quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Novo livro de Lobo Antunes, “Diccionario da Linguagem das Flores”, editado dia 13

O novo livro de António Lobo Antunes, "Diccionario da Linguagem das Flores", protagonizado pelo comunista Júlio Fogaça, é publicado no próximo dia 13 de Outubro, anunciou hoje a editora.

Júlio Fogaça (1907-1980) foi membro do secretariado do Partido Comunista Português, preso e deportado para Colónia Penal do Tarrafal, na ilha cabo-verdiana de Santiago, na época território ultramarino português.

Sobre a obra, as Publicações D. Quicote adiantam: "Ao longo de 24 capítulos, numa escrita disruptiva a que Lobo Antunes já nos habituou, o leitor é levado a interrogar-se sobre a verdadeira identidade desse protagonista", abordando "temas como o tempo, a memória e a identidade, caros ao autor, estão também presentes neste livro".

"Todavia, a verdadeira pedra angular da narrativa é a descoberta de um livro antigo, que está na origem do título do romance, e que origina uma surpreendente oscilação gráfica entre o português atual e o português do final do século XIX", segundo a editora.

Este é o 36.º título do autor de 78 anos, contando com cinco livros de crónicas.

Natural de Lisboa, António Lobo Antunes estudou na Faculdade de Medicina de Lisboa e especializou-se em Psiquiatria, que exerceu durante vários anos.

Mobilizado para o serviço militar, em 1970, embarcou para Angola no ano seguinte e regressou a Lisboa em 1973.

No final da década de 1970, inicia a sua produção literária, com a publicação dos romances "Memória de Elefante" e "Os Cus de Judas", em 1979, seguindo-se "Conhecimento do Inferno" (1980), livros "marcadamente biográficos, e muito ligados ao contexto da guerra colonial".

"Dicionario da Linguagem das Flores" sucede a "A Outra Margem do Mar", editado no ano passado.

"Todo o seu trabalho literário tem sido, ao longo dos anos, objeto dos mais diversos estudos, académicos ou não, e dos mais importantes prémios, nacionais e internacionais", referem as Publicações D. Quixote, lembrando que a sua obra encontra-se traduzida "em inúmeros países".

Lusa

COLUMBÓFILA ENVIA O 17º CONTENTOR PARA CABO VERDE


A Direcção Geral da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, concretizou recentemente o envio de mais um contentor de 20 pés para Cabo Verde, com destino à Acrides – Associação de Crianças Desfavorecidas, para apoiar as famílias mais carenciadas daquela Associação. 

Num gesto digno de grande alcance solidário, os administradores Manuel e Alcides Simões, da SESIS, sediada na cidade da Praia em Cabo Verde, conjuntamente com alguns dos seus parceiros, nomeadamente, Raio, MBA-Moveis Baltazar Abrantes, Industria de Mobiliário, SA, Mobseating - Industria de Cadeiras Metálicas, Ldª, Cadeinor, Actiu Berbegal y Formas, SA, Cooperativa Agrícola da Tocha e Seixas & Simões, através da parceria estabelecida já há alguns anos com a Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, vão ser distribuídas dezenas de “cestas básicas” nomeadamente arroz, açúcar, feijão, óleo, atum, sal, massas, salchichas, bolachas, margarina, leite, dentífricos, shampoo, detergente, gel de banho, papel higiénico e água pelas famílias carenciadas apoiadas, por esta Associação. 

Associaram-se a esta iniciativa da SESIS, que custeou o transporte dos bens, um conjunto muito significativo de famílias que doaram vestuário, calçado, brinquedos, mobiliário, livros, manuais escolares, entre outros. 

Igualmente associou-se a esta iniciativa e a exemplo do que tem vindo a efectuar ao longo destes anos, que o projecto . de Partida !, tem colaborado com várias entidades de Cabo Verde, o Grupo Mosqueteiros, sediado na cidade de Cantanhede, que igualmente disponibilizou, louças, produtos de higiene pessoal, livros, material escolar e muitos outros e variados bens do seu ramo de negócio, sem qualquer utilização anterior e a Glamourosa, Loja de Moda, Lingerie e Acessórios, que ofereceu um conjunto muito significativo de vestuário para bebé, sem qualquer utilização anterior, contando igualmente com o apoio logístico do Município de Cantanhede, que sem essa colaboração, traria grandes dificuldades à concretização deste projecto de cooperação solidária. 

Lurdes Silva, Presidente da Direcção Geral, após cumpridas as formalidades exigidas pelo transitário agradeceu a presença de Manuel Simões administrador da Sesis e de Luis Teixeira, responsável logístico pela base dos Mosqueteiros, que estiveram no fecho do contentor, bem como o contributo que todas as entidades e pessoas, deram ao projecto, referindo-se a generosidade do Município de Cantanhede, que desde o envio do primeiro contentor, tem garantido o enquadramento logístico da respectiva carga, permitindo dessa forma continuar a acalentar o “sonho” solidário, que a sua Associação está a desenvolver em Cabo Verde, continuando a permitir implementar esta cooperação de uma forma diferenciadora daquilo que se conhece em projectos idênticos. 

PALESTRA EVOCATIVA AO DR. LOURENÇO PEIXINHO

 

No âmbito da exposição “Avenida: Uma História Com Futuro” – a mostra documental que desvela 100 anos de decisão política, de estratégia urbana e de memória coletiva – que está patente no edifício da Assembleia Municipal – realiza-se esta sexta-feira, dia 02 de outubro, pelas 18h00, no Edifício da Antiga Capitania, a palestra evocativa ao Dr. Lourenço Simões Peixinho, enquanto médico e Presidente da Câmara Municipal de Aveiro (1918 – 1942).

Na palestra, o orador António Peixinho, neto do homenageado, revelará algumas curiosidades e facetas peculiares desta individualidade singular. Lourenço Peixinho concretizou o progresso e modernidade urbanística em Aveiro, quando perspetivou obras assinaláveis como o aterro do Côjo, outrora local insalubre, e a abertura do eixo estruturante da Cidade que é hoje a Avenida, que liga a Estação de Caminho de Ferro ao Centro da Cidade.

As inscrições terão de ser prévias e estão limitadas a 12 pessoas.

Podem ser obtidas mais informações através do n.º de telefone 234 406 485 ou endereço de e-mail museucidade@cm-aveiro.pt .


 OUTUBRO DIVERSIFICADO NO TEATRO AVEIRENSE

Cristina Branco, Márcia e Victor Hugo Pontes entre os destaques; Regresso dos festivais CRIATECH e PRISMA -

A Câmara Municipal de Aveiro (CMA) dá a conhecer a programação do Teatro Aveirense para o mês de outubro, em que se destaca o espetáculo “Drama”, de Victor Hugo Pontes, e os concertos de Cristina Branco, Márcia e Glockenwise.

O mês de outubro é também sinónimo de regresso da Aveiro Tech Week, semana em que se realizam os festivais CRIATECH (dias 12 a 18) e PRISMA (dias 16 e 17), organizados pela CMA com a produção do Teatro Aveirense, assim como o evento TECHDAYS (dias 12 a 18). Trata-se de uma iniciativa dedicada à arte e tecnologia, com três perspetivas diferentes sobre estas matérias. O CRIATECH procura o encontro entre a criatividade digital, a tecnologia e o património, enquanto o PRISMA consiste num roteiro de instalações de luz que se estende pelo centro de Aveiro. Os dois eventos contam com nomes de relevo mundial entre os seus convidados.

Também a dança estará em destaque na programação de outubro do Teatro Aveirense. Nesta área, conte-se com “Drama”, um espetáculo de Victor Hugo Pontes desenvolvido com a comunidade. O seu ponto de partida é a obra “Seis Personagens à Procura de Um Au¬tor” (1921), de Luigi Pirandello, numa pesquisa em torno das fronteiras que separam (ou não) o teatro e a dança, a palavra e o movimento.

Na música, os primeiros a subir ao palco são os Glockenwise, numa nova sessão do ciclo Novas Quintas. Trazem ainda o embalo do álbum “Plástico”, o quarto disco que gravaram e o primeiro totalmente cantado em português. Ao rock vitaminado de outros tempos acrescentam agora melodias memoráveis, numa evolução bem recebida pelo público e pela crítica.

Para o dia 10 de outubro fica reservado o concerto de Cristina Branco, numa apresentação do seu álbum mais recente, “Eva”. Trata-se de um disco no qual a cantora assina a produção musical com os seus músicos e que conta com composições de nomes da atualidade musical portuguesa, como Francisca Cortesão, Pedro da Silva Martins e Luís José Martins, Márcia, Filipe Sambado e Kalaf Epalanga, entre outros.

No dia 30 de outubro, sobe ao palco uma das figuras mais destacadas da composição musical portuguesa: Márcia. Com o seu último disco conquistou o Prémio José da Ponte, da Sociedade Portuguesa de Autores, bem como nomeação para os Globos de Ouro da SIC / Caras para a música "Tempestade".

Figueiró dos Vinhos | FLII – Palavras de Fogo 2020: “A arte e a cultura como reanimadores de uma região e de um povo”


O Festival Literário Internacional do Interior (FLII) – Palavras de Fogo, promovido pela Arte-Via Cooperativa em parceria com diversas instituições e municípios, incluindo Figueiró dos Vinhos, vai já no seu terceiro ano de concretização!

A edição de 2020, sob a temática “A arte e a cultura como reanimadores de uma região e de um povo”, será dedicada a duas emblemáticas e incontornáveis personalidades da cultura portuguesa: Maria de Lourdes Pintasilgo, engenheira química, ativista social, cultural e da política portuguesa, e única mulher a desempenhar o cargo de primeira-ministra em Portugal; e a Fernando Namora, médico e escritor português, com uma vasta obra literária amplamente divulgada e traduzida, sobretudo nos anos 70 e 80.

O FLII – Palavras de Fogo, que se realiza, este ano, entre os dias 8 e 12 de outubro, em 7 concelhos dos distritos de Coimbra e Leiria (Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Arganil, Miranda do Corvo, Lousã, Pedrógão Grande e Pampilhosa da Serra), assume-se como “um festival de causas”, que pretende envolver todos os agentes de desenvolvimento, de todos os municípios participantes e todos os talentos locais, em todas as atividades a realizar em simultâneo: ações de formação, concurso, palestras, ‘workshops', leituras, feiras do livro, espetáculos, multimédia, performances, instalações, exposições, para e com todos os públicos de todas as faixas etárias.

Em Figueiró dos Vinhos, haverá lugar, não só, a palestras dedicadas à vida e obra dos homenageados deste ano, bem como a possibilidade de conhecer os manuscritos dos escritores figueiroenses Alcides Martins (“Sonetos”) e Sérgio Godinho (“7 Factos”), ou mesmo assistir ao documentário “A Máscara de Cortiça” de Tiago Cerveira e deliciar-se com os encontros musicais de Mabel Cavalcanti e Zety Zety. No nosso concelho, a ambiência FLII 2020 prolongar-se-á um pouco mais com a exibição das exposições de homenagem a Maria de Lurdes Pintasilgo e Fernando Namora, a acontecer em novembro, na Biblioteca Municipal Simões de Almeida (Tio).

O III Festival Literário do Interior será, ainda, palco do lançamento do livro vencedor da 1.ª edição do Prémio Literário FLII - Palavras de Fogo, patrocinado pela Direção Regional de Cultura do Centro.

Razões imensas para assistir e participar naquele que é o festival de homenagem ao Interior e à cultura portuguesa, este ano, com todo o respeito pelas normas de higiene e segurança preconizadas pelas autoridades de saúde, nomeadamente, uso obrigatório de máscara em espaços fechados, desinfeção das mãos e distância de segurança, tudo para que todos possam usufruir plenamente de mais um FLII – Palavras de Fogo.

Município de Cantanhede promove sexta edição do Prémio Literário Carlos de Oliveira

Prazo de entrega das obras concorrentes termina a 27 de novembro

No próximo dia 27 de novembro termina o prazo de entrega de obras concorrentes à sexta edição do Prémio Literário Carlos de Oliveira, iniciativa promovida pelo Município de Cantanhede para estimular a criação literária no âmbito de uma homenagem a um dos grandes escritores portugueses da segunda metade do século XX. Este concurso terá especial expressão em 2021, ano em que se comemora o nascimento do autor de Uma Abelha na Chuva e Finisterra, efeméride que será assinalada pela autarquia cantanhedense com uma programação vasta e diversificada.

O vencedor do Prémio Literário Carlos de Oliveira será contemplado com uma verba pecuniária de 5.000 euros, integralmente suportada pela Câmara Municipal, que assegurará também os custos decorrentes da edição da obra premiada.

O certame literário é aberto à participação de autores de qualquer dos países de língua oficial portuguesa, que podem concorrer com apenas uma obra, inédita e não editada, em prosa narrativa (conto ou romance). Os originais – mínimo de 120 páginas em formato A4, com o texto processado em letra Times New Roman em corpo 12 e entrelinha a 1,5 espaço –, deverão ser remetidos, até 27 de novembro, para a seguinte morada: Escola Básica Conde Ferreira / Largo Conselheiro Ferreira Freire / 3060-201 Cantanhede

Nos termos do regulamento disponível para consulta em https://www.cm-cantanhede.pt/mcsite/Media/upload/2018/201871716476_RegulamentoPreMioCarlosOliveira.pdf , cada concorrente terá de entregar a obra assinada sob pseudónimo em cinco exemplares devidamente encadernados dentro de um sobrescrito que deverá conter ainda um outro envelope fechado e lacrado, dentro do qual deve estar a identificação e a morada do autor e no exterior, apenas e só, o pseudónimo correspondente.

Constituído por cinco elementos, o júri é presidido pelo vice-presidente da Câmara Municipal, Pedro Cardoso, titular do pelouro da Cultura, e integra o Professor Doutor Osvaldo Silvestre, em representação de Paula de Oliveira, sobrinha do escritor, o Professor Doutor Fernando Baptista, indicado pela Associação Portuguesa de Escritores, o Professor Doutor António Apolinário Lourenço, na qualidade de académico dedicado ao estudo de Carlos de Oliveira, e o Prof. Doutor António Pedro Pitta, a convite do Município.

O resultado do concurso será divulgado durante a primeira quinzena de julho de 2021, e a entrega do prémio será efetuada em cerimónia pública no decurso das comemorações do Feriado Municipal de Cantanhede, em 25 de julho de 2021.

Na última edição, o livro vencedor foi A Epopeia do Espírito Santo, da autoria de António Breda Carvalho, professor da Mealhada com vasta obra literária editada, além de estudos regionais.

Anteriormente, o Prémio Literário Carlos de Oliveira havia sido já atribuído a “A estrambótica aventura do senhor Martius Von Gloeden, o Caçador de Orquídeas” de Carlos Roberto Loiola, escritor e juiz na cidade brasileira de Belo Horizonte, a “Crime e Revolução”, do historiador, escritor e poeta brasileiro Carlos Roberto da Rosa Rangel, a “O Novíssimo Testamento”, do escritor Mário Lúcio Sousa, ex-ministro da cultura de Cabo Verde, e a “Quase Tudo Nada”, de Arsénio Mota, escritor, jornalista, cronista, poeta, ensaísta, tradutor e editor.

Carlos de Oliveira

Carlos de Oliveira nasceu em Belém do Pará, no Brasil, a 10 de agosto de 1921. Regressado a Portugal, juntamente com os pais, aos dois anos de idade, Carlos de Oliveira passou grande parte da sua infância no concelho de Cantanhede, inicialmente na Camarneira e depois em Febres, onde seu pai exercia medicina. A partir de 1933, passou a viver em Coimbra, onde permaneceu durante quinze anos, a fim de concluir os estudos liceais e universitários. Em 1941, ingressou na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, onde teve participação muito ativa nos movimentos intelectuais e políticos com outros jovens, entre os quais Joaquim Namorado, João Cochofel e Fernando Namora.

Depois de ter concluído a licenciatura em Ciências Histórico-Filosóficas, instalou-se definitivamente em Lisboa, semcontudo deixar de visitar regularmente Coimbra e a Região da Gândara, onde viveu a sua infância e cujo território é o cenário preferencial da sua obra narrativa e também referência constante na sua poesia.

É autor de diversas obras em diferentes géneros literários. Uma Abelha na Chuva (1953), Casa na Duna (1943), Finisterra. Paisagem e Povoamento (1978), Pequenos Burgueses (1948) e Alcateia (1944) são os seus romances mais conhecidos, enquanto na poesia são referência Mãe Pobre (1945), Descida aos Infernos (1949), Terra de Harmonia (1950), Cantata (1960), Sobre o Lado Esquerdo (1968), Micropaisagem (1968) e Entre Duas Memórias (1971). Publicou ainda contos e crónicas, com destaque para A Pequena Esperança (1946) e O Aprendiz de Feiticeiro (1971). Faleceu em Lisboa a 1 de Julho de 1981.

15.ª Edição do Estarrejazz – Festival de Jazz de Estarreja

 O Estarrejazz marca, mais uma vez, o início da época outonal no Cine-Teatro de Estarreja, com destaque para o convidado especial Camané, em palco com o trio de Paulo Bandeira (9 de outubro) um dos quatro grandes concertos deste festival, que arranca já esta sexta-feira, dia 2 de outubro.

     

Mas na abertura desta 15.ª edição do festival, dois “nomes sagrados” do panorama jazzístico nacional, Carlos Barretto, contrabaixo, e Alexandre Frazão, bateria, juntam-se ao pianista Rui Caetano, para apresentar o último disco deste, “Output”, num concerto de abordagens e estilos variados, prometedor, que acontece esta sexta-feira, dia 2 de outubro, às 21h30.

O dia seguinte, sábado, 3 de outubro, tem o toque ibérico, com o quarteto do percussionista rítmico Iván Sanjuán, do país vizinho, numa viagem pelo jazz contemporâneo, o bop e a música africana, com Joaquín de la Montaña, saxofone, Pedro Calero, piano, e Enrique Tejado, contrabaixo, como companheiros de percurso.

No dia 9, sexta-feira, o baterista estarrejense Paulo Bandeira faz-se acompanhar pelos incontornáveis João Paulo Esteves da Silva, piano, e Nelson Cascais, contrabaixo. Triângulo de luxo, para uma voz do mundo, Camané, que extravasa a sua praia, o Fado, para os extensos areais da música.

Encerra, mais uma vez, com chave de ouro o Estarrejazz. A Orquestra de Jazz de Estarreja vai acumulando convidados de luxo ao longo destas edições: Kiko Pereira, é o senhor que se segue. Cantor, letrista e produtor, com créditos firmados no jazz português, estende a sua atividade à docência no Conservatório de Música do Porto e Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, tendo sido “vocal coach” em vários programas como a Operação Triunfo, The Voice Portugal e La Banda.

Todos os concertos começam às 21h30.


Programa

 

02 OUT 21H30

RUI CAETANO TRIO

GÉNERO JAZZ | 75 MIN | M/6

 

Com o primeiro registo gravado em 2008, “Reflexos”, o trio evoluiu para um novo registo em 2010, “Invisível”, dois discos de música original do pianista Rui Caetano, que apresentou em diversos contextos nacionais. Após um longo período de espera, surge agora o terceiro disco do trio, “Output”, com Carlos Barretto, no contrabaixo, e Alexandre Frazão, na bateria, onde mais uma vez se visita o universo de composições originais que se traduzem num conjunto de abordagens e estilos variados, expressando e despertando diferentes emoções.

 

Rui Caetano piano, Carlos Barretto contrabaixo, Alexandre Frazão bateria

 

03 OUT 21H30

IVÁN SANJUÁN QUARTETO

GÉNERO JAZZ | 75 MIN | M/6

 

O percussionista rítmico Iván Sanjuán apresenta o seu primeiro trabalho discográfico de originais carregado de diferentes influências expressando as suas ideias artísticas e a sua visão pessoal na abordagem do jazz atual. Nas palavras do músico espanhol, “Friendship” é um disco em que cada “composição é dedicada a momentos, lugares e pessoas que de algum modo marcaram a minha vida, ou seja, é um disco muito pessoal.” Os 8 temas que compõem este trabalho são uma viagem entre o jazz contemporâneo, o bop e a música africana, géneros que sempre acompanharam o percurso profissional de Iván Sanjuán.

 

Iván Sanjuán bateria, Joaquín de la Montaña saxofone, Pedro Calero piano, Enrique Tejado contrabaixo

 

09 OUT 21H30

PAULO BANDEIRA TRIO CONVIDA CAMANÉ

GÉNERO JAZZ/FADO | 75 MIN | M/6

 

"... O projeto do baterista Paulo Bandeira regressou ao seu formato inicial, o trio, com o piano de João Paulo Esteves da Silva e Nelson Cascais no contrabaixo, neste concerto. Avançou com o intuito de abraçar mais claramente a estética Europeia do jazz e particularmente do jazz Ibérico com todos os seus universos melódicos, harmónicos e rítmicos tão ricos e diversificados que vivem em temas originais, tanto dos músicos do trio, como nalguns temas de outros compositores. Na evolução da procura para estas estéticas para este concerto o trio convidou o cantor Camané, onde serão interpretados temas do seu repertório, com arranjos do trio."

 

Paulo Bandeira bateria, João Paulo Esteves da Silva piano, Nelson Cascais contrabaixo, Camané artista convidado, voz


10 OUT 21H30

ORQUESTRA DE JAZZ DE ESTARREJA CONVIDA KIKO PEREIRA

GÉNERO JAZZ | 75 MIN | M/6

 

A Orquestra de Jazz de Estarreja, tem assumido nas últimas edições do Estarrejazz, o encerramento do Festival, com o convite a grandes nomes do jazz nacional e internacional, para dividirem palco, numa fruição de novas valências para os intervenientes e público afeto, bem como novos ouvintes que tem vindo a descobrir esta área musical. Este ano, o décimo quinto, o convidado, Kiko Pereira, é um cantor, letrista e produtor com créditos firmados no jazz português. Natural de Newark, New jersey, tem uma carreira de mais de 30 anos dedicados à música e ao ensino, como docente no Conservatório de Música do Porto e Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, tendo sido “vocal coach” em vários programas como a Operação Triunfo, The Voice Portugal e La Banda.

 

Kiko Pereira voz, Carlos Azevedo piano e condução de orquestra

 

Bilhetes

Preço do bilhete por concerto 6,00€ | 4,00€ (cartão amigo, cartão sénior e jovem municipal)

PASSE GERAL 20,00€ (acesso aos 4 concertos Estarrejazz)

 

Carla Miranda


Figueiró dos Vinhos | Empréstimos - Investimento

 Dando seguimento a uma estratégia de investimento público, tendo por base as necessidades inventariadas e de modernização por um lado, e por outro o aproveitamento de mecanismos de cofinanciamento, o Município de Figueiró dos Vinhos irá proceder à contratação de empréstimos para investimento, no valor de 992.674,00 €.

Este valor dos empréstimos será realizado mediante recurso à Banca Comercial e ao Banco Europeu de Investimento, aproveitando as excelentes condições disponibilizadas, com taxas de juro próximas de zero.

Este montante permitirá impulsionar um investimento total de 1 milhão e 842 mil euros, uma vez que o município para algumas das obras a realizar, já assegurou, através de apoio europeu, 848.354,78€ a fundo perdido.  

Assim, o valor de investimento corresponde às seguintes obras:

  • Reabilitação do Posto Aquícola de Campelo;
  • Ampliação do Cemitério da Vila;
  • Reabilitação do Mercado Municipal;
  • Requalificação do Parque Logístico Municipal (EX-PECAPE);
  • Pavimentação do Caminho Florestal - Poeiro/Casais Fundeiros (Arega);
  • Construção do Muro de Suporte - SONUMA/Bairro de Santo António
  • Repavimentação da Avenida Madre de Deus;
  • Beneficiação da área pedonal - Rua Major Neutel de Abreu

O cumprimento exemplar do Plano de Saneamento Financeiro, a que o município esteve obrigado desde 2011, permite hoje ao Município de Figueiró dos Vinhos recorrer a estes empréstimos e, dessa forma, ser ainda mais ambicioso na sua política de investimentos, aumentando a sua amplitude e rapidez de execução.