quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Luxemburgo disposto a receber pacientes com covid-19 de Portugal

 Se o Governo português pedir, o Luxemburgo está disposto a receber pacientes com covid-19 vindos de Portugal. A garantia foi dada esta terça-feira pela ministra da Saúde, Paulette Lenert, em resposta a uma questão dos deputados Sven Clement e Marc Goergen, do Partido Pirata.

Tendo em conta a situação sanitária difícil que se vive em Portugal e o facto de o Luxemburgo estar a atravessar uma fase menos tensa, os deputados queriam saber se o Governo de Xavier Bettel tenciona propor o acolhimento de pacientes oriundos de Portugal. Na missiva, os parlamentares faziam também referência à comunidade lusa radicada no Grão-Ducado, a maior do país, e aos "laços muito profundos que unem cidadãos portugueses e luxemburgueses".

JN

Imagem: Luxemburger wort

Escritor Mia Couto testa positivo e apela ao cumprimento de medidas de prevenção

 O escritor moçambicano Mia Couto apelou hoje ao cumprimento das recomendações das autoridades de saúde face à covid-19, alertando para implicações "profundíssimas", após testar positivo para o novo coronavírus.

"Nós temos de conseguir uma resposta e direção contrária à covid-19, ter respeito pelos outros e acatar essas instruções [de prevenção], tão simples", dadas pelas autoridades de saúde, disse o autor à Lusa.

O escritor moçambicano cumpre hoje o 10.º dia de isolamento domiciliar, desde que foi diagnosticado positivo para o novo coronavírus, apresentando-se com sintomas leves, entre cansaço e dores musculares.

Mia Couto alertou para as implicações "profundíssimas" da covid-19 a nível social, económico e humano, além da saúde, considerando que a doença "empurra para uma situação de agonia, solidão e abandono".

Quando me comunicaram, o medo que me assaltou foi o de um tipo de morte solitária, foi essa a construção que fiz", contou Mia Couto.

"Nós já temos vacina. Chama-se máscara, chama-se distanciamento. Portanto, temos as vacinas que serão, até daqui a alguns meses, a nossa arma principal", declarou.

Desde a última semana, as autoridades de saúde moçambicanas têm alertado para o aumento do número de óbitos e casos de infeção pelo novo coronavírus, referindo que se está a esgotar a capacidade de internamento nas unidades hospitalares.

Moçambique tem um cumulativo de 271 óbitos e 29.396 casos, 68% dos quais recuperados.

Mia Couto venceu o prémio literário francês Albert Bernard 2020, pela edição francesa da trilogia "As Areias do Imperador", publicada no ano passado com tradução de Elisabeth Monteiro Rodrigues, foi hoje anunciado pela Fundação Fernando Leite Couto.

"Criado em 1993, este prémio anual, destinado a um autor cuja temática seja África, quer seja do ponto de vista da história, da ciência e da literatura, laureou pela primeira vez um escritor da África Austral. É também inédita a atribuição a um escritor de língua portuguesa", acrescentou a nota.

O escritor moçambicano, agora distinguida pela Academia Francesa de Ciências do Ultramar, já havia recebido em dezembro, na Suíça, o Prémio Jan Michalski, atribuído pela Fundação Jan Michalski, para distinguir obras da literatura mundial, publicadas em francês.

A trilogia "As Areias do Imperador", composta pelos romances "Mulheres de Cinza" (2015), "A Espada e a Azagaia" (2016) e "O Bebedor de Horizontes" (2017), centra-se na fase final do Império de Gaza, o segundo maior império do continente, no final do século XIX, dirigido por Ngungunyane (Gungunhana).

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.058.226 mortos resultantes de mais de 96,1 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Lusa

Biden pediu unidade nacional e confiança na democracia


Joe Biden pediu hoje aos norte-americanos espírito de unidade e confiança na democracia, perante os difíceis desafios que o país enfrenta, no discurso inaugural do seu mandato como 46.º Presidente dos EUA.

"A vontade do povo foi ouvida, e a vontade do povo foi atendida. Aprendemos novamente que a democracia é preciosa e a democracia é frágil. Nesta hora, a democracia prevaleceu", disse Biden, acrescentando que o dia da sua tomada de posse, "é o dia da América, o dia da democracia, um dia na história e na esperança, de renovação e determinação"

Biden disse que "poucos encontraram um tempo tão difícil como aquele que atravessamos", referindo-se explicitamente à pandemia de covid-19, à violência nas ruas das cidades norte-americanas, às divisões políticas e à crise económica.

"Poucas pessoas na história de nossa nação desafiaram tanto, ou acharam uma época mais desafiadora ou difícil do que a que estamos agora", admitiu Biden.

Temos muito que fazer neste inverno de perigo e possibilidades significativas: muito para reparar, muito para restaurar, muito para curar, muito para construir e muito para ganhar", acrescentou o novo Presidente norte-americano.

Perante a ausência de Donald Trump - o Presidente republicano que hoje terminou o seu mandato e preferiu não estar presente para assistir à cerimónia de transição de poder -- mas perante a presença dos antigos presidentes Bill Clinton, George W. Bush e Bill Clinton, Biden agradeceu aos antecessores pela forma como preservaram a democracia e a relevância do cargo que agora ocupa.

Uma parte relevante do seu discurso inaugural dirigiu-se aos adversários políticos, apelando ao diálogo e à compreensão, dizendo que, a partir de hoje, devem procurar soluções em conjunto.

"Não nos devemos olhar como adversários, mas como vizinhos", disse Biden.

"Sei que as forças que nos dividem são profundas e reais. Mas também sei que não são novas. A nossa história tem sido uma luta constante entre o ideal americano, de que todos somos criados iguais, e a dura e horrível realidade do racismo, medo e demonização que há muito nos separam", explicou Biden.

"Este é o nosso momento histórico de crise e desafio. A unidade é o caminho a seguir e devemos enfrentar esse momento como Estados Unidos da América", acrescentou o Presidente, pedindo para que esse momento de unidade prevaleça, mesmo depois de episódios traumáticos, como o ataque ao Capitólio por apoiantes de Trump, no dia 06 de janeiro.

"Aqui estamos nós, poucos dias depois que uma multidão turbulenta pensar que poderia usar a violência para silenciar a vontade do povo", disse Biden, afirmando que ninguém pode "parar o trabalho da democracia".

"Isso não aconteceu. Nunca vai acontecer. Nem hoje, nem amanhã. Nunca. Nunca", garantiu o Presidente, referindo-se aos poderes negativos e violentos que prometeu derrotar no seu mandato.

Biden insistiu em que a "discórdia não pode ser pretexto para guerra total", estendendo a mão aos adversários, prometendo que será o "Presidente de todos os americanos" e dizendo que se empenhará a defender os seus apoiantes como os seus adversários.

O novo Presidente disse que este é o momento "para baixar a temperatura", para acalmar ânimos políticos desavindos, perante graves desafios.

Vamos derrotar a pandemia. Mas vamos fazê-lo juntos. Temos de o fazer juntos", prometeu Biden, recordando que a crise sanitária que se vive já matou tantos norte-americanos como a Segunda Guerra Mundial.

Biden pediu mesmo uns segundos de silêncio para orar pelas vítimas mortais da pandemia, colocando o problema como prioridade da sua agenda política.

Mas Biden também teve uma mensagem para o exterior dos Estados Unidos, dirigindo-se aos inimigos e aliados.

"Seremos aliados de confiança. Seguros e fortes", disse Biden, prometendo reatar alianças que possam ter sido enfraquecidas pelo seu antecessor, embora o novo Presidente não se tenha referido a nenhum caso em particular, nem tenha feito nenhuma crítica direta a Trump.

Ainda assim, Biden disse acreditar que os Estados Unidos podem "voltar a ser um aliado em que se pode confiar".

Biden prometeu ainda combater as "mentiras", dizendo que os atores políticos não as podem usar para seu benefício, prometendo "lisura" e transparência na forma como ocupará o seu lugar na Casa Branca.

"Os melhores anjos sempre prevaleceram", concluiu Biden, dizendo que a proteção da Constituição será sempre uma preocupação e prometendo que "a democracia e a esperança" não morrerão no seu mandato que hoje se inicia.

Fonte e Imagem: Lusa / EPA Caroline Behman / Erin SHAFF / Pool / AFP

Equipa da UC descobre mecanismo de plasticidade molecular na doença de Parkinson

 Um estudo liderado pelo neurocientista Miguel Castelo-Branco, da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC), revela um mecanismo surpreendente de reorganização funcional do cérebro.

Publicado na prestigiada PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences), revista da Academia Americana de Ciências, o estudo, realizado com a colaboração do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), teve como objetivo avaliar a capacidade de reorganização do cérebro na fase inicial de uma doença neurodegenerativa, a doença de Parkinson, e insere-se numa estratégia de estudar a capacidade que o cérebro tem de se readaptar ao longo da vida na saúde e na doença.

Para tal, a equipa, que também integra investigadores do Coimbra Institute for Biomedical Imaging and Translational Research (CIBIT) e do Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde (ICNAS), combinou de forma única um conjunto de métodos funcionais e moleculares de imagem que permitissem avaliar os movimentos oculares, uma função que na doença de Parkinson está alterada muito precocemente, dos participantes no projeto durante a realização de tarefas muito simples.

O resultado deste estudo, afirma Miguel Castelo-Branco, é surpreendente «porque a plasticidade foi demonstrada a nível funcional e molecular no cérebro adulto, que se pensa ter menor plasticidade que o cérebro jovem. Para além do mais, este efeito foi observado numa fase inicial de uma doença neurodegenerativa, a doença de Parkinson. Isto mostra as reservas de compensação que o nosso cérebro tem, mesmo na adversidade».

Sabendo-se que os sistemas visual e motor se modificam na doença de Parkinson, o artigo agora publicado, que tem como primeira autora a investigadora do CIBIT Diliana Rebelo, demonstrou duas coisas: «que a falência do sistema de execução de movimentos oculares é compensada nas fases iniciais da doença pelo recrutamento aumentado da parte do sistema visual que os programa».

Os autores do estudo descobriram ainda, usando a técnica de PET (tomografia por emissão de positrões), um mecanismo molecular «que explica esta compensação funcional ao nível das estruturas que estão na base da comunicação entre os neurónios: as sinapses. Verificou-se que os níveis de um tipo de recetores (D2) de dopamina, que é a molécula chave na doença de Parkinson, ajustavam-se em várias partes do cérebro, relacionadas com a programação de movimentos oculares. Esse ajustamento tinha uma relação íntima com o padrão de compensação funcional encontrado».

De forma mais simples, podemos dizer que «há uma espécie de reorientação dos circuitos oculares, de reformação de conexões, mesmo a nível molecular. É quase como se houvesse um shift para a parte mais posterior do cérebro», ilustra Miguel Castelo-Branco.

A descoberta de um elo entre plasticidade sináptica e reorganização da atividade cerebral na doença de Parkinson «abre caminho para, em trabalhos futuros, se entender os limites da reorganização do cérebro adulto e na aplicação à reabilitação neurológica», informa.

Ou seja, esclarece o docente da FMUC, este estudo demonstra que «a reabilitação em doentes de Parkinson é possível. Estes resultados podem ter impacto para atrasar o declínio». Por outro lado, conclui, «este trabalho também nos dá informação sobre o efeito dos fármacos, isto é, fornece informação que pode ser relevante para a terapêutica, porque a dopamina é a molécula central na doença de Parkinson.  Ao olharmos para os mecanismos de compensação molecular, ficamos com muito mais informação sobre os efeitos terapêuticos dos fármacos, nomeadamente dá pistas para ajudar a prevenir efeitos secundários associados à terapêutica».

O artigo científico está disponível em: https://www.pnas.org/content/118/3/e2013962118/tab-article-info

Covid-19 não explica metade do excesso de mortos da última semana

Mortalidade por Covid-19 disparou, mas excesso de mortalidade subiu ainda mais, numa altura em que muitos dizem que os serviços de saúde entraram em rutura.

Numa altura em que a pandemia mata cada vez mais portugueses, atingindo números nunca vistos nem na primeira nem na segunda vaga, as mortes por Covid-19 apenas explicam metade das mortes em excesso da última semana.

Só para os sete dias de 11 a 17 de janeiro, o Sistema de Informação dos Certificados de Óbito (SICO) da Direção-Geral da Saúde (DGS) refere, explicitamente, um excesso de mortalidade de 2.151 pessoas - um indicador que se calcula subtraindo a mortalidade esperada para um ano considerado 'normal' tendo em conta a média de anos anteriores - aos óbitos efetivamente contados nesse período de tempo.

Nesses mesmos sete dias, pelas contas da TSF, os boletins da DGS sobre a pandemia revelam que faleceram 1.058 pessoas, ou seja, cerca de metade do excesso de mortalidade.

A presidente da Associação Portuguesa de Epidemiologia não fica surpreendida com a grande diferença entre o excesso de mortalidade e o número de óbitos por Covid-19. Elisabete Ramos recorda à TSF que já "vimos isto nos números da mortalidade de 2020", com um "excesso de mortalidade em que nem tudo se explicava pela Covid-19, sendo muito provável que nestas primeiras semanas de 2021 a tendência continue" - agora com números ainda mais elevados.

A investigadora do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP) detalha que as razões são várias, recordando, em primeiro lugar, os muitos dias seguidos com temperaturas muito baixas, algo que, sempre que acontece em Portugal, provoca um aumento da mortalidade pois sabemos que o país não está preparado para este frio.

Por outro lado, tal como em 2020, outra razão possível passa pela necessidade [que se sabe que está a acontecer] de usar meios para responder à Covid-19 que deixam de responder a outras necessidades de saúde.

Finalmente, Elisabete Ramos sublinha o medo da população que levará, tal como na primeira vaga de 2020, a adiar ou evitar que se peça ajuda ou se procurem serviços de saúde.

Na prática, uma mistura de causas que leva a que, segundo a epidemiologista, seja "muito provável que, nas circunstâncias das últimas duas semanas, haja mais mortalidade, não só por Covid-19 mas também por outras patologias".

TSF

Covid-19: Batalha entrega 50 máscaras a cada aluno, professor e funcionário de escolas

Alunos, professores e funcionários de escolas do concelho da Batalha, no distrito de Leiria, vão receber cada um 50 máscaras cirúrgicas, disse hoje o presidente da Câmara, que defende o fecho parcial dos estabelecimentos de ensino.

“Serão entregues 50 máscaras a cada aluno, pessoal docente e não docente, num universo de mil pessoas”, afirmou Paulo Batista Santos, justificando a decisão com “o reforço da prevenção” na sequência de “o Governo ter determinado o funcionamento pleno das escolas num tempo em que o risco de contágio é bastante elevado” e da indicação de que cada aluno recebe das escolas três máscaras sociais por período letivo.

Paulo Batista Santos, que esclareceu que as máscaras serão entregues nos próximos dias, considerou que as escolas deveriam encerrar para o 3.º ciclo e ensino secundário, cujos alunos “têm condições para estar em casa em segurança a acompanhar as aulas, aliviando as pressões” nos estabelecimentos de ensino.

No entender do autarca, mantinha-se em funcionamento a educação pré-escolar e os 1.º e 2.º ciclos, dado tratar-se de “alunos que têm mais dificuldade em ficar sozinhos e mais necessidade de interação com os professores”.

“Manter as crianças todas nas escolas é uma pressão excessiva”, insistiu.

Paulo Batista Santos reiterou que a Câmara “mantém a disponibilidade de testagem na comunidade educativa”.

“Havendo a ocorrência de algum caso positivo [de covid-19], o município assegura a testagem de toda a turma e contactos de proximidade, como tem acontecido em articulação com as autoridades de saúde e a direção do Agrupamento de Escolas da Batalha”, acrescentou.

Numa nota de imprensa, a Câmara explica que a distribuição das máscaras cirúrgicas contempla as escolas públicas.

“Consideramos que se o Estado obriga, e bem, os cidadãos a utilizar máscara em espaço público e nas escolas para controlar a pandemia, então deve dar todas as condições para que cada um as possa usar com o mínimo de custo possível. Se o Estado central não tem capacidade de fornecer regularmente máscaras, deve o Estado local fazê-lo”, afirma Paulo Batista Santos, citado na nota de imprensa.

Em maio de 2020, a Câmara da Batalha começou a distribuir gratuitamente máscaras aos munícipes e empresas do concelho e também a pessoas com baixos rendimentos, desempregados e idosos.

“Este programa é assegurado com o apoio das juntas de freguesia e realizado através da plataforma http://www.batalhaonlife.pt, que também tem assegurado a inscrição para a realização de testes à covid-19”, informa.

Gouveia com entregas de refeições ao domicílio todos os dias da semana

O município de Gouveia, no distrito da Guarda, está a promover, até ao final do mês, um programa de entrega de refeições ao domicílio para apoiar os restaurantes e os taxistas do concelho, foi ontem anunciado.

Segundo a autarquia presidida por Luís Tadeu, a iniciativa “Gouveia Entrega”, que foi aplicada nos fins de semana da quadra natalícia e de fim de ano, foi renovada e vigora até ao dia 30 em todas as freguesias do concelho.

A autarquia refere em comunicado enviado à agência Lusa que decidiu renovar o serviço de entrega de refeições ao domicílio face às medidas restritivas extraordinárias tomadas pelo Governo para limitar a propagação da pandemia de covid-19 e proteger a saúde pública.

As sucessivas renovações do estado de emergência e as limitações impostas ao funcionamento de espaços comerciais, nomeadamente dos estabelecimentos de restauração, bem como os condicionamentos à liberdade de deslocação em transportes particulares de passageiros e o dever geral de recolhimento domiciliário, têm tido fortes implicações nos domínios social e económico do país”, justifica o município de Gouveia.

Segundo a fonte, perante a situação, a autarquia decidiu renovar a iniciativa “Gouveia Entrega”, um serviço de entrega ao domicílio de refeições confecionadas pela restauração local e entregue pelos motoristas de táxi do concelho, “de modo a apoiar estes setores, tão relevantes para a economia local e para a empregabilidade”.

A iniciativa municipal conta com a adesão dos restaurantes e dos motoristas de táxi do concelho de Gouveia, não terá custos de transporte para os utilizadores e irá funcionar, durante todos os dias da semana, em todas as freguesias daquele concelho da região da Serra da Estrela.

Segundo a nota, quem estiver interessado em beneficiar do programa de entregas de refeições ao domicílio “bastará contactar o restaurante no qual deseja fazer o seu pedido, escolher a sua refeição e fornecer a morada de entrega”.

A encomenda será entregue em casa por um motorista de táxi e o cliente “apenas terá de pagar o valor da refeição ao taxista, uma vez que o custo do transporte será posteriormente assumido pela autarquia”.

Lusa