimentos entre 19 de março de 2020 e 15 de março deste ano, estas duas forças de segurança suspenderam a atividade de 243.

Desde que começou a pandemia em Portugal, em março de 2020, já foram decretados 13 estados de emergência, e, entre maio e novembro de 2020, três situações de calamidade, outras três de contingência e dois de alerta, sendo algumas delas em apenas algumas regiões.

Nos primeiros três estados de emergência e que corresponderam ao primeiro confinamento, até 02 de maio de 2020, foram detidas 125 pessoas por desobediência ao confinamento obrigatório e encerrados 2.418 estabelecimentos.

Desde 15 de janeiro deste ano, quando começou o segundo confinamento e se registou o maior numero de mortos e casos diários de covid-19, foram detidas 248 pessoas por desobediência ao confinamento obrigatório e encerrados 465 estabelecimentos, sendo o período de estado de emergência entre 15 de fevereiro e 01 de março aquele que registou o maior número de detenções. (172).

Lusa

GRANDEZAS INCOMENSURÁVEIS DE SÃO JOSÉ

Comentários sobre as excelências peculiares da vocação incomparável do escolhido para esposo de Maria e pai adotivo de Jesus, sua altíssima nobreza e a santidade 

  • Renato Murta de Vasconcelos

Omês de março é dedicado na liturgia católica a São José, o esposo castíssimo de Maria, cuja festa se celebra no dia 19. Os teólogos, em grande número, são unânimes em declará-lo o maior de todos os santos depois da Virgem Santíssima. Na Encíclica Quamquam Pluries (agosto de 1899), Leão XIII o proclamou patrono e defensor da Igreja universal e dos cristãos.

Hoje, no auge do processo de autodemolição da Igreja e descristianização do Ocidente, seu auxílio e sua proteção se tornam cada vez mais necessários. Neste sentido, a devoção a ele é mais atual do que nunca. Dentre suas incontáveis qualidades morais, refulge de modo especial a virtude da pureza, tão odiada pela Revolução gnóstica e igualitária. Insondavelmente puro, São José foi escolhido por Deus para esposo e guardião castíssimo de Maria e pai adotivo de Jesus. Privilégios estupendos, que lhe conferem um lugar único na ordem do universo e na história da salvação.

Jacó gerou José, esposo de Maria

São José, pai adotivo de Jesus
– Miguel Cabrera, séc. XVIII.
 Museu Nacional do Virreinato,
 Tepozotlán (México).

Cornélio a Lapide, o famoso exegeta jesuíta do século XVII, analisando o Evangelho de São Mateus (Mt 1, 16 ss), e apoiado no ensinamento de Padres da Igreja, santos e teólogos, comenta a vocação incomparável de São José.

Pode-se perguntar inicialmente por que a geração de Cristo é apresentada no Evangelho de São Mateus por meio da genealogia de José, tendo em vista que Jesus Cristo não era Filho de José, mas da Virgem Maria. Argumenta-se que Ela poderia casar-se com um homem de outra tribo, como ocorreu com sua prima Isabel, que era da tribo de Judá e se casou com o sacerdote Zacarias, da tribo de Levi.

De fato, as mulheres judias podiam se casar em outra tribo. Mas elas mesmas, na falta de herdeiros do sexo masculino, se tornavam herdeiras de seus pais, e nesse caso eram obrigadas a se casar com homens de sua própria tribo e família, para que sua herança não passasse por casamento para outra tribo (cf. último capítulo de Números, vers. 7). São Joaquim, o pai da Santíssima Virgem, não tinha filhos varões, fato que São Mateus omite por ser algo perfeitamente conhecido na época em que escreveu. Era um dever de Maria, portanto, casar-se com um varão de sua própria tribo e família, ou seja, José. Assim a genealogia de São José se tornou a genealogia da Santíssima Virgem, e consequentemente de Cristo Senhor Nosso. Ademais, os Padres ensinam universalmente que José e Maria eram da mesma tribo e família.

São José, legítimo pai de Jesus Cristo

Ademais, São Mateus apresenta a genealogia de Nosso Senhor Jesus Cristo a partir de José, e não de Maria, em primeiro lugar porque entre os judeus e outros povos a genealogia costuma ser traçada a partir de pais e maridos, não de mães e esposas. Em segundo lugar porque José, legítimo pai de Cristo, que era o herdeiro do trono e do cetro de Davi, não o era por meio de Maria, mas de José, de acordo com a promessa de Deus a David (2 Sam. 7, 12; Ps. 88 e 131).

O cetro de Judá repousou, portanto, sobre Jesus Cristo, não apenas pela promessa e dom de Deus, mas pelo direito de sucessão hereditária. Porque, se por direito comum os filhos sucedem à herança de seus pais, bastando para tal serem considerados seus filhos pela reputação comum, tanto mais era Cristo herdeiro de José, seu pai, visto que era Filho de sua Esposa, pelo poder e obra do Espírito Santo! Portanto, José tinha o direito paterno sobre Cristo. Na verdade, tinha todos os direitos que os pais têm sobre os filhos. Por outro lado, Cristo possuía em relação a José todos os direitos que os filhos têm em relação aos pais. Ele detinha, portanto, o direito ao trono de Israel após a morte de José. Daí a pergunta dos Reis Magos (Mt. 2, 2): “Onde está o Rei dos Judeus, que acaba de nascer?”

São Mateus apresenta a genealogia de Nosso Senhor Jesus Cristo a partir de José, e não de Maria, porque entre os judeus e outros povos a genealogia costuma ser traçada a partir de pais e maridos, não de mães e esposas. [Quadro: Casamento de Nossa Senhora e São José, Igreja de Notre-Dame de Recouvrance (Restabelecimento). Orleans, França. / Foto: Frederico Viotti].

Restaurador do cetro de Judá

Era o que quis demonstrar São Mateus, que, como diz Santo Agostinho, insiste na realeza de Cristo. E isso explica o porquê de ele traçar a genealogia de José, em vez da progênie de Maria. Ela não poderia ser a herdeira do trono enquanto sobrevivessem os herdeiros do sexo masculino, como José e outros. Como consequência, é preciso afirmar também que o pai e outros ancestrais de José eram primogênitos, ou pelo menos os filhos mais velhos sobreviventes de seus pais, de modo que o direito de reinar recaiu sobre eles.

É isso que o primeiro capítulo de São Lucas explicita com as palavras: “E o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai David”. Assim também em Gen. 49, 10: “O cetro não será tirado de Judá, nem o príncipe da sua descendência, até que venha aquele que deve ser enviado”; ​​isto é, Cristo devia restaurar o cetro a Judá, iniquamente tirado por Herodes; e na realidade devia elevar seu reino a uma grandeza muito mais alta, tornando-o espiritual em vez de corporal, celestial em vez de terrestre, e eterno em vez de temporal.

Incomparável dignidade de José e Maria

Imagem de São José
na antiga igreja de São Patrício,
 em Ann Arbor, Michigan (EUA)

É preciso notar a expressão José, marido de Maria. O árabe traduz como o esposo de Maria. Disto podemos deduzir que São José tinha todos os direitos de um verdadeiro esposo em relação à Virgem, por conseguinte é justa e verdadeiramente chamado pai de Cristo, segundo comenta Santo Agostinho.

1. Cristo pode ser considerado fruto do casamento de José e Maria, porque nasceu no casamento, embora não do casamento. A filiação pode ser atribuída, portanto, ao pai e à sua mãe.

2. Visto que o homem e sua mulher se tornam um pelo casamento – ou seja, como se fossem apenas uma pessoa aos olhos da lei – eles têm tudo em comum, e assim todos os seus filhos são legítimos. Assim, Cristo era o Filho da Virgem Mãe de Deus e era também Filho de José, que era esposo de Maria, e portanto o companheiro de todas as suas honras e bênçãos. José era mais verdadeiramente pai de Cristo do que alguém, quando adota um filho, é pai desse filho. Ele era pai de Cristo, não por adoção mas por casamento. Portanto, segue-se que José tinha a autoridade de um pai sobre Cristo, portanto a maior solicitude e afeição por Ele. E Cristo, em troca, amou e honrou José como a um pai, e lhe foi obediente, como está claro em Lucas 2, 51. Como diz Gerson, “Esta sujeição marca ao mesmo tempo a indescritível humildade de Cristo e a incomparável dignidade de José e de Maria”.

3. Cristo pertencia propriamente à família de José, pois pertencia à família de sua mãe, como sua própria mãe pertencia à de José. Nesta família nobilíssima, divina e celestial, o pai e governante era José; a mãe, a Virgem Santíssima; o filho, Cristo. Nesta família estavam as três pessoas mais excelentes de todo o mundo: primeiro Cristo, Deus e homem; em segundo lugar a Virgem Mãe de Deus, mais intimamente unida a Cristo; e em terceiro lugar José, o pai de Cristo pelo casamento.

Altíssima nobreza e santidade do esposo de Maria

Muitos dos sábios deste mundo, e mesmo a maior parte dos homens, pensam em José apenas como um carpinteiro pobre e desprezado. Porém é bom ter em mente que ele era ‘Filho de David’, como vimos, e isso não é dizer pouco. Quanto mais desprezado e desconhecido ele foi na Terra, tanto maior é a sua glória no Céu. O Papa Gregório XV decretou que sua festa fosse celebrada por toda a Igreja no dia 19 de março. Esta é uma honra bem merecida, pois grandes eram suas prerrogativas, seu cargo e sua dignidade acima de todos os outros homens.

1. José foi esposo da Santíssima Virgem e pai de Cristo. Foi, portanto, cabeça e superior tanto da Virgem quanto de Cristo enquanto homem.

2. Como conclusão, havia um amor e uma reverência singulares por parte da Santíssima Virgem e de Cristo para com José. Donde Jean Gerson, Chanceler da Universidade de Paris (Serm. de Nativ. BVM), exclamar: “Ó José, quão maravilhosa é a tua exaltação, quão incomparável a tua dignidade, pois a Mãe de Deus, a Rainha do Céu, a Senhora do mundo, não desdenhou chamar-te de senhor!”. São Gregório Nazianzeno (Orat. 11), para enaltecer a excelência do marido de sua irmã Gorgônia, nada de melhor encontra para isso do que mencionar que ele era seu marido: “Deseja que eu descreva o homem? Ele era seu marido, e não sei o que mais acrescentar”. Pode-se dizer o mesmo de São José: ‘Quer saber quem e quão grande ele foi? Ele era o esposo da Mãe de Deus!’

3. O ministério e o ofício de São José foram muito nobres, no que diz respeito à ordem da união hipostática do Verbo com a nossa carne. Pois exerceu todos os seus labores e ações na proximidade imediata da Pessoa de Cristo. Ele nutriu, educou e protegeu Cristo, e Lhe ensinou sua arte de carpinteiro, segundo a opinião comum dos Doutores. Francisco Suárez diz a este respeito: “Existem alguns ofícios que pertencem diretamente à ordem da graça, e nisto os Apóstolos ocupam a posição mais elevada, portanto precisam de maior assistência da graça do que todos os outros. Existem também outros ofícios que pertencem à ordem da união hipostática, a qual em seu gênero é uma ordem superior, como fica claro na maternidade divina na Santíssima Virgem. Nesta ordem São José exerceu seu ministério” (3ª parte. Quæst. 29, disp. 8, seção 1).

4. José, por sua convivência familiar e constante com Cristo e a Santíssima Virgem, tornou-se participante de seus segredos divinos, e diariamente via e imitava suas virtudes sublimes.

5. José era um varão de altíssima santidade, dotado por Deus de dons singulares, tanto da natureza como da graça; de modo que em sua época não havia homem mais santo ou mais digno de esposar a Mãe de Deus. Donde Suárez apresentar como provável que José fosse superior aos apóstolos e a João Batista em graça e glória, porque seu ofício era mais excelente do que o deles: ser pai e governador de Cristo é mais do que ser pregador e precursor. E acrescenta que ele já estava maduro quando desposou a Santíssima Virgem. Tendo morrido antes da crucifixão, por isso na Paixão de Cristo nenhuma menção lhe é feita. Ele ressuscitou com Cristo, juntamente com outros patriarcas, dos quais é feita menção em Mat. 27, 52: “Ressuscitaram muitos corpos de santos que dormiam”.

Essas excelências peculiares do excelso esposo de Maria são bem expressas nos qualificativos que lhe são atribuídos na bela ladainha aprovada pela Igreja: “São José, ilustre filho de Davi, luz dos patriarcas, Esposo da Mãe de Deus, guarda da Virgem pura, nutrício do Filho de Deus, zeloso defensor de Cristo, chefe da Sagrada Família, justíssimo, castíssimo, prudentíssimo, fortíssimo, obedientíssimo, fidelíssimo, espelho de paciência, amador da pobreza, exemplo dos trabalhadores, honra da vida doméstica, custódio das virgens, amparo das famílias, alívio dos miseráveis, esperança dos enfermos, padroeiro dos moribundos, terror dos demônios, protetor da santa Igreja”.

ABIM

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Fonte: Revista Catolicismo, Nº 843, Março/2021.

Dia Mundial da Poesia assinalado em formato digital


A Rede de Bibliotecas de Anadia vai assinalar o Dia Mundial da Poesia, que se celebra a 21 de março, com a iniciativa “A poesia anda nas ruas de Anadia - online”. Esta ação, que decorrerá entre 21 e 28 de março, tem como intuito sensibilizar a comunidade para a importância e beleza deste género literário.

Neste ano atípico, devido ao contexto pandémico e à semelhança de outras iniciativas, as comemorações vão decorrer em formato online, através das plataformas digitais do Município de Anadia (Facebook e Youtube), onde serão transmitidos pequenos vídeos com poemas.

Cada vídeo, com a duração de cerca de 2 minutos, contemplará a leitura de um poema por cada biblioteca ou entidade. Os poemas selecionados são da autoria de poetas e poetisas naturais e/ou residentes no concelho de Anadia, nomeadamente Albino Silva, Maria do Céu Castelo-Branco, Vanda Paz, Armando Pereira, Joana Alferes e Manuel Alves. Com as oito publicações pretende-se, assim elogiar a poesia e os poetas locais.

quinta-feira, 18 de março de 2021

CANTANHEDE | PROJECTO “ENCERRADA, MAS DE PORTA “ABERTA” CONTINUA A APOIAR QUEM MAIS PRECISA

 

Continuando a missão para que foi criado, na sequência da declaração do estado de emergência implementado pelo Governo da Nação, através da Direção Geral de Saúde, o projecto de âmbito social, “Encerrada, mas de porta aberta”, que a Direcção Geral da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, implementou, de forma a diminuir as dificuldades de algumas famílias mais vulneráveis, continua ao longo destes meses, diariamente no período da manhã, a distribuir os bens alimentares pelas suas famílias.

Para além dos bens alimentares, o projecto contempla ainda a disponibilização, sempre que necessário, de diversos bens para higiene pessoal, bem como diversos acessórios e utensílios de puericultura para bebés e crianças.

Conhecendo ao longo dos primeiros dias de implementação do referido projecto, uma maior procura, que obrigou a Direcção Geral da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, a encontrar novos parceiros, para poder responder a essas solicitações, não deixou de continuar a contar com o apoio da Loja Well's, Continente/Modelo de Cantanhede, Grupo Os Mosqueteiros e Padaria 5 de Outubro, que continuam, através do aproveitamento dos seus excedentes, que se encontrem em perfeitas condições para consumo e uso, a disponibilizar diariamente os referidos bens .

Implementando as medidas de segurança e proteção, determinadas pela DGS, a Sociedade Columbófila, através do desígnio “encerrada, mas de porta aberta”, continua a atenuar desta forma, as dificuldades surgidas nesta fase mais difícil que as famílias estão a conhecer.

Este projecto que tem como principal objetivo, a exclusiva finalidade de continuar a prover necessidades sociais prementes e que atingem grupos sociais carenciados.