quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Matosinhos fecha marginais para evitar concentração de pessoas

A Câmara de Matosinhos decidiu hoje encerrar as marginais por serem "locais muito apetecíveis", de forma a evitar a concentração de pessoas devido à pandemia de covid-19 e ao confinamento decretado pelo Governo, adiantou à Lusa fonte da autarquia.

Nos próximos dias, o policiamento vai também ser reforçado para impedir o acesso às marginais, numa altura em que Portugal regista máximos de casos de infeção de mortes associadas à covid-19, disse a mesma fonte.

Esta autarquia do distrito do Porto resolveu ainda interditar todos os equipamentos em espaço público que permitam concentrações de pessoas como, por exemplo, bancos de jardim, acrescentou.

“Estamos a seguir as orientações do Governo. É urgente diminuir as deslocações e os contactos e as marginais são locais muito apetecíveis”, afirmou à Lusa a presidente, Luísa Salgueiro.

A autarca socialista aproveitou ainda para apelar à responsabilidade das pessoas nesta “fase tão difícil” que o país está a atravessar.

“Todos os que possam, fiquem em casa. Só conseguiremos travar estes números assustadores se nos comportamos de forma responsável e consciente”, vincou.

Este anúncio surge na segunda semana consecutiva em que Portugal regista máximos de casos de infeção pelo novo coronavírus e de mortes associadas à covid-19.

Lusa

Imagem: viva-porto

COVID-19: Situação de ruptura no Hospital dos Covões

Comunicado da Secção Regional do Centro (SRCentro) da Ordem dos Enfermeiros:

"A Secção Regional do Centro (SRCentro) da Ordem dos Enfermeiros (OE) visitou na segunda-feira (18 Janeiro) o Serviço de Urgência do Hospital dos Covões – Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), e encontrou uma situação insustentável.

Na sequência do agravamento da situação pandémica de Covid-19, com impacto crítico nos serviços hospitalares, a SRCentro levou a cabo uma visita à Urgência dos Covões (Hospital Geral – CHUC), tendo verificado que este serviço se encontra em completa ruptura.

Ricardo Correia de Matos, Presidente do Conselho Directivo Regional da SRCentro, e Pedro Lopes, Presidente do Conselho de Enfermagem Regional, depararam-se com um cenário catastrófico, em que os enfermeiros não conseguem garantir a segurança, vigilância e a qualidade mínima que é exigida aos cuidados prestados à população. “Já foram abertos todos os espaços disponíveis, incluindo a sala de acompanhamento. Atingiu-se o limite ao nível da estrutura física: vêem-se doentes admitidos sem estarem garantidas as distâncias de segurança, enquanto outros esperam por uma vaga dentro das ambulâncias”, garantiu Ricardo Correia de
Matos.

Durante a visita ficou claro que é “completamente impossível separar doentes positivos para a Covid-19 dos doentes suspeitos que aguardam o resultado do teste. Esta situação é absolutamente inadmissível porque promove a criação de cadeias de transmissão”explicou o Presidente da SRCentro. Para agravar este caos, não existem assistentes operacionais que garantam uma eficaz higienização dos espaços comuns, nem motoristas suficientes para procederam ao transporte inter-hospitalar, à remoção de cadáveres ou ao transporte de medicamentos. Além disso, segundo os testemunhos relatados pela equipa de enfermagem das urgências do Hospital dos Covões à SRCentro, a partilha de informação com familiares não está assegurada, motivo pelo qual alguns profissionais de saúde terão já recebido ameaças de agressão.

“Sabemos que há enfermeiros com apenas duas folgas no mês de Janeiro. À data, a equipa de enfermagem totaliza cerca de 3500 horas extraordinárias, o que corresponde a um défice de mais de 28 enfermeiros. A situação é insustentável!”, sublinhou o responsável da SRCentro. No Hospital dos Covões a necessidade mais urgente é o investimento em “recursos humanos (enfermeiros, técnicos de limpeza e motoristas), equipamentos e material, especificamente, oxigénio!".

O reforço das equipas de enfermagem, que sempre estiveram deficitárias, não só neste serviço, mas em todas as unidades hospitalares do país, não foi acautelado pelas instituições políticas, mantendo o país no segundo lugar com o pior rácio enfermeiro/utente da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

Daí que Ricardo Correia de Matos não compreenda como, “em plena pandemia, entre os meses de Julho e Dezembro 2020, o governo deixou emigrar mais de 1000 enfermeiros, negando aplicar medidas similares aos parceiros europeus, quando alteraram os padrões remuneratórios e procederam à contratação de todos os profissionais disponíveis, inclusive, enfermeiros portugueses”. "

Festejos do Carnaval de Sines cancelados devido à pandemia

Associação de Carnaval de Sines decidiu cancelar os festejos da edição deste ano devido à pandemia de covid-19. A decisão foi tomada na sequência do confinamento geral determinado pelo Governo na última quarta-feira.

A Associação de Carnaval de Sines, no distrito de Setúbal, decidiu cancelar os festejos da edição deste ano devido à pandemia de covid-19. A decisão foi tomada na sequência do confinamento geral determinado pelo Governo, na última quarta-feira.

“O Carnaval de 2021 está cancelado, assim como alguns projetos que tínhamos pensado para assinalar a data. Com o aumento de casos de covid-19 na região e no país já não vai ser possível”, avançou à agência Lusa o presidente da associação de carnaval de Sines, Rui Encarnação.

“[O grupo de percussão] 'Skalabá Tuka' anunciou há pouco tempo uma parceria com a associação de Carnaval que estava a ser estudada, caso os números [covid-19] se mantivessem baixos. Como isso não aconteceu, decidimos que o melhor seria cancelar”, adiantou.

Assim, a associação decidiu não avançar com algumas das iniciativas programadas, como o desfile de um 'trio elétrico' pelas ruas da cidade, um evento online e uma exposição no Centro de Artes de Sines.

No entanto, indicou Rui Encarnação, a associação está “a ponderar, em conjunto com a Câmara Municipal de Sines, lançar um vídeo do início do Carnaval para que a data não passe em branco”.

“Queremos fazer a festa e ir para a rua, mas só quando as coisas estiverem bem e essa deve ser a nossa principal preocupação, que se cuidem das vidas humanas primeiro. Quando o Carnaval de Sines voltar será uma grande festa da união”, realçou.

Não obstante, segundo Rui Encarnação, esta situação representa “prejuízos para a associação”, que “não está a conseguir cumprir com os acordos de pagamentos com as empresas” referentes a dívidas.

“A nossa grande fonte de receita é o Carnaval, além de outros eventos como as Tasquinhas de Sines e a festa de Passagem de Ano, onde era possível angariar algum dinheiro para cumprir com esses acordos de pagamento relativamente a dívidas do passado”, lamentou o responsável.

Para conseguir ultrapassar esta situação, a associação “conta realizar alguns eventos, mesmo que não sejam físicos, para tentar angariar alguma verba e cumprir com todas as obrigações”.

Os festejos, que se celebram em Sines desde 1926, contaram o ano passado com a visita de 50 mil pessoas e a participação de cinco escolas de samba, 17 carros alegóricos, 15 grupos alegóricos e oito foliões.

Durante os três dias de festa, além dos desfiles na principal avenida da cidade, incluindo o corso noturno, o programa do Carnaval costuma incluir um desfile de matrafonas, um baile de máscaras sénior, um torneio de futebol trapalhão, bailes noturnos e o já tradicional enterro do Entrudo.

Lusa

Cerveira lança apelo transfronteiriço para combater surto em lar

A Câmara e a Misericórdia de Vila Nova de Cerveira lançaram um apelo transfronteiriço de recrutamento de voluntários para ajudar a combater um surto de covid-19 que infetou os 66 idosos do lar Maria Luísa.

Em comunicado conjunto, as duas instituições do distrito de Viana do Castelo, referem que o apelo ao voluntariado transfronteiriço foi acionado através da Eurocidade Cerveira-Tomiño (Galiza), na sequência de uma reunião de “emergência da comissão municipal de proteção civil, perante a situação de calamidade de saúde pública que se vive no lar Maria Luísa”.

A autarquia e a Misericórdia adiantam ter ainda ter contactado “o Centro de Emprego da Junta da Galiza para recrutar pessoas dentro da área para desempenhar funções, estando a aguardar resposta”.

Recorreram também “à Bolsa de Voluntários de Vila Nova de Cerveira e contactado o Instituto de Emprego Formação Profissional do Alto Minho”.

“À data de hoje, há quatro mortes a lamentar, sendo que a totalidade dos 66 utentes da instituição estão infetados”, descrevem.

No que diz respeito aos colaboradores, “de um total de 52, 10 estão de baixa média prolongada sem previsão de regresso, 32 estão infetados e, consequentemente, em isolamento profilático, estando apenas 10 neste momento ao ativo para garantir o funcionamento da instituição 24horas por dia”, destaca a nota.

A falta de recursos humanos foi um dos temas hoje discutidos na reunião da comissão municipal de proteção civil, a segunda realizada em quatro dias, devido à necessidade de uma “intervenção musculada de emergência”.

“Mediante a disponibilidade manifestada por alguns trabalhadores para regressar ao trabalho, mesmo estando positivos, mas assintomáticos, foi colocada à consideração da Saúde Pública e da ULSAM a autorização para estes puderem prestar o apoio aos utentes, tendo em conta que a taxa de infeção no lar é de 100%”, refere a nota.

O “primeiro caso de infeção foi detetado no dia 12, tendo sido ativado imediatamente o plano de contingência da instituição”.

Segundo a Câmara e a Santa Casa da Misericórdia, na sexta-feira “foram desencadeados todos os meios legais e logísticos ao dispor, nomeadamente a Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM), a Delegação Distrital de Saúde, a Segurança Social distrital e a Direção-Geral da Saúde, solicitando um reforço de pessoal médico e auxiliar para dar resposta às necessidades prementes”.

“A resposta tem sido escassa, devido à falta de recursos humanos no concelho e no distrito, tendo a Segurança Social distrital ativado, até ao momento, as Brigadas de Apoio aos Lares criadas pelo Governo, através das quais foram destacados dois enfermeiros e cinco auxiliares de ação direta”, refere a nota.

A Câmara adiantou “estar a colaborar, logística e financeiramente, nomeadamente com a aquisição de todas as refeições no exterior, bem como a aquisição de material de desinfeção e equipamento de proteção individual”.

Quer a Câmara, quer a Santa Casa têm procurado encontrar pessoas voluntárias para prestar o necessário e devido serviço de apoio aos utentes, numa primeira fase recorrendo a meios e contactos próprios e, nesta fase, lançando um apelo público aos familiares dos utentes e a pessoas da comunidade em geral para prestar serviço de voluntariado”, reforçam.

Lusa

Caixa de cartão pintada de preto faz de urna para voto antecipado em Redondo


Uma caixa de cartão pintada de preto serviu de urna improvisada para o voto antecipado nas eleições presidenciais de cinco eleitores do concelho de Redondo, no distrito de Évora, que estão confinados devido à covid-19.

Arminda Barradas e António Ramires, funcionários da câmara municipal, equipados a rigor, com máscara, viseira, bata, luvas e gel desinfetante, transportaram a urna, com a inscrição “PR21”, e os boletins de votos e dirigiram-se aos locais onde se encontravam os eleitores.

A primeira paragem foi no lar de Montoito da Fundação Obra de S. José Operário, onde duas idosas, dos 14 utentes da instituição, Maria, de 78 anos, e Josefa, de 83, puderam escolher quem querem ver no Palácio de Belém.

Em cadeiras de rodas, as duas utentes foram levadas pelo diretor técnico da instituição, uma de cada vez, para uma sala vazia e foi lá, sozinhas, que preencheram o respetivo voto, o qual foi depois colocado em dois envelopes e selado.

A seguir, os votos foram colocados pelas eleitoras na urna improvisada e, no final, Josefa afiançou à agência Lusa que “é importante” votar e lembrou que sempre votou quando vivia na povoação vizinha de Aldeias de Montoito.

Pedro Mira Ferreira, diretor técnico do lar, contou à Lusa que falou com os utentes sobre a possibilidade de votarem na instituição, devido à pandemia de covid-19, assinalando que alguns acompanham as notícias na televisão.

“Penso que foi uma tomada de decisão em consciência, porque são pessoas lúcidas”, sublinhou.

Uma outra utente da instituição também manifestou o desejo de votar nas presidenciais deste ano, mas, por “dar erro” a sua inscrição na plataforma e falta de soluções, acabaram por desistir, relatou.

Também Ana Paula votou nas eleições presidenciais deste ano e nem a infeção com o coronavírus SARS-CoV-2 a impediu de exercer esse direito.

Em casa, situada numa das principais ruas do centro da vila de Redondo, de pijama e roupão, Ana Paula votou entre a porta da rua e a escada para o primeiro andar e considerou “fácil” o sistema de voto antecipado em mobilidade.

Os dois funcionários do município com a tarefa de transportar a urna passaram também pela quinta de Luís, nas redondezas da vila alentejana, que, por breves instantes, deixou os trabalhos na propriedade para votar nas presidenciais.

Vestido com roupa de trabalho, Luís, que se encontra em isolamento profilático, garantiu que só não votou uma vez e observou que “é inédito” o voto à porta de casa.

Em Foros da Fonte Seca, nem a meia dúzia de quilómetros de distância de Redondo, Palmira, em isolamento profilático e a aguardar o resultado do teste, recolheu o boletim e votou junto à porta de sua casa.

“Mesmo que venha negativo” o resultado do teste ao vírus que provoca a covid-19, “já não é preciso ir para as filas” para votar, atirou.

O presidente da Câmara de Redondo, António Recto, afirmou que este sistema de voto foi “bastante divulgado”, considerando que não houve mais solicitações para o voto antecipado em mobilidade por existir “algum desinteresse” dos eleitores.

Segundo o autarca, os votos recolhidos vão cumprir “quarentena” num espaço do município e no dia das eleições, no domingo, cada um “será distribuído nas secções de voto correspondentes”.

Um total de 12.906 pessoas em confinamento devido à covid-19 e idosos em lares inscreveu-se para o voto antecipado nas presidenciais de domingo, segundo o Ministério da Administração Interna (MAI).

Lusa
Imagens: Nuno Veiga / Lusa

Viseu exige suspensão de aulas presenciais para 3.º ciclo e secundário


A suspensão da atividade letiva e educativa em regime presencial do 3.º ciclo e ensino secundário no concelho de Viseu é uma das exigências ao Governo da Comissão Municipal de Proteção Civil, após reunião com diversos responsáveis.

"Exigir à tutela a suspensão da atividade letiva e educativa em regime presencial do 3.º ciclo e ensino secundário nos estabelecimentos de ensino do concelho de Viseu, passando estes níveis de escolaridade a funcionar na modalidade de ensino à distância, por um período de 15 dias, e com posterior avaliação", refere um comunicado hoje enviado à agência Lusa.

Uma decisão unânime da Comissão Municipal de Proteção Civil (CMPC) de Viseu, que reuniu na terça-feira para avaliar a propagação da pandemia e, em particular, o impacto da situação nos estabelecimentos escolares.

"É fundamental minimizar a transmissão comunitária ativa e aliviar a pressão existente nos serviços de saúde, nomeadamente na capacidade esgotada da Autoridade de Saúde local no que diz respeito ao estudo epidemiológico das cadeias de transmissão", justifica.

O documento refere ainda que "a situação de rutura vivida no Centro Hospitalar Tondela-Viseu" (CHTV) é também razão para a suspensão da atividade escolar, porque a proteção civil municipal considera que, "apesar de estar em funcionamento um Hospital de Campanha, o CHTV continua com uma pressão crescente de casos".

Esta reunião contou com a presença dos diferentes elementos que a constituem, tendo como convidados todos os representantes dos cinco agrupamentos de escolas, três escolas secundárias e todas as escolas profissionais e privadas.

A decisão tomada "fundamenta-se em dois pontos fulcrais".

"Os dados à data da Autoridade de Saúde e Estabelecimentos de Ensino, que estimam aproximadamente 2.500 alunos em isolamento, 150 infetados -- correspondentes a cerca de 100 turmas/salas em confinamento preventivo, dezenas de professores e auxiliares, aos quais se juntam outros casos de contágio nas famílias -- implicam um funcionamento 'anormal' das Escolas", é um dos fundamentos.

Esta entidade diz que "muitos estabelecimentos só estão a funcionar aparentemente, com alunos em regime presencial, outros à distância, professores e auxiliares infetados".E "todos são potenciais agentes portadores de e para as escolas e famílias".

"Acresce que os 18.000 alunos do concelho representam um movimento pendular diário de cerca de 30.000 pessoas, num concelho com cerca de 100.000 habitantes, e muitos entre concelhos com transmissão ativa muito grave", defende.

Outro argumento para exigir a suspensão da atividade escolar é "a atual evolução da pandemia covid-19 em Viseu e o seu potencial de evolução catastrófico, onde se regista atualmente, um índice de 1.447 casos por 100.000 habitantes".

"Assim como se verifica a existência, na totalidade dos concelhos da região Dão Lafões, onde Viseu se insere, de uma média de 1.800 casos por 100.000 habitantes", acrescenta a nota de imprensa.

A CMPC refere ainda que o concelho de Viseu, nos primeiros 15 dias de janeiro, registou "mais casos do que em todo o mês de dezembro" e, nesse sentido, "urge a tomada de medidas imediatas e drásticas com vista à minimização da transmissão comunitária".

A nota de imprensa refere ainda que "os dados transmitidos pelo diretor clínico do CHTV" revelam que esta unidade hospitalar "atingiu o nível catastrófico e rutura completa de todas as capacidades instaladas" uma vez que já conta com "16 pessoas nos cuidados intensivos", o número de camas existentes nesta unidade.

Lusa

Covid-19: Sobe para 21 o número de infetados na GNR de Esposende

O número de militares da GNR de Esposende infetados pelo vírus SARS-CoV-2 aumentou para 21, mas, "mesmo com tantos operacionais infetados, não está em risco a operacionalidade", adiantou hoje à Lusa fonte daquela força militar.

Em declarações à Lusa, a mesma fonte esclareceu que a GNR de Esposende, no distrito de Braga, tem 31 militares no ativo e que "os operacionais estão a ser substituídos por outros de outras unidades, havendo rotatividade para garantir o perfeito cumprimento das funções" daquela corporação.

Até segunda-feira estavam confirmados 13 casos, segundo disse fonte à Lusa.

O presidente da Câmara de Esposende, Benjamim Pereira, também responsável pela Proteção Civil no concelho, garantiu hoje que "a operacionalidade e serviços de segurança não estão em causa".

Segundo Benjamim Pereira, "nestes casos está garantida a rotatividade, substituição de operacionais, exemplo disso é que ainda este fim de semana esteve a GNR de Vila Nova de Famalicão a realizar fiscalização em Esposende".

Lusa